Ciência

Mais de 300 cientistas pedem a Trump que abandone agência de mudança climática da ONU

Mais de 300 cientistas pediram ao presidente americano Donald Trump que retire os Estados Unidos da agência de “Mudança Climática” da ONU, alertando que seu lobby para reduzir o dióxido de carbono (CO²) ameaça aumentar a pobreza mundial sem necessariamente melhorar em nada o meio ambiente.

Em uma carta destinada ao presidente Donald Trump, na última quinta-feira (23), o professor emérito do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Richard Lindzen, pediu aos Estados Unidos e a outras nações que “mudem o rumo deste acordo internacional ultrapassado que visa apenas conter gases de efeito estufa menores”, a começar pelo dióxido de carbono.

“Desde 2009, os EUA e outros governos têm empreendido ações com respeito ao clima global que não são cientificamente justificadas e que já têm, e continuarão a causar sérios danos sociais e econômicos – sem benefícios ambientais”, completou Lindzen, um proeminente Físico Atmosférico.

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Os signatários da petição, anexa a carta, incluem os cientistas atmosféricos norte-americanos e internacionais, meteorologistas, físicos, professores e outros que estão em desacordo com a Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), criada em 1992 para combater mudanças climáticas “perigosas”.

O famoso acordo climático de Paris de 2016, que estabelece metas de emissões não vinculativas para as nações, foi elaborado sob os auspícios da UNFCCC.

“Observações feitas desde o surgimento da UNFCCC foram escritas há 25 anos e mostram que o aquecimento pelo aumento do CO² atmosférico será benigno – [efeitos e previsões] muito menores do que as previsões do modelo inicial”, afirmou a petição.

Trump disse durante a campanha que “cancelaria” a participação dos EUA no Acordo de Paris, que foi ratificado em setembro pelo ex-presidente Barack Obama sobre as objeções dos republicanos do Senado, que argumentaram que o acordo exige a aprovação do Senado segundo a Constituição dos Estados Unidos.

Myron Ebell, um estudioso do Instituto Competitivo de Empresas que liderou a equipe de transição Trump na Agência de Proteção Ambiental, disse aos repórteres no mês passado em Londres que o presidente iria retirar-se do Acordo de Paris.

Defensores das políticas de “mudança climática” pediram que Trump honre o acordo, segundo o qual as nações concordam em adotar políticas para manter o aumento das temperaturas globais, deste século, abaixo de 2 graus Celsius, em relação aos níveis pré-industriais.

Todavia não é possível provar que o ser humano tem a capacidade de influenciar o clima. Fora o fato de que a temperatura da Terra já esteve bem mais quente no passado que no período atual, como por exemplo no “Óptimo Climático Medieval” – entre os anos  800 e 1200. Este período de aquecimento permitiu, por exemplo, a colonização do que hoje é a Groenlândia (Greenland ou “Terra Verde”, hoje coberta de neve) e do Canadá pelos Vikings.

Na semana passada, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos reafirmou seu apoio ao Acordo de Paris em uma carta ao Secretário de Estado Rex W. Tillerson, dizendo que o acordo é “urgentemente necessário para cumprir nossas responsabilidades comuns e diferenciadas pelos efeitos das mudanças climáticas.” – mostrando assim como o clero modernista, pós Concílio Vaticano II, se rendeu as agendas globalistas e de neocolonialismo.

Mais de 700 empresas e investidores assinaram uma declaração pedindo a Trump que respeite o acordo de Paris coordenado por nove grupos ambientais, incluindo o Conselho Americano de Negócios Sustentáveis, o Fundo de Defesa Ambiental e o Fundo Mundial para a Vida Selvagem.

Tal fato revela bem como a pauta ambientalista é usada por grandes financistas que evitam possíveis novos concorrentes de surgirem, solidificando assim monopólios transnacionais que impedem o desenvolvimento de indústrias locais em países subdesenvolvidos.

“A incapacidade de construir uma economia de baixa emissão de carbono põe em risco a prosperidade americana. Mas a ação certa agora criará empregos e impulsionará a competitividade dos EUA ” – disse a LowCarbonUSA.org – “Nós nos comprometemos a fazer a nossa parte, em nossas próprias operações e além, para executar o compromisso do Acordo de Paris de uma economia global que limita o aumento da temperatura global para bem abaixo de 2 graus Celsius”

Na verdade a prosperidade americana depende de seu poderio bélico – que impõe o uso do dólar ao mundo. Poderio esse alcançado através de muito investimento e alteração da natureza, sendo sua indústria algo já consumado. O lobby pela baixa emissão de carbono condena e atrasa o possível desenvolvimento de nações periféricas, incluindo o Brasil.

Porém desafiando a “catastrófica” mudança climática, Richard Lindzen descreve o dióxido de carbono como necessário para a natureza e o classifica como, “alimento vegetal, não veneno”.

“Restringir o acesso aos combustíveis fósseis tem efeitos muito negativos sobre o bem-estar de pessoas ao redor do mundo. Ele condena mais de 4 bilhões de pessoas em países ainda subdesenvolvidos à pobreza continuada”, finalizou o lúcido Físico Atmosférico.

Referência:

Washington Times

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Ciência

Farsa do aquecimento global – Cientista desmascara ocultação de registros meteorológicos na Austrália

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Uma cientista e pesquisadora australiana, chamada Jennifer Marohasy, fez uma denúncia afirmando que os dados meteorológicos e climáticos da Austrália estão sendo omitidos por órgãos federais. A especialista revelou que apagaram os registros do que foi o dia mais quente da Austrália, o dia 3 de janeiro de 1909, quando o termômetro marcou 51,6 graus Celsius.

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O dado foi apagado do arquivo do Serviço de Meteorologia do Austrália (Bureau of Meteorology Australia), que pode ser checado online.

Jennifer Marohasy, que é PhD pela Universidade de Queensland, usou o Facebook e seu blog pessoal para expor a supressão do dado e especulou que tal omissão visa se adequar a uma narrativa de que dias quentes são fatos exclusivos da atualidade.

“O dia o mais quente de todos os tempos registrado na Austrália foi no domingo 3 de janeiro, de 1909. Eram 51.6 graus Celsius – gravados como 125 graus Fahrenheit na estação de correios de Bourke. E essa gravação foi excluída dos registros de temperatura digitalizados e arquivados no site do Serviço de Meteorologia. Como isso pôde acontecer? Porque a narrativa popular não pode acomodar um registro de dia quente lá de 1909. Se estava mais quente na época que está agora, então as temperaturas atuais não são sem precedentes. A evidência para esta transversão foi postada em meu blog”, destrinchou Marohasy.

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Em seu blog pessoal a cientista ainda relembrou que esse discurso popular passa muito pelo alarde midiático que é feito, porém que tal posição da mídia não tem consistência com os dados históricos coletados, já que a Austrália passou por períodos muito quentes no início do século passado.

“Os últimos dias foram muito quentes em todo o leste da Austrália. Os principais meios de comunicação têm relatado condições ‘sem precedentes’. Isso se encaixa numa narrativa popular, mas é inconsistente com o registro histórico original. Estava muito quente na Austrália no final dos anos 1800 e nos primeiros anos da década de 1900, especialmente no interior da Austrália – em lugares como Bourke.”, avaliou a pesquisadora.

A informação serve para desmascarar o lobby do aquecimento global, que tenta empurrar goela abaixo que a temperatura no planeta tem aumentado nos últimos anos e que o ser humano pode ter influência no clima da Terra, quanto na verdade o clima é uma grandeza muito aquém da ser humano e que historicamente as variações de temperatura são fatos absolutamente normais e incontroláveis.

Obviamente esse lobby é incentivado com fins de domínio e controle econômico por grandes potências para frear o desenvolvimento de países considerados em desenvolvimento e para causar alarde no grande público.

Vale lembrar que a maior temperatura já registrada na história se deu na Califórnia, nos Estados Unidos, no longínquo ano de 1913.

Referência:

Jennifer Marohasy

Bureau of Meteorology Australia

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