Judaísmo

Ativismo judaico na ficção infantil para perverter crianças

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Por: Andrew Joyce

“Desde o início – isto é, a partir da publicação do primeiro livro especificamente para crianças – a intenção era dar forma e moldar a mente para aceitar padrões de comportamento”.
Saul Braun, The New York Times, 7 de junho de 1970.

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Este artigo é fruto de uma pesquisa originalmente conduzida para um outro artigo recente intitulado “Judeus, Obscenidade e Sistema Legal”. Dada a quantidade significativa de material descoberto e a singularidade do assunto, decidi que havia material suficiente para um artigo dedicado a literatura infantil. Durante a pesquisa sobre o ensaio de obscenidade, consultei a lista dos “Top 100 livros banidos/questionados entre 2000-2009” da Associação Americana de Bibliotecas (AAB) com objetivo de avaliar a natureza e a extensão da presença judaica.

O primeiro fato a se tornar perceptível foi uma presença judaica representativa na produção de livros considerados controversos ou perversos pelos pais, escolas e outras instituições. Os judeus são notoriamente tímidos no recenseamento, provavelmente estão em algum lugar entre 2,2% a, no máximo, cerca de 5% da população americana segundo o Pew Research Center.

Mesmo aceitando algum grau de verdade no argumento apologético de que os judeus são desproporcionalmente atraídos pelas profissões literárias (para não falar de seus motivo), poderia se esperar muito generosamente uma representação judaica em cerca de 10 livros na lista da Associação Americana de Bibliotecas (AAB).

No entanto, minhas verificações biográficas sobre todos os autores da lista, algumas das quais foram indeterminadas, revelaram que 22 livros na lista da AAB foram escritos por 17 escritores judeus. [1]

Os judeus estão, assim, significativamente sobre-representados na produção de literatura contemporânea considerada como oposição pela cultura que os cerca, e estão ainda mais radicalmente representados quando obras antigas, de autores não-judeus, como as “Aventuras de Huckleberry Finn” (agora frequentemente considerado “racista”) não são levadas em consideração. Uma vez que a maioria das inscrições na lista (de banidos e questionados) eram livros infantis e tendo em conta minhas descobertas anteriores sobre a manipulação judaica da demanda de “livros diversos” no sistema escolar, ocorreu-me que a literatura infantil é uma frente importante, mas às vezes negligenciada no conflito cultural que vemos ser jogado diariamente.

Este artigo pretende, portanto, ser uma breve introdução a algumas das personalidades e temas mais relevantes na área do ativismo judaico esquerdista na ficção infantil.

Um grande ativismo radical judaico na esfera cultural vem sob o guarda-chuva da relação geral entre judeus e a esquerda. Esta relação pode historicamente ser entendida como envolvendo a inovação judaica as causas sociais ou o apoio a causas sociais, culturais e políticas suscetíveis a enfraquecer as estruturas culturais da sociedade que lhe acolheu e torná-la mais favorável aos interesses judaicos.

No capítulo intitulado “Judeus e a esquerda” no livro Cultura da Crítica (p. 50), Kevin MacDonald cita Stanley Rothman e S. Robert Lichter, que observaram em sua obra Raízes do Radicalismo: judeus, cristãos e a Nova Esquerda (1982) : “Seja qual for a sua situação … em quase todos os países sobre os quais temos informações, um segmento da comunidade judaica desempenhou um papel muito importante nos movimentos destinados a minar a ordem existente”. MacDonald argumenta que as divergências superficiais entre religião judaica e agendas radicais são negadas pelo fato de muitos radicais étnicamente judeus terem persistido em aderir a uma forte identidade judaica e muitas vezes perseguiram explicitamente os interesses judaicos. MacDonald escreve (p. 51): “A hipótese de que o radicalismo judaico é compatível com o judaísmo como estratégia evolutiva de grupo implica que os judeus radicais continuam a se identificar como judeus”.

 

Eu argumento que o material apresentado neste ensaio deve ser visto firmemente dentro do mesmo quadro teórico proposto por MacDonald. Por exemplo, vários dos escritores judeus considerados neste apanhado são homossexuais, socialistas radicais e feministas. Uma desculpa comum dos “judeus da direita” é que tais figuras são um anátema para o judaísmo ou que, como adeptos do movimento da reforma, etc., não representam os “judeus verdadeiros”. A afirmação aqui é que a situação é justamente a oposta, e ressalto que muitos desses escritores estão manifestamente comprometidos com a tradição judaica e com o grupo judeu.

 

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Excelentes estudos de caso a este respeito podem ser encontrados em escritoras feministas lésbicas judias – figuras que, na superfície, são pelo menos incompatíveis com uma estratégia evolutiva de grupo. Afinal, como as mulheres que perderam pessoalmente sua reprodutividade deveriam se envolver em uma luta darwiniana? No entanto, a história nos diz que tem sido bem possível que os celibatários judeus e os homossexuais contribuam de alguma forma para o avanço do grupo.

Um exemplo útil é minha própria revisão recente do trabalho de R.A. Maryks, “Ativismo Judaico na Ordem dos Jesuítas”, um cenário em que os homens judeus trocaram possibilidades reprodutivas por influência política, social e cultural destinadas a beneficiar a comunidade de conversos do início da Espanha moderna. Da mesma forma, a estudiosa judaica Sylvia Fishman aponta em Follow My Footprints: Changing Images of Women in American Fiction (1992) que “uma quantidade significativa de escritoras lésbicas judias estão profundamente comprometidas com a população judaica e a sobrevivência judaica”. [2] Um exemplo particularmente interessante de uma judia feminista radical é Betty Friedan (nascida Bettye Naomi Goldstein), a ativista por trás do “Feminismo da Segunda Onda” que “confessou sempre ter tido” sentimentos muito fortes “sobre sua identidade judaica” e viu o feminismo em parte como um meio de chegar mais perto do judaísmo e de sua identidade como judia. [3]

Tais ativistas judeus radicais voltarem sua atenção para a cultura das crianças e a educação também não é algo surpreendente. Os intelectuais judeus, nas últimas décadas, aderiram a ideia de que as atitudes nativistas e/ou anti-judaicas estão a par com uma doença altamente infecciosa – com a inoculação sob a forma de um tratamento “educacional” agressivo, em uma tenra idade, visto como um remédio seguro para os males captados de uma “sociedade intolerante”.

Embora a ideia de que as atitudes anti-judaicas sejam uma forma de doença com raízes na infância se volte para Freud, ela permanece atual nos principais círculos políticos e acadêmicos judeus. Tomemos, por exemplo, as observações de encerramento da obra “Judeus e o dinheiro: A História de um Esteriótipo”, de Abraham Foxman, onde pais e professores são instados a “tentar ajudar a próxima geração a crescer mais livre contra a infecção da intolerância” [4] – o objetivo sendo, como o Sr. Foxman já havia articulado, “tornar a América tão fácil de ser usada quanto possível para os judeus”. O livro “Antisemitismo: uma doença da mente” de Theodore Isaac Rubin, descreve o sentimento anti-judeu como uma “doença contagiosa e maligna” e conclui afirmando: “é necessária uma aplicação extremamente ativa de compreensão e educação para encurralar a doença.

O checkmate e a erradicação são extremamente difíceis e provavelmente só são possíveis se aplicadas quando muito jovem antes das raízes da doença se estabelecerem.” [5] Para Rubin e a ADL, a solução para o problema de solidariedade e da tradição na população que está envolta exige “profilaxia” e “abordagens às crianças”. De fato, o tomo “Anti-Semitismo na América” (1979) patrocinado pela ADL conclui que “é evidente que as escolas são o agente mais adequado e potencialmente efetivo para realizar a estratégia de instrução já delineada”. [6]

A literatura infantil, portanto, seja para entretenimento ou educação, seria um canal óbvio através do qual os judeus poderiam avançar idéias ou encorajar comportamentos susceptíveis de beneficiar interesses judaicos. Pode-se também prever razoavelmente, com base em precedentes históricos pela forma dos movimentos intelectuais judeus (particularmente o multiculturalismo, a sexologia, a antropologia boasiana, a psicanálise e as teorias da Escola de Frankfurt), que tais idéias girariam em torno de noções como pluralismo étnico e sexual e crítica e desconstrução da estrutura familiar tradicional de não-judeus. Na verdade, pode-se esperar que os autores contribuintes [desta estratégia] tenham afiliações sobrepostas à psicanálise e ao socialismo radical. Tais previsões são amplamente confirmadas nos resultados apresentados abaixo.

Uma das figuras mais interessantes nesta área da atividade cultural é Lesléa Newman, uma feminista lésbica e judaica que tem a duvidosa distinção de escrever um dos livros infantis mais controversos das últimas décadas, ao mesmo tempo em que produz uma série de livros para crianças judaicas que promovem a tradição, cultura e valores judaicos. Em 1989, depois de ter sido rejeitado por quase todos os editores mainstream e junto com a patrocinadora co-étnica Tzivia Gover, Newman publicou por si própria, Heather Has Two Mommies (Heather tem duas mães), descrito como “o primeiro livro de crianças com temas lésbicos já publicado”. Newman lembra: “Pessoas ficaram com medo de publicar ‘Heather’, apesar de haver uma necessidade disso. Ninguém tocaria nisto. Mas nós fomos mulheres judias ferozes.” O trabalho de Newman foi colocado como o 11º livro mais desafiado da década de 1990 pela Associação Americana de Bibliotecas.

No entanto, em comum com as reações ao ativismo judaico em outras esferas culturais, sociais e políticas, a resposta ao trabalho de Newman foi turbulenta, mas faltava foco; faltava a percepção de que isso não era exclusivamente parte de uma agenda homossexual, havendo pouca ou nenhuma compreensão do elemento judaico envolvido.

Jewish Telegraphic Agency (Agência Telegráfica Judaica) noticiou que “o chefe de um distrito escolar no Queens declarou ‘guerra’ ao livro e enviou carta aos pais advertindo que seus filhos seriam ensinados sobre sodomia. (…) O presidente distrital enviou mais de 30.000 cartas aos pais, que criticam o livro como ‘propaganda homossexual perigosa’. Em um ponto, Newman foi descrito como ‘a escritora mais perigoso da América'”.

O que muitos opositores do livro perderam de vista, no entanto, era que sua autora é uma forte promotora do tradicionalismo e da comunidade – só que do tradicionalismo e da comunidade judaica. Ao contrário de “Heather tem duas mamães” e livros posteriores como “The Boy Who Cried Fabulous” (2004), “A Fire Engine para Ruthie” (2004), “Momma, Mama e Me” (2009), “Daddy, Papa e Me” (2009), “Donovan’s Big Day” (2011) e “Sparkle Boy” (2017), que trouxe a tona homossexualidade, disforia de gênero e até a AIDS para a massa leitora de crianças, Newman publicou uma série de livros de nicho infantil para sua própria comunidade, oferecendo um tratamento convencional e tradicional de festivais judaicos desprovidos de qualquer desses temas: “Matzo Ball Moon” (1998), “Runaway Dreidel” (2002), “The Oight Nights of Chanukah” (2008), “A Sweet Passover” (2012), “My Name is Aviva” (2015) e “Hanukkah Delight” (2016) apresentam famílias judias tradicionais sem uma sugestão de pluralismo sexual ou cultural. Os livros foram altamente elogiados como obras tradicionais e favoráveis ​​à família pelo Jewish Book Council.

Que Newman produziu conscientemente ou inconscientemente um corpo de trabalho tão segregado em sua forma temática não é algo surpreendente no quadro de perfídia e de engano dos judeus. O fator crucial aqui é que a identidade judaica é parte integrante do senso de ser e pertencer de Newman, e é algo pelo qual ela se sente muito protetora.

Na verdade, na nossa tentativa de avaliar a verdadeira força motriz psicológica por trás da produção e divulgação do antigo corpo de trabalho, vale a pena recordar a descrição de Newman de si mesma e de Gover não como feministas ou lésbicas, mas como “ferozes mulheres judeus” (ênfase adicionada ). Seria plenamente justificavel perguntar por que, tendo em conta o contexto aparentemente não étnico e não religioso das origens da personagem ‘Heather’, Newman colocaria maior ênfase em sua própria etnia. Minha própria interpretação é que, como homossexual, Newman é uma espécie de indivíduo isolado dentro do grupo étnico judaico que, conscientemente ou de outra forma, busca avançar nos interesses de sua co-etnia, “usando como arma” sua sexualidade e dirigindo seu ativismo exclusivamente contra a “sociedade”, mas não dentro da sua própria comunidade.

Obviamente, encontramos exatamente as mesmas incongruências entre as feministas heterossexuais que, em seus trilhos fervorosos contra o patriarcado, permanecem curiosamente, por unanimidade, em silêncio sobre os aspectos patriarcais do judaísmo e da cultura judaica.

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Com duas entradas na lista de banidos ou questionados da Associação Americana de Bibliotecas, Robie Harris é outro excelente exemplo do ativismo judaico na ficção infantil, tendo ela nascido em uma família judia ortodoxa. O texto mais desafiado de Harris, “É perfeitamente normal” (1994), um livro descrito pela revista Kirkus Review como demonstrando o desejo de Harris de “apresentar mais diversidade étnica e sexual do que o Curriculum Rainbow da cidade de Nova York jamais barganhou”.

Harris efetua isso apresentando crianças pré-adolescentes a múltiplos atos sexuais, transexualismo, homossexualidade e AIDS. Em 1996, “É perfeitamente normal” foi denunciado em Washington porque o “livro é um ato de encorajamento para que as crianças comecem a desejar prazeres sexuais (…) e é um claro exemplo de pornografia infantil”. Em 1999 Harris publicou “It’s So Amazing”, que foi igualmente denunciado por pais e escolas, alegando que estava introduzindo crianças de dez anos à “relações sexuais, masturbação, aborto e homossexualidade”.

Em 2012, Harris provocou mais controvérsia com a publicação de “Who’s in My Family”, que “conta a história de mudar as estruturas familiares, de famílias birraciais a famílias homossexuais “. De considerável  interesse maior é quem está na própria família de Harris, uma larga rede de famílias uniformemente judaicas [nada multicultural ou diversificada]. Na verdade, a prima de Harris, Elizabeth Levy, também é uma autora infantil. Levy é mais conhecida por sua série “Something Queer”, publicada entre 1973 e 1997, que contou a história das aventuras de duas jovens com um texto lésbico mal disfarçado (para quem perdeu o título de duplo sentido). Em 1981, Levy abandonou a sutileza em conjunto com a publicação de “Come Out Smiling”, um conto sórdido destinado a adolescentes e a explorar relacionamentos lésbicos de uma menina no acampamento de verão. O vilão da obra é um pai branco “homofóbico” contra quem as meninas devem “bravamente” lutar.

Tudo isso não quer dizer que o empurrão da diversidade sexual e étnica ou o minar das representações tradicionais da masculinidade na ficção infantil tenham sido a única reserva das mulheres judaicas. O “The Sissy Duckling” de Harvey Fierstein (2002) destina-se a crianças de 5 a 8 anos e “conta a história de Elmer, um patinho que é ridicularizado por ser um “mariquinha”, mas que, em última análise, prova sua “bravura”. Outro trabalho infantil incrivelmente controverso de recentes décadas é o “Two Weeks with the Queen”, publicado por Morris Gleitzman em 1990. Neste trabalho, voltado para crianças de 8 a 12 anos, Gleitzman discute temas como “AIDS, homossexualidade e homicidio”.

Um estudo de caso particularmente interessante é Maurice Sendak , o homossexual judeu escritor e ilustrador para crianças por trás de “Where the Wild Things” (1963). Sendak entrou na lista da AAB com “In the Night Kitchen” (1970), que retrata a jornada de sonhos de um menino em uma cozinha surreal de padeiros onde ele auxilia na criação de um bolo que estará pronto pela manhã. Particularmente controverso foi o fato do menino ser ilustrado por Sendak como completamente nu, e é retratado em uma variedade de cenários que se assemelham, nas palavras do jornalista Saul Braun, a uma “fantasia masturbatória”.

O filho dos judeus poloneses, Sendak confessou em entrevistas ter subtextos judaicos em suas obras, incluindo “In the Night Kitchen”, e às formas pelas quais suas raízes judaicas impactaram sua vida, visões e trabalho. Por exemplo, Sendak afirma que, desde uma idade jovem, ele viu “a raça humana como bastante agressiva e confrontativa”, e pontuou que os padeiros de “In the Night Kitchen” – “com seus bigodes de Hitler – eram uma referência ao Holocausto”. Da mesma forma, nota-se que as ilustrações de Sendak de crianças são “um tanto fortes e semelhantes a gnomos. (…) Suas crianças são escuras, com figuras estampadas – não em seus padrões, do tipo anglo-saxão como Janet e John.” O próprio Sendak afirmou que eles são figuras judaicas, sendo “uma curiosa mistura de lembranças do Brooklyn e a vida fantasiada em Shtetl na Polônia”.

Um autor infantil judeu homem heterossexual que até agora evitou desafios para seu trabalho é Michael Rosen, nascido na Inglaterra de pais judeus com raízes na Polônia, Rússia e Romênia. Ambos os pais eram membros da Liga dos Jovens Comunistas e se opuseram à União Britânica dos Fascistas de Sir Oswald Mosley durante a “Batalha da Rua Cable”. Sua mãe era uma secretária do Daily Worker, o jornal oficial do Partido Comunitário da Grã-Bretanha. O próprio Rosen é fortemente afiliado à esquerda radical, escrevendo colunas para o jornal Socialist Worker e falando em conferências do Partido Socialista dos Trabalhadores. Tendo criado uma carreira razoavelmente bem-sucedida como poeta e autor de crianças, mesmo um olhar superficial sobre o seu corpo de trabalho sugere que sua política se misturou com sua “arte”.

Um dos melhores e talvez os mais sutis exemplos é “This Is Our House” (1996), destinado a pré-escolares. Em essência, este é um conto anti-nativista projetado para dissuadir as crianças de terem “preconceitos” ou qualquer sensação de posse ou propriedade, mas se disfarça como um conto simples sobre o compartilhamento. A descrição do livro afirma: “George diz que a casa de papelão é dele e ninguém mais pode brincar nela. Não é para meninas, pessoas pequenas, gêmeos, pessoas com óculos ou pessoas que gostam de túneis. Mas Lindy, Marly, Freddie, Charlene, Marlene, Luther, Sophie e Rasheda têm outras ideias! Uma por uma, cada criança é recusada a entrar até que as coisas se invertem e George descobre como se sente em sofrer algo injusto. “No decorrer do livro George (representado como branco) joga feliz com uma caixa que ele construiu como “casa”. Mas as outras crianças, metade das quais não são brancas, insistem em que sua “casa” não é apenas sua, mas “pertence a todos”.

Mais recentemente, para crianças de 10 a 12 anos, Rosen é autor de um livro de ficção intitulado “Quem são os refugiados e imigrantes? O que faz as pessoas deixarem suas casas? E outras grandes perguntas” (2016). O livro compara “os efeitos sobre a sociedade da diversidade e interculturalismo com as tentativas históricas para criar uma cultura racialmente “pura”. Isso leva a uma perspectiva internacional … Há também uma atividade de encenação pedindo aos leitores que se imaginem na situação de ter que decidir se devem sair de suas casas e buscar refúgio em um novo país”.

Essencialmente, então, é um exemplo bastante típico de propaganda multicultural. O envolvimento judaico na produção de textos pró-multiculturais de não ficção para crianças é, naturalmente, nada de novo. O primeiro exemplo que pude encontrar (pelo menos no mundo de língua inglesa) é a “Casa de Vidro do Preconceito” de Dorothy W. Baruch (1946). O texto foi descrito pela Kirkus Review no ano de sua publicação como a “primeira abordagem desse tipo para os problemas das minorias, da discriminação racial, da intolerância, baseada em histórias de casos, muitas delas alinhadas com os problemas dos adolescentes. A abordagem da Dra. Baruch aborda o intelecto e as emoções; ela corta o coração da questão… Ela mostrou como os problemas [em torno da imigração] estão enraizados em condições que [a população nativa] deve enfrentar, como insegurança, falsas atitudes, ignorância”. Essas idéias estavam, obviamente, totalmente de acordo com as teorias avançadas pela Escola de Frankfurt.

Antes de concluir, deve-se mencionar o autor mais prolífico na lista da AAB dos livros mais denunciados, entre 2000 e 2009: Judy Blume (nascida Judith Sussman). As três aparições de Blume excedem qualquer outro escritor, enquanto durante o período 1990-1999 teve cinco entradas na lista. Para o período de 1990 a 2004, Blume ficou em segundo lugar apenas com o colega judeu Alvin Schwartz, cujas histórias de terror violentas e explícitas foram consideradas inadequadas para a faixa etária pelo qual ele afirmou escrever. Blume entrou em conflito com pais, escolas e outras instituições porque seus trabalhos contêm conteúdo gráfico sexual e linguagem ofensiva, bem como temas que foram considerados inapropriados para qualquer faixa etária infantil.

Esses elementos estão presentes em todos os livros questionados de Blume, mas para citar apenas dois exemplos, Deenie (1973) e Forever (1975), Blume introduziu na ficção adolescente temas como masturbação compulsiva, gravidez na adolescência, tentativa de suicídio, homossexualidade e conversa sobre doenças sexualmente transmissíveis. Mas como Blume se vê? Um modelo de feminista? Uma igualitarista cultural? Nas suas próprias palavras: “Cultural e espiritualmente, sou uma jovem judia de Nova Jersey”.

Há, naturalmente, muitos escritores mais que podem ser perfilados e muitos mais trabalhos que poderiam ser explorados, mas a intenção deste ensaio foi oferecer uma modesta introdução a alguns dos temas mais pertinentes nesta área da atividade cultural judaica. A afirmação aqui não é que os judeus estejam unicamente por trás do declínio nas normas sociais, culturais e sexuais que historicamente têm sido muito benéficas para a sociedade. Afinal, uma vez que excluímos autores não-brancos da lista de AAB, ainda encontramos cerca de 60% das obras socialmente oposicionistas produzidas por escritores brancos. Há, obviamente, um mercado para esse material, e, como de costume, não faltam pessoas que desejam tirar proveito disso. No entanto, a afirmação aqui é que há evidências significativas de que os indivíduos que se identificam como judeus e se vêem plenamente como membros do grupo étnico judaico, estiveram na vanguarda da erosão cultural, muitas vezes inovando ou atuando como pioneiros na desconstrução das normas da sociedade.

Essencialmente, o que vemos é que escritores como Baruch, Harris, Levy e Newman abriram caminho para que outros ativistas judeus – e não-judeus atípicos – pudessem seguir. É difícil dizer com certeza como as coisas seriam e teriam diferentes resultados sem uma ação tão agressiva dessas “mulheres ferozes” (e homens) auto-descritas, mas se poderia razoavelmente supor que o policiamento moral e normativo seria significativamente mais robusto.

Finalmente, a imagem maior aqui é a doutrinação de nossos filhos. Nesta nota, refiro-me à epígrafe que abriu este ensaio. Em última análise, estamos lidando com materiais projetados para formar e moldar as mentes de nossos filhos para os novos “padrões de comportamento aceitos”. Agora, não estamos longe de um momento em que os contos saudáveis ​​de crianças brancas envolvidas em aventura serão considerados reacionários por causa de seus potencial para incutir o orgulho, ou perigoso porque eles não são tolerantes o suficiente da proliferação multicor, de minorias sexuais e raciais que agora interferem em todos os aspectos da cultura. Nosso desafio nos próximos anos será entrar nesta guerra cultural de forma mais significativa. Isso exigirá o desenvolvimento de uma nova literatura, e eliminando o veneno que está diante de nós.

Referência:

The Unz Review

[1] Avi (aka Edward Irving Wortis), H.G. “Buzz” Bissinger, Judy Blume, Esther Drill, Lois Duncan (Steinmetz), E.R. Frank, Bette Green, Robie Harris, Carolyn Mackler, Johanna Reiss, Louise Rennison, J.D. Salinger, Louis Sachar, Alvin Schwartz, Maurice Sendak, Charles Silverstein, R.L. Stine.

[2] S.B. Fishman, Follow My Footprints: Changing Images of Women in American Fiction (Hanover: Brandeis University Press, 1992), p.50.

[3] F. Klagsbrun, “Marching in Front,” Hadassah Magazine (Nov. 1993), p.24.

[4] A. Foxman, Jews and Money: The Story of a Stereotype (New York: Palgrave, 2010), p.230.

[5] T.I. Rubin, Anti-Semitism: A Disease of the Mind (Fort Lee: Barricade Books, 2009), p.156.

[6] H. Quinley & C. Glock, Anti-Semitism in America (New York: The Free Press, 1979), p.202.

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Libelo de sangue? Modelo é assassinada e tem seu sangue drenado pelo namorado judeu

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A modelo ucraniana Iana Kasian (30) foi morta, escalpelada e teve o sangue do seu corpo drenado pelo próprio namorado Blake Leibel (36), que é judeu, levantando suspeitas do homicídio ter sido praticado em caráter ritualístico.

O caso ocorreu em Hollywood no dia 26 de maio de 2016, no que a polícia local chamou de “o assassinato mais brutal da história de Los Angeles” – porém a autopsia (clique aqui) só foi revelada nesta semana e a causa principal da morte foi perda de sangue (exsanguination) e a secundária os traumas na cabeça.

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O responsável pela análise foi o Dr. James Ribe, do escritório do condado de Los Angeles, e revelou que Iana sofreu um trauma horrível nas horas anteriores à sua morte. Dr. Ribe também detalhou que além de ter seu sangue drenado, a vítima foi escalpelada tendo seu crânio raspado até o osso. Acredita-se também que Iana Kasian tenha sido torturada por horas com uma faca.

“Seu crânio tinha sido descascado até a superfície do osso. Não havia nenhuma presença de couro cabeludo, exceto por pequenos pedaços na parte de trás do pescoço. Também partes do lado direito do rosto foram arrancadas, incluindo a orelha direita e parte da face posterior do lado direito, todo o caminho até a linha do maxilar”, descreveu Dr. James Ribe.

Blake Leibel é um cartunista de família judaica que dependia da mesada mensal de 13 mil dólares do pai Lorne Leibel – desenvolvedor que mora em Toronto no Canadá – e esperava se tornar um famoso artista de quadrinhos.

A julgar por sua arte, parece que o sujeito já estava com esse tipo de ação interiorizada há algum tempo, pois em um de seus quadrinhos há uma cena que lembra bastante o satânico ato cometido pelo cartunista.

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Libelos de sangue na história do judaísmo

Durante séculos o judaísmo aderiu inúmeros rituais estranhos e bizarros, um dos mais comentados é o libelo de sangue – o uso de sangue humano em rituais – assunto que gerou muita controvérsia ao longo da história.

O fato é que mesmo com inúmeras entidades judaicas negando tais ocorrências, crimes com as mesmas características surgem de tempos em tempos, sempre envolvendo judeus, como neste caso do cartunista e sua namorada. Outro ponto que vale citar é o elevado número de palestinos mortos cujo os corpos não são devolvidos as famílias e somem, além dos poucos que são devolvidos retornarem sem sangue e sem alguns órgãos.

O assunto também já foi abordado em 2007 pelo professor e historiador judeu-israelense Ariel Toaff, filho do ex-grande rabino de Roma, em uma obra de sua autoria – que foi censurada – chamada “Páscoa de Sangue – Hebreus na Europa e rituais homicidas”.

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Apesar da censura, é possível baixar a obra no formato digital e em inglês (clique aqui).

E para quem acredita que os rituais com sangue e sacrifícios humanos são exceções de indivíduos isolados, algo acidental e não essencial, basta verificar no Talmud.

No Sepher Or Israel (177b), diz assim – “Tire a vida de um kliphoth (não-judeu) e mate-o, e trarás alegria a Deus, assim como quem oferece um incenso”.

Já no Ialkut Simoni (245c, n.772), lê-se como se segue: “Depois da destruição do templo de Jerusalém, o único sacrifício necessário é o extermínio dos cristãos.”

No Zohar (III, 227b), o Bom Pastor diz: “O único sacrifício que se pede é que eliminemos os impuros que se encontrem entre nós”.
O mesmo Zohar (II, 43a), explicando a orientação de Moisés a respeito da redenção do primogênito de um asno, mediante o oferecimento de um cordeiro diz:
“O asno representa os não-judeus, que devem ser redimidos através do oferecimento de um cordeiro, que representa o rebanho disperso de Israel. Porém se ele se recusar a ser redimido (salvo), então quebre-lhe o crânio. Deve-se tirá-lo do livro dos vivos (matá-lo), porque sobre eles já se disse: ‘Aquele que peca contra mim, eu o tirarei do livro dos vivos.’”
Outras passagens que tratam de sacrificar e matar não-judeus e cristão podem ser encontradas em obras como “Talmud Desmascarado” de Justina Pranaitis e “A Verdade sobre o Talmud” de Michael Hoffman II.
Referências:
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Depois da Amazon, agora o Youtube é acusado de permitir conteúdo “anti-semita” e “discurso de ódio”

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Após perseguir e remover obras, da Amazon, que revisam e desmentem  as versões convencionais do “holocausto”, a censura judaica desta vez apontou sua mira para o Youtube.

Um artigo do Sunday Times, um dos maiores jornais do Reino Unido, acusou o Google de falhar em remover  “conteúdo virulento anti-semítico” e em combater material que contém “discurso de ódio”. Segundo o artigo, “mais de 200 vídeos anti-semitas estão hospedados no YouTube” e alguns se encontram hospedados no site há anos, já possuindo milhões de visualizações.

Mais uma vez, os velhos clichês como “anti-semitismo” e “discurso de ódio” são usados para tentar castrar qualquer debate profundo sobre um tema sério, que já esteve no centro de duas guerras mundiais modernas e que até hoje respinga em inúmeras civilizações, devido ao modus operandi pregado por esse pseudo-judaísmo atual, que se inspira no Talmud -coletânea de ensinos que prega a supremacia judaica sobre os outros povos.

O Sunday Times é de uma corporação midiática judaica

O motivo pelo qual tal folhetim citado está tentando castrar a liberdade de estudo e investigação sobre tais temas e iniciou essa campanha para censurar vídeos do Youtube é bem simples: o Sunday Times é do grupo News UK, que no Reino Unido também controla os “informativos” The Times e The Sun. O News UK é uma subsidiária do conglomerado midiático chamado News Corp. criada por… Rupert Murdoch, nascido de mãe judia, Elizabeth Green (na lei talmúdica, o judeu é aquele nascido de mãe judia).

Nos Estados Unidos a News Corp. controla o Wall Street Journal e o New York Post, além do estúdio 20th Century Fox e os canais de TV ligados aos mesmos. A 20th Century Fox, atualmente, tem um trio de comando israelita, composto por: Peter Chernin, Jim Gianopulos e Tom Rothman.

Não a toa há uma mobilização midiática, cultural e política para cada vez mais impedir que conteúdos que desmascaram os planos geopolíticos e econômicos do judaísmo sejam proibidos e até removidos.

Do sionismo – que visa criar a grande Israel e reconstruir o terceiro templo – ao controle das moedas do mundo por meio de bancos centrais, as provas contra tais empreitadas são vastas e, na era da livre informação, ficará difícil conter tanto materiais bibliográficos quanto audiovisuais.

Tal medida que apela para a censura e rótulos vazios, pode ser inclusive um erro estratégico do cartel judaico, pois com essa onda de proibições, o interesse por tal assunto pode, no lugar de diminuir, crescer cada vez mais no mundo inteiro. E com a velocidade de compartilhamento da internet atual, pode-se dizer que é impossível qualquer controle de informação.

Referência:

The Sunday Times

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Censura: Amazon remove de sua loja obras que negam o holocausto

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A Amazon do Reino Unido retirou três livros de sua loja online simplesmente  porque eles negam o Holocausto  – no caso sua versão majoritária – depois de sofrer pressão por parte do memorial do Holocausto em Israel, chamado Yad Vashem, e também de um grupo judaico do Reino Unido.

O Conselho de Deputados, o órgão de “proteção” dos judeus britânicos, pediu a livraria que retirasse os livros alegando serem “altamente inapropriados para uma livraria respeitável”, expondo assim temor diante das contestações de historiadores sérios.

Os três títulos censurados foram: “Holocausto: A maior mentira jamais contada”, de Eleanor Wittakers; “O embuste do século XX: o caso contra o presumível extermínio dos judeus europeus”, de Arthur R. Butz e “Seis milhões realmente morreram?”, De Richard Harwood. Esta semana, a Amazon Reino Unido confirmou que esses livros foram retirados de circulação.

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O pedido e a retirada seguem um apelo feito no mês passado pelo chefe da Yad Vashem ao chefe da Amazon, Jeff Bezos, pedindo a gigante da internet que remova livros que negam o Holocausto. O pedido mencionou especificamente o título de Richard Harwood.

“Nós insistimos fortemente que você remova os livros que negam, distorcem e trivializam o Holocausto de sua loja”, escreveu Robert Rozett, diretor das bibliotecas do Yad Vashem, em uma carta a Bezos, exposta pela AFP.

O representante do Yad Vashem disse que estava preocupado pois o “anti-semitismo” e negação do Holocausto estava crescendo em todo o mundo.

“A literatura de negação do Holocausto está livremente disponível para compra na Amazon”, escreveu Rozett. “Muitos dos itens aparecem com críticas incandescentes dos leitores e recomendações para leitura adicionais no mesmo viés”.

Ele acrescentou que, embora ele fosse a favor da liberdade de expressão, “a negação do Holocausto e outras formas de discurso de ódio incontestavelmente alimentam o preconceito e os crimes de ódio”.

Marie van der Zyl, vice-presidente do Conselho de Deputados, disse que estava feliz que os livros tivessem sido retirados.

“Em um momento de níveis recorde de anti-semitismo, é muito bem-vinda que a Amazon tenha escutado e removido os títulos ofensivos de seu site”, disse ela em um comunicado. “Essas não são obras de integridade histórica, são uma tentativa anti-semita de exonerar os nazistas de seus crimes e acender o fogo do ódio”, ignorou a deputada sobre o caráter técnico e documental das obras.

O discurso lembra muito o proferido por algumas alas da esquerda que, inúmeras vezes, castram debates sérios ao acusarem os outros de ódio, preconceito ou fobia.

Os livros tinham sido removidos anteriormente em países onde a negação do Holocausto é um crime. Embora a maioria dos países da União Européia tenham proibido a negação do Holocausto em 2001, no Reino Unido ela é protegida como liberdade de expressão. Pelo visto, não mais.

Historiador se revolta com a censura

Em postagem em seu blog, o historiador Michael Hoffman, autor de oito livros, entre eles – “O grande julgamento do Holocausto: O marco da batalha para o direito de duvidar da mais sagrada relíquia do Ocidente” – escreveu:

“Acabamos de saber que a Amazon, enorme distribuidora de livros online com sede em Seattle, removeu os livros a venda do Dr. Arthur R. Butz, Carlo Mattogno e outros estudiosos dissidentes e eminentes que se atreveram a fazer perguntas científicas e técnicas sobre o alegado funcionamento dos homicídios das Câmaras de gás em Auschwitz. Esses hereges transgrediram a sagrada liturgia do ‘Holocaustianismo’ e seus livros devem ser proibidos para preservar a santidade do dogma da Segunda Guerra Mundial.

A Amazon tem vendido esses e livros semelhantes há anos, mas nos últimos 20 meses os rabinos e o museu do “Holocausto” Yad Vashem, pressionaram a Amazon para remover esses títulos e semelhantes. Além disso, o proprietário da Amazon, Jeff Bezos, comprou o Washington Post e o moldou como uma cabeça da esquerda ortodoxa que pode ter o politizado e neutralizou seus instintos anteriormente libertários.

Livros que defendem o satanismo e a sodomia, e negam o holocausto dos aliados contra civis alemães, e o holocausto israelense contra os palestinos, continuam a ser vendidos pela Amazon.

A censura é conduzida sob a rubrica de “combater o ódio” e “combater o anti-semitismo”. Mas isso é apenas uma súplica especial. Livros que mostram ódio a alemães, árabes, iranianos e aos “deploráveis” brancos do sul são oferecidos na Amazon, assim como livros negando que Jesus Cristo ressuscitou dos mortos. Então, tudo depende de qual boi está sendo corneado. Como muitos de vocês sabem, há uma vaca sagrada que é mais igual que os outros. Seu nome é o Bezerro de Ouro.”

Os termos “6 milhões de judeus” e “holocausto” já foram amplamente usados antes da segunda guerra mundial

O vídeo abaixo expõe algumas vezes que a mídia divulgou tragédias e fez alarde com o número cabalístico de 6 milhões, muito usado no judaísmo. Sendo tal número empurrado goela abaixo como sendo o das vítimas do “holocausto”.

Referência:

Times of Israel

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Judaísmo

Israel pressiona Amazon para que não venda mais livros que neguem o Holocausto

A perda do controle sobre informação e fatos históricos, com o advento da internet, preocupa Israel. O memorial do Holocausto em Israel, chamado Yad Vashem, pediu à Amazon que retire de sua loja virtual os livros que neguem o Holocausto e acusou a gigante do comércio online de facilitar a disseminação do “discurso de ódio”.

O apelo veio na forma de uma carta escrita pelo diretor da biblioteca da Yad Vashem, Dr. Robert Rozett, ao CEO da Amazon, Jeff Bezos.

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“Tem sido claro por muitos anos que literaturas que negam o Holocausto estão livremente disponíveis para compra na Amazon. Muitos dos itens aparecem com a opinião de acalorados  leitores e recomendações de leitura no mesmo viés”, pontuou Rozett, anexando à sua mensagem vários exemplos de elogios a livros intitulados como, “A Verdadeira História do Holocausto – Seis milhões realmente morreram?”  e “O embuste do século XX: o caso contra a presumível extermínio dos judeus europeus”.

A tentativa de censura é uma medida desesperada por parte daqueles que perderam a hegemonia do discurso, do controle das informações e da manipulação de fatos históricos, principalmente sobre a Segunda Guerra Mundial.

A carta também mencionou que Yad Vashem tinha – em vão – abordado a questão com a Amazon logo após a fundação da mesma. Mais uma vez, o velho vitimismo judaico dá as caras e o termo de sempre “anti-semitismo” volta como escudo.

Robert Rozett justificou tal medida devido a um clima de anti-semitismo mais visível, “talvez o tempo os tornem um pouco mais maduros para eles assumirem a ideia de que eles precisam ser mais cuidadosos com o que vendem.”

“Mais uma vez, dada a presença de anti-semitismo ao redor do globo, que se tornou mais nítido nos últimos anos, recomendamos vivamente que você remova livros que negam, distorcem e banalizam o Holocausto de sua loja”, escreveu Robert Rozett a Amazon.

“A negação do Holocausto e outras formas de discurso de ódio incontestavelmente alimentam o preconceito e os crimes de ódio”, continuou ele. “A discussão aberta de idéias é certamente essencial para sistemas pluralistas e democráticos, mas facilitar a disseminação de idéias cheias de ódio é irresponsável, para dizer o mínimo. Como um agente principal para a disseminação de idéias, compete à Amazon, já que também incumbe aos provedores de Internet em geral, agir para conter a propagação do ódio”, continuou o drama o Dr. Rozett.

Rozett concluiu  a carta oferecendo a “assistência” da Yad Vashem na identificação de publicações que fomentam a negação, a distorção e a trivialização do Holocausto. O que é uma alegação infantil, visto que grandes historiadores mundialmente conhecidos por sua seriedade e rigidez, negam a versão oficial do Holocausto, como David Irving e Salvador Borrego

“Não é apenas a Amazon, há muitas forças tentando obter esse ódio externado ou marginalizado”, disse Rozett, observando também que em países onde a negação do Holocausto é ilegal, esses livros não estão disponíveis na Amazon. Já nos EUA, no entanto, eles ainda estão disponíveis gratuitamente – “Há uma responsabilidade cívica”, enfatizou. “Estes são gigantes enormes da informação.”

Embora o desejo de censura seja pleno e o intuito primordial é que a loja remova completamente esse conteúdo de sua página, Dr. Robert Rozett ofereceu soluções, como marcar e sinalizar a natureza dos livros.

Ele também observou que a Amazon sugere outras leituras do mesmo tipo para os usuários que estão navegando na seção de livros que negam o Holocausto, reconhecendo que este é provavelmente o resultado de um algoritmo. O diretor da biblioteca da Yad Vashem disse que este é um outro fator que gostaria de ver alterado.

“Mas o melhor seria se eles se inscreverem para não vender esse material”, enfatizou Rozett, acrescentando que, embora sua carta tenha sido enviada à Amazon, sua mensagem se aplica universalmente.

Referência:

The Jerusalem Post

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Judaísmo

Crianças judias de 3 anos são ensinadas que os não-judeus são malignos em escola de Londres

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK 

Uma escola judaica do norte de Londres estava ensinando as suas crianças judias de três anos que os não-judeus são pessoas “malignas”,  como mostra uma cartilha passada pela própria instituição de “ensino”.

Documentos obtidos pelo jornal inglês The Independent, em setembro de 2015, revelam que as crianças são ensinadas sobre o horror do holocausto ainda no jardim de infância, com apenas 3 anos de idade, na escola Beis Rochel, só para meninos, no norte de Londres.

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Um denunciante que preferiu permanecer anônimo mostrou um trabalho passado aos meninos, na faixa etária entre 3 e 4 anos, onde as crianças foram convidadas a completar perguntas relacionadas ao feriado de Kislev, seguido por judeus do grupo Satmer, como por exemplo o dia em que seu fundador o “santo” Rebe, Rabi Yoel Teitelbaum, escapou dos nazistas.

O documento refere-se aos nazistas apenas como “goyim” – termo usado para não-judeus e que algumas pessoas acreditam ser ofensivo.

Emily Green, que ensinava no mesmo colégio só que no setor das meninas, de Beis Rochel, agora preside a organização Gesher, da União Européia, que apóia os judeus ultra-ortodoxos que desejam deixar a comunidade.

“Não é raro ensinarem que pessoas não-judaicas são más nas escolas ultra-ortodoxas judaicas pois é parte das orações, do ensino, de todo o ethos. Psicologicamente, você se torna tão temeroso do mundo lá fora, depois de ser ensinado que todos os não judeus são perigosos, maus e ruins, tornando para muitos mais difícil de saírem de lá”, observou Emily Green chamando o fato de “doutrinação”.

O The Independent traduziu do iídiche a primeira pergunta da cartilha: “O que os goyim malignos (não-judeus) fizeram com as sinagogas e cheders (escolas primárias judaicas)?” – A resposta que se lê no trabalho é: “Queimaram!”

Outra pergunta impactante do odioso material é: “O que os goyim queriam fazer com todos os judeus?” – e a resposta, de acordo com o trabalho, é: “Matá-los”.

” [O material] Não se refere explicitamente ao Holocausto. É um documento que ensina crianças muito novas a terem muito medo e a tratar os não-judeus de maneira muito suspeita por causa do que eles fizeram para nós no passado. Não é uma aula de história – você não pode dizer isso. É uma parábola que está ensinando ativamente as crianças o extremismo, ódio e um medo para com o mundo exterior.”, explicou a fonte que não quis se identificar.

Um porta-voz de Beis Rochel disse que as cartilhas serão consertadas e pediram desculpas por qualquer ofensa. No entanto, eles argumentaram que a frase “goyim” não era ofensiva e que as acusações de que eles estavam doutrinando crianças eram “sem base”.

“A linguagem que usamos não foi de modo algum intencionada para causar ofensa, agora isso foi trazido à nossa atenção, vamos nos esforçar para usar uma linguagem mais precisa no futuro”.

Muitos estudiosos do Talmud também apontaram trechos contendo ódio

O Talmud, livro judaico que é uma compilação de ensinos rabínicos, possui trechos que pregam a segregação e o ódio a cristãos e não-judeus. Foi o que expôs o estudioso Justina Pranaitis, no fim do século XIX e começo do século XX, na obra “O Talmud desmascarado” (clique aqui).

Outra obra que trata do assunto é a de Michael A. Hoffman II e Alan R. Critchley, chamada “A verdade sobre o Talmud” (clique aqui).

Referência:

The Independent

 

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