Europa

Feminista alemã pró-refugiados admite que estava errada sobre imigração e vê Polônia e Hungria como “ilhas de estabilidade”

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Após anos de atividades e militância a favor de refugiados, uma ativista feminista alemã, Rebecca Sommer, admite que sua visão sobre imigração e tudo aquilo pelo qual tinha lutado estava errado. Ela também disse à revista polonesa Do Rzeczy que ela conhece pessoalmente alemães que se preparam para migrar para a Polônia.

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O ano é 2012 e Rebecca Sommer fundou uma associação de ajuda aos refugiados chamada Arbeitsgruppe Flucht + Menschen-Rechte (AG F + M) [Grupo de Trabalho Asilo + Direitos Humanos]. No final de 2015, Rebecca que é artista, fotógrafa, jornalista e documentarista aplaudiu a decisão de Angela Merkel de abrir as fronteiras alemãs aos “refugiados” que haviam sido bloqueados na Hungria.

“Naquela época, eu queria ajudar todos e realmente acreditava que todas essas pessoas estavam fugindo do inferno e estavam em um estado de angústia total”, explicou a ativista alemã em um artigo publicado pelo jornal polonês, Do Rzeczy, em 15 de janeiro, que noticiou como ela acordou para a realidade.

Em 2015, sua ONG tinha quase 300 voluntários que estavam dando cursos de alemão para os recém-chegados. Porém ela notava que o convívio era difícil e até hostil pois os refugiados tratavam os alemães como infiéis.

“Eu pensei que sua visão medieval mudaria com o tempo… Mas depois de ter visto essas situações ocorrerem repetidamente e observando o que estava acontecendo ao meu redor, como voluntária, tive que reconhecer que os refugiados muçulmanos cresceram com valores que são totalmente diferentes, sofreram lavagem cerebral desde a infância e são doutrinados pelo islamismo e absolutamente não pretendem adotar nossos valores. Pior, eles nos tratam como infiéis com desdém e arrogância”, revelou Rebecca sobre seu choque de realidade.

“Foi uma percepção perturbadora quando notei que essas pessoas que eu tinha ajudado, que estavam comendo, bebendo, dançando e rindo comigo, que não rezavam, que não frequentavam a mesquita, que não respeitavam o Ramadã, que zombavam da religião e de pessoas profundamente religiosas, me chamaram de “prostituta alemã estúpida” quando eles estavam comendo minha comida e estavam no meu quintal.”, disse a feminista arrependida.

Rebecca Sommer diz que ela não é um caso isolado, que muitos outros voluntários também chegaram finalmente a ter a mesma percepção e que agora há muito menos voluntários prontos para trabalhar com os recém-chegados hoje na Alemanha.

Ela também reconhece que – devido ao seu grande número – esses imigrantes muçulmanos representam uma ameaça para o modo de vida alemão, e isso vai piorar com a reunificação familiar.

A ativista também contou à revista polonesa Do Rzeczy que ela conhece os alemães que se preparam para migrar para a Polônia porque já tinham visto o suficiente e acrescentou: “Se a Polônia e a Hungria não cederem a esta questão, poderiam se tornar países para os quais alguns alemães e franceses fugiriam. Vocês [da Polônia] poderiam se tornar ilhas de estabilidade na Europa “.

Ilhas de estabilidade, mas também democracias, porque Rebecca Sommer também observa que a democracia já não existe na Alemanha. Quando os ativistas dos direitos humanos queriam denunciar conversões forçadas ao islamismo na Indonésia, sua contas foram bloqueadas.

Nascida em Berlim, ela já não se atreve a sair sozinha na véspera do Ano Novo pois já foi atacada cinco vezes por homens que falam árabe!

Sommer acha que já é tarde demais para a Alemanha e ela planeja migrar para a aposentadoria. O islamismo político está presente em todos os lugares, inclusive no governo, nos partidos políticos, na polícia e nas escolas. Com a reunificação familiar, ainda virão milhões de imigrantes muçulmanos.

Na capital alemã onde ela mora, distritos inteiros já são dominados pela comunidade muçulmana que forma uma sociedade paralela.

Prevendo tal situação, vale lembrar que o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, disse em Fevereiro de 2017, que seu país abrirá as portas para os cidadãos  europeus que fogem da invasão islâmica causada pela imigração em massa, conforme noticiou Panorama Livre.

A ONG Arbeitsgruppe Flucht + Menschen-Rechte declarou em site oficial que Rebecca Sommer não está de mudança para a Polônia, todavia não negou o conteúdo da entrevista dada pela ativista para a mídia polonesa.

Referência:

D.C. Clothesline

 

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Europa

União Europeia quer punir Hungria por ter expulsado universidade de George Soros do país

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Um grupo que representa a maioria dos legisladores da União Europeia pretendem iniciar um procedimento disciplinar contra a Hungria após a repressão dos país as universidades estrangeiras, principalmente as criadas e financiadas por George Soros, medida tomada por Viktor Orban primeiro-ministro húngaro. A punição à Hungria foi proposta nesta quarta (5) na União Europeia.

O Parlamento da Hungria aprovou uma lei na terça-feira (4) que pode expulsar uma universidade fundada pelo magnata George Soros – a Central European University (CEU) – apesar de protestos de entes internacionais e de alguns húngaros.

Hungary's Prime Minister Viktor Orban arrives at the European Commission headquarters in Brussels

Também nesta quarta-feira, o partido Fidesz, do primieiro-ministro Orban, disse que iria apresentar um projeto de lei ao parlamento esta semana que exige de organizações não-governamentais (ONGs), que tenham renda anual a partir de 25.000 mil dólares, que se registrem junto as autoridades.

“O apoio de fontes estrangeiras desconhecidas poderia permitir que grupos estrangeiros visassem seus próprios interesses através da influência destas ONGs na Hungria… Ameaçando os interesses políticos e econômicos do país”, diz o projeto de lei.

As ONGs, muitas das vezes recebem da Open Society Foundation, de George Soros, patrocínios para falar em nome de imigrantes, dos chamados grupos LGBT’s, do ambientalismo,  do feminismo e outras agendas, chocando-se assim com a opinião expressa por Orban e outros líderes europeus que entendem, corretamente, o uso dessas pautas como uma ameaça existencial, além de uma tentativa de sabotar e desestabilizar suas nações.

“O Fidesz cruzou a linha vermelha com esse projeto de lei da CEU  e ontem o fizeram novamente em relação as ONGs”, apontou Akos Hadhazy, um legislador de oposição do partido verde-liberal LMP.

Hadhazy continuou suas acusações infundadas e até chegou a comparar o protecionismo do Fidesz, contra as maquinações de Soros, com o nacional-socialismo – “Esta é uma lei um pouco suja. Tudo que se faz é marcar as ONGs menos favoritas do governo com uma estrela amarela”, fazendo referência aos judeus sendo obrigados a usarem estrelas em suas roupas sob o regime nazista.

A ONG “Hungarian Civil Liberties Union” – que é braço direto da Open Society de Soros – disse que a lei era “desnecessária” do ponto de vista legislativo. No entanto, o Fidesz tem a maioria parlamentar e pode aprovar leis por conta própria.

Em Estrasburgo, os legisladores europeus do European Parliament (MPE) de todos os grupos de esquerda, liberais e alguns do Partido Conservador Popular Europeu (PPE), a maior bancada no Parlamento, disseram querer que uma ação seja tomada contra a Hungria.

Procedimento disciplinar

Um procedimento disciplinar pode significar a suspensão dos direitos de voto de um Estado membro da União Europeia, mas tal ação nunca foi tomada.

O início de tal procedimento exigiria dois terços também da câmara para apoiar uma medida desse porte – um limite que não seria suficiente caso a maioria do EPP não apoie a decisão.

O partido Fidesz, de Orban, é um membro do PPE, que até agora se opôs a ação tomada contra a Hungria. Um funcionário do grupo disse que era muito cedo para se considerar tal movimento.

A Comissão Europeia ou do Conselho Europeu também poderia iniciar um procedimento disciplinar, mas relutam em fazer por não quererem dar combustível a sentimentos e grupos anti-UE. Tudo isso em um momento onde o bloco está lutando contra a saída da Grã-Bretanha e o crescimento do que se convencionou chamar euroceticismo.

Na quarta-feira, a Comissão estava estudando a nova lei húngara sobre o financiamento das universidades e divulgou que iria discutir o assunto em uma reunião de comissários na próxima semana.

O governo polonês, por exemplo, tem sido repreendido em várias ocasiões pelos burocratas de Bruxelas, devido a Reforma do Judiciário, mas a Comissão até agora está longe de iniciar um procedimento disciplinar, e recorreu apenas ao monitoramento das reformas polonesas.

Os deputados conservadores que apoiam os procedimentos contra a Hungria são do partido Plataforma Cívica da Polônia, o mesmo do presidente do Conselho Europeu Donald Tusk, as mesmas cartas marcadas que se opõem fortemente ao partido Lei e Justiça (PiS) – nacionalista e católico – que está no poder na Polônia.

Referência:

Reuters

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Sociedade

Protesto contra censura da Amazon à livros que negam o holocausto? Manifestantes nus fazem ato em Auschwitz

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Uma coisa insólita aconteceu no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, na última sexta-feira (24): cerca de 12 pessoas, todas nuas, sacrificaram uma ovelha e acenderam uma fogueira, no famoso campo de concentração, bem em frente ao famoso portão com a frase, “Arbeit Macht Frei” ou “O Trabalho te liberta”.

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As motivações do ato não ficaram claras porém o jornal judaico mais antigo dos Estados Unidos, o Daily Forward, sugeriu que o protesto poderia estar associado a Ucrânia. Porém não há muita lógica em protestar pela Ucrânia em Auschwitz.

A explicação mais coerente seria que o protesto se deu contra a decisão da Amazon de retirar e proibir em suas lojas centenas de livros que questionam vários aspectos e dados da narrativa oficial sobre o holocausto.

Talvez os manifestantes tenham acendido uma fogueira para simbolizar a “queima de livros” por parte da Amazon. Talvez eles tenham abatido uma ovelha para simbolizar a “matança do cordeiro” (o assassinato de sua capacidade de pensamento livre e também o gesto que religiosamente realmente significa holocausto). E, provavelmente, tiraram suas roupas para simbolizar sua crença, de que a “verdade nua” sobre Auschwitz, é que lá era um campo de trabalho, não um campo de extermínio, e que suas únicas câmaras de gás tinham como objetivo desinfetar roupas, roupas de cama e matar piolhos, não seres humanos .

Assumindo tal interpretação a pergunta que fica é: por que os manifestantes se esconderam por trás de um simbolismo bizarro e opaco em vez de simplesmente dizerem o que queriam?

Talvez para evitar a prisão, a perseguição, as penas e a destruição de suas perspectivas de carreira? Tais coisas tendem a acontecer com qualquer pessoa que questione abertamente a história forçosamente estabelecida do holocausto.

Quando o debate livre e aberto é proibido, a emoção tende a tomar o seu lugar. Desde que a liberdade de expressão foi reduzida em tantas questões relacionadas ao sionismo – incluindo o revisionismo do holocausto, as ataques de falsa bandeira e o poder dos banqueiros internacionais – a pressão que continua a se acumular em torno desses tópicos está crescendo e pode explodir na população a qualquer momento.

Se explosões de sentimento anti-judaico finalmente entrarem em erupção, os censuradores, patrulheiros e perseguidores terão uma grande parte da responsabilidade.

Referência:

Veterans Today

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Sociedade

“A brasileira morre não por que deseja matar seu bebê mas sim por que quer tê-lo” – Derrubando mitos sobre o aborto

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Um dos vídeos mais icônicos no que diz respeito a expor tudo que está por trás do lobby do aborto é o da palestra da especialista Isabela Mantovani, disponível no Youtube desde 2015. Como falta tempo ou existe má vontade de muitos em lidar com a verdade, o Panorama Livre resolveu transcrever os dados e as partes mais importantes do que foi exposto.

Isabela Mantovani inicia dizendo que deseja desmistificar cinco pontos:

1. Os dados falsos e as estatísticas mentirosas sobre o aborto que são largamente propagados. Ela cita, como exemplo, a falácia que virou mantra: “no Brasil temos 1 milhão, 1 milhão e 500 mil abortos”.

2. A segunda mentira que ela desmistifica é: “com a legalização do aborto, ele diminui” – Ela mostra que quando o aborto é legalizado o número de abortos aumentam.

3. Outro mito que Isabela detona é de que no Brasil, onde o aborto é proibido, há mais abortos que nos países onde ele é legalizado. Ela mostra que tal hipótese absurda é falsa.

4. O quarto ponto desmentido é que no Brasil o número de abortos está aumentando. A especialista mostra justamente que os números de abortos estão diminuindo.

5. Ela encerra brilhantemente, seu último ponto, destruindo a mentira de que o aborto é “questão de saúde pública”. A legalização do aborto tem efeito nulo nos índices de mortalidade materna –  não há relação de causa e efeito entre legalizar aborto e diminuir a mortalidade materna.

Derrubando o mito um – “ocorrem um milhão de abortos no Brasil”

Isabela Mantovani começa expondo da onde saiu o número de que no Brasil há 1 milhão de abortos. Ela descobre que esse falso número é fornecido pelo  Instituto Alan Guttmacher, braço da IPPF – a qual ela classifica como uma grande multinacional do aborto, sendo proprietária de inúmeras clínicas de aborto pelo mundo – e pelo IPAS.

O IPAS, expõe Mantovani, foi fundado na Carolina do Norte, nos anos 1970, e surge para substituir a USAID (United States Agency for International Development), que atuava em conjunto com a Fundação Rockefeller em seu trabalho de diminuição populacional do mundo e controle familiar. A Fundação Rockefeller dividiu seus trabalho em três fases: estudos demográficos que mostrassem o crescimento populacional mundial; o segundo passo foi colocar institutos, centros de planejamento familiar, no mundo todo, incentivando assim a inserção de DIU (dispositivo intrauterino), esterilização forçada nas mulheres entre outros meios; e o terceiro passo foi criar o alarde junto ao governo norte-americano (governo Nixon) de que o crescimento populacional nos países em desenvolvimento trazia sérios riscos a segurança dos Estados Unidos. Nixon então cria, dentro da USAID, um departamento para assuntos populacionais que visa frear o crescimento populacional no mundo – tal departamento, em 15 anos, atingiu US$ 1,7 bilhões em orçamento (menor apenas que o plano Marshall – outro projeto da USAID que visava reconstruir o continente europeu após a segunda guerra).

Com a chegada de Carter ao poder as coisas mudam e ele proíbe que dinheiro público financie aborto fora dos Estados Unidos. Para substituir a USAID, o IPAS é criado com dinheiro privado.

Isabela mostra que o  Instituto Alan Guttmacher prega que para se estimar o número total de abortos você deve pegar o número de internações hospitalares e multiplicar por cinco, já o IPAS diz que você tem que multiplicar por seis – pergunta: da onde foi tirado esse fator de multiplicação? A especialista afirma que eles nunca explicaram da onde isso surgiu e que eles ensinam assim e que as pessoas apenas usam tais métodos e então surgem esses números absurdos.

Vamos aos dados coletados pela especialista:

-Datasus – 2013: 206.270 internações por abortos (espontâneos e provocados).

-Pesquisa Nacional Aborto (UnB e ONG ANIS) – 2010: uma a cada duas mulheres que abortam precisam de internação.

-20 a 25% das internações devido a abortos são por abortos provocados.

Partindo desses dados a estimativa de abortos passa pela conta: 206.270 x 0,25 x 2 = 103.134 abortos no Brasil. .

Então Isabela Mantovani logo pega os Estados Unidos como exemplo e parte para destruir os números mentirosos americanos. Ela expõe que os EUA legalizam o aborto no começo da década de 1970. Vamos aos dados antes da legalização:

-Número absoluto de mortes de mulheres por abortos provocados no EUA: entre 200 e 300 mulheres (não confundir com dados de mortes para cada 100 mil nascituros).

-Número de abortos: 200 mil abortos por ano.

Segundo os que militavam pela legalização do aborto, na época,  o número de mulheres mortas decorrentes de abortos provocados era entre 5 mil e 10 mil e o número total de abortos era de… 1 milhão. Lembrando que na época a população dos Estados Unidos era semelhante a nossa, 200 milhões, coincidência?

Então ela enterra o mito dos milhões de abortos expondo a confissão de um dos maiores militantes pela legalização do aborto, o “doutor” Bernard Nathanson.

“Eu confesso que sabia que os números eram totalmente falsos e suponho que outros, se parassem para pensar sobre isso, também saberiam. Mas, na moralidade da nossa revolução, eram números úteis, amplamente aceitos, então por que não usá-los da nossa forma, por que corrigi-los com estatísticas honestas? A principal preocupação era eliminar as leis [contra o aborto] e qualquer coisa que pudesse ser feita para isso era permitida” (Bernard Nathanson no livro “Aborting America”, 1979, p. 193)

Derrubando o mito dois – “com a legalização do aborto, sua prática diminui”

A especialista, sem muitas delongas, parte logo para os dados:

EUA – legalizado em 1970

*1970 – 193.500 abortos – população 205 milhões

*1975 –  1.034.170 abortos – população 215 milhões

*1980 – 1.553.890 abortos (+626%) – população 227 milhões

*2008 – 1.212.350 abortos (+325%) – população 304 milhões

Suécia – legalizado em 1939

*1939 – 439 abortos

*1949 – 5.503 abortos

*1969 – 13.735 abortos – população 8 milhões

*2010 – 37.698 abortos – população 9,3 milhões

Espanha – legalizado em 1985

*1987 – 16.766 abortos – população 38,6 milhões

*1990 – 37.231 abortos – população 38,8 milhões

*2011 – 118.359 abortos (+488%) – população 46,7 milhões

Inglaterra – legalizado em 1967

Isabela não mostra dados da Inglaterra mas cita o caso do Lord David Steel que 50 anos atrás militava pelo aborto e disse nunca imaginar que os números de abortos seriam tão alarmantes, como revela essa matéria do The Guardian, “Too many abortions: Lord Steel”

Mantovani pontua que isso ocorre porque a geração atual de adolescentes não participou dos debates sobre o tema pois nasceram em uma geração onde matar crianças no ventre já é algo comum e cultural. Reflexos da banalização de assassinar crianças.

Uruguai – legalizado em 2012

Isabela Mantovani explica que no Uruguai também usaram a artimanha de inflar os números de abortos. Primeiro mentiram dizendo que haviam 150 mil abortos, mas o número não bateu com o número de mulheres em idade fértil, então a farsa caiu, houve retratação, o número passou para 50 mil e depois cravaram 33 mil. Em dezembro de 2012 o Uruguai legaliza o aborto e o número de abortos em 2013 bateu 4,5 mil – onde estão os outros 29 mil abortos? Autoridades tentaram afirmar que isso é reflexo da diminuição de abortos mas não convenceram ninguém. Que mulher pensaria – “vou abortar, mas agora que foi legalizado não vou mais”? Não faz sentido.

Derrubando o mito três – “no Brasil há mais abortos que nos países que legalizaram”

Indo direto aos números:

Brasil – 103 mil abortos – população 200 milhões.

França –  200 mil abortos – população 50 milhões

Suécia – 37 mil abortos – população 9,3 milhões

Inglaterra – 100 mil abortos – população 50 milhões

Japão – 200 mil abortos – população 100 milhões

Novamente a especialista cita Bernard Nathanson que dizia que o importante era envolver a mídia para que seus falsos números estejam divulgados em todos os espaços e meios. E completa afirmando que Nathanson dizia que nunca nenhum jornalista perguntou pra ele a origem dos números, a origem dos “1 milhão de abortos” e as pessoas passavam a reproduzir o discurso.

Derrubando o mito quatro – “o aborto está aumentando no Brasil”

Já que o número de abortos é baseado no número de internações hospitalares, Isabela Mantovani mostra que o números das mesmas vem diminuindo ano após ano e o número de curetagens também – que sofreu queda de 12% entre 2008 e 2009. Tudo coerente com os dados de opinião pública pois em 2003, segundo o Ibope, 90% da população era contra o aborto, já em 2005 a aprovação do aborto diminuiu de 10 para 3%, em dois anos a rejeição ao aborto aumentou ainda mais. Já o Data Folha mostrou que, em 1998, 61% das pessoas achavam a prática do aborto algo muito grave e em 2007 esse número subiu para 71% e só 3% consideravam moralmente aceitável tal absurdo.

Então Isabela Mantovani diz que depois disso não apareceram mais pesquisas relacionadas ao tema. Em 2009, Sônia Corrêa disse em um congresso sobre direito reprodutivo na Assembléia Legislativa de São Paulo que a rejeição ao aborto está aumentando ano após ano.

Derrubando o mito cinco – “a legalização do aborto diminui a mortalidade materna”

A legalização do aborto tem efeito nulo sobre a mortalidade materna. A especialista cita o exemplo do Chile – onde a lei do aborto é extremamente restrita – que diminuiu a mortalidade materna de 275 mortes por 100 mil nascidos vivos, na década de 1970, para 18,7, em 2000, sem mexer na legislação do aborto. Já na Índia o aborto é legalizado e a mortalidade materna é altíssima.batendo o número de 200 mortes por 100 mil nascidos vivos.

Fechando com chave de ouro chega a hora de pegar a Polônia como exemplo e é aí que a casa cai para os lobotomizados que defendem a legalização do aborto.

“Veja como a Polônia ela é o calcanhar de Aquiles dessa afirmação [que a legalização diminui a mortalidade materna] por que? Lá quando o aborto era legalizado, na época do regime comunista, a gente tinha uma mortalidade materna de 11, daí com a queda do regime, o aborto foi proibido, a mortalidade materna caiu… para DOIS. Agora eu vou ser honesta com os senhores, eu não vou usar isso daqui para falar, ‘olha legalizar o aborto faz a mortalidade materna aumentar’ – tem gente que usaria, viu? Talvez do outro lado, mas eu não vou ser desonesta com os senhores. Os dados mostram que NÃO há relação entre legalização do aborto e diminuição da mortalidade materna.”, proferiu brilhantemente a especialista Isabela Mantovani.

Mas o que diminuiu a mortalidade materna?

Segundo Mantovani, 92% das causas de morte materna são preveníveis e o que diminuiu é investimento na assistência ao pré-natal, parto e puerpério possibilitando a mulher de acessar o sistema de saúde em tempo oportuno, na hora que ela precisa do sistema.

A palestrante mostra números do Datasus sobre mortalidade materna e suas causas em 2011, o mais atual na época da apresentação:

1610 mortes maternas

-1070 por causas diretas (causas obstétricas como hemorragia, infecção…)

-481 causas indiretas (doenças que a mãe já possuía como diabetes, hipertensão)

-59 causas não especificadas

-135 por abortos, sendo apenas 68 por abortos provocados.

Ou seja 96% das mortes maternas não foram por abortos, mostrando que o coração do problema não está em abortos sejam clandestinos ou não. A brasileira morre não por que deseja matar seu bebê mas sim por que quer parir, ter, seu bebê e não tem acesso a uma estrutura decente.

 

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Geopolítica

União Europeia promete usar novos poderes para barrar governos de “extrema-direita”

O presidente da Comissão Europeia – braço executivo da União Europeia (UE) – cujo líder não é eleito pelo povo, Jean-Claude Juncker prometeu barrar todos os populistas de direita do poder, por todo continente europeu. Isso se daria pouco depois da União Europeia adquirir o poder de exercer “sanções de longo alcance” sobre os governos nacionais eleitos.

De início, Jean-Claude Juncker, o presidente da Comissão Europeia, tinha prometido excluir Norbert Hofer, o líder do Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ), de todas as tomadas de decisão da União Europeia, se o mesmo tivesse sido eleito na Áustria.

“Não haverá nenhum debate ou diálogo com a extrema-direita”, disse o tirânico burocrata liberal.

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O FPÖ tinha sido a força política da Áustria por algum tempo. No entanto, depois de liderar a corrida presidencial, o candidato da direita perdeu por 0,6% para o Partido Verde, após a estranha inclusão dos votos por correspondência. Isso obviamente depois de meses de campanha midiática dos jornais da Europa que chamavam Norbert Hofer de “extrema-direita”.

Os populistas de direita estão periodicamente no topo das corridas presidenciais em todo o continente, como na França, Suécia, Holanda, e mais recentemente Áustria. Outros partidos da chamada “extrema-direita” já estão no poder na Hungria, na Polônia e na República Tcheca. As pautas pregam campanha anti-imigração e nacionalismo.

A definição do Sr. Junker para “extrema-direita” é um tanto quanto ampla, visto que ele já descreveu o presidente conservador da Hungria, Viktor Orbán, como um “fascista”.

Com a onda democrática em todo o continente rumando para a direita, a Comissão anti-democrática poderia estar comprando um grande desafio ao tentar excluir todo e qualquer governo eleito que consideram “extrema-direita”.

Possível embate entre União Europeia e governos nacionais

A partir de 2014, a Comissão recebeu um lote de novos poderes que poderiam plausivelmente usar para destituir um governo. Poderes esses que já estão sendo mobilizados contra os líderes conservadores da Polônia.

A Comissão pode agora aplicar uma “regra do mecanismo da lei” (artigo 7.º do TUE) contra nações que os burocratas julguem como desviadas das “tradições constitucionais comuns dos Estados-Membros.” Em última análise, “sanções de longo alcance” poderiam ser exercidas, e um país pode ser despojado de todos os direitos de voto na União Europeia e ter seu financiamento bloqueado.

Em janeiro deste ano, Frans Timmermans, “vice-presidente” da primeira Comissão não eleita, que está a cargo dos “direitos humanos”, disparou o mecanismo pela primeira vez contra o governo da Polônia, que chegou ao poder com um recorde de votos, na eleição de 2015.

O novo governo entrou em confronto com sua corte constitucional sobre a nomeação de novos juízes liberais e a organização da televisão estatal da Polônia.

Mr. Timmerman e a Comissão deram um ultimato a Polônia e um prazo para o governo polonês recuar que expirou no dia 23 de maio.

Um comissário chegou a viajar para a Polônia para “negociar” com o governo local e ainda sim não há precedentes para indicar o que pode ou vai acontecer a partir desses próximos meses.

No entanto a reação já começou contra os novos líderes anti-democráticos das potências da União Europeia. Viktor Orbán, presidente da Hungria prometeu ajudar a Polônia na luta contra a Comissão, e outras nações do Grupo de Visegrád (aliança entre Hungria, Polônia, República Checa e Eslováquia) podem se juntar a crescente coalizão.

“No futuro, por favor, tenha mais limites em instruir e repreender o parlamento e o governo de um país soberano, democrático”, escreveu o ministro da Justiça polaco Zbigniew Ziobro ao arbitrário Frans Timmermans, em janeiro.

“Esta não é a união, não é o tipo de associação que nós concordamos”, disse Witold Waszczykowski, finalizou o ministro das Relações Exteriores polonês.

Referência:

Breitbart

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Sociedade

Governo católico e nacionalista da Polônia é alvo de carta aberta de oposição alinhada a União Europeia

Na Polônia, o governo católico e nacionalista, eleito em outubro de 2015, não alinhado aos interesses globalistas, já sofre perseguição. Uma carta aberta assinada por três ex-presidentes, sete políticos da oposição e outros ativistas, pediu ao povo polaco para “defender a democracia” contra o mandato do governo de direita que foi democraticamente eleito. A carta foi publica no jornal de maior circulação da Polônia. O assunto já chegou até o parlamento da União Europeia.

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A direita católica está no poder, com o partido Lei e Justiça (PiS), que ganhou as eleições parlamentares tendo 37,6% dos votos em 2015 na Polônia. O partido Lei e Justiça – alvejado na carta – já reagiu e deu uma resposta a carta afirmando que foram escolhidos pelos poloneses para dar novos rumos ao país.”Os poloneses escolheram o Lei e Justiça nas eleições parlamentares, eles escolheram o programa do PiS e deram-nos a responsabilidade de conduzir os assuntos poloneses. Esta foi a livre escolha dos poloneses “, afirmou o primeiro-ministro Beata Szydło, segundo reportou a Rádio Polônia.

Mas talvez o mais convincente dos comentários veio de um porta-voz para o escritório do primeiro-ministro, que disse -“Eu aconselho estes senhores a entrarem em acordo com os resultados da eleição (de outubro de 2015)”, na qual o partido Lei e Justiça chegou ao poder com uma vitória esmagadora. “É a nação, não poucos homens, que decidem quem governa o país”, decretou.

A carta destilou fúria contra o que chamou de “leis draconianas como a proibição absoluta do aborto”, e ameaçou os líderes do Partido Lei e Justiça, alegando que, “os culpados de violarem a Constituição devem assumir a responsabilidade.”

A carta foi assinada pelos ex-presidentes Lech Walesa, Aleksander Kwasniewski e Bronisław Komorowski; por ex-ministros estrangeiros, incluindo Włodzimierz Cimoszewicz e Radosław Sikorski; bem como ex-oposicionistas da era comunista.

O atual vice-primeiro-ministro, Piotr Glinski, não ficou impressionado, dizendo a TVN24 que a linguagem da carta era “absurda”. “É absurdo afirmar que a democracia na Polônia está sob ameaça” e insistiu que a crítica trata-se apenas da “opinião privada”dos indivíduos.

As reivindicações da carta fazem menção a uma “erosão constitucional” e referem-se ao fato de o partido Lei e Justiça promulgar leis que lhes permitem terem mais poder, o que eles vêem como o “tribunal constitucional ‘antidemocrático'”, além de conseguirem mais poder na emissora de TV pública da Polônia.

O partido é bastante aberto sobre sua afiliação com a Igreja Católica, na Polônia, e critica de forma ampla, em alto e bom som, o casamento de pessoas do mesmo sexo, a fertilização in vitro e o aborto. Nas últimas semanas, por exemplo, o partido Lei e Justiça fez a Polônia se tornar o único país da União Europeia (UE) que proíbe totalmente o aborto.

Isso chocou grupos que se dizem “democráticos” ligados as agendas progressistas financiadas por grandes magnatas como George Soros, Fundação Ford, Fundação Rockefeller, entre outras, mas a decisão fez clara alusão ao manifesto do partido Lei e Justiça de valores pró-família, que foi votado em massa pelo povo polonês.

As alegações da carta batem com as do Parlamento Europeu, que votou este mês uma resolução acusando o partido Lei e Justiça de minar a democracia na Polônia, antes de passarem a questão para o Conselho Europeu para novas ações.

A Santa Igreja e o nacionalismo são fortes na Polônia

Ao contrário do Brasil, onde o governo precisa pagar mercenários para estes se dizerem pró-governo, na Polônia uma multidão se forma espontaneamente a favor do governo e de suas pautas tradicionalistas. Pessoas que sabem se defender das garras internacionalistas das causas progressistas e suas sabotagens e se fincam na tradição construtora de civilizações da Igreja Católica. Um povo que por vários anos viveu nas trevas do comunismo, hoje entendeu que a liberdade e a salvação precisam ser defendidas de inimigos externos que só desejam explorar o país e seu povo. A resposta será dada a União Europeia e a quem mais for marionete do globalismo.

Referência:

Breitbart

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Sociedade

Imigrantes mexem com casal errado e se dão muito mal

O vídeo foi postado em polonês, mas se passa na China, e nele dois imigrantes espreitam um casal de turistas que batia fotos. Um dos imigrantes mexe no cabelo da mulher gerando uma reação imediata do homem que a acompanhava. Ouve-se claramente o grito em inglês “stay away” ou “fique longe”. Após lutar e derrubar os dois imigrantes com socos, chutes e pisões, o homem ainda é alvejado por mais outros dois agressores que, no fim, também tiveram a mesma sorte dos sujeitos que iniciaram o ataque. O vídeo originalmente é de 2011.

 

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