Europa

Feminista alemã pró-refugiados admite que estava errada sobre imigração e vê Polônia e Hungria como “ilhas de estabilidade”

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Após anos de atividades e militância a favor de refugiados, uma ativista feminista alemã, Rebecca Sommer, admite que sua visão sobre imigração e tudo aquilo pelo qual tinha lutado estava errado. Ela também disse à revista polonesa Do Rzeczy que ela conhece pessoalmente alemães que se preparam para migrar para a Polônia.

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O ano é 2012 e Rebecca Sommer fundou uma associação de ajuda aos refugiados chamada Arbeitsgruppe Flucht + Menschen-Rechte (AG F + M) [Grupo de Trabalho Asilo + Direitos Humanos]. No final de 2015, Rebecca que é artista, fotógrafa, jornalista e documentarista aplaudiu a decisão de Angela Merkel de abrir as fronteiras alemãs aos “refugiados” que haviam sido bloqueados na Hungria.

“Naquela época, eu queria ajudar todos e realmente acreditava que todas essas pessoas estavam fugindo do inferno e estavam em um estado de angústia total”, explicou a ativista alemã em um artigo publicado pelo jornal polonês, Do Rzeczy, em 15 de janeiro, que noticiou como ela acordou para a realidade.

Em 2015, sua ONG tinha quase 300 voluntários que estavam dando cursos de alemão para os recém-chegados. Porém ela notava que o convívio era difícil e até hostil pois os refugiados tratavam os alemães como infiéis.

“Eu pensei que sua visão medieval mudaria com o tempo… Mas depois de ter visto essas situações ocorrerem repetidamente e observando o que estava acontecendo ao meu redor, como voluntária, tive que reconhecer que os refugiados muçulmanos cresceram com valores que são totalmente diferentes, sofreram lavagem cerebral desde a infância e são doutrinados pelo islamismo e absolutamente não pretendem adotar nossos valores. Pior, eles nos tratam como infiéis com desdém e arrogância”, revelou Rebecca sobre seu choque de realidade.

“Foi uma percepção perturbadora quando notei que essas pessoas que eu tinha ajudado, que estavam comendo, bebendo, dançando e rindo comigo, que não rezavam, que não frequentavam a mesquita, que não respeitavam o Ramadã, que zombavam da religião e de pessoas profundamente religiosas, me chamaram de “prostituta alemã estúpida” quando eles estavam comendo minha comida e estavam no meu quintal.”, disse a feminista arrependida.

Rebecca Sommer diz que ela não é um caso isolado, que muitos outros voluntários também chegaram finalmente a ter a mesma percepção e que agora há muito menos voluntários prontos para trabalhar com os recém-chegados hoje na Alemanha.

Ela também reconhece que – devido ao seu grande número – esses imigrantes muçulmanos representam uma ameaça para o modo de vida alemão, e isso vai piorar com a reunificação familiar.

A ativista também contou à revista polonesa Do Rzeczy que ela conhece os alemães que se preparam para migrar para a Polônia porque já tinham visto o suficiente e acrescentou: “Se a Polônia e a Hungria não cederem a esta questão, poderiam se tornar países para os quais alguns alemães e franceses fugiriam. Vocês [da Polônia] poderiam se tornar ilhas de estabilidade na Europa “.

Ilhas de estabilidade, mas também democracias, porque Rebecca Sommer também observa que a democracia já não existe na Alemanha. Quando os ativistas dos direitos humanos queriam denunciar conversões forçadas ao islamismo na Indonésia, sua contas foram bloqueadas.

Nascida em Berlim, ela já não se atreve a sair sozinha na véspera do Ano Novo pois já foi atacada cinco vezes por homens que falam árabe!

Sommer acha que já é tarde demais para a Alemanha e ela planeja migrar para a aposentadoria. O islamismo político está presente em todos os lugares, inclusive no governo, nos partidos políticos, na polícia e nas escolas. Com a reunificação familiar, ainda virão milhões de imigrantes muçulmanos.

Na capital alemã onde ela mora, distritos inteiros já são dominados pela comunidade muçulmana que forma uma sociedade paralela.

Prevendo tal situação, vale lembrar que o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, disse em Fevereiro de 2017, que seu país abrirá as portas para os cidadãos  europeus que fogem da invasão islâmica causada pela imigração em massa, conforme noticiou Panorama Livre.

A ONG Arbeitsgruppe Flucht + Menschen-Rechte declarou em site oficial que Rebecca Sommer não está de mudança para a Polônia, todavia não negou o conteúdo da entrevista dada pela ativista para a mídia polonesa.

Referência:

D.C. Clothesline

 

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Sociedade

Líder feminista de marcha contra Trump é acusada de permitir e abafar caso de assédio sexual

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A grande líder feminista e umas das coordenadoras da Marcha das Mulheres contra Trump em Washington D.C., Linda Sarsour, foi acusada de permitir e abafar um suposto assédio e ataque sexual a uma mulher que era sua subordinada na Associação Árabe Americana, de acordo com a própria vítima e outras duas fontes diretamente familiarizadas com o assunto.

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Linda Sarsour discursando na Marcha das Mulheres que protestou contra o presidente Donald Trump, no dia de sua posse. O ato contou com várias entidades financiadas por George Soros e outras fundações americanas.

As alegações de tentativas e movimentos indesejados foram levadas a feminista Sarsour durante seu tempo como diretora executiva da Associação Árabe Americana. Em resposta, Sarsour, uma autoproclamada “campeã das mulheres”, ofendia a moça que fazia as alegações, muitas vezes ameaçando-a e criticando duramente seu corpo, de acordo com fontes ligadas ao assunto.

As alegações mais graves foram abafadas, segundo Asmi Fathelbab, a suposta vítima, porque o acusado era um “bom muçulmano” que estava “sempre na Mesquita”.

“Ela supervisionou um ambiente inseguro e abusivo para as mulheres”, disse Fethelbab, ex-funcionário da Associação Árabe Americana. “As mulheres que colocam ela [Sarsour] em um pedestal para os direitos das mulheres e o empoderamento merecem saber como ela realmente nos trata”.

Asmi Fathelbab é nativa de Nova York e tem 37 anos, sendo criada em uma casa muçulmana. Ela ficou entusiasmada em 2009 por começar a trabalhar na Associação Árabe Americana de Nova Iorque como empreiteira. Na época, Sarsour era o diretora executiva da organização. Fathelbab trabalhou para Sarsour por quase um ano, de acordo com documentos de trabalho revisados ​​e autenticados.

Fathelbab afirma que a Associação Árabe Americana era um local de trabalho inseguro onde ela teria sido sexualmente agredida, envergonhada e intimidada e muitas vezes, Linda Sarsour estava diretamente envolvida, de acordo com ex-funcionários.

Os problemas começaram no início de 2009, quando um homem chamado Majed Seif, que morava no mesmo prédio onde se localizavam os escritórios da Associação Árabe Americana, teria começado a perseguir Asmi Fathelbab.

“Ele se esquivava para mim durante os tempos em que ninguém estava por perto, ele me tocava, você poderia me ouvir gritar no máximo dos meus pulmões. Ele me colocava contra a parede e esfregava a virilha em mim”, disse Asmi Fathelbab.

Asmi afirma que um dos últimos atos favoritos de Majed era se esgueirar em sua direção já com a genitália totalmente ereta.

“Foi nojento. Eu executava o programa de jovens, no prédio e com isso vinha curvando-me e falando com crianças pequenas. Você não tem ideia do que era se levantar e sentir isso atrás de você. Não pude gritar porque não queria assustar a criança na minha frente. Isso me deixou tremendo.”

Um link da página do Facebook de Majed Seif confirmam sua identidade, localização e emprego.

Fathelbab diz que ela foi à liderança da organização para denunciar a agressão sexual. Ela alega que ela foi demitida por Sarsour. “Ela me chamou de mentirosa porque ‘algo assim’ não aconteceria com mulheres que pareciam comigo”, revelou Asmi. “Como ouso interromper sua entrevista na televisão na outra sala com minhas ‘mentiras'”.

Asmi Fathelbab garantiu que Sarsour regularmente a constrangia e permitiu o ataque sexual de Seif. Segundo Asmi Fathelbab, a feminista Sarsour a ameaçou com danos legais e profissionais se ela fosse a público com suas reivindicações de agressão sexual.

“Ela me disse que ele tinha o direito de processar-me por acusações falsas”, lembra Asmi, acrescentando que o assaltante “tinha o direito de estar em qualquer lugar no edifício que ele quisesse estar”.

Desesperada após várias dispensas feitas por Linda Sarsour, a funcionária perturbada contou que foi ao presidente do conselho de administração, Ahmed Jaber.

“Jaber me disse que meu perseguidor era um ‘homem temente a Deus que estava sempre na Mesquita’, então ele não faria algo assim. Ele queria deixar alto e claro que esse cara era um bom muçulmano e eu era um má muçulmana por ‘reclamar'”, expôs Asmi Fathelbab.

Furiosa Linda Sarsour teria agredido Fathelbab por continuar denunciando os ataques sexuais sofridos no prédio. De acordo com Fathelbab, suas alegações resultariam em ações disciplinares. Asmi Fathelbab revelou que uma vez foi forçada a conversar com um detetive da divisão de ligação da comunidade sobre as conseqüências de fazer acusações falsas às autoridades.

Depois que o contrato de Fathelbab acabou, Linda Sarsour teria ameaçado de impedi-la a voltar a trabalhar na cidade.

“Ela me disse que eu nunca mais trabalharia em Nova Iorque durante o tempo que ela morasse lá”, contou Asmi. “Ela manteve sua palavra. Ela fez eu ser despedida de outros trabalhos quando descobriu onde eu trabalhava. Ela me impediu de obter qualquer tipo de emprego estável por quase uma década”, desabafou.

Um trabalhador que falou sob condição de anonimato, afirma que Sarsour era “militante contra outras mulheres” na Associação. O operário, que trabalhou há mais de 12 anos com a Associação Árabe Americana, diz que ele se lembra de Asmi e testemunhou que ela foi assediada no prédio.

“Ela se fez no peso dela, dizendo que ela não era atraente o suficiente para ser assediada e depois a varreu para debaixo do tapete”, disse a fonte. “Foi Linda Sarsour, Ahmad Jaber e Habib Joudeh quem cuidou disso” – revelou a fonte. Habib Joudeh é vice-presidente da Associação Americana Árabe de Nova York.

A fonte até identificou o alegado assaltante de Fathelbab sem ser indagada, “Majed Seif, o homem que morava no prédio”. O operário, que é muçulmano praticante na comunidade, diz que uma cultura tóxica na Associação Árabe Americana levou ao ambiente de assédio.

“Sempre vai ser culpa da mulher lá”, alega. “E Sarsour estava lá para proteger os homens. Ela não é pelas outras mulheres. As únicas mulheres para as quais ela é, é para si”, declarou. “Sarsour é apenas uma feminista exteriormente. Suas interações com as mulheres nesse prédio eram atrozes. Ela protegeria o patriarcado e, em troca, eles a promoveriam”, vaticinou.

Deputado democrata de Nova Iorque pede investigação do caso

O democrata Dov Hikind, através do Twitter, pediu para que todas as pessoas do espectro político dos Estados Unidos buscassem a verdade sobre as acusações feitas contra a feminista Linda Sarsour.

 

Confira na íntegra a carta de Asmi Fathelbab:

“Linda Sarsour supervisionou minha agressão sexual, não aguento mais e observo todos louvarem uma mulher que afirma ser pelos direitos das mulheres e por aqueles que lutam por mulheres quando ela própria permitiu a ocorrência de abuso às mulheres.

O movimento #METOO me irritou porque me deu flashbacks de coisas que ocorreram ao trabalhar sem fins lucrativos em 2009. Em 2009, fui contratado no âmbito da AmeriCorps para trabalhar para a organização sem fins lucrativos Associação Árabe Americana de Nova Iorque, no Brooklyn, onde Linda Sarsour era a diretora interina da organização.

O seguinte me ocorreu durante esse pesadelo de 12 meses chamado trabalho. Eu fui perseguida vindo e indo para o trabalho e dentro do prédio.

Eu reclamei a um supervisor que havia um homem estranho que me perseguia e estava informado de que ele realmente não trabalhava lá, mas viveu no andar superior acima do escritório. Ele se esquivava para mim durante os tempos em que ninguém estava por perto e, dependendo do andar em que eu estava, você poderia me ouvir gritar no máximo dos meus pulmões. Eu era jogada e presa contra a parede por ele. Tinha uma tendência de se esgueirar atrás de mim para me tocar.

Enquanto isso continuava [a ocorrer], a diretora em ação, Linda Sarsour, me dizia várias vezes que eu exagerava, até ameaçando me despedir uma vez, quando ela me ouviu gritar do segundo andar porque este homem saiu do nada e me tocou. De acordo com Sarsour, algo assim não aconteceria com alguém que se parecia “comigo” e ninguém jamais acreditaria em mim se eu alguma vez dissesse o que aconteceu.

Como ouso interromper sua entrevista na televisão na outra sala com minhas mentiras. Fui ao presidente da organização e fui informada de que meu perseguidor era um homem temente a Deus que sempre estava na Mesquita, então ele não faria algo assim e que eu não era seu tipo de qualquer maneira, então estava fazendo coisas porque queria atenção.

Foi-me dito que este era um homem que trabalhou nas Nações Unidas e ficou alto e claro que tudo o que eu estava dizendo para difamar seu nome poderia ser usado contra mim quando quisesse me processar. A perseguição foi pior. Eu estava sob um contrato da AmeriCorps e eles me enviaram uma mensagem perguntando o quanto eu estava gostando do meu trabalho e que avaliasse o quão seguro era, etc. Eu disse a eles a verdade. Eu disse a eles que não me sentia segura. Eu disse a eles que não queria mais estar lá. Eu disse a eles para encontrarem qualquer outro lugar para me colocar. Recebi uma chamada do supervisor de Detroit, onde ela me pediu para contar-lhe em detalhes o que estava acontecendo e me disse que cuidaria disso.

Eu pensei que estava salva e tudo ficaria bem até que recebi uma ligação dele no dia seguinte me chamando de mentirosa, ameaçando cancelar meu contrato e me escrever.

Ao mesmo tempo, Linda Sarsour estava me informando que ela iria ter certeza de que nunca mais trabalharia na cidade de Nova York pelo tempo que ela vivesse ali.

Além disso, naquela tarde eu tive uma visita de um detetive de ligação da comunidade da NYPD (Departamento de Polícia de Nova Iorque). Ele veio ao meu escritório trancou a porta e passou a me dizer que ele estava lá para me prender por fazer uma declaração falsa sobre ser perseguida, sexualmente assediado e agredida. Eu tinha que convencê-lo de não me prender aquela noite e explicar que eu era a vítima. Não sabia o que fazer. Eu já tive vários trabalhos que eu deixei de ir desde então, quando ela descobriu que eu estava trabalhando lá.

Muitas pessoas me disseram que eu não estava desempregada por causa do que eu fiz nesse trabalho. Tudo o que eu queria era sentir-me segura e não se preocupar que algum perseguidor estivesse se empenhando contra mim, então eu estava plenamente consciente de que ele estava ereto. Eu queria poder ir para casa sem as preocupações dele me esperando para me agarrar na minha casa para me estuprar.

Eu tive vários empregos políticos onde Sarsour disse aos candidatos que se eles queriam ganhar o voto muçulmano, eles teriam que demitir-me e contratá-la, porque eu era a pessoa mais odiada dentro da comunidade muçulmana em toda a cidade de Nova York.

Não consegui obter um emprego estável desde 2009 porque a AmeriCorps decidiu que não devia estar dentro do programa por causa da horrível escrita que obtive com meus supervisores. Esta não é a única história pertencente a Sarsour sobre o que ela faz às mulheres. Esta é uma das muitas. Eu não posso ficar de pé e ver as mulheres colocando-a em um pedestal e não saberem a verdade. Aqui está a verdade: se você estivesse na frente de Linda Sarsour sendo assediado sexualmente, ela não iria ajudá-la, ela tentaria calar você para não se queixar. Eu sei pois isso aconteceu comigo.”

Referência:

Daily Caller

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Europa

Menos de 3% dos imigrantes que chegam a Itália são de fato refugiados – George Soros por trás dos invasores

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De acordo com a agência das Nações Unidas para os refugiados (ACNUR), apenas 2,65% dos imigrantes na Itália ou 4.808 receberam asilo como refugiados, de um total de 181.436 imigrantes que atravessaram o Mar Mediterrâneo rumo ao país em 2016.

Este número não inclui aqueles que foram capazes de entrar no país sem serem detectados, mas apenas aqueles que foram oficialmente registrados por funcionários italianos ou ONGs e a grande maioria permanece no país como imigrantes ilegais e indocumentados.

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Uma estatística perturbadora que recentemente veio à tona revela que metade dos imigrantes que chegam ao país – ou seja  90.334 – nunca pediram asilo, mas desapareceram no país como imigrantes indocumentados, comumente referidos pelos italianos como “clandestinos”.

Os outros 91.902 imigrantes solicitaram asilo e 60% destes (54.252) tiveram as suas petições rejeitadas incondicionalmente. Outros 21% (18.979) foram concedidos “proteção humanitária”, permitindo-lhes uma permissão renovável anual para permanecer no país, e à 14% (12.873) foram dadas “proteção subsidiária”.

Os 4.808 imigrantes que receberam asilo representam 5,28 por cento dos requerentes de asilo e, portanto, apenas 2,65 por cento do total de imigrantes que entram no país durante o ano.

Apesar de a imensa maioria dos imigrantes terem recebido asilo na Itália, menos de 5.000 foram deportados em 2016, o que significa que mais de 175.000 permaneceram no país, a maioria ilegalmente.

Apesar da imigração registrar um recorde no ano passado na Itália, o primeiro trimestre de 2017 teve um salto de 30% em relação ao mesmo período de 2016. Pouco depois, a Itália recebeu mais 8.500 imigrantes em um único fim de semana.

O líder do partido político da Liga Norte (La Lega), Matteo Salvini, anunciou que abriria um processo contra os líderes do governo pela promoção da imigração ilegal no país.

“Agora está claro que a imigração ilegal é organizada e financiada e por isso decidimos apresentar um processo contra o governo, o presidente do Conselho, os ministros e os comandantes da Marinha e da Guarda Costeira”, disse Salvini.

Autoridades apontam George Soros por trás da onda de imigração

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Investigações de autoridades italianas e de outros autores descobriram que ONGs custeadas largamente por George Soros financiam ativamente navios privados para contrabandearem dezenas de milhares de refugiados ilegais do norte da África para a União Europeia através do sul da Itália. O tráfico de seres humanos está ligado às redes de contrabando do Estado Islâmico. Se ocorrer a verificação de tais denúncias por parte das autoridades, isto poderia acarretar em acusações criminais contra tais ONGs.

Carmelo Zuccaro, procurador-chefe de Catânia, na Sicília, testemunhou em uma comissão parlamentar italiana em março deste ano, no que justificou uma investigação oficial sobre o financiamento de uma frota de modernas embarcações privadas pertencentes a ONGs com refugiados no Mediterrâneo.

Ele citou evidências de que traficantes de seres humanos na Líbia e em outros estados costeiros do norte da África, muitas vezes vinculados ao Estado Islâmico ou a outras organizações criminosas, coordenavam o trânsito para a Itália de dezenas de milhares de refugiados ilegais.

Zuccaro relatou ter evidências que os traficantes, em terra ou a bordo das embarcações menores, chamavam diretamente os navios de salvamento maiores, financiados por ONGs, para então organizarem a transferência dos supostos refugiados.

Isto aponta um nível de coordenação enorme entre contrabandistas humanos do Estado Islâmico e a frota de navios financiados por ONGs. As autoridades italianas descobriram até o momento 10 organizações não-governamentais privadas envolvidas, entre elas várias ONGs financiadas pelo judeu húngaro-americano George Soros por meio de sua Open Society Foundation.

O Comissário Europeu para a Imigração, Dimitris Avramopoulos, afirmou que cerca de 80% dos migrantes norte-africanos que chegam à Itália não tinham direito legal a asilo. Muitos foram alegadamente de gangues criminosas que surgiram após a intervenção dos EUA e aliados em 2011 na Líbia, que derrubou Gaddafi, jogando o país no caos.

Em 2016, a rota do tráfico de refugiados pela Grécia foi praticamente fechada, então a rota mudou para o sul da Itália e com o incremento de embarcações modernas fretadas visando transportar milhares de refugiados para a Sicília e outras partes do sul da Itália.

O almirante italiano Enrico Credendino, comandante da Operação Sophia, disse que os navios das ONGs se aproximam da costa da Líbia para atrair barcos de imigrantes na escuridão da noite – “A noite eles usam grandes holofotes; os traficantes os vêem e enviam os barcos ligeiros (que transportam imigrantes) para as luzes”, revelou – em seguida, eles são levados a bordo dos navios maiores pertencentes as ONGs para a viagem com destino a Itália.

As ONGs de Soros colaboram com traficantes de pessoas do Estado Islâmico

Tais investigações italianas deixam claro então que as ONGs – muitas delas ligadas a fundações ou organizações financiadas ou controladas por George Soros – estão em conluio ilegalmente com grupos de traficantes de pessoas controlados pelo Estado Islâmico, na Líbia.

Um relatório de 2017 da Quilliam Foundation, uma entidade privada do Reino Unido, afirma que o Estado Islâmico está envolvido nas operações de tráfico humano na Itália. Diz o relatório: “Enquanto alguns refugiados podem ter de pagar a contrabandistas até 560 dólares por uma passagem para a costa do Mediterrâneo, o Estado Islâmico oferece passagem livre para aqueles que desejam aderir ao grupos (…) Para aqueles que chegam à costa do Mediterrâneo, o Estado Islâmico oferece ao potencial recruta até 1.000 dólares para se juntar à organização.”

O investigador e advogado dos direitos humanos dos EUA, William Craddick, também foi outro a descobrir que várias das ONGs que fretavam os barcos de contrabando de seres humanos eram ligadas ao patrocínio financeiro de George Soros. São elas além da Open Society: avaaz.org pertencente a financiada por Soros Moveon.org; Save the Children e Médicos Sem Fronteiras (MSF), que alistou um navio no mediterrâneo chamado Aquarius.

Por fim, a Open Society também recebeu dinheiro do governo dos EUA através da USAID (a mesma que financia o lobby do aborto e mente sobre os números de abortos no mundo), instituição ligada a CIA que também patrocina aquilo que chama de Iniciativa de Migração Internacional, uma ONG criada em 2010 pela Open Society.

Referências:

Breitbart

Zero Hedge

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Europa

União Europeia quer punir Hungria por ter expulsado universidade de George Soros do país

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Um grupo que representa a maioria dos legisladores da União Europeia pretendem iniciar um procedimento disciplinar contra a Hungria após a repressão dos país as universidades estrangeiras, principalmente as criadas e financiadas por George Soros, medida tomada por Viktor Orban primeiro-ministro húngaro. A punição à Hungria foi proposta nesta quarta (5) na União Europeia.

O Parlamento da Hungria aprovou uma lei na terça-feira (4) que pode expulsar uma universidade fundada pelo magnata George Soros – a Central European University (CEU) – apesar de protestos de entes internacionais e de alguns húngaros.

Hungary's Prime Minister Viktor Orban arrives at the European Commission headquarters in Brussels

Também nesta quarta-feira, o partido Fidesz, do primieiro-ministro Orban, disse que iria apresentar um projeto de lei ao parlamento esta semana que exige de organizações não-governamentais (ONGs), que tenham renda anual a partir de 25.000 mil dólares, que se registrem junto as autoridades.

“O apoio de fontes estrangeiras desconhecidas poderia permitir que grupos estrangeiros visassem seus próprios interesses através da influência destas ONGs na Hungria… Ameaçando os interesses políticos e econômicos do país”, diz o projeto de lei.

As ONGs, muitas das vezes recebem da Open Society Foundation, de George Soros, patrocínios para falar em nome de imigrantes, dos chamados grupos LGBT’s, do ambientalismo,  do feminismo e outras agendas, chocando-se assim com a opinião expressa por Orban e outros líderes europeus que entendem, corretamente, o uso dessas pautas como uma ameaça existencial, além de uma tentativa de sabotar e desestabilizar suas nações.

“O Fidesz cruzou a linha vermelha com esse projeto de lei da CEU  e ontem o fizeram novamente em relação as ONGs”, apontou Akos Hadhazy, um legislador de oposição do partido verde-liberal LMP.

Hadhazy continuou suas acusações infundadas e até chegou a comparar o protecionismo do Fidesz, contra as maquinações de Soros, com o nacional-socialismo – “Esta é uma lei um pouco suja. Tudo que se faz é marcar as ONGs menos favoritas do governo com uma estrela amarela”, fazendo referência aos judeus sendo obrigados a usarem estrelas em suas roupas sob o regime nazista.

A ONG “Hungarian Civil Liberties Union” – que é braço direto da Open Society de Soros – disse que a lei era “desnecessária” do ponto de vista legislativo. No entanto, o Fidesz tem a maioria parlamentar e pode aprovar leis por conta própria.

Em Estrasburgo, os legisladores europeus do European Parliament (MPE) de todos os grupos de esquerda, liberais e alguns do Partido Conservador Popular Europeu (PPE), a maior bancada no Parlamento, disseram querer que uma ação seja tomada contra a Hungria.

Procedimento disciplinar

Um procedimento disciplinar pode significar a suspensão dos direitos de voto de um Estado membro da União Europeia, mas tal ação nunca foi tomada.

O início de tal procedimento exigiria dois terços também da câmara para apoiar uma medida desse porte – um limite que não seria suficiente caso a maioria do EPP não apoie a decisão.

O partido Fidesz, de Orban, é um membro do PPE, que até agora se opôs a ação tomada contra a Hungria. Um funcionário do grupo disse que era muito cedo para se considerar tal movimento.

A Comissão Europeia ou do Conselho Europeu também poderia iniciar um procedimento disciplinar, mas relutam em fazer por não quererem dar combustível a sentimentos e grupos anti-UE. Tudo isso em um momento onde o bloco está lutando contra a saída da Grã-Bretanha e o crescimento do que se convencionou chamar euroceticismo.

Na quarta-feira, a Comissão estava estudando a nova lei húngara sobre o financiamento das universidades e divulgou que iria discutir o assunto em uma reunião de comissários na próxima semana.

O governo polonês, por exemplo, tem sido repreendido em várias ocasiões pelos burocratas de Bruxelas, devido a Reforma do Judiciário, mas a Comissão até agora está longe de iniciar um procedimento disciplinar, e recorreu apenas ao monitoramento das reformas polonesas.

Os deputados conservadores que apoiam os procedimentos contra a Hungria são do partido Plataforma Cívica da Polônia, o mesmo do presidente do Conselho Europeu Donald Tusk, as mesmas cartas marcadas que se opõem fortemente ao partido Lei e Justiça (PiS) – nacionalista e católico – que está no poder na Polônia.

Referência:

Reuters

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Sociedade

Grupo oferece 15 mil dólares para ativistas lutarem contra projetos de Trump

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Um grupo conhecido por seus sucessos em lutas ou guerras digitais, principalmente pela neutralidade de rede, está oferecendo 15 mil dólares para ativistas que abandonarem seus empregos e formarem “A-Teams” (grupos de elite) para travarem uma guerra contra os projetos do presidente americano Donald Trump.

O grupo “Luta pelo Futuro”, surgido em 2011 como um grupo de ativistas digitais, lançou nesta segunda-feira (20) esta oferta atraente – “Aterrorizado com Trump? Desista do seu trabalho, comece uma equipe, vamos financiá-la”.

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“Atualmente, estamos captando pedidos para o lançamento inicial do projeto e forneceremos a algumas equipes selecionadas financiamento, orientação e suporte”, disse Evan Greer, diretor de campanha da “Luta pelo Futuro”.

“Nosso objetivo é gerar um movimento de grupos pequenos e dedicados usando as táticas que usamos efetivamente, para defender a liberdade na Internet, visando conquistar vitórias importantes em outras áreas problemáticas que afetam nossos direitos e liberdades fundamentais, como a imigração, a liberdade de Imprensa, brutalidade policial, reforma na lei de drogas e corrupção governamental “, explicou o diretor.

É apenas mais um esforço dos ativistas para financiarem o movimento anti-Trump. Greer comparou os grupos com forças de operações especiais táticas. Ele disse que as ‘A-Teams’, são “uma tentativa de ajudar a incubar outras equipes de ativistas de operações especiais para lidar com grandes problemas, contra o cenário de ameaças sem precedentes da era Trump”.

O trabalho no intuito de recrutar inclui uma foto do anúncio clássico anti-Barry Goldwater de 1964 em que o mundo seria bombardeado se ele fosse eleito.

A proposta exorta os ativistas, em potencial, a pararem de trabalhar para militarem contra Trump. Algumas das equipes iniciais receberiam um cheque de 15 mil dólares para seu primeiro mês de atuação.

“Ainda estamos trabalhando nos detalhes, mas se você tem uma equipe forte de 2 a 3 pessoas e um alvo, nós lhe daríamos 15 mil dólares agora mesmo no primeiro mês, só para ver o que você pode fazer”. Disse o anúncio. “Se você fizer um grande barulho ou um impacto mensurável em seu alvo nesse tempo, temos certeza que podemos financiá-lo mais”, promete.

As pautas sugeridas são as de sempre, conforme pode ser visto no site da entidade:

Seguro Saúde (Healthcare)
Clima
Imigração
O muro
Corrupção
Racismo / Fascismo
Polícia
Prisões
Fim da guerra às drogas
Política estrangeira
Internet
Telecom
Competição
Impeachment
Populismo econômico
Energias renováveis

Como sempre George Soros e outras fundações operam nas sombras 

Como não poderia deixar de ser, ao se olhar os apoiadores e patrocinadores do grupo “Luta pelo Futuro”, pode-se ler nomes como Fundação Ford e outras menos conhecidas e que possuem relações diretas com a Open Society do… judeu George Soros.

Uma delas é a The Shuttleworth Foundation, que já esteve em parceria com a Open Society anos atrás promovendo projetos “educacionais” na Cidade do Cabo, na África do Sul. Outra instituição apoiadora do projeto e que é intima da Open Society é a Media Democracy Fund, que atua defendendo a neutralidade de rede.

Também parceira do projeto, a Proteus Fund, é talvez o caso mais emblemático, pois a mesma diz lutar contra violência policial contra negros e já recebeu de George Soros, pelo menos, cerca de 6,4 milhões de dólares.

A página da “Luta pelo Futuro” ainda cita outras fundações menores como parceiras e que no passado já marcharam juntas com as velhas entidades globalistas como Fundação MacArthur, Rockefeller Foundation e outras gigantes, que são mundialmente conhecidas por apoiarem somente pautas destrutivas as sociedades em que atuam, como aborto, causa LGBT, ambientalismo…

O padrão mais um vez se repete, grandes barões do capitalismo apoiando a esquerda progressista.

Referência:

Washington Examiner

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Geopolítica

Trump declara George Soros “ameaça à segurança nacional”

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O magnata judeu George Soros, grande doador do partido Democrata, está sendo considerado legalmente uma “ameaça à segurança nacional” nos Estados Unidos, por iniciativa do presidente Donald Trump.

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A medida tem como base uma Ordem Executiva de 2014, assinada pelo então presidente Barack Obama, para combater ações que dificultem a transição pacífica de poder na Ucrânia. Trump legalmente atribuiu o status de ameaça a Soros baseado na informação fornecida pela Rússia de que George Soros financiava grupos para protestar de forma violenta na Ucrânia.

Informações dão conta que Trump fez um telefonema para a Rússia querendo saber sobre os arquivos que estão relacionados com o envolvimento de George Soros na crise ucraniana. A ação do presidente americano se deu justamente pela Ordem Executiva de 2014, assinada por Obama, que pavimentou o caminho para Soros ser oficialmente uma ameaça nacional.

A Ordem Executiva 13660 – “Bloqueando propriedade de certas pessoas que contribuem para a situação na Ucrânia” (Blocking Property of Certain Persons Contributing to the Situation in Ukraine) assinada por Obama, diz:

“Eu, Barack Obama, Presidente dos Estados Unidos da América, acho que as ações e políticas de pessoas que minam os processos democráticos e instituições na Ucrânia; Ameaçam sua paz, segurança, estabilidade, soberania e integridade territorial; E que contribuem para a apropriação indevida de seus ativos, constituem uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos, e eu declaro uma emergência nacional para lidar com essa ameaça”

Nos Estados Unidos, Soros patrocina o grupo racialista “Black Lives Matter”, que faz parte do movimento negro, e no ano passado chegou a pagar aos manifestantes 15 dólares por hora, para agirem e causarem violência em várias oportunidades durante a campanha para as eleições americanas.

Recentemente, Soros pagou mais de 50 dólares a militantes para participarem dos protestos anti-Trump que ocorreram no Dia da Posse e no dia após a posse do presidente americano no que ficou conhecido como “Marcha das Mulheres”. Documentos mostraram que o financista tinha ligação com mais de 50 organizações que participaram do ato.

O bilionário progressista também usou sua enorme fortuna para ajudar na campanha do Partido Democrata, que perdeu as últimas eleições americanas com Hillary Clinton, candidata que defendia inúmeras pautas destrutivas incentivadas por Soros.

Quase um mês depois de tal ordem ter sido assinada, documentos diplomáticos dos EUA mostraram que Soros “minou os processos e as instituições na Ucrânia.” Devido à intervenção ilegal de Soros, surgiu o conflito que matou, segundo estimativas, 9.600 pessoas.

Na época o então presidente Barack Obama não enquadrou Soros como uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos porque o magnata doou ao Partido Democrata cerca de 100 milhões de dólares.

Vale lembrar que além de Trump, a Hungria por meio de seu governo católico e nacionalista declarou que usará “todas as ferramentas à sua disposição” para “varrer” várias ONGs ligadas a George Soros do país.

Referências:

D.C. Clothesline

Ordem Executiva 13660

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