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Não é piada! Jornal mais popular da Suécia sugere proibir carros para combater terrorismo

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Não é piada, nem notícia do Sensacionalista – o jornal mais popular da Suécia, o Aftonbladet, sugeriu que carros sejam proibidos em algumas cidades e grandes centros do país, após o atentando da última sexta (7) em Estocolmo que matou 4 pessoas – dois suecos, um britânico e um belga.

A matéria assinada por Eva Franchell – que prega o estatuto do descarramento – já diz no primeiro parágrafo que “carros se transformaram em armas mortais. Eles andam sendo fáceis de roubar e, em seguida, nada é capaz de parar seu avanço”.

O texto ainda cita atentados em outros países onde carros foram os meios usados para a prática do terrorismo –  “Em Nice, Berlim, Jerusalém, Londres e Estocolmo, eles têm sido usados como máquinas eficazes de assassinato, pelos terroristas que desejam matar muitas pessoas”, observa o texto do jornal.

Interessante é que em nenhum momento a jornalista sueca citou os responsáveis por conduzirem os veículos que foram usados nos atentados e seus perfis, interesses e como eles entraram na Suécia.

Então, a conclusão “genial” que a jornalista Eva Francell chegou é que, “se as pessoas no futuro querem proteção, os carros devem simplesmente ser removidos dos locais onde as pessoas se reúnem e dos centros das cidades” – pois – “não é razoável que um grande caminhão seja conduzido diretamente para uma das ruas mais movimentadas de Estocolmo, numa tarde de sexta-feira, antes da Páscoa.”

Francell descreveu como “incrível” ser possível dirigir ao redor da parte medieval da capital sueca e sugeriu a mudança das entregas de lojas e restaurantes para horários onde as pessoas não estejam nas ruas.

“A maioria dos problemas com mobilidade e transporte público podem ser resolvidos com as entregas de lojas e restaurantes acontecendo nos momentos em que as pessoas não estejam nas ruas”, afirmou com seriedade.

A tolice da proposta consiste em uma questão muito simples: caso você remova um meio, uma ferramenta, usada por terroristas, eles criarão ou usarão outras, pois o plano não muda jamais, os meios, sim, podem mudar e serem adaptados a situação. Quem não tem carro mata com…

Para ministra do Meio Ambiente diminuição de carros é questão de gênero

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De acordo com a ministra do Meio Ambiente da Suécia, Karolina Skog, carros são conduzidos em sua maioria por homens e isso é uma forma deles tomarem espaço das mulheres.

“Os carros são conduzidos em grande parte por homens, dando muito espaço aos carros, estamos dando muito espaço aos homens – às custas das mulheres”, disse a autoridade do meio ambiente da Suécia.

A decadência sueca está a vista para que o mundo possa ver. O exemplo sociológico de como uma civilização pode ser arruinada por distorções ideológicas implantadas por forças internacionais está diante de todos.

Referência:

Aftonbladet

Breitbart

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Protesto contra censura da Amazon à livros que negam o holocausto? Manifestantes nus fazem ato em Auschwitz

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Uma coisa insólita aconteceu no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, na última sexta-feira (24): cerca de 12 pessoas, todas nuas, sacrificaram uma ovelha e acenderam uma fogueira, no famoso campo de concentração, bem em frente ao famoso portão com a frase, “Arbeit Macht Frei” ou “O Trabalho te liberta”.

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As motivações do ato não ficaram claras porém o jornal judaico mais antigo dos Estados Unidos, o Daily Forward, sugeriu que o protesto poderia estar associado a Ucrânia. Porém não há muita lógica em protestar pela Ucrânia em Auschwitz.

A explicação mais coerente seria que o protesto se deu contra a decisão da Amazon de retirar e proibir em suas lojas centenas de livros que questionam vários aspectos e dados da narrativa oficial sobre o holocausto.

Talvez os manifestantes tenham acendido uma fogueira para simbolizar a “queima de livros” por parte da Amazon. Talvez eles tenham abatido uma ovelha para simbolizar a “matança do cordeiro” (o assassinato de sua capacidade de pensamento livre e também o gesto que religiosamente realmente significa holocausto). E, provavelmente, tiraram suas roupas para simbolizar sua crença, de que a “verdade nua” sobre Auschwitz, é que lá era um campo de trabalho, não um campo de extermínio, e que suas únicas câmaras de gás tinham como objetivo desinfetar roupas, roupas de cama e matar piolhos, não seres humanos .

Assumindo tal interpretação a pergunta que fica é: por que os manifestantes se esconderam por trás de um simbolismo bizarro e opaco em vez de simplesmente dizerem o que queriam?

Talvez para evitar a prisão, a perseguição, as penas e a destruição de suas perspectivas de carreira? Tais coisas tendem a acontecer com qualquer pessoa que questione abertamente a história forçosamente estabelecida do holocausto.

Quando o debate livre e aberto é proibido, a emoção tende a tomar o seu lugar. Desde que a liberdade de expressão foi reduzida em tantas questões relacionadas ao sionismo – incluindo o revisionismo do holocausto, as ataques de falsa bandeira e o poder dos banqueiros internacionais – a pressão que continua a se acumular em torno desses tópicos está crescendo e pode explodir na população a qualquer momento.

Se explosões de sentimento anti-judaico finalmente entrarem em erupção, os censuradores, patrulheiros e perseguidores terão uma grande parte da responsabilidade.

Referência:

Veterans Today

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Universidade católica vai investigar professor após ele dizer que aborto é “assassinato”

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Um professor da Universidade Católica de Lovaina (UCL), na Bélgica, está enfrentando a reação do corpo de funcionários da universidade porque distribuiu um documento de 15 páginas, a cerca de 100 estudantes de engenharia do primeiro ano, com argumentos filosóficos onde chamou o aborto de “assassinato”.

Stéphane Mercier não recebeu uma sanção ainda, mas as autoridades declararam em uma nota no site da universidade que estão avaliando o conteúdo de seu texto para determinar se ele foi realmente usado como parte do seu curso de filosofia. De qualquer maneira, absurdamente, a UCL dissociou-se da postura do professor Mercier contra o aborto, chamando-a de “contrária aos seus valores”.

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O caso foi levado ao conhecimento do público pela Synergie Wallonie, uma associação belga para a promoção da igualdade de gênero. O seu objetivo é “promover a integração da perspectiva do gênero, promovendo sempre o respeito pela diversidade e a necessidade do pensar para cada categoria de cidadãos” (idosos, jovens, deficientes, imigrantes, homossexuais), mas pelo visto aprender a lidar maduramente com argumentos contrários não parece ser seu forte.

O “alerta” da Synergie Wallonie recebeu uma resposta imediata dos funcionários da UCL.

Tania van Hemelryck, assessora especial do presidente da universidade sobre política de gênero, falou à televisão belga em nome da universidade, dizendo: “As autoridades querem saber o status exato do texto e como ele foi usado durante este curso, Em qualquer caso, a UCL defende o direito fundamental ao aborto e, em particular, o direito das mulheres de escolherem”, disse a representante do que era para ser uma Universidade Católica

Assim, a universidade “católica” não só apoia o aborto, mas o faz da maneira mais radical imaginável ao descrever o aborto como um “direito fundamental”. Um direito fundamental é um direito que ninguém pode contestar e que é válido para todos – como este caso demonstra.

A declaração oficial publicada pela UCL em seu site diz basicamente a mesma coisa, tratando o assassinato de crianças nos ventres como um dogma:

“Seja qual for o resultado do inquérito, o direito ao aborto está consagrado no direito belga e o documento que foi levado à atenção da UCL está em desacordo com os valores defendidos pela universidade. Persuadir os pontos de vista que contradizem esses valores no quadro de um curso de ensino é inaceitável “, afirmou intolerantemente a nota.

Ora, onde já se viu uma universidade séria castrar debates que envolvem a concepção da vida? E o pior de tudo, se dizendo católica?

O texto de Mercier, distribuído aos cerca de 100 estudantes de engenharia que fazem um curso de filosofia no seu primeiro ano na UCL, tem o título: “Filosofia para a vida: contra o chamado ‘direito de escolher’ o aborto”. Os alunos adquirem raciocínio filosófico para “tentar chegar à verdade sobre uma questão grave”, que requer “ouvir todos os lados”. “Somente os loucos e as crianças mal educadas tapam os ouvidos e começam a gritar quando ouvem algo que desagrada ou os irrita”, escreveu Mercier nos primeiros parágrafos de sua exposição.

Seu texto não é nem de teor religioso ou de caráter militante, argumenta ele. É um argumento unicamente racional que aceita a crítica racional.

“Recusar o debate (…) é perigoso; proibir o debate é típico do totalitarismo; É também um sinal de medo: quem iria querer impedir alguém de argumentar racionalmente, que não uma pessoa que tem medo de descobrir que algumas de suas opiniões são infundadas? Se estou procurando pelo que é verdadeiro, ou tem uma boa chance de ser verdade, devo ser capaz de ouvir os argumentos que me são apresentados, aceitá-los se forem bons e rejeitá-los se forem errôneos ou enganosos. Recusar tal estado de espírito é adotar a postura do fanático, preocupado não com a verdade, mas com o triunfo de sua opinião, qualquer que seja o preço”, pontuou brilhantemente Stéphane Mercier.

O objetivo de Mercier era fazer com que seus alunos pensassem, e debater se eles escolhessem fazê-lo. Mas mesmo o debate sobre a questão do aborto está agora proibido em muitos países, como Bélgica e França – mesmo em uma universidade católica em um país cujo soberano é católico.

Mercier produziu um papel bem fundamentado, inspirado em grande parte, escreve ele, pelo filósofo americano Peter Kreeft. Sua qualidade intelectual, provavelmente, explica o tumulto com o qual se deparou. Seu argumento principal é simples: se o embrião humano é perfeitamente individualizado como pessoa humana, é um membro de nossa espécie, um ser inocente que não deve ser morto. Ele aborda muitos dos argumentos habituais em favor do aborto legal e, em seguida, demole-os com lógica simples e fatos científicos.

Pouco importa se a criança no útero da mãe está “completamente desenvolvida ou não”, explica o texto. “Nem também está uma criança de cinco anos”. Se é moralmente errado matar uma pessoa inocente, então “matar uma criança no estágio embrionário ou fetal no ventre de sua mãe está errado, assim como é errado matá-la se tem cinco anos. Sempre. Em todo caso. Assim como o estupro. A violação é moralmente errada em todos os casos. Não há circunstâncias que possam tornar esse ato bom, ou mesmo simplesmente aceitável. Quando falamos de aborto ou de estupro, estamos falando de um ato que chamamos intrinsecamente errado, um ato que é errado em si e por si mesmo. É moralmente mal de si mesmo, quaisquer que sejam as circunstâncias.”

E aqui estão as palavras que provocaram a histeria da mídia na Bélgica e outras mais: “A verdade é que o aborto é o assassinato de uma pessoa inocente. É mesmo um homicídio particularmente repugnante, porque o inocente em questão é indefeso. (…) Hoje em dia ouvimos algumas pessoas dizendo, por exemplo, que a nível pessoal eles condenam o aborto como sendo imoral, mas que nunca lhes ocorreria torna-lo ilegal. Tal raciocínio é surpreendentemente absurdo, se alguém se preocupa em pensar nisso. (…) Imaginem que o mesmo indivíduo deve declarar que, a nível pessoal, considera que o estupro é realmente imoral, mas que, «para respeitar a liberdade de cada pessoa» (excepto, talvez, a da vítima), não deve ser tornado por isso algo ilegal. Absurdo, obviamente! Bem, se o aborto é assassinato, como já dissemos, não é mais grave, até, que o estupro? A violação é imoral e, felizmente, também é ilegal. Não deveria o aborto, que é ainda mais imoral, ser ainda mais ilegal? ”

As manchetes na Bélgica bradavam indignadas: “Um professor na UCL considera o aborto como pior do que estupro!”

Uma estudante da UCL foi citada dizendo: “Isso me choca, especialmente porque nas aulas de filosofia, você tenta pensar, refletir e abrir sua mente”. Não estava claro se ela havia lido o texto de Stéphane Mercier.

Um site de notícias para jovens, newsmonkey.be, alertou seus leitores contra uma publicação “bastante ofensiva” circulando na Internet, dando a palavra a Baptiste Dethier da Synergie Wallonie, o denunciante original. “Segundo Baptiste, o autor afirma que o aborto representa ‘a cultura da morte’ sem jamais recorrer a argumentos sólidos e o que é ‘mais perigoso’, diz ele.

Este texto não fornece uma avaliação crítica da questão e não está aberto a discussão. Pelo contrário, para colocar como Baptiste Dethier: “É muito difícil para os alunos no primeiro ano, aos 18 anos, adotar uma visão crítica da questão e ser capaz de trazer contra-argumentos”.

Lembrando que isto só está ocorrendo em uma universidade católica que continua a ostentar sua identidade religiosa. Tem quatro órgãos de governo, dos quais o primeiro é o “Conselho de Governadores: o arcebispo de Mechelen-Bruxelas e os bispos residenciais de Valônia. O arcebispo de Mechelen-Bruxelas, que também é o chanceler universitário, que preside o conselho “, segundo o site da UCL.

Em seu site, a UCL também se denomina “força estabilizadora em um mundo incerto”.

“Os valores em que a visão da UCL se baseiam são a abertura aos outros e às diferenças, a solidariedade, a liberdade e o respeito. A faculdade desfruta de liberdade acadêmica consagrada na Constituição, especificamente, a liberdade de pensamento na busca da verdade e chegou cientificamente e livre da influência indevida das tendências atuais. UCL é um espaço humano cosmopolita e intelectual cuja diversidade estimula encontros entre pessoas de diferentes origens e com o próprio mundo no espírito de discussão racional e enriquecimento mútuo. Sua tradição cristã é uma herança viva, uma força motriz de um autêntico pluralismo que beneficia e respeita todas as pessoas, independentemente de suas crenças “.

Exceto aqueles que acreditam que o aborto é assassinato?

Referência:

Life Site

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Homem transexual vence competição feminina de levantamento de peso na Austrália

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Um atleta “transgênero”, da Nova Zelândia, venceu uma competição feminina de levantamento de peso, na categoria acima de 90 quilos, na Austrália. Gavin Hubbard, de 39 anos, que atualmente quer ser chamado de Laurel Hubbard, levantou no total 268 quilos – sendo 123 quilos no arranque e 145 quilos no arremesso – somando 19 quilos a mais que a segunda colocada Iuniarra Sipaia.

Gavin Hubbard, antes de fazer sua “transição”, chegou a participar de competições na categoria masculina, mas agora deseja competir somente na categoria feminina. Em sua estreia entre as  mulheres, o atleta quebrou quatro recordes nacionais não-oficiais.

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Hubbard possui todos os critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Halterofilismo para competir como uma mulher, inclusive provando que seus níveis de testosterona permaneceram abaixo de um determinado limite, durante os 12 meses anteriores à competição.

Todavia a testosterona não é a única coisa que diferencia homens e mulheres, mas, no caso específico, faltou ao COI entender que músculos de homens e mulheres são geneticamente diferentes, pois o homem possui 400 genes mais ativos em seus músculos esqueléticos que as mulheres, conforme apontam estudos da National Center for Biotechnology Information, citado inclusive pelo artigo do Instituto NanoCell.

Ou seja, não se trata então de preconceito mas sim de pós-conceito, que, francamente, sequer precisaria de pesquisas ou estudos mais detalhados.

Ainda sim, tomado pelo politicamente correto, Michael Keelan, chefe da Federação Australiana de Halterofilismo, ficou impressionado com o desempenho de Hubbard, através de todo o escrutínio ao qual sua performance foi submetida, e disse que “‘ela’ está prestes a criar muita história”.

Referência:

Gateway Pundit

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Grupo oferece 15 mil dólares para ativistas lutarem contra projetos de Trump

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Um grupo conhecido por seus sucessos em lutas ou guerras digitais, principalmente pela neutralidade de rede, está oferecendo 15 mil dólares para ativistas que abandonarem seus empregos e formarem “A-Teams” (grupos de elite) para travarem uma guerra contra os projetos do presidente americano Donald Trump.

O grupo “Luta pelo Futuro”, surgido em 2011 como um grupo de ativistas digitais, lançou nesta segunda-feira (20) esta oferta atraente – “Aterrorizado com Trump? Desista do seu trabalho, comece uma equipe, vamos financiá-la”.

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“Atualmente, estamos captando pedidos para o lançamento inicial do projeto e forneceremos a algumas equipes selecionadas financiamento, orientação e suporte”, disse Evan Greer, diretor de campanha da “Luta pelo Futuro”.

“Nosso objetivo é gerar um movimento de grupos pequenos e dedicados usando as táticas que usamos efetivamente, para defender a liberdade na Internet, visando conquistar vitórias importantes em outras áreas problemáticas que afetam nossos direitos e liberdades fundamentais, como a imigração, a liberdade de Imprensa, brutalidade policial, reforma na lei de drogas e corrupção governamental “, explicou o diretor.

É apenas mais um esforço dos ativistas para financiarem o movimento anti-Trump. Greer comparou os grupos com forças de operações especiais táticas. Ele disse que as ‘A-Teams’, são “uma tentativa de ajudar a incubar outras equipes de ativistas de operações especiais para lidar com grandes problemas, contra o cenário de ameaças sem precedentes da era Trump”.

O trabalho no intuito de recrutar inclui uma foto do anúncio clássico anti-Barry Goldwater de 1964 em que o mundo seria bombardeado se ele fosse eleito.

A proposta exorta os ativistas, em potencial, a pararem de trabalhar para militarem contra Trump. Algumas das equipes iniciais receberiam um cheque de 15 mil dólares para seu primeiro mês de atuação.

“Ainda estamos trabalhando nos detalhes, mas se você tem uma equipe forte de 2 a 3 pessoas e um alvo, nós lhe daríamos 15 mil dólares agora mesmo no primeiro mês, só para ver o que você pode fazer”. Disse o anúncio. “Se você fizer um grande barulho ou um impacto mensurável em seu alvo nesse tempo, temos certeza que podemos financiá-lo mais”, promete.

As pautas sugeridas são as de sempre, conforme pode ser visto no site da entidade:

Seguro Saúde (Healthcare)
Clima
Imigração
O muro
Corrupção
Racismo / Fascismo
Polícia
Prisões
Fim da guerra às drogas
Política estrangeira
Internet
Telecom
Competição
Impeachment
Populismo econômico
Energias renováveis

Como sempre George Soros e outras fundações operam nas sombras 

Como não poderia deixar de ser, ao se olhar os apoiadores e patrocinadores do grupo “Luta pelo Futuro”, pode-se ler nomes como Fundação Ford e outras menos conhecidas e que possuem relações diretas com a Open Society do… judeu George Soros.

Uma delas é a The Shuttleworth Foundation, que já esteve em parceria com a Open Society anos atrás promovendo projetos “educacionais” na Cidade do Cabo, na África do Sul. Outra instituição apoiadora do projeto e que é intima da Open Society é a Media Democracy Fund, que atua defendendo a neutralidade de rede.

Também parceira do projeto, a Proteus Fund, é talvez o caso mais emblemático, pois a mesma diz lutar contra violência policial contra negros e já recebeu de George Soros, pelo menos, cerca de 6,4 milhões de dólares.

A página da “Luta pelo Futuro” ainda cita outras fundações menores como parceiras e que no passado já marcharam juntas com as velhas entidades globalistas como Fundação MacArthur, Rockefeller Foundation e outras gigantes, que são mundialmente conhecidas por apoiarem somente pautas destrutivas as sociedades em que atuam, como aborto, causa LGBT, ambientalismo…

O padrão mais um vez se repete, grandes barões do capitalismo apoiando a esquerda progressista.

Referência:

Washington Examiner

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Documentos vazados do FBI mostram associação entre máfia, maçonaria e membros do Vaticano

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Que boa parte do clero moderno, da Santa Igreja, está infiltrado por maçons e por pessoas sem nenhum interesse na Sã Doutrina, isso não é novidade. Além do concílio Vaticano II e da explosão dos casos de pedofilia, documentos recentemente publicados pela Muckrock mostram uma grande investigação do FBI referente aos laços entre membros do Vaticano, a maçonaria e a máfia italiana, no que diz respeito a um plano de assassinato contra um funcionário do Vaticano chamado Roberto Calvi.

Calvi fazia parte de uma grande conspiração que envolvia grandes somas de dinheiro e até operações terroristas. Ironicamente, a CIA também estava amplamente envolvida nessa rede criminosa com as partes anteriormente mencionadas – o que mostra que quando se trata de operações clandestinas, agências como CIA e FBI estão totalmente compartimentadas e desconexas, chegando ao ponto de uma agência poder executar atividades criminosas sem a outra sequer saber do seu envolvimento.

É claro que a CIA não foi mencionada nesses documentos, mas muitos pesquisadores ao longo dos anos mostraram que a CIA, o Vaticano, a maçonaria e a máfia estavam envolvidas em um programa de longa duração chamado “Operação Gládio”.

A Operação Gladio foi um programa da Guerra Fria, no qual a CIA se uniu a esses grupos para impedir a expansão da União Soviética, realizando ataques terroristas em pontos-chave da disputa entre os EUA e os soviéticos.

Para financiar as operações, a CIA permitiu que a máfia estabelecesse um comércio de drogas nos mercados norte-americanos, mas restringiu as vendas apenas para comunidades pobres e afro-americanas. O livro “Operação Gladio: A Aliança Profana Entre o Vaticano, a CIA e a Máfia”, de Paul L. Williams, é uma excelente fonte sobre este tema.

Um dos papéis fundamentais que alguns infiltrados no Vaticano desempenharam nessa coalizão foi a lavagem de dinheiro através de seus bancos, principalmente o Banco Ambrosiano, um banco italiano, do qual Roberto Calvi era o presidente. O infiltrados no Vaticano estavam lavando dinheiro através de vários bancos e vários banqueiros como parte da Operação Gladio por décadas.

No entanto, esses crimes passaram desapercebido até que tudo chegou a um ponto em que o Banco Ambrosiano e Robert Calvi foram detectados em suas operações. Isso se deu, quando o FBI estava investigando um ramo da máfia conhecido como La Cosa Nostra em 1981 e eles tropeçaram em uma conexão com Calvi, como mostrado no documento abaixo, agora desclassificado.

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No prazo de um ano a contar deste relatório, as autoridades italianas haviam acusado Calvi por seus crimes financeiros, mas ele apelou.

Durante seu apelo, Calvi não foi preso, mas enquanto aguardava seu próximo julgamento, ele foi encontrado morto, pendurado na Ponte dos Frades Negros sobre o Rio Tâmisa. O FBI chegou a documentar como assassinato e, embora não tivessem chegado a uma conclusão definitiva, eles decidiram que a morte ou foi um suicídio ou assassinato por seus “parceiros” de negócios, que temiam que eles expusesse o esquema as autoridades.

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Para tornar tudo ainda mais suspeito, a secretária de Calvi morreu depois de cair de uma janela, poucos dias antes da morte do próprio Calvi, fato que também foi registrado pelo FBI.

Após a morte de Calvi, os arquivos do FBI relataram ainda fatos mais estranhos, fazendo inclusive referências a “lojas maçônicas secretas”, como a P-2, que estavam envolvidas com o “Banco do Vaticano”.

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A operação Gladio permaneceu em segredo por muito tempo até que o programa começou a se exposto no início dos anos 1990 quando as autoridades italianas começaram a investigar suas conexões, expondo toda a operação. E, agora, com a liberação destes novos documentos, há ainda mais luz sobre o que se passava na época.

Referência:

D.C. Clothesline

 

 

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Policial sueco desabafa e expõe crimes de imigrantes muçulmanos

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Um oficial da polícia sueca, com mais de 47 anos de serviço, considerado um dos policias mais experientes do país, Peter Springare, fez um desabafo na semana passada e publicou detalhes da ação criminosa dos imigrantes islâmicos na Suécia.

Nitidamente com a intenção de mostrar que os imigrantes muçulmanos são responsáveis pela esmagadora maioria dos crimes no país, o experiente policial também relatou que metade dos detidos não possuem documentos válidos, sendo assim imigrantes ilegais.

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Springare escreveu na última sexta-feira (3) em seu Facebook:

“Estou muito cansado. O que escreverei abaixo não é ‘politicamente correto’. Mas eu não me importo. O que eu vou fazer por todos os contribuintes é proibido fazer para nós funcionários do Estado. Isso tende a te levar a não fazer uma carreira e a não receber seu pagamento – mesmo que seja verdade. Eu não me importo com tudo isso, em breve vou me aposentar depois de 47 anos nesta atividade. Vou agora e a cada semana explicar em detalhes o que me emprega como investigadores/investigador na polícia em örebro.[Isto] Não vai bater com a opinião ou com a percepção, no debate em geral, de outros criminologistas esquerdistas.

Nossos aposentados estão de joelhos, a escola tá uma bagunça, a saúde tá um inferno, a polícia está completamente destruída etc etc. Todos nós sabemos porque, mas ninguém ousa ou quer abordar a razão, devido ao fato de que a Suécia sempre viveu no mito puritano de ser a última sociedade que tem recursos para estar na vanguarda quando se trata apenas de ser uma opção politicamente correta, em um mundo disfuncional que faz um nó em si própria, por comportamento destrutivo em nome de diferentes.

Aqui vamos nós – esses [casos] eu peguei entre segunda a sexta desta semana; estupro, roubo, assalto com agravante, assalto seguido de estupro e estupro, extorsão, chantagem, assalto, violência contra a polícia, ameaças à polícia, crime de drogas, drogas, crime, crime, tentativa de assassinato, estupro novamente, extorsão e maus-tratos.

Autores suspeitos: Ali Mohammed, Mahmod, Mohammed, Mohammed Ali, novamente, mais uma vez, novamente Christopher… o que é verdade. Sim um nome sueco para um crime de drogas, Mohammed, Mahmod, Ali, repetidas vezes.

Países que representam o semanário de todos os crimes: Iraque, Iraque, Turquia, Síria, Afeganistão, Somália, Somália, Síria novamente, Somália, desconhecido, país desconhecido, Suécia. Metade dos suspeitos, não podemos ter certeza porque eles não têm documentos válidos. O que em si normalmente significa que eles estão mentindo sobre sua nacionalidade e identidade.

Agora estamos falando apenas do município de örebro. E estes crimes ocupam o nossa investigação em 100%.

Então, isso se vê aqui e tem sido isso nos últimos 10-15 anos.

Retornarei na próxima sexta-feira com um pronunciamento para a semana que passará.”

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Como resultado da publicação de Springare, o jornal sueco Samtiden relatou que ele está sendo saudado como um “herói do povo” e “denunciante” que deveria ser “o próximo chefe da polícia nacional”. Segundo o mesmo jornal, o oficial sueco pretende continuar com suas postagens no Facebook.

A rádio Sveriges informou que uma investigação foi lançada pela polícia devido a seu cargo e um promotor especial está atualmente avaliando se algo que ele escreveu foi “ilegal”.

A polícia sueca foi ordenada, em 2016, a parar de divulgar a raça e a nacionalidade dos suspeitos de crimes “para evitar serem classificados como racistas.”

Referência:

D.C. Clothesline

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