Militar

Síria captura veículo com armas e munições vindas de Israel na cidade de As-Suwayda

Os meios de comunicação oficiais da Síria noticiaram que as autoridades em As-Suwayda, uma cidade no sul do país, capturaram veículos que contêm minas israelenses. As fotografias publicadas em meios de comunicação sírios, nesta quarta-feira (27), mostram morteiros, RPGs e granadas com instruções em hebraico, sobre como manejar as armas.

as-suwayda-8

Novamente Israel flagrado fornecendo armas para terroristas

No dia 17 de fevereiro de 2016, Panorama Livre mostrou que Forças sírias confiscaram do Estado Islâmico armas, munições e minas letais vindas de Israel. Vale lembrar também queno dia 18 de junho de 2015, Israel lançou ataques de mísseis contra uma base militar síria na mesma cidade de As-Suwayda, conforme noticiou o portal Fars News Agency. Ou seja, o estado sionista já fez movimentações anteriores contra as forças do regime Assad na cidade síria onde agora foi flagrado fornecendo armas para grupos terroristas.

Referência: Ynet

Anúncios
Standard
Sociedade

Governo católico e nacionalista da Polônia é alvo de carta aberta de oposição alinhada a União Europeia

Na Polônia, o governo católico e nacionalista, eleito em outubro de 2015, não alinhado aos interesses globalistas, já sofre perseguição. Uma carta aberta assinada por três ex-presidentes, sete políticos da oposição e outros ativistas, pediu ao povo polaco para “defender a democracia” contra o mandato do governo de direita que foi democraticamente eleito. A carta foi publica no jornal de maior circulação da Polônia. O assunto já chegou até o parlamento da União Europeia.

screen-shot-2016-04-26-at-12-55-52-640x480

A direita católica está no poder, com o partido Lei e Justiça (PiS), que ganhou as eleições parlamentares tendo 37,6% dos votos em 2015 na Polônia. O partido Lei e Justiça – alvejado na carta – já reagiu e deu uma resposta a carta afirmando que foram escolhidos pelos poloneses para dar novos rumos ao país.”Os poloneses escolheram o Lei e Justiça nas eleições parlamentares, eles escolheram o programa do PiS e deram-nos a responsabilidade de conduzir os assuntos poloneses. Esta foi a livre escolha dos poloneses “, afirmou o primeiro-ministro Beata Szydło, segundo reportou a Rádio Polônia.

Mas talvez o mais convincente dos comentários veio de um porta-voz para o escritório do primeiro-ministro, que disse -“Eu aconselho estes senhores a entrarem em acordo com os resultados da eleição (de outubro de 2015)”, na qual o partido Lei e Justiça chegou ao poder com uma vitória esmagadora. “É a nação, não poucos homens, que decidem quem governa o país”, decretou.

A carta destilou fúria contra o que chamou de “leis draconianas como a proibição absoluta do aborto”, e ameaçou os líderes do Partido Lei e Justiça, alegando que, “os culpados de violarem a Constituição devem assumir a responsabilidade.”

A carta foi assinada pelos ex-presidentes Lech Walesa, Aleksander Kwasniewski e Bronisław Komorowski; por ex-ministros estrangeiros, incluindo Włodzimierz Cimoszewicz e Radosław Sikorski; bem como ex-oposicionistas da era comunista.

O atual vice-primeiro-ministro, Piotr Glinski, não ficou impressionado, dizendo a TVN24 que a linguagem da carta era “absurda”. “É absurdo afirmar que a democracia na Polônia está sob ameaça” e insistiu que a crítica trata-se apenas da “opinião privada”dos indivíduos.

As reivindicações da carta fazem menção a uma “erosão constitucional” e referem-se ao fato de o partido Lei e Justiça promulgar leis que lhes permitem terem mais poder, o que eles vêem como o “tribunal constitucional ‘antidemocrático'”, além de conseguirem mais poder na emissora de TV pública da Polônia.

O partido é bastante aberto sobre sua afiliação com a Igreja Católica, na Polônia, e critica de forma ampla, em alto e bom som, o casamento de pessoas do mesmo sexo, a fertilização in vitro e o aborto. Nas últimas semanas, por exemplo, o partido Lei e Justiça fez a Polônia se tornar o único país da União Europeia (UE) que proíbe totalmente o aborto.

Isso chocou grupos que se dizem “democráticos” ligados as agendas progressistas financiadas por grandes magnatas como George Soros, Fundação Ford, Fundação Rockefeller, entre outras, mas a decisão fez clara alusão ao manifesto do partido Lei e Justiça de valores pró-família, que foi votado em massa pelo povo polonês.

As alegações da carta batem com as do Parlamento Europeu, que votou este mês uma resolução acusando o partido Lei e Justiça de minar a democracia na Polônia, antes de passarem a questão para o Conselho Europeu para novas ações.

A Santa Igreja e o nacionalismo são fortes na Polônia

Ao contrário do Brasil, onde o governo precisa pagar mercenários para estes se dizerem pró-governo, na Polônia uma multidão se forma espontaneamente a favor do governo e de suas pautas tradicionalistas. Pessoas que sabem se defender das garras internacionalistas das causas progressistas e suas sabotagens e se fincam na tradição construtora de civilizações da Igreja Católica. Um povo que por vários anos viveu nas trevas do comunismo, hoje entendeu que a liberdade e a salvação precisam ser defendidas de inimigos externos que só desejam explorar o país e seu povo. A resposta será dada a União Europeia e a quem mais for marionete do globalismo.

Referência:

Breitbart

Standard
Terrorismo

Estado Islâmico quer ataque nuclear em Londres – segundo especialistas da OTAN e União Europeia

Chefes de segurança da OTAN e da União Europeia são claros: o Estado Islâmico quer usar armas químicas ou nucleares para atacar a Grã-Bretanha.

Durante a conferência de Segurança e Contra-Terrorismo, em Londres, realizada na terça e quarta-feira (19 e 20), um grupo de policiais e especialistas em contra-terrorismo fizeram um terrível aviso: o Estado Islâmico deseja fazer grandes ataques ao Reino Unido e a possibilidade é real.

57176811c36188ed378b45eb

Jorge Berto Silva, vice-chefe de contra-terrorismo da Comissão Europeia, disse ao jornal Telegraph que existe uma preocupação justificada com ataques do Estado Islâmico com materiais químicos, biológicos, radioativos e materiais nucleares.

Sua opinião foi partilhada pelo Dr. Jamie Shea, vice-chefe da OTAN sobre ameaças emergentes, que disse na conferência sabe que os terroristas estão tentando adquirir essas substâncias. O Dr. Jamie Shea também alertou que o grupo islâmico pode ser dividir em dois com um “estado” baseado no Iraque Síria e uma rede de células terroristas na Europa.

Autoridades policiais revelaram planos para treinar um milhão de trabalhadores do Reino Unido para lidar com ataques terroristas ao longo dos próximos 12 meses. Um grupo de ex-oficiais de segurança também lançaram uma iniciativa para examinar as fronteiras da Grã-Bretanha.

O Chefe do Conselho Nacional de Polícia quer ver o número de trabalhadores treinados a incidentes terroristas aumentar para além de sua taxa atual de 100.000 empregados por ano.

O detetive superintendente Scott Wilson, Coordenador da Luta Antiterrorista da polícia, é esperado para anunciar a expansão do Projeto Griffin em um futuro próximo.

Ele disse à estatal BBC que precisa de todos para desempenhar um papel que mantenha o público em alerta mas não alarmado.

Em uma carta aberta ao Telegraph, dois ex-comandantes da Polícia Metropolitana, sendo um deles o ex-chefe do comando de combate ao terrorismo disse que, independentemente da Grã-Bretanha sair da União Europeia, o compartilhamento  de informações e o controle das fronteiras deve ser levado a sério.

Na carta os comandantes também disseram que os ataques terroristas recentes na Europa foram “um aviso para o governo britânico sobre a necessidade de melhor proteger as fronteiras do país.”

Em fevereiro, o portal russo RT falou com uma fonte da Royal Navy (Marinha Britânica) que denunciou e vazou um relatório sobre, entre outras coisas, a potencial facilidade de acesso às instalações nucleares do Reino Unido.

O engenheiro de submarinos nuclear William McNeilly, que foi expulso do serviço por suas revelações, disse: “Eu não liberei o meu relatório para desacreditar a Marinha Real. Eu liberei meu relatório porque a seguridade e a segurança [na base naval Trident] não estão sendo levadas a sério. Porque é um risco para as pessoas e um risco para a pátria. ”

Circo armado para atentados que causariam forte comoção

Rotineiramente inúmeras matérias mostram toda colaboração dos países ditos ocidentais com o Estado Islâmico (armas cedidas, insumos e mantimentos, cuidados médicos a seus líderes, ajuda de inteligência) e agora denuncias que as autoridades destes mesmos países ignoram os alertas de segurança de seus militares e cidadãos.

Está muito claro que as autoridades britânicas desejam que os atentados aconteçam para gerar enorme comoção, levando a opinião pública a abraçar uma intervenção com exército nacional por terra no Oriente Médio visto que o próprio Estado Islâmico – exército mercenário – não conseguiu eliminar Bashas al-Assad da região.

O próprio jornal britânico Telegraph já mostrou a hipótese de grandes atentados com artefatos nucleares em uma série que publicou chamada Operação Blackjack.

O ambiente está todo preparado, os grandes cabalistas judeus, donos do poderio financeiro de Londres, capitaneados pelos Rothschild, apenas aguardam esse próximo passo que provavelmente colocará o mundo em um estado de guerra mais avançado tornando mais próximo a a possibilidade de reconstrução do terceiro templo e a implantação da Grande Israel.

Referência:

RT

Standard
Nacional

Governo federal expulsou camponeses de suas terras após chantagem da ONU e dos EUA

O governo federal aprovou a reserva Awá-Guajá, em São João do Caru-MA, por imposição da ONU e dos Estados Unidos segundo apurou o Panorama Livre. Uma fonte – que não quis se identificar – revelou que Dilma Rousseff ligou para, pelo menos, uma das autoridades responsáveis pela demarcação da reserva indígena Awá-Guajá, no interior do Maranhão, e a pressionou para que ela aprovasse a “desintrusão” da área.

De acordo com a fonte que o Panorama Livre teve acesso, Dilma teria dito a um dos responsáveis por homologar a expulsão dos 6 mil camponeses de São João do Caru que, caso a medida não fosse tomada, o Brasil sofreria sanções da ONU e dos Estados Unidos. As sanções, a princípio, seriam econômicas. A presidente alegou que estava muito pressionada pelos organismos internacionais citados, praticamente obrigando essa autoridade a qual fez contato a acatar a expropriação que tomou a terra de 1.200 famílias brasileiras e colocou sob o controle de forças estrangeiras.

farsa071108_cap

A região de São João do Caru é muito rica em ouro

A expropriação de 1.200 famílias ou 6 mil pessoas, entre elas muitas crianças e idosos de quatro povoados, se deu em janeiro de 2014 e contou com uma força tarefa composta por Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Força Nacional de Segurança, que usaram em camponeses humildes táticas praticadas no combate de guerrilha – como cercar a área e cortar o abastecimento elétrico e de outros insumos. No lugar da população local, dos brasileiros, foram colocados 33 índios vindos de Roraima sob os cuidados da ONG “Survival International” (ligada a WWF) com sede em Londres e escritórios em vários outros centros globais, que diz lutar pela preservação de povos nativos mas que na verdade atua de fachada abrindo caminho para a exploração de recursos naturais das áreas as quais toma conta.

Na região conhecida como Serra da Desordem, já existem autorizações de pesquisa para exploração de metais como estanho e ouro. Uma dessas pesquisas já conta inclusive com autorização da Funai.

Jornalistas locais repercutiram o desastre social 

Muito se fala da relação do governo do PT com o pobre, com o camponês, principalmente com o nordestino – porém muito do que é dito infelizmente não passa de propaganda para enganar incautos. A reportagem do programa Maranhão Rural expôs de forma clara o desastre que se tornou a intervenção de um governo federal lacaio das grandes corporações estrangeiras.

Dois anos após a covarde expulsão, alguns chefes de família morreram de desgosto; outras famílias que tinham sua vida, sua produção e lar agora contraíram dívidas; enquanto outras famílias sequer se alojaram ainda em outro lugar e ficam rodando por cidades. O sofrimento e as diferentes histórias são extremamente tristes e tocantes.

 

“Índios” com armas e picapes?

Muitos produtores agrícolas do Maranhão afirmaram já terem avistado “índios” armados com equipamentos pesados e de alto calibre, como fuzis e rifles. Outro relato que chegou até o Panorama Livre, feito por uma engenheira ambiental do Acre, trata de “indígenas” que sem o menor pudor desfilam com suas picapes e caminhonetes, renegando assim suas raízes como “povos autônomos” e mostrando que não desejam preservar suas culturas.

Todavia para a ONU e certas ONG’s, tais grupos possuem o direito a autodeterminação. Cada dia que passa essa conversa não engana mais ninguém e só mostra como o cartel financeiro – que controla a ONU e também instrumentaliza ONG’s relacionadas a povos nativos e ao ambientalismo – deseja apenas sabotar e explorar os recursos dos países considerados subdesenvolvidos.

Standard
Sociedade

Suécia: professora teria sido demitida por ser judia

O grande barril de pólvora multicultural que se tornou a Europa começou a ganhar fagulhas perigosas. Uma professora teria sido demitida de uma escola em Malmö, na Suécia, por ser judia.

A Suécia é um exemplo preventivo do resultado desastroso da imigração muçulmana em grande escala e da mazela que é o multiculturalismo. A Suécia se tornou um país com regiões que hoje têm grande influência islâmica de fato. O resultado? Os islâmicos começaram a espalhar seu ódio e combate a outras culturas e etnias, inclusive a judaica.

É fato que o judaísmo também prega a segregação e o ódio ao gentil, aos goyim, tudo baseado no primitivo Talmud – bastando olhar para Israel e seus massacres e entender como funciona sua política, além obviamente de estudar a história do povo judeu que ao longo dos séculos sabotou nações, sendo expulso de várias delas.

Porém o lamentável desse episódio é que a Suécia já está experimentando o que é abrigar um conflito de grupos forasteiros, que não possuem a menor identidade com a terra e com a moral Cristã que civilizou tal pátria.

muslims-in-sweden

Um pouco de nacionalismo e cautela em aceitar interferências culturais estrangeiras teria resguardado a ordem e a paz no país nórdico.

Como se deu o caso?

Tudo ganhou repercussão com uma ativista sueco-judaica chamada Annika Hernroth-Rothstein que disse que “não se surpreendeu” ao ler sobre o ocorrido em um jornal judaico na terça-feira. Annika Hernroth-Rothstein disse ao Algemeiner que a única coisa “desconcertante” sobre o incidente relatado é o quão “tão na cara”, explícito, isso foi.

Hernroth-Rothstein, conhecida na Suécia por seu ativismo pró-Israel e pelas batalhas pessoais e públicas contra o “antissemitismo” na Europa, estava respondendo a uma história que apareceu no site de notícias em hebraico NRG sobre a personagem “A,” uma israelense que alegou que foi demitida de seu cargo, afirmando que ela iria ser odiada por crianças suecas e árabes.

De acordo com a matéria do portal NRG “A” (assim o portal identificou a professora) postou no Facebook uma descrição de sua experiência com o diretor da escola onde ela tinha começado a trabalhar em fevereiro.

“Ouça, ‘A’, você sabe que eu estou do seu lado”, ela contou que seu empregador disse para ela. “E é muito desagradável para mim dizer isso a você, mas eu acho que os problemas estão susceptíveis de surgir aqui pelo resultado de suas origens.”

“A”, disse que seu patrão explicou, “Não vai ser fácil para você aqui. A maioria dos alunos suecos são racistas. Eles odeiam todos, mas especialmente os judeus, por isso você poderia facilmente estar recebendo isso deles e também dos alunos árabes. Eu sugiro que você procure emprego em outro lugar, longe das escolas. E você sabe que eu estou dizendo isso porque eu me preocupo com você. ”

“A” revelou ao portal NRG que Malmö “tornou-se um lugar que eu não reconheço mais. Eu sinto da maneira de quando eu cheguei aqui há 39 anos – como uma turista. Embora os edifícios e ruas sejam familiares, tudo mudou.”

“A” falou que “a situação tem crescido e ficado cada vez pior desde a Operação Chumbo Fundido”, referindo-se à três semanas de incursão da IDF em Gaza – de dezembro de 2008 a 18 de Janeiro de 2009 – para parar foguetes terroristas em Israel e o contrabando de armas no enclave controlado pelo Hamas.

“Eu me senti engasgada” durante a conversa com o diretor, ela escreveu no Facebook. “Mas eu consegui parar as lágrimas. Fiquei em silêncio, e não só porque eu não conseguia respirar, mas porque eu já sabia que “problemas” poderiam surgir. Eu entendi que mesmo os muitos lenços eu teria que usar para esconder a minha estrela de David não ajudariam. Eu teria que manter o silêncio quando questionado sobre o meu passado.”

Ela continuou: “No caminho para casa, sozinha em um vagão de trem, eu permiti que as lágrimas de minha frustração fluíssem. Eu estava com raiva de mim mesmo. Eu estava irritada com a minha frustração. Eu estava irritada com as minhas lágrimas. Eu estava com raiva sobre talvez ter que encontrar outro trabalho, não como uma professora. Acima de tudo, eu estava zangado com a Suécia em 2016. Quando cheguei em casa, comecei a procurar outro emprego.”

De acordo com o NRG, “A” se mudou para Malmö com o marido sueco, a quem ela conheceu em Israel, quando serviu como um membro das forças de paz da ONU. O casal se divorciou cerca de uma década mais tarde, mas ela permaneceu em Malmö, onde ela acumulou um número de graus acadêmicos e tornou-se parte integrante da cidade.

“Malmö está perdida para nós”, disse Hernroth-Rothstein ao Algemeiner. “E com isso quero dizer a Suécia, não apenas para os judeus. Esta é uma cidade que representa uma versão acelerada do que vemos acontecendo no resto do país e do continente, hoje, por causa de seu tamanho relativamente pequeno e o fato de que as áreas altamente problemáticas – aquelas densamente povoadas por imigrantes árabes – estão no meio da cidade “.

Ela continuou: “O rabino ortodoxo de Malmö há muito tempo soou o alarme e arquivou numerosos relatórios policiais citando assédios, tanto físicos quanto verbais. No entanto, a resposta, de ambos os políticos e intelectuais, foi condenar o estado judeu e desculpou o antissemitismo dizendo que ele é a consequência lógica das ações militares israelenses. O peixe apodrece pela cabeça, e Malmö é um excelente exemplo disso, uma vez que já vendeu e abandonou sua população judaica, uma vez significativa”.

Apesar de entender a dor da professora que não se identificou é preciso lembrar que Israel e seus magnatas são enormes apoiadores do multiculturalismo, com vários ativistas judeus apoiando tal processo para a Europa. Rabinos judeus já declaram publicamente que a islamização da Europa é uma coisa boa para Israel e outros até chegaram a dizer que a Europa merecia passar pela onda de terrorismo atual.

No vídeo abaixo Barbara Lerner Spectre uma ativista judia diz que os judeus terão um papel importante em ajudar a Europa a ser tornar multicultural.

Neste outro vídeo, um rabino Baruch Efrati afirma que a islamização da Europa é boa para Israel e para os judeus.

Há também de ser lembrado que o Estado Islâmico opera com dezenas de armas e minas letais israelenses e que o líder dos terroristas, Abu Bakr al-Baghdadi, morreu em um hospital de Israel. Como sempre os sionistas usam judeus mais pobres e de pouca influência como bucha de canhão para seus interesses e vitimismos.

Continuando, Hernroth-Rothstein disse que os municípios suecos começaram a segregar piscinas comuns, devido às queixas de jovens mulheres de imigrantes molestando-as quando elas iam nadar. Isto, ela disse, “é como a Suécia responde à violação dos direitos humanos e transgressões a lei sueca – que se adapta ao criminoso e abandona a vítima, e vejo a mesma coisa acontecendo para nós judeus na Suécia hoje. Na verdade, a professora em questão provavelmente não vai receber sequer um pedido público de desculpas, nem compensação, mas ela é convidada a adaptar-se aos autores (da violência) e aceitar esta realidade. Não há desculpa para este paródia de justiça “, completou.

Referência:

Algemeiner

NRG

Standard
Geopolítica

Os EUA combatem de fato o Estado Islâmico? Analistas de inteligência duvidam e perdem seus cargos

Dois analistas de inteligência seniores do Comando Central do Estados Unidos – CENTCOM – disseram que militares os forçaram a largar seus empregos devido a seus relatórios céticos sobre os grupos rebeldes apoiados pelos Estados Unidos na Síria. Segundo o portal The Daily Beast três fontes que conhecem o caso confirmaram a informação.

É o primeiro caso conhecido de possível represália contra o pessoal do Comando Central dos EUA – após analistas acusarem seus chefes de manipularem relatórios de inteligência sobre a campanha liderada pelos EUA contra o Estado Islâmico, a fim de pintarem um quadro mais otimista do progresso na guerra aos terroristas.

48659888-cached

Um dos analistas que alegaram represálias é o superior encarregado de questões da Síria no CENTCOM. Ele e um colega duvidaram da capacidade dos rebeldes (terroristas) e seu compromisso com os objetivos dos EUA na região. Os analistas têm sido efetivamente afastado de suas posições, deixando assim de trabalhar no CENTCOM, de acordo com duas pessoas familiarizadas com os fatos e que falaram sob condição de anonimato.

As visões céticas dos analistas os colocam em desacordo com a cúpula militar, que no ano passado haviam previsto que a chamada “oposição moderada” tornaria-se uma força terrestre de 15.000 homens para assumirem o Estado Islâmico no seu califado autodeclarado. Um programa inicial de US $ 500 milhões para treinar e armar aqueles combatentes falhou espetacularmente. E até o final, os líderes do Pentágono afirmaram que a operação esteve mais ou menos no caminho certo. Os legisladores chamaram o plano de uma “piada” quando o general Lloyd Austin, comandante do CENTCOM, finalmente testemunhou em setembro passado que haviam apenas “quatro ou cinco” combatentes americanos treinados na Síria. Então em que ou quem foram investidos os 500 milhões de dólares? Quem realmente foi treinado e armado?

As alegações anteriores do comando militar responsável por supervisionar o Oriente Médio, focava em líderes que falsificavam relatórios de inteligência sobre os esforços dos EUA para atacar o Estado Islâmico e minar suas operações de financiamento. Agora que os analistas ativaram o alerta vermelho em torno de relatórios sobre os grupos rebeldes da Síria, isso sugere que, pelo menos do ponto de vista dos analistas, há um problema sistêmico mais amplo do que era anteriormente conhecido.

O inspetor-geral do Pentágono e uma força-tarefa do Congresso estão investigando alegações de relatórios de inteligência manipulados sobre o Estado Islâmico.

O ambiente de trabalho no Centro de Comando dos Estados Unidos tem sido descrito como “tóxico” e “hostil”. O Daily Beast já relatara anteriormente que mais de 50 analistas do CENTCOM haviam revelado que altos funcionários aumentaram o escrutínio e evitavam relatórios que sugeriam que os esforços para destruir o Estado Islâmico não progrediam ou eram não era promissores, não eram efetivos. Comparativamente, análises que tiveram uma visão mais otimista do esforço de guerra americano estão sujeitas a menos atenção, menos resistência,  de seus superiores.

Em um desenvolvimento separado, o chefe de análise do Iraque no CENTCOM, Gregory Hooker, está sendo transferido para uma posição no Reino Unido e três fontes conhecedoras da transferência confirmaram. Hooker foi identificada no ano passado pelo The New York Times como líder do grupo de analistas que levantaram objeções sobre os relatórios feitos sobre o Estado Islâmico.

Não havia nenhuma evidência de que o reposicionamento de Hooker tenha sido um movimento de retaliação por parte dos seus superiores; sendo que alguns até sugeriram que ele havia solicitado a alteração. Mas para os analistas que acusaram seus patrões de comportamento impróprio, o clima tornou-se de ansiedade, de dúvida, particularmente agora pois alguns temem por seus empregos.

“[Eles] estão com medo o tempo todo”, disse um oficial.

Mais de 1.000 analistas trabalham na sede do CENTCOM, em Tampa, Flórida, e seus relatórios são destinados a ajudar funcionários e líderes dos EUA a compreender os fatos no campo de batalha.

Investigadores da força-tarefa do Congresso reuniram-se com analistas tanto na sede do CENTCOM como, no mês passado, em Washington, meia dúzia de fontes com conhecimento das reuniões disseram. Os porta-vozes da força-tarefa se recusaram a comentar.

O Presidente da Comissão de Inteligência da Casa, Devin Nunes, disse anteriormente que os investigadores não foram capazes de obter determinados documentos, referentes às alegações provindas dos analistas sobre relatórios alterados a respeito do Estado Islâmico, e que a equipe do Congresso teve que entrevistar os analistas na presença do pessoal do CENTCOM, a quem Nunes se referiu como “acompanhantes”.
“Eles estão tendo um momento difícil falando com a gente”, disse Nunes sobre os analistas que os funcionários do Congresso entrevistaram em Tampa.

O inspetor-geral do Departamento de Defesa também está investigando os relatórios sobre o Estado Islâmico. O escritório do cão de guarda disse que a investigação, que está prevista para ser concluída em breve “abordará se havia qualquer falsificação, distorção, atraso, supressão ou alteração indevida de informações de inteligência”, bem como “a responsabilidade pessoal por qualquer má conduta ou falha em seguir os processos estabelecidos.”

Na unidade do Comando Central, há uma crescente expectativa pelos resultados da investigação do inspetor geral do Departamento de Defesa. Alguns disseram que esperam que peguem aqueles que eles sentem serem os responsáveis ​​por alterar relatórios. Porém há também a preocupação de que os resultados procurem minimizar a gravidade do problema, não levando a alterações significativas.

Pelo menos uma mudança está em andamento – na semana passada, o Pentágono anunciou que o Maj. Gen. Mark R. Quantock, atualmente o diretor de inteligência do esforço militar liderado pelos EUA no Afeganistão, assumirá como chefe de inteligência no CENTCOM. Dois funcionários descreveram Quantock como um “Cara que vai no ponto”, podendo assim ajudar a aliviar as tensões na sede de comando.

Quantock, que é esperado para chegar no meio do ano, vai substituir o major. Gerador Steven Grove, que analistas disseram que é o principal responsável pela alteração dos relatórios sobre o Estado Islâmico. Grove e seu vice civil, Gregory Ryckman, também foram acusados ​​de apagar e-mails e arquivos de sistemas de computadores antes do inspetor-geral poder examiná-los, de acordo com três fontes familiarizadas com a investigação.

Investigadores da Capitol Hill e fiscais do Pentágono têm puxado analistas longe do trabalho para fazer-lhes perguntas. Seus colegas tentam ligar os pontos sobre o curso das investigações, mantendo nota de quem está sendo consultado e por quanto tempo.

E em outro sinal da crescente ansiedade, alguns acreditam que a liderança militar está tentando juntar quais analistas fizeram alegações e denúncias sobre Grove, e para quem, sejam esses investigadores ou jornalistas.

A verdade não pode ser dita e isso custou o cargo dos analistas. O fato é que a elite dos Estados Unidos usam o Estado Islâmico para seus projetos no Oriente Médio, estando assim muito longe de combatê-los. A perspectiva é muito simples: como a maior potência do mundo, que gastou 2 trilhões de dólares na guerra do Iraque, perde (ou cede) território para terroristas que trafegam em meras picapes?

Referência:

The Daily Beast

Standard
Guerra

Brigada do Azerbaijão que integrava Estado Islâmico abandona Síria para lutar em Nagorno-Karabakh

A Brigada do Estado Islâmico composta por soldados do Azerbaijão deixou a Síria para se juntar aos compatriotas na guerra em Nagorno-Karabakh, entre Azerbaijão e separatistas apoiados pela Armênia. A Brigada que contém algumas centenas de soldados azeris (quem nasce no Azerbaijão) seguiu em direção a região do novo conflito pela Turquia.

2

Os combatentes do Azerbaijão causaram um grande escândalo no acampamento do Estado Islâmico em Raqqa; após a debandada, já que os terroristas islâmicos têm atitudes extremamente rígidas com aquilo que consideram má conduta, especialmente após as seguidas derrotas e os recentes sucessos militares das forças do governo sírio.

Esta não foi a primeira debandada dos azeris – os terroristas do Estado Islâmico já acusaram seus colegas do Azerbaijão de traição no passado quando, em janeiro de 2015, por exemplo, os islâmicos executaram o comandante de campo Siraj Azeri depois de pegá-lo espionando.

Durante a guerra na Síria, cerca de uma centena de cidadãos do Azerbaijão foram mortos. Tais números foram fornecidos pelas agências de mídia oficiais da República da Transcaucásia (região composta por Armênia, Geórgia e Azerbaijão). Na realidade, este número pode ser muito maior.

O conflito em Nagorno-Karabakh

Vale lembrar que o conflito em Nagorno-Karabakh se intensificou no dia 2 de Abril. Os representantes da NKR (República do Nagorno-Karabakh) não reconhecida, o Ministério da Defesa da Armênia e oficiais de segurança do Azerbaijão relataram bombardeios e confrontos.

Segundo a ONU, 33 pessoas já foram mortas durante o conflito na República separatista, e cerca de 200 ficaram feridas. Os separatistas são armênios étnicos – apoiados pela Armênia – que vivem no Azerbaijão e que desejam autonomia.

Referências:

Tvzvezda

Fort Russ

Standard