Moral

Médica diz malhar bíceps para fazer abortos e caso o bebê saia com vida só revela dependendo de “quem esteja na sala”

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Um novo vídeo de conteúdo sigiloso, feito pelo Centro de Progresso Médico (CMP), divulgado na manhã da última quarta (29), mostra uma abortista da Planned Parenthood, chamada Dr. DeShawn Taylor,  descrevendo gestualmente como entregar bebês abortados intactos para que suas partes corporais possam ser colhidas, dizendo que as vezes ela precisa “ir para acadêmia” antes de cometer alguns abortos, devido ao fato de precisar fazer muita força no procedimento. A “doutora” DeShawn Taylor também explicou que presta “atenção para quem está na sala” se um bebê abortado mostrar sinais de vida.

O vídeo vazou um dia depois que o chefe da CMP, David Daleiden, e sua co-investigadora Sandra Merritt foram acusados de 15 crimes, no estado da Califórnia, por gravarem suas conversas secretamente com altos executivos da indústria aborto.

No novo vídeo, DeShawn Taylor, que anteriormente era diretora médica da Planned Parenthood do Arizona e provedora de abortos, de longa data, na Planned Parenthood Los Angeles, fala abertamente aos investigadores, em uma recepção do que era uma conferência da Planned Parenthood.

Tal evento contava com Deborah Nucatola, diretora sênior dos Serviços Médicos da Planned Parenthood Federation of America, e foi justamente ela quem apresentou os investigadores do CMP a DeShawn Taylor.

Deborah Nucatola é a mesma que apareceu em outros vídeos, já divulgados, afirmando que “muitas pessoas querem os corações [das crianças abortadas] intactos, nos dias de hoje, pois elas estão procurando por nódulos específicos… Nódulos AV, SA… E eu tipo, uau, nem sabia – bom para elas”.

Os investigadores se passaram por compradores de tecidos fetais a Taylor, que revela grande preocupação com sua equipe.

“Não é uma questão de como me sinto sobre isso [o feto] saindo intacto, mas eu tenho que me preocupar com meu pessoal e os sentimentos das pessoas sobre ele sair parecendo um bebê”, disse Taylor sobre os abortos que ela faz até 24 semanas.

“Nós temos as pessoas que fazem a nossa documentação para os certificados de óbito fetal e eles no mandam e-mails chamando-os de ‘bebês’. ‘bebê’ isso, bebê, bebê fulano de tal, e eu fico tipo, nossa isso é assustador!”

Após admitir que se choca ao “descobrir” que está lidando com bebês e os matando, Taylor continua a explicação dizendo se preocupar com quem está na sala caso o bebê saia vivo do procedimento que tenta matá-lo.

“No Arizona, se o feto sair com qualquer sinal de vida, nós supostamente o transportamos ao hospital.” O investigador do CMP retrucou perguntando se havia “qualquer procedimento padrão para verificar sinais de vida” – Taylor respondeu: “Bem, a coisa é, quero dizer o macete é, você precisa prestar atenção para quem está na sala, certo?”

Então dependendo de quem esteja na sala, mesmo que a criança ainda esteja com vida, seu desmembramento e consequentemente assassinato pode ser concluído.

A conclusão de David Daleiden, um dos investigadores que responde na justiça por desmascarar essa máfia da morte, é certeira.

“Estas imagens mostram um médico do aborto de longa data da Planned Parenthood, disposto a vender partes de bebês com fins lucrativos, usando métodos de aborto criminosos para obterem mais partes intactas do corpo e até mesmo encobrindo o infanticídio”, disse Daleiden.

“Esta filmagem é apenas uma prévia das acusações condenatórias e incriminatórias dos líderes da Planned Parenthood em nossas gravações ainda não lançadas, que foram censuradas por uma ordem inconstitucional de mordaça, de um juiz federal de São Francisco”, completou o investigador.

Mas o show de horrores não acabou ainda. Com frieza, a “doutora” Taylor segue expondo detalhes horripilantes.

Segundo ela, “demanda mais força” para desmembrar um bebê que não tenha sido morto pela injeção de digoxina, disse Taylor aos pesquisadores do CMP. “Meus bíceps apreciam” quando a droga para parar o coração funciona, revelou.

“Eu me lembro quando eu era uma membra [do Planejamento Familiar] e eu estava treinando, eu estava tipo, ‘Oh, eu tenho que ir para a acadêmia para isso'”, diz Taylor sobre a força que ela precisa fazer, usando seus bíceps, ao cometer um desmembramento abortivo com fórceps.

David Daleiden novamente acerta na mosca e explica que a única diferença entre a forma como a Planned Parenthood comete abortos e a forma como o assassino condenado Dr. Kermit Gosnell fazia abortos é que “Gosnell não foi tão cuidadoso quanto a ‘prestar atenção a quem está na sala'”.

“Os políticos eleitos devem parar de forçar os contribuintes a subsidiarem o negócio do aborto criminoso da Planned Parenthood, e o Departamento de Justiça deve imediatamente abrir uma investigação completa e processar a Planned Parenthood até a extensão máxima da lei”, completou Daleiden.

Um painel no Congresso americano reuniu-se para investigar o comércio de partes do corpo de bebês abortados tendo como referência a Planned Parenthood, empresas de tecido fetal e universidades com a acusação por procedimento criminal, no ano passado. O Comitê Judiciário do Senado também recomendou que a Planned Parenthood seja investigada pelo FBI e possivelmente processada.

“A gigante do aborto continuar a receber mais de US $ 500 milhões em financiamento dos contribuintes é algo simplesmente inconcebível”, disse Marjorie Dannenfelser, presidente da Susan B. Anthony List.

“Os legisladores devem agir imediatamente para redirecionar esses fundos para os centros de saúde comunitários, que superam as instalações da Planned Parenthood em mais de 20 a um em todo o país e oferecem uma gama completa de cuidados de saúde primários. Exortamos os republicanos a se unirem e a fazer isso antes que os deputados deixem a capital para o recesso de primavera”, concluiu Marjorie Dannenfelser.

O recesso de primavera do Congresso começa 11 de abril. O projeto de lei “American Healthcare Act” teria tirado o financiamento do merado do aborto, mas foi removida da Câmara dos Estados Unidos por falta de votos.

Kristan Hawkins, presidente da Students for Life of America, disse que o novo vídeo é um “despertador” para o Congresso.

“Eles não deveriam fazer tudo o que está ao seu alcance para desmantelar uma organização que até mesmo consideraria quebrar a lei, recusando atenção médica a uma criança nascida viva após um aborto frustrado, dependendo de quem esteja na sala durante um aborto? E quanto à mãe – foi-lhe dito alguma vez que há uma possibilidade do seu filho nascer vivo e o fazerem sofrer sem conforto ou reconhecimento de sua humanidade?”, indagou Hawkins.

“Não há tamanho para o bem que a Planned Parenthood podia fazer se parasse de tirar a vida de bebês inocentes, traindo seus pacientes – mães, irmãs, esposas, namoradas e contornando a lei por todos os meios possíveis, para ganhar mais dinheiro”, finalizou Hawkins.

Ela pediu ao procurador-geral Jeff Sessions para “prosseguir imediatamente com as acusações criminais recomendadas a ele pelo Congresso contra a Planned Parenthood e seus parceiros de negócios”.

Referência:

Life Site News

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Europa

Pais muçulmanos protestam contra professor gay em escola de Berlim

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Vários pais muçulmanos ameaçaram fazer uma petição contra uma escola após descobrirem que um professor da instituição é homossexual. Muitos pais removeram seus filhos da escola devido ao professor gay . O caso se deu com um professor do jardim de infância, no distrito norte de Reinickendorf e foi relatado pela mídia alemã nesta semana.

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De acordo com o jornal Tagesspiegel, os pais estão preocupados principalmente com o fato das crianças terem contato físico com seus filhos, particularmente na hora do professor homossexual leva-las ao banheiro.

“Para alguns deles, um homossexual é automaticamente um pedófilo”, disse o professor ao jornal.

Após o descontentamento dos pais em torno de sua orientação sexual, o professor pediu transferência para outra escola. No entanto, a gerência da creche apoiou o homem, dizendo aos pais que eles devem aceitar sua orientação ou mudar seus filhos para outro jardim de infância.

Muitos dos pais já retiraram seus filhos da instituição de ensino, segundo relatos locais.

Parece improvável que a ameaça de petição mude as mentes da administração da cidade. O professor recebeu o apoio da senadora da comissão da educação, a social-democrata de centro-esquerda (SPD), Sandra Scheeres.

“Não toleramos a discriminação. Queremos aumentar o número de professores do jardim de infância do sexo masculino para que eles se tornem modelos importantes para as crianças “, disse Scheeres.

Ela continuou a notar que “uma e outra vez, os pais tratam os professores do jardim de infância com desconfiança”.

O professor também recebeu apoio nas mídias sociais, com um usuário dizendo: “Os muçulmanos protestam contra o professor – o problema? Ele é gay: bem-vindo à Idade Média”.

Não é a primeira vez que um professor de creche homossexual enfrenta discriminação na Alemanha. Em 2012, uma professora lésbica na Baviera não teve seu contrato prorrogado quando seu empregador católico descobriu que ela era gay, de acordo com Die Welt.

Esse discurso laicista da tolerantismo parece que não irá durar muito tempo, visto que o crescimento do islamismo na Alemanha está a todo vapor. Além da explosão nos casos de estupro, é bom os setores progressistas da sociedade alemã se preparem para os próximos anos. Certamente em uma sociedade tomada por islâmicos, muitas pautas coloridas não terão vez.

Até porque uma sociedade laica dura até algum grupo religioso se organizar para tomá-la. Vácuo religioso não existe.

Referência:

RT

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Geopolítica

Para Lavrov ocupação no Afeganistão não deteve o terrorismo e só fez aumentar o tráfico de drogas

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O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, foi enfático ao declarar que a intervenção americana, em conjunto com a OTAN, no Afeganistão, não fez diminuir o terrorismo porém só fez crescer o problema do tráfico de drogas. O pronunciamento foi feito durante uma coletiva para a imprensa, junto com militares russos, na última quinta-feira (23).

“A operação dos EUA contra o Talibã e a Al Qaeda foi apoiada por todos os países. Outra questão é que, depois de receber a aprovação internacional, os Estados Unidos e seus aliados da OTAN, que assumiram o controle no Afeganistão, começaram a agir de forma inconsistente, para dizer o mínimo”

Lavrov não mediu palavras ao avaliar a situação e além de ter considerado a ação dos EUA e da OTAN inconsistente, foi ao ponto central – o crescimento do mercado das drogas.

“Durante a operação no Afeganistão, a ameaça terrorista não foi erradicada, enquanto a ameaça das drogas aumentou muitos níveis acima”, garantiu o ministro russo.

A indústria das drogas realmente prosperou. Há evidências de que alguns contingentes da OTAN, no Afeganistão, fecharam os olhos à ilegalidade  do tráfico de drogas, mesmo que não estivessem diretamente envolvidos nesse mercado criminoso. Se bem que cumplicidade também é uma forma de participação indireta.

“O Afeganistão é um caso a parte, embora os acontecimentos atuais, que são resultado do fracasso da operação da OTAN, apesar da carta branca que o bloco recebeu da comunidade internacional, podem ser considerados uma causa de caos controlado não intencional. No Iraque, na Síria e na Líbia, esse caos foi criado intencionalmente”, avaliou Lavrov.

Lavrov está bem alinhado com o mundo acadêmico. Peter Dale Scott da Universidade da Califórnia escreve:

“Em vários países, do México a Honduras até o Panamá e o Peru, a CIA ajudou a montar ou consolidar agências de inteligência que se tornaram forças de repressão e cujas ligações de inteligência a outros países lubrificaram o caminho para embarques de drogas ilícitas”.

O notável historiador Alfred W. McCoy, da Universidade de Wisconsin, relatou a mesma coisa. McCoy começou a trabalhar nesta questão quando era um Ph.D. Candidato na história do Sudeste Asiático em Yale, em 1972. Ele acusou funcionários americanos “de tolerar e até mesmo de cooperar com elementos corruptos no tráfico de drogas ilegais do Sudeste Asiático por considerações políticas e militares”. (McCoy)

“As principais acusações foram que o presidente do Vietnã do Sul, Nguyễn Văn Thiệu, o vice-presidente Nguyễn Cao Kỳ e o primeiro-ministro Trần Thiện Khiêm, conduziram uma teia de narcóticos ligada com a máfia Córsica, a família de traficantes na Flórida e outros oficiais, militares de alto nível, no Vietnã do Sul, Camboja, Laos e Tailândia.  Esses, implicados por McCoy como sendo os generais laocianos Ouane Rattikone e Vang Pao e os generais sul-vietnamitas Đăng Văn Quang e Ngô Dzu “.

McCoy forneceu provas suficientes de que a CIA usou “mercenários tribais (indígenas, nativos)” em lugares como o Laos para manter seus negócios criminosos e de tráfico de drogas.

Em suma, Lavrov foi essencialmente desconstruindo a CIA quando disse que eles estão espalhando a corrupção em todo o mundo há décadas. Sempre que eles tiram uma pausa de comercializar o ópio, eles começam a perpetuar guerras e criar atentados de bandeira falsa no Iraque, Afeganistão, Líbia e agora na Síria.

A CIA certamente não está feliz com o que Lavrov disse. Esta é uma das razões pela qual eles odeiam a Rússia e tudo o que ela representa atualmente.

Em 2011, Lavrov já criticava os Estados Unidos por não destruírem as plantações de ópio no Afeganistão

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Na época o chefe da diplomacia russa insistiu no “imperativo da luta contra o tráfico de drogas afegão, em toda a cadeia de produção da droga, a começar pela destruição das plantações” e disse não entender porque a recusa americana em erradicar as plantações de ópio na região ocupada.

“Não conseguimos compreender porque é que os nossos parceiros norte-americanos não querem que a Força Internacional de Assistência à Segurança no Afeganistão se ocupe disso. Dizem que isso não resolverá o problema porque haverá dificuldades para a produção agrícola se destruírem as plantações de ópio”, pontuou Lavrov.

Na época, o Serviço Federal de Controle de Drogas da Rússia (FSKN), emitiu um estudo afirmando que no Afeganistão produz-se anualmente cerca de 150 bilhões de doses de heroína e cerca de 30 bilhões de doses de haxixe. Através do Tajiquistão e Paquistão, a droga afegã chega à Rússia e a outros países europeus.

Referência:

Veterans Today

DN

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Sociedade

Protesto contra censura da Amazon à livros que negam o holocausto? Manifestantes nus fazem ato em Auschwitz

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Uma coisa insólita aconteceu no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, na última sexta-feira (24): cerca de 12 pessoas, todas nuas, sacrificaram uma ovelha e acenderam uma fogueira, no famoso campo de concentração, bem em frente ao famoso portão com a frase, “Arbeit Macht Frei” ou “O Trabalho te liberta”.

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As motivações do ato não ficaram claras porém o jornal judaico mais antigo dos Estados Unidos, o Daily Forward, sugeriu que o protesto poderia estar associado a Ucrânia. Porém não há muita lógica em protestar pela Ucrânia em Auschwitz.

A explicação mais coerente seria que o protesto se deu contra a decisão da Amazon de retirar e proibir em suas lojas centenas de livros que questionam vários aspectos e dados da narrativa oficial sobre o holocausto.

Talvez os manifestantes tenham acendido uma fogueira para simbolizar a “queima de livros” por parte da Amazon. Talvez eles tenham abatido uma ovelha para simbolizar a “matança do cordeiro” (o assassinato de sua capacidade de pensamento livre e também o gesto que religiosamente realmente significa holocausto). E, provavelmente, tiraram suas roupas para simbolizar sua crença, de que a “verdade nua” sobre Auschwitz, é que lá era um campo de trabalho, não um campo de extermínio, e que suas únicas câmaras de gás tinham como objetivo desinfetar roupas, roupas de cama e matar piolhos, não seres humanos .

Assumindo tal interpretação a pergunta que fica é: por que os manifestantes se esconderam por trás de um simbolismo bizarro e opaco em vez de simplesmente dizerem o que queriam?

Talvez para evitar a prisão, a perseguição, as penas e a destruição de suas perspectivas de carreira? Tais coisas tendem a acontecer com qualquer pessoa que questione abertamente a história forçosamente estabelecida do holocausto.

Quando o debate livre e aberto é proibido, a emoção tende a tomar o seu lugar. Desde que a liberdade de expressão foi reduzida em tantas questões relacionadas ao sionismo – incluindo o revisionismo do holocausto, as ataques de falsa bandeira e o poder dos banqueiros internacionais – a pressão que continua a se acumular em torno desses tópicos está crescendo e pode explodir na população a qualquer momento.

Se explosões de sentimento anti-judaico finalmente entrarem em erupção, os censuradores, patrulheiros e perseguidores terão uma grande parte da responsabilidade.

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Veterans Today

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Terrorismo

Terrorista de Londres visitou a Arábia Saudita três vezes antes do atentado

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A embaixada da Arábia Saudita no Reino Unido confirmou que o terrorista que matou 4 pessoas em Londres, na última quarta-feira (22), Khalid Masood visitou o reino saudita por três vezes, incluindo dois estágios onde ensinava inglês.

Segundo o jornal The Sun da Grã-Bretanha publicou na sexta-feira, o homem era um ex-professor de inglês que trabalhava na instituição que controla a aviação civil da Arábia Saudita.

Em resposta, a embaixada saudita emitiu uma declaração no final da sexta-feira confirmando a reportagem do The Sun.

“A Embaixada Real da Arábia Saudita deseja esclarecer que Khalid Masood esteve na Arábia Saudita de novembro de 2005 a novembro de 2006 e de abril de 2008 a abril de 2009, quando trabalhou como professor de inglês tendo obtido um visto de trabalho”, disse a embaixada em um comunicado.

“Em 2015, ele obteve um visto Umra através de um agente de viagens aprovado e esteve no Reino de 3 a 8 de março. Durante seu tempo na Arábia Saudita, Khalid Masood não apareceu no radar dos serviços de segurança e não tem registro criminal no Reino da Arábia Saudita”, completou o comunicado.

Além das quatro vítimas fatais, outras 50 ficaram feridas no ataque depois que o terrorista jogou  um carro nos pedestres e esfaqueou um policial perto do Parlamento britânico em Londres, um incidente que foi declarado um atentado terrorista. O autor dos ataques também foi morto a tiros pela polícia.

A embaixada saudita expressou suas condolências ao povo britânico, dizendo que o reino “continua junto ao Reino Unido durante este momento difícil e reafirma seu compromisso de continuar seu trabalho com o Reino Unido para ajudar na investigação em curso”.

A embaixada prosseguiu dizendo que o “ataque em Londres esta semana demonstrou novamente a importância dos esforços internacionais para enfrentar e erradicar o terrorismo. Nesse momento, nossa cooperação na segurança é crucial para a derrota do terrorismo e a salvação de vidas inocentes”, afirmou.

Sauditas e aliados estão por trás de grupos terroristas na Síria e Iêmen

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Vale lembrar que a Arábia Saudita, onde o wahhabismo é amplamente pregado e praticado, é uma das patrocinadoras dos grupos terroristas, como Daesh (Estado Islâmico), em toda a região do Oriente Médio. Os sauditas e seus aliados como Israel, Estados Unidos e o próprio Reino Unido, já tiveram armas, mantimentos e até mesmo oficiais do exército flagrados nas áreas de atuação do Estado Islâmico na Síria.

O Daesh e outros grupos terroristas Takfiri usam a mesma ideologia sunita extremista, também adotada pela teocracia saudita, para declarar pessoas de outras religiões e até mesmo outros islâmicos como “infiéis” e assim matá-los.

A vertente islâmica do wahhabismo foi criada por Muhammad ibn ʿAbd al-Wahhab e começou a ganhar força após o pacto feito por seu criador com o líder Muhammad ibn Saud –  cujo sobrenome batizou o país. A criação da Arábia Saudita contou com a ajuda do Reino Unido e com a dos mesmos banqueiros que também patrocinariam a instalação de Israel na Palestina. Os sauditas eram financiados pelos britânicos a fim de enfraquecer o então império otomano que dominava a região.

Voltando a história recente, é importante citar que quinze dos 19 sequestradores que supostamente realizaram os ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos vieram da Arábia Saudita e as evidências disponíveis sugerem que alguns deles estavam ligados a altos funcionários sauditas.

Além disso, a Arábia Saudita envolveu-se em uma campanha militar contra o Iêmen desde março de 2015 para restabelecer o presidente deposto do país, Abd Rabbuh Mansur Hadi, um aliado incondicional de Riade, e minar o movimento Houthi Ansarullah.

A guerra perpetrada pela Arábia Saudita no Iêmen matou mais de 11.400 civis e causou um grande prejuízo às instalações e infraestrutura do país, destruindo muitos hospitais, escolas e fábricas.

Na Síria, o regime saudita, junto com seus aliados, tem patrocinado terroristas que lutam contra o governo do presidente Bashar al-Assad desde 2011 em um conflito que ceifou a vida de meio milhão de sírios.

Referência:

Press TV

 

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Sociedade

Universidade católica vai investigar professor após ele dizer que aborto é “assassinato”

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Um professor da Universidade Católica de Lovaina (UCL), na Bélgica, está enfrentando a reação do corpo de funcionários da universidade porque distribuiu um documento de 15 páginas, a cerca de 100 estudantes de engenharia do primeiro ano, com argumentos filosóficos onde chamou o aborto de “assassinato”.

Stéphane Mercier não recebeu uma sanção ainda, mas as autoridades declararam em uma nota no site da universidade que estão avaliando o conteúdo de seu texto para determinar se ele foi realmente usado como parte do seu curso de filosofia. De qualquer maneira, absurdamente, a UCL dissociou-se da postura do professor Mercier contra o aborto, chamando-a de “contrária aos seus valores”.

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O caso foi levado ao conhecimento do público pela Synergie Wallonie, uma associação belga para a promoção da igualdade de gênero. O seu objetivo é “promover a integração da perspectiva do gênero, promovendo sempre o respeito pela diversidade e a necessidade do pensar para cada categoria de cidadãos” (idosos, jovens, deficientes, imigrantes, homossexuais), mas pelo visto aprender a lidar maduramente com argumentos contrários não parece ser seu forte.

O “alerta” da Synergie Wallonie recebeu uma resposta imediata dos funcionários da UCL.

Tania van Hemelryck, assessora especial do presidente da universidade sobre política de gênero, falou à televisão belga em nome da universidade, dizendo: “As autoridades querem saber o status exato do texto e como ele foi usado durante este curso, Em qualquer caso, a UCL defende o direito fundamental ao aborto e, em particular, o direito das mulheres de escolherem”, disse a representante do que era para ser uma Universidade Católica

Assim, a universidade “católica” não só apoia o aborto, mas o faz da maneira mais radical imaginável ao descrever o aborto como um “direito fundamental”. Um direito fundamental é um direito que ninguém pode contestar e que é válido para todos – como este caso demonstra.

A declaração oficial publicada pela UCL em seu site diz basicamente a mesma coisa, tratando o assassinato de crianças nos ventres como um dogma:

“Seja qual for o resultado do inquérito, o direito ao aborto está consagrado no direito belga e o documento que foi levado à atenção da UCL está em desacordo com os valores defendidos pela universidade. Persuadir os pontos de vista que contradizem esses valores no quadro de um curso de ensino é inaceitável “, afirmou intolerantemente a nota.

Ora, onde já se viu uma universidade séria castrar debates que envolvem a concepção da vida? E o pior de tudo, se dizendo católica?

O texto de Mercier, distribuído aos cerca de 100 estudantes de engenharia que fazem um curso de filosofia no seu primeiro ano na UCL, tem o título: “Filosofia para a vida: contra o chamado ‘direito de escolher’ o aborto”. Os alunos adquirem raciocínio filosófico para “tentar chegar à verdade sobre uma questão grave”, que requer “ouvir todos os lados”. “Somente os loucos e as crianças mal educadas tapam os ouvidos e começam a gritar quando ouvem algo que desagrada ou os irrita”, escreveu Mercier nos primeiros parágrafos de sua exposição.

Seu texto não é nem de teor religioso ou de caráter militante, argumenta ele. É um argumento unicamente racional que aceita a crítica racional.

“Recusar o debate (…) é perigoso; proibir o debate é típico do totalitarismo; É também um sinal de medo: quem iria querer impedir alguém de argumentar racionalmente, que não uma pessoa que tem medo de descobrir que algumas de suas opiniões são infundadas? Se estou procurando pelo que é verdadeiro, ou tem uma boa chance de ser verdade, devo ser capaz de ouvir os argumentos que me são apresentados, aceitá-los se forem bons e rejeitá-los se forem errôneos ou enganosos. Recusar tal estado de espírito é adotar a postura do fanático, preocupado não com a verdade, mas com o triunfo de sua opinião, qualquer que seja o preço”, pontuou brilhantemente Stéphane Mercier.

O objetivo de Mercier era fazer com que seus alunos pensassem, e debater se eles escolhessem fazê-lo. Mas mesmo o debate sobre a questão do aborto está agora proibido em muitos países, como Bélgica e França – mesmo em uma universidade católica em um país cujo soberano é católico.

Mercier produziu um papel bem fundamentado, inspirado em grande parte, escreve ele, pelo filósofo americano Peter Kreeft. Sua qualidade intelectual, provavelmente, explica o tumulto com o qual se deparou. Seu argumento principal é simples: se o embrião humano é perfeitamente individualizado como pessoa humana, é um membro de nossa espécie, um ser inocente que não deve ser morto. Ele aborda muitos dos argumentos habituais em favor do aborto legal e, em seguida, demole-os com lógica simples e fatos científicos.

Pouco importa se a criança no útero da mãe está “completamente desenvolvida ou não”, explica o texto. “Nem também está uma criança de cinco anos”. Se é moralmente errado matar uma pessoa inocente, então “matar uma criança no estágio embrionário ou fetal no ventre de sua mãe está errado, assim como é errado matá-la se tem cinco anos. Sempre. Em todo caso. Assim como o estupro. A violação é moralmente errada em todos os casos. Não há circunstâncias que possam tornar esse ato bom, ou mesmo simplesmente aceitável. Quando falamos de aborto ou de estupro, estamos falando de um ato que chamamos intrinsecamente errado, um ato que é errado em si e por si mesmo. É moralmente mal de si mesmo, quaisquer que sejam as circunstâncias.”

E aqui estão as palavras que provocaram a histeria da mídia na Bélgica e outras mais: “A verdade é que o aborto é o assassinato de uma pessoa inocente. É mesmo um homicídio particularmente repugnante, porque o inocente em questão é indefeso. (…) Hoje em dia ouvimos algumas pessoas dizendo, por exemplo, que a nível pessoal eles condenam o aborto como sendo imoral, mas que nunca lhes ocorreria torna-lo ilegal. Tal raciocínio é surpreendentemente absurdo, se alguém se preocupa em pensar nisso. (…) Imaginem que o mesmo indivíduo deve declarar que, a nível pessoal, considera que o estupro é realmente imoral, mas que, «para respeitar a liberdade de cada pessoa» (excepto, talvez, a da vítima), não deve ser tornado por isso algo ilegal. Absurdo, obviamente! Bem, se o aborto é assassinato, como já dissemos, não é mais grave, até, que o estupro? A violação é imoral e, felizmente, também é ilegal. Não deveria o aborto, que é ainda mais imoral, ser ainda mais ilegal? ”

As manchetes na Bélgica bradavam indignadas: “Um professor na UCL considera o aborto como pior do que estupro!”

Uma estudante da UCL foi citada dizendo: “Isso me choca, especialmente porque nas aulas de filosofia, você tenta pensar, refletir e abrir sua mente”. Não estava claro se ela havia lido o texto de Stéphane Mercier.

Um site de notícias para jovens, newsmonkey.be, alertou seus leitores contra uma publicação “bastante ofensiva” circulando na Internet, dando a palavra a Baptiste Dethier da Synergie Wallonie, o denunciante original. “Segundo Baptiste, o autor afirma que o aborto representa ‘a cultura da morte’ sem jamais recorrer a argumentos sólidos e o que é ‘mais perigoso’, diz ele.

Este texto não fornece uma avaliação crítica da questão e não está aberto a discussão. Pelo contrário, para colocar como Baptiste Dethier: “É muito difícil para os alunos no primeiro ano, aos 18 anos, adotar uma visão crítica da questão e ser capaz de trazer contra-argumentos”.

Lembrando que isto só está ocorrendo em uma universidade católica que continua a ostentar sua identidade religiosa. Tem quatro órgãos de governo, dos quais o primeiro é o “Conselho de Governadores: o arcebispo de Mechelen-Bruxelas e os bispos residenciais de Valônia. O arcebispo de Mechelen-Bruxelas, que também é o chanceler universitário, que preside o conselho “, segundo o site da UCL.

Em seu site, a UCL também se denomina “força estabilizadora em um mundo incerto”.

“Os valores em que a visão da UCL se baseiam são a abertura aos outros e às diferenças, a solidariedade, a liberdade e o respeito. A faculdade desfruta de liberdade acadêmica consagrada na Constituição, especificamente, a liberdade de pensamento na busca da verdade e chegou cientificamente e livre da influência indevida das tendências atuais. UCL é um espaço humano cosmopolita e intelectual cuja diversidade estimula encontros entre pessoas de diferentes origens e com o próprio mundo no espírito de discussão racional e enriquecimento mútuo. Sua tradição cristã é uma herança viva, uma força motriz de um autêntico pluralismo que beneficia e respeita todas as pessoas, independentemente de suas crenças “.

Exceto aqueles que acreditam que o aborto é assassinato?

Referência:

Life Site

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Sociedade

Homem transexual vence competição feminina de levantamento de peso na Austrália

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Um atleta “transgênero”, da Nova Zelândia, venceu uma competição feminina de levantamento de peso, na categoria acima de 90 quilos, na Austrália. Gavin Hubbard, de 39 anos, que atualmente quer ser chamado de Laurel Hubbard, levantou no total 268 quilos – sendo 123 quilos no arranque e 145 quilos no arremesso – somando 19 quilos a mais que a segunda colocada Iuniarra Sipaia.

Gavin Hubbard, antes de fazer sua “transição”, chegou a participar de competições na categoria masculina, mas agora deseja competir somente na categoria feminina. Em sua estreia entre as  mulheres, o atleta quebrou quatro recordes nacionais não-oficiais.

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Hubbard possui todos os critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Halterofilismo para competir como uma mulher, inclusive provando que seus níveis de testosterona permaneceram abaixo de um determinado limite, durante os 12 meses anteriores à competição.

Todavia a testosterona não é a única coisa que diferencia homens e mulheres, mas, no caso específico, faltou ao COI entender que músculos de homens e mulheres são geneticamente diferentes, pois o homem possui 400 genes mais ativos em seus músculos esqueléticos que as mulheres, conforme apontam estudos da National Center for Biotechnology Information, citado inclusive pelo artigo do Instituto NanoCell.

Ou seja, não se trata então de preconceito mas sim de pós-conceito, que, francamente, sequer precisaria de pesquisas ou estudos mais detalhados.

Ainda sim, tomado pelo politicamente correto, Michael Keelan, chefe da Federação Australiana de Halterofilismo, ficou impressionado com o desempenho de Hubbard, através de todo o escrutínio ao qual sua performance foi submetida, e disse que “‘ela’ está prestes a criar muita história”.

Referência:

Gateway Pundit

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