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Edital do Ministério da Cultural tem cota de 50% para mulheres “cisgênero ou transexual/travesti” estimulando ideologia de gênero

Da Redação

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O edital #AudiovisualGeraFuturo do Ministério da Cultura (MinC) voltado a diversos públicos, inclusive infantil e jovem, está selecionando diretores para financiar projetos de cinema e pretende contemplar pelo menos “50% de mulheres, cisgênero ou transexual/travesti”, em uma clara e absurda demonstração de aparelhamento do órgão para um fim ideológico.

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O edital foi aprovado com a assinatura de João Batista da Silva, secretário do Audiovisual (SAV), tudo isso debaixo do nariz do presidente maçom Michel Temer e seus nomeados que pelo visto seguem a mesma diretriz cultural do governo anterior.

Interessante notar que o documento inclusive apresenta a terminologia “cisgênero e transgênero” usadas na ideologia de gênero – ideal que propõe falsamente que  homem (masculino) e mulher  (feminino) não são determinações biológicas e sim sociais e finge ser possível mudar de sexo.

Já é questionável estipular cotas por sexo como critério para destinar dinheiro público a um projeto – no lugar de beneficiar os que obedeçam a parâmetros técnicos da área e que comprovadamente engrandeçam a arte e a sociedade – o pior é presumir que homens, que se vestem de mulher e se dizem mulheres, possam estar inseridos nas vagas destinadas ao sexo feminino.

O audiovisual historicamente sempre foi usado como meio de propaganda e engenharia social e apesar da remoção do PT, que não ocupa mais o poder executivo, ainda sim parece haver espaço para a promoção dos ideais LGBT, transgênero, andrógeno e feminista, tudo isso feito com verba pública e visando o nicho infanto-juvenil sob a batuta de Michel Temer.

A engenharia social do estímulo ao transexualismo já está a passos largos, por exemplo, na indústria fonográfica brasileira, onde o cantor Pablo Vittar, que canta trajado de mulher, recebe uma atenção midiática claramente forçada e artificial de um enorme aparato que o tenta vender como referência aos jovens.

Essa tendência havia se iniciado na Europa anos atrás com um travesti barbudo chamado Thomas Neuwirth – que nos palcos atua com o nome de Conchita Wurst tendo vencido um dos inúmeros concursos de TV que revelam cantores e assim ganhou fama.

O Panorama Livre consultou alguns profissionais da área do cinema e audiovisual que confirmaram ser esta a primeira vez que o MinC estipula um critério racial e de gênero para selecionar diretores e projetos em seus editais. Normalmente os editais delimitam uma temática porém não estipulam cota para quem dirigirá e trabalhará nos projetos vencedores. No máximo há divisão de bolsas com critérios regionais.

O Panorama Livre também procurou o Ministério da Cultura por e-mail e questionou onde a entidade está escorada para delimitar tais critérios e após aguardar contato por mais de 24 horas não obteve uma resposta.

Associação Americana de Pediatras alerta contra ideologia de gênero

Um órgão público que adere um modelo sem se ancorar na ciência ou em especialistas claramente está caindo em ideologismo, sendo que material é o que não falta para mostrar que a postura do MinC sob as barbas de Michel Temer é promover uma falácia.

A Associação Americana de Pediatras elencou 8 fatos que contrariam a ideologia de gênero, que no Brasil só é apoiada por mídias e grupos ligados a grandes fundações internacionais.

O documento da Associação, divulgado em 2016 e atualizado em 2017, começa assim – “A Associação Americana de Pediatras urge educadores e legisladores a rejeitarem todas as políticas que condicionem as crianças a aceitarem como normal uma vida de personificação química e cirúrgica do sexo oposto. Fatos, não ideologia, determinam a realidade” – e segue:

“1. A sexualidade humana é um traço biológico binário objetivo: “XY” e “XX” são marcadores genéticos de saúde, não de um distúrbio. A norma para o design humano é ser concebido ou como macho ou como fêmea. A sexualidade humana é binária por design, com o óbvio propósito da reprodução e florescimento de nossa espécie. Esse princípio é auto-evidente. Os transtornos extremamente raros de diferenciação sexual (DDSs) — inclusive, mas não apenas, a feminização testicular e hiperplasia adrenal congênita — são todos desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são justamente reconhecidos como distúrbios do design humano. Indivíduos com DDSs não constituem um terceiro sexo.

2. Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. Gênero (uma consciência e percepção de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, não um conceito biológico objetivo. Ninguém nasce com uma consciência de si mesmo como masculino ou feminino; essa consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilada por percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas da criança, desde a infância. Pessoas que se identificam como “se sentindo do sexo oposto” ou “em algum lugar entre os dois sexos” não compreendem um terceiro sexo. Elas permanecem homens biológicos ou mulheres biológicas.

3. A crença de uma pessoa, que ele ou ela é algo que não é, trata-se, na melhor das hipóteses, de um sinal de pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, um problema psicológico objetivo existe, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado como tal. Essas crianças sofrem de disforia de gênero (DG). Disforia de gênero, anteriormente chamada de transtorno de identidade de gênero (TIG), é um transtorno mental reconhecido pela mais recente edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana (DSM-V). As teorias psicodinâmicas e sociais de DG/TIG nunca foram refutadas.

4. A puberdade não é uma doença e hormônios que bloqueiam a puberdade podem ser perigosos. Reversíveis ou não, hormônios que bloqueiam a puberdade induzem a um estado doentio — a ausência de puberdade — e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança até então biologicamente saudável.

5. De acordo com o DSM-V, cerca de 98% de meninos e 88% de meninas confusas com o próprio gênero aceitam seu sexo biológico depois de passarem naturalmente pela puberdade.

6. Crianças que usam bloqueadores da puberdade para personificar o sexo oposto vão requerer hormônios do outro sexo no fim da adolescência. Esses hormônios (testosterona e estrogênio) estão associados com riscos à saúde, inclusive, mas não apenas, aumento da pressão arterial, formação de coágulos sanguíneos, acidente vascular cerebral e câncer.

7. Taxas de suicídio são vinte vezes maiores entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem à cirurgia de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que está entre os países mais afirmativos em relação aos LGBQT. Que pessoa compassiva e razoável seria capaz de condenar jovens crianças a este destino, sabendo que após a puberdade cerca de 88% das meninas e 98% dos meninos vão acabar aceitando a realidade e atingindo um estado de saúde física e mental?

8. Condicionar crianças a acreditar que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil. Endossar discordância de gênero como normal através da rede pública de educação e de políticas legais irá confundir as crianças e os pais, levando mais crianças a serem apresentadas às “clínicas de gênero”, onde lhes serão dados medicamentos bloqueadores da puberdade. Isso, por sua vez, praticamente garante que eles vão “escolher” uma vida inteira de hormônios cancerígenos e tóxicos do sexo oposto, além de levar em conta a possibilidade da mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo quando forem jovens adultos.

Michelle A. Cretella, M.D.
Presidente da Associação Americana de Pediatras

Quentin Van Meter, M.D.
Vice-Presidente da Associação Americana de Pediatras
Endocrinologista Pediátrico

Paul McHugh, M.D.
Professor Universitário de Psiquiatria da Universidade Johns Hopkins Medical School, detentor de medalha de distinguidos serviços prestados e ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital”

Documentário norueguês também desmontou a farsa da ideologia de gênero

Um documentário divulgado em 2010, na Noruega, produzido pelo sociólogo e humorista Harald Eia, mostrou a comunidade científica especializada no tema – que em sua maioria são do Reino Unido e Estados Unidos – desbaratando e refutando o discurso dos “especialistas” do Instituto Nórdico de Gênero (Nordisk Institutt for Kunnskap om Kjønn – NIKK em norueguês). O filme levou em 2011 o Conselho Nórdico de Ministros – uma organização de cooperação interparlamentar entre Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia – a cortarem os fundos destinados ao NIKK, no dia 31 de dezembro de 2011. Este Instituto tinha o seu escritório localizado na universidade de Oslo desde 1995.

Todavia, ao que tudo indica, não é este tipo de cinema – bem trabalhado e tocando em assuntos morais e técnicos – que o Ministério da Cultura de Michel Temer quer para a população brasileira. Para o maçom do executivo, talvez seja melhor deixar o povo consumindo subcultura.

Referência:

Ministério da Cultura

American College of Pediatricians

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Sociedade

Menina de 13 anos se mata depois dos pais deixarem ela viver como um menino

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Há muita glamourização da ideologia de gênero e uma propaganda midiática imensa sobre o assunto, porém as consequências de tal engenharia social infelizmente são trágicas. Em Trussville, Alabama, uma adolescente de 13 anos que sofria de disforia de gênero deu fim a sua vida no final de maio, pouco depois que seus pais, Erin e Matt Georgia, permitiram que ela se identificasse e se apresentasse a sociedade como um menino. Jane Marie Georgia foi autorizada a começar sua “transição” na sexta série, mudando seu nome para “Jay Griffin”.

Os pais encontraram sua filha morta em seu quarto no último dia 25 de maio. Nos meses que antecederam a morte da pobre menina, ela estava sob medicamentos para ansiedade e depressão.

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Um estudo de 2016 do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati disse que a taxa de tentativa de suicídio entre os jovens que se dizem transgêneros é de 30% ou seja quase um terço tentam se matar.

A mãe de Jane, Erin Georgia, disse – “Não me interpretem mal, eu lamentei a perda de uma filha” – referindo-se à chamada transição de Jane – “mas depois percebi que estava rezando por um filho minha vida inteira. Deus respondeu essa oração, de uma maneira diferente “.

Erin Geórgia também disse que a família foi à igreja em busca de um “espaço seguro”, mas que mesmo as igrejas “acolhedoras” não cumpriam os critérios de serem seguras. “Enquanto Jay estava passando por essa jornada, ele ia para a igreja conosco. A igreja era acolhedora, mas não havia espaço seguro”, continuou ela sem especificar a que igreja iam.

“Eu e Jay íamos para diferentes igrejas para encontrar lugares onde estivesse seguro para nós”, disse ela. “Eu digo ‘nós’ porque muitas vezes me sentia como uma estranha, porque simplesmente eu amo a todos, e isso é muito difícil em um estado cristão do cinturão da Bíblia”.

Erin Geórgia chegou até a sugerir que a eleição de Trump talvez tenha tido algo a ver com as dificuldades da filha: “Provavelmente foi mais difícil desde as eleições (presidenciais)”. Ela absurdamente acha que é “porque os crimes de ódio aumentaram em 20% desde as eleições e as pessoas se sentem mais validadas para serem mais discriminatórias” – preferindo culpar alguém que sequer teve contato com sua filha no lugar de refletir sobre o fato de ter alimentado caprichos que devastam mentes juvenis.

No ano passado, o Colegiado Americano de Pediatras publicou uma declaração que dizia de forma simples e direta: “Condicionar as crianças a acreditarem que uma vida de representação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil”.

A organização pediátrica explicou que os sentimentos das crianças em relação à sua identidade não indicam que elas são verdadeiramente o sexo que elas afirmam pertencer. “Ninguém nasce com consciência de si mesmo como homem ou mulher”, afirmou o grupo. “Esta consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilhado pelas percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas de uma criança desde a infância”.

Pois é aí que a engenharia social da ideologia de gênero atua, tentando impor cada vez mais às crianças noções que as afastem de seu sexo biológico – que é imutável, com suas campanhas e propagandas midiáticas.

Foi lançado recentemente um documentário sobre ex-“transgêneros” que encontraram cura. Eles revelam ao público o rosto do arrependimento dos “transgêneros”, especialmente após a cirurgia. O filme, intitulado TranZformed: encontrar a paz com seu gênero de Deus, foi produzido por David Kyle Foster, que disse que o filme enfatiza a humanidade das pessoas presas no transgenerismo.

“A mensagem do filme é que as pessoas estão muito devastadas, elas precisam de muita ajuda”, disse ele. “E o último tipo de ajuda que eles devem receber não é o que eles estão recebendo”.

Referência:

Church Militant

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Sociedade

Homem que se diz “transexual” vence competição feminina de levantamento de peso na Austrália

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Um atleta “transgênero”, da Nova Zelândia, venceu uma competição feminina de levantamento de peso, na categoria acima de 90 quilos, na Austrália. Gavin Hubbard, de 39 anos, que atualmente quer ser chamado de Laurel Hubbard, levantou no total 268 quilos – sendo 123 quilos no arranque e 145 quilos no arremesso – somando 19 quilos a mais que a segunda colocada Iuniarra Sipaia.

Gavin Hubbard, antes de fazer sua “transição”, chegou a participar de competições na categoria masculina, mas agora deseja competir somente na categoria feminina. Em sua estreia entre as  mulheres, o atleta quebrou quatro recordes nacionais não-oficiais.

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Hubbard possui todos os critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Halterofilismo para competir como uma mulher, inclusive provando que seus níveis de testosterona permaneceram abaixo de um determinado limite, durante os 12 meses anteriores à competição.

Todavia a testosterona não é a única coisa que diferencia homens e mulheres, mas, no caso específico, faltou ao COI entender que músculos de homens e mulheres são geneticamente diferentes, pois o homem possui 400 genes mais ativos em seus músculos esqueléticos que as mulheres, conforme apontam estudos da National Center for Biotechnology Information, citado inclusive pelo artigo do Instituto NanoCell.

Ou seja, não se trata então de preconceito mas sim de pós-conceito, que, francamente, sequer precisaria de pesquisas ou estudos mais detalhados.

Ainda sim, tomado pelo politicamente correto, Michael Keelan, chefe da Federação Australiana de Halterofilismo, ficou impressionado com o desempenho de Hubbard, através de todo o escrutínio ao qual sua performance foi submetida, e disse que “‘ela’ está prestes a criar muita história”.

Referência:

Gateway Pundit

FloElite

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