Geopolítica

Caso Romanov: investigadores consideram a possibilidade de assassinato ritual

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Uma reviravolta pode se dar no famoso caso do assassinato da família Romanov, quase 100 anos depois: investigadores na Rússia planejam realizar uma investigação com “análises psicológicas e históricas” para verificar se a morte do último czar russo Nicolau II e sua família em 1918 foi ou não um ritual de sacrifício feito pelos bolcheviques.

“Os pesquisadores planejam realizar análises psicológicas e históricas para determinar se a chacina contra a família real russa foi um assassinato ritual”, anunciou um porta-voz do Comitê de Investigação Russo – a agência que trata dos crimes especialmente importantes e ressonantes – em uma coletiva em Moscou dedicada à sondagem do assassinato dos Romanov.

Svetlana Molodtsova revelou que o Comitê de Investigação planeja formar um grupo especial de especialistas composto por representantes da Academia Russa de Ciências, das universidades de Moscou e São Petersburgo e da Igreja Ortodoxa Russa. Ela acrescentou que os especialistas começarão a trabalhar após a conclusão de um grande projeto de pesquisa dos arquivos, que já estava em andamento no momento da coletiva.

O secretário da comissão para o exame dos restos da Família Real – proveniente da Igreja Ortodoxa Russa –  Bispo Tikhon, disse que Nicolau II continuou sendo uma figura simbólica e sagrada, mesmo após sua abdicação em 1917. Portanto a teoria do assassinato ritual faz sentido.

“O assassinato do czar e sua família foi um ato muito especial com um significado ritualístico e simbólico, que acabou com a dinastia Romanov de 300 anos, que era detestada pelas novas autoridades”, disse Tikhon. “Os bolcheviques e seus capangas de todos os tipos não eram estranhos a simbolismos rituais muito inesperados e diversos”, acrescentou, citando o mausoléu de Vladimir Lenin em Moscou como um exemplo de um edifício com elementos ritualísticos típicos.

“Em 2015, quando a nova investigação começou, foi anunciado que os pesquisadores analisariam todas as teorias sem uma única exceção. Seria estranho, pelo menos, se hoje excluíssemos apenas uma teoria da pesquisa feita por historiadores profissionais e especialistas forenses”, afirmou.

Comunidade judaica demonstra preocupação em relação as investigações

O porta-voz principal da Federação das Comunidades Judaicas da Rússia, o rabino Boruch Gorin disse à Interfax que ele e seus co-crentes ficaram chocados com as declarações feitas pelos representantes do Comitê de Investigação e da Igreja Ortodoxa Russa.

O rabino observou que os representantes do Comitê e da Igreja não chegaram a ligar o assassinato da família Romanov aos judeus em suas declarações. No entanto, segundo o rabino, qualquer pessoa educada, que conheça a história dessas acusações, entenderia que tal teoria significava que o assassinato era um ritual da Cabala organizado pelos membros judeus do Partido Bolchevique.

“Nós, como uma comunidade judaica, ficamos chocados não só por causa do absurdo de tais pressupostos. Os mitos sobre a existência de assassinatos rituais se relacionam com vários cultos e religiões, mas na Rússia isso se tornou um mito anti-semita típico, usado pela propaganda anti-semita durante várias décadas”, disse Gorin. “Em nossa opinião, o absurdo desta teoria é evidente, porque é óbvio que o assassinato foi cometido por ateus completos – pessoas que rejeitavam qualquer fé, em qualquer poder para além do que pode ser feito com suas próprias mãos”.

O bolchevismo era judaico e não ateu

A preocupação do rabino russo é pertinente pois qualquer estudioso que se aprofundou no tema sabe que o bolchevismo foi todo organizado e movido por judeus, com auxílio da maçonaria e muito dinheiro de banqueiros israelitas de Wall Street, como diversas obras historiográficas registram – entre elas “As Forças Secretas da Revolução” de Leon de Poncis e “Under the Sign Of The Scorpion” de Jüri Lina. O próprio presidente russo Vladimir Putin afirmou perante a comunidade judaica da Rússia que entre 80 e 85% dos revolucionários bolcheviques eram judeus.

 

 

Outro fato a ser levado em conta era uma charge que circulava entre judeus russos – tanto por cartões postais ou por seus jornais – justamente na época do assassinato da família Romanov, que representava um religioso judeu sacrificando uma ave cuja cabeça era a do Czar Nicolau II, dando a entender que o imperador russo ia ser sacrificado.

 

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O último imperador russo, sua esposa e cinco filhos foram mortos por um grupo de bolcheviques em meados de 1918, fora da cidade de Ekaterinburg, nos Montes Urais. Suas covas foram descobertas em 1991 e 2007, e em 2000 a Igreja Ortodoxa Russa canonizou Nicholas II e seus familiares como mártires e santos.

Os seus restos foram retirados de túmulos não identificados e recolocados no sepulcro da dinastia Romanov na Catedral de São Pedro e Paulo em São Petersburgo. No entanto, a Igreja Ortodoxa Russa se recusou a reconhecer os vestígios como autênticos devido à evidências insuficientes. Em 2015 a investigação sobre os assassinatos foi retomada.

 

Referência: RT

 

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Economia

Maduro entrega Venezuela para Goldman Sachs e dívida do país pode chegar a 250% do PIB

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Após o colapso da economia venezuelana, começou a liquidação do país aos entes bancários do eixo Wall Street-Londres-Tel Aviv. Em poucas semanas o regime socialista de Nicolás Maduro se ajoelhou diante do cartel bancário e vendeu por 865 milhões de dólares, títulos com valores nominais de 2,8 bilhões a famosa casa bancária judaica usureira Goldman Sachs, que deverá receber em cinco anos (2022) a quantia de 3,65 bilhões de dólares.

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A operação se deu por meio do Banco Central da Venezuela que vendeu alguns títulos com vencimentos em cinco anos, porém favorecendo a usura dos bancos em detrimento da saúde econômica da nação. Com a operação, o governo deve devolver quatro vezes o valor recebido, com juros acumulados de 300%, de acordo com o Wall Street Journal.

Os títulos obtidos pelos gerentes financeiros da Goldman Sachs de 2,8 bilhões de dólares são da Petroleos de Venezuela (PDVSA). O valor comprado representa mais de 90% da emissão de 3 bilhões de dólares em títulos feito pelo Banco Central da Venezuela.

Foi uma grande trapaça, um grande golpe contra a Venezuela emitir 3 bilhões de dólares em títulos e vender mais de 90% por apenas 865 milhões, ainda mais de uma empresa estratégica e vital ao país como a petrolífera PDVSA.

Com a inflação prevista para atingir 1000% no fim do ano, a oposição do país está furiosa com o fato da Goldman Sachs ter negociado e dado sobrevida através de crédito ao Banco Central da Venezuela – o proprietário anterior dos títulos da petrolífera estatal PDVSA – injetando assim crédito no regime socialista de Maduro.

Todavia o fato grave não se trata apenas de prover o governo socialista de Maduro ajudando-o a ter dinheiro em caixa, porém a grande desgraça é o leilão e o entreguismo dos recursos geoestratégicos venezuelanos.

A imoral firma de Wall Street diz que comprou o bloco de títulos, com o preço em cerca de 31 centavos de dólar cada papel, através de um corretor, não interagindo assim diretamente com o governo, porém isso é o de menos – se o próprio governo vendeu o país, seria uma casa bancária estrangeira a se importar com o povo?

Tal episódio só prova mais uma vez a relação íntima do cartel bancário judaico com regimes ditatoriais socialistas. Por que a ditadura de Maduro não recorreu, por exemplo, ao BRICS, ou até mesmo a seus países em termos individuais, como China ou Índia?

Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela envia carta ao CEO da Goldman Sachs – Parlamento alerta sobre calote

O Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Julio Borges, enviou uma carta ao CEO da casa financeira Goldman Sachs, o judeu, Lloyd Blankfein. Para o político, “a operação concede uma tábua de salvação para o governo autoritário do ditador Maduro. Sua decisão de ajudar um regime ditatorial supõe uma violação ao Código de Conduta e a Declaração dos Direitos Humanos da Goldman Sachs”, dizia a carta de Borges.

Julio Borges acusa a empresa de “ganhar alguns dólares fáceis à custa do sofrimento do povo venezuelano”. Ora, por que Lloyd Blankfein se importaria com o sofrimento e com o empobrecimento de meros impuros ou goyim venezuelanos?

De acordo com estimativas do analista venezuelano Frank Muci, que estudou o acordo, tal empreitada poderia elevar a dívida do país a exorbitantes 250% do PIB em apenas 4 anos.

“A razão é simples: se você tem que fazer dívida a taxas tão elevadas, eles [do governo] serão obrigados a tomarem mais dívidas para pagarem os enormes juros da velha dívida que se amontoam exponencialmente… até que algo a quebre”, explicou Muci.

No entanto, a oposição venezuelana tem alertado repetidamente que não reconhece qualquer dívida que não foi autorizado pela Assembleia Nacional, visto que a mesma não aprovou nenhuma das operações realizadas por Maduro desde janeiro de 2016.

Referências:

Economia Hoy

Reuters

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