Terrorismo

Imprensa saudita detona: Estados Unidos explodiu World Trade Center para forçar “guerra ao terror”

A imprensa saudita ainda está furiosa com a votação unânime do Senado dos Estados Unidos que aprovou uma lei que permite as famílias das vítimas dos atentados, de 11 de setembro de 2001, processar a Arábia Saudita.

A resposta saudita veio com o diário Al-Hayat, com sede em Londres, que afirmou que os EUA planejaram os ataques contra o World Trade Center a fim de criar uma guerra global contra o terror – revelando assim um atentado de falsa bandeira ou bandeira falsa.

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O artigo, escrito pelo especialista jurídico árabe Katib al-Shammari afirma que as ameaças americanas para expor documentos que comprovam o envolvimento saudita nos ataques são parte de uma política de longa data dos EUA, que ele chama de “a vitória por meio de arquivos.”

Al-Shammari afirmou que os EUA escolhem manter algumas cartas na manga, a fim de usá-las em uma data posterior. Um exemplo é a escolha de não invadir o Iraque, na década de 1990, mantendo o seu líder Saddam Hussein vivo para usar como “moeda de troca” contra outros estados do Golfo. Apenas uma vez os xiitas ameaçaram varrer a região, fazendo os norte-americanos agirem para se livrar de Hussein, “uma vez que já não o viam como um ás na manga.”

O articulista saudita afirmou então que os ataques de 11/9 eram outro tipo de carta na manga guardada, permitindo que os EUA culpassem quem fosse adequado às suas necessidades em um determinado momento. Katib al-Shammari lembra que os Estados Unidos primeiro culparam a Al-Qaeda e os talibãs, em seguida o regime de Saddam Hussein, no Iraque, e agora a Arábia Saudita.

“O 11 de setembro é uma das cartas vencedoras nos arquivos americanos, porque todas as pessoas sábias no mundo que são especialistas em política norte-americana e que analisam as imagens e os vídeos dos atentados (de 9/11) concordam unanimemente que o que aconteceu nas torres foi uma ação puramente americana, planejada e executada dentro dos EUA. A prova disso é a sequência de explosões contínuas que dramaticamente rasgaram através de ambos os edifícios (…) Engenheiros estruturais especialistas demoliram (as torres) com explosivos, enquanto a colisão dos aviões só deu a luz verde para a detonação – eles (os aviões) não eram a razão para o colapso. Mas os EUA continuam espalhando a culpa em todas as direções.”, jogou no ventilador Katib al-Shammari.

A intenção dos ataques, continuou al-Shammari em seu artigo, foi a criação de “um inimigo obscuro – o terrorismo – que se tornou aquilo que os presidentes americanos culpam por todos os seus erros” e que iria prover uma justificativa para qualquer “operação suja” em outros países .

O rótulo de terror foi aplicado aos muçulmanos apesar de ter sido muçulmanos que ajudaram a América derrotar os soviéticos e trazer um fim à Guerra Fria, Al-Shammari prossegue. O problema, afirma o articulista, é que os EUA devem sempre encontrar um novo ímpeto de ter um adversário, pois “a natureza dos EUA é que eles não podem existir sem um inimigo.”

O artigo de Al-Shammari ocorre em meio a uma torrente de artigos vociferantes na imprensa saudita que variam de acusar os EUA de serem “esquizofrênicos” por fazerem o que chamam de um conluio com o Irã e que caso a lei “satânica” passe, isto iria “abrir as portas do inferno.”

Vale lembrar que os atentados de 11 de setembro de 2001 foram um trabalho interno, como bem revelou o articulista saudita, que contou com o auxílio financeiro da Arábia Saudita, assistência do serviço de inteligência de Israel – Mossad – e com a execução dos próprios órgãos governamentais dos Estados Unidos.

Referência:

Breitbart

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Sociedade

Ator de Senhor dos Anéis denuncia poderoso círculo de pedofilia em Hollywood

A estrela de Senhor dos Anéis, Elijah Wood, afirmou que os jovens atores de Hollywood estão sendo abusados sexualmente por predadores, pessoas poderosas que trabalham na indústria, as quais chamou de “víboras”. O ator de O Hobbit, de 35 anos, disse ao jornal The Sunday Times que o abuso infantil “provavelmente ainda acontece” em Hollywood.

Elijah Wood

Várias alegações chocantes que as principais figuras de Hollywood têm protegido abusadores de crianças têm circulado amplamente nos últimos anos. Várias figuras da indústria seguem fazendo alegações convictas de abuso sexual. Antigos atores mirins – incluindo o ator de The Goonies,  Corey Feldman, hoje com 44 anos – alegou que, na sua época de adolescente, ele estava “cercado” por molestadores.

Anne Henry, co-fundador da Bizparentz – um grupo para ajudar jovens atores – disse que Tinseltown (referente a indústria do cinema em Hollywood) está abrigando em torno de ‘100 abusadores de ativos ‘.

Elijah Wood, que estrela seu novo filme “The Trust” disse ao The Sunday Times que sua mãe lhe protegera contra abusos quando ele chegou pela primeira vez em Hollywood com oito anos de idade.

“Eu tenho ido por caminhos escuros para perceber que essas coisas, provavelmente, ainda acontecem. Se você é inocente, você tem muito pouco conhecimento do mundo e se você quiser ter sucesso, as pessoas com interesses parasitas vão ver você como  sua presa. O que me irrita sobre essas situações é que as vítimas não podem falar tão alto quanto as pessoas no poder.”, desabafou o ator que interpretou Frodo Baggins em O Senhor dos Anéis e acredita que outros atores permanecem em perigo.

Elijah Wood falou com o The Sunday Times sobre Jimmy Savile, um artista britânico que abusou sexualmente de dezenas de vítimas ao longo de cinco décadas. Savile foi até nomeado cavaleiro pela rainha e seus crimes só foram revelados após a sua morte, apesar de anos de rumores e insinuações que levaram as acusações a um encobrimento por parte do governo e chefes da radiodifusão.

Já Anne Henry acredita que cerca de três quartos dos atores mirins que “sairam dos trilhos” mais tarde em suas vidas tinham sido abusadas em Hollywood.

“Este problema tem sido endêmico em Hollywood por um longo tempo e ele está finalmente vindo à luz. Pessoas muito ruins ainda estão trabalhando aqui, protegidos por seus amigos.”, explicou Anne Henry, co-fundadora da Bizparentz, um grupo para ajudar jovens atores, que enfatizou que em  Tinseltown há em torno de ‘100 abusadores ativos’.

Nos últimos 10 anos, várias pessoas ricas e significativas envolvidas na indústria foram condenados. Alguns deixaram a prisão e voltaram para Hollywood e continuaram a trabalhar com crianças.

Elijah Wood, que agora sabe que teve sorte de não ser abusado, compara as alegações em Hollywood com as reclamações relacionadas a Savile após a sua morte em outubro de 2011.

“Vocês todos cresceram com Savile… Jesus, que deve ter sido devastador. É evidente que algo maior está acontecendo em Hollywood. Isso é tudo organizado. Há um monte de víboras nesta indústria. Há uma escuridão de baixo dos panos, se você pode imaginar, isso provavelmente aconteceu”, exclamou o ator.

Corey Feldman, que foi uma das maiores estrelas infantis na década de 1980, foi abusado quando era um jovem ator. “O problema número um em Hollywood era e é – e sempre será – a pedofilia”, denunciou direto ao ponto o Feldman.

Outros atores criança teriam relatado que ouviram de adultos que era perfeitamente normal homens mais velhos e rapazes mais jovens terem relações sexuais na indústria.

Corey Feldman disse a um tablóide britânico, há quatro anos: “Quando eu tinha 14 anos e 15 anos, as coisas foram acontecendo comigo. Estes homens mais velhos foram ficando em torno de mim como abutres.”

Ele passou a sofrer com o alcoolismo, problemas de saúde mental e tornou-se viciado em drogas. Seu amigo, Corey Haim, outro ator infantil, morreu de pneumonia aos 38 anos em 2010. Feldman afirma que um “magnata de Hollywood” é o culpado pela morte de seu amigo. Ele disse que os agressores ainda estão trabalhando e são algumas das pessoas mais ricas e poderosas no negócio. Corey Feldman Alegou também que inúmeras  festas na piscina foram realizadas em Los Angeles, durante a década de 1990 – hospedadas principalmente pelo milionário empresário judaico Marc Collins-Rector.

Nestas festas, Marc Collins-Rector e outros homens teriam abusado sexualmente de garotos adolescentes, de acordo com processos movidos em 2000 e 2014.

Segundo o grande ator  Marlon Brando, Hollywood é controlada por judeus

Referência:

Daily Mail

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Sociedade

Coca-Cola pode parar produção na Venezuela por falta de açúcar

A Coca-Cola-FEMSA (KOF), maior engarrafadora da mais popular marca de refrigerante do mundo, sediada no México, revelou nesta sexta-feira que suas fábricas na Venezuela operam com um baixo estoque de açúcar ou seja em breve a Coca-Cola pode interromper a fabricação dos seus refrigerantes na Venezuela.

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A KOF, que consiste em uma parceria entre a FEMSA e a The Coca-Cola Co., explicou que seus fornecedores de açúcar refinado no país tinham cessado temporariamente as operações devido à falta de matéria-prima.

“Estamos tomando ações específicas que nos permitam enfrentar esta situação em coordenação com os fornecedores, autoridades e nossos funcionários. Se não recuperarmos esse estoque o mais rapido possível, isso gerará interrupções temporárias na produção de bebidas com açúcar”, explicou a companhia em um comunicado.

A KOF, que opera quatro fábricas de engarrafamento e emprega cerca de 7.300 trabalhadores na Venezuela, disse que as fábricas estão atualmente consumindo o estoque remanescente de açúcar existente.

A Venezuela está passando por uma profunda recessão econômica, com inflação alta e crescente escassez de alimentos e medicamentos, tudo gerado pelo colapso de sua receita devido a brusca queda no preço do petróleo e pelas políticas ultra intervencionistas do regime bolivariano que começaram a partir do governo Chávez e teve continuidade com Nicolás Maduro.

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Normalmente o refrigerante da marca Coca-Cola é um dos critérios que as pessoas usam e brincam para saber se um local é remoto ou não. A pergunta é comum em locais distantes e desconhecidos, “aqui já chegou Coca-Cola?”. Pelo visto, a Venezuela pode estar diante de uma situação rara onde a Coca-Cola chegou e foi embora.

Referência:

Banca y Negócios

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Nacional

Estrangeiro vindo de Israel é nomeado presidente do Banco Central do Brasil

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

O novo presidente do Banco Central do Brasil é o estrangeiro Ilan Goldfein, nascido em Haifa – Israel. Goldfein foi economista-chefe do maior banco privado do Brasil e se tornou presidente do órgão responsável por:

  1. emitir papel-moeda e moeda metálica;
  2. executar os serviços do meio circulante;
  3. receber recolhimentos compulsórios e voluntários das instituições financeiras e bancárias;
  4. realizar operações de redesconto e empréstimo às instituições financeiras;
  5. regular a execução dos serviços de compensação de cheques e outros papéis;
  6. efetuar operações de compra e venda de títulos públicos federais;
  7. exercer o controle de crédito;
  8. exercer a fiscalização das instituições financeiras;
  9. autorizar o funcionamento das instituições financeiras;
  10. estabelecer as condições para o exercício de quaisquer cargos de direção nas instituições financeiras;
  11. vigiar a interferência de outras empresas nos mercados financeiros e de capitais e
  12. controlar o fluxo de capitais estrangeiros no país.

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Um detalhe interessante é que a mídia israelense ficou sabendo da indicação do seu compatriota muito antes dos brasileiros e dos veículos de comunicação nacionais. O título da matéria do Yediot Aharonot (Ynet News) já no domingo foi, “Israelense é feito presidente do Banco Central do Brasil”.

Ilan Goldfein anteriormente atuou como economista-chefe do Itaú, maior banco privado do Brasil que é acusado de sonegar 18,7 bilhões em impostos, assessor do Banco Mundial e também assessor do Fundo Monetário Internacional, entidade essa que quer impor a taxação de grandes fortunas a países endividados, além de ser professor em universidades.

Goldfein obteve seu PhD em economia pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Além de Português, ele fala hebraico, inglês e espanhol. Ele tem família em Israel e a visita com frequência.

Goldfein já deu pistas ruins para a mídia israelense de como enxerga a saída do Brasil da atual crise que se abateu sobre o país. O novo presidente do Banco Central estimou que para obter sucesso o governo terá que tomar medidas impopulares, como aumento de impostos, cortes no orçamento e aumento da idade de aposentadoria, que atualmente está em uma média de 50-55 anos, para 65 anos. “A economia brasileira é enorme. É muito fechada: só exporta 15% do nosso produto interno bruto, o que não é muito. O problema é que em vez de enfrentar a realidade, a economia brasileira entrou numa fase de negação”, explicou Ilan Goldfein.

Estranhamente existe o desejo de aumentar impostos, de fazer cortes no orçamento, mas uma auditoria da dívida pública (interna e externa) sequer foi citada. Lembrando que a dívida pública brasileira consome mais de 45% do orçamento brasileiro. Talvez Ilan Goldfein não queira agredir os bancos que cobram injustamente uma dívida criada a partir da geração de crédito sem lastro algum. Afinal de contas, Ilan Goldfein é produto dos banqueiros de Israel e não do Brasil.

Referência:

Ynet

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Sociedade

Venezuelanos tentam saquear supermercado e são contidos pela Guarda Nacional Bolivariana

Os habitantes da cidade de Guarenas, na Venezuela, tentaram saquear um veículo que transportava alimentos para um supermercado local. O incidente se deu na manhã desta quarta-feira (11) e contou com uma multidão que foi contida pela Guarda Nacional Bolivariana (GNB).

O ato da população levou o estabelecimento a fechar as portas para proteger os produtos do supermercado.

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Após a tentativa frustrada de conseguir os produtos, algumas pessoas decidiram bloquear a Avenida Intercomunal de Guarenas para protestar contra a falta de alimentos.

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ONG já contou 107 tentativas de saques e pilhagens só no primeiro trimestre

O coordenador do Observatório Venezuelano de Conflito Social, Marco Ponce, disse à AFP que a organização não-governamental já havia registrado 107 tentativas de saques e pilhagens no primeiro trimestre de 2016.

A Venezuela está passando por uma grave crise econômica que se reflete em uma contração de 5,7% no PIB e de inflação de 180,9% em 2015, bem como escassez de dois terços de produtos básicos, incluindo alimentos e medicamentos.

Referência: Runrunes

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Geopolítica

Israel impede destruição dos terroristas na Síria, garante general iraniano

O assessor de segurança do quadro de generais das Forças Armadas do Irã, o general  Hassan Rastegarpanah, declarou nesta quarta-feira (4) que o Estado Islâmico seria facilmente derrotado caso Israel não estivesse apoiando os jihadistas com ajuda médica e munição.

“Se não fosse pelo apoio da inteligência de Israel para os terroristas, os grupos terroristas na Síria certamente teriam sido destruídos por volta de 2 ou 3 anos atrás”, garantiu o General Rastegarpanah.

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O General também disse que hoje todo mundo está ciente de que as organizações dissidentes que estão enfrentando o governo sírio são subgrupos de órgãos de inteligência de Israel. O General Rastegarpanah reiterou que os terroristas facilmente comutam entre a Síria e Israel e acrescentou, “os sionistas montam hospitais de campanha para os terroristas e abastecem eles com munição”.

Ministro da Defesa do Irã apontou os países que ajudam os terroristas

No mês passado, o Ministro da Defesa iraniano, o general-brigadeiro Hossein Dehqan advertiu as nações do mundo da ameaça imposta por grupos terroristas que são apoiados por Estados Unidos, Israel e Arábia Saudita.

“Acreditamos que hoje o mundo inteiro está ameaçado pela insegurança, instabilidade e pela disseminação do horror resultado dos atos dos grupos terroristas Takfiri-sionistas que são apoiados por Estados Unidos, Israel e alguns países da região, liderados pela Arábia Saudita.”, expôs o General Dehqan, abordando a Conferência de Moscou sobre Segurança Internacional .

Ele também minimizou a eficácia das chamadas coligações anti-terrorismo por simpatizantes dos terroristas, dizendo que eles não estão interessados em batalhas sérias e decisivas contra os terroristas e que de fato apenas revigoram e recrutam pessoas para os grupos terroristas sob o disfarce de ajuda humanitária, tréguas, negociações e slogans enganosos.

Também em abril, o secretário de Conselho de Guardiões do Irã Mohsen Rezayee disse que os EUA, Israel e alguns estados regionais estão colaborando para aumentar as ameaças contra a República Islâmica do Irã.

“Os inimigos usaram o ex-ditador iraquiano Saddam para uma guerra imposta, bem como sanções para enfraquecer o aparato islâmico no Irã e hoje eles estão manipulando as guerras ‘proxy’ (com grupos mercenários) para atingir o mesmo objetivo”, explicou Rezayee.

O secretário do Conselho de Guardiões do Irã reiterou que a nação iraniana vai frustrar as tramas feitas pelos Estados Unidos e Israel.

Referência: Fars News

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