Editorial

Putin e Trump querem aumentar seus arsenais atômicos – Chegou a hora do Brasil ter sua bomba nuclear

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Na última quinta-feira (22), um fato chamou atenção do mundo, tanto Vladimir Putin – presidente da Rússia – quanto Donald Trump, candidato eleito a presidência dos Estados Unidos, declararam que desejam aumentar o potencial atômico dos seus respectivos países.

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Cada um ao seu melhor estilo: Putin expôs seu desejo em uma reunião realizada com o Ministério da Defesa russo, já Trump usou o bom e velho Twitter – mídia social onde se sente bem a vontade.

Ambos líderes foram enfáticos e Putin alertou – “Precisamos fortalecer as forças nucleares estratégicas, para que possamos desenvolver mísseis capazes de penetrar em todos os sistemas de defesa antimísseis atuais. Devemos monitorar cuidadosamente quaisquer mudanças no equilíbrio de forças e na situação político-militar do mundo, especialmente ao longo das fronteiras russas e adaptar rapidamente os planos para neutralizar as ameaças ao nosso país. O estado de tríade nuclear que desempenha um papel fundamental na manutenção da paridade estratégica foi mantido em um nível adequado.”, conforme informou o portal Raw Story.

Por sua vez Trump não ficou atrás e de forma sucinta declarou que os Estados Unidos também precisam expandir sua capacidade atômica.

Isso pode ser bom para o Brasil?

Sendo lacônico: sim, isso pode ser excelente para o Brasil.

Provavelmente existirá um lobby mundial contra a expansão do arsenal atômico de Rússia e Estados Unidos, principalmente vindo das velhas instituições como as Nações Unidas, União Europeia, ONGs globalistas e até instituições financeiras pedindo que se freie tal empreitada.

O Brasil, se deseja obter sua soberania, deveria ir na contramão de tais apelos e apoiar as duas nações, obviamente com a intensão de também poder desenvolver o mesmo tipo de armamento. Nossa pátria não poderia de maneira nenhuma perder essa chance e deveria indubitavelmente aproveitar essa brecha para dar início ou continuar seu projeto atômico – caso ele ainda exista, chutando para longe o Tratado de Não Proliferação Nuclear.

Muito se pede para que o Brasil adote políticas desenvolvimentistas, como investir em sua infraestrutura, investir na indústria nacional, auditar sua dívida pública, buscar independência monetária – com uma moeda lastreada em um ativo real, sem depender do dólar – além de retomar o controle da extração e escoamento de suas riquezas naturais, porém ninguém aborda o principal: como ter soberania para fazer isso tudo?

Como adotar tais políticas sem ser alvo de sabotagens, sem ser alvo de uma sanção diplomática, de um embargo econômico ou até mesmo de um intervenção militar promovida por forças estrangeiras como foram a Síria, a Líbia, o Iraque, a Iugoslávia, o Iêmen, isso só para citar os últimos 25 anos?

Resposta: tendo uma defesa forte e isso perpassa por ter o melhor tipo de armamento militar que existe – uma arma atômica. Reparem que todas as intervenções militares de forças externas ocorreram em nações que não possuem armas nucleares.

O Brasil possui um território vasto demais para depender só de guerra convencional. O Brasil tem riquezas mil, que não precisa-se nem citar quais, para ser considerado um “anão diplomático” como disse certa vez a ocupação que se autoproclama “Israel”. O Brasil está entre as 10 maiores economias do mundo e precisa de poder de barganha e independência monetária para fortalecer sua decente, mas ainda não ideal, balança comercial.

O povo brasileiro, mais do que nunca, precisa acordar para pautas grandes e que fazem diferença em todos os setores de uma nação. A grande mídia, as ONGs estrangeiras, os coletivos sociais comprados, jamais abordarão tal questão, entretanto chegou a hora de falarmos sério sobre o Brasil possuir suas armas nucleares. A geopolítica, o mundo, fez o tema renascer.

Sem piadinhas, sem falsos temores ou pacifismo tolo, a oportunidade surgiu, o vácuo apareceu – o Brasil precisa trabalhar no desenvolvimento do seu projeto atômico – tanto energético como militar, este último principalmente.

Roberto Campos dizia que o Brasil não perde a oportunidade de perder oportunidades. Que pelo menos, nesta única vez, ele esteja errado.

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Sociedade

Homossexual é expulso de voo junto com companheiro após insultar filha de Donald Trump

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Dois passageiros foram retirados de um voo após um deles proferir ofensas a Ivanka Trump, filha de Donald Trump, nesta quinta (22). A filha do presidente eleito dos Estados Unidos estava com os três filhos em um voo que partiu do aeroporto John F. Kennedy em Nova Iorque.

O autor dos insultos foi identificado como Dan Goldstein, um advogado do Brooklyn, que estava com o seu companheiro Matthew Lasner.

Dan Goldstein ao perceber que a filha de Trump estava no voo, já começou dizendo que aquilo só poderia ser um pesadelo e então continuou – “Seu pai está arruinando o país. Por que ela está em nosso vôo? Ela deveria estar viajando de forma privada”, disse Goldstein, enquanto continuava seu discurso com provocações contra uma mulher que não tinha culpa de nada exceto de tentar viajar com seus filhos sem ser incomodada.

Ivanka manteve-se fria e calma. Outro passageiro no voo declarou que Ivanka agiu com classe e “ignorou o cara tentando distrair seus filhos” antes que os homens fossem escoltados para fora do voo. Por fim o passageiro indisciplinado Dan Goldstein foi removido e teria gritado – “Você está me tirando por expressar minha opinião?”

A companhia área JetBlue emitiu um comunicado dizendo:

“A decisão de remover um cliente de um voo não é tomada com ânimo leve. Se a tripulação determina que um cliente está causando conflito na aeronave, será solicitado ao cliente desembarcar, especialmente se a equipe sente que a situação corre o risco de crescer durante o voo. Nossa equipe trabalhou para acomodar a parte no próximo voo disponível.”

Matthew Lasner, companheiro de Dan Goldstein, chegou a postar uma foto de Ivanka em seu Twitter e disse que a companhia área os tinham expulsado só porque seu “marido” demonstrou descontentamento em voar com gente da família Trump.

Lasner cinicamente ainda escreveu que seu “marido” demostrou insatisfação em um tom calmo. No entanto, uma hora antes, Lasner escreveu: “Ivanka e Jared no JFK T5, em voo comercial. Meu ‘marido’ está caçando-os para molestá-los”

Confira a sequência de tweets:

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Esses tweets foram excluídos menos de uma hora após o incidente. Uma hora depois, Lasner apagou toda a sua conta.

Um porta-voz do presidente eleito Donald Trump não respondeu de forma imediata sobre o incidente. Membros do Serviço Secreto estavam no vôo com Ivanka e sua família, mas não interferiram. Em vez disso, eles optaram por deixar a linha aérea lidar com o problema.

Referência:

American Freedom Fighters

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Moral

Conservadores russos querem aulas de valores familiares em todas as escolas da Rússia

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A Rússia caminha cada vez mais na contramão da decadência civilizacional que se encontra os países do ocidente. Em breve todas as escolas da Rússia poderão ter aulas obrigatórias de valores familiares, segundo divulgou a agência de notícias russas Interfax na última segunda-feira (19).

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De acordo com o relatório da agência, o movimento é apoiado pela organização religiosa ortodoxa russa chamada “A Santidade da Maternidade”. O grupo foi fundado em 2006.

A líder do grupo, Natalia Yakunina, disse que essas classes já estavam sendo dadas em algumas regiões da Rússia. As aulas reforçam a família tradicional formada por homem, mulher e filhos.

Natalia Yakunina também revelou que o grupo apoiou a exigência de várias mulheres de terem acesso a psicólogos, antes de terem um aborto. Seu grupo já fornece centros de maturidade e fornece aconselhamento pré-aborto em regiões de todo o país visando combater esse mal, que infelizmente ainda é enorme no país.

O povo russo ultimamente está se juntando para fazer resistência ao que chamam de “contra-cultura” ocidental – que é romper e combater agendas globalistas como feminismo, LGBT’s, ambientalismo e outras causas artificialmente criadas que visam destruir a soberania de um povo e sua sanidade social.

A Rússia restringe propaganda LGBT 

Recentemente a história em quadrinhos “Overwatch” teve uma de suas edições proibidas na Rússia por conter material com apologia ao gayzismo.

O cidadão russo nos últimos anos teve que aprender a discernir entre sua vida pessoal e a vida pública. Em 2015 dois rapazes fizeram um experimento de como seria andar de mãos dadas na ruas de Moscou e o resultado mostrou o povo hostilizando o suposto par gay com certos indivíduos partindo até para a coerção física.

Para os desavisados, pode até parecer intolerância pura e simples, mas no fundo há um pensamento macro e social de conservação civilizacional. O povo quando coíbe um par gay em público, não visa ofender indivíduos em si, mas sim preservar a pátria de uma engenharia social externa.

Referência:

Russian Insider

The Moscow Times

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Mídia

George Soros e outros magnatas financiam grupo que irá verificar “notícias falsas” no Facebook

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Na última quinta-feira (15), o Facebook fez um comunicado oficial em sua página avisando que irá iniciar um combate aos boatos e notícias falsas (clique aqui). A rede social mais popular do mundo informou que irá disponibilizar uma ferramenta onde seus usuários poderão denunciar possíveis conteúdos falsos e que além disso contará com -“um programa para trabalhar com organizações externas de checagem de fatos que são signatárias do Poynter’s International Fact Checking Code of Principles (clique aqui). Vamos usar as denúncias da nossa comunidade, além de outros sinais, para enviar histórias a essas organizações. Se essas organizações identificarem uma história como falsa, a história será sinalizada como questionável e haverá um link a um artigo correspondente explicando o porquê disso. Histórias de conteúdo questionável também poderão perder relevância no Feed de Notícias.”

Então o passo seguinte será marcar uma notícia ou publicação com “um alerta de que a história tem conteúdo questionável” para então as organizações ligadas a tal Poynter’s International Fact Checking Code of Principles classificarem se o conteúdo é questionável ou não. Caso o conteúdo não passe pelo crivo da Poynter’s, não será possível publicar o material no Facebook conforme o informe oficial da própria empresa –  “Uma vez que a história é classificada como tendo conteúdo questionável, será impossível promovê-la na plataforma.”

Quem são os financiadores do grupo Poynter’s International Fact Checking Code of Principles?

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O grupo que será responsável por verificar a procedência das informações que circularão no Facebook diz em seu “código de princípios” (clique aqui) acreditar que “a verificação factual não-partidária e transparente pode ser um poderoso instrumento do jornalismo e da prestação de contas. Inversamente, conteúdo sem fonte ou tendencioso pode aumentar a desconfiança na mídia e em especialistas, poluindo a compreensão do público.”

O romantismo acaba quando verificamos quem financia tal entidade e encontramos, em seu site (clique aqui), os nomes:

Arthur M. Blank Family Foundation – fundação do financista judeu Arthur Blank, dono do time de futebol americano Atlanta Falcons e do time de futebol Atlanta United.

Duke Reporters’ Labórgão da Universidade de Duke, umas das universidades com grande comunidade judaica (clique aqui) e com muitos programas e iniciativas dedicadas a tal comunidade, incluindo serviços de carreira judaica e israelense, tutorias, bolsas de estudo e recursos LGBT (?).

Bill & Melinda Gates Foundation – ambos dispensam apresentações. Os Gates não doaram menos que US$ 25 milhões a família Clinton, que teve Hillary Clinton na corrida presidencial dos Estados Unidos, no último mês.

Google – também não precisa de adendos.

The National Endowment for Democracy – Coincidentemente foi a primeira ONG estrangeira banida da Rússia, conforme noticiou o The Guardian em 2015 (clique aqui). Foi fundada em 1983 com a recomendação de reviver e executar atividades políticas encobertas. Como poderia haver oposição do Congresso e da opinião pública caso tal tarefa fosse confiada à CIA, foi sugerido a criação de uma ONG sem vínculos ostensivos com a CIA.

The Omidyar Network – Uma firma de investimentos “filantrópica” fundada pelo dono do eBay Pierre Omidyar que doou mais de US$ 30 milhões para a família Clinton e suas fundações.

Open Society Foundation – Pertencente ao conhecido magnata judeu George Soros financiador da causa LGBT, feminismo, aborto, coletivos negros etc. No Brasil, Soros ajuda ONGs e grupos que doaram dinheiro inclusive para a campanha do candidato Marcelo Freixo, do PSOL, no Rio de Janeiro, além de financiar o portal progressista Mídia Ninja. O ministro do STF, Luís Roberto Barroso, responsável por votar pela legalização do aborto, já teve suas palestras patrocinadas pela mesma Open Society.

Park Foundation – Uma entre tantas entidades que também financiam causas globalistas como ambientalismo e o alarde das mudanças climáticas por ação do homem – engenharias sociais que só sobrevivem graças as mentiras da grande mídia. Um exemplo de caso abafado foi o escândalo chamado “climategate”, onde cientistas americanos e britânicos tiveram emails vazados onde o assunto era a falsificação de dados para favorecer a hipótese de que as mudanças climáticas ocorrem por interferência humana.

Então basicamente pode-se notar que as fundações que influenciam e financiam o novo sensor do Facebook está praticamente toda comprometida com o globalismo e suas causas. O que está diante de todos é uma guerra explícita a livre informação.

Referências:
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Sociedade

Dono de pequena malharia se recusa a fazer camisas para festival LGBT e vira réu nos Estados Unidos

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O proprietário de uma malharia e gráfica, Blaine Adamson, em Lexington, no Kentucky, responde na justiça por recusar a estampar camisas para uma organização que milita pela causa LGBT e que seriam usadas na parada do orgulho gay que ocorreu na região em 2012.

O advogado que representa o proprietário do empreendimento “Hands On Originals” argumentou na audiência, esta semana, que o governo não pode forçar uma pessoa a criar ou ajudar a propagar um discurso que vá de encontro as suas crenças pessoais.

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A organização LGBT entrou com uma ação por discriminação contra Blaine Adamson mediante uma comissão de direitos humanos local.

Jim Campbell, conselheiro sênior do grupo “Aliança, Liberdade e Defesa” e advogado de defesa, comentou sobre o caso e considerou um abuso.

“Este caso é sobre a liberdade expressa de todos, porque se os proprietários da ‘Hands On Originals’ [loja denunciada] deve imprimir mensagens que entram em conflito com as suas crenças, após isso, não há nada que impeça o governo de forçar uma lésbica de criar panfletos de um grupo religioso opondo-se a união do mesmo sexo ou de forçar um muçulmano designer gráfico a construir um site que promova crenças judaicas. Eu acho que há um apelo universal para o que estamos discutindo aqui.”, disse Campbell.

Um tribunal regional de Kentucky ficou do lado de Adamson, em abril de 2015, dizendo que ele tinha o direito de não fazer as camisas. Por sua vez a Comissão de Direitos Humanos do condado urbano de Lexington-Fayette tinha determinado que Adamson deveria fazer as camisetas mesmo que as mensagens entrem em conflito com suas crenças religiosas.

A Comissão recorreu ao Tribunal de Apelações sobre a decisão da corte de Lafayette County, no Kentucky, que tinha derrubado a decisão da Comissão. O argumento oral foi realizado na última terça, 13 de dezembro.

Os advogados de Blaine Adamson dizem acreditar que ele tem o direito de recusar estampar as camisas com mensagens que sejam conflitantes com seus valores. “A decisão do tribunal, com razão, acatou o que nós pedimos e nós vamos requerer ao tribunal de recursos que faça o mesmo”, afirmou o advogado Campbell.

Campbell disse aos três juízes, na última terça (13), que Adamson não discriminou ninguém com base na orientação sexual,.

“Hands On Originals [a empresa] recusou  imprimir as camisas devido às mensagens delas e não devido a orientação sexual dos indivíduos que pediram o serviço”, expôs Campbell no Tribunal de Apelações do Kentucky.

Em contra partida, o advogado Ed Dove, da Comissão de Direitos Humanos, rebateu – “Você não pode separar a mensagem da discriminação. Isso é uma falácia.”

O dono Blaine Adamson explicou que não era possível fazer camisas que carregam uma mensagem que conflite com a sua fé então ele se ofereceu para indicar outra malharia e gráfica que iria fazer as camisas pelo mesmo preço que ele teria cobrado ao grupo LGBT.

“O nosso cliente regularmente faz camisas para gays e lésbicas. Na verdade, Hands On Originals estampou itens promocionais para uma cantora lésbica que esteve na parada do orgulho [gay], então de modo algum a empresa tem objeções a gays e lésbicas”, explicou Campbell.

O dono opõe-se também a estampar qualquer coisa que promova a atividade sexual ou relações fora do casamento, obviamente entre homem e mulher. Sua crença também exige que ele recuse regularmente pedidos de heterossexuais.

A expectativa para a nova sentença é de até 90 dias. Por fim o advogado explicou:

“Se eles decidirem a nosso favor, então vamos ver se a comissão [de direitos humanos] continuará a gastar os dólares dos contribuintes para continuar com isso. Se o tribunal decidir a favor da comissão, então vamos avaliar se iremos apelar para a Suprema Corte do Kentucky”, finalizou o advogado.

Referência:

The Daily Signal

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Sociedade

Burcas, mesquitas e propaganda homossexual são proibidas em cidade da Hungria

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Uma cidade no sul da Hungria proibiu a exposição e a divulgação aberta do Islã e do homossexualismo. A medida barra a construção de mesquitas e o uso de véus e vestidos que obstruem a cabeça, bem como promover casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

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O prefeito da cidade de Asotthalom, Laszlo Toroczkai, que é nacionalista, expôs as propostas aprovadas por sua equipe administrativa, em sua página do Facebook, após a sessão da última quarta-feira (7), onde todos os membros do Conselho votaram a favor das novas regras, com excepção de duas abstenções.

“Em vez de procurar alguém para culpar, eu ofereci uma solução imediata, uma defesa contra o forçoso reassentamento de imigrantes impostos por Bruxelas (sede da União Europeia). Hoje, a equipe do governo do povo de Asotthalom adotou a minha proposta (que consiste em várias ações) para defender a nossa comunidade e nossas tradições de qualquer plano externo de reassentamento de estrangeiros. Tudo o que precisamos é fazer esta proposta seja adotada no resto dos municípios da Hungria e, assim, conseguiremos defender nossa Pátria “, escreveu Toroczkai na publicação.

As medidas de Toroczkai incluem a proibição de construção de mesquitas e qualquer outro local de culto que possa minar a Igreja Católica. Houve também a proibição da tradicional chamada para a oração do muezim e a proibição de qualquer peça de vestuário que cobre o rosto, como o hijab, o niqab e a burka, incluindo burkini.

Além disso, o decreto-lei também proíbe qualquer propaganda pública que mostre a instituição do casamento diferente do modelo tradicional homem e mulher. Isso inclui qualquer atividade pública, performance artística, manifestação ou publicidade por correio, etiqueta ou anúncio de rádio e TV.

Tais medidas, de acordo com Toroczkai, protegem a Hungria da imigração vinda do sul – local de sua cidade – e do liberalismo radical do Ocidente, que têm suas causas inteiramente financiadas por grandes magnatas e indivíduos apátridas que desejam corromper os costumes e tradições da nações.

Toroczkai pertence ao Partido da Direita Nacional – Jobbik, cujo principal objetivo é “proteger os valores e interesses da Hungria.” O partido também já foi acusado de racismo, anti-semitismo e homofobia.

“Quero ser um exemplo para as autoridades locais sobre como proteger o reassentamento forçado de imigrantes e outras formas de subversão”, disse ele na reunião de sua administração, reafirmou o prefeito.

Toroczkai é também o líder do HVIM (Movimento das 64 províncias) grupo de jovens nacionalistas que reclamam a posse de terras que historicamente pertenciam à Hungria. Ele também é conhecido por sua dura retórica anti-imigração, incluindo um vídeo que mostra um grupo de homens em uma motocicleta, helicóptero e até a cavalo, a captura de imigrantes ilegais

A Hungria é um dos mais hostil ao acolhimento de refugiados e requerentes de asilo entre os países europeus. Em um referendo promovido pelo primeiro-ministro húngaro Viktor Orban, em outubro deste ano, 98,3% dos húngaros rejeitaram o mandato da União Europeia que impunha cotas de refugiados para seus países membros.

No entanto, o referendo não atingiu a participação de 50% exigido por lei, devido a um boicote da oposição. O mesmo Viktor Orban fez declarações em uma linha semelhante à usada por Toroczkai, sugerindo que todos os refugiados que entraram ilegalmente sejam deportados para uma ilha perto da costa da África.

Referência:

Democracia Nacional

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Geopolítica

Emails revelam ligação entre ministro da Turquia – genro de Erdogan – e Estado Islâmico, diz Wikileaks

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Milhares de emails vazados provaram que o ministro de energia e recursos naturais da Turquia, Berat Albayrak – genro do presidente turco Recep Tayyip Erdoğan – tem ligações e faz negócios no ramo petrolífero com o Estado Islâmico.

A Wikileaks divulgou cerca de 56 mil emails mostrando ligações e negociações de Berat Albayrak com a Powertrans, empresa petrolífera que detém o monopólio dos campos de petróleo, rodovias e ferrovias, das áreas controladas pela Estado Islâmico na parte curda do Iraque. Albayrak já negou no passado ter qualquer conexão com a Powertrans, mas os emails foram a comprovação que faltava.

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A Powertrans têm sido constantemente acusada de facilitar o escoamento de petróleo, proveniente do Estado Islâmico, vindo dos campos do Iraque para a Turquia.

Julian Assange, fundador da Wikileaks, justificou o vazamento dos emails citando à repressão de Erdogan contra a mídia – “O povo da Turquia precisa de uma mídia livre e uma internet gratuita. Os esforços de contra-golpe do governo foram bem além de seu propósito de proteger o estado e agora são usados principalmente para roubar ativos e eliminar críticos”, disse Assange.

Berat Albayrak, além de genro de Erdoğan, é um dos indivíduos mais poderosos da Turquia e é visto como alguém que está sendo preparado para ser o sucessor de Erdogan. O presidente linha dura tem consolidado seu controle do poder através da implementação de medidas de emergência ao prender milhares de jornalistas, ativistas e acadêmicos na esteira de um fracassado golpe militar que foi tentado em julho.

Acusações da ligação entre Turquia e Estado Islâmica é antiga

Vale lembrar que em 2014, a repórter da do canal iraniano Press TV, Serena Shim, morreu em um acidente suspeito na fronteira da Síria com a Turquia, dias após registra em vídeo o exército turco facilitando a entrega de armas e mantimentos aos terroristas do Estado Islâmico.

Já em dezembro de 2015, fontes próximas ao Estado Islâmico confirmaram que Ankara fornece aos terroristas armas e munições por meio de corredores no Qatar, sendo que também o petróleo vendido pelos terroristas para a Turquia segue pelo mesmo canal.

“O Estado Islâmico vende regularmente petróleo cru iraquiano e sírio para a Turquia através de intermediários no Qatar”, disse o jornal Al-Akhbar, de língua árabe, citando fontes anônimas dentro do Estado Islâmico.

As fontes reiteraram que a Turquia também vendeu parte do petróleo que comprou do Estado Islâmico por um preço bem barato para alguns países do Leste Europeu.

Também em 2015, o ex-deputado do maior partido da oposição da Turquia, Mehmet Ali Ediboglu, citou que os negócios da família Erdogan giravam em torno de comercializar ilegalmente petróleo com o Estado Islâmico, em entrevista concedida ao Sputnik (clique aqui). O entrevistado sublinhou especialmente que o petróleo proveniente da Turquia chega a Israel, de onde é distribuído para mundo – da região turca de Ceyhan, o petróleo segue para Israel, EUA, Itália, França, Alemanha e Holanda.

Mehmet Ali Ediboglu pontuou também que não só os terroristas do Estado Islâmico praticam esta atividade criminosa, mas também a oposição armada síria (conhecidos como rebeldes moderados) e a Frente al-Nusra, afiliada da Al-Qaeda.

“A única via usada pelos vários grupos terroristas para fornecer o petróleo ao mercado internacional passa pela Turquia”, expôs o deputado.

Por fim, os emails também ofereceram a oportunidade de se observar a estreita relação entre o Sr. Albayrak e Mehmet Ali Yalcindag, este último parceiro de negócios do novo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump.

Referências:

Fars News Agency

The Independent 

 

 

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