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Líder feminista de marcha contra Trump é acusada de permitir e abafar caso de assédio sexual

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A grande líder feminista e umas das coordenadoras da Marcha das Mulheres contra Trump em Washington D.C., Linda Sarsour, foi acusada de permitir e abafar um suposto assédio e ataque sexual a uma mulher que era sua subordinada na Associação Árabe Americana, de acordo com a própria vítima e outras duas fontes diretamente familiarizadas com o assunto.

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Linda Sarsour discursando na Marcha das Mulheres que protestou contra o presidente Donald Trump, no dia de sua posse. O ato contou com várias entidades financiadas por George Soros e outras fundações americanas.

As alegações de tentativas e movimentos indesejados foram levadas a feminista Sarsour durante seu tempo como diretora executiva da Associação Árabe Americana. Em resposta, Sarsour, uma autoproclamada “campeã das mulheres”, ofendia a moça que fazia as alegações, muitas vezes ameaçando-a e criticando duramente seu corpo, de acordo com fontes ligadas ao assunto.

As alegações mais graves foram abafadas, segundo Asmi Fathelbab, a suposta vítima, porque o acusado era um “bom muçulmano” que estava “sempre na Mesquita”.

“Ela supervisionou um ambiente inseguro e abusivo para as mulheres”, disse Fethelbab, ex-funcionário da Associação Árabe Americana. “As mulheres que colocam ela [Sarsour] em um pedestal para os direitos das mulheres e o empoderamento merecem saber como ela realmente nos trata”.

Asmi Fathelbab é nativa de Nova York e tem 37 anos, sendo criada em uma casa muçulmana. Ela ficou entusiasmada em 2009 por começar a trabalhar na Associação Árabe Americana de Nova Iorque como empreiteira. Na época, Sarsour era o diretora executiva da organização. Fathelbab trabalhou para Sarsour por quase um ano, de acordo com documentos de trabalho revisados ​​e autenticados.

Fathelbab afirma que a Associação Árabe Americana era um local de trabalho inseguro onde ela teria sido sexualmente agredida, envergonhada e intimidada e muitas vezes, Linda Sarsour estava diretamente envolvida, de acordo com ex-funcionários.

Os problemas começaram no início de 2009, quando um homem chamado Majed Seif, que morava no mesmo prédio onde se localizavam os escritórios da Associação Árabe Americana, teria começado a perseguir Asmi Fathelbab.

“Ele se esquivava para mim durante os tempos em que ninguém estava por perto, ele me tocava, você poderia me ouvir gritar no máximo dos meus pulmões. Ele me colocava contra a parede e esfregava a virilha em mim”, disse Asmi Fathelbab.

Asmi afirma que um dos últimos atos favoritos de Majed era se esgueirar em sua direção já com a genitália totalmente ereta.

“Foi nojento. Eu executava o programa de jovens, no prédio e com isso vinha curvando-me e falando com crianças pequenas. Você não tem ideia do que era se levantar e sentir isso atrás de você. Não pude gritar porque não queria assustar a criança na minha frente. Isso me deixou tremendo.”

Um link da página do Facebook de Majed Seif confirmam sua identidade, localização e emprego.

Fathelbab diz que ela foi à liderança da organização para denunciar a agressão sexual. Ela alega que ela foi demitida por Sarsour. “Ela me chamou de mentirosa porque ‘algo assim’ não aconteceria com mulheres que pareciam comigo”, revelou Asmi. “Como ouso interromper sua entrevista na televisão na outra sala com minhas ‘mentiras'”.

Asmi Fathelbab garantiu que Sarsour regularmente a constrangia e permitiu o ataque sexual de Seif. Segundo Asmi Fathelbab, a feminista Sarsour a ameaçou com danos legais e profissionais se ela fosse a público com suas reivindicações de agressão sexual.

“Ela me disse que ele tinha o direito de processar-me por acusações falsas”, lembra Asmi, acrescentando que o assaltante “tinha o direito de estar em qualquer lugar no edifício que ele quisesse estar”.

Desesperada após várias dispensas feitas por Linda Sarsour, a funcionária perturbada contou que foi ao presidente do conselho de administração, Ahmed Jaber.

“Jaber me disse que meu perseguidor era um ‘homem temente a Deus que estava sempre na Mesquita’, então ele não faria algo assim. Ele queria deixar alto e claro que esse cara era um bom muçulmano e eu era um má muçulmana por ‘reclamar'”, expôs Asmi Fathelbab.

Furiosa Linda Sarsour teria agredido Fathelbab por continuar denunciando os ataques sexuais sofridos no prédio. De acordo com Fathelbab, suas alegações resultariam em ações disciplinares. Asmi Fathelbab revelou que uma vez foi forçada a conversar com um detetive da divisão de ligação da comunidade sobre as conseqüências de fazer acusações falsas às autoridades.

Depois que o contrato de Fathelbab acabou, Linda Sarsour teria ameaçado de impedi-la a voltar a trabalhar na cidade.

“Ela me disse que eu nunca mais trabalharia em Nova Iorque durante o tempo que ela morasse lá”, contou Asmi. “Ela manteve sua palavra. Ela fez eu ser despedida de outros trabalhos quando descobriu onde eu trabalhava. Ela me impediu de obter qualquer tipo de emprego estável por quase uma década”, desabafou.

Um trabalhador que falou sob condição de anonimato, afirma que Sarsour era “militante contra outras mulheres” na Associação. O operário, que trabalhou há mais de 12 anos com a Associação Árabe Americana, diz que ele se lembra de Asmi e testemunhou que ela foi assediada no prédio.

“Ela se fez no peso dela, dizendo que ela não era atraente o suficiente para ser assediada e depois a varreu para debaixo do tapete”, disse a fonte. “Foi Linda Sarsour, Ahmad Jaber e Habib Joudeh quem cuidou disso” – revelou a fonte. Habib Joudeh é vice-presidente da Associação Americana Árabe de Nova York.

A fonte até identificou o alegado assaltante de Fathelbab sem ser indagada, “Majed Seif, o homem que morava no prédio”. O operário, que é muçulmano praticante na comunidade, diz que uma cultura tóxica na Associação Árabe Americana levou ao ambiente de assédio.

“Sempre vai ser culpa da mulher lá”, alega. “E Sarsour estava lá para proteger os homens. Ela não é pelas outras mulheres. As únicas mulheres para as quais ela é, é para si”, declarou. “Sarsour é apenas uma feminista exteriormente. Suas interações com as mulheres nesse prédio eram atrozes. Ela protegeria o patriarcado e, em troca, eles a promoveriam”, vaticinou.

Deputado democrata de Nova Iorque pede investigação do caso

O democrata Dov Hikind, através do Twitter, pediu para que todas as pessoas do espectro político dos Estados Unidos buscassem a verdade sobre as acusações feitas contra a feminista Linda Sarsour.

 

Confira na íntegra a carta de Asmi Fathelbab:

“Linda Sarsour supervisionou minha agressão sexual, não aguento mais e observo todos louvarem uma mulher que afirma ser pelos direitos das mulheres e por aqueles que lutam por mulheres quando ela própria permitiu a ocorrência de abuso às mulheres.

O movimento #METOO me irritou porque me deu flashbacks de coisas que ocorreram ao trabalhar sem fins lucrativos em 2009. Em 2009, fui contratado no âmbito da AmeriCorps para trabalhar para a organização sem fins lucrativos Associação Árabe Americana de Nova Iorque, no Brooklyn, onde Linda Sarsour era a diretora interina da organização.

O seguinte me ocorreu durante esse pesadelo de 12 meses chamado trabalho. Eu fui perseguida vindo e indo para o trabalho e dentro do prédio.

Eu reclamei a um supervisor que havia um homem estranho que me perseguia e estava informado de que ele realmente não trabalhava lá, mas viveu no andar superior acima do escritório. Ele se esquivava para mim durante os tempos em que ninguém estava por perto e, dependendo do andar em que eu estava, você poderia me ouvir gritar no máximo dos meus pulmões. Eu era jogada e presa contra a parede por ele. Tinha uma tendência de se esgueirar atrás de mim para me tocar.

Enquanto isso continuava [a ocorrer], a diretora em ação, Linda Sarsour, me dizia várias vezes que eu exagerava, até ameaçando me despedir uma vez, quando ela me ouviu gritar do segundo andar porque este homem saiu do nada e me tocou. De acordo com Sarsour, algo assim não aconteceria com alguém que se parecia “comigo” e ninguém jamais acreditaria em mim se eu alguma vez dissesse o que aconteceu.

Como ouso interromper sua entrevista na televisão na outra sala com minhas mentiras. Fui ao presidente da organização e fui informada de que meu perseguidor era um homem temente a Deus que sempre estava na Mesquita, então ele não faria algo assim e que eu não era seu tipo de qualquer maneira, então estava fazendo coisas porque queria atenção.

Foi-me dito que este era um homem que trabalhou nas Nações Unidas e ficou alto e claro que tudo o que eu estava dizendo para difamar seu nome poderia ser usado contra mim quando quisesse me processar. A perseguição foi pior. Eu estava sob um contrato da AmeriCorps e eles me enviaram uma mensagem perguntando o quanto eu estava gostando do meu trabalho e que avaliasse o quão seguro era, etc. Eu disse a eles a verdade. Eu disse a eles que não me sentia segura. Eu disse a eles que não queria mais estar lá. Eu disse a eles para encontrarem qualquer outro lugar para me colocar. Recebi uma chamada do supervisor de Detroit, onde ela me pediu para contar-lhe em detalhes o que estava acontecendo e me disse que cuidaria disso.

Eu pensei que estava salva e tudo ficaria bem até que recebi uma ligação dele no dia seguinte me chamando de mentirosa, ameaçando cancelar meu contrato e me escrever.

Ao mesmo tempo, Linda Sarsour estava me informando que ela iria ter certeza de que nunca mais trabalharia na cidade de Nova York pelo tempo que ela vivesse ali.

Além disso, naquela tarde eu tive uma visita de um detetive de ligação da comunidade da NYPD (Departamento de Polícia de Nova Iorque). Ele veio ao meu escritório trancou a porta e passou a me dizer que ele estava lá para me prender por fazer uma declaração falsa sobre ser perseguida, sexualmente assediado e agredida. Eu tinha que convencê-lo de não me prender aquela noite e explicar que eu era a vítima. Não sabia o que fazer. Eu já tive vários trabalhos que eu deixei de ir desde então, quando ela descobriu que eu estava trabalhando lá.

Muitas pessoas me disseram que eu não estava desempregada por causa do que eu fiz nesse trabalho. Tudo o que eu queria era sentir-me segura e não se preocupar que algum perseguidor estivesse se empenhando contra mim, então eu estava plenamente consciente de que ele estava ereto. Eu queria poder ir para casa sem as preocupações dele me esperando para me agarrar na minha casa para me estuprar.

Eu tive vários empregos políticos onde Sarsour disse aos candidatos que se eles queriam ganhar o voto muçulmano, eles teriam que demitir-me e contratá-la, porque eu era a pessoa mais odiada dentro da comunidade muçulmana em toda a cidade de Nova York.

Não consegui obter um emprego estável desde 2009 porque a AmeriCorps decidiu que não devia estar dentro do programa por causa da horrível escrita que obtive com meus supervisores. Esta não é a única história pertencente a Sarsour sobre o que ela faz às mulheres. Esta é uma das muitas. Eu não posso ficar de pé e ver as mulheres colocando-a em um pedestal e não saberem a verdade. Aqui está a verdade: se você estivesse na frente de Linda Sarsour sendo assediado sexualmente, ela não iria ajudá-la, ela tentaria calar você para não se queixar. Eu sei pois isso aconteceu comigo.”

Referência:

Daily Caller

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Campanha pede criminalização de grupos LGBT’s no Brasil

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Após inúmeras vitórias dos católicos contra alguns projetos de subversão cultural que assolam o Brasil,  uma campanha tenta nocautear de vez o movimento LGBT no país: trata-se de uma petição pedindo a “Criminalização das atividades do grupo LGBT no Brasil (clique aqui)” liderada por membros da associação cultural católica Legião da Santa Cruz.

A petição já conta com mais de 2 mil assinaturas em pouco mais de 24 horas após seu início e não se trata de mera intolerância, fobia ou de perseguir indivíduos homossexuais, mas sim de tentar frear organizações bem estruturadas – como ONGs, coletivos e think tanks – que recebem dinheiro estrangeiro para propagandear e alastrar tal comportamento destrutivo na sociedade, configurando-se assim o que pode ser chamado de “engenharia social” – a manipulação psicológica e comportamental das pessoas a fim de torná-las domináveis.

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É o que explica um dos responsáveis pela Legião da Santa Cruz, Rafael Queiroz, que é professor e bacharel em História e Filosofia, sendo pós-graduado em História das Relações Internacionais. De acordo com Queiroz, inúmeros povos viveram crises civilizacionais, chegando até a serem extintos, devido a degradação moral e a massificação de comportamentos hedonistas, entre os quais a homossexualidade.

“Partindo daí, muitos engenheiros sociais, a partir do século XIX, se valeram do homossexualismo como uma arma politica para enfraquecer civilizações. Um exemplo disso foi o que aconteceu nas colônias britânicas, principalmente na Índia, onde os oficiais britânicos estimularam comportamento homossexual entre os indianos para dominar melhor a população da Índia, pois vocês desvirilizava os homens indianos facilitando assim o domínio militar britânico”, explicou Rafael Queiroz.

Na atualidade, Queiroz lembra que a Liga Antidifamação (Anti Defamation League – ADL), entidade judaica é uma forte patrocinadora do lobby homossexual pelo mundo, com o intuito de enfraquecer a malha moral dos povos do ocidente. Tal entidade trata não somente de financiar perversões mas também de garantir uma hegemonia de discursos e narrativas dos cabalistas judeus e sua indústria cultural que remontam ao período entreguerras.

“A indústria cultural que se desenvolveu na década de 1920 [do sec. XX], no período entreguerras, tanto nos EUA quanto na República de Weimar, na Alemanha, era uma indústria cultural ligada diretamente ao capital judaico e tinha o projeto de explorar ao máximo a animalidade do homem, não só para obter lucro financeiro mas também para catapultar o projeto judaico de domínio do ocidente”, destrinchou Queiroz.

 Grandes fundações e corporações financiam a pauta LGBT que inunda a sociedade

Não é necessária uma grande pesquisa para saber quem são os grandes apoiadores dos grupos e das pautas LGBT’s – sendo a causa extremamente artificial. Basicamente todas as grandes fundações como a Rockefeller, Ford, Macarthur admitem em seus próprios sites sustentar tais movimentos, além dos já conhecidos Santander – cujo os acionistas (clique aqui e aqui) são grupos judaicos como o Blackrock da família Rothschild, Vanguard Group, Credit Suisse, Goldman Sachs, Morgan Stanley, Bank of America – e também a Open Society de George Soros, do qual todos estão carecas de saber.

Para conhecer mais financiadores desse movimento que visa subjugar povos através de desordens sexuais, basta dar uma olhada na imensa lista dos patrocinadores de um grande evento da International Gay and Lesbian Human Rights Commission.

Não à toa Rússia, Polônia, Hungria, entre outros, proíbem tal tipo de manifestação ou apologia a tal comportamento. Eles não estão sendo homofóbicos, mas apenas se defendendo nesta guerra cultural.

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Menina de 13 anos se mata depois dos pais deixarem ela viver como um menino

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Há muita glamourização da ideologia de gênero e uma propaganda midiática imensa sobre o assunto, porém as consequências de tal engenharia social infelizmente são trágicas. Em Trussville, Alabama, uma adolescente de 13 anos que sofria de disforia de gênero deu fim a sua vida no final de maio, pouco depois que seus pais, Erin e Matt Georgia, permitiram que ela se identificasse e se apresentasse a sociedade como um menino. Jane Marie Georgia foi autorizada a começar sua “transição” na sexta série, mudando seu nome para “Jay Griffin”.

Os pais encontraram sua filha morta em seu quarto no último dia 25 de maio. Nos meses que antecederam a morte da pobre menina, ela estava sob medicamentos para ansiedade e depressão.

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Um estudo de 2016 do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati disse que a taxa de tentativa de suicídio entre os jovens que se dizem transgêneros é de 30% ou seja quase um terço tentam se matar.

A mãe de Jane, Erin Georgia, disse – “Não me interpretem mal, eu lamentei a perda de uma filha” – referindo-se à chamada transição de Jane – “mas depois percebi que estava rezando por um filho minha vida inteira. Deus respondeu essa oração, de uma maneira diferente “.

Erin Geórgia também disse que a família foi à igreja em busca de um “espaço seguro”, mas que mesmo as igrejas “acolhedoras” não cumpriam os critérios de serem seguras. “Enquanto Jay estava passando por essa jornada, ele ia para a igreja conosco. A igreja era acolhedora, mas não havia espaço seguro”, continuou ela sem especificar a que igreja iam.

“Eu e Jay íamos para diferentes igrejas para encontrar lugares onde estivesse seguro para nós”, disse ela. “Eu digo ‘nós’ porque muitas vezes me sentia como uma estranha, porque simplesmente eu amo a todos, e isso é muito difícil em um estado cristão do cinturão da Bíblia”.

Erin Geórgia chegou até a sugerir que a eleição de Trump talvez tenha tido algo a ver com as dificuldades da filha: “Provavelmente foi mais difícil desde as eleições (presidenciais)”. Ela absurdamente acha que é “porque os crimes de ódio aumentaram em 20% desde as eleições e as pessoas se sentem mais validadas para serem mais discriminatórias” – preferindo culpar alguém que sequer teve contato com sua filha no lugar de refletir sobre o fato de ter alimentado caprichos que devastam mentes juvenis.

No ano passado, o Colegiado Americano de Pediatras publicou uma declaração que dizia de forma simples e direta: “Condicionar as crianças a acreditarem que uma vida de representação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil”.

A organização pediátrica explicou que os sentimentos das crianças em relação à sua identidade não indicam que elas são verdadeiramente o sexo que elas afirmam pertencer. “Ninguém nasce com consciência de si mesmo como homem ou mulher”, afirmou o grupo. “Esta consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilhado pelas percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas de uma criança desde a infância”.

Pois é aí que a engenharia social da ideologia de gênero atua, tentando impor cada vez mais às crianças noções que as afastem de seu sexo biológico – que é imutável, com suas campanhas e propagandas midiáticas.

Foi lançado recentemente um documentário sobre ex-“transgêneros” que encontraram cura. Eles revelam ao público o rosto do arrependimento dos “transgêneros”, especialmente após a cirurgia. O filme, intitulado TranZformed: encontrar a paz com seu gênero de Deus, foi produzido por David Kyle Foster, que disse que o filme enfatiza a humanidade das pessoas presas no transgenerismo.

“A mensagem do filme é que as pessoas estão muito devastadas, elas precisam de muita ajuda”, disse ele. “E o último tipo de ajuda que eles devem receber não é o que eles estão recebendo”.

Referência:

Church Militant

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Estudante homem se diz “transgênero” e vence competição feminina de atletismo

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Andraya Yearwood é um estudante de primeiro ano na Cromwell High School e ele não seria percebido, não fosse pelo fato de se dizer menina e competir na categoria feminina de atletismo.

O marmanjo que se diz uma atleta transgênero tem bigode e músculos enormes e depois de competir com os meninos e não ter bons resultados, começou a competir contra as garotas.

Entretanto no mundo esquizofrênico atual, em vez de chamarem isso exatamente do que é – um homem disfarçado competindo injustamente contra mulheres – Yearwood está sendo exaltado por sua “bravura”. Porém o fato é que Yearwood correu pela equipe masculina no ensino fundamental, sem grandes resultados, antes da transição onde começou a se dizer menina.

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Foi como descreveu o jornal The Day ao relatar o rapaz destronando a favorita da competição, a atleta Kate Hall:

“No ano passado, Kate Hall não estava segura, ela gostou plenamente de ganhar um campeonato estadual na Classe M como estudante de segundo ano.

Isso deu a Hall, uma estudante do segundo ano de Stonington High School, expectativas ainda maiores para o campeonato de atletismo da Classe M no Willow Brook Park, onde ela estava focada em repetir o rendimento nos 100 metros e também sendo uma das principais promessas nos 200, onde terminou entre as 10 da Nova Inglaterra no ano passado.

Em vez disso, o dia foi de Andraya Yearwood de Cromwell, um calouro que venceu os 100 e os 200.”

Yearwood se diz transgênero e competiu por Cromwell como garota pela primeira vez em 5 de abril, ganhando os dois ‘sprints’ em um encontro triplo contra as escolas de Portland e Old Saybrook. A Conferência Atlética Interescolar de Connecticut “deferiu a determinação do ou da estudante e sua escola local em relação à identificação de gênero”, de acordo com um relato do jornal Hartford Courant sobre Yearwood no início do ano.

“Isso é realmente bom. Estou muito feliz em ganhar ambos os títulos “, disse Yearwood depois do desempenho no encontro da Classe M. “Eu meio que esperava. Eu sempre consegui primeiro, então eu esperava isso até certo ponto… Estou muito orgulhoso disso.”

O tal Yearwood ganhou o 100 metros com 12.66 segundos, Edging Hall, que ficou em segundo lugar cravou 12.83. Yearwood foi primeiro no 200 em 26.08. Erika Michie, da Woodland, ficou em segundo lugar com 26.38 e Hall, campeã da Conferência do Leste de Connecticut foi a terceira, com 26.65.

Yearwood reconheceu a atenção que “ela” recebeu por ser um transgênero competindo nos esportes e disse sobre ser transgênero – “Espero inspirar as pessoas, mas não só com o atletismo. Espero que inspire as pessoas a não se reterem apenas porque têm medo disso ou é a sua primeira vez fazendo isso, ou por causa da negatividade de outras pessoas “.

Já a mãe do atleta colocou panos quentes – “Eu sei que eles vão dizer que é injusto e não certo”, disse a mãe de Yearwood, Ngozi Nnaji. “Mas o meu contra-argumento  para isso é: “Por que não? Ela está competindo e praticando e dando tudo de si, executando com base na excelência e suas habilidades. Deixe isso ser o suficiente. Deixe-a fazer isso e se orgulhe disso.”

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Yearwood a esquerda e Kate Hall a direita – observe a diferença de massa e musculatura.

Kate Hall é uma atleta feminina excepcional que deve competir apenas contra mulheres. Ela está perdendo os prêmios que ela merece porque o politicamente correto tomou de assalto a sociedade. No futuro, rirão da geração atual que tentou se enganar chamando homens de mulheres e vice-versa. Vergonha para o esporte escolar dos Estados Unidos por permitir esta insanidade. Entretanto não é uma grande novidade, pois é da cultura americana que chegam as tendências imperialistas que os progressistas tupiniquins adotam.

Referência:

The Day

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Não é piada! Jornal mais popular da Suécia sugere proibir carros para combater terrorismo

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Não é piada, nem notícia do Sensacionalista – o jornal mais popular da Suécia, o Aftonbladet, sugeriu que carros sejam proibidos em algumas cidades e grandes centros do país, após o atentando da última sexta (7) em Estocolmo que matou 4 pessoas – dois suecos, um britânico e um belga.

A matéria assinada por Eva Franchell – que prega o estatuto do descarramento – já diz no primeiro parágrafo que “carros se transformaram em armas mortais. Eles andam sendo fáceis de roubar e, em seguida, nada é capaz de parar seu avanço”.

O texto ainda cita atentados em outros países onde carros foram os meios usados para a prática do terrorismo –  “Em Nice, Berlim, Jerusalém, Londres e Estocolmo, eles têm sido usados como máquinas eficazes de assassinato, pelos terroristas que desejam matar muitas pessoas”, observa o texto do jornal.

Interessante é que em nenhum momento a jornalista sueca citou os responsáveis por conduzirem os veículos que foram usados nos atentados e seus perfis, interesses e como eles entraram na Suécia.

Então, a conclusão “genial” que a jornalista Eva Francell chegou é que, “se as pessoas no futuro querem proteção, os carros devem simplesmente ser removidos dos locais onde as pessoas se reúnem e dos centros das cidades” – pois – “não é razoável que um grande caminhão seja conduzido diretamente para uma das ruas mais movimentadas de Estocolmo, numa tarde de sexta-feira, antes da Páscoa.”

Francell descreveu como “incrível” ser possível dirigir ao redor da parte medieval da capital sueca e sugeriu a mudança das entregas de lojas e restaurantes para horários onde as pessoas não estejam nas ruas.

“A maioria dos problemas com mobilidade e transporte público podem ser resolvidos com as entregas de lojas e restaurantes acontecendo nos momentos em que as pessoas não estejam nas ruas”, afirmou com seriedade.

A tolice da proposta consiste em uma questão muito simples: caso você remova um meio, uma ferramenta, usada por terroristas, eles criarão ou usarão outras, pois o plano não muda jamais, os meios, sim, podem mudar e serem adaptados a situação. Quem não tem carro mata com…

Para ministra do Meio Ambiente diminuição de carros é questão de gênero

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De acordo com a ministra do Meio Ambiente da Suécia, Karolina Skog, carros são conduzidos em sua maioria por homens e isso é uma forma deles tomarem espaço das mulheres.

“Os carros são conduzidos em grande parte por homens, dando muito espaço aos carros, estamos dando muito espaço aos homens – às custas das mulheres”, disse a autoridade do meio ambiente da Suécia.

A decadência sueca está a vista para que o mundo possa ver. O exemplo sociológico de como uma civilização pode ser arruinada por distorções ideológicas implantadas por forças internacionais está diante de todos.

Referência:

Aftonbladet

Breitbart

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Protesto contra censura da Amazon à livros que negam o holocausto? Manifestantes nus fazem ato em Auschwitz

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Uma coisa insólita aconteceu no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, na última sexta-feira (24): cerca de 12 pessoas, todas nuas, sacrificaram uma ovelha e acenderam uma fogueira, no famoso campo de concentração, bem em frente ao famoso portão com a frase, “Arbeit Macht Frei” ou “O Trabalho te liberta”.

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As motivações do ato não ficaram claras porém o jornal judaico mais antigo dos Estados Unidos, o Daily Forward, sugeriu que o protesto poderia estar associado a Ucrânia. Porém não há muita lógica em protestar pela Ucrânia em Auschwitz.

A explicação mais coerente seria que o protesto se deu contra a decisão da Amazon de retirar e proibir em suas lojas centenas de livros que questionam vários aspectos e dados da narrativa oficial sobre o holocausto.

Talvez os manifestantes tenham acendido uma fogueira para simbolizar a “queima de livros” por parte da Amazon. Talvez eles tenham abatido uma ovelha para simbolizar a “matança do cordeiro” (o assassinato de sua capacidade de pensamento livre e também o gesto que religiosamente realmente significa holocausto). E, provavelmente, tiraram suas roupas para simbolizar sua crença, de que a “verdade nua” sobre Auschwitz, é que lá era um campo de trabalho, não um campo de extermínio, e que suas únicas câmaras de gás tinham como objetivo desinfetar roupas, roupas de cama e matar piolhos, não seres humanos .

Assumindo tal interpretação a pergunta que fica é: por que os manifestantes se esconderam por trás de um simbolismo bizarro e opaco em vez de simplesmente dizerem o que queriam?

Talvez para evitar a prisão, a perseguição, as penas e a destruição de suas perspectivas de carreira? Tais coisas tendem a acontecer com qualquer pessoa que questione abertamente a história forçosamente estabelecida do holocausto.

Quando o debate livre e aberto é proibido, a emoção tende a tomar o seu lugar. Desde que a liberdade de expressão foi reduzida em tantas questões relacionadas ao sionismo – incluindo o revisionismo do holocausto, as ataques de falsa bandeira e o poder dos banqueiros internacionais – a pressão que continua a se acumular em torno desses tópicos está crescendo e pode explodir na população a qualquer momento.

Se explosões de sentimento anti-judaico finalmente entrarem em erupção, os censuradores, patrulheiros e perseguidores terão uma grande parte da responsabilidade.

Referência:

Veterans Today

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Universidade católica vai investigar professor após ele dizer que aborto é “assassinato”

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Um professor da Universidade Católica de Lovaina (UCL), na Bélgica, está enfrentando a reação do corpo de funcionários da universidade porque distribuiu um documento de 15 páginas, a cerca de 100 estudantes de engenharia do primeiro ano, com argumentos filosóficos onde chamou o aborto de “assassinato”.

Stéphane Mercier não recebeu uma sanção ainda, mas as autoridades declararam em uma nota no site da universidade que estão avaliando o conteúdo de seu texto para determinar se ele foi realmente usado como parte do seu curso de filosofia. De qualquer maneira, absurdamente, a UCL dissociou-se da postura do professor Mercier contra o aborto, chamando-a de “contrária aos seus valores”.

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O caso foi levado ao conhecimento do público pela Synergie Wallonie, uma associação belga para a promoção da igualdade de gênero. O seu objetivo é “promover a integração da perspectiva do gênero, promovendo sempre o respeito pela diversidade e a necessidade do pensar para cada categoria de cidadãos” (idosos, jovens, deficientes, imigrantes, homossexuais), mas pelo visto aprender a lidar maduramente com argumentos contrários não parece ser seu forte.

O “alerta” da Synergie Wallonie recebeu uma resposta imediata dos funcionários da UCL.

Tania van Hemelryck, assessora especial do presidente da universidade sobre política de gênero, falou à televisão belga em nome da universidade, dizendo: “As autoridades querem saber o status exato do texto e como ele foi usado durante este curso, Em qualquer caso, a UCL defende o direito fundamental ao aborto e, em particular, o direito das mulheres de escolherem”, disse a representante do que era para ser uma Universidade Católica

Assim, a universidade “católica” não só apoia o aborto, mas o faz da maneira mais radical imaginável ao descrever o aborto como um “direito fundamental”. Um direito fundamental é um direito que ninguém pode contestar e que é válido para todos – como este caso demonstra.

A declaração oficial publicada pela UCL em seu site diz basicamente a mesma coisa, tratando o assassinato de crianças nos ventres como um dogma:

“Seja qual for o resultado do inquérito, o direito ao aborto está consagrado no direito belga e o documento que foi levado à atenção da UCL está em desacordo com os valores defendidos pela universidade. Persuadir os pontos de vista que contradizem esses valores no quadro de um curso de ensino é inaceitável “, afirmou intolerantemente a nota.

Ora, onde já se viu uma universidade séria castrar debates que envolvem a concepção da vida? E o pior de tudo, se dizendo católica?

O texto de Mercier, distribuído aos cerca de 100 estudantes de engenharia que fazem um curso de filosofia no seu primeiro ano na UCL, tem o título: “Filosofia para a vida: contra o chamado ‘direito de escolher’ o aborto”. Os alunos adquirem raciocínio filosófico para “tentar chegar à verdade sobre uma questão grave”, que requer “ouvir todos os lados”. “Somente os loucos e as crianças mal educadas tapam os ouvidos e começam a gritar quando ouvem algo que desagrada ou os irrita”, escreveu Mercier nos primeiros parágrafos de sua exposição.

Seu texto não é nem de teor religioso ou de caráter militante, argumenta ele. É um argumento unicamente racional que aceita a crítica racional.

“Recusar o debate (…) é perigoso; proibir o debate é típico do totalitarismo; É também um sinal de medo: quem iria querer impedir alguém de argumentar racionalmente, que não uma pessoa que tem medo de descobrir que algumas de suas opiniões são infundadas? Se estou procurando pelo que é verdadeiro, ou tem uma boa chance de ser verdade, devo ser capaz de ouvir os argumentos que me são apresentados, aceitá-los se forem bons e rejeitá-los se forem errôneos ou enganosos. Recusar tal estado de espírito é adotar a postura do fanático, preocupado não com a verdade, mas com o triunfo de sua opinião, qualquer que seja o preço”, pontuou brilhantemente Stéphane Mercier.

O objetivo de Mercier era fazer com que seus alunos pensassem, e debater se eles escolhessem fazê-lo. Mas mesmo o debate sobre a questão do aborto está agora proibido em muitos países, como Bélgica e França – mesmo em uma universidade católica em um país cujo soberano é católico.

Mercier produziu um papel bem fundamentado, inspirado em grande parte, escreve ele, pelo filósofo americano Peter Kreeft. Sua qualidade intelectual, provavelmente, explica o tumulto com o qual se deparou. Seu argumento principal é simples: se o embrião humano é perfeitamente individualizado como pessoa humana, é um membro de nossa espécie, um ser inocente que não deve ser morto. Ele aborda muitos dos argumentos habituais em favor do aborto legal e, em seguida, demole-os com lógica simples e fatos científicos.

Pouco importa se a criança no útero da mãe está “completamente desenvolvida ou não”, explica o texto. “Nem também está uma criança de cinco anos”. Se é moralmente errado matar uma pessoa inocente, então “matar uma criança no estágio embrionário ou fetal no ventre de sua mãe está errado, assim como é errado matá-la se tem cinco anos. Sempre. Em todo caso. Assim como o estupro. A violação é moralmente errada em todos os casos. Não há circunstâncias que possam tornar esse ato bom, ou mesmo simplesmente aceitável. Quando falamos de aborto ou de estupro, estamos falando de um ato que chamamos intrinsecamente errado, um ato que é errado em si e por si mesmo. É moralmente mal de si mesmo, quaisquer que sejam as circunstâncias.”

E aqui estão as palavras que provocaram a histeria da mídia na Bélgica e outras mais: “A verdade é que o aborto é o assassinato de uma pessoa inocente. É mesmo um homicídio particularmente repugnante, porque o inocente em questão é indefeso. (…) Hoje em dia ouvimos algumas pessoas dizendo, por exemplo, que a nível pessoal eles condenam o aborto como sendo imoral, mas que nunca lhes ocorreria torna-lo ilegal. Tal raciocínio é surpreendentemente absurdo, se alguém se preocupa em pensar nisso. (…) Imaginem que o mesmo indivíduo deve declarar que, a nível pessoal, considera que o estupro é realmente imoral, mas que, «para respeitar a liberdade de cada pessoa» (excepto, talvez, a da vítima), não deve ser tornado por isso algo ilegal. Absurdo, obviamente! Bem, se o aborto é assassinato, como já dissemos, não é mais grave, até, que o estupro? A violação é imoral e, felizmente, também é ilegal. Não deveria o aborto, que é ainda mais imoral, ser ainda mais ilegal? ”

As manchetes na Bélgica bradavam indignadas: “Um professor na UCL considera o aborto como pior do que estupro!”

Uma estudante da UCL foi citada dizendo: “Isso me choca, especialmente porque nas aulas de filosofia, você tenta pensar, refletir e abrir sua mente”. Não estava claro se ela havia lido o texto de Stéphane Mercier.

Um site de notícias para jovens, newsmonkey.be, alertou seus leitores contra uma publicação “bastante ofensiva” circulando na Internet, dando a palavra a Baptiste Dethier da Synergie Wallonie, o denunciante original. “Segundo Baptiste, o autor afirma que o aborto representa ‘a cultura da morte’ sem jamais recorrer a argumentos sólidos e o que é ‘mais perigoso’, diz ele.

Este texto não fornece uma avaliação crítica da questão e não está aberto a discussão. Pelo contrário, para colocar como Baptiste Dethier: “É muito difícil para os alunos no primeiro ano, aos 18 anos, adotar uma visão crítica da questão e ser capaz de trazer contra-argumentos”.

Lembrando que isto só está ocorrendo em uma universidade católica que continua a ostentar sua identidade religiosa. Tem quatro órgãos de governo, dos quais o primeiro é o “Conselho de Governadores: o arcebispo de Mechelen-Bruxelas e os bispos residenciais de Valônia. O arcebispo de Mechelen-Bruxelas, que também é o chanceler universitário, que preside o conselho “, segundo o site da UCL.

Em seu site, a UCL também se denomina “força estabilizadora em um mundo incerto”.

“Os valores em que a visão da UCL se baseiam são a abertura aos outros e às diferenças, a solidariedade, a liberdade e o respeito. A faculdade desfruta de liberdade acadêmica consagrada na Constituição, especificamente, a liberdade de pensamento na busca da verdade e chegou cientificamente e livre da influência indevida das tendências atuais. UCL é um espaço humano cosmopolita e intelectual cuja diversidade estimula encontros entre pessoas de diferentes origens e com o próprio mundo no espírito de discussão racional e enriquecimento mútuo. Sua tradição cristã é uma herança viva, uma força motriz de um autêntico pluralismo que beneficia e respeita todas as pessoas, independentemente de suas crenças “.

Exceto aqueles que acreditam que o aborto é assassinato?

Referência:

Life Site

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