Militar

Armas dos EUA e Israel são confiscadas por exército sírio após expulsão de terroristas

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Autoridades e unidades de engenharia do exército sírio encontraram nesta quinta-feira (25) mísseis fabricados pelos Estados Unidos, vários morteiros de Israel e uma enorme quantidade de munição no bairro de al-Waer, na cidade de Homs, enquanto faziam uma varredura após terem expulsado terroristas- possivelmente do Estado Islâmico e frente Al-Nusra – da região.

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Segundo informações do repórter que fez a cobertura para a Syrian Arab News Agency as unidades foram apreendidas dentro dos centros de comando dos terroristas e correspondem a mísseis B10 e LAW, um míssil Cobra, foguetes Katyusha e RPG.

Durante a operação também foram encontrados, cartuchos de morteiros israelenses da IDE (empresa israelense de tecnologia), lançadores de foguetes, máscaras de proteção, binóculos, rifles sniper, fuzis automáticos e grande quantidade de munições e coletes.

Há outras provas da cooperação entre Estados Unidos e Israel com os terroristas na Síria

Em fevereiro de 2016 o Panorama Livre reportou o confisco de uma grande carga de minas letais israelenses, anti-humanas e anti-veículos, em posse do Estado Islâmico. O flagrante se deu no sul da província de Sweida e na ocasião os caminhões apreendidos pelo Exército Sírio também estavam carregados com foguetes, artilharia e morteiros, munições de luz, balas de fuzil e um grande número de granadas.

Já em abril de 2016 outra apreensão, desta vez em As-Suwayda, capturou veículos que carregavam mais minas letais israelenses, além de morteiros, RPGs e granadas – o detalhe é que o armamento continha  instruções em hebraico, sobre como manejar as armas.

Entretanto, o caso mais emblemático se deu em setembro do ano passado quando três mísseis Kalibr disparados pela marinha russa destruíram um centro de comando do Estado Islâmico, na região de Aleppo, na Síria, matando cerca de trinta oficiais, israelenses, britânicos, americanos, turcos, catares e sauditas. Tais oficiais dirigiam operações ao lado de grupos terroristas na região. O caso se deu antes de Aleppo ser libertada o que ocorreu em dezembro de 2016.

Referência:

SANA

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Guerra

Estados Unidos está usando terroristas na luta contra governo sírio, diz ministro russo

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O novo ataque da Força Aérea dos Estados Unidos na Síria confirma a intenção de Washington de usar o grupo terrorista Jabhat al-Nusra (proibido na Rússia) na luta contra o governo de Bashar al-Assad, apontou o ministro russo das Relações Exteriores, Sergey Lavrov.

A Rússia está preocupada com as diferenças na compreensão do conflito sírio e as ações separadas e, segundo Lavrov, enxerga a necessidade de uma união entre aqueles que lutam por terra e ar contra os terroristas do Estado Islâmico e da Jabhat al-Nusra.

“Vemos a confirmação da intenção de usar a oposição e alguns extremistas, incluindo a Jabhat al-Nusra, na luta contra o governo legítimo da Síria”, disse Lavrov.

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Isto vem simultaneamente aos apelos de Washington para interromper todos os contatos com Assad, explicou Lavrov, observando que o Congresso dos EUA tinha aprovado uma lei exigindo punição para aqueles que cooperam com o governo legítimo da Síria.

“Isso nos distrai do assentamento sírio e do principal objetivo desse assentamento – impedir a tomada da Síria e outras partes do Oriente Médio por terroristas. Então, o que ouvimos sobre a posição de Washington sobre a Síria agora é, de fato, escoltar os terroristas”, garantiu o ministro russo.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia não tem informações de que Washington alertou Moscou antes de executar um ataque aéreo às forças sírias, revelou Lavrov – “Eu não sei sobre nenhuma dessas advertências.”

O ataque aéreo dos Estados Unidos contra as forças do governo da Síria era ilegítimo e ilegal, independentemente dos motivos alegados e do que o causou, acrescentou o diplomata russo:

“O comando dos EUA disse que o ataque foi feito porque essas forças pró-governo representaram uma ameaça à oposição que coopera com a coalizão liderada pelos Estados Unidos”.

“Seja qual for a razão pela qual o comando dos EUA tomou tal decisão, o ataque foi ilegítimo e ilegal. Foi mais uma violação grosseira da soberania da Síria “, afirmou Sergey Lavrov.

Um contingente da força aérea dos EUA, pertencente ao grupo antiterrorista, atacou forças pró-governo na Síria, na última quinta-feira (18), que operam dentro da zona de desalinhamento estabelecida a noroeste de Tanf.

A coalizão liderada pelos estadunidenses argumentou pateticamente que as forças sírias tinham representado uma ameaça aos Estados Unidos e seus aliados. A bem da verdade, são os americanos que atuam na Síria sem autorização do governo local, configurando-se assim como invasores.

Referência:

Al Masdar News

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Terrorismo

Contingente militar dos EUA entra na Síria para treinar “rebeldes”

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Um contingente militar norte-americano adentrou o sul da Síria na fronteira de Tanf e começou a treinar unidades do Exército Livre da Síria (FSA) em uma área desértica, informou hoje a mídia de oposição a Assad, Hammurabi’s Justice News.

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De acordo com a tal página de oposição, que inclusive tem imagens que comprovam a informação, os militares dos EUA estão treinando as forças Mughaweir Al-Thawra na região montanhosa de Tanf, no sudeste de Homs.

Os militares dos EUA estariam supostamente treinando esses rebeldes para combaterem as forças do Estado Islâmico (ISIS) no sudeste da Síria, entretanto os fatos mostram que tanto a oposição síria quanto os próprios americanos praticamente só atacam o regime Assad.

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A bem da verdade é até difícil citar quais foram os ataques ao Estado Islâmico por parte dos Estados Unidos e do Exército de Libertação da Síria.

O próprio Exército Árabe Sírio (SAA) e seus aliados estão preocupados com a presença dos Estados Unidos na área, pois não acreditam que este último esteja interessado em combater o Estado Islâmico, mas sim, impor uma zona de exclusão para combater o governo em Damasco, revelou uma fonte militar.

Vale lembrar que os Estados Unidos não possuem autorização do governo local para atuar na Síria e que esses mesmos terroristas chamados de rebeldes moderados, os quais o exército americano está treinando, abriram o caminho para a proliferação do Estado Islâmico na Síria.

Referência:

Al Masdar News

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Europa

Menos de 3% dos imigrantes que chegam a Itália são de fato refugiados – George Soros por trás dos invasores

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De acordo com a agência das Nações Unidas para os refugiados (ACNUR), apenas 2,65% dos imigrantes na Itália ou 4.808 receberam asilo como refugiados, de um total de 181.436 imigrantes que atravessaram o Mar Mediterrâneo rumo ao país em 2016.

Este número não inclui aqueles que foram capazes de entrar no país sem serem detectados, mas apenas aqueles que foram oficialmente registrados por funcionários italianos ou ONGs e a grande maioria permanece no país como imigrantes ilegais e indocumentados.

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Uma estatística perturbadora que recentemente veio à tona revela que metade dos imigrantes que chegam ao país – ou seja  90.334 – nunca pediram asilo, mas desapareceram no país como imigrantes indocumentados, comumente referidos pelos italianos como “clandestinos”.

Os outros 91.902 imigrantes solicitaram asilo e 60% destes (54.252) tiveram as suas petições rejeitadas incondicionalmente. Outros 21% (18.979) foram concedidos “proteção humanitária”, permitindo-lhes uma permissão renovável anual para permanecer no país, e à 14% (12.873) foram dadas “proteção subsidiária”.

Os 4.808 imigrantes que receberam asilo representam 5,28 por cento dos requerentes de asilo e, portanto, apenas 2,65 por cento do total de imigrantes que entram no país durante o ano.

Apesar de a imensa maioria dos imigrantes terem recebido asilo na Itália, menos de 5.000 foram deportados em 2016, o que significa que mais de 175.000 permaneceram no país, a maioria ilegalmente.

Apesar da imigração registrar um recorde no ano passado na Itália, o primeiro trimestre de 2017 teve um salto de 30% em relação ao mesmo período de 2016. Pouco depois, a Itália recebeu mais 8.500 imigrantes em um único fim de semana.

O líder do partido político da Liga Norte (La Lega), Matteo Salvini, anunciou que abriria um processo contra os líderes do governo pela promoção da imigração ilegal no país.

“Agora está claro que a imigração ilegal é organizada e financiada e por isso decidimos apresentar um processo contra o governo, o presidente do Conselho, os ministros e os comandantes da Marinha e da Guarda Costeira”, disse Salvini.

Autoridades apontam George Soros por trás da onda de imigração

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Investigações de autoridades italianas e de outros autores descobriram que ONGs custeadas largamente por George Soros financiam ativamente navios privados para contrabandearem dezenas de milhares de refugiados ilegais do norte da África para a União Europeia através do sul da Itália. O tráfico de seres humanos está ligado às redes de contrabando do Estado Islâmico. Se ocorrer a verificação de tais denúncias por parte das autoridades, isto poderia acarretar em acusações criminais contra tais ONGs.

Carmelo Zuccaro, procurador-chefe de Catânia, na Sicília, testemunhou em uma comissão parlamentar italiana em março deste ano, no que justificou uma investigação oficial sobre o financiamento de uma frota de modernas embarcações privadas pertencentes a ONGs com refugiados no Mediterrâneo.

Ele citou evidências de que traficantes de seres humanos na Líbia e em outros estados costeiros do norte da África, muitas vezes vinculados ao Estado Islâmico ou a outras organizações criminosas, coordenavam o trânsito para a Itália de dezenas de milhares de refugiados ilegais.

Zuccaro relatou ter evidências que os traficantes, em terra ou a bordo das embarcações menores, chamavam diretamente os navios de salvamento maiores, financiados por ONGs, para então organizarem a transferência dos supostos refugiados.

Isto aponta um nível de coordenação enorme entre contrabandistas humanos do Estado Islâmico e a frota de navios financiados por ONGs. As autoridades italianas descobriram até o momento 10 organizações não-governamentais privadas envolvidas, entre elas várias ONGs financiadas pelo judeu húngaro-americano George Soros por meio de sua Open Society Foundation.

O Comissário Europeu para a Imigração, Dimitris Avramopoulos, afirmou que cerca de 80% dos migrantes norte-africanos que chegam à Itália não tinham direito legal a asilo. Muitos foram alegadamente de gangues criminosas que surgiram após a intervenção dos EUA e aliados em 2011 na Líbia, que derrubou Gaddafi, jogando o país no caos.

Em 2016, a rota do tráfico de refugiados pela Grécia foi praticamente fechada, então a rota mudou para o sul da Itália e com o incremento de embarcações modernas fretadas visando transportar milhares de refugiados para a Sicília e outras partes do sul da Itália.

O almirante italiano Enrico Credendino, comandante da Operação Sophia, disse que os navios das ONGs se aproximam da costa da Líbia para atrair barcos de imigrantes na escuridão da noite – “A noite eles usam grandes holofotes; os traficantes os vêem e enviam os barcos ligeiros (que transportam imigrantes) para as luzes”, revelou – em seguida, eles são levados a bordo dos navios maiores pertencentes as ONGs para a viagem com destino a Itália.

As ONGs de Soros colaboram com traficantes de pessoas do Estado Islâmico

Tais investigações italianas deixam claro então que as ONGs – muitas delas ligadas a fundações ou organizações financiadas ou controladas por George Soros – estão em conluio ilegalmente com grupos de traficantes de pessoas controlados pelo Estado Islâmico, na Líbia.

Um relatório de 2017 da Quilliam Foundation, uma entidade privada do Reino Unido, afirma que o Estado Islâmico está envolvido nas operações de tráfico humano na Itália. Diz o relatório: “Enquanto alguns refugiados podem ter de pagar a contrabandistas até 560 dólares por uma passagem para a costa do Mediterrâneo, o Estado Islâmico oferece passagem livre para aqueles que desejam aderir ao grupos (…) Para aqueles que chegam à costa do Mediterrâneo, o Estado Islâmico oferece ao potencial recruta até 1.000 dólares para se juntar à organização.”

O investigador e advogado dos direitos humanos dos EUA, William Craddick, também foi outro a descobrir que várias das ONGs que fretavam os barcos de contrabando de seres humanos eram ligadas ao patrocínio financeiro de George Soros. São elas além da Open Society: avaaz.org pertencente a financiada por Soros Moveon.org; Save the Children e Médicos Sem Fronteiras (MSF), que alistou um navio no mediterrâneo chamado Aquarius.

Por fim, a Open Society também recebeu dinheiro do governo dos EUA através da USAID (a mesma que financia o lobby do aborto e mente sobre os números de abortos no mundo), instituição ligada a CIA que também patrocina aquilo que chama de Iniciativa de Migração Internacional, uma ONG criada em 2010 pela Open Society.

Referências:

Breitbart

Zero Hedge

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Sionismo

Estado Islâmico pediu desculpas por atacar Israel, diz ex-ministro da defesa

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O ex-ministro da defesa de Israel, Moshe Ya’alon, revelou no último dia 22 de abril que o grupo terrorista Estado Islâmico “se desculpou” a Israel por atacar uma de suas unidades nas parte síria das colinas de Golã.

“Houve um caso recentemente em que o Daesh abriu fogo e pediu desculpas”, disse Ya’alon, chamando os terroristas pelo nome que eles mesmos usam.

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O episódio foi uma referência entre um aparente choque que ocorreu perto da fronteira da Síria, em novembro de 2016, em que as tropas de IDF chegaram a trocar fogo com os membros do Estado Islâmico. Depois de uma breve batalha armada, os militares sionistas chegaram a realizar supostos ataques aéreos, que teriam matado apenas quatro terroristas.

Nada comparável, por exemplo, aos inúmeros ataques que a força área de Israel faz as tropas do regime Assad que são os maiores inimigos do Estado Islâmico.

Este grupo que se encontra nas colinas sírias do Golã é conhecido como o Exército Khalid ibn al-Walid, sendo considerado um grupo terrorista. A comunicação com eles é tecnicamente ilegal sob a lei israelense, constituindo contato com um agente inimigo.

Entretanto o oficial  Ya’alon se recusou a explicar como exatamente o Estado Islâmico expressou suas desculpas a Israel depois do ataque. A IDF também se recusou a comentar.

Ya’alon estava falando em um evento na cidade do norte de Afula. Ele foi entrevistado no palco por Eli Levi, um correspondente de notícias do Canal 10 da TV israelense.

Seu comentário sobre as desculpas do Estado Islâmico foi feito como parte de um ponto mais amplo sobre a política de Israel para a Síria, que é em grande parte com poucas ações diretas, apesar delas ocorrerem e mais com ações indiretas ao financiar, dar armas, mantimentos, atendimento médico e apoio logístico aos terroristas, tudo por debaixo do panos.

Ya’alon explicou que Israel faz ataques contra as forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, em retaliação, quando ataques atingem as colinas de Golã israelenses.

Autoridades sírias acusaram Israel de ajudar diretamente o Estado Islâmico e outros grupos rebeldes, uma alegação que a ocupação de Tel Aviv nega.

Moshe Ya’alon enquanto Ministro da Defesa disse preferir o Estado Islâmico ao Irã na Síria

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Moshe Ya’alon é o mesmo que em janeiro de 2016 declarou publicamente que preferia ver o Estado Islâmico na Síria a um governo que tem o apoio do Irã, querendo dar a entender que o regime de Bashar al-Assad seria uma ameaça a Israel por ser instrumento de Teerã.

“Na Síria, se a escolha é entre o Irã e o Estado Islâmico, eu escolho o Estado Islâmico”, cravou Ya’alon conforme registrou o Times of Israel na época.

De fato, além de declarações, pedidos de desculpas e convivência pacífica – há também as armas, mantimentos, rotas petrolíferas, apoio logístico e os atendimentos médicos prestados por Israel ao Estado Islâmico como claras evidências de que os terroristas, na Síria, são nada mais nada menos que um grupo mercenário a serviço desta falsa Israel que ocupa a Palestina.

Referência:

Times of Israel

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Guerra

Assad expõe como Israel e Estados Unidos ajudam intencionalmente os terroristas na Síria

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O presidente sírio, Bashar al-Assad, maior autoridade do país, novamente acusou Israel de fornecer armamento e apoio logístico aos terroristas que promovem uma verdadeira carnificina no país árabe.

Em entrevista à televisão venezuelana Telesur nesta quinta-feira (27), Assad disse que o papel de Tel Aviv na guerra contra a Síria ocorre de duas formas: primeiro seu envolvimento por meio de “agressão direta”, contra as posições do exército sírio, usando aviões de guerra, artilharia e mísseis.

“Em segundo lugar, é apoiando os terroristas de duas maneiras: a primeira, fornecendo apoio direto sob a forma de armas e, segundo, fornecendo apoio logístico, ou seja, permitindo-lhes realizar exercícios militares nas áreas as quais controla. Eles [Israel] também fornecem-lhes assistência médica em seus hospitais”, disse Assad, mais uma vez pontuado algo que qualquer especialista já sabe.

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O presidente sírio enfatizou que essas alegações contra Israel podem ser facilmente confirmadas até por pesquisas feitas na internet.

“Não são meras alegações ou suposições – são fatos, verificados e publicados na internet, que você pode facilmente acessar, das evidências comprovadas, do papel de Israel no apoio aos terroristas na Síria”, exemplificou o presidente sírio.

Israel realizou vários ataques às posições do governo sírio desde que os militantes patrocinados por estrangeiros ebuliram em março de 2011. Damasco disse que os ataques têm como objetivo ajudar os militantes Takfiri do Estado Islâmico que lutam contra as forças do governo.

No inicio desta quinta, a Síria revelou que Israel disparou vários mísseis em uma posição militar perto do aeroporto de Damasco, provocando uma enorme explosão.

Armas químicas dos terroristas

Assad também foi enfático ao comentar sobre o uso de armas na químicas na Síria e acusa – “Os terroristas têm armas químicas”. O presidente sírio disse que terroristas usaram materiais químicos “mais de uma vez e em mais de uma região” na Síria.

Ele também acusou os EUA de terem obstruído uma investigação da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPCW) naquele famoso e suspeito ataque químico na Síria, ocorrido no dia 4 de abril, onde os Estados Unidos e aliados culparam o governo de Damasco.

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COMPRE AQUI – https://pag.ae/bjjV2HD “Lanterna na proa – Roberto Campos Ano 100”, org. Ives Gandra / Paulo Rabello 

Pelo menos 87 pessoas foram mortas no suposto ataque a gás na cidade de Khan Shaykhun, na província de Idlib, na Síria. Damasco disse que o incidente foi uma “fabricação” para justificar o subsequente ataque com mísseis dos EUA no aeroporto de Shayrat, na província de Homs.

“Nós ainda insistimos em uma investigação, e nós e nossos aliados russos e iranianos estamos tentando persuadir a OPCW a enviar uma equipe para investigar o que aconteceu, porque caso contrário, os Estados Unidos podem repetir a mesma charada, fabricando o uso de falsas armas químicas em outro lugar na Síria, a fim de justificar a intervenção militar em apoio aos terroristas”, destrinchou Assad.

EUA mentiras sobre a Síria possuindo armas químicas

Além disso, o presidente sírio rejeitou as afirmações do Pentágono de que a Síria tinha armas químicas, dizendo que os americanos mentiam por terem seus próprios interesses.

“Isto é o que caracteriza os políticos americanos: eles mentem diariamente, e dizem algo mas fazem diferente. É por isso que não devemos acreditar no que o Pentágono, ou qualquer outra instituição americana diz, porque dizem coisas que servem às suas políticas, não coisas que refletem a realidade e os fatos no terreno”, declarou Bashar al-Assad.

O presidente da Síria também enfatizou que o Ocidente diferencia os chamados terroristas moderados e extremistas apenas baseado em quais deles agem a favor de sua própria agenda política e quais não.

“Para os Estados Unidos, todos aqueles que servem a sua agenda política contra outros estados são classificados como oposição moderada e não como extremistas e terroristas, mesmo se cometerem os piores atos de terrorismo”, cravou o presidente sírio.

Questionado sobre a iniciativa da Síria de pôr fim ao conflito que assola o país, Assad disse que Damasco segue os caminhos políticos e de combate.

“Dissemos que há dois eixos: o primeiro é lutar contra os terroristas. O outro eixo, o político, inclui dois pontos: primeiro, o diálogo com as diferentes forças políticas, sobre o futuro da Síria. E, segundo, reconciliações locais”, finalizou.

Referência:

Press TV

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Europa

Muçulmano estupra menina de 14 anos na Suécia e não vai preso com alegação de não entender “não” da vítima

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Apesar de estuprar uma menina de 14 anos, após a vitima ter dito repetidamente “não”, um imigrante muçulmano não será acusado de estupro, na Suécia, após o tribunal alegar que o estuprador teve “dificuldades em interpretar e entender a palavra ‘não'”.

A Suprema Corte da  Suécia – Hovrätten – disse que o iraquiano, que já tinha sido condenado antes, tinha “suspeita de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)”, o que, segundo o tribunal, lhe causava “dificuldades em interpretar e interagir com outras pessoas, bem como reconhecer os padrões que dele é esperado que tenha.”

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A absurda sentença, livrando o estuprador reincidente, se deu apesar da gravação em vídeo da menina resistindo e repetidamente dizendo “não” durante a agressão sexual, além da evidência indicando que a menina foi chantageada pelo imigrante que teria ameaçado assediar sua família.

A corte inclinou-se totalmente para o imigrante, sugerindo que o “não” da garota só se referia ao sexo anal forçado, levando os juízes de alguma forma a não considerarem o ocorrido como estupro.

“Em vez disso, Abdul será condenado a regime de proteção e será incluído no Programa de Relação e Relacionamento com Liberdade, no lugar de pagar 60.000 SEK [cerca de 6.650 dólares] à menina em compensação”, informou a mídia sueca, que também disse que Abdul ainda é cidadão do Iraque.

O incidente ocorreu no dia 4 de outubro de 2016, em Gotemburgo, no próprio apartamento de Abdul, mas não foi relatado como a menina chegou ao local.

Outro imigrante muçulmano acusado de estupro, na Suécia, há dois meses, foi igualmente beneficiado pelo tribunal depois de violar com sexo anal uma menina de 13 anos.

Neste caso o imigrante sírio foi apenas condenado a dois meses de prisão e a pagar o equivalente a 2.800 dólares para a vítima.

Recebeu uma sentença leve porque o tribunal aceitou seus “documentos sírios” que reivindicam que ele era um menor, apesar da papelada sueca indicar que não, tornado o relato da mídia local confuso e até ingênuo.

“O homem de 17 anos, que desde que fez 18, puxou uma menina de 13 anos para um dos banheiros da escola, fechou a porta e depois a estuprou. Durante o julgamento, a idade do estuprador condenado foi uma questão importante. Seus documentos mostram que ele nasceu em 1998, e tinha 18 anos quando os crimes foram cometidos, mas por sua própria admissão ele nasceu em 1999”, informou o jornal sueco Expressen.

Referências:

InfoWars

FriaTider

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