Ciência

Estudo sobre aquecimento global é cancelado devido ao surgimento de geleiras “sem precedentes”

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Uma pesquisa multimilionária sobre aquecimento global teve que ser cancelada no Canadá por causa do surgimento de calotas de gelo sem precedentes, com a espessura muito acima do normal – tudo isso em pleno verão.

Naturalmente, o cientista responsável culpou a “mudança climática” pelo resfriamento fora da época.

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O estudo, intitulado BaySys, é um programa de 17 milhões de dólares com duração prevista de quatro anos, liderado pela Universidade de Manitoba. O projeto planejava realizar a terceira etapa de pesquisas, enviando 40 cientistas de cinco universidades canadenses para a Baía de Hudson, no Canadian Research Icebreaker, NGN Amundsen, para estudar as “contribuições das mudanças climáticas e regulações no sistema da Baía de Hudson”.

Ironicamente o estudo teve  que ser cancelado pois a embarcação quebra-gelo dos cientistas foi pedida pela Guarda Costeira canadense para um propósito mais urgente: resgatar barcos de pesca e ajudar navios que ficaram presos nas tais “condições de gelo sem precedentes”.

“Ficou claro para mim muito rapidamente que estas não eram apenas condições de gelo pesado, estas eram condições de gelo sem precedentes”, disse o Dr. David Barber, principal cientista do estudo – “Nós estávamos encontrando grandes blocos de gelo marinho, de vários anos e espessos que, em termos de geleira, tinham cinco metros de espessura … eram muito, muito mais grossos e muito mais pesados que qualquer coisa que você esperaria encontrar naquela latitude e naquela época do ano”.

Estranhamente, Barber aproveitou a oportunidade para fazer o habitual alarde para os meios de comunicação, tentando empurrar goela abaixo o porque desse incidente mostrar definitivamente que o aquecimento global é um grande problema e merece nossa atenção urgente.

“Era claro que era do Ártico, eu só precisava estar entre o gelo para vê-lo”, disse o Dr. Barber. “O que também ficou claro para mim foi que as mudanças climáticas causaram o acontecimento desse evento”.

Quer dizer, o gelo vindo do Ártico, por conta do aquecimento global, foi responsável pelos percalços enfrentados pelos marinheiros canadenses que tiveram que ser socorridos. Então antes a preocupação era o gelo do Ártico derreter, entretanto agora parece que ele se move e causa transtornos em outras áreas do globo.

E não parou por aí, para o portal canadense Global News, Barber qualificou o fato como algo que deveria nos despertar para o problemas climáticos.

“Esta é a mudança climática totalmente em ação – afetando nossa capacidade de fazer uso dos recursos marinhos e transportar coisas. Este é um despertador para todos nós no país”.

Barber e os cientistas canadenses não foram os primeiros a passarem apuros no gelo

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Houve uma expedição onde um pesquisador do clima australiano chamado Chris Turkey teve que pedir ajuda a outra expedição na Antártica, que supostamente estaria derretendo, depois que seu navio ficou preso no gelo.

Há também a Expedição Caitlin – apoiada pelo Príncipe de Gales – em que Pen Haddow e sua equipe tiveram que abandonar sua viagem ao Pólo Norte porque a temperatura estava mais fria do que o esperado.

Outro caso recente se deu em uma viagem de pesquisa sobre o aquecimento global de David Hempleman Adams, que teve que ser reduzida devido ao gelo inesperado.

Mas o que raios a “mãe terra” pode estar tentando dizer a eles? Como ela pode tratar seus amados defensores com tanta frieza? Será que a “mãe terra” tem coração de gelo?

Referências:

Vice

Breitbart

 

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Sociedade

Menina de 13 anos se mata depois dos pais deixarem ela viver como um menino

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Há muita glamourização da ideologia de gênero e uma propaganda midiática imensa sobre o assunto, porém as consequências de tal engenharia social infelizmente são trágicas. Em Trussville, Alabama, uma adolescente de 13 anos que sofria de disforia de gênero deu fim a sua vida no final de maio, pouco depois que seus pais, Erin e Matt Georgia, permitiram que ela se identificasse e se apresentasse a sociedade como um menino. Jane Marie Georgia foi autorizada a começar sua “transição” na sexta série, mudando seu nome para “Jay Griffin”.

Os pais encontraram sua filha morta em seu quarto no último dia 25 de maio. Nos meses que antecederam a morte da pobre menina, ela estava sob medicamentos para ansiedade e depressão.

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Um estudo de 2016 do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati disse que a taxa de tentativa de suicídio entre os jovens que se dizem transgêneros é de 30% ou seja quase um terço tentam se matar.

A mãe de Jane, Erin Georgia, disse – “Não me interpretem mal, eu lamentei a perda de uma filha” – referindo-se à chamada transição de Jane – “mas depois percebi que estava rezando por um filho minha vida inteira. Deus respondeu essa oração, de uma maneira diferente “.

Erin Geórgia também disse que a família foi à igreja em busca de um “espaço seguro”, mas que mesmo as igrejas “acolhedoras” não cumpriam os critérios de serem seguras. “Enquanto Jay estava passando por essa jornada, ele ia para a igreja conosco. A igreja era acolhedora, mas não havia espaço seguro”, continuou ela sem especificar a que igreja iam.

“Eu e Jay íamos para diferentes igrejas para encontrar lugares onde estivesse seguro para nós”, disse ela. “Eu digo ‘nós’ porque muitas vezes me sentia como uma estranha, porque simplesmente eu amo a todos, e isso é muito difícil em um estado cristão do cinturão da Bíblia”.

Erin Geórgia chegou até a sugerir que a eleição de Trump talvez tenha tido algo a ver com as dificuldades da filha: “Provavelmente foi mais difícil desde as eleições (presidenciais)”. Ela absurdamente acha que é “porque os crimes de ódio aumentaram em 20% desde as eleições e as pessoas se sentem mais validadas para serem mais discriminatórias” – preferindo culpar alguém que sequer teve contato com sua filha no lugar de refletir sobre o fato de ter alimentado caprichos que devastam mentes juvenis.

No ano passado, o Colegiado Americano de Pediatras publicou uma declaração que dizia de forma simples e direta: “Condicionar as crianças a acreditarem que uma vida de representação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil”.

A organização pediátrica explicou que os sentimentos das crianças em relação à sua identidade não indicam que elas são verdadeiramente o sexo que elas afirmam pertencer. “Ninguém nasce com consciência de si mesmo como homem ou mulher”, afirmou o grupo. “Esta consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilhado pelas percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas de uma criança desde a infância”.

Pois é aí que a engenharia social da ideologia de gênero atua, tentando impor cada vez mais às crianças noções que as afastem de seu sexo biológico – que é imutável, com suas campanhas e propagandas midiáticas.

Foi lançado recentemente um documentário sobre ex-“transgêneros” que encontraram cura. Eles revelam ao público o rosto do arrependimento dos “transgêneros”, especialmente após a cirurgia. O filme, intitulado TranZformed: encontrar a paz com seu gênero de Deus, foi produzido por David Kyle Foster, que disse que o filme enfatiza a humanidade das pessoas presas no transgenerismo.

“A mensagem do filme é que as pessoas estão muito devastadas, elas precisam de muita ajuda”, disse ele. “E o último tipo de ajuda que eles devem receber não é o que eles estão recebendo”.

Referência:

Church Militant

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Sociedade

Estudante homem se diz “transgênero” e vence competição feminina de atletismo

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Andraya Yearwood é um estudante de primeiro ano na Cromwell High School e ele não seria percebido, não fosse pelo fato de se dizer menina e competir na categoria feminina de atletismo.

O marmanjo que se diz uma atleta transgênero tem bigode e músculos enormes e depois de competir com os meninos e não ter bons resultados, começou a competir contra as garotas.

Entretanto no mundo esquizofrênico atual, em vez de chamarem isso exatamente do que é – um homem disfarçado competindo injustamente contra mulheres – Yearwood está sendo exaltado por sua “bravura”. Porém o fato é que Yearwood correu pela equipe masculina no ensino fundamental, sem grandes resultados, antes da transição onde começou a se dizer menina.

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Foi como descreveu o jornal The Day ao relatar o rapaz destronando a favorita da competição, a atleta Kate Hall:

“No ano passado, Kate Hall não estava segura, ela gostou plenamente de ganhar um campeonato estadual na Classe M como estudante de segundo ano.

Isso deu a Hall, uma estudante do segundo ano de Stonington High School, expectativas ainda maiores para o campeonato de atletismo da Classe M no Willow Brook Park, onde ela estava focada em repetir o rendimento nos 100 metros e também sendo uma das principais promessas nos 200, onde terminou entre as 10 da Nova Inglaterra no ano passado.

Em vez disso, o dia foi de Andraya Yearwood de Cromwell, um calouro que venceu os 100 e os 200.”

Yearwood se diz transgênero e competiu por Cromwell como garota pela primeira vez em 5 de abril, ganhando os dois ‘sprints’ em um encontro triplo contra as escolas de Portland e Old Saybrook. A Conferência Atlética Interescolar de Connecticut “deferiu a determinação do ou da estudante e sua escola local em relação à identificação de gênero”, de acordo com um relato do jornal Hartford Courant sobre Yearwood no início do ano.

“Isso é realmente bom. Estou muito feliz em ganhar ambos os títulos “, disse Yearwood depois do desempenho no encontro da Classe M. “Eu meio que esperava. Eu sempre consegui primeiro, então eu esperava isso até certo ponto… Estou muito orgulhoso disso.”

O tal Yearwood ganhou o 100 metros com 12.66 segundos, Edging Hall, que ficou em segundo lugar cravou 12.83. Yearwood foi primeiro no 200 em 26.08. Erika Michie, da Woodland, ficou em segundo lugar com 26.38 e Hall, campeã da Conferência do Leste de Connecticut foi a terceira, com 26.65.

Yearwood reconheceu a atenção que “ela” recebeu por ser um transgênero competindo nos esportes e disse sobre ser transgênero – “Espero inspirar as pessoas, mas não só com o atletismo. Espero que inspire as pessoas a não se reterem apenas porque têm medo disso ou é a sua primeira vez fazendo isso, ou por causa da negatividade de outras pessoas “.

Já a mãe do atleta colocou panos quentes – “Eu sei que eles vão dizer que é injusto e não certo”, disse a mãe de Yearwood, Ngozi Nnaji. “Mas o meu contra-argumento  para isso é: “Por que não? Ela está competindo e praticando e dando tudo de si, executando com base na excelência e suas habilidades. Deixe isso ser o suficiente. Deixe-a fazer isso e se orgulhe disso.”

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Yearwood a esquerda e Kate Hall a direita – observe a diferença de massa e musculatura.

Kate Hall é uma atleta feminina excepcional que deve competir apenas contra mulheres. Ela está perdendo os prêmios que ela merece porque o politicamente correto tomou de assalto a sociedade. No futuro, rirão da geração atual que tentou se enganar chamando homens de mulheres e vice-versa. Vergonha para o esporte escolar dos Estados Unidos por permitir esta insanidade. Entretanto não é uma grande novidade, pois é da cultura americana que chegam as tendências imperialistas que os progressistas tupiniquins adotam.

Referência:

The Day

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Militar

Exército sírio confisca veículos militares dos EUA em base que era do Estado Islâmico

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As tropas do exército sírio confiscaram uma série de veículos blindados Humvee (HMMWV) fabricados nos Estados Unidos depois de capturarem uma base dos terroristas do Estado Islâmico em Badiyeh (deserto) em na parte oriental de Homs.

Os homens do exército de Assad estavam realizando uma operação de limpeza nas regiões recém-capturadas em Badiyeh quando descobriram vários Veículo Automóvel Multifunção de Alta Mobilidade (High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle HMMWV), comumente conhecido como Humvee, na base do Estado Islâmico.

Os veículos Humvee foram equipados com dispositivos de comunicação e uma série de bombas.

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As forças do exército sírio também se apoderaram de maquetes de veículos blindados, canhões e lançadores de mísseis utilizados pelo Estado Islâmico para enganar aviões de reconhecimento que sobrevoam a região.

É recorrente o uso de armas americanas pelos terroristas 

Em campanhas de grande relevância, desta vez no norte da Síria, em março, as tropas do exército sírio descobriram vários esconderijos do Estado Islâmico com um grande volume de armas e munições fabricadas nos EUA, na província a norte de Aleppo.

De acordo com a filial árabe do Sputnik, uma fonte militar disse que o exército descobriu três esconderijos do Estado Islâmico na província de Aleppo, todos usados pelo grupo terrorista como depósito de armas e prisões temporárias para mulheres – acrescentando que um grande volume de armas e munições, encontradas nos esconderijos eram feitas pelos EUA.

Referência:

Fars News

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