Judaismo

Máfia judaica criou Las Vegas, revela revista israelita

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

Em uma revista eletrônica, intitulada “Menorah TV”, dois representantes da comunidade judaica brasileira revelaram que Las Vegas foi fundada a partir de uma máfia controlada por judeus e suas atividades ilegais.

As revelações começam nos primeiros minutos de programa, a partir do 2:48 de vídeo, onde o entrevistado da ocasião expõe – “Las Vegas deve a um judeu mafioso a sua aura de conglomerado de cassinos, shows e hotéis, que foi o nosso queridíssimo Bugsy Siegel. Ele tomava dinheiro dos mafiosos italianos para construir o seu cassino Flamingo, que é um dos mais famosos de Las Vegas, e os italianos entenderam que ele estava gastando além e sem comprovação do que foi combinado.”

A conversa continua e na marca de 4:03 de vídeo o entrevistado revela que existem 80 mil judeus na cidade de Las Vegas e que o maior conglomerado de cassinos e hotéis local é administrado por uma corporação cujo os grandes acionistas são judeus. Até aí nada de errado, porém os relatos caem no absurdo quando os participantes exaltam o fato da prefeita de Las Vegas, Carolyn Goodman, ser judia e casada com Oscar Goodman que, segundo um dos participantes do programa – aos 4:43 de vídeo – “Foi um dos maiores advogados criminalistas dos mafiosos judeus, que ficou multimilionário com essa atividade, e que foi prefeito da cidade e transformou Las Vegas – e agora sua mulher dá continuidade a esse trabalho (…) Temos uma história de comunidade judaica linda, maravilhosa, para contar!” – Como assim cara pálida? O que há de admirável, lindo e maravilhoso, em se envolver com a máfia e construir fortuna defendendo criminosos? Isso lá é legado para se orgulhar?

O assunto “máfia judaica” volta a tona aos 13:43 de vídeo quando o apresentador do programa diz que a criação de Las Vegas por um mafioso judeu é um tema polêmico e pergunta ao convidado sobre a existência de uma museu que mostra a máfia judaica. O convidado conta a partir de 14:26“O museu é interativo, você consegue usar as armas dos mafiosos e atirar com elas, sentir se você tem uma boa pontaria ou não. Você tem uma cadeira elétrica que você pode operar (…), você tem muitas fotografias, muitos objetos, você tem realmente uma qualidade informação.” 

O novo bloco do programa começa contando a história do museu aos 16:05, que segundo os componentes do programa foi construído e idealizado por Oscar Goodman, antigo prefeito e marido da atual prefeita de Las Vegas – o advogado dos mafiosos.

Outra revelação é feita em tom de exaltação aos 16:49: o judeu Meyer Lansk foi o grande articulador financeiro de toda a máfia. Ambos o chamam de “gênio financeiro” da máfia. E, aos 17:07, outro ponto interessante é detalhado e revela o porquê da fama que outros povos levavam de mafiosos, exceto os judeus – “Ele [Meyer Lansk] era tido como o cérebro da máfia enquanto os outros mafiosos irlandeses, escoceses, italianos, eram considerados os músculos da máfia” – que orgulho para o judaísmo, hein?

Não satisfeitos em exaltarem dois criminosos da pior espécie, o show de horrores continua quando o nome de um novo gangster judeu é citado: Moe Dalitz. A patacoada começa aos 17:30, e a primeira informação que surge é que o “cidadão” foi um dos maiores doadores de Las Vegas, tendo recebido do prefeito da cidade e do governador de Nevada, a chave da cidade e do estado.

Então os orgulhosos puxa sacos de bandidos citam, entusiasmados, um episódio deplorável, aos 18:05 sobre Moe Dalitz – “Então você tem uma fotografia desse cidadão dando grana, pagando propina para um policial, depois de um acidente automobilístico” – Com direito a um “que maravilha!” por parte do apresentador. Realmente, maravilhoso… Que legado! Que edificante é seguir o Talmud.

9-15-16-dalitz-photo01-cop-and-car

Aos 18:29, mais revelações surgem, pois segundo o convidado, o mafioso judeu Bugsy Siegel teria entendido que com o jogo de azar legalizado, ele poderia atrair as máfias de Nova Iorque e Chicago para operarem os cassinos de Las Vegas.

“Você tem um hall de mafiosos judeus enorme que a Menorah [revista judaica] classifica e traz para os nossos leitores e também para quem está nos vendo agora” – Os gregos se orgulham de seus filósofos, os ibéricos de suas explorações marítimas sob a Cruz de Cristo, e o judaísmo? Do seu hall de mafiosos e contraventores usureiros.

O assunto “museu da máfia” é encerrado e os sujeitos começam a tratar de questões economicistas de Las Vegas, que se sustenta por meio de vícios. No 25:56 o convidado revela que não existe mais atividade mafiosa na cidade pois “a máfia se transformou em corporações que são legalizadas”. Ah sim, agora tudo bem.

A conversa segue e o convidado – movido por Mamon – pontua, aos 27:54, que o brasileiro precisa se decidir se quer viver em um regime capitalista ou não. E diz que, “ganhar dinheiro significa produzir (vale com máfia, com tráfico ou contrabando?), significa não ter medo de ter lucro. (…) Então os americanos não são Católicos Apostólicos Romanos, eles tem uma base protestante. E o protestantismo encara o dinheiro de uma maneira diferente do catolicismo. Na medida que nós tivermos ainda a dificuldade de lidar com dinheiro, muito difícil será você fazer do Brasil um país com grandes quantidades de empreendedores” – Claro, grandeza e facilidade em lidar com dinheiro é empreender com usura, cometendo crimes contra a propriedade, comercializando ilícitos e promovendo vícios.

Por fim, o programa termina citando o apoio judaico à agenda LGBT. Surge a comparação de que tanto judeus quanto homossexuais seriam perseguidos historicamente e, claro, o bom e velho “holocausto” vem a tona como exemplo do quão perseguidos são os judeus.

Todavia não há citação do Acordo de Haavara, entre entidades sionistas e o nacional-socialismo. Não há menção de que o grupo religioso mais massacrado no Séc. XX foram os cristãos, bastando citar o genocídio armênio cometido pelos turcos, o massacre de cristãos por comunistas – revolução financiada e operada por judeus e maçons – e também que, nas duas grandes guerras, o número de cristãos mortos supera e muito o números de judeus.

 

Standard
Judaismo

Sinagogas e prisões

israel-monastery_desecration

Por: Richard Edmondson

Uma passagem particularmente interessante do Novo Testamento, Lucas 21:12 – Aqui Jesus está falando com seus discípulos, dizendo-lhes um pouco daquilo que eles podem esperar depois que ele se for:

“Mas antes de tudo isso ocorrer, eles vão te prender e perseguir; eles vos entregarão às sinagogas e às prisões, e você será levado perante reis e governadores, por causa do meu nome.”

É interessante que Jesus usa as palavras “sinagogas” e “prisões” na mesma frase. Eu me pergunto por que ele faria isso?

De volta ao primeiro século, sinagogas serviam para uma variedade de coisas. Eles eram lugares que concentravam locais para adoração, bem como para socialização, mas também podiam funcionar como tribunais. Se você violasse a lei judaica você poderia ser levado perante um juiz ou a juízes, para responder por suas supostas infrações, e isso (o julgamento) poderia ocorrer em uma sinagoga.

Uma das infrações mais graves para um judeu era casar com um não-judeu. No livro de Números, capítulo 25, somos informados sobre a história de Fineias, que realiza uma execução dupla, cravando sua espada em um homem israelita, bem como em uma mulher moabita com quem o homem tinha se juntado – sendo que até hoje o casamento entre judeus e gentios é proibido em Israel, e de fato é considerado por alguns como “traição”.

No tempo de Jesus, os judeus de todo o mundo, dentro e fora da Palestina, também foram obrigados a pagar impostos anuais às autoridades religiosas em Jerusalém. Houve um imposto do santuário, meio-shekel, cobrado a cada ano no dia 15 de Adar, e para aqueles que eram fazendeiros ou tinham rebanhados havia também o imposto de um décimo. Os proprietários de terras que não contribuíssem tinham sua produção boicotada, com o rendimento de seus campos considerados “impuro”. Em outras palavras, pague o imposto ou o seu meio de ganhar a vida será desqualificado.

Tudo isso sugere que um dos maiores temores dos líderes judeus na época, talvez fosse o maior medo de todos, era de judeus deixarem seus laços, por assim dizer, isto é, de se livrarem das correntes da sua reclusão social, juntando-se ao resto da humanidade. E, de fato esta foi uma das maiores ameaças que Jesus impôs a esses líderes, e provavelmente a principal razão pela qual eles conspiraram para provocar a sua crucificação.

Por que o que Jesus estava ensinando era algo novo, algo completamente diferente do que os escribas, sacerdotes e fariseus ensinavam. Ele alertou os líderes judeus em sua hipocrisia. Ele castigou os seus caminhos corruptos. Ele estava em essência liderando uma revolução não-violenta no mundo judaico, e que se fosse permitida a continuar, teria sido o fim das autoridades religiosas judaicas, e possivelmente até o fim do próprio judaísmo. Pelo menos o fim do formato que existia naquele momento, e, por extensão, do formato (de judaísmo) que até hoje existe.

Embora o Talmud ainda não tivesse sido escrito nos tempos de Jesus, as leis orais que viriam a incorporá-lo predominavam, e Jesus denunciou tais leis amargamente, com certa razão, pois era “farisaísmo” que mais tarde evoluiu para o “Talmudismo, “e que levou a tais construções jurídicas judaicas como a mesirah, na qual os judeus são proibidos de relatar ou testemunhar as autoridades seculares sobre crimes cometidos por outros judeus.

Um caso em que mesirah realmente foi invocado num tribunal federal dos EUA foi no caso de Moshe Zigelman, um rabino ortodoxo que em 2011 se recusou a depor perante um grande júri que investigava fraude e evasão fiscal. Zigelman se recusou a depor, alegando que para isso iria contrariar a mesirah e, ​​portanto, violaria o “livre exercício” de suas crenças religiosas garantidas pela Primeira Emenda.

“Todos os judeus são parte da família”, disse o rabino Avi Shafran, defendendo a recusa de Zigelman para depor. “Se esse fato fornece combustível para alimentar antissemitas, é lamentável. Mas é um fato mais do mesmo. ”
No entanto, não são apenas criminosos financeiros judeus que se beneficiaram de mesirah. A disposição também tem sido usada como justificativa para não denunciar agressores sexuais judeus para autoridades como em casos de abuso sexual infantil. Em outras palavras, mesmo se você abusar sexualmente de crianças, você ainda é parte da “família” judaica, e se isso der “munição para os antissemitas”, eu só lamento. Esta não é, naturalmente, a posição defendida por todos os judeus, mas foi firmemente defendida por alguns (uma pergunta, o resto não fica às vezes com a sensação de claustrofobia?).

“Eu não estou exatamente impressionado que outro Yid iria ajudar a polícia contra um acusado, não importa do que ele é acusado”, disse o advogado judeu Alex Lewenberg.
Lewenberg no momento estava representando Samuel David Cyprys, um criminoso sexual em série condenado que era empregado em uma yeshivá Chabad- em Melbourne, Austrália. A vítima no caso era um garoto judeu de 15 anos de idade, que aparentemente tinha sido pressionado a não cooperar com a polícia e os procuradores por conta da lei da mesirah. Como um analista comentou sobre o caso:

As observações de Lewenberg para a vítima foram aparentemente solicitadas principalmente pela própria vítima que disse ao tribunal que a Lei do retorno para Israel historicamente é usada pelos judeus que buscam fugir de acusações. Os judeus que o fazem – sendo que apenas uma pequena minoria de judeus imigraram para Israel usando a Lei do Retorno – chegam em Israel e se instalam facilmente, enquanto que (o oposto) a extradição de Israel não é uma coisa muito fácil, nem mesmo para as democracias ocidentais.
Se Cyprys tivesse fugido para Israel, teria sido concedido a ele imunidade sob o abrigo da Lei do Retorno? Se isso tivesse acontecido, não teria sido a primeira vez que um criminoso sexual judeu teria conseguido escapar de um processo criminal por “fazer aliyah”.

Mantendo a ralé na linha

Um dos métodos preferidos aparentemente usados por líderes judeus para exercer controle sobre outros judeus e gentios, certamente, um o qual estão bem familiarizados, é a estratégia de incutir medo. E o botão do medo é especialmente manipulado para inculcar temores no aumento do antissemitismo.

Na esteira dos ataques terroristas de novembro em Paris, Benjamin Netanyahu declarou que “os terroristas que nos atacam têm a mesma intenção assassina como aqueles em Paris”, e ele também insistiu, “nós não somos os culpados pelo terrorismo dirigido contra nós, assim como os franceses não são os culpados do terrorismo dirigido contra eles. ”

Portanto, se um palestino desesperado pega uma faca e apunhala um judeu israelense, isso não é por causa da ocupação sem fim, que destruiu inúmeras vidas palestinas, é porque a Palestina é simplesmente um inimigo dos judeus. E ela odeia Israel – sem nenhum motivo justificável – sendo esta a linha de propaganda que é propagada e é absolutamente absorvida e acreditada por um grande número de judeus, tanto em Israel quanto na América. Mas nós precisamos fazer uma verificação da realidade. Todos nós, judeus e não-judeus, precisamos parar e nos perguntar: é possível que o ódio, ou seja, o “crescente antissemitismo”, como é proclamado, não está sendo deliberadamente associado com o intuito de manter o medo em um nível altíssimo? Esta é uma pergunta de fundamental importância.

Recentemente surgiram relatos sobre um projeto de lei em Nova Iorque que busca criar uma lista negra de pessoas que boicotam Israel, e que imporia sanções aos indivíduos, instituições ou empresas, que se dedicam a isso. As sanções incluem a negação de financiamento e / ou cancelamento de contratos do Estado. Da mesma forma grupos de estudantes na Califórnia também estão enfrentando cortes de financiamento porque não deveriam apoiar um boicote a Israel ou não expressar apoio público para os palestinos.

O direito a pedir um boicote é uma questão de liberdade de expressão. E aqueles que pretendem implementar sanções deste tipo são, em essência, travando uma guerra contra a Primeira Emenda. Se houver qualquer documento que o povo americano considere sagrado e inviolável, é a Constituição dos EUA (a Bíblia provavelmente corre muito, muito distante segundo), e se há uma parte da Constituição realizada como sacrossanto acima de todos os outros, é o Primeira Emenda. Qualquer tentativa de restringir nossos direitos de liberdade de expressão seria obrigado a obter uma resposta visceral a partir de um grande número de americanos.

Então, por que apoiadores de Israel procuram impor tais medidas? Será que eles realmente acreditam que ele vai parar o movimento BDS? Você poderia, de fato, argumentam, muito plausivelmente, que ele vai fazer exatamente o oposto. Sempre que um movimento político popular, encontra repressão do governo, independentemente do país, o resultado quase invariável é que mais pessoas migram para participar. Para o governo repressão tende a legitimar movimentos de justiça social.

Meu palpite é que os líderes judeus empurrando essas iniciativas não têm expectativas realistas de parar o movimento BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções). Mas as iniciativas servem convenientemente a outra finalidade: elas aumentam o antissemitismo. As tentativas de cercear a liberdade de expressão na América irá, como eu digo, desencadear uma reação visceral, e se um determinado grupo de pessoas pode ser percebido como estando por trás desses esforços, a hostilidade resultante será dirigida a esse grupo.

E os membros desse grupo, por sua vez, vão crescer mais, com medo e dependentes de seus líderes coniventes para pressionar por medidas cada vez mais repressivas para “protegê-los”. Em alguns aspectos, é um ciclo vicioso, e desenhado para ser assim.

Uma ‘Obediência ao Sistema Regulador’

Recentemente o autor e músico Gilad Atzmon publicou um ensaio intitulado “As religiões judaicas e a perspectiva de dissidência”, no qual ele discute ao que ele se refere como uma “obediência a um sistema regulador” que os judeus devem submeter-se. Não fazer isso põe em risco sua posição na “tribo”, ou na “prisão sinagoga”, para falar um termo mais preciso. Enquanto eu só vou citar algumas passagens, vale a pena ler o artigo completo de Atzmon.

Judaísmo, nota Atzmon, não se baseia na adoração de um Deus amoroso e de perdão, mas em cima de um sistema de mitzvahs, ou mandamentos, 613 ao todo. Para um bom número de judeus modernos, “Deus morreu em Auschwitz “, e o Judaísmo não é na realidade um sistema de crença espiritual, pelo menos não no sentido tradicional, como nós pensaríamos do Islã ou do Cristianismo. Bem, se não é um sistema de crenças, pergunta o autor, o que é? Os judeus acreditam em alguma coisa?

A resposta é sim: o judeu acredita “nos judeus” e os judeus acreditam “no judeu”. Este modo de afirmação mútua estabelece um conjunto tribal sólido e vigoroso que serve ao coletivo, bem como ao sujeito singular, ‘O judeu’. Assim, o sujeito adere ao coletivo e vice-versa. Em termos pragmáticos, o judeu adere ao “povo escolhido” e, em conjunto dos que são escolhidos deve manter um senso coletivo de sentir-se escolhido.
A prisão sinagoga, em outras palavras, exige lealdade. Não lealdade a Deus, mas aos “judeus”, e é de fato muito mais uma prisão, pois, como Atzmon coloca, “o judeu nunca pode recusar os judeus tanto quanto os judeus não pode permitir isso” O judeu ‘para ser livre ” faz o indivíduo judeu estar confinado” em um reino de mandamentos auto-impostos e materialidade “da qual ele / ela não pode escapar facilmente. Além disso, ele / ela se torna instintivamente ciente de um “sistema de regulação a obediência” marcada por uma “oposição vil de discordar.” Mesmo o judeu secular ou liberal, diz ele, “é igualmente desagradável para a dissidência ou qualquer grupo de críticos internos. ”

No entanto, talvez, paradoxalmente, num tal sistema torna-se curiosamente conveniente para o preso / ocupantes abandonar o seu “Deus” e simplesmente inventar um novo, e isso pode ser feito prontamente. A palavra-chave parece ser “conveniente”:

No início do século XX, por exemplo, o bolchevismo apelou para muitos judeus da Europa Oriental. Ele forneceu um senso de justiça própria, além de regular uma forma rígida de obediência. Como sabemos, não demorou muito para que o bolchevismo amadurecesse se tornando uma doutrina genocida que fez a barbárie do Antigo Testamento parecer um conto de fadas juvenil. O Holocausto, o que parece ser a religião judaica mais popular no momento, pode ser a fase final no desenvolvimento histórico judeu. De acordo com a religião do Holocausto, ‘Deus morreu em Auschwitz. “Dentro do contexto da religião do Holocausto,” O Judeu “é o novo Deus judaico. A religião do Holocausto finalmente unia “O Judeu” e os judeus em um abrangente e independente narrativa religiosa auto-suficiente ‘sem Deus’.
Religiões judaicas são, em essência, “modelos que facilitam um senso de povo eleito”, e não surpreendentemente outras religiões, aquelas que pregam uma visão mais universal, não podem ser se não algo sob o fogo do império judaico o qual o Ocidente está se tornando. Porque, se a dissidência não é permitida dentro do “sistema de regulação da obediência,” certamente este seria um mau presságio para quaisquer opiniões divergentes no resto do mundo também.

Tragicamente, a intolerância a dissidência tornou-se um sintoma político ocidental universal. Aliás, Cristianismo, Islamismo, religião e divindade em geral, também estão sob ataque dentro do contexto do discurso ocidental contemporânea. É este um sintoma da ‘Jerusalemficação’ do nosso universo ocidental? É o surgimento da tirania do politicamente correto uma coincidência? E se estamos nos tornando judeus, há algum espaço para a esperança de que nosso universo pode, em algum momento, abraçar um ethos universal, mais uma vez? Podemos mais uma vez acreditar em alguma coisa? Ou vamos ter que esperar por uma nova figura de Jesus para ressuscitar a nossa confiança no espírito humano e da humanidade em geral? Ou temos sido reprojetados para autodestruição, logo que chegamos perto de uma consciência tão lúcida?
O ethos universal parece longe de nós agora, com incêndios de ódio sendo intencionalmente associados entre cristãos e muçulmanos, assim como entre os dois maiores ramos do Islã. Ou em outras palavras, entre todos os povos que abraçam um Deus de amor universal e compaixão, precisamente essas mesmas populações são as que estão sendo divididas umas contra as outras no presente. Isto não é por acaso. As questões levantadas por Atzmon foram bem ponderadas, sendo óbvio que um despertar espiritual é necessário agora. Ainda, tal transformação nas sociedades ocidentais, quando começar a se metamorfosear, deverá ser fervorosamente atacada tal como aconteceu no primeiro século, pois ameaçaria o próprio fundamento da prisão-sinagoga.

Um primeiro século de fugas da prisão e a perseguição que se seguiu

Na terceira década do século I Jesus começou a viajar por volta da Galileia e da Judeia espalhando ensinamentos muito novos e diferentes. Bem-aventurados os mansos, os misericordiosos, e aqueles que são perseguidos por causa da justiça, disse ele, e ele advertiu contra “o fermento dos fariseus e dos saduceus.” Em um episódio famoso, relacionado nos quatro evangelhos, ele mesmo virou as mesas dos negociadores do Templo. Tente imaginar, você, a “oposição vil  que se tinha pela dissidência” o que Jesus ganhou com seus ensinamentos. Praticamente em todos os lugares que fosse, ele encontrou pessoas que o provocaram, que tentaram derrubá-lo com perguntas como: “É lícito pagar tributo a César”, e quando nada disso funcionou, e seus seguidores só cresciam em número, os patrulheiros da ‘prisão’ finalmente conspiraram para organizar sua prisão e execução.

Mas não termina aí, pois até agora houve uma grande fissura na parede da prisão. Mais pessoas saíram. Nos anos imediatamente após a morte de Jesus, a maior parte de seus seguidores continuaram esmagadoramente a ser composta por judeus, mas eles eram judeus que haviam abraçado um “ethos universal” e que acreditavam que Jesus era de fato o Messias. No entanto, sua relação com o judaísmo como um todo foi litigiosa. Isso provavelmente começou bastante cedo, mas provavelmente teria se intensificado após os cristãos judeus abrirem suas portas para os gentios, provavelmente por volta de meados do século primeiro. Para os líderes judeus, esta divisão e a adoração conjunta com os gentios era uma ameaça angustiante, e que teve de ser tratada. De acordo com João 9:22, expulsões de sinagogas começaram a ocorrer e as ramificações destes eram muito mais graves do que simplesmente fazer a si mesmo ser expulso pela porta da frente de um edifício.

Temos que lembrar que, onde os romanos estavam tomando conta, o judaísmo era uma religião tolerada. Judeus foram dispensados ​​de prestar homenagem às divindades pagãs, e enquanto os cristãos eram considerados “os judeus” não havia nenhuma razão legal para os romanos para oprimi-los. Mas uma vez que as sinagogas expulsaram os cristãos judeus, era uma história totalmente diferente. Recusas em participar no culto ao imperador criavam dificuldades legais para a comunidade, e os romanos, suspeitavam de cristãos de qualquer maneira. Isto parece ter sido especialmente verdadeiro entre os cristãos joaninos. Se João 12:10 e 16: 2 são alguma indicação que os cristãos judeus foram condenados à morte, possivelmente pelos romanos e possivelmente até mesmo pelas próprias autoridades da sinagoga, mas em qualquer caso, o que está claro é que as autoridades da sinagoga tinham quase que literalmente o poder da vida e da morte sobre os cristãos judeus.

Então veio a revolta contra Roma a partir de 66 AD seguido pela destruição do Templo em 70 dC quando cristãos judeus, em sua maior parte, não aderiram à revolta. A longa tradição da Igreja, baseada talvez em Lucas 21:21, tem-se que os cristãos fugiram para Pella, no pé das montanhas, no que é hoje o noroeste da Jordânia. Mas sabemos que, após 70 dC o centro do judaísmo passou de Jerusalém a Jâmnia, onde as Dezoito Bênçãos foram reformuladas para incluir uma maldição contra a mínima, ou hereges, e alguns têm teorizado que este pode ter sido relacionado com as expulsões da sinagoga. De qualquer forma, os cristãos judeus foram informados de que eles não podiam mais prestar culto com outros judeus. Era um relacionamento corrosivo, com certeza, e curiosamente, em algum momento cerca de 85 dC, as Dezoito Bênçãos foram ainda revistas novamente, desta vez para incluir o que parece ser uma referência direta aos cristãos: “Deixe o Notzrim e perecem os minim imediatamente. “Esta é a redacção do número Benediction doze anos, a palavra Notzrim sendo uma referência para nazarenos.

Em qualquer caso, quando temos Jesus, no Evangelho de João, falando dos ” judeus” e fazendo referência casual ao que está escrito no “seu direito”, ele está, na realidade, refletindo as atitudes dos cristãos joaninos na última parte do século. No entanto, é importante ter em mente que aqueles que realizaram as expulsões e perseguições de membros da comunidade em meados das décadas da última parte do século eram considerados como nada mais do que os herdeiros dos mesmos fariseus que haviam denunciados e perseguidos Jesus. Assim, a ruptura da “sinagoga-prisão” foi uma luta de intensidade prolongado, abrangendo boa parte do primeiro século e até mesmo esticar na segunda.

A terceira e última revolta judaica, também conhecida como a revolta de Bar Kokhba, ocorreu em 132-136 dC Foi liderada por Simon Bar Kokhba, um homem saudado por seus seguidores como o Messias judeu. Embora os romanos fossem o principal inimigo de Bar Kokhba, claramente ele não se importava muito como isso, coisa que os cristãos também perceberam. O que se segue é registada pela Igreja primitiva escritor Justino Mártir, que nasceu em Flavia Neapolis, ou o que é hoje Nablus, na Cisjordânia. Justino Mártir, como seu nome indica, era de fato um mártir da Igreja, mas ele estava vivo na época da revolta de Bar Kokhba, e em sua Primeira Apologia, ele relata o assassinato de cristãos pelos rebeldes Bar Kokhba:

“Porque na guerra judaica, que ultimamente se enfureceu, Barchochebas, líder da revolta dos judeus, deu ordens para que os cristãos só devam ser levados para punições cruéis, a menos que negassem Jesus Cristo e a blasfêmias absolutas.”

Após a revolta de Bar Kokhba, os cristãos judeus parecem ter desaparecido completamente da paisagem.

Conclusão

Tudo isso nos traz de volta às palavras de Jesus em Lucas 21:12:

Mas antes de tudo isso ocorrer, eles vão te prender e perseguir; eles vos entregarão às sinagogas e às prisões, e você será levado perante reis e governadores, por causa do meu nome.
Talvez seja o momento para o povo judeu tentar outra fuga da prisão. Mas é claro que não é apenas para os judeus. Nós somos, todos nós, judeus e não-judeus, confinados em nossas prisões de medo e ódio. Os cristãos, dizem a mim, que devemos temer os muçulmanos; são ditos aos judeus que devem temer gentios; aos sunitas são ditos para temerem xiitas e vice-versa; e a todos nós têm nos dito, enquanto estamos no assunto, que precisamos ter medo da “agressão russa”, das “armas nucleares iranianas”, e assim por diante.

O que quer que não temamos é simplesmente porque não nos foi informado ainda que devemos temer. E tudo isso, o medo e o ódio, é baseada em mentiras. Aqueles que manipulam estes botões do medo são enganadores mestre. Eles lucram com o medo. Eles espalharam esses bacanais de ódio por puro prazer. Eles colocaram todas as emoções humanas para serem usadas com exceção de uma: o amor. Amor que não se tocam. Ele é um anátema para eles. E há uma boa razão para isso: o amor é a única força no universo capaz de contrariar o ódio. Jesus, de todas as pessoas, teria reconhecido que, e talvez tenha sido por essa razão que ele disse a seus seguidores-na mesma noite antes de sua morte, não menos:

“Amai-vos como Eu vos amei, porque por isso todos saberão que você é meu.”

Referência: Veterans Today

Standard