Europa

Campanha na Polônia distribui adesivos com os dizeres “zona livre de LGBT”

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

A Polônia está mais uma vez sendo exemplo de soberania e combate às engenharias sociais promovidas pela cultura da morte anglo-americana. O país luta para estancar o vício da sexualidade desordenada. Na quarta-feira (17), o jornal semanal, Gazeta Polska, anunciou que distribuiria adesivos com os dizeres: “zona livre de LGBT”.

Os adesivos, com listras verticais em cores do arco-íris riscadas por um “X” preto grosso, provocaram uma resposta do embaixador dos EUA na Polônia.

“Estou desapontado e preocupado que alguns grupos usem adesivos para promover o ódio e a intolerância”, escreveu o embaixador Georgette Mosbacher. “Nós respeitamos a liberdade de expressão, mas devemos nos unir do lado de valores como diversidade e tolerância”. Obviamente o embaixador iria se posicionar contra as medidas que neutralizem uma das principais armas de guerra cultural dos EUA: a causa LGBT.

O editor, Tomasz Sakiewicz, rebateu: “Liberdade significa que eu respeito suas opiniões e você respeita as minhas. Nós nos opomos apenas à imposição de pontos de vista pela força. Ser um ativista do movimento gay não torna ninguém mais tolerante ”.

Tal qual em outros países os ativistas LGBT poloneses fazem suas marchas com os mesmos padrões artificiais, uniformes e programados: música ‘pop’ dos Estados Unidos da década de 80 com um tom otimista e a vigorante e espalhafatosa pobreza intelectual de quem mistura sexualidade – uma identidade primitiva –  com política. Assim cerca de mil ativistas bestializados marcharam com o velho símbolo clichê e desvirtuado do ‘arco-íris”, realizando a primeira marcha LGBT de Kielse.

Contudo a música mal podia abafar as vaias dos espectadores que sabiam que aquele espetáculo deprimente era algo estranho a cultura histórica da Polônia e, pior, proveniente do imperialismo americano que visa escravizar as nações financeiramente e culturalmente por meio do incentivo de vícios e hábitos desordenados. Os manifestantes passaram por estandartes que comparavam gays à pedófilos e também por católicos rezando nas calçadas em um protesto silencioso.

Este embate foi comprado pelo partido Lei e Justiça antes das eleições parlamentares deste outono. O partido Lei e Justiça jogou tudo no enfrentamento e combate da agenda LGBT que tenta a todo custo desestabilizar a Polônia.

Quanto ao partido Lei e Justiça, o novo foco é em combater o que seus funcionários chamam de “ideologia LGBT ocidental” que substituiu amplamente as preocupações anteriores contra imigrantes, disse Michal Bilewicz, pesquisador da Universidade de Varsóvia.

Nesta primavera, enquanto o Lei e Justiça se preparavam para as eleições visando o Parlamento Europeu, seu líder, Jarosław Kaczyński, já havia destacado outro suposto perigo estrangeiro: a agenda gayzista.

O prefeito de Varsóvia havia defendido recentemente a integração da educação sexual e das questões LGBT nos currículos escolares, de acordo com as diretrizes da entidade marionete do cartel bancário anglo-americano, a Organização Mundial da Saúde.

Segundo Kaczyński, isso foi “um ataque à família” e “um ataque às crianças”. Ele chamou a “ideologia LGBT” de uma “ameaça importada à identidade polonesa, à nossa nação, à sua existência e, portanto, ao estado polonês”.

Um anúncio de campanha do Lei e Justiça mostrava um guarda-chuva com o logo do partido protegendo a família da “chuva LGBT”. Então autoridades do partido regional, desde então, pressionaram e vieram a declarar cidades e até mesmo províncias inteiras no sudeste do país como “livres da ideologia LGBT”.

Os ativistas contaram cerca de 30 localidades, até agora, livres da propaganda LGBT incluindo uma na região onde fica a cidade de Kielce está localizada. O vereador local de Lei e Justiça, Piotr Kisiel, de 37 anos, rejeitou as acusações de que seu partido estava tentando provocar indignação contra indivíduos gays. Ele disse que o partido estava apenas reagindo ao que considerou ser esforços dos ativistas para impor seus pontos de vista sobre as pessoas heterossexuais.

Paweł Jabłoński, assessor do primeiro-ministro Mateusz Morawiecki, observou que as declarações de “livres da ideologia LGBT” não tinham “nenhum significado real em termos de regulamentos”.

Não há sugestão de que ser gay será proibido na Polônia. E uniões do mesmo sexo e adoções por casais do mesmo sexo não são legais de qualquer maneira.

A mensagem foi ecoada e amplificada pela Igreja Católica e por meios de comunicação amigáveis ​​ao governo. Oficiais do partido nacional encorajaram explicitamente as declarações relacionadas ao “livres da ideologia LGBT”.

“Acho que a Polônia será uma região livre de LGBT”, disse em março Elzbieta Kruk, então candidata a Direito e Justiça nas eleições européias. Na província de Lublin, o representante do governo Przemysław Czarnek entregou medalhas a políticos locais que votaram a favor das medidas.

Judiciário polonês também entende a importância de enfrentar o gayzismo

Também mantendo a postura firme contra a propaganda LGBT, o ministro da Justiça da Polônia ordenou no mês passado uma investigação da Ikea (empresa global de venda de móveis) por demitir um funcionário que expressou opiniões contra os homossexuais respaldado na Bíblia.

Já o Tribunal Constitucional da Polônia – lotado de juízes amigáveis ​​do partido Lei e Justiça – decidiu no mês passado em favor de uma gráfica que se recusou a produzir cartazes para uma fundação LGBT.

Definitivamente as autoridade e o povo polonês estão atentos às sabotagens e armas de fragmentação social que o grande capital americano e britânico tentam usar contra as nações cristãs. Com firmeza e Fé, a Polônia continua de pé diante do hospício mundial criado pelas agendas estadunidenses.

Referências:

The Independent

BBC

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