Sociedade

Os amados temas da odiada mídia

Muito se vê a esquerda bradando contra a grande mídia com alcunhas to tipo “mídia golpista”, “esgotosfera”, entre outros termos. Porém essa mesma mídia tão demonizada por vários gurus esquerdistas é a mesma que coloca no topo da opinião pública, os temas e causas tão defendidos pelos bastiões marxistas.

Vejamos, se não fosse a mídia e a indústria cultural, temas como aborto, causa gay, causa negra, feminismo, ambeintalismo, indigenismo entre outros, nunca seriam debatidos com tanto afinco e fanatismo. O lobby a favor dessas causas, assim como todas as causas da esquerda, as quais foram financiadas pela banca sionista, sempre vieram de cima para baixo, ou seja, da elite para a massa. Se notarmos como é o comportamento dos principais veículos de comunicação, fica nítido como a grande mídia sempre jogou gasolina e empurrou o gado a debater os temas anteriomente citados.

Pautas muito mais importantes nunca foram debatidas com o clamor público das causas da esquerda, simplesmente por não aparecerem no noticiário ou em filme e novelas. Em 2005, o brasileiro – por meio de um plebiscito – disse querer o armamento civil. Apesar da vitória da maioria, o assunto foi esquecido e nunca mais recebeu o clamor popular. Outro exemplo é o projeto atômico/nuclear brasileiro, importante tanto por sua geração de energia barata quanto para fins de defesa, visto que estamos em um mundo cada vez mais turbulento.

Em contrapartida, o aborto, recebeu um programa inteiro dedicado pela “golpista” Rede Globo, na terça-feira, 28 de outubro, de 2014. Muitos ainda acreditam que a elite por trás da Globo, que promove essa agenda, tem o intuito de lutar pela liberdade e o direito das mulheres, quando na verdade trata-se apenas de uma causa neomalthusiana, de redução populacional.

Outro caso recente dos orgãos de comunicação brasileiros colocando lenha na fogueira para um debate inútil, que durou semanas, foi o caso de “racismo” no jogo Grêmio e Santos, pela Copa do Brasil. Transformaram o ato de gritar “macaco” em um estádio de futebol, em algo pior que o desvio de verbas em empresas públicas, em algo pior que ser ligado a narcotraficantes ou expropriar cidadãos brasileiros de suas terras para entregá-las a orgãos internacionais. Não satisfeitos, os senhores da comunicação foram incapazes de explicar a diferença entre uma injúria racial e o crime de racismo em si, levando o cidadão desatento ao erro de julgamento.

Outro caso clássico que só leva a divisão da unidade nacional – sendo esse um dos grandes interesses de forças internacionais – é a troca de farpas entre os que nasceram no Nordeste e os que nasceram no Sul/Sudeste. Mas os barões da comunicação não estão interessados na paz e na cooperação entre brasileiros e obviamente transformarão um exemplo micro, único, de ofensa, em uma guerra separatista.

Então o formato é o seguinte: noticia-se um caso único – quanto mais repercutir, mais acontecerá – quanto mais acontecer, mais noticia-se – quanto mais noticia-se, mais repercute – quanto mais repercute, mais acontece e assim Ad Eternum. Desta maneira o caos é espalhado e então destroi-se a unidade da nação.

É incrívrel como os, ditos, “cabeça aberta” progressistas só debatem e, unicamente, debatem temas propagados pela grande mídia.

Já fazem alguns meses que São Paulo sofre com a falta de água. Algum cabeça aberta, cult, alternativo, sequer citou a existência do aquifero Guaraní, um dos maiores reservatórios de água doce do mundo? Algum militante “anti mídia golpista” jogou na mesa uma possível geoengenharia feita visando parar as chuvas? Nos últimos anos era clichê ouvir das autoridades paulistas que “choveu em um dia, o que era pra chover em semanas/em meses”. E de um ano para o outro acabaram as chuvas?

Não é questão de afirmar que o motivo da falta de chuvas, em São Paulo, se dá graças a geoengenharia, mas um debate sério, com um tema novo e que parece ter poder para interferir na vida de milhões, não mata ninguém, concordam? Ou há algo a esconder?

Há muitas pessoas que se colocam na esquerda, que têm boas intenções e querem o bem do próximo e de si. Digo que já está na hora dessas pessoas perceberem que elas só têm opiniões formadas sobre temas abordados pela tão achincalhada grande mídia. Faça um teste, pergunte a sí mesmo sobre que temas você tem opinião formada e você perceberá que segue uma agenda, uma engenharia social, sem nem ao menos se dar conta.

Temas da grande mídia: aborto, casamento homoafetivo, racismo, meio-ambiente, violência contra a mulher/homossexual, ataques contra nordestinos, programas de assistência social.

De maneira nenhuma deve-se ignorar os direitos individuais de qualquer ser humano. A individualidade de todos deve ser respeitada. Tenha o indivíduo a caracteristica que for, só devemos lembrar que a legislação brasileira já protege esses direitos, tornando qualquer debate, mais acirrado, útil somente para fomentar o caos e divisão da nossa sociedade – Divide et imperas.

Por fim, voltando aos temas, pergunte a si mesmo o que pensas sobre: armamento civil, aquifero Guarani e aquifero Alter do Chão, expropriação de brasileiros para que as terras sejam entregues a ONGs internacionais, ONGs internacionais cuidando de reservas ambientais, geoengenharia, projeto atômico/nuclear brasileiro, uso da biomassa como fonte energética (30% da energia usada no Brasil provém da biomassa), fim do banco central…

E então, quais temas são mais discutidos pelo grupo que você pertence? Temas midiáticos ou temas não midiáticos?

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Sociedade

Terrorismo, homofobia e o gatilho do controle psicológico

Chegamos a um ponto interessantemente patético das relações humanas: a reação programada das pessoas em relação a tudo que as cercam. É como se cada indivíduo tivesse um gatilho, um botão, o qual ao ser acionado deflagra uma reação automática. Poucos tentam se aprofundar e enxergar o que realmente existe por trás do que é falado e de certas mobilizações.

Vejamos bem dois casos que ocorreram nos últimos dias com Dilma Rousseff e Levy Fidelix. Ambos fizeram leituras corretas sobre o que está acontecendo, tentaram combater o que viam de errado mas se expressaram muito mal.

Dilma Rousseff e o “terrorismo”

Comecemos com Dilma Rousseff que condenou os bombardeios contra o Estado Islâmico e pediu diálogo com os jihadista. Qualquer pessoa bem informada, sabe que Dilma fez muito bem em condenar as investidas ocidentais contra o EI, justamente por saber que o alvo principal não são os jihadistas em si, mas o presidente sírio Bashar Al Assad. Dilma representou perfeitamente o que um país soberano deveria fazer ao entender o grande jogo político mundial, porém ao lidar com o gado público se expressou de maneira horrenda. Ficou claro que Dilma não foi bem assessorada e que palavras diferentes acionariam botões diferentes, nesses homens engrenagens modernos treinados para reagir de maneira operacional quando deparados com a palavra “terrorismo”. Dilma pediu que diálogassem com um grupo criado somente, e somente, para a guerra e para servir de alvo em investidas ocidentais no Oriente Médio. A maneira diplomática correta seria pedir, no lugar de diálogo, que o ocidente respeitasse a soberania da Síria e que a OTAN só tomasse medidas militares com a autorização e cooperação da Síria. Deveria lembrar também que não é legítimo intervir na soberania alheia, não importando o que está sendo combatido. Imaginem se invadissem a Colômbia ou a Venezuela, sem a autorização das respectivas nações, com o subterfúgio de combater as FARC.

Quem conhece o jogo, como Dilma, sabe que uma cooperação entre OTAN e Síria não ocorrerá, pois na realidade a OTAN quer a derrubada do governo sírio. Desta maneira, a presidente Dilma Rousseff se posicionou bem, mas se expressou mal, ficando a mercê da fúria popular, previamente acionada pelo gatilho da palavra “terrorismo”.

Levy Fidelix e a “homofobia”

Outro que serviu como boi de piranha diante dos botões da algeriza, foi o candidato a presidência Levy Fidelix. Levy, no debate da emissora Record, afirmou que a causa gay ou LGBT deveria ser combatida e que uma minoria não pode se impor sobre a maioria. Novamente, quem entende o que se passa realmente fora da caixa, sabe que combater a causa LGBT não é combater o indivíduo que é homossexual e seus direitos como cidadão, mas até você explicar isso as engrenagens humanas, o estrago já estava feito. Levy, provavelmente, sabe que a causa gay é financiada por banqueiros maçons-sionistas e que faz parte do plano neomalthusiano do Comitê dos 300 para controle e redução populacional. Obviamente, além disso, a causa também é usada para segregar uma nação, dividindo-as em subgrupos, assim como também é usada a causa negra, indigenista e feminista. Tudo sob a batuta de George soros, Rockefeller e suas organizações como a Rockefeller Foundation e a Open Society. Outro pilar globalista que merece uma menção
honrosa é o instituto Tavistock que através da mídia e indústria cultural, desses mesmos poderosos, tratou de fazer a engenharia social devida e colocar as engrenagens humanas operando em seus devidos lugares e pensando o que for proposto por suas causas (ambiente psicologigamente controlado). Exemplo disto é que Levy Fidelix foi prontamente demonizado e tachado de “homofóbico” e, não satisfeito, estão querendo acioná-lo judicialmente alegando que o mesmo proferiu um “discurso de ódio”. Claro que o exemplo lembrado é o velho, e marcante, Nazismo que foi financiado por essas mesmas famílias que conseguiram, além da criação do feudo de Israel, a proteção histórica e cultural do seu pequeno grupo “judaico”. Tudo sob controle, ninguém pensando fora da caixa.

Enfim, é até merecido que esses personagens sejam demonizados diante da opinião pública, pois quando se está lidando com profissionais que, há décadas, buscam o controle global total e que usam de todos os meios para guerrear – financeiro, militar e, principalmente, cultural – erros primários de comunicação não podem acontecer.

Há também a covardia, principalmente de Levy Fidelix, que teve a chance, em rede nacional, de expor o que há por trás dessa rede de causas, mas preferiu se esconder atrás de um discurso de dinossauro turrão. Repito, foi covarde! Imediatamente lembrei do Enéas Carneiro que falava sem medo sobre os bastidores do mundo e tornou familiar a vários brasileiros as operações e sabotagens que esta nação sofria e ainda sofre.

De Dilma não se pode cobrar muito, neste aspecto, pois além de ser marionete chefe de estado, ela e o PT também precisam de Londres e suas redes e causas. O PT segue a agenda do Foro de São Paulo que apesar de ser uma agenda própria, precisa do auxílio de organizações bancadas por Londres, como as FARC e o MST. No mais, o PT por se relacionar politicamente com vários lados, deseja apenas acelerar o plano de domínio continental e para isso precisa tanto beijar a mão dos anglo-americanos e do eixo Rússia-China-Irã. Esta posição de condenar a derrubada da Síria reflete um medo futuro de transformarem a Amérida do Sul em Oriente Médio e as FARC em Estado Islâmico. Fora isso, todas as causas pseudo progressistas servem ao PT e ao Foro de São Paulo.

Por fim, fugir do gatilho das reações emocionais é essencial, pois as intenções estão aí expressadas e várias pistas contidas em discursos podem ser peças essenciais para montar o quebra-cabeça.

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Estado Islâmico

Estado Islâmico, a joia globalista

Fica fácil entender de que lado o Estado Islâmico (EI) está e quem o manipula quando nos deparamos com a notícias de que o EI está a um passo de ter armas nucleares. Vejamos como é interessante que um grupo rebelde, que surgiu há não mais que uma década, já pode desfrutar de tecnologia militar nuclear ou armas de destruição em massa, quando países do quilate do Irã e Brasil, não possuem ainda armas atômicas. Nunca foi tão claro que o formato usado com o EI é o mesmo usado com a antiga, e já ultrapassada, Al Qaeda, que foi financiada e armada até os dentes pelo ocidente. Mas que interesse possui o ocidente, comandado pelo Comitê dos 300 (Famílias reais europeias e banqueiros judeus ashkenazis) em armar essa gente? Ora, o EI foi a forma de substituírem a Al Qaeda por algo muito maior e mais perigoso, dando margem a planos mais audaciosos, com o intuito de angaria o apoio da opinião pública para intervenções mais radicais.

No primeiro momento em que a elite anglo-americana derrubou e conquistou o Iraque, o Egito e a Líbia, a conquista da Síria parecia ser natural. Já estava tudo armado para a formação da grande Israel, todavia Assad já se segura há três anos, com o auxílio de Putin e da Rússia. Desta maneira, os fabricadores de dólar (FED) que, atualmente, só têm como lastro o petróleo, precisam urgentemente garantir que a compra e venda desta matéria prima seja somente, e somente, em dólar. Enquanto existirem objeções ao dólar no Oriente Médio (A Síria e o Irã se opõem, assim como Saddam Hussein e Gaddafi se opunham), os donos do FED não descansarão. O monstro foi criado maior e mais forte.

O mais interessante disso tudo é o fato do gigante jihadista, criado pelos poderosos do ocidente, nunca avançar em direção a Israel. Perceberam que o Estado Islâmico faz oposição a curdos, sírios, persas, mas nunca se desloca na direção do estado “judeu”. Outros aliados do ocidente como Arábia Saudita e Qatar também parecem imunes. Além do mais, há muitos laços entre o EI com políticos e serviços secretos ocidentais.

John McCain quando admite já ter estado na Síria tratando com “rebeldes sírios”, revela as ligações do EI em todas as frentes com a psicopata elite ocidental. Desde o encontro com o então senador do Arizona (McCain) passando pelo califa, comandante mor, ser um agente da Mossad, com o nome de Abu Bakr al-Baghdadi (Elliot shimon), o EI demonstra que seus laços e os planos da elite globalista ocidental estão a todo vapor, em potência máxima. É basicamente um “ou vai ou racha”. Até porque armamento nuclear é a última etapa de uma guerra.

Apelar para ataques de falsa bandeira, com armas de destruição em massa, mostra que o estágio do projeto globalista já é outro. E dessa vez qualquer um dos lados pode ser o alvo. Seria um absurdo imaginar o EI promovendo um novo Pearl Harbor ou um novo 11 de setembro, porém com magnitude muito maior? Seria obviamente um atentado colossal. Dick Cheney, ex-vice presidente dos EUA, do governo Bush, disse em 25 de junho deste ano, que acredita que os EUA sofrerá um novo ataque terrorista que será mais mortal, bem pior que os de 11 de setembro.

Há também a possibilidade do EI usar tais armamentos para promover um ataque contra os inimigos de Londres, como, Síria, Irã e até a Rússia, quem sabe. Talvez o eixo citado seja um alvo menos provável visto que Putin e seus aliados sabem muito bem os passos e ligações do Estado Islâmico com a elite anglo-americana.

No mais o circo está armado. A farsa chamada Estado Islâmico ainda consegue mobilizar o ódio e colocar medo em muito cidadão incauto, que sem entender o que se passa, pede a intervenção e até se alista, colocando sua integridade em risco, para lutar e dar a vida por uma causa forjada e nada justa, bem longe dos interesses de soberania e liberdade de um povo.

Para um grupo que tem um projeto imperialista, onde o domínio dos recursos naturais e a redução populacional são os objetivos a serem alcançados e que seus meios passam por ataques culturais (causas pseudo progressistas), financeiros (FED, FMI, BID, Banco Mundial) e militares (OTAN), o Estado Islâmico parece uma criação completa.

Clipping:
¿Está el Estado Islámico a un paso de hacerse con armas nucleares?
French Report ISIL Leader Mossad Agent
Alex Jones: ISIS False Flag Coming Soon?
John McCain admite que se reunió con miembros del Estado Islámico

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Mídia

300, 6 mil e 100 mil – O lapso do jornalismo brasileiro

Vejam como é o jornalismo brasileiro: 300 pessoas fazem uma ação, 6 mil são expropriadas e 100 mil participam de um exercício militar. O que vira notícia, com destaque nacional, recebendo ampla divulgação?
O movimento realizado por 300 pessoas. Sim, o assunto do dia foi a ação de 300 pessoas, que se reuniram em frente a sede do partido, do candidato a presidência da republica, Levy Fidelix para protestar com um “beijaço” contra sua visão sobre o movimento gay.

Provavelmente você ficou sabendo sobre esses 300 manifestantes e agora mesmo deve se perguntar: “quem são os 6 mil e os 100 mil os quais vocês se referiu?”

Se você não conseguiu identificar a quem me refiro, é sinal que a tal mídia brasileira não quer que você seja informado sobre os 6 mil cidadãos expropriados, no município maranhense de São João do Caru, em dezembro do ano passado, e muito menos sobre os 100 mil soldados russos que participaram de um exercício militar, na costa da Sibéria, neste último dia 29.

Se nem superficialmente você ficou sabendo desses últimos dois fatos que, convenhamos, são muito mais importantes que a reunião de 300 beijoqueiros é porque talvez você seja alvo de uma engenharia social gigante. Os grupos classificados como “minorias” e que normalmente se consideram indefesos e renegados pela mídia, na verdade, como visto nas linhas anteriores, têm muito mais apoio midiático que assuntos realmente relevantes.

Comecemos pelos 6 mil expropriados de São João do Caru. Nesse município que vive basicamente de agricultura familiar, 1.200 famílias perderam suas terras para demarcações indígenas. Os 33 indígenas, que ocuparão a antiga área dos 6 mil camponeses, receberão apoio e serão supervisionados pela ONG Survival International a qual é ligada diretamente a uma elite composta por famílias reais europeias e banqueiros judeus (Comitê dos 300). A mesma elite que apoia a candidata Marina Silva e que também tem ligações com, seus concorrentes diretos, Dilma Rousseff e Aécio Neves. O detalhe interessante é que a terra tem uma farta jazida de ouro.

Obviamente trata-se de mais um golpe contra a soberania do Brasil e um saque monstruoso as custas de cidadãos humildes e etnias nativas que são usadas e tratadas como animais incapazes.

Golpe esse que Vladimir Putin, da Rússia, não deseja sofrer. Putin com seus projetos euro asiáticos declarou guerra total a essa elite anglo-americana. Não a toa os exercícios militares já são uma prática habitual do cotidiano russo. E quando a operação de treinamento chega a 100 mil homens, é sinal que o chefão não está para brincadeira.

Financeiramente, Putin apoia a venda do petróleo em outra moeda que não o dólar, se juntou com os países do BRICS e formou um banco independente e concorrente do FMI, BID e Banco Mundial. Culturalmente Putin também faz frente aos interesses do Comitê dos 300: podou a causa gay na Rússia, onde afirma que não vai permitir a propaganda e disseminação de material que apoie a causa e proibiu o casamento homoafetivo. Enquadrou os radicais ambientalistas do Greenpeace, prendendo vários ativistas, além de no passado já ter perseguido magnatas russos ligados a Londres. Lembrando que todas as causas pseudo progressistas como o feminismo, ambientalismo, causa gay, causa negra, indígena, aborto, são financiadas pelos grupo oligárquico já citado oponente a Putin. Por fim, Putin também se prepara militarmente pois a Rússia se opõe as ações ocidentais no Oriente Médio de tentar derrubar Bashar Al Assad, na Síria, para a criação de uma grande Israel. Já ficou nítido que o Estado Islâmico, usado como subterfúgio para uma intervenção na Síria é uma criação da CIA com a Mossad e que, a lá a Al Qaeda, é usado para diversos fins de domínio imperialista. Não podendo-se omitir que o líder do Estado Islâmico, o califa Abu Bakr Al-Baghdadi, é judeu e agente da Mossad (Eliot Shimon). Além do Oriente Médio, Putin também esteve atento a derrubada do presidente Ucraniano Yanukovich. Percebendo a manobra de tirar a Ucrânia de uma aliança política, com a Rússia, para colocá-la na zona do Euro, o líder russo tomou de volta a Crimeia, ponto estratégico em uma possível guerra, no Mar Negro.

Em um mundo onde tudo se interliga, e a causa apoiada por 300 é ligada a uma elite que expropriou 6 mil e que possivelmente será combatida pelos 100 mil que estavam em exercício militar, talvez a grande imprensa brasileira prefira manter 200 milhões de pessoas pensando através do aparelho excretor.

Clipping:
Em SP, 300 participam de ‘beijaço’ contra declarações homofóbicas de Levy Fidelix
São João do Caru: Famílias têm 40 dias para deixar suas terras
RÚSSIA TESTA 100.000 SOLDADOS EM VOSTOK-14 EM MAIORES EXERCÍCIOS DESDE A URSS NO ÁRTICO!
RÚSSIA AMEAÇA EUA, CASO ATAQUE ASSAD. ANUNCIADA A AQUISIÇÃO DE NAVIOS DE GUERRA. UNIÃO ECONÔMICA DA EURÁSIA É APROVADA!

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