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George Soros e outros magnatas financiam grupo que irá verificar “notícias falsas” no Facebook

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

Na última quinta-feira (15), o Facebook fez um comunicado oficial em sua página avisando que irá iniciar um combate aos boatos e notícias falsas (clique aqui). A rede social mais popular do mundo informou que irá disponibilizar uma ferramenta onde seus usuários poderão denunciar possíveis conteúdos falsos e que além disso contará com -“um programa para trabalhar com organizações externas de checagem de fatos que são signatárias do Poynter’s International Fact Checking Code of Principles (clique aqui). Vamos usar as denúncias da nossa comunidade, além de outros sinais, para enviar histórias a essas organizações. Se essas organizações identificarem uma história como falsa, a história será sinalizada como questionável e haverá um link a um artigo correspondente explicando o porquê disso. Histórias de conteúdo questionável também poderão perder relevância no Feed de Notícias.”

Então o passo seguinte será marcar uma notícia ou publicação com “um alerta de que a história tem conteúdo questionável” para então as organizações ligadas a tal Poynter’s International Fact Checking Code of Principles classificarem se o conteúdo é questionável ou não. Caso o conteúdo não passe pelo crivo da Poynter’s, não será possível publicar o material no Facebook conforme o informe oficial da própria empresa –  “Uma vez que a história é classificada como tendo conteúdo questionável, será impossível promovê-la na plataforma.”

Quem são os financiadores do grupo Poynter’s International Fact Checking Code of Principles?

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O grupo que será responsável por verificar a procedência das informações que circularão no Facebook diz em seu “código de princípios” (clique aqui) acreditar que “a verificação factual não-partidária e transparente pode ser um poderoso instrumento do jornalismo e da prestação de contas. Inversamente, conteúdo sem fonte ou tendencioso pode aumentar a desconfiança na mídia e em especialistas, poluindo a compreensão do público.”

O romantismo acaba quando verificamos quem financia tal entidade e encontramos, em seu site (clique aqui), os nomes:

Arthur M. Blank Family Foundation – fundação do financista judeu Arthur Blank, dono do time de futebol americano Atlanta Falcons e do time de futebol Atlanta United.

Duke Reporters’ Labórgão da Universidade de Duke, umas das universidades com grande comunidade judaica (clique aqui) e com muitos programas e iniciativas dedicadas a tal comunidade, incluindo serviços de carreira judaica e israelense, tutorias, bolsas de estudo e recursos LGBT (?).

Bill & Melinda Gates Foundation – ambos dispensam apresentações. Os Gates não doaram menos que US$ 25 milhões a família Clinton, que teve Hillary Clinton na corrida presidencial dos Estados Unidos, no último mês.

Google – também não precisa de adendos.

The National Endowment for Democracy – Coincidentemente foi a primeira ONG estrangeira banida da Rússia, conforme noticiou o The Guardian em 2015 (clique aqui). Foi fundada em 1983 com a recomendação de reviver e executar atividades políticas encobertas. Como poderia haver oposição do Congresso e da opinião pública caso tal tarefa fosse confiada à CIA, foi sugerido a criação de uma ONG sem vínculos ostensivos com a CIA.

The Omidyar Network – Uma firma de investimentos “filantrópica” fundada pelo dono do eBay Pierre Omidyar que doou mais de US$ 30 milhões para a família Clinton e suas fundações.

Open Society Foundation – Pertencente ao conhecido magnata judeu George Soros financiador da causa LGBT, feminismo, aborto, coletivos negros etc. No Brasil, Soros ajuda ONGs e grupos que doaram dinheiro inclusive para a campanha do candidato Marcelo Freixo, do PSOL, no Rio de Janeiro, além de financiar o portal progressista Mídia Ninja. O ministro do STF, Luís Roberto Barroso, responsável por votar pela legalização do aborto, já teve suas palestras patrocinadas pela mesma Open Society.

Park Foundation – Uma entre tantas entidades que também financiam causas globalistas como ambientalismo e o alarde das mudanças climáticas por ação do homem – engenharias sociais que só sobrevivem graças as mentiras da grande mídia. Um exemplo de caso abafado foi o escândalo chamado “climategate”, onde cientistas americanos e britânicos tiveram emails vazados onde o assunto era a falsificação de dados para favorecer a hipótese de que as mudanças climáticas ocorrem por interferência humana.

Então basicamente pode-se notar que as fundações que influenciam e financiam o novo sensor do Facebook está praticamente toda comprometida com o globalismo e suas causas. O que está diante de todos é uma guerra explícita a livre informação.

Referências:
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Jornalistas turcos estão presos por mostrarem relação da Turquia com Estado Islâmico

A manchete é clara:  “Eles controlam a fronteira com um líder do Estado Islâmico” publicou o jornal turco Cumhuriyet  na segunda-feira, revelando a colaboração entre o exército da Turquia e o Estado Islâmico – detalhe: o jornal já tem dois funcionários presos há aproximadamente três meses por terem exposto a colaboração do serviço de inteligência turco com o Estado Islâmico, em maio de 2015. Os presos são o editor-chefe Can Dundar e o editor de notícias Erdem Gul.

CHIESTO ERGASTOLO PER GIORNALISTI MINACCIATI DA ERDOGAN

O promotor pediu prisão perpétua para os dois e o julgamento está previsto para começar em 25 de março de 2016 e o motivo foi  uma investigação sobre cargas de caminhões com armas destinadas ao Estado Islâmico que atravessavam a fronteira da Turquia para a Síria com a ajuda dos serviços secretos turcos.

As últimas novidades baseiam-se em interceptações telefônicas em que funcionários turcos têm um diálogo amigável com Mustafa Demir, um jihadista turco considerado responsável pela gestão de fronteira por parte do Estado Islâmico, em novembro de 2014. Tais gravações surgiram durante uma investigação feita pelo escritório do promotor público de Ancara que em seguida foi transferido para o escritório de Gazantiep, na fronteira com a Síria.

As conversas indicam contatos frequentes com as autoridades turcas que permitem terroristas de cruzar a fronteira com explosivos, dos tipos usados nos ataques terroristas na Turquia.

Entre as 27 pessoas envolvidas no inquérito estão Ilhami Bali, considerado o mentor do ataque suicida contra uma manifestação pacífica curda na estação de Ankara, em 10 de outubro, em que 102 pessoas foram mortas.

O assassinato de Serena Shim

Se os jornalistas turcos estão presos, a mesma sorte não teve Serena Shim da PressTV, veículo iraniano. A repórter de nacionalidades americana e libanesa foi morta dias após reportar a Turquia facilitando a entrega de armas para o Estado Islâmico na fronteira com a Síria em outubro de 2014.

Referência:

Veterans Today

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300, 6 mil e 100 mil – O lapso do jornalismo brasileiro

Vejam como é o jornalismo brasileiro: 300 pessoas fazem uma ação, 6 mil são expropriadas e 100 mil participam de um exercício militar. O que vira notícia, com destaque nacional, recebendo ampla divulgação?
O movimento realizado por 300 pessoas. Sim, o assunto do dia foi a ação de 300 pessoas, que se reuniram em frente a sede do partido, do candidato a presidência da republica, Levy Fidelix para protestar com um “beijaço” contra sua visão sobre o movimento gay.

Provavelmente você ficou sabendo sobre esses 300 manifestantes e agora mesmo deve se perguntar: “quem são os 6 mil e os 100 mil os quais vocês se referiu?”

Se você não conseguiu identificar a quem me refiro, é sinal que a tal mídia brasileira não quer que você seja informado sobre os 6 mil cidadãos expropriados, no município maranhense de São João do Caru, em dezembro do ano passado, e muito menos sobre os 100 mil soldados russos que participaram de um exercício militar, na costa da Sibéria, neste último dia 29.

Se nem superficialmente você ficou sabendo desses últimos dois fatos que, convenhamos, são muito mais importantes que a reunião de 300 beijoqueiros é porque talvez você seja alvo de uma engenharia social gigante. Os grupos classificados como “minorias” e que normalmente se consideram indefesos e renegados pela mídia, na verdade, como visto nas linhas anteriores, têm muito mais apoio midiático que assuntos realmente relevantes.

Comecemos pelos 6 mil expropriados de São João do Caru. Nesse município que vive basicamente de agricultura familiar, 1.200 famílias perderam suas terras para demarcações indígenas. Os 33 indígenas, que ocuparão a antiga área dos 6 mil camponeses, receberão apoio e serão supervisionados pela ONG Survival International a qual é ligada diretamente a uma elite composta por famílias reais europeias e banqueiros judeus (Comitê dos 300). A mesma elite que apoia a candidata Marina Silva e que também tem ligações com, seus concorrentes diretos, Dilma Rousseff e Aécio Neves. O detalhe interessante é que a terra tem uma farta jazida de ouro.

Obviamente trata-se de mais um golpe contra a soberania do Brasil e um saque monstruoso as custas de cidadãos humildes e etnias nativas que são usadas e tratadas como animais incapazes.

Golpe esse que Vladimir Putin, da Rússia, não deseja sofrer. Putin com seus projetos euro asiáticos declarou guerra total a essa elite anglo-americana. Não a toa os exercícios militares já são uma prática habitual do cotidiano russo. E quando a operação de treinamento chega a 100 mil homens, é sinal que o chefão não está para brincadeira.

Financeiramente, Putin apoia a venda do petróleo em outra moeda que não o dólar, se juntou com os países do BRICS e formou um banco independente e concorrente do FMI, BID e Banco Mundial. Culturalmente Putin também faz frente aos interesses do Comitê dos 300: podou a causa gay na Rússia, onde afirma que não vai permitir a propaganda e disseminação de material que apoie a causa e proibiu o casamento homoafetivo. Enquadrou os radicais ambientalistas do Greenpeace, prendendo vários ativistas, além de no passado já ter perseguido magnatas russos ligados a Londres. Lembrando que todas as causas pseudo progressistas como o feminismo, ambientalismo, causa gay, causa negra, indígena, aborto, são financiadas pelos grupo oligárquico já citado oponente a Putin. Por fim, Putin também se prepara militarmente pois a Rússia se opõe as ações ocidentais no Oriente Médio de tentar derrubar Bashar Al Assad, na Síria, para a criação de uma grande Israel. Já ficou nítido que o Estado Islâmico, usado como subterfúgio para uma intervenção na Síria é uma criação da CIA com a Mossad e que, a lá a Al Qaeda, é usado para diversos fins de domínio imperialista. Não podendo-se omitir que o líder do Estado Islâmico, o califa Abu Bakr Al-Baghdadi, é judeu e agente da Mossad (Eliot Shimon). Além do Oriente Médio, Putin também esteve atento a derrubada do presidente Ucraniano Yanukovich. Percebendo a manobra de tirar a Ucrânia de uma aliança política, com a Rússia, para colocá-la na zona do Euro, o líder russo tomou de volta a Crimeia, ponto estratégico em uma possível guerra, no Mar Negro.

Em um mundo onde tudo se interliga, e a causa apoiada por 300 é ligada a uma elite que expropriou 6 mil e que possivelmente será combatida pelos 100 mil que estavam em exercício militar, talvez a grande imprensa brasileira prefira manter 200 milhões de pessoas pensando através do aparelho excretor.

Clipping:
Em SP, 300 participam de ‘beijaço’ contra declarações homofóbicas de Levy Fidelix
São João do Caru: Famílias têm 40 dias para deixar suas terras
RÚSSIA TESTA 100.000 SOLDADOS EM VOSTOK-14 EM MAIORES EXERCÍCIOS DESDE A URSS NO ÁRTICO!
RÚSSIA AMEAÇA EUA, CASO ATAQUE ASSAD. ANUNCIADA A AQUISIÇÃO DE NAVIOS DE GUERRA. UNIÃO ECONÔMICA DA EURÁSIA É APROVADA!

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