Sionismo

Israel está armando 7 grupos terroristas diferentes na Síria, admite jornal israelense

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Um dos jornais mais populares de Israel, o Haaretz, admitiu que Israel fornece armas, munições, roupas, medicamentos e bastante dinheiro a sete grupos terroristas – que o jornal preferiu chamar de “rebeldes” – na Síria. A publicação expõe que o apoio aos grupos radicais de matriz sunita se dá através das colinas de Golã.

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Ao citar uma publicação da analista judia Elizabeth Tsurkov, que diz atuar na área de direitos humanos e tem acesso aos terroristas dos quais colhe depoimentos, o Haaretz apontou que – “dezenas de rebeldes que falaram com Tsurkov descreveram uma mudança significativa na quantidade de ajuda que recebem de Israel” – revelando que desde o início do conflito os terroristas tinha suporte de Israel, porém ultimamente o auxílio israelense aos grupos aumentou significativamente – e completou –  “além disso, ela [Elizabeth Tsurkov] disse que pelo menos sete organizações rebeldes sunitas no Golã sírio agora estão recebendo armas e munições de Israel, juntamente com dinheiro para comprar armamentos adicionais. (…) Ao mesmo tempo, Israel também aumentou sua ajuda para aldeias controladas pelos rebeldes, incluindo o fornecimento de medicamentos, alimentos e roupas.”

O financiamento e apoio dado aos terroristas na Síria por Israel é uma pauta comum e corriqueira no Panorama Livre, que também já denunciou a convivência pacífica e sem agressões entre israelenses e jihadistas radicais sunitas nas colinas de Golã.

Fato que também é lembrado por Elizabeth Tsurkov e exposto pelo Haaretz ao reconhecer que a fronteira entre Síria e Israel está cheia dos ditos “rebeldes” – “o establishment de defesa israelense os classifica como “habitantes locais”, eles controlam a maior parte da fronteira sírio-israelense, além de duas áreas – uma área controlada pelo regime no norte do Golã e uma seção no sul do Golã controlada por uma filial do Estado islâmico, Jaysh Khalid ibn al-Walid.”. Todavia o jornal e a analista tentam vender que esses grupos “rebeldes” combatem o Estado Islâmico, o que é uma piada de mal gosto, visto que na região os ataques são feitos unicamente contra as forças do regime sírio de Bashar al-Assad, não havendo registro algum de enfrentamentos entre Israel e os grupos sunitas citados, incluindo o Estado Islâmico.

Bastando lembrar que até o próprio ex-ministro da Defesa de Israel, Moshe Ya’alon, revelou em abril de 2017 que o Estado Islâmico inclusive já pediu desculpas a Israel por ter aberto fogo contra suas unidades nas colinas de Golã.

Tanto que o jornal admite que os supostos enfrentamentos (que não ocorrem) entre Estado Islâmico e os mercenários de Israel “não produziram mudanças significativas nas forças locais”.

A desculpa da vez para apoiar os terroristas na Síria todavia não é mais tirar Assad do poder, que conseguiu se segurar, mas sim conter um suposto avanço do Irã e do Hezbollah que ocorreria pela Síria, não permitindo que a pretensa ameaça se aproxime das fronteiras de Israel.

Outro fator também seria a redução do auxílio americano aos terroristas na Síria. Em janeiro, a administração do Trump fechou o centro de operações da CIA em Amã, capital da Jordânia, que coordenava e ajudava às organizações terroristas ditas “rebeldes” no sul da Síria. Como resultado, dezenas de milhares de mercenários que recebiam apoio econômico regular dos Estados Unidos estão desprovidos desse apoio, então a ocupação sionista de alguma forma está buscando cobrir este buraco.

A Grande Israel

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A Síria faz partes dos planos sionistas que pressupõem a expansão do território de Israel visando criar a Grande Israel cuja área iria do Nilo ao Eufrates. Desta maneira todo o aparato judaico-sionista está engajado em desestabilizar a região tanto economicamente, diplomaticamente, culturalmente quanto militarmente. Os falsos judeus por trás do plano acreditam dessa forma acelerar a vinda do seu falso messias.

Referências:

Haaretz

War On The Rocks

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Judaísmo

Ativismo judaico na ficção infantil para perverter crianças

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Por: Andrew Joyce

“Desde o início – isto é, a partir da publicação do primeiro livro especificamente para crianças – a intenção era dar forma e moldar a mente para aceitar padrões de comportamento”.
Saul Braun, The New York Times, 7 de junho de 1970.

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Este artigo é fruto de uma pesquisa originalmente conduzida para um outro artigo recente intitulado “Judeus, Obscenidade e Sistema Legal”. Dada a quantidade significativa de material descoberto e a singularidade do assunto, decidi que havia material suficiente para um artigo dedicado a literatura infantil. Durante a pesquisa sobre o ensaio de obscenidade, consultei a lista dos “Top 100 livros banidos/questionados entre 2000-2009” da Associação Americana de Bibliotecas (AAB) com objetivo de avaliar a natureza e a extensão da presença judaica.

O primeiro fato a se tornar perceptível foi uma presença judaica representativa na produção de livros considerados controversos ou perversos pelos pais, escolas e outras instituições. Os judeus são notoriamente tímidos no recenseamento, provavelmente estão em algum lugar entre 2,2% a, no máximo, cerca de 5% da população americana segundo o Pew Research Center.

Mesmo aceitando algum grau de verdade no argumento apologético de que os judeus são desproporcionalmente atraídos pelas profissões literárias (para não falar de seus motivo), poderia se esperar muito generosamente uma representação judaica em cerca de 10 livros na lista da Associação Americana de Bibliotecas (AAB).

No entanto, minhas verificações biográficas sobre todos os autores da lista, algumas das quais foram indeterminadas, revelaram que 22 livros na lista da AAB foram escritos por 17 escritores judeus. [1]

Os judeus estão, assim, significativamente sobre-representados na produção de literatura contemporânea considerada como oposição pela cultura que os cerca, e estão ainda mais radicalmente representados quando obras antigas, de autores não-judeus, como as “Aventuras de Huckleberry Finn” (agora frequentemente considerado “racista”) não são levadas em consideração. Uma vez que a maioria das inscrições na lista (de banidos e questionados) eram livros infantis e tendo em conta minhas descobertas anteriores sobre a manipulação judaica da demanda de “livros diversos” no sistema escolar, ocorreu-me que a literatura infantil é uma frente importante, mas às vezes negligenciada no conflito cultural que vemos ser jogado diariamente.

Este artigo pretende, portanto, ser uma breve introdução a algumas das personalidades e temas mais relevantes na área do ativismo judaico esquerdista na ficção infantil.

Um grande ativismo radical judaico na esfera cultural vem sob o guarda-chuva da relação geral entre judeus e a esquerda. Esta relação pode historicamente ser entendida como envolvendo a inovação judaica as causas sociais ou o apoio a causas sociais, culturais e políticas suscetíveis a enfraquecer as estruturas culturais da sociedade que lhe acolheu e torná-la mais favorável aos interesses judaicos.

No capítulo intitulado “Judeus e a esquerda” no livro Cultura da Crítica (p. 50), Kevin MacDonald cita Stanley Rothman e S. Robert Lichter, que observaram em sua obra Raízes do Radicalismo: judeus, cristãos e a Nova Esquerda (1982) : “Seja qual for a sua situação … em quase todos os países sobre os quais temos informações, um segmento da comunidade judaica desempenhou um papel muito importante nos movimentos destinados a minar a ordem existente”. MacDonald argumenta que as divergências superficiais entre religião judaica e agendas radicais são negadas pelo fato de muitos radicais étnicamente judeus terem persistido em aderir a uma forte identidade judaica e muitas vezes perseguiram explicitamente os interesses judaicos. MacDonald escreve (p. 51): “A hipótese de que o radicalismo judaico é compatível com o judaísmo como estratégia evolutiva de grupo implica que os judeus radicais continuam a se identificar como judeus”.

 

Eu argumento que o material apresentado neste ensaio deve ser visto firmemente dentro do mesmo quadro teórico proposto por MacDonald. Por exemplo, vários dos escritores judeus considerados neste apanhado são homossexuais, socialistas radicais e feministas. Uma desculpa comum dos “judeus da direita” é que tais figuras são um anátema para o judaísmo ou que, como adeptos do movimento da reforma, etc., não representam os “judeus verdadeiros”. A afirmação aqui é que a situação é justamente a oposta, e ressalto que muitos desses escritores estão manifestamente comprometidos com a tradição judaica e com o grupo judeu.

 

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Excelentes estudos de caso a este respeito podem ser encontrados em escritoras feministas lésbicas judias – figuras que, na superfície, são pelo menos incompatíveis com uma estratégia evolutiva de grupo. Afinal, como as mulheres que perderam pessoalmente sua reprodutividade deveriam se envolver em uma luta darwiniana? No entanto, a história nos diz que tem sido bem possível que os celibatários judeus e os homossexuais contribuam de alguma forma para o avanço do grupo.

Um exemplo útil é minha própria revisão recente do trabalho de R.A. Maryks, “Ativismo Judaico na Ordem dos Jesuítas”, um cenário em que os homens judeus trocaram possibilidades reprodutivas por influência política, social e cultural destinadas a beneficiar a comunidade de conversos do início da Espanha moderna. Da mesma forma, a estudiosa judaica Sylvia Fishman aponta em Follow My Footprints: Changing Images of Women in American Fiction (1992) que “uma quantidade significativa de escritoras lésbicas judias estão profundamente comprometidas com a população judaica e a sobrevivência judaica”. [2] Um exemplo particularmente interessante de uma judia feminista radical é Betty Friedan (nascida Bettye Naomi Goldstein), a ativista por trás do “Feminismo da Segunda Onda” que “confessou sempre ter tido” sentimentos muito fortes “sobre sua identidade judaica” e viu o feminismo em parte como um meio de chegar mais perto do judaísmo e de sua identidade como judia. [3]

Tais ativistas judeus radicais voltarem sua atenção para a cultura das crianças e a educação também não é algo surpreendente. Os intelectuais judeus, nas últimas décadas, aderiram a ideia de que as atitudes nativistas e/ou anti-judaicas estão a par com uma doença altamente infecciosa – com a inoculação sob a forma de um tratamento “educacional” agressivo, em uma tenra idade, visto como um remédio seguro para os males captados de uma “sociedade intolerante”.

Embora a ideia de que as atitudes anti-judaicas sejam uma forma de doença com raízes na infância se volte para Freud, ela permanece atual nos principais círculos políticos e acadêmicos judeus. Tomemos, por exemplo, as observações de encerramento da obra “Judeus e o dinheiro: A História de um Esteriótipo”, de Abraham Foxman, onde pais e professores são instados a “tentar ajudar a próxima geração a crescer mais livre contra a infecção da intolerância” [4] – o objetivo sendo, como o Sr. Foxman já havia articulado, “tornar a América tão fácil de ser usada quanto possível para os judeus”. O livro “Antisemitismo: uma doença da mente” de Theodore Isaac Rubin, descreve o sentimento anti-judeu como uma “doença contagiosa e maligna” e conclui afirmando: “é necessária uma aplicação extremamente ativa de compreensão e educação para encurralar a doença.

O checkmate e a erradicação são extremamente difíceis e provavelmente só são possíveis se aplicadas quando muito jovem antes das raízes da doença se estabelecerem.” [5] Para Rubin e a ADL, a solução para o problema de solidariedade e da tradição na população que está envolta exige “profilaxia” e “abordagens às crianças”. De fato, o tomo “Anti-Semitismo na América” (1979) patrocinado pela ADL conclui que “é evidente que as escolas são o agente mais adequado e potencialmente efetivo para realizar a estratégia de instrução já delineada”. [6]

A literatura infantil, portanto, seja para entretenimento ou educação, seria um canal óbvio através do qual os judeus poderiam avançar idéias ou encorajar comportamentos susceptíveis de beneficiar interesses judaicos. Pode-se também prever razoavelmente, com base em precedentes históricos pela forma dos movimentos intelectuais judeus (particularmente o multiculturalismo, a sexologia, a antropologia boasiana, a psicanálise e as teorias da Escola de Frankfurt), que tais idéias girariam em torno de noções como pluralismo étnico e sexual e crítica e desconstrução da estrutura familiar tradicional de não-judeus. Na verdade, pode-se esperar que os autores contribuintes [desta estratégia] tenham afiliações sobrepostas à psicanálise e ao socialismo radical. Tais previsões são amplamente confirmadas nos resultados apresentados abaixo.

Uma das figuras mais interessantes nesta área da atividade cultural é Lesléa Newman, uma feminista lésbica e judaica que tem a duvidosa distinção de escrever um dos livros infantis mais controversos das últimas décadas, ao mesmo tempo em que produz uma série de livros para crianças judaicas que promovem a tradição, cultura e valores judaicos. Em 1989, depois de ter sido rejeitado por quase todos os editores mainstream e junto com a patrocinadora co-étnica Tzivia Gover, Newman publicou por si própria, Heather Has Two Mommies (Heather tem duas mães), descrito como “o primeiro livro de crianças com temas lésbicos já publicado”. Newman lembra: “Pessoas ficaram com medo de publicar ‘Heather’, apesar de haver uma necessidade disso. Ninguém tocaria nisto. Mas nós fomos mulheres judias ferozes.” O trabalho de Newman foi colocado como o 11º livro mais desafiado da década de 1990 pela Associação Americana de Bibliotecas.

No entanto, em comum com as reações ao ativismo judaico em outras esferas culturais, sociais e políticas, a resposta ao trabalho de Newman foi turbulenta, mas faltava foco; faltava a percepção de que isso não era exclusivamente parte de uma agenda homossexual, havendo pouca ou nenhuma compreensão do elemento judaico envolvido.

Jewish Telegraphic Agency (Agência Telegráfica Judaica) noticiou que “o chefe de um distrito escolar no Queens declarou ‘guerra’ ao livro e enviou carta aos pais advertindo que seus filhos seriam ensinados sobre sodomia. (…) O presidente distrital enviou mais de 30.000 cartas aos pais, que criticam o livro como ‘propaganda homossexual perigosa’. Em um ponto, Newman foi descrito como ‘a escritora mais perigoso da América'”.

O que muitos opositores do livro perderam de vista, no entanto, era que sua autora é uma forte promotora do tradicionalismo e da comunidade – só que do tradicionalismo e da comunidade judaica. Ao contrário de “Heather tem duas mamães” e livros posteriores como “The Boy Who Cried Fabulous” (2004), “A Fire Engine para Ruthie” (2004), “Momma, Mama e Me” (2009), “Daddy, Papa e Me” (2009), “Donovan’s Big Day” (2011) e “Sparkle Boy” (2017), que trouxe a tona homossexualidade, disforia de gênero e até a AIDS para a massa leitora de crianças, Newman publicou uma série de livros de nicho infantil para sua própria comunidade, oferecendo um tratamento convencional e tradicional de festivais judaicos desprovidos de qualquer desses temas: “Matzo Ball Moon” (1998), “Runaway Dreidel” (2002), “The Oight Nights of Chanukah” (2008), “A Sweet Passover” (2012), “My Name is Aviva” (2015) e “Hanukkah Delight” (2016) apresentam famílias judias tradicionais sem uma sugestão de pluralismo sexual ou cultural. Os livros foram altamente elogiados como obras tradicionais e favoráveis ​​à família pelo Jewish Book Council.

Que Newman produziu conscientemente ou inconscientemente um corpo de trabalho tão segregado em sua forma temática não é algo surpreendente no quadro de perfídia e de engano dos judeus. O fator crucial aqui é que a identidade judaica é parte integrante do senso de ser e pertencer de Newman, e é algo pelo qual ela se sente muito protetora.

Na verdade, na nossa tentativa de avaliar a verdadeira força motriz psicológica por trás da produção e divulgação do antigo corpo de trabalho, vale a pena recordar a descrição de Newman de si mesma e de Gover não como feministas ou lésbicas, mas como “ferozes mulheres judeus” (ênfase adicionada ). Seria plenamente justificavel perguntar por que, tendo em conta o contexto aparentemente não étnico e não religioso das origens da personagem ‘Heather’, Newman colocaria maior ênfase em sua própria etnia. Minha própria interpretação é que, como homossexual, Newman é uma espécie de indivíduo isolado dentro do grupo étnico judaico que, conscientemente ou de outra forma, busca avançar nos interesses de sua co-etnia, “usando como arma” sua sexualidade e dirigindo seu ativismo exclusivamente contra a “sociedade”, mas não dentro da sua própria comunidade.

Obviamente, encontramos exatamente as mesmas incongruências entre as feministas heterossexuais que, em seus trilhos fervorosos contra o patriarcado, permanecem curiosamente, por unanimidade, em silêncio sobre os aspectos patriarcais do judaísmo e da cultura judaica.

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Com duas entradas na lista de banidos ou questionados da Associação Americana de Bibliotecas, Robie Harris é outro excelente exemplo do ativismo judaico na ficção infantil, tendo ela nascido em uma família judia ortodoxa. O texto mais desafiado de Harris, “É perfeitamente normal” (1994), um livro descrito pela revista Kirkus Review como demonstrando o desejo de Harris de “apresentar mais diversidade étnica e sexual do que o Curriculum Rainbow da cidade de Nova York jamais barganhou”.

Harris efetua isso apresentando crianças pré-adolescentes a múltiplos atos sexuais, transexualismo, homossexualidade e AIDS. Em 1996, “É perfeitamente normal” foi denunciado em Washington porque o “livro é um ato de encorajamento para que as crianças comecem a desejar prazeres sexuais (…) e é um claro exemplo de pornografia infantil”. Em 1999 Harris publicou “It’s So Amazing”, que foi igualmente denunciado por pais e escolas, alegando que estava introduzindo crianças de dez anos à “relações sexuais, masturbação, aborto e homossexualidade”.

Em 2012, Harris provocou mais controvérsia com a publicação de “Who’s in My Family”, que “conta a história de mudar as estruturas familiares, de famílias birraciais a famílias homossexuais “. De considerável  interesse maior é quem está na própria família de Harris, uma larga rede de famílias uniformemente judaicas [nada multicultural ou diversificada]. Na verdade, a prima de Harris, Elizabeth Levy, também é uma autora infantil. Levy é mais conhecida por sua série “Something Queer”, publicada entre 1973 e 1997, que contou a história das aventuras de duas jovens com um texto lésbico mal disfarçado (para quem perdeu o título de duplo sentido). Em 1981, Levy abandonou a sutileza em conjunto com a publicação de “Come Out Smiling”, um conto sórdido destinado a adolescentes e a explorar relacionamentos lésbicos de uma menina no acampamento de verão. O vilão da obra é um pai branco “homofóbico” contra quem as meninas devem “bravamente” lutar.

Tudo isso não quer dizer que o empurrão da diversidade sexual e étnica ou o minar das representações tradicionais da masculinidade na ficção infantil tenham sido a única reserva das mulheres judaicas. O “The Sissy Duckling” de Harvey Fierstein (2002) destina-se a crianças de 5 a 8 anos e “conta a história de Elmer, um patinho que é ridicularizado por ser um “mariquinha”, mas que, em última análise, prova sua “bravura”. Outro trabalho infantil incrivelmente controverso de recentes décadas é o “Two Weeks with the Queen”, publicado por Morris Gleitzman em 1990. Neste trabalho, voltado para crianças de 8 a 12 anos, Gleitzman discute temas como “AIDS, homossexualidade e homicidio”.

Um estudo de caso particularmente interessante é Maurice Sendak , o homossexual judeu escritor e ilustrador para crianças por trás de “Where the Wild Things” (1963). Sendak entrou na lista da AAB com “In the Night Kitchen” (1970), que retrata a jornada de sonhos de um menino em uma cozinha surreal de padeiros onde ele auxilia na criação de um bolo que estará pronto pela manhã. Particularmente controverso foi o fato do menino ser ilustrado por Sendak como completamente nu, e é retratado em uma variedade de cenários que se assemelham, nas palavras do jornalista Saul Braun, a uma “fantasia masturbatória”.

O filho dos judeus poloneses, Sendak confessou em entrevistas ter subtextos judaicos em suas obras, incluindo “In the Night Kitchen”, e às formas pelas quais suas raízes judaicas impactaram sua vida, visões e trabalho. Por exemplo, Sendak afirma que, desde uma idade jovem, ele viu “a raça humana como bastante agressiva e confrontativa”, e pontuou que os padeiros de “In the Night Kitchen” – “com seus bigodes de Hitler – eram uma referência ao Holocausto”. Da mesma forma, nota-se que as ilustrações de Sendak de crianças são “um tanto fortes e semelhantes a gnomos. (…) Suas crianças são escuras, com figuras estampadas – não em seus padrões, do tipo anglo-saxão como Janet e John.” O próprio Sendak afirmou que eles são figuras judaicas, sendo “uma curiosa mistura de lembranças do Brooklyn e a vida fantasiada em Shtetl na Polônia”.

Um autor infantil judeu homem heterossexual que até agora evitou desafios para seu trabalho é Michael Rosen, nascido na Inglaterra de pais judeus com raízes na Polônia, Rússia e Romênia. Ambos os pais eram membros da Liga dos Jovens Comunistas e se opuseram à União Britânica dos Fascistas de Sir Oswald Mosley durante a “Batalha da Rua Cable”. Sua mãe era uma secretária do Daily Worker, o jornal oficial do Partido Comunitário da Grã-Bretanha. O próprio Rosen é fortemente afiliado à esquerda radical, escrevendo colunas para o jornal Socialist Worker e falando em conferências do Partido Socialista dos Trabalhadores. Tendo criado uma carreira razoavelmente bem-sucedida como poeta e autor de crianças, mesmo um olhar superficial sobre o seu corpo de trabalho sugere que sua política se misturou com sua “arte”.

Um dos melhores e talvez os mais sutis exemplos é “This Is Our House” (1996), destinado a pré-escolares. Em essência, este é um conto anti-nativista projetado para dissuadir as crianças de terem “preconceitos” ou qualquer sensação de posse ou propriedade, mas se disfarça como um conto simples sobre o compartilhamento. A descrição do livro afirma: “George diz que a casa de papelão é dele e ninguém mais pode brincar nela. Não é para meninas, pessoas pequenas, gêmeos, pessoas com óculos ou pessoas que gostam de túneis. Mas Lindy, Marly, Freddie, Charlene, Marlene, Luther, Sophie e Rasheda têm outras ideias! Uma por uma, cada criança é recusada a entrar até que as coisas se invertem e George descobre como se sente em sofrer algo injusto. “No decorrer do livro George (representado como branco) joga feliz com uma caixa que ele construiu como “casa”. Mas as outras crianças, metade das quais não são brancas, insistem em que sua “casa” não é apenas sua, mas “pertence a todos”.

Mais recentemente, para crianças de 10 a 12 anos, Rosen é autor de um livro de ficção intitulado “Quem são os refugiados e imigrantes? O que faz as pessoas deixarem suas casas? E outras grandes perguntas” (2016). O livro compara “os efeitos sobre a sociedade da diversidade e interculturalismo com as tentativas históricas para criar uma cultura racialmente “pura”. Isso leva a uma perspectiva internacional … Há também uma atividade de encenação pedindo aos leitores que se imaginem na situação de ter que decidir se devem sair de suas casas e buscar refúgio em um novo país”.

Essencialmente, então, é um exemplo bastante típico de propaganda multicultural. O envolvimento judaico na produção de textos pró-multiculturais de não ficção para crianças é, naturalmente, nada de novo. O primeiro exemplo que pude encontrar (pelo menos no mundo de língua inglesa) é a “Casa de Vidro do Preconceito” de Dorothy W. Baruch (1946). O texto foi descrito pela Kirkus Review no ano de sua publicação como a “primeira abordagem desse tipo para os problemas das minorias, da discriminação racial, da intolerância, baseada em histórias de casos, muitas delas alinhadas com os problemas dos adolescentes. A abordagem da Dra. Baruch aborda o intelecto e as emoções; ela corta o coração da questão… Ela mostrou como os problemas [em torno da imigração] estão enraizados em condições que [a população nativa] deve enfrentar, como insegurança, falsas atitudes, ignorância”. Essas idéias estavam, obviamente, totalmente de acordo com as teorias avançadas pela Escola de Frankfurt.

Antes de concluir, deve-se mencionar o autor mais prolífico na lista da AAB dos livros mais denunciados, entre 2000 e 2009: Judy Blume (nascida Judith Sussman). As três aparições de Blume excedem qualquer outro escritor, enquanto durante o período 1990-1999 teve cinco entradas na lista. Para o período de 1990 a 2004, Blume ficou em segundo lugar apenas com o colega judeu Alvin Schwartz, cujas histórias de terror violentas e explícitas foram consideradas inadequadas para a faixa etária pelo qual ele afirmou escrever. Blume entrou em conflito com pais, escolas e outras instituições porque seus trabalhos contêm conteúdo gráfico sexual e linguagem ofensiva, bem como temas que foram considerados inapropriados para qualquer faixa etária infantil.

Esses elementos estão presentes em todos os livros questionados de Blume, mas para citar apenas dois exemplos, Deenie (1973) e Forever (1975), Blume introduziu na ficção adolescente temas como masturbação compulsiva, gravidez na adolescência, tentativa de suicídio, homossexualidade e conversa sobre doenças sexualmente transmissíveis. Mas como Blume se vê? Um modelo de feminista? Uma igualitarista cultural? Nas suas próprias palavras: “Cultural e espiritualmente, sou uma jovem judia de Nova Jersey”.

Há, naturalmente, muitos escritores mais que podem ser perfilados e muitos mais trabalhos que poderiam ser explorados, mas a intenção deste ensaio foi oferecer uma modesta introdução a alguns dos temas mais pertinentes nesta área da atividade cultural judaica. A afirmação aqui não é que os judeus estejam unicamente por trás do declínio nas normas sociais, culturais e sexuais que historicamente têm sido muito benéficas para a sociedade. Afinal, uma vez que excluímos autores não-brancos da lista de AAB, ainda encontramos cerca de 60% das obras socialmente oposicionistas produzidas por escritores brancos. Há, obviamente, um mercado para esse material, e, como de costume, não faltam pessoas que desejam tirar proveito disso. No entanto, a afirmação aqui é que há evidências significativas de que os indivíduos que se identificam como judeus e se vêem plenamente como membros do grupo étnico judaico, estiveram na vanguarda da erosão cultural, muitas vezes inovando ou atuando como pioneiros na desconstrução das normas da sociedade.

Essencialmente, o que vemos é que escritores como Baruch, Harris, Levy e Newman abriram caminho para que outros ativistas judeus – e não-judeus atípicos – pudessem seguir. É difícil dizer com certeza como as coisas seriam e teriam diferentes resultados sem uma ação tão agressiva dessas “mulheres ferozes” (e homens) auto-descritas, mas se poderia razoavelmente supor que o policiamento moral e normativo seria significativamente mais robusto.

Finalmente, a imagem maior aqui é a doutrinação de nossos filhos. Nesta nota, refiro-me à epígrafe que abriu este ensaio. Em última análise, estamos lidando com materiais projetados para formar e moldar as mentes de nossos filhos para os novos “padrões de comportamento aceitos”. Agora, não estamos longe de um momento em que os contos saudáveis ​​de crianças brancas envolvidas em aventura serão considerados reacionários por causa de seus potencial para incutir o orgulho, ou perigoso porque eles não são tolerantes o suficiente da proliferação multicor, de minorias sexuais e raciais que agora interferem em todos os aspectos da cultura. Nosso desafio nos próximos anos será entrar nesta guerra cultural de forma mais significativa. Isso exigirá o desenvolvimento de uma nova literatura, e eliminando o veneno que está diante de nós.

Referência:

The Unz Review

[1] Avi (aka Edward Irving Wortis), H.G. “Buzz” Bissinger, Judy Blume, Esther Drill, Lois Duncan (Steinmetz), E.R. Frank, Bette Green, Robie Harris, Carolyn Mackler, Johanna Reiss, Louise Rennison, J.D. Salinger, Louis Sachar, Alvin Schwartz, Maurice Sendak, Charles Silverstein, R.L. Stine.

[2] S.B. Fishman, Follow My Footprints: Changing Images of Women in American Fiction (Hanover: Brandeis University Press, 1992), p.50.

[3] F. Klagsbrun, “Marching in Front,” Hadassah Magazine (Nov. 1993), p.24.

[4] A. Foxman, Jews and Money: The Story of a Stereotype (New York: Palgrave, 2010), p.230.

[5] T.I. Rubin, Anti-Semitism: A Disease of the Mind (Fort Lee: Barricade Books, 2009), p.156.

[6] H. Quinley & C. Glock, Anti-Semitism in America (New York: The Free Press, 1979), p.202.

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Sociedade

Líder feminista de marcha contra Trump é acusada de permitir e abafar caso de assédio sexual

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A grande líder feminista e umas das coordenadoras da Marcha das Mulheres contra Trump em Washington D.C., Linda Sarsour, foi acusada de permitir e abafar um suposto assédio e ataque sexual a uma mulher que era sua subordinada na Associação Árabe Americana, de acordo com a própria vítima e outras duas fontes diretamente familiarizadas com o assunto.

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Linda Sarsour discursando na Marcha das Mulheres que protestou contra o presidente Donald Trump, no dia de sua posse. O ato contou com várias entidades financiadas por George Soros e outras fundações americanas.

As alegações de tentativas e movimentos indesejados foram levadas a feminista Sarsour durante seu tempo como diretora executiva da Associação Árabe Americana. Em resposta, Sarsour, uma autoproclamada “campeã das mulheres”, ofendia a moça que fazia as alegações, muitas vezes ameaçando-a e criticando duramente seu corpo, de acordo com fontes ligadas ao assunto.

As alegações mais graves foram abafadas, segundo Asmi Fathelbab, a suposta vítima, porque o acusado era um “bom muçulmano” que estava “sempre na Mesquita”.

“Ela supervisionou um ambiente inseguro e abusivo para as mulheres”, disse Fethelbab, ex-funcionário da Associação Árabe Americana. “As mulheres que colocam ela [Sarsour] em um pedestal para os direitos das mulheres e o empoderamento merecem saber como ela realmente nos trata”.

Asmi Fathelbab é nativa de Nova York e tem 37 anos, sendo criada em uma casa muçulmana. Ela ficou entusiasmada em 2009 por começar a trabalhar na Associação Árabe Americana de Nova Iorque como empreiteira. Na época, Sarsour era o diretora executiva da organização. Fathelbab trabalhou para Sarsour por quase um ano, de acordo com documentos de trabalho revisados ​​e autenticados.

Fathelbab afirma que a Associação Árabe Americana era um local de trabalho inseguro onde ela teria sido sexualmente agredida, envergonhada e intimidada e muitas vezes, Linda Sarsour estava diretamente envolvida, de acordo com ex-funcionários.

Os problemas começaram no início de 2009, quando um homem chamado Majed Seif, que morava no mesmo prédio onde se localizavam os escritórios da Associação Árabe Americana, teria começado a perseguir Asmi Fathelbab.

“Ele se esquivava para mim durante os tempos em que ninguém estava por perto, ele me tocava, você poderia me ouvir gritar no máximo dos meus pulmões. Ele me colocava contra a parede e esfregava a virilha em mim”, disse Asmi Fathelbab.

Asmi afirma que um dos últimos atos favoritos de Majed era se esgueirar em sua direção já com a genitália totalmente ereta.

“Foi nojento. Eu executava o programa de jovens, no prédio e com isso vinha curvando-me e falando com crianças pequenas. Você não tem ideia do que era se levantar e sentir isso atrás de você. Não pude gritar porque não queria assustar a criança na minha frente. Isso me deixou tremendo.”

Um link da página do Facebook de Majed Seif confirmam sua identidade, localização e emprego.

Fathelbab diz que ela foi à liderança da organização para denunciar a agressão sexual. Ela alega que ela foi demitida por Sarsour. “Ela me chamou de mentirosa porque ‘algo assim’ não aconteceria com mulheres que pareciam comigo”, revelou Asmi. “Como ouso interromper sua entrevista na televisão na outra sala com minhas ‘mentiras'”.

Asmi Fathelbab garantiu que Sarsour regularmente a constrangia e permitiu o ataque sexual de Seif. Segundo Asmi Fathelbab, a feminista Sarsour a ameaçou com danos legais e profissionais se ela fosse a público com suas reivindicações de agressão sexual.

“Ela me disse que ele tinha o direito de processar-me por acusações falsas”, lembra Asmi, acrescentando que o assaltante “tinha o direito de estar em qualquer lugar no edifício que ele quisesse estar”.

Desesperada após várias dispensas feitas por Linda Sarsour, a funcionária perturbada contou que foi ao presidente do conselho de administração, Ahmed Jaber.

“Jaber me disse que meu perseguidor era um ‘homem temente a Deus que estava sempre na Mesquita’, então ele não faria algo assim. Ele queria deixar alto e claro que esse cara era um bom muçulmano e eu era um má muçulmana por ‘reclamar'”, expôs Asmi Fathelbab.

Furiosa Linda Sarsour teria agredido Fathelbab por continuar denunciando os ataques sexuais sofridos no prédio. De acordo com Fathelbab, suas alegações resultariam em ações disciplinares. Asmi Fathelbab revelou que uma vez foi forçada a conversar com um detetive da divisão de ligação da comunidade sobre as conseqüências de fazer acusações falsas às autoridades.

Depois que o contrato de Fathelbab acabou, Linda Sarsour teria ameaçado de impedi-la a voltar a trabalhar na cidade.

“Ela me disse que eu nunca mais trabalharia em Nova Iorque durante o tempo que ela morasse lá”, contou Asmi. “Ela manteve sua palavra. Ela fez eu ser despedida de outros trabalhos quando descobriu onde eu trabalhava. Ela me impediu de obter qualquer tipo de emprego estável por quase uma década”, desabafou.

Um trabalhador que falou sob condição de anonimato, afirma que Sarsour era “militante contra outras mulheres” na Associação. O operário, que trabalhou há mais de 12 anos com a Associação Árabe Americana, diz que ele se lembra de Asmi e testemunhou que ela foi assediada no prédio.

“Ela se fez no peso dela, dizendo que ela não era atraente o suficiente para ser assediada e depois a varreu para debaixo do tapete”, disse a fonte. “Foi Linda Sarsour, Ahmad Jaber e Habib Joudeh quem cuidou disso” – revelou a fonte. Habib Joudeh é vice-presidente da Associação Americana Árabe de Nova York.

A fonte até identificou o alegado assaltante de Fathelbab sem ser indagada, “Majed Seif, o homem que morava no prédio”. O operário, que é muçulmano praticante na comunidade, diz que uma cultura tóxica na Associação Árabe Americana levou ao ambiente de assédio.

“Sempre vai ser culpa da mulher lá”, alega. “E Sarsour estava lá para proteger os homens. Ela não é pelas outras mulheres. As únicas mulheres para as quais ela é, é para si”, declarou. “Sarsour é apenas uma feminista exteriormente. Suas interações com as mulheres nesse prédio eram atrozes. Ela protegeria o patriarcado e, em troca, eles a promoveriam”, vaticinou.

Deputado democrata de Nova Iorque pede investigação do caso

O democrata Dov Hikind, através do Twitter, pediu para que todas as pessoas do espectro político dos Estados Unidos buscassem a verdade sobre as acusações feitas contra a feminista Linda Sarsour.

 

Confira na íntegra a carta de Asmi Fathelbab:

“Linda Sarsour supervisionou minha agressão sexual, não aguento mais e observo todos louvarem uma mulher que afirma ser pelos direitos das mulheres e por aqueles que lutam por mulheres quando ela própria permitiu a ocorrência de abuso às mulheres.

O movimento #METOO me irritou porque me deu flashbacks de coisas que ocorreram ao trabalhar sem fins lucrativos em 2009. Em 2009, fui contratado no âmbito da AmeriCorps para trabalhar para a organização sem fins lucrativos Associação Árabe Americana de Nova Iorque, no Brooklyn, onde Linda Sarsour era a diretora interina da organização.

O seguinte me ocorreu durante esse pesadelo de 12 meses chamado trabalho. Eu fui perseguida vindo e indo para o trabalho e dentro do prédio.

Eu reclamei a um supervisor que havia um homem estranho que me perseguia e estava informado de que ele realmente não trabalhava lá, mas viveu no andar superior acima do escritório. Ele se esquivava para mim durante os tempos em que ninguém estava por perto e, dependendo do andar em que eu estava, você poderia me ouvir gritar no máximo dos meus pulmões. Eu era jogada e presa contra a parede por ele. Tinha uma tendência de se esgueirar atrás de mim para me tocar.

Enquanto isso continuava [a ocorrer], a diretora em ação, Linda Sarsour, me dizia várias vezes que eu exagerava, até ameaçando me despedir uma vez, quando ela me ouviu gritar do segundo andar porque este homem saiu do nada e me tocou. De acordo com Sarsour, algo assim não aconteceria com alguém que se parecia “comigo” e ninguém jamais acreditaria em mim se eu alguma vez dissesse o que aconteceu.

Como ouso interromper sua entrevista na televisão na outra sala com minhas mentiras. Fui ao presidente da organização e fui informada de que meu perseguidor era um homem temente a Deus que sempre estava na Mesquita, então ele não faria algo assim e que eu não era seu tipo de qualquer maneira, então estava fazendo coisas porque queria atenção.

Foi-me dito que este era um homem que trabalhou nas Nações Unidas e ficou alto e claro que tudo o que eu estava dizendo para difamar seu nome poderia ser usado contra mim quando quisesse me processar. A perseguição foi pior. Eu estava sob um contrato da AmeriCorps e eles me enviaram uma mensagem perguntando o quanto eu estava gostando do meu trabalho e que avaliasse o quão seguro era, etc. Eu disse a eles a verdade. Eu disse a eles que não me sentia segura. Eu disse a eles que não queria mais estar lá. Eu disse a eles para encontrarem qualquer outro lugar para me colocar. Recebi uma chamada do supervisor de Detroit, onde ela me pediu para contar-lhe em detalhes o que estava acontecendo e me disse que cuidaria disso.

Eu pensei que estava salva e tudo ficaria bem até que recebi uma ligação dele no dia seguinte me chamando de mentirosa, ameaçando cancelar meu contrato e me escrever.

Ao mesmo tempo, Linda Sarsour estava me informando que ela iria ter certeza de que nunca mais trabalharia na cidade de Nova York pelo tempo que ela vivesse ali.

Além disso, naquela tarde eu tive uma visita de um detetive de ligação da comunidade da NYPD (Departamento de Polícia de Nova Iorque). Ele veio ao meu escritório trancou a porta e passou a me dizer que ele estava lá para me prender por fazer uma declaração falsa sobre ser perseguida, sexualmente assediado e agredida. Eu tinha que convencê-lo de não me prender aquela noite e explicar que eu era a vítima. Não sabia o que fazer. Eu já tive vários trabalhos que eu deixei de ir desde então, quando ela descobriu que eu estava trabalhando lá.

Muitas pessoas me disseram que eu não estava desempregada por causa do que eu fiz nesse trabalho. Tudo o que eu queria era sentir-me segura e não se preocupar que algum perseguidor estivesse se empenhando contra mim, então eu estava plenamente consciente de que ele estava ereto. Eu queria poder ir para casa sem as preocupações dele me esperando para me agarrar na minha casa para me estuprar.

Eu tive vários empregos políticos onde Sarsour disse aos candidatos que se eles queriam ganhar o voto muçulmano, eles teriam que demitir-me e contratá-la, porque eu era a pessoa mais odiada dentro da comunidade muçulmana em toda a cidade de Nova York.

Não consegui obter um emprego estável desde 2009 porque a AmeriCorps decidiu que não devia estar dentro do programa por causa da horrível escrita que obtive com meus supervisores. Esta não é a única história pertencente a Sarsour sobre o que ela faz às mulheres. Esta é uma das muitas. Eu não posso ficar de pé e ver as mulheres colocando-a em um pedestal e não saberem a verdade. Aqui está a verdade: se você estivesse na frente de Linda Sarsour sendo assediado sexualmente, ela não iria ajudá-la, ela tentaria calar você para não se queixar. Eu sei pois isso aconteceu comigo.”

Referência:

Daily Caller

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Geopolítica

“Os Estados Unidos invadiram o Afeganistão para proteger a indústria da heroína” – revela analista

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Os Estados Unidos invadiram o Afeganistão com intuito de explorar a indústria do ópio e da heroína e atualmente fazem cerca de 1,5 trilhão de dólares por ano com essa atividade, foi o que revelou o Dr. Kevin Barrett, americano, analista acadêmico e político, da Universidade de Wisconsin.

Marines in Poppies

A análise foi feita após o general do exército dos Estados Unidos, John Nicholson, comandante das forças de resolução e apoio dos EUA no Afeganistão, anunciar na última segunda-feira (20) que jatos americanos alvejaram instalações de produção de drogas no Afeganistão pela primeira vez desde a ocupação americana, sob uma nova estratégia destinada a cortar o financiamento do Talibã.

Os ataques aéreos foram realizados no domingo na província de Helmand, acrescentando que militantes talibãs geram cerca de 200 milhões de dólares por ano com o cultivo de papoula e produção de ópio. O general Nicholson disse que o exército dos EUA realizou os ataques sob uma nova estratégia de guerra para o Afeganistão prescrita em agosto pelo presidente Donald Trump.

Lembrando que os Estados Unidos ocupam o Afeganistão desde 2001 e muitas denúncias anteriores já davam conta do interesse ianque na produção de ópio naquele país e até na região. Em 2011, por exemplo, a Rússia questionou o porquê dos Estados Unidos não darem fim as plantações de papoulas de ópio.

Em relação ao tema o Dr. Kevin Barrett é enfático e expõe que o maior interesse dos Estados Unidos na área é a produção da droga.

“Este último anúncio dos militares norte-americanos de que a nova estratégia envolve bombardeio de laboratórios de drogas é bastante humorístico, dado que os EUA foram para o Afeganistão, na realidade em grande parte, para proteger a indústria de heroína”, disse o Dr. Barrett a emissora iraniana Press TV na última segunda-feira (20).

“Assim como a Guerra do Vietnã foi fortemente impulsionada pelo fato de que naquela época a maioria da heroína do mundo era proveniente do Triângulo do Ouro – Vietnã, Laos e Camboja – hoje o epicentro de heroína se mudou para o Afeganistão – as áreas de interesse da CIA” complementou  o especialista.

“O Talibã obstruiu a produção de opio no Afeganistão e isto não era tolerável para o ‘Deep State’, que lucra 1,5 trilhão de dólares por ano com a indústria de heroína, que é movida por baixo dos panos por vários bancos e corporações, alavancando muito mais dinheiro do que isso (200 milhões citados pelo General Nicholson). Então eles invadiram o Afeganistão em grande parte para restaurar a indústria do ópio. Na verdade, não havia ópio sendo produzido antes da invasão dos EUA”, pontuou de forma clara Dr. Barret.

O Dr. Kevin Barrett foi mais longe e detalhou como se deu a implantação e a decolagem da produção de ópio no Afeganistão, tendo tal setor um enorme incentivo por parte das forças americanas.

“A primeira coisa que os EUA fizeram, no primeiro ano, foi liberar todos os senhores das drogas, estabilizá-los e dizer-lhes para plantar. Dentro de dois anos, o Afeganistão estava estabelecendo recordes mundiais ano após ano na produção de ópio, já que as tropas dos EUA guardavam os campos da papoula e apoiaram a criação de uma série de laboratórios que refinavam o ópio para este virar heroína, sendo então [o material] transportado para oeste em Global Hawks – veículos militares dos EUA que podem voar por todo o mundo sem reabastecimento”, expôs Dr. Barret.

Em agosto, Trump anunciou sua controversa estratégia de guerra para o Afeganistão. Em  flagrante contrariedade em relação a suas promessas de campanha que eram sobre acabar com a ocupação de mais de 16 anos no Afeganistão – Trump disse que suas opiniões mudaram desde que entrou na Casa Branca e que ele continuaria a intervenção militar “enquanto verificarmos determinação e progresso” no Afeganistão.

Donald Trump autorizou um aumento de milhares de soldados solicitados pelo general John William Nicholson, que disse precisar de cerca de 16 mil soldados no Afeganistão, com os países da OTAN também se comprometendo a ajudar a compensar a diferença, revelando que tanto o Pentágono quanto a OTAN estão em harmonia com os interesses do já conhecido conglomerado financeiro anglo-americano-israelita.

Trump, que falava contra a guerra do Afeganistão, apelidou a invasão ocorrida a partir do dia 7 de outubro de 2001 de “guerra de Obama” – mesmo esta tendo se iniciado no governo Bush, apesar de Obama ter perpetuado tal ocupação.

De fato o Afeganistão é a prova que quer sejam democratas ou republicanos, os presidentes dos Estados Unidos estão todos nas mãos do cartel judaico situado em Wall Street e Londres que depende do imenso complexo militar-industrial para tocar seus projetos.

Referência:

Press TV

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Sociedade

Estudante homem se diz “transgênero” e vence competição feminina de atletismo

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Andraya Yearwood é um estudante de primeiro ano na Cromwell High School e ele não seria percebido, não fosse pelo fato de se dizer menina e competir na categoria feminina de atletismo.

O marmanjo que se diz uma atleta transgênero tem bigode e músculos enormes e depois de competir com os meninos e não ter bons resultados, começou a competir contra as garotas.

Entretanto no mundo esquizofrênico atual, em vez de chamarem isso exatamente do que é – um homem disfarçado competindo injustamente contra mulheres – Yearwood está sendo exaltado por sua “bravura”. Porém o fato é que Yearwood correu pela equipe masculina no ensino fundamental, sem grandes resultados, antes da transição onde começou a se dizer menina.

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Foi como descreveu o jornal The Day ao relatar o rapaz destronando a favorita da competição, a atleta Kate Hall:

“No ano passado, Kate Hall não estava segura, ela gostou plenamente de ganhar um campeonato estadual na Classe M como estudante de segundo ano.

Isso deu a Hall, uma estudante do segundo ano de Stonington High School, expectativas ainda maiores para o campeonato de atletismo da Classe M no Willow Brook Park, onde ela estava focada em repetir o rendimento nos 100 metros e também sendo uma das principais promessas nos 200, onde terminou entre as 10 da Nova Inglaterra no ano passado.

Em vez disso, o dia foi de Andraya Yearwood de Cromwell, um calouro que venceu os 100 e os 200.”

Yearwood se diz transgênero e competiu por Cromwell como garota pela primeira vez em 5 de abril, ganhando os dois ‘sprints’ em um encontro triplo contra as escolas de Portland e Old Saybrook. A Conferência Atlética Interescolar de Connecticut “deferiu a determinação do ou da estudante e sua escola local em relação à identificação de gênero”, de acordo com um relato do jornal Hartford Courant sobre Yearwood no início do ano.

“Isso é realmente bom. Estou muito feliz em ganhar ambos os títulos “, disse Yearwood depois do desempenho no encontro da Classe M. “Eu meio que esperava. Eu sempre consegui primeiro, então eu esperava isso até certo ponto… Estou muito orgulhoso disso.”

O tal Yearwood ganhou o 100 metros com 12.66 segundos, Edging Hall, que ficou em segundo lugar cravou 12.83. Yearwood foi primeiro no 200 em 26.08. Erika Michie, da Woodland, ficou em segundo lugar com 26.38 e Hall, campeã da Conferência do Leste de Connecticut foi a terceira, com 26.65.

Yearwood reconheceu a atenção que “ela” recebeu por ser um transgênero competindo nos esportes e disse sobre ser transgênero – “Espero inspirar as pessoas, mas não só com o atletismo. Espero que inspire as pessoas a não se reterem apenas porque têm medo disso ou é a sua primeira vez fazendo isso, ou por causa da negatividade de outras pessoas “.

Já a mãe do atleta colocou panos quentes – “Eu sei que eles vão dizer que é injusto e não certo”, disse a mãe de Yearwood, Ngozi Nnaji. “Mas o meu contra-argumento  para isso é: “Por que não? Ela está competindo e praticando e dando tudo de si, executando com base na excelência e suas habilidades. Deixe isso ser o suficiente. Deixe-a fazer isso e se orgulhe disso.”

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Yearwood a esquerda e Kate Hall a direita – observe a diferença de massa e musculatura.

Kate Hall é uma atleta feminina excepcional que deve competir apenas contra mulheres. Ela está perdendo os prêmios que ela merece porque o politicamente correto tomou de assalto a sociedade. No futuro, rirão da geração atual que tentou se enganar chamando homens de mulheres e vice-versa. Vergonha para o esporte escolar dos Estados Unidos por permitir esta insanidade. Entretanto não é uma grande novidade, pois é da cultura americana que chegam as tendências imperialistas que os progressistas tupiniquins adotam.

Referência:

The Day

Standard
Militar

Exército sírio confisca veículos militares dos EUA em base que era do Estado Islâmico

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As tropas do exército sírio confiscaram uma série de veículos blindados Humvee (HMMWV) fabricados nos Estados Unidos depois de capturarem uma base dos terroristas do Estado Islâmico em Badiyeh (deserto) em na parte oriental de Homs.

Os homens do exército de Assad estavam realizando uma operação de limpeza nas regiões recém-capturadas em Badiyeh quando descobriram vários Veículo Automóvel Multifunção de Alta Mobilidade (High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle HMMWV), comumente conhecido como Humvee, na base do Estado Islâmico.

Os veículos Humvee foram equipados com dispositivos de comunicação e uma série de bombas.

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As forças do exército sírio também se apoderaram de maquetes de veículos blindados, canhões e lançadores de mísseis utilizados pelo Estado Islâmico para enganar aviões de reconhecimento que sobrevoam a região.

É recorrente o uso de armas americanas pelos terroristas 

Em campanhas de grande relevância, desta vez no norte da Síria, em março, as tropas do exército sírio descobriram vários esconderijos do Estado Islâmico com um grande volume de armas e munições fabricadas nos EUA, na província a norte de Aleppo.

De acordo com a filial árabe do Sputnik, uma fonte militar disse que o exército descobriu três esconderijos do Estado Islâmico na província de Aleppo, todos usados pelo grupo terrorista como depósito de armas e prisões temporárias para mulheres – acrescentando que um grande volume de armas e munições, encontradas nos esconderijos eram feitas pelos EUA.

Referência:

Fars News

Standard
Militar

Armas dos EUA e Israel são confiscadas por exército sírio após expulsão de terroristas

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Autoridades e unidades de engenharia do exército sírio encontraram nesta quinta-feira (25) mísseis fabricados pelos Estados Unidos, vários morteiros de Israel e uma enorme quantidade de munição no bairro de al-Waer, na cidade de Homs, enquanto faziam uma varredura após terem expulsado terroristas- possivelmente do Estado Islâmico e frente Al-Nusra – da região.

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Segundo informações do repórter que fez a cobertura para a Syrian Arab News Agency as unidades foram apreendidas dentro dos centros de comando dos terroristas e correspondem a mísseis B10 e LAW, um míssil Cobra, foguetes Katyusha e RPG.

Durante a operação também foram encontrados, cartuchos de morteiros israelenses da IDE (empresa israelense de tecnologia), lançadores de foguetes, máscaras de proteção, binóculos, rifles sniper, fuzis automáticos e grande quantidade de munições e coletes.

Há outras provas da cooperação entre Estados Unidos e Israel com os terroristas na Síria

Em fevereiro de 2016 o Panorama Livre reportou o confisco de uma grande carga de minas letais israelenses, anti-humanas e anti-veículos, em posse do Estado Islâmico. O flagrante se deu no sul da província de Sweida e na ocasião os caminhões apreendidos pelo Exército Sírio também estavam carregados com foguetes, artilharia e morteiros, munições de luz, balas de fuzil e um grande número de granadas.

Já em abril de 2016 outra apreensão, desta vez em As-Suwayda, capturou veículos que carregavam mais minas letais israelenses, além de morteiros, RPGs e granadas – o detalhe é que o armamento continha  instruções em hebraico, sobre como manejar as armas.

Entretanto, o caso mais emblemático se deu em setembro do ano passado quando três mísseis Kalibr disparados pela marinha russa destruíram um centro de comando do Estado Islâmico, na região de Aleppo, na Síria, matando cerca de trinta oficiais, israelenses, britânicos, americanos, turcos, catares e sauditas. Tais oficiais dirigiam operações ao lado de grupos terroristas na região. O caso se deu antes de Aleppo ser libertada o que ocorreu em dezembro de 2016.

Referência:

SANA

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