Judaísmo

Depois da Amazon, agora o Youtube é acusado de permitir conteúdo “anti-semita” e “discurso de ódio”

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Após perseguir e remover obras, da Amazon, que revisam e desmentem  as versões convencionais do “holocausto”, a censura judaica desta vez apontou sua mira para o Youtube.

Um artigo do Sunday Times, um dos maiores jornais do Reino Unido, acusou o Google de falhar em remover  “conteúdo virulento anti-semítico” e em combater material que contém “discurso de ódio”. Segundo o artigo, “mais de 200 vídeos anti-semitas estão hospedados no YouTube” e alguns se encontram hospedados no site há anos, já possuindo milhões de visualizações.

Mais uma vez, os velhos clichês como “anti-semitismo” e “discurso de ódio” são usados para tentar castrar qualquer debate profundo sobre um tema sério, que já esteve no centro de duas guerras mundiais modernas e que até hoje respinga em inúmeras civilizações, devido ao modus operandi pregado por esse pseudo-judaísmo atual, que se inspira no Talmud -coletânea de ensinos que prega a supremacia judaica sobre os outros povos.

O Sunday Times é de uma corporação midiática judaica

O motivo pelo qual tal folhetim citado está tentando castrar a liberdade de estudo e investigação sobre tais temas e iniciou essa campanha para censurar vídeos do Youtube é bem simples: o Sunday Times é do grupo News UK, que no Reino Unido também controla os “informativos” The Times e The Sun. O News UK é uma subsidiária do conglomerado midiático chamado News Corp. criada por… Rupert Murdoch, nascido de mãe judia, Elizabeth Green (na lei talmúdica, o judeu é aquele nascido de mãe judia).

Nos Estados Unidos a News Corp. controla o Wall Street Journal e o New York Post, além do estúdio 20th Century Fox e os canais de TV ligados aos mesmos. A 20th Century Fox, atualmente, tem um trio de comando israelita, composto por: Peter Chernin, Jim Gianopulos e Tom Rothman.

Não a toa há uma mobilização midiática, cultural e política para cada vez mais impedir que conteúdos que desmascaram os planos geopolíticos e econômicos do judaísmo sejam proibidos e até removidos.

Do sionismo – que visa criar a grande Israel e reconstruir o terceiro templo – ao controle das moedas do mundo por meio de bancos centrais, as provas contra tais empreitadas são vastas e, na era da livre informação, ficará difícil conter tanto materiais bibliográficos quanto audiovisuais.

Tal medida que apela para a censura e rótulos vazios, pode ser inclusive um erro estratégico do cartel judaico, pois com essa onda de proibições, o interesse por tal assunto pode, no lugar de diminuir, crescer cada vez mais no mundo inteiro. E com a velocidade de compartilhamento da internet atual, pode-se dizer que é impossível qualquer controle de informação.

Referência:

The Sunday Times

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Censura: Amazon remove de sua loja obras que negam o holocausto

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A Amazon do Reino Unido retirou três livros de sua loja online simplesmente  porque eles negam o Holocausto  – no caso sua versão majoritária – depois de sofrer pressão por parte do memorial do Holocausto em Israel, chamado Yad Vashem, e também de um grupo judaico do Reino Unido.

O Conselho de Deputados, o órgão de “proteção” dos judeus britânicos, pediu a livraria que retirasse os livros alegando serem “altamente inapropriados para uma livraria respeitável”, expondo assim temor diante das contestações de historiadores sérios.

Os três títulos censurados foram: “Holocausto: A maior mentira jamais contada”, de Eleanor Wittakers; “O embuste do século XX: o caso contra o presumível extermínio dos judeus europeus”, de Arthur R. Butz e “Seis milhões realmente morreram?”, De Richard Harwood. Esta semana, a Amazon Reino Unido confirmou que esses livros foram retirados de circulação.

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O pedido e a retirada seguem um apelo feito no mês passado pelo chefe da Yad Vashem ao chefe da Amazon, Jeff Bezos, pedindo a gigante da internet que remova livros que negam o Holocausto. O pedido mencionou especificamente o título de Richard Harwood.

“Nós insistimos fortemente que você remova os livros que negam, distorcem e trivializam o Holocausto de sua loja”, escreveu Robert Rozett, diretor das bibliotecas do Yad Vashem, em uma carta a Bezos, exposta pela AFP.

O representante do Yad Vashem disse que estava preocupado pois o “anti-semitismo” e negação do Holocausto estava crescendo em todo o mundo.

“A literatura de negação do Holocausto está livremente disponível para compra na Amazon”, escreveu Rozett. “Muitos dos itens aparecem com críticas incandescentes dos leitores e recomendações para leitura adicionais no mesmo viés”.

Ele acrescentou que, embora ele fosse a favor da liberdade de expressão, “a negação do Holocausto e outras formas de discurso de ódio incontestavelmente alimentam o preconceito e os crimes de ódio”.

Marie van der Zyl, vice-presidente do Conselho de Deputados, disse que estava feliz que os livros tivessem sido retirados.

“Em um momento de níveis recorde de anti-semitismo, é muito bem-vinda que a Amazon tenha escutado e removido os títulos ofensivos de seu site”, disse ela em um comunicado. “Essas não são obras de integridade histórica, são uma tentativa anti-semita de exonerar os nazistas de seus crimes e acender o fogo do ódio”, ignorou a deputada sobre o caráter técnico e documental das obras.

O discurso lembra muito o proferido por algumas alas da esquerda que, inúmeras vezes, castram debates sérios ao acusarem os outros de ódio, preconceito ou fobia.

Os livros tinham sido removidos anteriormente em países onde a negação do Holocausto é um crime. Embora a maioria dos países da União Européia tenham proibido a negação do Holocausto em 2001, no Reino Unido ela é protegida como liberdade de expressão. Pelo visto, não mais.

Historiador se revolta com a censura

Em postagem em seu blog, o historiador Michael Hoffman, autor de oito livros, entre eles – “O grande julgamento do Holocausto: O marco da batalha para o direito de duvidar da mais sagrada relíquia do Ocidente” – escreveu:

“Acabamos de saber que a Amazon, enorme distribuidora de livros online com sede em Seattle, removeu os livros a venda do Dr. Arthur R. Butz, Carlo Mattogno e outros estudiosos dissidentes e eminentes que se atreveram a fazer perguntas científicas e técnicas sobre o alegado funcionamento dos homicídios das Câmaras de gás em Auschwitz. Esses hereges transgrediram a sagrada liturgia do ‘Holocaustianismo’ e seus livros devem ser proibidos para preservar a santidade do dogma da Segunda Guerra Mundial.

A Amazon tem vendido esses e livros semelhantes há anos, mas nos últimos 20 meses os rabinos e o museu do “Holocausto” Yad Vashem, pressionaram a Amazon para remover esses títulos e semelhantes. Além disso, o proprietário da Amazon, Jeff Bezos, comprou o Washington Post e o moldou como uma cabeça da esquerda ortodoxa que pode ter o politizado e neutralizou seus instintos anteriormente libertários.

Livros que defendem o satanismo e a sodomia, e negam o holocausto dos aliados contra civis alemães, e o holocausto israelense contra os palestinos, continuam a ser vendidos pela Amazon.

A censura é conduzida sob a rubrica de “combater o ódio” e “combater o anti-semitismo”. Mas isso é apenas uma súplica especial. Livros que mostram ódio a alemães, árabes, iranianos e aos “deploráveis” brancos do sul são oferecidos na Amazon, assim como livros negando que Jesus Cristo ressuscitou dos mortos. Então, tudo depende de qual boi está sendo corneado. Como muitos de vocês sabem, há uma vaca sagrada que é mais igual que os outros. Seu nome é o Bezerro de Ouro.”

Os termos “6 milhões de judeus” e “holocausto” já foram amplamente usados antes da segunda guerra mundial

O vídeo abaixo expõe algumas vezes que a mídia divulgou tragédias e fez alarde com o número cabalístico de 6 milhões, muito usado no judaísmo. Sendo tal número empurrado goela abaixo como sendo o das vítimas do “holocausto”.

Referência:

Times of Israel

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Israel pressiona Amazon para que não venda mais livros que neguem o Holocausto

A perda do controle sobre informação e fatos históricos, com o advento da internet, preocupa Israel. O memorial do Holocausto em Israel, chamado Yad Vashem, pediu à Amazon que retire de sua loja virtual os livros que neguem o Holocausto e acusou a gigante do comércio online de facilitar a disseminação do “discurso de ódio”.

O apelo veio na forma de uma carta escrita pelo diretor da biblioteca da Yad Vashem, Dr. Robert Rozett, ao CEO da Amazon, Jeff Bezos.

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“Tem sido claro por muitos anos que literaturas que negam o Holocausto estão livremente disponíveis para compra na Amazon. Muitos dos itens aparecem com a opinião de acalorados  leitores e recomendações de leitura no mesmo viés”, pontuou Rozett, anexando à sua mensagem vários exemplos de elogios a livros intitulados como, “A Verdadeira História do Holocausto – Seis milhões realmente morreram?”  e “O embuste do século XX: o caso contra a presumível extermínio dos judeus europeus”.

A tentativa de censura é uma medida desesperada por parte daqueles que perderam a hegemonia do discurso, do controle das informações e da manipulação de fatos históricos, principalmente sobre a Segunda Guerra Mundial.

A carta também mencionou que Yad Vashem tinha – em vão – abordado a questão com a Amazon logo após a fundação da mesma. Mais uma vez, o velho vitimismo judaico dá as caras e o termo de sempre “anti-semitismo” volta como escudo.

Robert Rozett justificou tal medida devido a um clima de anti-semitismo mais visível, “talvez o tempo os tornem um pouco mais maduros para eles assumirem a ideia de que eles precisam ser mais cuidadosos com o que vendem.”

“Mais uma vez, dada a presença de anti-semitismo ao redor do globo, que se tornou mais nítido nos últimos anos, recomendamos vivamente que você remova livros que negam, distorcem e banalizam o Holocausto de sua loja”, escreveu Robert Rozett a Amazon.

“A negação do Holocausto e outras formas de discurso de ódio incontestavelmente alimentam o preconceito e os crimes de ódio”, continuou ele. “A discussão aberta de idéias é certamente essencial para sistemas pluralistas e democráticos, mas facilitar a disseminação de idéias cheias de ódio é irresponsável, para dizer o mínimo. Como um agente principal para a disseminação de idéias, compete à Amazon, já que também incumbe aos provedores de Internet em geral, agir para conter a propagação do ódio”, continuou o drama o Dr. Rozett.

Rozett concluiu  a carta oferecendo a “assistência” da Yad Vashem na identificação de publicações que fomentam a negação, a distorção e a trivialização do Holocausto. O que é uma alegação infantil, visto que grandes historiadores mundialmente conhecidos por sua seriedade e rigidez, negam a versão oficial do Holocausto, como David Irving e Salvador Borrego

“Não é apenas a Amazon, há muitas forças tentando obter esse ódio externado ou marginalizado”, disse Rozett, observando também que em países onde a negação do Holocausto é ilegal, esses livros não estão disponíveis na Amazon. Já nos EUA, no entanto, eles ainda estão disponíveis gratuitamente – “Há uma responsabilidade cívica”, enfatizou. “Estes são gigantes enormes da informação.”

Embora o desejo de censura seja pleno e o intuito primordial é que a loja remova completamente esse conteúdo de sua página, Dr. Robert Rozett ofereceu soluções, como marcar e sinalizar a natureza dos livros.

Ele também observou que a Amazon sugere outras leituras do mesmo tipo para os usuários que estão navegando na seção de livros que negam o Holocausto, reconhecendo que este é provavelmente o resultado de um algoritmo. O diretor da biblioteca da Yad Vashem disse que este é um outro fator que gostaria de ver alterado.

“Mas o melhor seria se eles se inscreverem para não vender esse material”, enfatizou Rozett, acrescentando que, embora sua carta tenha sido enviada à Amazon, sua mensagem se aplica universalmente.

Referência:

The Jerusalem Post

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Crianças judias de 3 anos são ensinadas que os não-judeus são malignos em escola de Londres

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Uma escola judaica do norte de Londres estava ensinando as suas crianças judias de três anos que os não-judeus são pessoas “malignas”,  como mostra uma cartilha passada pela própria instituição de “ensino”.

Documentos obtidos pelo jornal inglês The Independent, em setembro de 2015, revelam que as crianças são ensinadas sobre o horror do holocausto ainda no jardim de infância, com apenas 3 anos de idade, na escola Beis Rochel, só para meninos, no norte de Londres.

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Um denunciante que preferiu permanecer anônimo mostrou um trabalho passado aos meninos, na faixa etária entre 3 e 4 anos, onde as crianças foram convidadas a completar perguntas relacionadas ao feriado de Kislev, seguido por judeus do grupo Satmer, como por exemplo o dia em que seu fundador o “santo” Rebe, Rabi Yoel Teitelbaum, escapou dos nazistas.

O documento refere-se aos nazistas apenas como “goyim” – termo usado para não-judeus e que algumas pessoas acreditam ser ofensivo.

Emily Green, que ensinava no mesmo colégio só que no setor das meninas, de Beis Rochel, agora preside a organização Gesher, da União Européia, que apóia os judeus ultra-ortodoxos que desejam deixar a comunidade.

“Não é raro ensinarem que pessoas não-judaicas são más nas escolas ultra-ortodoxas judaicas pois é parte das orações, do ensino, de todo o ethos. Psicologicamente, você se torna tão temeroso do mundo lá fora, depois de ser ensinado que todos os não judeus são perigosos, maus e ruins, tornando para muitos mais difícil de saírem de lá”, observou Emily Green chamando o fato de “doutrinação”.

O The Independent traduziu do iídiche a primeira pergunta da cartilha: “O que os goyim malignos (não-judeus) fizeram com as sinagogas e cheders (escolas primárias judaicas)?” – A resposta que se lê no trabalho é: “Queimaram!”

Outra pergunta impactante do odioso material é: “O que os goyim queriam fazer com todos os judeus?” – e a resposta, de acordo com o trabalho, é: “Matá-los”.

” [O material] Não se refere explicitamente ao Holocausto. É um documento que ensina crianças muito novas a terem muito medo e a tratar os não-judeus de maneira muito suspeita por causa do que eles fizeram para nós no passado. Não é uma aula de história – você não pode dizer isso. É uma parábola que está ensinando ativamente as crianças o extremismo, ódio e um medo para com o mundo exterior.”, explicou a fonte que não quis se identificar.

Um porta-voz de Beis Rochel disse que as cartilhas serão consertadas e pediram desculpas por qualquer ofensa. No entanto, eles argumentaram que a frase “goyim” não era ofensiva e que as acusações de que eles estavam doutrinando crianças eram “sem base”.

“A linguagem que usamos não foi de modo algum intencionada para causar ofensa, agora isso foi trazido à nossa atenção, vamos nos esforçar para usar uma linguagem mais precisa no futuro”.

Muitos estudiosos do Talmud também apontaram trechos contendo ódio

O Talmud, livro judaico que é uma compilação de ensinos rabínicos, possui trechos que pregam a segregação e o ódio a cristãos e não-judeus. Foi o que expôs o estudioso Justina Pranaitis, no fim do século XIX e começo do século XX, na obra “O Talmud desmascarado” (clique aqui).

Outra obra que trata do assunto é a de Michael A. Hoffman II e Alan R. Critchley, chamada “A verdade sobre o Talmud” (clique aqui).

Referência:

The Independent

 

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