Sionismo

Armas e kits médicos de Israel são confiscados com terroristas da Al-Qaeda nas Colinas de Golã

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O exército sírio (SAA) frustrou outro grande ataque de terroristas ligados à Al-Qaeda nas Colinas de Golã, no último fim de semana. Os jihadistas tentaram aproveitar uma grande provisão de equipamentos fornecidos por Israel porém o material foi confiscado pelas forças do regime sírio.

De acordo com o Regimento Golani, das Forças de Defesa Nacional (NDF), o exército sírio apoderou-se de kits médicos e armas fornecidas por Israel pertencentes ao grupo militante “Hay’at Tahrir Al-Sham” da Al-Qaeda, perto da cidade de Hamadiyah, neste último domingo (2).

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Um dos kits médicos israelenses capturados com os terroristas

O exército israelense tem ajudado constantemente os jihadistas nas Colinas de Golã com ataques aéreos corriqueiros às posições do exército sírio de Bashar al-Assad, perto da cidade de Al-Ba’ath.

Com o auxílio dos ataques aéreos israelenses, os terroristas se aproveitaram para avançar contra as defesas do exército sírio e chegaram inclusive a romper as linhas de frente das forças sírias na cidade de Al-Ba’ath.

Referência:

Al Masdar News

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Geopolítica

13 postagens de Donald Trump alertando os EUA para não atacarem a Síria

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Donald Trump mudou de postura – na terça-feira (4) criticou Barack Obama dizendo que sua “inação” levou o regime Assad a fazer um ataque químico mortal em Idlib, para então, nesta quinta-feira (6), lançar arbitrariamente um ataque direto a Síria.

O mero pensamento lógico e as condições materiais do conflito mostram que Bashar al-Assad jamais cometeria tal atrocidade.

Primeiro, que o regime sírio já está dominando as principais cidades do país e combate o Estado Islâmico em distritos que cedo ou tarde voltarão a seu controle, estando com a guerra praticamente ganha, isso tudo sem ter precisado usar armas químicas.

Segundo, que o governo não possui armas químicas porém o Estado Islâmico sim, já tendo usado inclusive contra o exército sírio, além de já ter tido laboratórios e fábricas de químicos desmanteladas.

Desta maneira ficou claro que Trump aderiu a falsa narrativa judaica, de que Assad atacou o próprio povo com químicos, para ter uma desculpa para mudar de lado e tomar medidas que beneficiam Israel e seus terroristas na região – já que a ocupação sionista assume há tempos que prefere o Estado Islâmico, na Síria, a regimes aliados do Irã.

Sendo claro: o ataque americano liderado por Trump ajuda o Estado Islâmico e a Al-Qaeda na região, todavia Trump ainda aproveitou para alfinetar Obama:

“O presidente Obama disse em 2012 que iria estabelecer uma ‘linha vermelha’ contra o uso de armas químicas porém não fez nada. Essas ações hediondas do regime Bashar al-Assad são uma consequência da fraqueza e indecisão da última administração”, disse cinicamente Donald Trump.

Porém digamos que Trump se “esqueceu” de sua própria postura diante da guerra na Síria, ao clamar, durante anos, que  Obama “não deveria atacar a Síria” e que caso o fizesse, precisaria da aprovação do congresso.

As 13 postagens abaixo, feitas por Trump, provam que ele entende as consequências de atacar a Síria e que por motivos maiores e ocultos, mudou de lado, atacando tal nação sem a aprovação do congresso e muito menos sem esperar a conclusão das investigações relacionadas ao suposto ataque químico de Idlib:

1. “O que nós conseguiremos bombardeando a Síria além de mais débitos e possivelmente um conflito a longo prazo? Obama precisa de aprovação do congresso [para bombardear a Síria]”

2. Se Obama atacar a Síria e civis inocentes se machucarem ou morrerem, ele e os EUA vão parecer muito maus

3. “‘Sr. Trump você atacaria a Síria ou não?’ Não, vamos fazer nosso país grande novamente enquanto eles lutam a guerra deles”

4. “‘Como você trataria a situação da Síria caso presidente?’ Eu deixaria eles lutarem uns com os outros – foco nos EUA!”

5. “Se os EUA atacarem a Síria e atingirem os alvos errados, matando civis, haverá um inferno mundial para pagarmos. Fique longe e conserte o quebrado EUA.”

6. “O que digo é fique longe da Síria.”

7. “A única razão pela qual o Presidente Obama quer atacar a Síria é para preservar sua cara [reputação] sobre sua estúpida declaração da linha vermelha [que não deveria ser ultrapassada]. Não ataque a Síria, conserte os EUA.”

8. “NOVAMENTE, PARA O NOSSO LÍDER INSENSATO, NÃO ATAQUE A SÍRIA – SE VOCÊ O FIZER MUITAS COISAS RUINS ACONTECERÃO E DESTE COMBATE OS EUA NÃO CONSEGUIRÃO NADA!”

9. “A Rússia está enviando uma frota de navios para o Mediterrâneo. A guerra de Obama na Síria tem potencial para se transformar em um conflito mundial.”

10. “Presidente Obama, não ataque a Síria. Não há nenhuma vantagem e sim uma tremenda desvantagem. Guarde sua “tacada” para outro (e mais importante) dia!”

11. “Não ataque a Síria – um ataque nos trará nada além de problemas para os EUA. Foco em tornar o nosso país forte e grande novamente!”

12. “Devemos parar de falar, ficar fora da Síria e de outros países que nos odeiam, reconstruir nosso próprio país e torná-lo forte e grande novamente – EUA!”

13. “Não devemos atacar a Síria mas se eles fizerem o movimento estúpido, por fazer, a Liga Árabe, cujos membros estão rindo da gente, devem arcar!”

Referência:

Middle East Eye

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Sociedade

Protesto contra censura da Amazon à livros que negam o holocausto? Manifestantes nus fazem ato em Auschwitz

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Uma coisa insólita aconteceu no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, na última sexta-feira (24): cerca de 12 pessoas, todas nuas, sacrificaram uma ovelha e acenderam uma fogueira, no famoso campo de concentração, bem em frente ao famoso portão com a frase, “Arbeit Macht Frei” ou “O Trabalho te liberta”.

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As motivações do ato não ficaram claras porém o jornal judaico mais antigo dos Estados Unidos, o Daily Forward, sugeriu que o protesto poderia estar associado a Ucrânia. Porém não há muita lógica em protestar pela Ucrânia em Auschwitz.

A explicação mais coerente seria que o protesto se deu contra a decisão da Amazon de retirar e proibir em suas lojas centenas de livros que questionam vários aspectos e dados da narrativa oficial sobre o holocausto.

Talvez os manifestantes tenham acendido uma fogueira para simbolizar a “queima de livros” por parte da Amazon. Talvez eles tenham abatido uma ovelha para simbolizar a “matança do cordeiro” (o assassinato de sua capacidade de pensamento livre e também o gesto que religiosamente realmente significa holocausto). E, provavelmente, tiraram suas roupas para simbolizar sua crença, de que a “verdade nua” sobre Auschwitz, é que lá era um campo de trabalho, não um campo de extermínio, e que suas únicas câmaras de gás tinham como objetivo desinfetar roupas, roupas de cama e matar piolhos, não seres humanos .

Assumindo tal interpretação a pergunta que fica é: por que os manifestantes se esconderam por trás de um simbolismo bizarro e opaco em vez de simplesmente dizerem o que queriam?

Talvez para evitar a prisão, a perseguição, as penas e a destruição de suas perspectivas de carreira? Tais coisas tendem a acontecer com qualquer pessoa que questione abertamente a história forçosamente estabelecida do holocausto.

Quando o debate livre e aberto é proibido, a emoção tende a tomar o seu lugar. Desde que a liberdade de expressão foi reduzida em tantas questões relacionadas ao sionismo – incluindo o revisionismo do holocausto, as ataques de falsa bandeira e o poder dos banqueiros internacionais – a pressão que continua a se acumular em torno desses tópicos está crescendo e pode explodir na população a qualquer momento.

Se explosões de sentimento anti-judaico finalmente entrarem em erupção, os censuradores, patrulheiros e perseguidores terão uma grande parte da responsabilidade.

Referência:

Veterans Today

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Judaísmo

Crianças judias de 3 anos são ensinadas que os não-judeus são malignos em escola de Londres

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Uma escola judaica do norte de Londres estava ensinando as suas crianças judias de três anos que os não-judeus são pessoas “malignas”,  como mostra uma cartilha passada pela própria instituição de “ensino”.

Documentos obtidos pelo jornal inglês The Independent, em setembro de 2015, revelam que as crianças são ensinadas sobre o horror do holocausto ainda no jardim de infância, com apenas 3 anos de idade, na escola Beis Rochel, só para meninos, no norte de Londres.

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Um denunciante que preferiu permanecer anônimo mostrou um trabalho passado aos meninos, na faixa etária entre 3 e 4 anos, onde as crianças foram convidadas a completar perguntas relacionadas ao feriado de Kislev, seguido por judeus do grupo Satmer, como por exemplo o dia em que seu fundador o “santo” Rebe, Rabi Yoel Teitelbaum, escapou dos nazistas.

O documento refere-se aos nazistas apenas como “goyim” – termo usado para não-judeus e que algumas pessoas acreditam ser ofensivo.

Emily Green, que ensinava no mesmo colégio só que no setor das meninas, de Beis Rochel, agora preside a organização Gesher, da União Européia, que apóia os judeus ultra-ortodoxos que desejam deixar a comunidade.

“Não é raro ensinarem que pessoas não-judaicas são más nas escolas ultra-ortodoxas judaicas pois é parte das orações, do ensino, de todo o ethos. Psicologicamente, você se torna tão temeroso do mundo lá fora, depois de ser ensinado que todos os não judeus são perigosos, maus e ruins, tornando para muitos mais difícil de saírem de lá”, observou Emily Green chamando o fato de “doutrinação”.

O The Independent traduziu do iídiche a primeira pergunta da cartilha: “O que os goyim malignos (não-judeus) fizeram com as sinagogas e cheders (escolas primárias judaicas)?” – A resposta que se lê no trabalho é: “Queimaram!”

Outra pergunta impactante do odioso material é: “O que os goyim queriam fazer com todos os judeus?” – e a resposta, de acordo com o trabalho, é: “Matá-los”.

” [O material] Não se refere explicitamente ao Holocausto. É um documento que ensina crianças muito novas a terem muito medo e a tratar os não-judeus de maneira muito suspeita por causa do que eles fizeram para nós no passado. Não é uma aula de história – você não pode dizer isso. É uma parábola que está ensinando ativamente as crianças o extremismo, ódio e um medo para com o mundo exterior.”, explicou a fonte que não quis se identificar.

Um porta-voz de Beis Rochel disse que as cartilhas serão consertadas e pediram desculpas por qualquer ofensa. No entanto, eles argumentaram que a frase “goyim” não era ofensiva e que as acusações de que eles estavam doutrinando crianças eram “sem base”.

“A linguagem que usamos não foi de modo algum intencionada para causar ofensa, agora isso foi trazido à nossa atenção, vamos nos esforçar para usar uma linguagem mais precisa no futuro”.

Muitos estudiosos do Talmud também apontaram trechos contendo ódio

O Talmud, livro judaico que é uma compilação de ensinos rabínicos, possui trechos que pregam a segregação e o ódio a cristãos e não-judeus. Foi o que expôs o estudioso Justina Pranaitis, no fim do século XIX e começo do século XX, na obra “O Talmud desmascarado” (clique aqui).

Outra obra que trata do assunto é a de Michael A. Hoffman II e Alan R. Critchley, chamada “A verdade sobre o Talmud” (clique aqui).

Referência:

The Independent

 

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Sionismo

Israel bombardeia cidade controlada pelo governo sírio

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A força aérea de Israel atacou na noite deste terça-feira (29) a cidade de Al-Saboorah’s, na Síria, município a oeste de Damasco e área controlada pelo regime de Bashar al-Assad. Quatro explosões foram ouvidas e a suspeita é que Israel tentou alvejar representantes do Hezbollah que estariam na cidade que fica próxima da rodovia que liga Beirute, capital do Líbano, a Damasco – capital da Síria.

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O avião israelense fez o ataque, usando o míssil de longo alcance “Popeye”, após violar o espaço aéreo libanês porém não chegou a invadir o espaço aéreo da Síria pois a distância necessária para o bombardeio, a partir do Líbano, era o suficiente para a execução do ataque.

Chefe de Inteligência de Israel diz que enfraquecimento do Estado Islâmico não é bom

Novamente Israel ataca uma região na Síria controlada por aqueles que verdadeiramente combatem o Estado Islâmico: o governo Assad e o Hezbollah. O ataque se dá dias após o chefe de inteligência de Israel, Maj-Gen Herzl Halevi, declarar que o enfraquecimento do Estado Islâmico significa o fortalecimento dos inimigos de Israel.

“Enquanto o grupo terrorista Estado Islâmico estiver se enfraquecendo e seu chamado califado estiver encolhendo, isso também significava que o Irã e seu representante libanês, o Hezbollah, estarão ganhando e isso não seria bom para Israel”, disse Herzl Halevi em uma conferência na Universidade de Tel Aviv, na última segunda-feira (28).

Referências:

Al Masdar News

Al Manar TV

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Sionismo

Israel não quer vitória do regime Assad e pede mais apoio aos terroristas

O governo de Israel está preocupado com uma vitória do regime Assad na Síria. Para os líderes israelenses uma vitória de Bashar Al-Assad seria uma vitória dos seus aliados – e inimigos de Israel – Irã e Hezbollah, segundo artigo do portal israelense Haaretz.

O subtítulo do artigo expõe: “A intervenção russa tem pendido a balança, e Jerusalém está preocupada com uma vitória do regime (Assad), o que bem seria uma vitória do Irã. Para evitar isso, as autoridades israelenses acreditam que o Ocidente deve intervir em favor dos rebeldes moderados (terroristas).”

Este apelo claro para que os países ocidentais ajudem os terroristas que estão na Síria revelam muito sobre o estado sionista que busca perpetuar o conflito e aproveitar um vácuo que seria deixado com a balcanização da Síria para aumentar seu próprio território, construindo assim a tão sonhada Grande Israel, um território que iria do rio Nilo ao Eufrates.

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Além da vitória Síria significar o adiamento do sonho da Grande Israel outros pontos levantados pelo artigo são que uma vitória de Assad significaria também uma vitória dos seus aliados Irã e Hezbollah. Em segundo lugar, apesar dos fortes ​​bombardeios russos e confrontos internos em suas fileiras, a oposição síria (terrorista) está longe de ser vencida, dando ainda esperança para uma reabilitação que pode vir com ajuda dos aliados de Israel e por fim que o Ocidente deve despertar da sua passividade e tente enviar de fato uma ajudar militar para – o que as autoridades israelenses descrevem como uma espécie de terceira força – os rebeldes sunitas menos extremistas e para as milícias curdas, para que eles, também fiquem contra o regime, bem como contra o Estado Islâmico.

Lembrando que a Rússia já cooptou os curdos para lutarem ao seu lado e inclusive os ajudam com armamento, como mostrou o Panorama Livre, em 26 de janeiro.

Sobre os rebeldes sunitas “menos extremistas”, esses estão atualmente escondidos em Aleppo que é reduto do Estado Islâmico. Israel tenta de uma maneira discreta e falha pedir ajuda para que os terroristas financiados pelo ocidente recebam uma ajuda de exércitos nacionais – algo que pode ocorrer por exemplo caso Turquia e Arábia Saudita invadam a Síria.

Em outubro de 2015, o presidente russo Vladimir Putin mandou um recado aos aliados de Israel perguntando a seus líderes se eles sabiam diferenciar um rebelde moderado de um não-moderado.

Naturalmente, nada disto é novo. Em dezembro, o ministro da defesa de Israel, Moshe Ya’alon, não escondeu quem Israel apoia na Síria – “Parece-me, que nós, Israel, estamos no mesmo campo dos sunitas”.

E não vamos esquecer outra famosa pérola de Moshe Ya’alon: “Na Síria, o Estado Islâmico é preferível ao Irã”.

Outra declaração que reforça o desejo israelense de perpetuar a guerra na Síria foi dada pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu ao afirmar dia 22 de janeiro, em Davos – Suíça, que a solução mais benigna para a Síria seria a sua balcanização.

Referência:

Russia Insider

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