Terrorismo

Contingente militar dos EUA entra na Síria para treinar “rebeldes”

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Um contingente militar norte-americano adentrou o sul da Síria na fronteira de Tanf e começou a treinar unidades do Exército Livre da Síria (FSA) em uma área desértica, informou hoje a mídia de oposição a Assad, Hammurabi’s Justice News.

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De acordo com a tal página de oposição, que inclusive tem imagens que comprovam a informação, os militares dos EUA estão treinando as forças Mughaweir Al-Thawra na região montanhosa de Tanf, no sudeste de Homs.

Os militares dos EUA estariam supostamente treinando esses rebeldes para combaterem as forças do Estado Islâmico (ISIS) no sudeste da Síria, entretanto os fatos mostram que tanto a oposição síria quanto os próprios americanos praticamente só atacam o regime Assad.

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A bem da verdade é até difícil citar quais foram os ataques ao Estado Islâmico por parte dos Estados Unidos e do Exército de Libertação da Síria.

O próprio Exército Árabe Sírio (SAA) e seus aliados estão preocupados com a presença dos Estados Unidos na área, pois não acreditam que este último esteja interessado em combater o Estado Islâmico, mas sim, impor uma zona de exclusão para combater o governo em Damasco, revelou uma fonte militar.

Vale lembrar que os Estados Unidos não possuem autorização do governo local para atuar na Síria e que esses mesmos terroristas chamados de rebeldes moderados, os quais o exército americano está treinando, abriram o caminho para a proliferação do Estado Islâmico na Síria.

Referência:

Al Masdar News

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Terrorismo

“Al-Qaeda está do nosso lado na Síria”, diz e-mail enviado à Hillary Clinton por assessor

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Alguns e-mails vazados que foram enviados à Hillary Clinton por seu assessor político, Jake Sullivan, revelaram o que já estava claro: a Al-Qaeda está do lado dos Estados Unidos na Síria,  na luta para derrubar Assad.

A aliança entre os terroristas e os Estados Unidos, na Síria, foi assunto de dois e-mails enviados a Hillary no dia 12 de fevereiro de 2012.

O segundo e-mail é mais revelador, onde Sullivan expõe claramente a Hillary – “Veja o último item – AQ (Al-Qaeda) está do nosso lado na Síria. De outra maneira, as coisas têm basicamente ocorrido como esperado.”

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Quando Sullivan pede a Hillary Clinton para se atentar ao último item, ele se refere ao último item do e-mail anterior que trata de um líder da Al-Qaeda, chamado Al-Zawahiri, pedindo apoio dos muçulmanos da Turquia e do Oriente Médio a ajudarem as forças rebeldes da Síria contra Assad.

“AL-ZAWAHIRI EXORTA O APOIO MUÇULMANO PARA OPOSIÇÃO (U)

O líder da Al-Qaida, al-Zawahiri convocou muçulmanos na Turquia e no Oriente Médio para ajudar as forças rebeldes em sua luta contra os apoiadores do presidente sírio Assad, em uma gravação de vídeo interna. Al-Zawahiri também incitou o povo sírio a não confiar na AL (Arab League), Turquia, ou nos Estados Unidos para ajuda”

De fato foi o que ocorreu desde então, Turquia, Estados Unidos e os principais países da Liga Árabe – como Arábia Saudita e Qatar – ajudaram e ainda ajudam os terroristas na Síria na tentativa de derrubar Bashar al-Assad, em uma guerra onde mercenários são usados para intervir e desestabilizar um país que era soberano.

Referência:

Wikileaks

 

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Terrorismo

Terrorista de Londres visitou a Arábia Saudita três vezes antes do atentado

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A embaixada da Arábia Saudita no Reino Unido confirmou que o terrorista que matou 4 pessoas em Londres, na última quarta-feira (22), Khalid Masood visitou o reino saudita por três vezes, incluindo dois estágios onde ensinava inglês.

Segundo o jornal The Sun da Grã-Bretanha publicou na sexta-feira, o homem era um ex-professor de inglês que trabalhava na instituição que controla a aviação civil da Arábia Saudita.

Em resposta, a embaixada saudita emitiu uma declaração no final da sexta-feira confirmando a reportagem do The Sun.

“A Embaixada Real da Arábia Saudita deseja esclarecer que Khalid Masood esteve na Arábia Saudita de novembro de 2005 a novembro de 2006 e de abril de 2008 a abril de 2009, quando trabalhou como professor de inglês tendo obtido um visto de trabalho”, disse a embaixada em um comunicado.

“Em 2015, ele obteve um visto Umra através de um agente de viagens aprovado e esteve no Reino de 3 a 8 de março. Durante seu tempo na Arábia Saudita, Khalid Masood não apareceu no radar dos serviços de segurança e não tem registro criminal no Reino da Arábia Saudita”, completou o comunicado.

Além das quatro vítimas fatais, outras 50 ficaram feridas no ataque depois que o terrorista jogou  um carro nos pedestres e esfaqueou um policial perto do Parlamento britânico em Londres, um incidente que foi declarado um atentado terrorista. O autor dos ataques também foi morto a tiros pela polícia.

A embaixada saudita expressou suas condolências ao povo britânico, dizendo que o reino “continua junto ao Reino Unido durante este momento difícil e reafirma seu compromisso de continuar seu trabalho com o Reino Unido para ajudar na investigação em curso”.

A embaixada prosseguiu dizendo que o “ataque em Londres esta semana demonstrou novamente a importância dos esforços internacionais para enfrentar e erradicar o terrorismo. Nesse momento, nossa cooperação na segurança é crucial para a derrota do terrorismo e a salvação de vidas inocentes”, afirmou.

Sauditas e aliados estão por trás de grupos terroristas na Síria e Iêmen

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Vale lembrar que a Arábia Saudita, onde o wahhabismo é amplamente pregado e praticado, é uma das patrocinadoras dos grupos terroristas, como Daesh (Estado Islâmico), em toda a região do Oriente Médio. Os sauditas e seus aliados como Israel, Estados Unidos e o próprio Reino Unido, já tiveram armas, mantimentos e até mesmo oficiais do exército flagrados nas áreas de atuação do Estado Islâmico na Síria.

O Daesh e outros grupos terroristas Takfiri usam a mesma ideologia sunita extremista, também adotada pela teocracia saudita, para declarar pessoas de outras religiões e até mesmo outros islâmicos como “infiéis” e assim matá-los.

A vertente islâmica do wahhabismo foi criada por Muhammad ibn ʿAbd al-Wahhab e começou a ganhar força após o pacto feito por seu criador com o líder Muhammad ibn Saud –  cujo sobrenome batizou o país. A criação da Arábia Saudita contou com a ajuda do Reino Unido e com a dos mesmos banqueiros que também patrocinariam a instalação de Israel na Palestina. Os sauditas eram financiados pelos britânicos a fim de enfraquecer o então império otomano que dominava a região.

Voltando a história recente, é importante citar que quinze dos 19 sequestradores que supostamente realizaram os ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos vieram da Arábia Saudita e as evidências disponíveis sugerem que alguns deles estavam ligados a altos funcionários sauditas.

Além disso, a Arábia Saudita envolveu-se em uma campanha militar contra o Iêmen desde março de 2015 para restabelecer o presidente deposto do país, Abd Rabbuh Mansur Hadi, um aliado incondicional de Riade, e minar o movimento Houthi Ansarullah.

A guerra perpetrada pela Arábia Saudita no Iêmen matou mais de 11.400 civis e causou um grande prejuízo às instalações e infraestrutura do país, destruindo muitos hospitais, escolas e fábricas.

Na Síria, o regime saudita, junto com seus aliados, tem patrocinado terroristas que lutam contra o governo do presidente Bashar al-Assad desde 2011 em um conflito que ceifou a vida de meio milhão de sírios.

Referência:

Press TV

 

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Extremistas islâmicos escondiam enorme arsenal de armas próximo a mesquita na Alemanha

Um enorme arsenal foi descoberto, pela polícia alemã, escondido próximo a uma mesquita em  Nordrhein-Westfalen. O armamento pertenceria a islâmicos radicais segundo autoridades locais e foi descoberto após uma operação secreta da forças especiais da polícia alemã.

O grande arsenal estava em uma sala refrigerada de uma mercearia que fica próxima a uma mesquita no estado mais populoso da Alemanha, com quase 18 milhões de pessoas em uma área que inclui Dusseldorf.

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O político local, Ismail Tipi, que é membro do Parlamento de Hesse, revelou detalhes da descoberta e alertou para “o perigo de fundamentalistas salafistas”.

“De acordo com minhas informações, um arsenal de armas incluindo armamento de uso militar foi encontrado nesta busca. O perigo de salafistas fundamentalistas, que estão prontos a usar de violência, se armando na Alemanha, é muito grande. Esta operação secreta que encontrou este esconderijo de armas torna isto mais do que claro”, alertou Tipi.

A Alemanha tem visto um forte aumento no número de islamicos radicais, conhecidos como salafistas, nos últimos anos, com o número total de simpatizantes chegando agora em 8.900, superando os 7.000 do final de 2014, segundo autoridades alemãs.

Parlamentar alemão já recebeu ameaça de morte

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Ismail Tipi continuou e disse já ter recebido ameaças de morte por seus comentários contra jihadistas, quando levantou sua preocupação contra células adormecidas de islâmicos radicais que estariam se preparando para um ataque terrorista na Alemanha.

“As informações sobre este tema está aumentando. O medo é grande de que células salafistas, jihadistas e terroristas do Estado Islâmico na Alemanha obtenham o apoio de serviços de inteligência estrangeiros que não são amigáveis conosco. Através do arsenal de armas, as células adormecidas e os militantes jihadistas podem se armar e se preparar para seu ataque provável. Isto é exatamente o que eu sempre temia. Os políticos devem falar claramente sobre isso”, evidenciou o parlamentar que admite que terroristas islâmicos recebem ajuda de serviços de inteligência.

Por fim, o parlamentar Ismail Tipi fez um pedido

“Se esses medos são justificados, podemos assumir que os arsenais de armas secretos estão sendo montados para um grande ataque terrorista não só na Alemanha, mas em toda a Europa. Seria um abandono de dever, não reconhecer este perigo e se não encontrarmos esses arsenais. Precisamos enxergar esse perigo e lidar com ele o mais rápido possível. Os responsáveis pela nossa segurança devem olhar para isso de perto e compartilhar essas informações com todas as agências de segurança relevantes. Os políticos devem ser claros sobre isso, reportar sobre possíveis perigos e ameaças, educar o povo e chamá-lo para estar bem atento e [também] para relatar todo tipo de coisa observada a polícia. O problema do salafismo e do terrorismo do Estado Islâmico é que ele fica maior quando não reagimos. Aqui todo mundo tem uma responsabilidade”, finalizou Tipi.

A descoberta vem após o governo alemão expressar preocupação de que o Estado Islâmico poderia intensificar os ataques na Europa, uma vez que vem perdendo bastante território no Iraque e na Síria, além de dizer que sua agência de inteligência doméstica está treinada para responder a um ataque em grande escala.

 

A Alemanha está em alerta para possíveis incidentes em grande escala – potencialmente incluindo armas de estilo militar – desde os ataques de Paris em novembro passado e Bruxelas, em março.

O chefe de segurança Hans-George Maassen disse que a agência de inteligência doméstica da Alemanha frustrou uma série de ataques e realizou exercícios de preparação para o terrorismo.

Três homens sírios, no início deste mês, foram considerados suspeitos de planejar ataques em grande escala em Dusseldorf.

Maaseen disse que a agência também foi vigilante para potenciais ataques de indivíduos solitários e de possíveis militantes que entraram no país infiltrados entre mais de um milhão de refugiados que adentraram a Alemanha durante o ano passado.

Ele disse que as autoridades identificaram evidências claras contra 17 indivíduos que tinham entrado na Alemanha disfarçados de refugiados, e a maioria estava morta ou tinha sido presa.

Maaseen aponta: “Temos de manter um olhar particularmente atento sobre este grupo de pessoas.”

Referência:

Express

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Imprensa saudita detona: Estados Unidos explodiu World Trade Center para forçar “guerra ao terror”

A imprensa saudita ainda está furiosa com a votação unânime do Senado dos Estados Unidos que aprovou uma lei que permite as famílias das vítimas dos atentados, de 11 de setembro de 2001, processar a Arábia Saudita.

A resposta saudita veio com o diário Al-Hayat, com sede em Londres, que afirmou que os EUA planejaram os ataques contra o World Trade Center a fim de criar uma guerra global contra o terror – revelando assim um atentado de falsa bandeira ou bandeira falsa.

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O artigo, escrito pelo especialista jurídico árabe Katib al-Shammari afirma que as ameaças americanas para expor documentos que comprovam o envolvimento saudita nos ataques são parte de uma política de longa data dos EUA, que ele chama de “a vitória por meio de arquivos.”

Al-Shammari afirmou que os EUA escolhem manter algumas cartas na manga, a fim de usá-las em uma data posterior. Um exemplo é a escolha de não invadir o Iraque, na década de 1990, mantendo o seu líder Saddam Hussein vivo para usar como “moeda de troca” contra outros estados do Golfo. Apenas uma vez os xiitas ameaçaram varrer a região, fazendo os norte-americanos agirem para se livrar de Hussein, “uma vez que já não o viam como um ás na manga.”

O articulista saudita afirmou então que os ataques de 11/9 eram outro tipo de carta na manga guardada, permitindo que os EUA culpassem quem fosse adequado às suas necessidades em um determinado momento. Katib al-Shammari lembra que os Estados Unidos primeiro culparam a Al-Qaeda e os talibãs, em seguida o regime de Saddam Hussein, no Iraque, e agora a Arábia Saudita.

“O 11 de setembro é uma das cartas vencedoras nos arquivos americanos, porque todas as pessoas sábias no mundo que são especialistas em política norte-americana e que analisam as imagens e os vídeos dos atentados (de 9/11) concordam unanimemente que o que aconteceu nas torres foi uma ação puramente americana, planejada e executada dentro dos EUA. A prova disso é a sequência de explosões contínuas que dramaticamente rasgaram através de ambos os edifícios (…) Engenheiros estruturais especialistas demoliram (as torres) com explosivos, enquanto a colisão dos aviões só deu a luz verde para a detonação – eles (os aviões) não eram a razão para o colapso. Mas os EUA continuam espalhando a culpa em todas as direções.”, jogou no ventilador Katib al-Shammari.

A intenção dos ataques, continuou al-Shammari em seu artigo, foi a criação de “um inimigo obscuro – o terrorismo – que se tornou aquilo que os presidentes americanos culpam por todos os seus erros” e que iria prover uma justificativa para qualquer “operação suja” em outros países .

O rótulo de terror foi aplicado aos muçulmanos apesar de ter sido muçulmanos que ajudaram a América derrotar os soviéticos e trazer um fim à Guerra Fria, Al-Shammari prossegue. O problema, afirma o articulista, é que os EUA devem sempre encontrar um novo ímpeto de ter um adversário, pois “a natureza dos EUA é que eles não podem existir sem um inimigo.”

O artigo de Al-Shammari ocorre em meio a uma torrente de artigos vociferantes na imprensa saudita que variam de acusar os EUA de serem “esquizofrênicos” por fazerem o que chamam de um conluio com o Irã e que caso a lei “satânica” passe, isto iria “abrir as portas do inferno.”

Vale lembrar que os atentados de 11 de setembro de 2001 foram um trabalho interno, como bem revelou o articulista saudita, que contou com o auxílio financeiro da Arábia Saudita, assistência do serviço de inteligência de Israel – Mossad – e com a execução dos próprios órgãos governamentais dos Estados Unidos.

Referência:

Breitbart

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Estado Islâmico quer ataque nuclear em Londres – segundo especialistas da OTAN e União Europeia

Chefes de segurança da OTAN e da União Europeia são claros: o Estado Islâmico quer usar armas químicas ou nucleares para atacar a Grã-Bretanha.

Durante a conferência de Segurança e Contra-Terrorismo, em Londres, realizada na terça e quarta-feira (19 e 20), um grupo de policiais e especialistas em contra-terrorismo fizeram um terrível aviso: o Estado Islâmico deseja fazer grandes ataques ao Reino Unido e a possibilidade é real.

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Jorge Berto Silva, vice-chefe de contra-terrorismo da Comissão Europeia, disse ao jornal Telegraph que existe uma preocupação justificada com ataques do Estado Islâmico com materiais químicos, biológicos, radioativos e materiais nucleares.

Sua opinião foi partilhada pelo Dr. Jamie Shea, vice-chefe da OTAN sobre ameaças emergentes, que disse na conferência sabe que os terroristas estão tentando adquirir essas substâncias. O Dr. Jamie Shea também alertou que o grupo islâmico pode ser dividir em dois com um “estado” baseado no Iraque Síria e uma rede de células terroristas na Europa.

Autoridades policiais revelaram planos para treinar um milhão de trabalhadores do Reino Unido para lidar com ataques terroristas ao longo dos próximos 12 meses. Um grupo de ex-oficiais de segurança também lançaram uma iniciativa para examinar as fronteiras da Grã-Bretanha.

O Chefe do Conselho Nacional de Polícia quer ver o número de trabalhadores treinados a incidentes terroristas aumentar para além de sua taxa atual de 100.000 empregados por ano.

O detetive superintendente Scott Wilson, Coordenador da Luta Antiterrorista da polícia, é esperado para anunciar a expansão do Projeto Griffin em um futuro próximo.

Ele disse à estatal BBC que precisa de todos para desempenhar um papel que mantenha o público em alerta mas não alarmado.

Em uma carta aberta ao Telegraph, dois ex-comandantes da Polícia Metropolitana, sendo um deles o ex-chefe do comando de combate ao terrorismo disse que, independentemente da Grã-Bretanha sair da União Europeia, o compartilhamento  de informações e o controle das fronteiras deve ser levado a sério.

Na carta os comandantes também disseram que os ataques terroristas recentes na Europa foram “um aviso para o governo britânico sobre a necessidade de melhor proteger as fronteiras do país.”

Em fevereiro, o portal russo RT falou com uma fonte da Royal Navy (Marinha Britânica) que denunciou e vazou um relatório sobre, entre outras coisas, a potencial facilidade de acesso às instalações nucleares do Reino Unido.

O engenheiro de submarinos nuclear William McNeilly, que foi expulso do serviço por suas revelações, disse: “Eu não liberei o meu relatório para desacreditar a Marinha Real. Eu liberei meu relatório porque a seguridade e a segurança [na base naval Trident] não estão sendo levadas a sério. Porque é um risco para as pessoas e um risco para a pátria. ”

Circo armado para atentados que causariam forte comoção

Rotineiramente inúmeras matérias mostram toda colaboração dos países ditos ocidentais com o Estado Islâmico (armas cedidas, insumos e mantimentos, cuidados médicos a seus líderes, ajuda de inteligência) e agora denuncias que as autoridades destes mesmos países ignoram os alertas de segurança de seus militares e cidadãos.

Está muito claro que as autoridades britânicas desejam que os atentados aconteçam para gerar enorme comoção, levando a opinião pública a abraçar uma intervenção com exército nacional por terra no Oriente Médio visto que o próprio Estado Islâmico – exército mercenário – não conseguiu eliminar Bashas al-Assad da região.

O próprio jornal britânico Telegraph já mostrou a hipótese de grandes atentados com artefatos nucleares em uma série que publicou chamada Operação Blackjack.

O ambiente está todo preparado, os grandes cabalistas judeus, donos do poderio financeiro de Londres, capitaneados pelos Rothschild, apenas aguardam esse próximo passo que provavelmente colocará o mundo em um estado de guerra mais avançado tornando mais próximo a a possibilidade de reconstrução do terceiro templo e a implantação da Grande Israel.

Referência:

RT

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Estado Islâmico usou gás mostarda contra exército sírio – terroristas planejam ataques em Londres e Roma

A agência oficial de notícias da Síria – SANA – reportou que o Estado Islâmico fez uso de gás mostarda contra as forças do governo Assad, ontem (4). O ataque ocorreu na cidade sitiada de Deir Ezzor. A informação também foi confirmada pela TV estatal Ikhbariyah.

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O aeroporto de Deir Ezzor tem sido um ponto chave de tensões e batalhas entre o Estado Islâmico, grupos rebeldes rivais e forças do regime sírio.

Lembrando que relatórios sobre o uso de gás mostarda não puderam ser verificados de forma independente anteriormente, porém grupos curdos e turcomanos já haviam relatado sua utilização, por parte do Estado Islâmico, antes.

A Agência de Notícias Árabe Síria, estatal do governo sírio, disse que as operações continuaram a ocorrer em Deir Ezzor perto de al-Juffrah, nesta terça-feira (5).
A agênia noticiou os “frustrados” ataques do Estado Islâmico na área do aeroporto, relatando que veículos e armamentos do grupo terrorista foram destruídos e vários militantes mortos.

Enquanto isso, a mídia oficial do Estado Islâmico tem feito alegações de que o grupo estaria se preparando para atacar Londres e Roma em um futuro próximo.

Referência:

Ynet News

Independent

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