Judaísmo

Israel pressiona Amazon para que não venda mais livros que neguem o Holocausto

A perda do controle sobre informação e fatos históricos, com o advento da internet, preocupa Israel. O memorial do Holocausto em Israel, chamado Yad Vashem, pediu à Amazon que retire de sua loja virtual os livros que neguem o Holocausto e acusou a gigante do comércio online de facilitar a disseminação do “discurso de ódio”.

O apelo veio na forma de uma carta escrita pelo diretor da biblioteca da Yad Vashem, Dr. Robert Rozett, ao CEO da Amazon, Jeff Bezos.

2448098-700x

“Tem sido claro por muitos anos que literaturas que negam o Holocausto estão livremente disponíveis para compra na Amazon. Muitos dos itens aparecem com a opinião de acalorados  leitores e recomendações de leitura no mesmo viés”, pontuou Rozett, anexando à sua mensagem vários exemplos de elogios a livros intitulados como, “A Verdadeira História do Holocausto – Seis milhões realmente morreram?”  e “O embuste do século XX: o caso contra a presumível extermínio dos judeus europeus”.

A tentativa de censura é uma medida desesperada por parte daqueles que perderam a hegemonia do discurso, do controle das informações e da manipulação de fatos históricos, principalmente sobre a Segunda Guerra Mundial.

A carta também mencionou que Yad Vashem tinha – em vão – abordado a questão com a Amazon logo após a fundação da mesma. Mais uma vez, o velho vitimismo judaico dá as caras e o termo de sempre “anti-semitismo” volta como escudo.

Robert Rozett justificou tal medida devido a um clima de anti-semitismo mais visível, “talvez o tempo os tornem um pouco mais maduros para eles assumirem a ideia de que eles precisam ser mais cuidadosos com o que vendem.”

“Mais uma vez, dada a presença de anti-semitismo ao redor do globo, que se tornou mais nítido nos últimos anos, recomendamos vivamente que você remova livros que negam, distorcem e banalizam o Holocausto de sua loja”, escreveu Robert Rozett a Amazon.

“A negação do Holocausto e outras formas de discurso de ódio incontestavelmente alimentam o preconceito e os crimes de ódio”, continuou ele. “A discussão aberta de idéias é certamente essencial para sistemas pluralistas e democráticos, mas facilitar a disseminação de idéias cheias de ódio é irresponsável, para dizer o mínimo. Como um agente principal para a disseminação de idéias, compete à Amazon, já que também incumbe aos provedores de Internet em geral, agir para conter a propagação do ódio”, continuou o drama o Dr. Rozett.

Rozett concluiu  a carta oferecendo a “assistência” da Yad Vashem na identificação de publicações que fomentam a negação, a distorção e a trivialização do Holocausto. O que é uma alegação infantil, visto que grandes historiadores mundialmente conhecidos por sua seriedade e rigidez, negam a versão oficial do Holocausto, como David Irving e Salvador Borrego

“Não é apenas a Amazon, há muitas forças tentando obter esse ódio externado ou marginalizado”, disse Rozett, observando também que em países onde a negação do Holocausto é ilegal, esses livros não estão disponíveis na Amazon. Já nos EUA, no entanto, eles ainda estão disponíveis gratuitamente – “Há uma responsabilidade cívica”, enfatizou. “Estes são gigantes enormes da informação.”

Embora o desejo de censura seja pleno e o intuito primordial é que a loja remova completamente esse conteúdo de sua página, Dr. Robert Rozett ofereceu soluções, como marcar e sinalizar a natureza dos livros.

Ele também observou que a Amazon sugere outras leituras do mesmo tipo para os usuários que estão navegando na seção de livros que negam o Holocausto, reconhecendo que este é provavelmente o resultado de um algoritmo. O diretor da biblioteca da Yad Vashem disse que este é um outro fator que gostaria de ver alterado.

“Mas o melhor seria se eles se inscreverem para não vender esse material”, enfatizou Rozett, acrescentando que, embora sua carta tenha sido enviada à Amazon, sua mensagem se aplica universalmente.

Referência:

The Jerusalem Post

Standard
Ciência

Mais de 300 cientistas pedem a Trump que abandone agência de mudança climática da ONU

Mais de 300 cientistas pediram ao presidente americano Donald Trump que retire os Estados Unidos da agência de “Mudança Climática” da ONU, alertando que seu lobby para reduzir o dióxido de carbono (CO²) ameaça aumentar a pobreza mundial sem necessariamente melhorar em nada o meio ambiente.

Em uma carta destinada ao presidente Donald Trump, na última quinta-feira (23), o professor emérito do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Richard Lindzen, pediu aos Estados Unidos e a outras nações que “mudem o rumo deste acordo internacional ultrapassado que visa apenas conter gases de efeito estufa menores”, a começar pelo dióxido de carbono.

“Desde 2009, os EUA e outros governos têm empreendido ações com respeito ao clima global que não são cientificamente justificadas e que já têm, e continuarão a causar sérios danos sociais e econômicos – sem benefícios ambientais”, completou Lindzen, um proeminente Físico Atmosférico.

ivuw5ox2emkwxag7atgs

Os signatários da petição, anexa a carta, incluem os cientistas atmosféricos norte-americanos e internacionais, meteorologistas, físicos, professores e outros que estão em desacordo com a Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), criada em 1992 para combater mudanças climáticas “perigosas”.

O famoso acordo climático de Paris de 2016, que estabelece metas de emissões não vinculativas para as nações, foi elaborado sob os auspícios da UNFCCC.

“Observações feitas desde o surgimento da UNFCCC foram escritas há 25 anos e mostram que o aquecimento pelo aumento do CO² atmosférico será benigno – [efeitos e previsões] muito menores do que as previsões do modelo inicial”, afirmou a petição.

Trump disse durante a campanha que “cancelaria” a participação dos EUA no Acordo de Paris, que foi ratificado em setembro pelo ex-presidente Barack Obama sobre as objeções dos republicanos do Senado, que argumentaram que o acordo exige a aprovação do Senado segundo a Constituição dos Estados Unidos.

Myron Ebell, um estudioso do Instituto Competitivo de Empresas que liderou a equipe de transição Trump na Agência de Proteção Ambiental, disse aos repórteres no mês passado em Londres que o presidente iria retirar-se do Acordo de Paris.

Defensores das políticas de “mudança climática” pediram que Trump honre o acordo, segundo o qual as nações concordam em adotar políticas para manter o aumento das temperaturas globais, deste século, abaixo de 2 graus Celsius, em relação aos níveis pré-industriais.

Todavia não é possível provar que o ser humano tem a capacidade de influenciar o clima. Fora o fato de que a temperatura da Terra já esteve bem mais quente no passado que no período atual, como por exemplo no “Óptimo Climático Medieval” – entre os anos  800 e 1200. Este período de aquecimento permitiu, por exemplo, a colonização do que hoje é a Groenlândia (Greenland ou “Terra Verde”, hoje coberta de neve) e do Canadá pelos Vikings.

Na semana passada, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos reafirmou seu apoio ao Acordo de Paris em uma carta ao Secretário de Estado Rex W. Tillerson, dizendo que o acordo é “urgentemente necessário para cumprir nossas responsabilidades comuns e diferenciadas pelos efeitos das mudanças climáticas.” – mostrando assim como o clero modernista, pós Concílio Vaticano II, se rendeu as agendas globalistas e de neocolonialismo.

Mais de 700 empresas e investidores assinaram uma declaração pedindo a Trump que respeite o acordo de Paris coordenado por nove grupos ambientais, incluindo o Conselho Americano de Negócios Sustentáveis, o Fundo de Defesa Ambiental e o Fundo Mundial para a Vida Selvagem.

Tal fato revela bem como a pauta ambientalista é usada por grandes financistas que evitam possíveis novos concorrentes de surgirem, solidificando assim monopólios transnacionais que impedem o desenvolvimento de indústrias locais em países subdesenvolvidos.

“A incapacidade de construir uma economia de baixa emissão de carbono põe em risco a prosperidade americana. Mas a ação certa agora criará empregos e impulsionará a competitividade dos EUA ” – disse a LowCarbonUSA.org – “Nós nos comprometemos a fazer a nossa parte, em nossas próprias operações e além, para executar o compromisso do Acordo de Paris de uma economia global que limita o aumento da temperatura global para bem abaixo de 2 graus Celsius”

Na verdade a prosperidade americana depende de seu poderio bélico – que impõe o uso do dólar ao mundo. Poderio esse alcançado através de muito investimento e alteração da natureza, sendo sua indústria algo já consumado. O lobby pela baixa emissão de carbono condena e atrasa o possível desenvolvimento de nações periféricas, incluindo o Brasil.

Porém desafiando a “catastrófica” mudança climática, Richard Lindzen descreve o dióxido de carbono como necessário para a natureza e o classifica como, “alimento vegetal, não veneno”.

“Restringir o acesso aos combustíveis fósseis tem efeitos muito negativos sobre o bem-estar de pessoas ao redor do mundo. Ele condena mais de 4 bilhões de pessoas em países ainda subdesenvolvidos à pobreza continuada”, finalizou o lúcido Físico Atmosférico.

Referência:

Washington Times

Standard
Moral

Câmara dos EUA derruba medida de Obama que obrigava estados a financiarem aborto

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos votou hoje a derrubada da regra HHS (Health and Human Services), medida de última hora do ex-presidente Obama, que obrigava os estados a destinarem grandes somas de dinheiro do “Title X Family Planning”, para organizações que fazem abortos. A revogação venceu por 230 votos a 188.

1041837869

O “Title X” é um programa de subsídios federais dedicado exclusivamente ao planejamento familiar, mas tecnicamente não ao aborto. Porém antes de sair da presidência, Obama empurrou, através de um regulamento do HHS, uma medida que forçava os estados a financiarem a Planned Parenthood com verbas da “Title X”.

Sob esta regra, os estados deviam dar a Planned Parenthood ou a outras entidades abortistas recursos da “Title X”, não podendo optar por redirecionar esses fundos para outras clínicas.

A famigerada Planned Parenthood é a maior provedora de abortos do país. Matando cerca de 300 mil bebês anualmente.

O presidente do Conselho de Pesquisa da Família, Tony Perkins, chamou a regulação HHS de Obama de “um folheto de fundo de quintal para a indústria do aborto”.

Graças à Lei de Revisão do Congresso, o Congresso pode revogar tais regulamentos dentro de 60 dias legislativos. A partir de agora, apenas 51 votos no Senado são necessários para dar fim a esse absurdo regulamento da morte.

A Republicana Diane Black, apresentou a resolução (H.J. Res. 43) para derrubar o que os grupos pró-vida chamam de o “presente de despedida” que o governo Obama deu à Planned Parenthood.

No dia 14 de fevereiro, a Planned Parenthood enviou um e-mail para seus adeptos advertindo que se a Câmara votasse para derrubar a regra HHS, de Obama, isso seria um “ataque devastador” a entidade.

“Encorajará políticos extremistas a bloquear” o financiamento de “um centro de saúde apenas porque esse centro também oferece um aborto seguro e legal”, disse a presidente da Planned Parenthood, Cecile Richards.

Entretanto Diane Black rebateu dizendo que deixar os estados com o direito de decidirem não dar o “Title X” aos grupos que cometem abortos, não deve ser uma questão meramente partidária.

“Você não precisa ser [pró-vida] para apoiar esta resolução, você apenas tem que apoiar a 10ª Emenda. Nós não estamos votando para tirar o financiamento da Planned Parenthood de forma alguma. Nós não estamos votando para cortar o financiamento do Title X. E não estamos votando para restringir os ‘direitos’ ao aborto”, disse Black.

Outro deputado, Luke Messer, republicano de Indiana, foi mais enfático – “Sem este projeto de lei (H.J. Res. 43), os estados seriam forçados, por burocratas federais, a financiar a indústria do aborto”

O deputado Chris Smith também apontou as atrocidades cometidas pelas entidades abortistas – “A Planned Parenthood destrói ou envenena quimicamente um bebê a cada dois minutos. Por que os contribuintes norte-americanos dão meio bilhão de dólares todos os anos à Planned Parenthood?”, questionou o Republicano de Nova Jersey.

Vale lembrar que Margaret Sanger, a fundadora da Planned Parenthood, apoiava o racismo e a eugenia e tinha como ideia ao criar a entidade conter o nascimentos da população negra e pobre nos Estados Unidos. Com isso a desculpa usada foi criar uma organização para “planejamento familiar”.

Já Maureen Ferguson, assessora política da Associação Católica, observou que muitos estados não queriam financiar a Planned Parenthood depois de investigadores gravarem vídeos flagrando as negociatas dos dirigentes, da Planned Parenthood, que lucravam com a venda de partes de bebês abortados.

“Novos vídeos que investigam a Planned Parenthood mostram o porquê da votação de hoje na Câmara. É uma vitória importante para os estados de gastar os dólares dos contribuintes em centros de saúde comunitários que fornecem cuidados abrangentes ao invés de canalizar esse dinheiro para a maior cadeia de clínicas de aborto”, expôs Ferguson.

Maureen Ferguson continuou e ressaltou que o dinheiro que Obama obrigava os estados darem aos abortistas estavam sendo tirados de clínicas sérias e que fazem um trabalho pela vida.

“Muitos estados apressaram-se em redirecionar o dinheiro dos contribuintes para clínicas de saúde comunitárias que realmente oferecem cuidados pré-natais completos, mamografias e outros serviços não oferecidos nas clínicas de aborto da Planned Parenthood. A administração Obama emitiu regulamentos que proíbem estados de fazerem ajudarem tais entidades e hoje esta casa rescinde esses regulamentos”, cravou a assessora da Associação Católica.

Por fim, Susan B. Anthony List, presidente da Marjorie Dannenfelser – entidade que advoga pela vida – espera que a resolução seja aprovada rapidamente pelo Senado e pelo presidente Donald Trump.

“O legado de Obama, de forçar os americanos a financiarem a indústria do aborto, está sendo desmantelado pelo nosso novo presidente pró-vida e pelo Congresso pró-vida. Esperamos a rápida aprovação desta resolução no Senado para que ela possa receber a assinatura do Presidente Trump”, finalizou Susan.

Referência:

Life Site

Standard
Geopolítica

Hungria aceitará imigrantes europeus que “querem reencontrar a Europa que perderam”, diz primeiro-ministro

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, disse que seu país abrirá as portas para os cidadãos  europeus que fogem da invasão islâmica causada pela imigração em massa perpetrada pelos “senhores da política globalista”.

“Deixaremos entrar os verdadeiros refugiados. Alemães, holandeses, franceses e italianos, os políticos aterrorizados e os jornalistas que aqui na Hungria querem reencontrar a Europa que perderam em suas terras”, exclamou Orban a um público animado.

orban

Viktor Orban é o principal líder dos países da Europa Central e Oriental que resistiram às políticas de abertura de fronteiras adotadas pela União Europeia (UE) e pelos principais países do Ocidente.

Para Orban, os políticos globalistas procuram “varrer uma democracia de debate para substituí-la por uma democracia politicamente correta”, onde “o verdadeiro poder, as decisões e a influência não são detidas pelos governos eleitos, mas por redes globais, não eleitas, gurus da mídia e organizações internacionais” – apontou o líder húngaro.

Ele citou o voto da Grã-Bretanha para deixar a União Européia e a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos como episódios de uma revolta popular mais ampla contra a “arrogância e condescendência” das elites globais. Revolta promovida por pessoas comuns cujas “bocas tinham sido amordaçadas” por muito tempo.

Ele afirmou que o curso da história tomado em 2016 “zombou dos profetas da política liberal”, que responderam como se “o povo fosse um perigo para a democracia”.

“Foi assim que a coalizão mais bizarra do mundo – contrabandistas de pessoas, ativistas de direitos humanos e políticos europeus de elite – surgiu, especificamente para trazer deliberadamente milhões de imigrantes para a Europa”, pontuou Orban.

O líder da Fidesz (União Cívica Húngara) previu que 2017 seria mais um ano de conflito com a União Europeia, pois “Bruxelas [tentará] se aproveitar de mais poderes” sobre a imigração e a tributação.

O primeiro-ministro húngaro também alertou contra as atividades de organizações não-governamentais – ONGs – financiadas no exterior e que buscam exercer influência na política local: “Aqui há grandes predadores nadando na água, e este é o império transnacional de George Soros”, denunciou Viktor Orban.

Referência:

Breitbart

Standard
Ciência

Farsa do aquecimento global – Cientista desmascara ocultação de registros meteorológicos na Austrália

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

Uma cientista e pesquisadora australiana, chamada Jennifer Marohasy, fez uma denúncia afirmando que os dados meteorológicos e climáticos da Austrália estão sendo omitidos por órgãos federais. A especialista revelou que apagaram os registros do que foi o dia mais quente da Austrália, o dia 3 de janeiro de 1909, quando o termômetro marcou 51,6 graus Celsius.

1127climategatefictionufscolor

O dado foi apagado do arquivo do Serviço de Meteorologia do Austrália (Bureau of Meteorology Australia), que pode ser checado online.

Jennifer Marohasy, que é PhD pela Universidade de Queensland, usou o Facebook e seu blog pessoal para expor a supressão do dado e especulou que tal omissão visa se adequar a uma narrativa de que dias quentes são fatos exclusivos da atualidade.

“O dia o mais quente de todos os tempos registrado na Austrália foi no domingo 3 de janeiro, de 1909. Eram 51.6 graus Celsius – gravados como 125 graus Fahrenheit na estação de correios de Bourke. E essa gravação foi excluída dos registros de temperatura digitalizados e arquivados no site do Serviço de Meteorologia. Como isso pôde acontecer? Porque a narrativa popular não pode acomodar um registro de dia quente lá de 1909. Se estava mais quente na época que está agora, então as temperaturas atuais não são sem precedentes. A evidência para esta transversão foi postada em meu blog”, destrinchou Marohasy.

c4hzs_3wyaasght

Em seu blog pessoal a cientista ainda relembrou que esse discurso popular passa muito pelo alarde midiático que é feito, porém que tal posição da mídia não tem consistência com os dados históricos coletados, já que a Austrália passou por períodos muito quentes no início do século passado.

“Os últimos dias foram muito quentes em todo o leste da Austrália. Os principais meios de comunicação têm relatado condições ‘sem precedentes’. Isso se encaixa numa narrativa popular, mas é inconsistente com o registro histórico original. Estava muito quente na Austrália no final dos anos 1800 e nos primeiros anos da década de 1900, especialmente no interior da Austrália – em lugares como Bourke.”, avaliou a pesquisadora.

A informação serve para desmascarar o lobby do aquecimento global, que tenta empurrar goela abaixo que a temperatura no planeta tem aumentado nos últimos anos e que o ser humano pode ter influência no clima da Terra, quanto na verdade o clima é uma grandeza muito aquém da ser humano e que historicamente as variações de temperatura são fatos absolutamente normais e incontroláveis.

Obviamente esse lobby é incentivado com fins de domínio e controle econômico por grandes potências para frear o desenvolvimento de países considerados em desenvolvimento e para causar alarde no grande público.

Vale lembrar que a maior temperatura já registrada na história se deu na Califórnia, nos Estados Unidos, no longínquo ano de 1913.

Referência:

Jennifer Marohasy

Bureau of Meteorology Australia

Standard
Geopolítica

Governo Trump abortou operação que causaria guerra com Irã

O Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos esteve muito perto de iniciar uma guerra com o Irã. Segundo informações do New York Times, na semana passada, a Marinha dos EUA chegou perto de interceptar e invadir um navio iraniano, no que seria uma tentativa de parar o envio de armas que o Irã fornece para os Houthis no Iêmen.

irins2bshahid2bnaghdi2b28ex-us2bpf2b104292bbayandor2bclass2bcorvette2b28fs2b8229

Os Houthis são um grupo xiita que está em conflito com o governo sunita iemenita que é apoiado pela Arábia Saudita e seu exército, além da Al-Qaeda e Estado Islâmico –  todos sunitas. O conflito já deixou mais de 10 mil mortos.

Vale lembrar que o Reino Unido continua a fornecer caças e bombas aos sauditas que foram declarados culpados por violações repetidas e graves ao direito internacional. Os britânicos já faturaram mais de 3,3 bilhões de libras (12 bilhões de reais) desde 2015 fornecendo armamento a Arábia Saudita.

O Irã é um dos países mais comentados por Trump e pelos membros do seu governo – na semana passada o secretário de Defesa, Jim Mattis, afirmou que o Irã é “o maior patrocinador do terrorismo no mundo”.

O secretário Mattis também vislumbrou a possibilidade da Marinha interceptar e tomar de assalto um navio iraniano para procurar armas de contrabando que possivelmente seriam repassadas aos combatentes Houthis no Iêmen.

A possível interdição estaria de acordo com as recentes instruções de Trump, reforçadas em reuniões com Mattis e o secretário de Estado Rex W. Tillerson, para reprimir o apoio do Irã ao “terrorismo”.

O navio estava em águas internacionais no Mar Arábico, segundo dois oficiais, e Jim Mattis decidiu deixar a operação de lado, ao menos naquele instante.

Funcionários da Casa Branca disseram que a operação não ocorreu porque a notícia do fato vazou, se tornando assim uma ameaça à segurança dos envolvidos. Mas outros duvidaram de que haja base suficiente no direito internacional para tal empreitada e se perguntaram o que aconteceria se, nos primeiros dias de uma administração – que já viu inúmeras intervenções militares fracassadas dos EUA na história – de repente, se ver envolvida em um conflito com a Marinha Iraniana.

Sobre violar o “direito internacional” seguramente esse não deve ter sido o motivo que levou a operação a ser abortada. Obviamente os riscos envolvidos em tal plano não dariam para Washington qualquer resultado positivo além de algumas armas a menos para os Houthis.

E, por fim, nada adiantaria a oposição do presidente Trump às guerras do Iraque, Líbia e Síria se ele viesse a provocar uma guerra com o Irã que estaria muito longe de beneficiar os americanos mas que interessa somente a países como Israel e Arábia Saudita.

Resta esperar que toda hostilidade de Trump ao Irã não passe de mero protocolo e jogo de cena político para lidar com as forças israelenses que atuam nas finanças dos Estados Unidos e que há muito tentam jogar os americanos contra o Irã.

Referências:

Russia Insider

Al Masdar News 

 

Standard
Geopolítica

Trump declara George Soros “ameaça à segurança nacional”

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

O magnata judeu George Soros, grande doador do partido Democrata, está sendo considerado legalmente uma “ameaça à segurança nacional” nos Estados Unidos, por iniciativa do presidente Donald Trump.

trump-labeling-soros-as-a-security-threat

A medida tem como base uma Ordem Executiva de 2014, assinada pelo então presidente Barack Obama, para combater ações que dificultem a transição pacífica de poder na Ucrânia. Trump legalmente atribuiu o status de ameaça a Soros baseado na informação fornecida pela Rússia de que George Soros financiava grupos para protestar de forma violenta na Ucrânia.

Informações dão conta que Trump fez um telefonema para a Rússia querendo saber sobre os arquivos que estão relacionados com o envolvimento de George Soros na crise ucraniana. A ação do presidente americano se deu justamente pela Ordem Executiva de 2014, assinada por Obama, que pavimentou o caminho para Soros ser oficialmente uma ameaça nacional.

A Ordem Executiva 13660 – “Bloqueando propriedade de certas pessoas que contribuem para a situação na Ucrânia” (Blocking Property of Certain Persons Contributing to the Situation in Ukraine) assinada por Obama, diz:

“Eu, Barack Obama, Presidente dos Estados Unidos da América, acho que as ações e políticas de pessoas que minam os processos democráticos e instituições na Ucrânia; Ameaçam sua paz, segurança, estabilidade, soberania e integridade territorial; E que contribuem para a apropriação indevida de seus ativos, constituem uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos, e eu declaro uma emergência nacional para lidar com essa ameaça”

Nos Estados Unidos, Soros patrocina o grupo racialista “Black Lives Matter”, que faz parte do movimento negro, e no ano passado chegou a pagar aos manifestantes 15 dólares por hora, para agirem e causarem violência em várias oportunidades durante a campanha para as eleições americanas.

Recentemente, Soros pagou mais de 50 dólares a militantes para participarem dos protestos anti-Trump que ocorreram no Dia da Posse e no dia após a posse do presidente americano no que ficou conhecido como “Marcha das Mulheres”. Documentos mostraram que o financista tinha ligação com mais de 50 organizações que participaram do ato.

O bilionário progressista também usou sua enorme fortuna para ajudar na campanha do Partido Democrata, que perdeu as últimas eleições americanas com Hillary Clinton, candidata que defendia inúmeras pautas destrutivas incentivadas por Soros.

Quase um mês depois de tal ordem ter sido assinada, documentos diplomáticos dos EUA mostraram que Soros “minou os processos e as instituições na Ucrânia.” Devido à intervenção ilegal de Soros, surgiu o conflito que matou, segundo estimativas, 9.600 pessoas.

Na época o então presidente Barack Obama não enquadrou Soros como uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos porque o magnata doou ao Partido Democrata cerca de 100 milhões de dólares.

Vale lembrar que além de Trump, a Hungria por meio de seu governo católico e nacionalista declarou que usará “todas as ferramentas à sua disposição” para “varrer” várias ONGs ligadas a George Soros do país.

Referências:

D.C. Clothesline

Ordem Executiva 13660

Standard