Europa

Menos de 3% dos imigrantes que chegam a Itália são de fato refugiados – George Soros por trás dos invasores

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De acordo com a agência das Nações Unidas para os refugiados (ACNUR), apenas 2,65% dos imigrantes na Itália ou 4.808 receberam asilo como refugiados, de um total de 181.436 imigrantes que atravessaram o Mar Mediterrâneo rumo ao país em 2016.

Este número não inclui aqueles que foram capazes de entrar no país sem serem detectados, mas apenas aqueles que foram oficialmente registrados por funcionários italianos ou ONGs e a grande maioria permanece no país como imigrantes ilegais e indocumentados.

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Uma estatística perturbadora que recentemente veio à tona revela que metade dos imigrantes que chegam ao país – ou seja  90.334 – nunca pediram asilo, mas desapareceram no país como imigrantes indocumentados, comumente referidos pelos italianos como “clandestinos”.

Os outros 91.902 imigrantes solicitaram asilo e 60% destes (54.252) tiveram as suas petições rejeitadas incondicionalmente. Outros 21% (18.979) foram concedidos “proteção humanitária”, permitindo-lhes uma permissão renovável anual para permanecer no país, e à 14% (12.873) foram dadas “proteção subsidiária”.

Os 4.808 imigrantes que receberam asilo representam 5,28 por cento dos requerentes de asilo e, portanto, apenas 2,65 por cento do total de imigrantes que entram no país durante o ano.

Apesar de a imensa maioria dos imigrantes terem recebido asilo na Itália, menos de 5.000 foram deportados em 2016, o que significa que mais de 175.000 permaneceram no país, a maioria ilegalmente.

Apesar da imigração registrar um recorde no ano passado na Itália, o primeiro trimestre de 2017 teve um salto de 30% em relação ao mesmo período de 2016. Pouco depois, a Itália recebeu mais 8.500 imigrantes em um único fim de semana.

O líder do partido político da Liga Norte (La Lega), Matteo Salvini, anunciou que abriria um processo contra os líderes do governo pela promoção da imigração ilegal no país.

“Agora está claro que a imigração ilegal é organizada e financiada e por isso decidimos apresentar um processo contra o governo, o presidente do Conselho, os ministros e os comandantes da Marinha e da Guarda Costeira”, disse Salvini.

Autoridades apontam George Soros por trás da onda de imigração

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Investigações de autoridades italianas e de outros autores descobriram que ONGs custeadas largamente por George Soros financiam ativamente navios privados para contrabandearem dezenas de milhares de refugiados ilegais do norte da África para a União Europeia através do sul da Itália. O tráfico de seres humanos está ligado às redes de contrabando do Estado Islâmico. Se ocorrer a verificação de tais denúncias por parte das autoridades, isto poderia acarretar em acusações criminais contra tais ONGs.

Carmelo Zuccaro, procurador-chefe de Catânia, na Sicília, testemunhou em uma comissão parlamentar italiana em março deste ano, no que justificou uma investigação oficial sobre o financiamento de uma frota de modernas embarcações privadas pertencentes a ONGs com refugiados no Mediterrâneo.

Ele citou evidências de que traficantes de seres humanos na Líbia e em outros estados costeiros do norte da África, muitas vezes vinculados ao Estado Islâmico ou a outras organizações criminosas, coordenavam o trânsito para a Itália de dezenas de milhares de refugiados ilegais.

Zuccaro relatou ter evidências que os traficantes, em terra ou a bordo das embarcações menores, chamavam diretamente os navios de salvamento maiores, financiados por ONGs, para então organizarem a transferência dos supostos refugiados.

Isto aponta um nível de coordenação enorme entre contrabandistas humanos do Estado Islâmico e a frota de navios financiados por ONGs. As autoridades italianas descobriram até o momento 10 organizações não-governamentais privadas envolvidas, entre elas várias ONGs financiadas pelo judeu húngaro-americano George Soros por meio de sua Open Society Foundation.

O Comissário Europeu para a Imigração, Dimitris Avramopoulos, afirmou que cerca de 80% dos migrantes norte-africanos que chegam à Itália não tinham direito legal a asilo. Muitos foram alegadamente de gangues criminosas que surgiram após a intervenção dos EUA e aliados em 2011 na Líbia, que derrubou Gaddafi, jogando o país no caos.

Em 2016, a rota do tráfico de refugiados pela Grécia foi praticamente fechada, então a rota mudou para o sul da Itália e com o incremento de embarcações modernas fretadas visando transportar milhares de refugiados para a Sicília e outras partes do sul da Itália.

O almirante italiano Enrico Credendino, comandante da Operação Sophia, disse que os navios das ONGs se aproximam da costa da Líbia para atrair barcos de imigrantes na escuridão da noite – “A noite eles usam grandes holofotes; os traficantes os vêem e enviam os barcos ligeiros (que transportam imigrantes) para as luzes”, revelou – em seguida, eles são levados a bordo dos navios maiores pertencentes as ONGs para a viagem com destino a Itália.

As ONGs de Soros colaboram com traficantes de pessoas do Estado Islâmico

Tais investigações italianas deixam claro então que as ONGs – muitas delas ligadas a fundações ou organizações financiadas ou controladas por George Soros – estão em conluio ilegalmente com grupos de traficantes de pessoas controlados pelo Estado Islâmico, na Líbia.

Um relatório de 2017 da Quilliam Foundation, uma entidade privada do Reino Unido, afirma que o Estado Islâmico está envolvido nas operações de tráfico humano na Itália. Diz o relatório: “Enquanto alguns refugiados podem ter de pagar a contrabandistas até 560 dólares por uma passagem para a costa do Mediterrâneo, o Estado Islâmico oferece passagem livre para aqueles que desejam aderir ao grupos (…) Para aqueles que chegam à costa do Mediterrâneo, o Estado Islâmico oferece ao potencial recruta até 1.000 dólares para se juntar à organização.”

O investigador e advogado dos direitos humanos dos EUA, William Craddick, também foi outro a descobrir que várias das ONGs que fretavam os barcos de contrabando de seres humanos eram ligadas ao patrocínio financeiro de George Soros. São elas além da Open Society: avaaz.org pertencente a financiada por Soros Moveon.org; Save the Children e Médicos Sem Fronteiras (MSF), que alistou um navio no mediterrâneo chamado Aquarius.

Por fim, a Open Society também recebeu dinheiro do governo dos EUA através da USAID (a mesma que financia o lobby do aborto e mente sobre os números de abortos no mundo), instituição ligada a CIA que também patrocina aquilo que chama de Iniciativa de Migração Internacional, uma ONG criada em 2010 pela Open Society.

Referências:

Breitbart

Zero Hedge

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Muçulmano estupra menina de 14 anos na Suécia e não vai preso com alegação de não entender “não” da vítima

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Apesar de estuprar uma menina de 14 anos, após a vitima ter dito repetidamente “não”, um imigrante muçulmano não será acusado de estupro, na Suécia, após o tribunal alegar que o estuprador teve “dificuldades em interpretar e entender a palavra ‘não'”.

A Suprema Corte da  Suécia – Hovrätten – disse que o iraquiano, que já tinha sido condenado antes, tinha “suspeita de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)”, o que, segundo o tribunal, lhe causava “dificuldades em interpretar e interagir com outras pessoas, bem como reconhecer os padrões que dele é esperado que tenha.”

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A absurda sentença, livrando o estuprador reincidente, se deu apesar da gravação em vídeo da menina resistindo e repetidamente dizendo “não” durante a agressão sexual, além da evidência indicando que a menina foi chantageada pelo imigrante que teria ameaçado assediar sua família.

A corte inclinou-se totalmente para o imigrante, sugerindo que o “não” da garota só se referia ao sexo anal forçado, levando os juízes de alguma forma a não considerarem o ocorrido como estupro.

“Em vez disso, Abdul será condenado a regime de proteção e será incluído no Programa de Relação e Relacionamento com Liberdade, no lugar de pagar 60.000 SEK [cerca de 6.650 dólares] à menina em compensação”, informou a mídia sueca, que também disse que Abdul ainda é cidadão do Iraque.

O incidente ocorreu no dia 4 de outubro de 2016, em Gotemburgo, no próprio apartamento de Abdul, mas não foi relatado como a menina chegou ao local.

Outro imigrante muçulmano acusado de estupro, na Suécia, há dois meses, foi igualmente beneficiado pelo tribunal depois de violar com sexo anal uma menina de 13 anos.

Neste caso o imigrante sírio foi apenas condenado a dois meses de prisão e a pagar o equivalente a 2.800 dólares para a vítima.

Recebeu uma sentença leve porque o tribunal aceitou seus “documentos sírios” que reivindicam que ele era um menor, apesar da papelada sueca indicar que não, tornado o relato da mídia local confuso e até ingênuo.

“O homem de 17 anos, que desde que fez 18, puxou uma menina de 13 anos para um dos banheiros da escola, fechou a porta e depois a estuprou. Durante o julgamento, a idade do estuprador condenado foi uma questão importante. Seus documentos mostram que ele nasceu em 1998, e tinha 18 anos quando os crimes foram cometidos, mas por sua própria admissão ele nasceu em 1999”, informou o jornal sueco Expressen.

Referências:

InfoWars

FriaTider

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Europa

União Europeia quer punir Hungria por ter expulsado universidade de George Soros do país

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Um grupo que representa a maioria dos legisladores da União Europeia pretendem iniciar um procedimento disciplinar contra a Hungria após a repressão dos país as universidades estrangeiras, principalmente as criadas e financiadas por George Soros, medida tomada por Viktor Orban primeiro-ministro húngaro. A punição à Hungria foi proposta nesta quarta (5) na União Europeia.

O Parlamento da Hungria aprovou uma lei na terça-feira (4) que pode expulsar uma universidade fundada pelo magnata George Soros – a Central European University (CEU) – apesar de protestos de entes internacionais e de alguns húngaros.

Hungary's Prime Minister Viktor Orban arrives at the European Commission headquarters in Brussels

Também nesta quarta-feira, o partido Fidesz, do primieiro-ministro Orban, disse que iria apresentar um projeto de lei ao parlamento esta semana que exige de organizações não-governamentais (ONGs), que tenham renda anual a partir de 25.000 mil dólares, que se registrem junto as autoridades.

“O apoio de fontes estrangeiras desconhecidas poderia permitir que grupos estrangeiros visassem seus próprios interesses através da influência destas ONGs na Hungria… Ameaçando os interesses políticos e econômicos do país”, diz o projeto de lei.

As ONGs, muitas das vezes recebem da Open Society Foundation, de George Soros, patrocínios para falar em nome de imigrantes, dos chamados grupos LGBT’s, do ambientalismo,  do feminismo e outras agendas, chocando-se assim com a opinião expressa por Orban e outros líderes europeus que entendem, corretamente, o uso dessas pautas como uma ameaça existencial, além de uma tentativa de sabotar e desestabilizar suas nações.

“O Fidesz cruzou a linha vermelha com esse projeto de lei da CEU  e ontem o fizeram novamente em relação as ONGs”, apontou Akos Hadhazy, um legislador de oposição do partido verde-liberal LMP.

Hadhazy continuou suas acusações infundadas e até chegou a comparar o protecionismo do Fidesz, contra as maquinações de Soros, com o nacional-socialismo – “Esta é uma lei um pouco suja. Tudo que se faz é marcar as ONGs menos favoritas do governo com uma estrela amarela”, fazendo referência aos judeus sendo obrigados a usarem estrelas em suas roupas sob o regime nazista.

A ONG “Hungarian Civil Liberties Union” – que é braço direto da Open Society de Soros – disse que a lei era “desnecessária” do ponto de vista legislativo. No entanto, o Fidesz tem a maioria parlamentar e pode aprovar leis por conta própria.

Em Estrasburgo, os legisladores europeus do European Parliament (MPE) de todos os grupos de esquerda, liberais e alguns do Partido Conservador Popular Europeu (PPE), a maior bancada no Parlamento, disseram querer que uma ação seja tomada contra a Hungria.

Procedimento disciplinar

Um procedimento disciplinar pode significar a suspensão dos direitos de voto de um Estado membro da União Europeia, mas tal ação nunca foi tomada.

O início de tal procedimento exigiria dois terços também da câmara para apoiar uma medida desse porte – um limite que não seria suficiente caso a maioria do EPP não apoie a decisão.

O partido Fidesz, de Orban, é um membro do PPE, que até agora se opôs a ação tomada contra a Hungria. Um funcionário do grupo disse que era muito cedo para se considerar tal movimento.

A Comissão Europeia ou do Conselho Europeu também poderia iniciar um procedimento disciplinar, mas relutam em fazer por não quererem dar combustível a sentimentos e grupos anti-UE. Tudo isso em um momento onde o bloco está lutando contra a saída da Grã-Bretanha e o crescimento do que se convencionou chamar euroceticismo.

Na quarta-feira, a Comissão estava estudando a nova lei húngara sobre o financiamento das universidades e divulgou que iria discutir o assunto em uma reunião de comissários na próxima semana.

O governo polonês, por exemplo, tem sido repreendido em várias ocasiões pelos burocratas de Bruxelas, devido a Reforma do Judiciário, mas a Comissão até agora está longe de iniciar um procedimento disciplinar, e recorreu apenas ao monitoramento das reformas polonesas.

Os deputados conservadores que apoiam os procedimentos contra a Hungria são do partido Plataforma Cívica da Polônia, o mesmo do presidente do Conselho Europeu Donald Tusk, as mesmas cartas marcadas que se opõem fortemente ao partido Lei e Justiça (PiS) – nacionalista e católico – que está no poder na Polônia.

Referência:

Reuters

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Pais muçulmanos protestam contra professor gay em escola de Berlim

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Vários pais muçulmanos ameaçaram fazer uma petição contra uma escola após descobrirem que um professor da instituição é homossexual. Muitos pais removeram seus filhos da escola devido ao professor gay . O caso se deu com um professor do jardim de infância, no distrito norte de Reinickendorf e foi relatado pela mídia alemã nesta semana.

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De acordo com o jornal Tagesspiegel, os pais estão preocupados principalmente com o fato das crianças terem contato físico com seus filhos, particularmente na hora do professor homossexual leva-las ao banheiro.

“Para alguns deles, um homossexual é automaticamente um pedófilo”, disse o professor ao jornal.

Após o descontentamento dos pais em torno de sua orientação sexual, o professor pediu transferência para outra escola. No entanto, a gerência da creche apoiou o homem, dizendo aos pais que eles devem aceitar sua orientação ou mudar seus filhos para outro jardim de infância.

Muitos dos pais já retiraram seus filhos da instituição de ensino, segundo relatos locais.

Parece improvável que a ameaça de petição mude as mentes da administração da cidade. O professor recebeu o apoio da senadora da comissão da educação, a social-democrata de centro-esquerda (SPD), Sandra Scheeres.

“Não toleramos a discriminação. Queremos aumentar o número de professores do jardim de infância do sexo masculino para que eles se tornem modelos importantes para as crianças “, disse Scheeres.

Ela continuou a notar que “uma e outra vez, os pais tratam os professores do jardim de infância com desconfiança”.

O professor também recebeu apoio nas mídias sociais, com um usuário dizendo: “Os muçulmanos protestam contra o professor – o problema? Ele é gay: bem-vindo à Idade Média”.

Não é a primeira vez que um professor de creche homossexual enfrenta discriminação na Alemanha. Em 2012, uma professora lésbica na Baviera não teve seu contrato prorrogado quando seu empregador católico descobriu que ela era gay, de acordo com Die Welt.

Esse discurso laicista da tolerantismo parece que não irá durar muito tempo, visto que o crescimento do islamismo na Alemanha está a todo vapor. Além da explosão nos casos de estupro, é bom os setores progressistas da sociedade alemã se preparem para os próximos anos. Certamente em uma sociedade tomada por islâmicos, muitas pautas coloridas não terão vez.

Até porque uma sociedade laica dura até algum grupo religioso se organizar para tomá-la. Vácuo religioso não existe.

Referência:

RT

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