Sociedade

Menina de 13 anos se mata depois dos pais deixarem ela viver como um menino

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Há muita glamourização da ideologia de gênero e uma propaganda midiática imensa sobre o assunto, porém as consequências de tal engenharia social infelizmente são trágicas. Em Trussville, Alabama, uma adolescente de 13 anos que sofria de disforia de gênero deu fim a sua vida no final de maio, pouco depois que seus pais, Erin e Matt Georgia, permitiram que ela se identificasse e se apresentasse a sociedade como um menino. Jane Marie Georgia foi autorizada a começar sua “transição” na sexta série, mudando seu nome para “Jay Griffin”.

Os pais encontraram sua filha morta em seu quarto no último dia 25 de maio. Nos meses que antecederam a morte da pobre menina, ela estava sob medicamentos para ansiedade e depressão.

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Um estudo de 2016 do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati disse que a taxa de tentativa de suicídio entre os jovens que se dizem transgêneros é de 30% ou seja quase um terço tentam se matar.

A mãe de Jane, Erin Georgia, disse – “Não me interpretem mal, eu lamentei a perda de uma filha” – referindo-se à chamada transição de Jane – “mas depois percebi que estava rezando por um filho minha vida inteira. Deus respondeu essa oração, de uma maneira diferente “.

Erin Geórgia também disse que a família foi à igreja em busca de um “espaço seguro”, mas que mesmo as igrejas “acolhedoras” não cumpriam os critérios de serem seguras. “Enquanto Jay estava passando por essa jornada, ele ia para a igreja conosco. A igreja era acolhedora, mas não havia espaço seguro”, continuou ela sem especificar a que igreja iam.

“Eu e Jay íamos para diferentes igrejas para encontrar lugares onde estivesse seguro para nós”, disse ela. “Eu digo ‘nós’ porque muitas vezes me sentia como uma estranha, porque simplesmente eu amo a todos, e isso é muito difícil em um estado cristão do cinturão da Bíblia”.

Erin Geórgia chegou até a sugerir que a eleição de Trump talvez tenha tido algo a ver com as dificuldades da filha: “Provavelmente foi mais difícil desde as eleições (presidenciais)”. Ela absurdamente acha que é “porque os crimes de ódio aumentaram em 20% desde as eleições e as pessoas se sentem mais validadas para serem mais discriminatórias” – preferindo culpar alguém que sequer teve contato com sua filha no lugar de refletir sobre o fato de ter alimentado caprichos que devastam mentes juvenis.

No ano passado, o Colegiado Americano de Pediatras publicou uma declaração que dizia de forma simples e direta: “Condicionar as crianças a acreditarem que uma vida de representação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil”.

A organização pediátrica explicou que os sentimentos das crianças em relação à sua identidade não indicam que elas são verdadeiramente o sexo que elas afirmam pertencer. “Ninguém nasce com consciência de si mesmo como homem ou mulher”, afirmou o grupo. “Esta consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilhado pelas percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas de uma criança desde a infância”.

Pois é aí que a engenharia social da ideologia de gênero atua, tentando impor cada vez mais às crianças noções que as afastem de seu sexo biológico – que é imutável, com suas campanhas e propagandas midiáticas.

Foi lançado recentemente um documentário sobre ex-“transgêneros” que encontraram cura. Eles revelam ao público o rosto do arrependimento dos “transgêneros”, especialmente após a cirurgia. O filme, intitulado TranZformed: encontrar a paz com seu gênero de Deus, foi produzido por David Kyle Foster, que disse que o filme enfatiza a humanidade das pessoas presas no transgenerismo.

“A mensagem do filme é que as pessoas estão muito devastadas, elas precisam de muita ajuda”, disse ele. “E o último tipo de ajuda que eles devem receber não é o que eles estão recebendo”.

Referência:

Church Militant

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Europa

Menos de 3% dos imigrantes que chegam a Itália são de fato refugiados – George Soros por trás dos invasores

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De acordo com a agência das Nações Unidas para os refugiados (ACNUR), apenas 2,65% dos imigrantes na Itália ou 4.808 receberam asilo como refugiados, de um total de 181.436 imigrantes que atravessaram o Mar Mediterrâneo rumo ao país em 2016.

Este número não inclui aqueles que foram capazes de entrar no país sem serem detectados, mas apenas aqueles que foram oficialmente registrados por funcionários italianos ou ONGs e a grande maioria permanece no país como imigrantes ilegais e indocumentados.

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Uma estatística perturbadora que recentemente veio à tona revela que metade dos imigrantes que chegam ao país – ou seja  90.334 – nunca pediram asilo, mas desapareceram no país como imigrantes indocumentados, comumente referidos pelos italianos como “clandestinos”.

Os outros 91.902 imigrantes solicitaram asilo e 60% destes (54.252) tiveram as suas petições rejeitadas incondicionalmente. Outros 21% (18.979) foram concedidos “proteção humanitária”, permitindo-lhes uma permissão renovável anual para permanecer no país, e à 14% (12.873) foram dadas “proteção subsidiária”.

Os 4.808 imigrantes que receberam asilo representam 5,28 por cento dos requerentes de asilo e, portanto, apenas 2,65 por cento do total de imigrantes que entram no país durante o ano.

Apesar de a imensa maioria dos imigrantes terem recebido asilo na Itália, menos de 5.000 foram deportados em 2016, o que significa que mais de 175.000 permaneceram no país, a maioria ilegalmente.

Apesar da imigração registrar um recorde no ano passado na Itália, o primeiro trimestre de 2017 teve um salto de 30% em relação ao mesmo período de 2016. Pouco depois, a Itália recebeu mais 8.500 imigrantes em um único fim de semana.

O líder do partido político da Liga Norte (La Lega), Matteo Salvini, anunciou que abriria um processo contra os líderes do governo pela promoção da imigração ilegal no país.

“Agora está claro que a imigração ilegal é organizada e financiada e por isso decidimos apresentar um processo contra o governo, o presidente do Conselho, os ministros e os comandantes da Marinha e da Guarda Costeira”, disse Salvini.

Autoridades apontam George Soros por trás da onda de imigração

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Investigações de autoridades italianas e de outros autores descobriram que ONGs custeadas largamente por George Soros financiam ativamente navios privados para contrabandearem dezenas de milhares de refugiados ilegais do norte da África para a União Europeia através do sul da Itália. O tráfico de seres humanos está ligado às redes de contrabando do Estado Islâmico. Se ocorrer a verificação de tais denúncias por parte das autoridades, isto poderia acarretar em acusações criminais contra tais ONGs.

Carmelo Zuccaro, procurador-chefe de Catânia, na Sicília, testemunhou em uma comissão parlamentar italiana em março deste ano, no que justificou uma investigação oficial sobre o financiamento de uma frota de modernas embarcações privadas pertencentes a ONGs com refugiados no Mediterrâneo.

Ele citou evidências de que traficantes de seres humanos na Líbia e em outros estados costeiros do norte da África, muitas vezes vinculados ao Estado Islâmico ou a outras organizações criminosas, coordenavam o trânsito para a Itália de dezenas de milhares de refugiados ilegais.

Zuccaro relatou ter evidências que os traficantes, em terra ou a bordo das embarcações menores, chamavam diretamente os navios de salvamento maiores, financiados por ONGs, para então organizarem a transferência dos supostos refugiados.

Isto aponta um nível de coordenação enorme entre contrabandistas humanos do Estado Islâmico e a frota de navios financiados por ONGs. As autoridades italianas descobriram até o momento 10 organizações não-governamentais privadas envolvidas, entre elas várias ONGs financiadas pelo judeu húngaro-americano George Soros por meio de sua Open Society Foundation.

O Comissário Europeu para a Imigração, Dimitris Avramopoulos, afirmou que cerca de 80% dos migrantes norte-africanos que chegam à Itália não tinham direito legal a asilo. Muitos foram alegadamente de gangues criminosas que surgiram após a intervenção dos EUA e aliados em 2011 na Líbia, que derrubou Gaddafi, jogando o país no caos.

Em 2016, a rota do tráfico de refugiados pela Grécia foi praticamente fechada, então a rota mudou para o sul da Itália e com o incremento de embarcações modernas fretadas visando transportar milhares de refugiados para a Sicília e outras partes do sul da Itália.

O almirante italiano Enrico Credendino, comandante da Operação Sophia, disse que os navios das ONGs se aproximam da costa da Líbia para atrair barcos de imigrantes na escuridão da noite – “A noite eles usam grandes holofotes; os traficantes os vêem e enviam os barcos ligeiros (que transportam imigrantes) para as luzes”, revelou – em seguida, eles são levados a bordo dos navios maiores pertencentes as ONGs para a viagem com destino a Itália.

As ONGs de Soros colaboram com traficantes de pessoas do Estado Islâmico

Tais investigações italianas deixam claro então que as ONGs – muitas delas ligadas a fundações ou organizações financiadas ou controladas por George Soros – estão em conluio ilegalmente com grupos de traficantes de pessoas controlados pelo Estado Islâmico, na Líbia.

Um relatório de 2017 da Quilliam Foundation, uma entidade privada do Reino Unido, afirma que o Estado Islâmico está envolvido nas operações de tráfico humano na Itália. Diz o relatório: “Enquanto alguns refugiados podem ter de pagar a contrabandistas até 560 dólares por uma passagem para a costa do Mediterrâneo, o Estado Islâmico oferece passagem livre para aqueles que desejam aderir ao grupos (…) Para aqueles que chegam à costa do Mediterrâneo, o Estado Islâmico oferece ao potencial recruta até 1.000 dólares para se juntar à organização.”

O investigador e advogado dos direitos humanos dos EUA, William Craddick, também foi outro a descobrir que várias das ONGs que fretavam os barcos de contrabando de seres humanos eram ligadas ao patrocínio financeiro de George Soros. São elas além da Open Society: avaaz.org pertencente a financiada por Soros Moveon.org; Save the Children e Médicos Sem Fronteiras (MSF), que alistou um navio no mediterrâneo chamado Aquarius.

Por fim, a Open Society também recebeu dinheiro do governo dos EUA através da USAID (a mesma que financia o lobby do aborto e mente sobre os números de abortos no mundo), instituição ligada a CIA que também patrocina aquilo que chama de Iniciativa de Migração Internacional, uma ONG criada em 2010 pela Open Society.

Referências:

Breitbart

Zero Hedge

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Geopolítica

Rússia preocupada com possível assassinato de Trump ou remoção dele da presidência

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O governo russo está preocupado com a possibilidade do presidente Donald Trump ser morto ou forçado a sair da Casa Branca antes do fim do seu mandato. As preocupações existem devido a administração de Trump ser muito criticada pelos seus laços estreitos com o Kremlin e com o presidente russo Vladimir Putin.

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“O que o Kremlin teme hoje é que Trump pode ser derrubado ou até mesmo morto. Sua expulsão, argumentam fontes do Kremlin, é um pulo para desencadear uma campanha anti-russa virulenta e bipartidária em Washington”, escreveu a revista Foreign Policy nesta semana.

“O Kremlin está perfeitamente ciente de que os Democratas querem usar a Rússia para desacreditar e possivelmente causar o impeachment de Trump, enquanto as elites republicanas querem usar a Rússia para domar e disciplinar Trump. O governo russo teme não só a queda de Trump, é claro, mas também a possibilidade de que ele possa oportunisticamente mudar para uma resistente linha anti-Moscou, a fim de fazer a paz com os líderes republicanos ‘hawkish’ (que acreditam mais no uso da força que no diálogo) no Congresso”, pontuou a publicação

Os republicanos do Senado já pediram uma investigação sobre o relacionamento de Trump com Putin depois que o ex-conselheiro de segurança nacional do presidente, Michael Flynn, renunciou na segunda-feira por causa de suas discussões com Moscou sobre as sanções dos EUA. Flynn foi acusado de mentir para altos oficiais de Trump, na Casa Branca, sobre os detalhes dessas conversas.

“Nada menos que uma loucura sem ambiguidade, uma loucura delirante ou um escândalo inconfundível (de uma ordem muito maior do que a loucura raivosa e o escândalo que já vimos) levaria o partido a admitir que erraram em trazer um lunático perigoso e corrupto para a Casa Branca e acionar a catástrofe política que acabaria trucidando Trump. A disposição da 25ª emenda se baseia em um partido governante disposto a atirar no seu próprio pé pelo bem do país. Ter fé na capacidade do Partido Republicano de fazer isso em si mesmo, é uma loucura sem ambiguidade “.

Talvez, então, o assassinato seja a maior preocupação. Em janeiro, um homem sem teto da Flórida foi preso por criar um vídeo no qual ele ameaçou matar Trump na cerimônia do Dia de Inauguração, em Washington DC. Dominic Puopolo, de 51 anos, disse que usaria um fuzil Wesley Scopes Booth para matar Trump . Enquanto isso, o FBI tem monitorado outras ameaças potenciais depois que os usuários do Twitter pediram repetidamente o assassinato do presidente.

Referência:

International Business Time

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Judaísmo

Depois da Amazon, agora o Youtube é acusado de permitir conteúdo “anti-semita” e “discurso de ódio”

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Após perseguir e remover obras, da Amazon, que revisam e desmentem  as versões convencionais do “holocausto”, a censura judaica desta vez apontou sua mira para o Youtube.

Um artigo do Sunday Times, um dos maiores jornais do Reino Unido, acusou o Google de falhar em remover  “conteúdo virulento anti-semítico” e em combater material que contém “discurso de ódio”. Segundo o artigo, “mais de 200 vídeos anti-semitas estão hospedados no YouTube” e alguns se encontram hospedados no site há anos, já possuindo milhões de visualizações.

Mais uma vez, os velhos clichês como “anti-semitismo” e “discurso de ódio” são usados para tentar castrar qualquer debate profundo sobre um tema sério, que já esteve no centro de duas guerras mundiais modernas e que até hoje respinga em inúmeras civilizações, devido ao modus operandi pregado por esse pseudo-judaísmo atual, que se inspira no Talmud -coletânea de ensinos que prega a supremacia judaica sobre os outros povos.

O Sunday Times é de uma corporação midiática judaica

O motivo pelo qual tal folhetim citado está tentando castrar a liberdade de estudo e investigação sobre tais temas e iniciou essa campanha para censurar vídeos do Youtube é bem simples: o Sunday Times é do grupo News UK, que no Reino Unido também controla os “informativos” The Times e The Sun. O News UK é uma subsidiária do conglomerado midiático chamado News Corp. criada por… Rupert Murdoch, nascido de mãe judia, Elizabeth Green (na lei talmúdica, o judeu é aquele nascido de mãe judia).

Nos Estados Unidos a News Corp. controla o Wall Street Journal e o New York Post, além do estúdio 20th Century Fox e os canais de TV ligados aos mesmos. A 20th Century Fox, atualmente, tem um trio de comando israelita, composto por: Peter Chernin, Jim Gianopulos e Tom Rothman.

Não a toa há uma mobilização midiática, cultural e política para cada vez mais impedir que conteúdos que desmascaram os planos geopolíticos e econômicos do judaísmo sejam proibidos e até removidos.

Do sionismo – que visa criar a grande Israel e reconstruir o terceiro templo – ao controle das moedas do mundo por meio de bancos centrais, as provas contra tais empreitadas são vastas e, na era da livre informação, ficará difícil conter tanto materiais bibliográficos quanto audiovisuais.

Tal medida que apela para a censura e rótulos vazios, pode ser inclusive um erro estratégico do cartel judaico, pois com essa onda de proibições, o interesse por tal assunto pode, no lugar de diminuir, crescer cada vez mais no mundo inteiro. E com a velocidade de compartilhamento da internet atual, pode-se dizer que é impossível qualquer controle de informação.

Referência:

The Sunday Times

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Ciência

Mais de 300 cientistas pedem a Trump que abandone agência de mudança climática da ONU

Mais de 300 cientistas pediram ao presidente americano Donald Trump que retire os Estados Unidos da agência de “Mudança Climática” da ONU, alertando que seu lobby para reduzir o dióxido de carbono (CO²) ameaça aumentar a pobreza mundial sem necessariamente melhorar em nada o meio ambiente.

Em uma carta destinada ao presidente Donald Trump, na última quinta-feira (23), o professor emérito do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Richard Lindzen, pediu aos Estados Unidos e a outras nações que “mudem o rumo deste acordo internacional ultrapassado que visa apenas conter gases de efeito estufa menores”, a começar pelo dióxido de carbono.

“Desde 2009, os EUA e outros governos têm empreendido ações com respeito ao clima global que não são cientificamente justificadas e que já têm, e continuarão a causar sérios danos sociais e econômicos – sem benefícios ambientais”, completou Lindzen, um proeminente Físico Atmosférico.

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Os signatários da petição, anexa a carta, incluem os cientistas atmosféricos norte-americanos e internacionais, meteorologistas, físicos, professores e outros que estão em desacordo com a Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), criada em 1992 para combater mudanças climáticas “perigosas”.

O famoso acordo climático de Paris de 2016, que estabelece metas de emissões não vinculativas para as nações, foi elaborado sob os auspícios da UNFCCC.

“Observações feitas desde o surgimento da UNFCCC foram escritas há 25 anos e mostram que o aquecimento pelo aumento do CO² atmosférico será benigno – [efeitos e previsões] muito menores do que as previsões do modelo inicial”, afirmou a petição.

Trump disse durante a campanha que “cancelaria” a participação dos EUA no Acordo de Paris, que foi ratificado em setembro pelo ex-presidente Barack Obama sobre as objeções dos republicanos do Senado, que argumentaram que o acordo exige a aprovação do Senado segundo a Constituição dos Estados Unidos.

Myron Ebell, um estudioso do Instituto Competitivo de Empresas que liderou a equipe de transição Trump na Agência de Proteção Ambiental, disse aos repórteres no mês passado em Londres que o presidente iria retirar-se do Acordo de Paris.

Defensores das políticas de “mudança climática” pediram que Trump honre o acordo, segundo o qual as nações concordam em adotar políticas para manter o aumento das temperaturas globais, deste século, abaixo de 2 graus Celsius, em relação aos níveis pré-industriais.

Todavia não é possível provar que o ser humano tem a capacidade de influenciar o clima. Fora o fato de que a temperatura da Terra já esteve bem mais quente no passado que no período atual, como por exemplo no “Óptimo Climático Medieval” – entre os anos  800 e 1200. Este período de aquecimento permitiu, por exemplo, a colonização do que hoje é a Groenlândia (Greenland ou “Terra Verde”, hoje coberta de neve) e do Canadá pelos Vikings.

Na semana passada, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos reafirmou seu apoio ao Acordo de Paris em uma carta ao Secretário de Estado Rex W. Tillerson, dizendo que o acordo é “urgentemente necessário para cumprir nossas responsabilidades comuns e diferenciadas pelos efeitos das mudanças climáticas.” – mostrando assim como o clero modernista, pós Concílio Vaticano II, se rendeu as agendas globalistas e de neocolonialismo.

Mais de 700 empresas e investidores assinaram uma declaração pedindo a Trump que respeite o acordo de Paris coordenado por nove grupos ambientais, incluindo o Conselho Americano de Negócios Sustentáveis, o Fundo de Defesa Ambiental e o Fundo Mundial para a Vida Selvagem.

Tal fato revela bem como a pauta ambientalista é usada por grandes financistas que evitam possíveis novos concorrentes de surgirem, solidificando assim monopólios transnacionais que impedem o desenvolvimento de indústrias locais em países subdesenvolvidos.

“A incapacidade de construir uma economia de baixa emissão de carbono põe em risco a prosperidade americana. Mas a ação certa agora criará empregos e impulsionará a competitividade dos EUA ” – disse a LowCarbonUSA.org – “Nós nos comprometemos a fazer a nossa parte, em nossas próprias operações e além, para executar o compromisso do Acordo de Paris de uma economia global que limita o aumento da temperatura global para bem abaixo de 2 graus Celsius”

Na verdade a prosperidade americana depende de seu poderio bélico – que impõe o uso do dólar ao mundo. Poderio esse alcançado através de muito investimento e alteração da natureza, sendo sua indústria algo já consumado. O lobby pela baixa emissão de carbono condena e atrasa o possível desenvolvimento de nações periféricas, incluindo o Brasil.

Porém desafiando a “catastrófica” mudança climática, Richard Lindzen descreve o dióxido de carbono como necessário para a natureza e o classifica como, “alimento vegetal, não veneno”.

“Restringir o acesso aos combustíveis fósseis tem efeitos muito negativos sobre o bem-estar de pessoas ao redor do mundo. Ele condena mais de 4 bilhões de pessoas em países ainda subdesenvolvidos à pobreza continuada”, finalizou o lúcido Físico Atmosférico.

Referência:

Washington Times

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Geopolítica

Trump declara George Soros “ameaça à segurança nacional”

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O magnata judeu George Soros, grande doador do partido Democrata, está sendo considerado legalmente uma “ameaça à segurança nacional” nos Estados Unidos, por iniciativa do presidente Donald Trump.

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A medida tem como base uma Ordem Executiva de 2014, assinada pelo então presidente Barack Obama, para combater ações que dificultem a transição pacífica de poder na Ucrânia. Trump legalmente atribuiu o status de ameaça a Soros baseado na informação fornecida pela Rússia de que George Soros financiava grupos para protestar de forma violenta na Ucrânia.

Informações dão conta que Trump fez um telefonema para a Rússia querendo saber sobre os arquivos que estão relacionados com o envolvimento de George Soros na crise ucraniana. A ação do presidente americano se deu justamente pela Ordem Executiva de 2014, assinada por Obama, que pavimentou o caminho para Soros ser oficialmente uma ameaça nacional.

A Ordem Executiva 13660 – “Bloqueando propriedade de certas pessoas que contribuem para a situação na Ucrânia” (Blocking Property of Certain Persons Contributing to the Situation in Ukraine) assinada por Obama, diz:

“Eu, Barack Obama, Presidente dos Estados Unidos da América, acho que as ações e políticas de pessoas que minam os processos democráticos e instituições na Ucrânia; Ameaçam sua paz, segurança, estabilidade, soberania e integridade territorial; E que contribuem para a apropriação indevida de seus ativos, constituem uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos, e eu declaro uma emergência nacional para lidar com essa ameaça”

Nos Estados Unidos, Soros patrocina o grupo racialista “Black Lives Matter”, que faz parte do movimento negro, e no ano passado chegou a pagar aos manifestantes 15 dólares por hora, para agirem e causarem violência em várias oportunidades durante a campanha para as eleições americanas.

Recentemente, Soros pagou mais de 50 dólares a militantes para participarem dos protestos anti-Trump que ocorreram no Dia da Posse e no dia após a posse do presidente americano no que ficou conhecido como “Marcha das Mulheres”. Documentos mostraram que o financista tinha ligação com mais de 50 organizações que participaram do ato.

O bilionário progressista também usou sua enorme fortuna para ajudar na campanha do Partido Democrata, que perdeu as últimas eleições americanas com Hillary Clinton, candidata que defendia inúmeras pautas destrutivas incentivadas por Soros.

Quase um mês depois de tal ordem ter sido assinada, documentos diplomáticos dos EUA mostraram que Soros “minou os processos e as instituições na Ucrânia.” Devido à intervenção ilegal de Soros, surgiu o conflito que matou, segundo estimativas, 9.600 pessoas.

Na época o então presidente Barack Obama não enquadrou Soros como uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos porque o magnata doou ao Partido Democrata cerca de 100 milhões de dólares.

Vale lembrar que além de Trump, a Hungria por meio de seu governo católico e nacionalista declarou que usará “todas as ferramentas à sua disposição” para “varrer” várias ONGs ligadas a George Soros do país.

Referências:

D.C. Clothesline

Ordem Executiva 13660

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Moral

Conservadores russos querem aulas de valores familiares em todas as escolas da Rússia

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A Rússia caminha cada vez mais na contramão da decadência civilizacional que se encontra os países do ocidente. Em breve todas as escolas da Rússia poderão ter aulas obrigatórias de valores familiares, segundo divulgou a agência de notícias russas Interfax na última segunda-feira (19).

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De acordo com o relatório da agência, o movimento é apoiado pela organização religiosa ortodoxa russa chamada “A Santidade da Maternidade”. O grupo foi fundado em 2006.

A líder do grupo, Natalia Yakunina, disse que essas classes já estavam sendo dadas em algumas regiões da Rússia. As aulas reforçam a família tradicional formada por homem, mulher e filhos.

Natalia Yakunina também revelou que o grupo apoiou a exigência de várias mulheres de terem acesso a psicólogos, antes de terem um aborto. Seu grupo já fornece centros de maturidade e fornece aconselhamento pré-aborto em regiões de todo o país visando combater esse mal, que infelizmente ainda é enorme no país.

O povo russo ultimamente está se juntando para fazer resistência ao que chamam de “contra-cultura” ocidental – que é romper e combater agendas globalistas como feminismo, LGBT’s, ambientalismo e outras causas artificialmente criadas que visam destruir a soberania de um povo e sua sanidade social.

A Rússia restringe propaganda LGBT 

Recentemente a história em quadrinhos “Overwatch” teve uma de suas edições proibidas na Rússia por conter material com apologia ao gayzismo.

O cidadão russo nos últimos anos teve que aprender a discernir entre sua vida pessoal e a vida pública. Em 2015 dois rapazes fizeram um experimento de como seria andar de mãos dadas na ruas de Moscou e o resultado mostrou o povo hostilizando o suposto par gay com certos indivíduos partindo até para a coerção física.

Para os desavisados, pode até parecer intolerância pura e simples, mas no fundo há um pensamento macro e social de conservação civilizacional. O povo quando coíbe um par gay em público, não visa ofender indivíduos em si, mas sim preservar a pátria de uma engenharia social externa.

Referência:

Russian Insider

The Moscow Times

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