Geopolítica

Caso Romanov: investigadores consideram a possibilidade de assassinato ritual

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Uma reviravolta pode se dar no famoso caso do assassinato da família Romanov, quase 100 anos depois: investigadores na Rússia planejam realizar uma investigação com “análises psicológicas e históricas” para verificar se a morte do último czar russo Nicolau II e sua família em 1918 foi ou não um ritual de sacrifício feito pelos bolcheviques.

“Os pesquisadores planejam realizar análises psicológicas e históricas para determinar se a chacina contra a família real russa foi um assassinato ritual”, anunciou um porta-voz do Comitê de Investigação Russo – a agência que trata dos crimes especialmente importantes e ressonantes – em uma coletiva em Moscou dedicada à sondagem do assassinato dos Romanov.

Svetlana Molodtsova revelou que o Comitê de Investigação planeja formar um grupo especial de especialistas composto por representantes da Academia Russa de Ciências, das universidades de Moscou e São Petersburgo e da Igreja Ortodoxa Russa. Ela acrescentou que os especialistas começarão a trabalhar após a conclusão de um grande projeto de pesquisa dos arquivos, que já estava em andamento no momento da coletiva.

O secretário da comissão para o exame dos restos da Família Real – proveniente da Igreja Ortodoxa Russa –  Bispo Tikhon, disse que Nicolau II continuou sendo uma figura simbólica e sagrada, mesmo após sua abdicação em 1917. Portanto a teoria do assassinato ritual faz sentido.

“O assassinato do czar e sua família foi um ato muito especial com um significado ritualístico e simbólico, que acabou com a dinastia Romanov de 300 anos, que era detestada pelas novas autoridades”, disse Tikhon. “Os bolcheviques e seus capangas de todos os tipos não eram estranhos a simbolismos rituais muito inesperados e diversos”, acrescentou, citando o mausoléu de Vladimir Lenin em Moscou como um exemplo de um edifício com elementos ritualísticos típicos.

“Em 2015, quando a nova investigação começou, foi anunciado que os pesquisadores analisariam todas as teorias sem uma única exceção. Seria estranho, pelo menos, se hoje excluíssemos apenas uma teoria da pesquisa feita por historiadores profissionais e especialistas forenses”, afirmou.

Comunidade judaica demonstra preocupação em relação as investigações

O porta-voz principal da Federação das Comunidades Judaicas da Rússia, o rabino Boruch Gorin disse à Interfax que ele e seus co-crentes ficaram chocados com as declarações feitas pelos representantes do Comitê de Investigação e da Igreja Ortodoxa Russa.

O rabino observou que os representantes do Comitê e da Igreja não chegaram a ligar o assassinato da família Romanov aos judeus em suas declarações. No entanto, segundo o rabino, qualquer pessoa educada, que conheça a história dessas acusações, entenderia que tal teoria significava que o assassinato era um ritual da Cabala organizado pelos membros judeus do Partido Bolchevique.

“Nós, como uma comunidade judaica, ficamos chocados não só por causa do absurdo de tais pressupostos. Os mitos sobre a existência de assassinatos rituais se relacionam com vários cultos e religiões, mas na Rússia isso se tornou um mito anti-semita típico, usado pela propaganda anti-semita durante várias décadas”, disse Gorin. “Em nossa opinião, o absurdo desta teoria é evidente, porque é óbvio que o assassinato foi cometido por ateus completos – pessoas que rejeitavam qualquer fé, em qualquer poder para além do que pode ser feito com suas próprias mãos”.

O bolchevismo era judaico e não ateu

A preocupação do rabino russo é pertinente pois qualquer estudioso que se aprofundou no tema sabe que o bolchevismo foi todo organizado e movido por judeus, com auxílio da maçonaria e muito dinheiro de banqueiros israelitas de Wall Street, como diversas obras historiográficas registram – entre elas “As Forças Secretas da Revolução” de Leon de Poncis e “Under the Sign Of The Scorpion” de Jüri Lina. O próprio presidente russo Vladimir Putin afirmou perante a comunidade judaica da Rússia que entre 80 e 85% dos revolucionários bolcheviques eram judeus.

 

 

Outro fato a ser levado em conta era uma charge que circulava entre judeus russos – tanto por cartões postais ou por seus jornais – justamente na época do assassinato da família Romanov, que representava um religioso judeu sacrificando uma ave cuja cabeça era a do Czar Nicolau II, dando a entender que o imperador russo ia ser sacrificado.

 

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O último imperador russo, sua esposa e cinco filhos foram mortos por um grupo de bolcheviques em meados de 1918, fora da cidade de Ekaterinburg, nos Montes Urais. Suas covas foram descobertas em 1991 e 2007, e em 2000 a Igreja Ortodoxa Russa canonizou Nicholas II e seus familiares como mártires e santos.

Os seus restos foram retirados de túmulos não identificados e recolocados no sepulcro da dinastia Romanov na Catedral de São Pedro e Paulo em São Petersburgo. No entanto, a Igreja Ortodoxa Russa se recusou a reconhecer os vestígios como autênticos devido à evidências insuficientes. Em 2015 a investigação sobre os assassinatos foi retomada.

 

Referência: RT

 

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Europa

“Nós levamos dinheiro dos judeus para dar aos pobres” – dizem refugiados após roubarem família judaica

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Uma família de judeus foi roubada e espancada em sua própria casa, por três homens em Livry-Gargan, subúrbio no nordeste de Paris. O assalto ocorreu na noite da última quinta-feira (7).

De acordo com promotores de justiça locais os criminosos justificaram a ação dizendo as próprias vítimas que os judeus “têm dinheiro” e que iriam dar o dinheiro roubado “aos pobres”.

Ao ameaçar matá-los, os agressores, “provavelmente de origem africana”, disseram – “Você é judeu, você tem dinheiro. Nós levamos dinheiro dos judeus para dar aos pobres” – e então levaram joias, dinheiro e os cartões de crédito da família.

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Os três homens invadiram a casa de Roger Pinto, que é o presidente do grupo SIONA, com sede na França, que luta contra o anti-semitismo e defende os direitos dos judeus, de acordo com o Escritório Nacional de Vigilância contra o Anti-Semitismo (BNVCA).

Os suspeitos atacaram primeiro o filho e a esposa de Pinto, antes de se dirigirem ao chefe da família. Segundo as vítimas, um dos suspeitos tinha cerca de 30 anos, enquanto os outros dois tinham 20 anos.

De acordo com a mídia israelense, a família não alertou a polícia sobre o ataque até a manhã de sexta-feira. As vítimas foram levadas para o hospital.

“Minha esposa, meu filho, e eu fomos assaltados. Eu acho que [o ataque] foi planejado. [Os intrusos] prometeram “nos matar”, se não lhes oferecêssemos o que queriam”, revelou Roger Pinto ao canal I24NEWS.

Pinto afirmou que o que mais o atingiu foi quando sua esposa disse: “Não temos nada para lhe dar” e então os homens responderam, “se você é judeu, você tem muito dinheiro”.

O ministro francês do Interior, Gerard Collomb, expressou “indignação passada a agressão violenta cometida contra membros de uma família judaica”, afirmou no domingo uma noto do ministério. “A motivação por trás desse ato covarde parece estar diretamente relacionada à religião das vítimas”, acrescentou o comunicado.

O embaixador israelense na França, Aliza Bin Noun, também condenou o ataque.

“Este ato odioso é a prova, se necessário, de que os judeus da França estão particularmente ameaçados nas ruas e dentro de suas casas. Isso é muito preocupante”, disse Francis Kalifat, presidente do Conselho Representativo das Instituições Judaicas na França, em um comunicado. E completou que “após o atroz assassinato de Sarah Halimi em sua casa, essa nova agressão deve levar as autoridades do nosso país a uma maior vigilância e a sanções exemplares e dissuasivas”.

Sarah Halimi era uma mulher judaica de 65 anos que foi morta por um cidadão do Mali em Paris em abril. O homem, identificado como Kada Traore, gritou slogans religiosos ao assassinar a mulher.

Vale lembrar que inúmeros grupos judaicos apoiam as políticas de refugiados para a Europa, sendo o multiculturalismo para nações que não Israel, uma bandeira financiada por magnatas judeus. Estariam os goyim se vingando dos seguidores do Talmud?

Referência:

RT

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Europa

Menos de 3% dos imigrantes que chegam a Itália são de fato refugiados – George Soros por trás dos invasores

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De acordo com a agência das Nações Unidas para os refugiados (ACNUR), apenas 2,65% dos imigrantes na Itália ou 4.808 receberam asilo como refugiados, de um total de 181.436 imigrantes que atravessaram o Mar Mediterrâneo rumo ao país em 2016.

Este número não inclui aqueles que foram capazes de entrar no país sem serem detectados, mas apenas aqueles que foram oficialmente registrados por funcionários italianos ou ONGs e a grande maioria permanece no país como imigrantes ilegais e indocumentados.

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Uma estatística perturbadora que recentemente veio à tona revela que metade dos imigrantes que chegam ao país – ou seja  90.334 – nunca pediram asilo, mas desapareceram no país como imigrantes indocumentados, comumente referidos pelos italianos como “clandestinos”.

Os outros 91.902 imigrantes solicitaram asilo e 60% destes (54.252) tiveram as suas petições rejeitadas incondicionalmente. Outros 21% (18.979) foram concedidos “proteção humanitária”, permitindo-lhes uma permissão renovável anual para permanecer no país, e à 14% (12.873) foram dadas “proteção subsidiária”.

Os 4.808 imigrantes que receberam asilo representam 5,28 por cento dos requerentes de asilo e, portanto, apenas 2,65 por cento do total de imigrantes que entram no país durante o ano.

Apesar de a imensa maioria dos imigrantes terem recebido asilo na Itália, menos de 5.000 foram deportados em 2016, o que significa que mais de 175.000 permaneceram no país, a maioria ilegalmente.

Apesar da imigração registrar um recorde no ano passado na Itália, o primeiro trimestre de 2017 teve um salto de 30% em relação ao mesmo período de 2016. Pouco depois, a Itália recebeu mais 8.500 imigrantes em um único fim de semana.

O líder do partido político da Liga Norte (La Lega), Matteo Salvini, anunciou que abriria um processo contra os líderes do governo pela promoção da imigração ilegal no país.

“Agora está claro que a imigração ilegal é organizada e financiada e por isso decidimos apresentar um processo contra o governo, o presidente do Conselho, os ministros e os comandantes da Marinha e da Guarda Costeira”, disse Salvini.

Autoridades apontam George Soros por trás da onda de imigração

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Investigações de autoridades italianas e de outros autores descobriram que ONGs custeadas largamente por George Soros financiam ativamente navios privados para contrabandearem dezenas de milhares de refugiados ilegais do norte da África para a União Europeia através do sul da Itália. O tráfico de seres humanos está ligado às redes de contrabando do Estado Islâmico. Se ocorrer a verificação de tais denúncias por parte das autoridades, isto poderia acarretar em acusações criminais contra tais ONGs.

Carmelo Zuccaro, procurador-chefe de Catânia, na Sicília, testemunhou em uma comissão parlamentar italiana em março deste ano, no que justificou uma investigação oficial sobre o financiamento de uma frota de modernas embarcações privadas pertencentes a ONGs com refugiados no Mediterrâneo.

Ele citou evidências de que traficantes de seres humanos na Líbia e em outros estados costeiros do norte da África, muitas vezes vinculados ao Estado Islâmico ou a outras organizações criminosas, coordenavam o trânsito para a Itália de dezenas de milhares de refugiados ilegais.

Zuccaro relatou ter evidências que os traficantes, em terra ou a bordo das embarcações menores, chamavam diretamente os navios de salvamento maiores, financiados por ONGs, para então organizarem a transferência dos supostos refugiados.

Isto aponta um nível de coordenação enorme entre contrabandistas humanos do Estado Islâmico e a frota de navios financiados por ONGs. As autoridades italianas descobriram até o momento 10 organizações não-governamentais privadas envolvidas, entre elas várias ONGs financiadas pelo judeu húngaro-americano George Soros por meio de sua Open Society Foundation.

O Comissário Europeu para a Imigração, Dimitris Avramopoulos, afirmou que cerca de 80% dos migrantes norte-africanos que chegam à Itália não tinham direito legal a asilo. Muitos foram alegadamente de gangues criminosas que surgiram após a intervenção dos EUA e aliados em 2011 na Líbia, que derrubou Gaddafi, jogando o país no caos.

Em 2016, a rota do tráfico de refugiados pela Grécia foi praticamente fechada, então a rota mudou para o sul da Itália e com o incremento de embarcações modernas fretadas visando transportar milhares de refugiados para a Sicília e outras partes do sul da Itália.

O almirante italiano Enrico Credendino, comandante da Operação Sophia, disse que os navios das ONGs se aproximam da costa da Líbia para atrair barcos de imigrantes na escuridão da noite – “A noite eles usam grandes holofotes; os traficantes os vêem e enviam os barcos ligeiros (que transportam imigrantes) para as luzes”, revelou – em seguida, eles são levados a bordo dos navios maiores pertencentes as ONGs para a viagem com destino a Itália.

As ONGs de Soros colaboram com traficantes de pessoas do Estado Islâmico

Tais investigações italianas deixam claro então que as ONGs – muitas delas ligadas a fundações ou organizações financiadas ou controladas por George Soros – estão em conluio ilegalmente com grupos de traficantes de pessoas controlados pelo Estado Islâmico, na Líbia.

Um relatório de 2017 da Quilliam Foundation, uma entidade privada do Reino Unido, afirma que o Estado Islâmico está envolvido nas operações de tráfico humano na Itália. Diz o relatório: “Enquanto alguns refugiados podem ter de pagar a contrabandistas até 560 dólares por uma passagem para a costa do Mediterrâneo, o Estado Islâmico oferece passagem livre para aqueles que desejam aderir ao grupos (…) Para aqueles que chegam à costa do Mediterrâneo, o Estado Islâmico oferece ao potencial recruta até 1.000 dólares para se juntar à organização.”

O investigador e advogado dos direitos humanos dos EUA, William Craddick, também foi outro a descobrir que várias das ONGs que fretavam os barcos de contrabando de seres humanos eram ligadas ao patrocínio financeiro de George Soros. São elas além da Open Society: avaaz.org pertencente a financiada por Soros Moveon.org; Save the Children e Médicos Sem Fronteiras (MSF), que alistou um navio no mediterrâneo chamado Aquarius.

Por fim, a Open Society também recebeu dinheiro do governo dos EUA através da USAID (a mesma que financia o lobby do aborto e mente sobre os números de abortos no mundo), instituição ligada a CIA que também patrocina aquilo que chama de Iniciativa de Migração Internacional, uma ONG criada em 2010 pela Open Society.

Referências:

Breitbart

Zero Hedge

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Sociedade

Universidade católica vai investigar professor após ele dizer que aborto é “assassinato”

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Um professor da Universidade Católica de Lovaina (UCL), na Bélgica, está enfrentando a reação do corpo de funcionários da universidade porque distribuiu um documento de 15 páginas, a cerca de 100 estudantes de engenharia do primeiro ano, com argumentos filosóficos onde chamou o aborto de “assassinato”.

Stéphane Mercier não recebeu uma sanção ainda, mas as autoridades declararam em uma nota no site da universidade que estão avaliando o conteúdo de seu texto para determinar se ele foi realmente usado como parte do seu curso de filosofia. De qualquer maneira, absurdamente, a UCL dissociou-se da postura do professor Mercier contra o aborto, chamando-a de “contrária aos seus valores”.

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O caso foi levado ao conhecimento do público pela Synergie Wallonie, uma associação belga para a promoção da igualdade de gênero. O seu objetivo é “promover a integração da perspectiva do gênero, promovendo sempre o respeito pela diversidade e a necessidade do pensar para cada categoria de cidadãos” (idosos, jovens, deficientes, imigrantes, homossexuais), mas pelo visto aprender a lidar maduramente com argumentos contrários não parece ser seu forte.

O “alerta” da Synergie Wallonie recebeu uma resposta imediata dos funcionários da UCL.

Tania van Hemelryck, assessora especial do presidente da universidade sobre política de gênero, falou à televisão belga em nome da universidade, dizendo: “As autoridades querem saber o status exato do texto e como ele foi usado durante este curso, Em qualquer caso, a UCL defende o direito fundamental ao aborto e, em particular, o direito das mulheres de escolherem”, disse a representante do que era para ser uma Universidade Católica

Assim, a universidade “católica” não só apoia o aborto, mas o faz da maneira mais radical imaginável ao descrever o aborto como um “direito fundamental”. Um direito fundamental é um direito que ninguém pode contestar e que é válido para todos – como este caso demonstra.

A declaração oficial publicada pela UCL em seu site diz basicamente a mesma coisa, tratando o assassinato de crianças nos ventres como um dogma:

“Seja qual for o resultado do inquérito, o direito ao aborto está consagrado no direito belga e o documento que foi levado à atenção da UCL está em desacordo com os valores defendidos pela universidade. Persuadir os pontos de vista que contradizem esses valores no quadro de um curso de ensino é inaceitável “, afirmou intolerantemente a nota.

Ora, onde já se viu uma universidade séria castrar debates que envolvem a concepção da vida? E o pior de tudo, se dizendo católica?

O texto de Mercier, distribuído aos cerca de 100 estudantes de engenharia que fazem um curso de filosofia no seu primeiro ano na UCL, tem o título: “Filosofia para a vida: contra o chamado ‘direito de escolher’ o aborto”. Os alunos adquirem raciocínio filosófico para “tentar chegar à verdade sobre uma questão grave”, que requer “ouvir todos os lados”. “Somente os loucos e as crianças mal educadas tapam os ouvidos e começam a gritar quando ouvem algo que desagrada ou os irrita”, escreveu Mercier nos primeiros parágrafos de sua exposição.

Seu texto não é nem de teor religioso ou de caráter militante, argumenta ele. É um argumento unicamente racional que aceita a crítica racional.

“Recusar o debate (…) é perigoso; proibir o debate é típico do totalitarismo; É também um sinal de medo: quem iria querer impedir alguém de argumentar racionalmente, que não uma pessoa que tem medo de descobrir que algumas de suas opiniões são infundadas? Se estou procurando pelo que é verdadeiro, ou tem uma boa chance de ser verdade, devo ser capaz de ouvir os argumentos que me são apresentados, aceitá-los se forem bons e rejeitá-los se forem errôneos ou enganosos. Recusar tal estado de espírito é adotar a postura do fanático, preocupado não com a verdade, mas com o triunfo de sua opinião, qualquer que seja o preço”, pontuou brilhantemente Stéphane Mercier.

O objetivo de Mercier era fazer com que seus alunos pensassem, e debater se eles escolhessem fazê-lo. Mas mesmo o debate sobre a questão do aborto está agora proibido em muitos países, como Bélgica e França – mesmo em uma universidade católica em um país cujo soberano é católico.

Mercier produziu um papel bem fundamentado, inspirado em grande parte, escreve ele, pelo filósofo americano Peter Kreeft. Sua qualidade intelectual, provavelmente, explica o tumulto com o qual se deparou. Seu argumento principal é simples: se o embrião humano é perfeitamente individualizado como pessoa humana, é um membro de nossa espécie, um ser inocente que não deve ser morto. Ele aborda muitos dos argumentos habituais em favor do aborto legal e, em seguida, demole-os com lógica simples e fatos científicos.

Pouco importa se a criança no útero da mãe está “completamente desenvolvida ou não”, explica o texto. “Nem também está uma criança de cinco anos”. Se é moralmente errado matar uma pessoa inocente, então “matar uma criança no estágio embrionário ou fetal no ventre de sua mãe está errado, assim como é errado matá-la se tem cinco anos. Sempre. Em todo caso. Assim como o estupro. A violação é moralmente errada em todos os casos. Não há circunstâncias que possam tornar esse ato bom, ou mesmo simplesmente aceitável. Quando falamos de aborto ou de estupro, estamos falando de um ato que chamamos intrinsecamente errado, um ato que é errado em si e por si mesmo. É moralmente mal de si mesmo, quaisquer que sejam as circunstâncias.”

E aqui estão as palavras que provocaram a histeria da mídia na Bélgica e outras mais: “A verdade é que o aborto é o assassinato de uma pessoa inocente. É mesmo um homicídio particularmente repugnante, porque o inocente em questão é indefeso. (…) Hoje em dia ouvimos algumas pessoas dizendo, por exemplo, que a nível pessoal eles condenam o aborto como sendo imoral, mas que nunca lhes ocorreria torna-lo ilegal. Tal raciocínio é surpreendentemente absurdo, se alguém se preocupa em pensar nisso. (…) Imaginem que o mesmo indivíduo deve declarar que, a nível pessoal, considera que o estupro é realmente imoral, mas que, «para respeitar a liberdade de cada pessoa» (excepto, talvez, a da vítima), não deve ser tornado por isso algo ilegal. Absurdo, obviamente! Bem, se o aborto é assassinato, como já dissemos, não é mais grave, até, que o estupro? A violação é imoral e, felizmente, também é ilegal. Não deveria o aborto, que é ainda mais imoral, ser ainda mais ilegal? ”

As manchetes na Bélgica bradavam indignadas: “Um professor na UCL considera o aborto como pior do que estupro!”

Uma estudante da UCL foi citada dizendo: “Isso me choca, especialmente porque nas aulas de filosofia, você tenta pensar, refletir e abrir sua mente”. Não estava claro se ela havia lido o texto de Stéphane Mercier.

Um site de notícias para jovens, newsmonkey.be, alertou seus leitores contra uma publicação “bastante ofensiva” circulando na Internet, dando a palavra a Baptiste Dethier da Synergie Wallonie, o denunciante original. “Segundo Baptiste, o autor afirma que o aborto representa ‘a cultura da morte’ sem jamais recorrer a argumentos sólidos e o que é ‘mais perigoso’, diz ele.

Este texto não fornece uma avaliação crítica da questão e não está aberto a discussão. Pelo contrário, para colocar como Baptiste Dethier: “É muito difícil para os alunos no primeiro ano, aos 18 anos, adotar uma visão crítica da questão e ser capaz de trazer contra-argumentos”.

Lembrando que isto só está ocorrendo em uma universidade católica que continua a ostentar sua identidade religiosa. Tem quatro órgãos de governo, dos quais o primeiro é o “Conselho de Governadores: o arcebispo de Mechelen-Bruxelas e os bispos residenciais de Valônia. O arcebispo de Mechelen-Bruxelas, que também é o chanceler universitário, que preside o conselho “, segundo o site da UCL.

Em seu site, a UCL também se denomina “força estabilizadora em um mundo incerto”.

“Os valores em que a visão da UCL se baseiam são a abertura aos outros e às diferenças, a solidariedade, a liberdade e o respeito. A faculdade desfruta de liberdade acadêmica consagrada na Constituição, especificamente, a liberdade de pensamento na busca da verdade e chegou cientificamente e livre da influência indevida das tendências atuais. UCL é um espaço humano cosmopolita e intelectual cuja diversidade estimula encontros entre pessoas de diferentes origens e com o próprio mundo no espírito de discussão racional e enriquecimento mútuo. Sua tradição cristã é uma herança viva, uma força motriz de um autêntico pluralismo que beneficia e respeita todas as pessoas, independentemente de suas crenças “.

Exceto aqueles que acreditam que o aborto é assassinato?

Referência:

Life Site

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Geopolítica

Hungria aceitará imigrantes europeus que “querem reencontrar a Europa que perderam”, diz primeiro-ministro

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O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, disse que seu país abrirá as portas para os cidadãos  europeus que fogem da invasão islâmica causada pela imigração em massa perpetrada pelos “senhores da política globalista”.

“Deixaremos entrar os verdadeiros refugiados. Alemães, holandeses, franceses e italianos, os políticos aterrorizados e os jornalistas que aqui na Hungria querem reencontrar a Europa que perderam em suas terras”, exclamou Orban a um público animado.

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Viktor Orban é o principal líder dos países da Europa Central e Oriental que resistiram às políticas de abertura de fronteiras adotadas pela União Europeia (UE) e pelos principais países do Ocidente.

Para Orban, os políticos globalistas procuram “varrer uma democracia de debate para substituí-la por uma democracia politicamente correta”, onde “o verdadeiro poder, as decisões e a influência não são detidas pelos governos eleitos, mas por redes globais, não eleitas, gurus da mídia e organizações internacionais” – apontou o líder húngaro.

Ele citou o voto da Grã-Bretanha para deixar a União Européia e a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos como episódios de uma revolta popular mais ampla contra a “arrogância e condescendência” das elites globais. Revolta promovida por pessoas comuns cujas “bocas tinham sido amordaçadas” por muito tempo.

Ele afirmou que o curso da história tomado em 2016 “zombou dos profetas da política liberal”, que responderam como se “o povo fosse um perigo para a democracia”.

“Foi assim que a coalizão mais bizarra do mundo – contrabandistas de pessoas, ativistas de direitos humanos e políticos europeus de elite – surgiu, especificamente para trazer deliberadamente milhões de imigrantes para a Europa”, pontuou Orban.

O líder da Fidesz (União Cívica Húngara) previu que 2017 seria mais um ano de conflito com a União Europeia, pois “Bruxelas [tentará] se aproveitar de mais poderes” sobre a imigração e a tributação.

O primeiro-ministro húngaro também alertou contra as atividades de organizações não-governamentais – ONGs – financiadas no exterior e que buscam exercer influência na política local: “Aqui há grandes predadores nadando na água, e este é o império transnacional de George Soros”, denunciou Viktor Orban.

Referência:

Breitbart

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Sociedade

Burcas, mesquitas e propaganda homossexual são proibidas em cidade da Hungria

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Uma cidade no sul da Hungria proibiu a exposição e a divulgação aberta do Islã e do homossexualismo. A medida barra a construção de mesquitas e o uso de véus e vestidos que obstruem a cabeça, bem como promover casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

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O prefeito da cidade de Asotthalom, Laszlo Toroczkai, que é nacionalista, expôs as propostas aprovadas por sua equipe administrativa, em sua página do Facebook, após a sessão da última quarta-feira (7), onde todos os membros do Conselho votaram a favor das novas regras, com excepção de duas abstenções.

“Em vez de procurar alguém para culpar, eu ofereci uma solução imediata, uma defesa contra o forçoso reassentamento de imigrantes impostos por Bruxelas (sede da União Europeia). Hoje, a equipe do governo do povo de Asotthalom adotou a minha proposta (que consiste em várias ações) para defender a nossa comunidade e nossas tradições de qualquer plano externo de reassentamento de estrangeiros. Tudo o que precisamos é fazer esta proposta seja adotada no resto dos municípios da Hungria e, assim, conseguiremos defender nossa Pátria “, escreveu Toroczkai na publicação.

As medidas de Toroczkai incluem a proibição de construção de mesquitas e qualquer outro local de culto que possa minar a Igreja Católica. Houve também a proibição da tradicional chamada para a oração do muezim e a proibição de qualquer peça de vestuário que cobre o rosto, como o hijab, o niqab e a burka, incluindo burkini.

Além disso, o decreto-lei também proíbe qualquer propaganda pública que mostre a instituição do casamento diferente do modelo tradicional homem e mulher. Isso inclui qualquer atividade pública, performance artística, manifestação ou publicidade por correio, etiqueta ou anúncio de rádio e TV.

Tais medidas, de acordo com Toroczkai, protegem a Hungria da imigração vinda do sul – local de sua cidade – e do liberalismo radical do Ocidente, que têm suas causas inteiramente financiadas por grandes magnatas e indivíduos apátridas que desejam corromper os costumes e tradições da nações.

Toroczkai pertence ao Partido da Direita Nacional – Jobbik, cujo principal objetivo é “proteger os valores e interesses da Hungria.” O partido também já foi acusado de racismo, anti-semitismo e homofobia.

“Quero ser um exemplo para as autoridades locais sobre como proteger o reassentamento forçado de imigrantes e outras formas de subversão”, disse ele na reunião de sua administração, reafirmou o prefeito.

Toroczkai é também o líder do HVIM (Movimento das 64 províncias) grupo de jovens nacionalistas que reclamam a posse de terras que historicamente pertenciam à Hungria. Ele também é conhecido por sua dura retórica anti-imigração, incluindo um vídeo que mostra um grupo de homens em uma motocicleta, helicóptero e até a cavalo, a captura de imigrantes ilegais

A Hungria é um dos mais hostil ao acolhimento de refugiados e requerentes de asilo entre os países europeus. Em um referendo promovido pelo primeiro-ministro húngaro Viktor Orban, em outubro deste ano, 98,3% dos húngaros rejeitaram o mandato da União Europeia que impunha cotas de refugiados para seus países membros.

No entanto, o referendo não atingiu a participação de 50% exigido por lei, devido a um boicote da oposição. O mesmo Viktor Orban fez declarações em uma linha semelhante à usada por Toroczkai, sugerindo que todos os refugiados que entraram ilegalmente sejam deportados para uma ilha perto da costa da África.

Referência:

Democracia Nacional

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Filha de alto funcionário da União Europeia é estuprada e assassinada por imigrante na Alemanha

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Um crime bárbaro ocorreu na Alemanha: Maria Ladenburger, filha de um alto funcionário da União Europeia foi estuprada e assassinada por um imigrante afegão de 17 anos. A vítima regressava de uma festa na cidade universitária de Freiburg, na Alemanha, quando foi abordada em uma ciclovia, vindo a ser estuprada e depois tendo se afogado no rio Dreisam.

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O pai da menina morta é o Dr. Clemens Ladenburger, um advogado que trabalha como braço direito para o diretor jurídico da Comissão Europeia. Ironicamente a Comissão Europeia é um dos organismos que mais pressionou os países do bloco a aceitarem refugiados. Em Maio deste ano a Comissão chegou a sugerir uma multa de 250 mil euros para os países membros que recusassem receber refugiados.

O fato chocante aconteceu em 16 de outubro, mas os detalhes só foram revelados após uma prisão na última sexta-feira (2). O autor do crime é um imigrante afegão que foi apanhado depois que a polícia encontrou seu DNA em um lenço que pertenceria a Maria e que estava perto do local do crime. Eles também encontraram um fio de cabelo em um arbusto próximo.

Após a prisão, o suspeito de 17 anos se declarou culpado de realizar a ação e será julgado ano que vem. O imigrante não identificado chegou na Alemanha no ano passado como menor desacompanhado e chegou a viver com uma família local na cidade.

A jovem vítima, em seu tempo livre, teria ajudado e feito trabalhos em casas de refugiados em Freiburg, mas não está claro se ela e seu assassino já se conheciam antes do crime ocorrer.

Em 26 de outubro, o pai da vítima e sua esposa Frederika chegaram a colocar um aviso de memória para Maria no jornal Frankfurter Allgemeine que dizia: “Maria foi por 19 anos um singular raio de sol para a nossa família, e ela vai permanecer sendo. Nós agradecemos a Deus por este dom, que ele o fez com a gente. Estamos seguros de que ela está segura com ele.”

Um funeral foi realizado para Maria em outubro em Notre Dame des Graces – Igreja em Bruxelas, na Bélgica. No próximo dia 6 de dezembro Maria completaria 20 anos.

David Müller, chefe da Comissão Especial da Polícia, por fim, explicou: “Através de entrevistas e uma pesquisa na web, fomos capazes de reconstruir as horas finais de Maria”.

Referência:

Daily Express

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