Sionismo

Exército de Israel censura notícia que expõe o suporte israelense aos terroristas na Síria

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As forças armadas israelenses (em inglês IDF) passaram a censurar notícias sobre o fato de Israel fornecer armas e suprimentos para grupos terroristas na Síria. O jornal Jerusalem Post foi notificado pelo sensor militar israelense e teve que remover sua matéria intitulada “IDF Confirms: Israel Provided Light-Weapons To Syrian Rebels” (IDF confirma: Israel forneceu armas leves aos rebeldes sírios).

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No entanto, a notícia que trata sobre a transferência de quantias significativas de dinheiro, armas e munições para terroristas no sul da Síria ainda está disponível nos resultados de pesquisa do Google – contudo quando clica-se na matéria, aparece uma mensagem de erro dizendo que a página já não está mais disponível.

O apoio recebido pelos terroristas por Tel Aviv se dá com a “Operação Bom Vizinho”, que Israel descreve como sendo apenas uma missão humanitária focada em fornecer aos sírios “comida, roupas e combustível”.

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Este incidente demonstra mais uma vez que são falsas todas as alegações de Tel Aviv de não estar envolvido no conflito em curso na Síria.

Mais ameaças à Síria no caso de supostos ataques químicos

O chefe da equipe de defesa da França, François Lecointre, declarou em 6 de setembro que as forças francesas estão prontas para atacar a Síria mais uma vez se armas químicas forem usadas durante a próxima batalha de Idlib.

“Estamos prontos para atacar se as armas químicas forem usadas novamente”, disse a principal autoridade militar à mídia local. “Eles podem ser realizados em nível nacional, mas é de nosso interesse fazê-lo com o maior número possível de parceiros.”

Também no dia 6 de setembro, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou que o Pentágono não tem informações de inteligência sugerindo que os terroristas sírios sejam capazes de realizar um ataque químico. Assim, se tal ataque for encenado, os EUA e seus aliados não investigarão o incidente pois  já  partirão da premissa que o governo de Damasco será culpado.

Os membros do Estado Islâmico realizaram vários ataques contra posições do exército sírio na margem ocidental do Eufrates. De acordo com fontes pró-governo e pró-Estado Islâmico, várias soldados do exército sírio e terroristas foram mortos nos confrontos. No entanto, o Estado Islâmico não conquistou nenhuma posição.

Fontes locais dizem que o ataque foi realizado para tirar a atenção do exército sírio da área de al-Safa e da região ao sudeste da cidade de Deir Ezzor. Uma fonte da 11ª Divisão do exército sírio disse ao portal SouthFront que as tropas do governo estão atualmente reforçando suas posições em torno do deserto de Homs. O objetivo é limitar as capacidades do Estado Islâmico de realizar ataques a partir desta área contestada.

De acordo com fontes pró-turcas, um total de 170 membros das Unidades de Proteção do Povo Curdo (PKK) foram “neutralizados” pelas Forças Armadas Turcas, na Turquia, norte da Síria e norte do Iraque. Em agosto. As forças lideradas pela Turquia também detiveram cerca de 253 suspeitos nas operações anti-PKK na Turquia. 70 deles detidos sob custódia.

Apesar dessas alegações, o exército turco e seus representantes ainda não conseguiram eliminar a insurgência dos combatentes curdos do YPG na área de Afrin, no norte da Síria, capturada pelas forças lideradas por Ancara no início deste ano. Células do YPG realizam ataques às forças turcas lá com alguma constância.

Referência:

Veterans Today

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Sionismo

Israel está armando 7 grupos terroristas diferentes na Síria, admite jornal israelense

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Um dos jornais mais populares de Israel, o Haaretz, admitiu que Israel fornece armas, munições, roupas, medicamentos e bastante dinheiro a sete grupos terroristas – que o jornal preferiu chamar de “rebeldes” – na Síria. A publicação expõe que o apoio aos grupos radicais de matriz sunita se dá através das colinas de Golã.

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Ao citar uma publicação da analista judia Elizabeth Tsurkov, que diz atuar na área de direitos humanos e tem acesso aos terroristas dos quais colhe depoimentos, o Haaretz apontou que – “dezenas de rebeldes que falaram com Tsurkov descreveram uma mudança significativa na quantidade de ajuda que recebem de Israel” – revelando que desde o início do conflito os terroristas tinha suporte de Israel, porém ultimamente o auxílio israelense aos grupos aumentou significativamente – e completou –  “além disso, ela [Elizabeth Tsurkov] disse que pelo menos sete organizações rebeldes sunitas no Golã sírio agora estão recebendo armas e munições de Israel, juntamente com dinheiro para comprar armamentos adicionais. (…) Ao mesmo tempo, Israel também aumentou sua ajuda para aldeias controladas pelos rebeldes, incluindo o fornecimento de medicamentos, alimentos e roupas.”

O financiamento e apoio dado aos terroristas na Síria por Israel é uma pauta comum e corriqueira no Panorama Livre, que também já denunciou a convivência pacífica e sem agressões entre israelenses e jihadistas radicais sunitas nas colinas de Golã.

Fato que também é lembrado por Elizabeth Tsurkov e exposto pelo Haaretz ao reconhecer que a fronteira entre Síria e Israel está cheia dos ditos “rebeldes” – “o establishment de defesa israelense os classifica como “habitantes locais”, eles controlam a maior parte da fronteira sírio-israelense, além de duas áreas – uma área controlada pelo regime no norte do Golã e uma seção no sul do Golã controlada por uma filial do Estado islâmico, Jaysh Khalid ibn al-Walid.”. Todavia o jornal e a analista tentam vender que esses grupos “rebeldes” combatem o Estado Islâmico, o que é uma piada de mal gosto, visto que na região os ataques são feitos unicamente contra as forças do regime sírio de Bashar al-Assad, não havendo registro algum de enfrentamentos entre Israel e os grupos sunitas citados, incluindo o Estado Islâmico.

Bastando lembrar que até o próprio ex-ministro da Defesa de Israel, Moshe Ya’alon, revelou em abril de 2017 que o Estado Islâmico inclusive já pediu desculpas a Israel por ter aberto fogo contra suas unidades nas colinas de Golã.

Tanto que o jornal admite que os supostos enfrentamentos (que não ocorrem) entre Estado Islâmico e os mercenários de Israel “não produziram mudanças significativas nas forças locais”.

A desculpa da vez para apoiar os terroristas na Síria todavia não é mais tirar Assad do poder, que conseguiu se segurar, mas sim conter um suposto avanço do Irã e do Hezbollah que ocorreria pela Síria, não permitindo que a pretensa ameaça se aproxime das fronteiras de Israel.

Outro fator também seria a redução do auxílio americano aos terroristas na Síria. Em janeiro, a administração do Trump fechou o centro de operações da CIA em Amã, capital da Jordânia, que coordenava e ajudava às organizações terroristas ditas “rebeldes” no sul da Síria. Como resultado, dezenas de milhares de mercenários que recebiam apoio econômico regular dos Estados Unidos estão desprovidos desse apoio, então a ocupação sionista de alguma forma está buscando cobrir este buraco.

A Grande Israel

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A Síria faz partes dos planos sionistas que pressupõem a expansão do território de Israel visando criar a Grande Israel cuja área iria do Nilo ao Eufrates. Desta maneira todo o aparato judaico-sionista está engajado em desestabilizar a região tanto economicamente, diplomaticamente, culturalmente quanto militarmente. Os falsos judeus por trás do plano acreditam dessa forma acelerar a vinda do seu falso messias.

Referências:

Haaretz

War On The Rocks

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Judaísmo

Ativismo judaico na ficção infantil para perverter crianças

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Por: Andrew Joyce

“Desde o início – isto é, a partir da publicação do primeiro livro especificamente para crianças – a intenção era dar forma e moldar a mente para aceitar padrões de comportamento”.
Saul Braun, The New York Times, 7 de junho de 1970.

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Este artigo é fruto de uma pesquisa originalmente conduzida para um outro artigo recente intitulado “Judeus, Obscenidade e Sistema Legal”. Dada a quantidade significativa de material descoberto e a singularidade do assunto, decidi que havia material suficiente para um artigo dedicado a literatura infantil. Durante a pesquisa sobre o ensaio de obscenidade, consultei a lista dos “Top 100 livros banidos/questionados entre 2000-2009” da Associação Americana de Bibliotecas (AAB) com objetivo de avaliar a natureza e a extensão da presença judaica.

O primeiro fato a se tornar perceptível foi uma presença judaica representativa na produção de livros considerados controversos ou perversos pelos pais, escolas e outras instituições. Os judeus são notoriamente tímidos no recenseamento, provavelmente estão em algum lugar entre 2,2% a, no máximo, cerca de 5% da população americana segundo o Pew Research Center.

Mesmo aceitando algum grau de verdade no argumento apologético de que os judeus são desproporcionalmente atraídos pelas profissões literárias (para não falar de seus motivo), poderia se esperar muito generosamente uma representação judaica em cerca de 10 livros na lista da Associação Americana de Bibliotecas (AAB).

No entanto, minhas verificações biográficas sobre todos os autores da lista, algumas das quais foram indeterminadas, revelaram que 22 livros na lista da AAB foram escritos por 17 escritores judeus. [1]

Os judeus estão, assim, significativamente sobre-representados na produção de literatura contemporânea considerada como oposição pela cultura que os cerca, e estão ainda mais radicalmente representados quando obras antigas, de autores não-judeus, como as “Aventuras de Huckleberry Finn” (agora frequentemente considerado “racista”) não são levadas em consideração. Uma vez que a maioria das inscrições na lista (de banidos e questionados) eram livros infantis e tendo em conta minhas descobertas anteriores sobre a manipulação judaica da demanda de “livros diversos” no sistema escolar, ocorreu-me que a literatura infantil é uma frente importante, mas às vezes negligenciada no conflito cultural que vemos ser jogado diariamente.

Este artigo pretende, portanto, ser uma breve introdução a algumas das personalidades e temas mais relevantes na área do ativismo judaico esquerdista na ficção infantil.

Um grande ativismo radical judaico na esfera cultural vem sob o guarda-chuva da relação geral entre judeus e a esquerda. Esta relação pode historicamente ser entendida como envolvendo a inovação judaica as causas sociais ou o apoio a causas sociais, culturais e políticas suscetíveis a enfraquecer as estruturas culturais da sociedade que lhe acolheu e torná-la mais favorável aos interesses judaicos.

No capítulo intitulado “Judeus e a esquerda” no livro Cultura da Crítica (p. 50), Kevin MacDonald cita Stanley Rothman e S. Robert Lichter, que observaram em sua obra Raízes do Radicalismo: judeus, cristãos e a Nova Esquerda (1982) : “Seja qual for a sua situação … em quase todos os países sobre os quais temos informações, um segmento da comunidade judaica desempenhou um papel muito importante nos movimentos destinados a minar a ordem existente”. MacDonald argumenta que as divergências superficiais entre religião judaica e agendas radicais são negadas pelo fato de muitos radicais étnicamente judeus terem persistido em aderir a uma forte identidade judaica e muitas vezes perseguiram explicitamente os interesses judaicos. MacDonald escreve (p. 51): “A hipótese de que o radicalismo judaico é compatível com o judaísmo como estratégia evolutiva de grupo implica que os judeus radicais continuam a se identificar como judeus”.

 

Eu argumento que o material apresentado neste ensaio deve ser visto firmemente dentro do mesmo quadro teórico proposto por MacDonald. Por exemplo, vários dos escritores judeus considerados neste apanhado são homossexuais, socialistas radicais e feministas. Uma desculpa comum dos “judeus da direita” é que tais figuras são um anátema para o judaísmo ou que, como adeptos do movimento da reforma, etc., não representam os “judeus verdadeiros”. A afirmação aqui é que a situação é justamente a oposta, e ressalto que muitos desses escritores estão manifestamente comprometidos com a tradição judaica e com o grupo judeu.

 

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Excelentes estudos de caso a este respeito podem ser encontrados em escritoras feministas lésbicas judias – figuras que, na superfície, são pelo menos incompatíveis com uma estratégia evolutiva de grupo. Afinal, como as mulheres que perderam pessoalmente sua reprodutividade deveriam se envolver em uma luta darwiniana? No entanto, a história nos diz que tem sido bem possível que os celibatários judeus e os homossexuais contribuam de alguma forma para o avanço do grupo.

Um exemplo útil é minha própria revisão recente do trabalho de R.A. Maryks, “Ativismo Judaico na Ordem dos Jesuítas”, um cenário em que os homens judeus trocaram possibilidades reprodutivas por influência política, social e cultural destinadas a beneficiar a comunidade de conversos do início da Espanha moderna. Da mesma forma, a estudiosa judaica Sylvia Fishman aponta em Follow My Footprints: Changing Images of Women in American Fiction (1992) que “uma quantidade significativa de escritoras lésbicas judias estão profundamente comprometidas com a população judaica e a sobrevivência judaica”. [2] Um exemplo particularmente interessante de uma judia feminista radical é Betty Friedan (nascida Bettye Naomi Goldstein), a ativista por trás do “Feminismo da Segunda Onda” que “confessou sempre ter tido” sentimentos muito fortes “sobre sua identidade judaica” e viu o feminismo em parte como um meio de chegar mais perto do judaísmo e de sua identidade como judia. [3]

Tais ativistas judeus radicais voltarem sua atenção para a cultura das crianças e a educação também não é algo surpreendente. Os intelectuais judeus, nas últimas décadas, aderiram a ideia de que as atitudes nativistas e/ou anti-judaicas estão a par com uma doença altamente infecciosa – com a inoculação sob a forma de um tratamento “educacional” agressivo, em uma tenra idade, visto como um remédio seguro para os males captados de uma “sociedade intolerante”.

Embora a ideia de que as atitudes anti-judaicas sejam uma forma de doença com raízes na infância se volte para Freud, ela permanece atual nos principais círculos políticos e acadêmicos judeus. Tomemos, por exemplo, as observações de encerramento da obra “Judeus e o dinheiro: A História de um Esteriótipo”, de Abraham Foxman, onde pais e professores são instados a “tentar ajudar a próxima geração a crescer mais livre contra a infecção da intolerância” [4] – o objetivo sendo, como o Sr. Foxman já havia articulado, “tornar a América tão fácil de ser usada quanto possível para os judeus”. O livro “Antisemitismo: uma doença da mente” de Theodore Isaac Rubin, descreve o sentimento anti-judeu como uma “doença contagiosa e maligna” e conclui afirmando: “é necessária uma aplicação extremamente ativa de compreensão e educação para encurralar a doença.

O checkmate e a erradicação são extremamente difíceis e provavelmente só são possíveis se aplicadas quando muito jovem antes das raízes da doença se estabelecerem.” [5] Para Rubin e a ADL, a solução para o problema de solidariedade e da tradição na população que está envolta exige “profilaxia” e “abordagens às crianças”. De fato, o tomo “Anti-Semitismo na América” (1979) patrocinado pela ADL conclui que “é evidente que as escolas são o agente mais adequado e potencialmente efetivo para realizar a estratégia de instrução já delineada”. [6]

A literatura infantil, portanto, seja para entretenimento ou educação, seria um canal óbvio através do qual os judeus poderiam avançar idéias ou encorajar comportamentos susceptíveis de beneficiar interesses judaicos. Pode-se também prever razoavelmente, com base em precedentes históricos pela forma dos movimentos intelectuais judeus (particularmente o multiculturalismo, a sexologia, a antropologia boasiana, a psicanálise e as teorias da Escola de Frankfurt), que tais idéias girariam em torno de noções como pluralismo étnico e sexual e crítica e desconstrução da estrutura familiar tradicional de não-judeus. Na verdade, pode-se esperar que os autores contribuintes [desta estratégia] tenham afiliações sobrepostas à psicanálise e ao socialismo radical. Tais previsões são amplamente confirmadas nos resultados apresentados abaixo.

Uma das figuras mais interessantes nesta área da atividade cultural é Lesléa Newman, uma feminista lésbica e judaica que tem a duvidosa distinção de escrever um dos livros infantis mais controversos das últimas décadas, ao mesmo tempo em que produz uma série de livros para crianças judaicas que promovem a tradição, cultura e valores judaicos. Em 1989, depois de ter sido rejeitado por quase todos os editores mainstream e junto com a patrocinadora co-étnica Tzivia Gover, Newman publicou por si própria, Heather Has Two Mommies (Heather tem duas mães), descrito como “o primeiro livro de crianças com temas lésbicos já publicado”. Newman lembra: “Pessoas ficaram com medo de publicar ‘Heather’, apesar de haver uma necessidade disso. Ninguém tocaria nisto. Mas nós fomos mulheres judias ferozes.” O trabalho de Newman foi colocado como o 11º livro mais desafiado da década de 1990 pela Associação Americana de Bibliotecas.

No entanto, em comum com as reações ao ativismo judaico em outras esferas culturais, sociais e políticas, a resposta ao trabalho de Newman foi turbulenta, mas faltava foco; faltava a percepção de que isso não era exclusivamente parte de uma agenda homossexual, havendo pouca ou nenhuma compreensão do elemento judaico envolvido.

Jewish Telegraphic Agency (Agência Telegráfica Judaica) noticiou que “o chefe de um distrito escolar no Queens declarou ‘guerra’ ao livro e enviou carta aos pais advertindo que seus filhos seriam ensinados sobre sodomia. (…) O presidente distrital enviou mais de 30.000 cartas aos pais, que criticam o livro como ‘propaganda homossexual perigosa’. Em um ponto, Newman foi descrito como ‘a escritora mais perigoso da América'”.

O que muitos opositores do livro perderam de vista, no entanto, era que sua autora é uma forte promotora do tradicionalismo e da comunidade – só que do tradicionalismo e da comunidade judaica. Ao contrário de “Heather tem duas mamães” e livros posteriores como “The Boy Who Cried Fabulous” (2004), “A Fire Engine para Ruthie” (2004), “Momma, Mama e Me” (2009), “Daddy, Papa e Me” (2009), “Donovan’s Big Day” (2011) e “Sparkle Boy” (2017), que trouxe a tona homossexualidade, disforia de gênero e até a AIDS para a massa leitora de crianças, Newman publicou uma série de livros de nicho infantil para sua própria comunidade, oferecendo um tratamento convencional e tradicional de festivais judaicos desprovidos de qualquer desses temas: “Matzo Ball Moon” (1998), “Runaway Dreidel” (2002), “The Oight Nights of Chanukah” (2008), “A Sweet Passover” (2012), “My Name is Aviva” (2015) e “Hanukkah Delight” (2016) apresentam famílias judias tradicionais sem uma sugestão de pluralismo sexual ou cultural. Os livros foram altamente elogiados como obras tradicionais e favoráveis ​​à família pelo Jewish Book Council.

Que Newman produziu conscientemente ou inconscientemente um corpo de trabalho tão segregado em sua forma temática não é algo surpreendente no quadro de perfídia e de engano dos judeus. O fator crucial aqui é que a identidade judaica é parte integrante do senso de ser e pertencer de Newman, e é algo pelo qual ela se sente muito protetora.

Na verdade, na nossa tentativa de avaliar a verdadeira força motriz psicológica por trás da produção e divulgação do antigo corpo de trabalho, vale a pena recordar a descrição de Newman de si mesma e de Gover não como feministas ou lésbicas, mas como “ferozes mulheres judeus” (ênfase adicionada ). Seria plenamente justificavel perguntar por que, tendo em conta o contexto aparentemente não étnico e não religioso das origens da personagem ‘Heather’, Newman colocaria maior ênfase em sua própria etnia. Minha própria interpretação é que, como homossexual, Newman é uma espécie de indivíduo isolado dentro do grupo étnico judaico que, conscientemente ou de outra forma, busca avançar nos interesses de sua co-etnia, “usando como arma” sua sexualidade e dirigindo seu ativismo exclusivamente contra a “sociedade”, mas não dentro da sua própria comunidade.

Obviamente, encontramos exatamente as mesmas incongruências entre as feministas heterossexuais que, em seus trilhos fervorosos contra o patriarcado, permanecem curiosamente, por unanimidade, em silêncio sobre os aspectos patriarcais do judaísmo e da cultura judaica.

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Com duas entradas na lista de banidos ou questionados da Associação Americana de Bibliotecas, Robie Harris é outro excelente exemplo do ativismo judaico na ficção infantil, tendo ela nascido em uma família judia ortodoxa. O texto mais desafiado de Harris, “É perfeitamente normal” (1994), um livro descrito pela revista Kirkus Review como demonstrando o desejo de Harris de “apresentar mais diversidade étnica e sexual do que o Curriculum Rainbow da cidade de Nova York jamais barganhou”.

Harris efetua isso apresentando crianças pré-adolescentes a múltiplos atos sexuais, transexualismo, homossexualidade e AIDS. Em 1996, “É perfeitamente normal” foi denunciado em Washington porque o “livro é um ato de encorajamento para que as crianças comecem a desejar prazeres sexuais (…) e é um claro exemplo de pornografia infantil”. Em 1999 Harris publicou “It’s So Amazing”, que foi igualmente denunciado por pais e escolas, alegando que estava introduzindo crianças de dez anos à “relações sexuais, masturbação, aborto e homossexualidade”.

Em 2012, Harris provocou mais controvérsia com a publicação de “Who’s in My Family”, que “conta a história de mudar as estruturas familiares, de famílias birraciais a famílias homossexuais “. De considerável  interesse maior é quem está na própria família de Harris, uma larga rede de famílias uniformemente judaicas [nada multicultural ou diversificada]. Na verdade, a prima de Harris, Elizabeth Levy, também é uma autora infantil. Levy é mais conhecida por sua série “Something Queer”, publicada entre 1973 e 1997, que contou a história das aventuras de duas jovens com um texto lésbico mal disfarçado (para quem perdeu o título de duplo sentido). Em 1981, Levy abandonou a sutileza em conjunto com a publicação de “Come Out Smiling”, um conto sórdido destinado a adolescentes e a explorar relacionamentos lésbicos de uma menina no acampamento de verão. O vilão da obra é um pai branco “homofóbico” contra quem as meninas devem “bravamente” lutar.

Tudo isso não quer dizer que o empurrão da diversidade sexual e étnica ou o minar das representações tradicionais da masculinidade na ficção infantil tenham sido a única reserva das mulheres judaicas. O “The Sissy Duckling” de Harvey Fierstein (2002) destina-se a crianças de 5 a 8 anos e “conta a história de Elmer, um patinho que é ridicularizado por ser um “mariquinha”, mas que, em última análise, prova sua “bravura”. Outro trabalho infantil incrivelmente controverso de recentes décadas é o “Two Weeks with the Queen”, publicado por Morris Gleitzman em 1990. Neste trabalho, voltado para crianças de 8 a 12 anos, Gleitzman discute temas como “AIDS, homossexualidade e homicidio”.

Um estudo de caso particularmente interessante é Maurice Sendak , o homossexual judeu escritor e ilustrador para crianças por trás de “Where the Wild Things” (1963). Sendak entrou na lista da AAB com “In the Night Kitchen” (1970), que retrata a jornada de sonhos de um menino em uma cozinha surreal de padeiros onde ele auxilia na criação de um bolo que estará pronto pela manhã. Particularmente controverso foi o fato do menino ser ilustrado por Sendak como completamente nu, e é retratado em uma variedade de cenários que se assemelham, nas palavras do jornalista Saul Braun, a uma “fantasia masturbatória”.

O filho dos judeus poloneses, Sendak confessou em entrevistas ter subtextos judaicos em suas obras, incluindo “In the Night Kitchen”, e às formas pelas quais suas raízes judaicas impactaram sua vida, visões e trabalho. Por exemplo, Sendak afirma que, desde uma idade jovem, ele viu “a raça humana como bastante agressiva e confrontativa”, e pontuou que os padeiros de “In the Night Kitchen” – “com seus bigodes de Hitler – eram uma referência ao Holocausto”. Da mesma forma, nota-se que as ilustrações de Sendak de crianças são “um tanto fortes e semelhantes a gnomos. (…) Suas crianças são escuras, com figuras estampadas – não em seus padrões, do tipo anglo-saxão como Janet e John.” O próprio Sendak afirmou que eles são figuras judaicas, sendo “uma curiosa mistura de lembranças do Brooklyn e a vida fantasiada em Shtetl na Polônia”.

Um autor infantil judeu homem heterossexual que até agora evitou desafios para seu trabalho é Michael Rosen, nascido na Inglaterra de pais judeus com raízes na Polônia, Rússia e Romênia. Ambos os pais eram membros da Liga dos Jovens Comunistas e se opuseram à União Britânica dos Fascistas de Sir Oswald Mosley durante a “Batalha da Rua Cable”. Sua mãe era uma secretária do Daily Worker, o jornal oficial do Partido Comunitário da Grã-Bretanha. O próprio Rosen é fortemente afiliado à esquerda radical, escrevendo colunas para o jornal Socialist Worker e falando em conferências do Partido Socialista dos Trabalhadores. Tendo criado uma carreira razoavelmente bem-sucedida como poeta e autor de crianças, mesmo um olhar superficial sobre o seu corpo de trabalho sugere que sua política se misturou com sua “arte”.

Um dos melhores e talvez os mais sutis exemplos é “This Is Our House” (1996), destinado a pré-escolares. Em essência, este é um conto anti-nativista projetado para dissuadir as crianças de terem “preconceitos” ou qualquer sensação de posse ou propriedade, mas se disfarça como um conto simples sobre o compartilhamento. A descrição do livro afirma: “George diz que a casa de papelão é dele e ninguém mais pode brincar nela. Não é para meninas, pessoas pequenas, gêmeos, pessoas com óculos ou pessoas que gostam de túneis. Mas Lindy, Marly, Freddie, Charlene, Marlene, Luther, Sophie e Rasheda têm outras ideias! Uma por uma, cada criança é recusada a entrar até que as coisas se invertem e George descobre como se sente em sofrer algo injusto. “No decorrer do livro George (representado como branco) joga feliz com uma caixa que ele construiu como “casa”. Mas as outras crianças, metade das quais não são brancas, insistem em que sua “casa” não é apenas sua, mas “pertence a todos”.

Mais recentemente, para crianças de 10 a 12 anos, Rosen é autor de um livro de ficção intitulado “Quem são os refugiados e imigrantes? O que faz as pessoas deixarem suas casas? E outras grandes perguntas” (2016). O livro compara “os efeitos sobre a sociedade da diversidade e interculturalismo com as tentativas históricas para criar uma cultura racialmente “pura”. Isso leva a uma perspectiva internacional … Há também uma atividade de encenação pedindo aos leitores que se imaginem na situação de ter que decidir se devem sair de suas casas e buscar refúgio em um novo país”.

Essencialmente, então, é um exemplo bastante típico de propaganda multicultural. O envolvimento judaico na produção de textos pró-multiculturais de não ficção para crianças é, naturalmente, nada de novo. O primeiro exemplo que pude encontrar (pelo menos no mundo de língua inglesa) é a “Casa de Vidro do Preconceito” de Dorothy W. Baruch (1946). O texto foi descrito pela Kirkus Review no ano de sua publicação como a “primeira abordagem desse tipo para os problemas das minorias, da discriminação racial, da intolerância, baseada em histórias de casos, muitas delas alinhadas com os problemas dos adolescentes. A abordagem da Dra. Baruch aborda o intelecto e as emoções; ela corta o coração da questão… Ela mostrou como os problemas [em torno da imigração] estão enraizados em condições que [a população nativa] deve enfrentar, como insegurança, falsas atitudes, ignorância”. Essas idéias estavam, obviamente, totalmente de acordo com as teorias avançadas pela Escola de Frankfurt.

Antes de concluir, deve-se mencionar o autor mais prolífico na lista da AAB dos livros mais denunciados, entre 2000 e 2009: Judy Blume (nascida Judith Sussman). As três aparições de Blume excedem qualquer outro escritor, enquanto durante o período 1990-1999 teve cinco entradas na lista. Para o período de 1990 a 2004, Blume ficou em segundo lugar apenas com o colega judeu Alvin Schwartz, cujas histórias de terror violentas e explícitas foram consideradas inadequadas para a faixa etária pelo qual ele afirmou escrever. Blume entrou em conflito com pais, escolas e outras instituições porque seus trabalhos contêm conteúdo gráfico sexual e linguagem ofensiva, bem como temas que foram considerados inapropriados para qualquer faixa etária infantil.

Esses elementos estão presentes em todos os livros questionados de Blume, mas para citar apenas dois exemplos, Deenie (1973) e Forever (1975), Blume introduziu na ficção adolescente temas como masturbação compulsiva, gravidez na adolescência, tentativa de suicídio, homossexualidade e conversa sobre doenças sexualmente transmissíveis. Mas como Blume se vê? Um modelo de feminista? Uma igualitarista cultural? Nas suas próprias palavras: “Cultural e espiritualmente, sou uma jovem judia de Nova Jersey”.

Há, naturalmente, muitos escritores mais que podem ser perfilados e muitos mais trabalhos que poderiam ser explorados, mas a intenção deste ensaio foi oferecer uma modesta introdução a alguns dos temas mais pertinentes nesta área da atividade cultural judaica. A afirmação aqui não é que os judeus estejam unicamente por trás do declínio nas normas sociais, culturais e sexuais que historicamente têm sido muito benéficas para a sociedade. Afinal, uma vez que excluímos autores não-brancos da lista de AAB, ainda encontramos cerca de 60% das obras socialmente oposicionistas produzidas por escritores brancos. Há, obviamente, um mercado para esse material, e, como de costume, não faltam pessoas que desejam tirar proveito disso. No entanto, a afirmação aqui é que há evidências significativas de que os indivíduos que se identificam como judeus e se vêem plenamente como membros do grupo étnico judaico, estiveram na vanguarda da erosão cultural, muitas vezes inovando ou atuando como pioneiros na desconstrução das normas da sociedade.

Essencialmente, o que vemos é que escritores como Baruch, Harris, Levy e Newman abriram caminho para que outros ativistas judeus – e não-judeus atípicos – pudessem seguir. É difícil dizer com certeza como as coisas seriam e teriam diferentes resultados sem uma ação tão agressiva dessas “mulheres ferozes” (e homens) auto-descritas, mas se poderia razoavelmente supor que o policiamento moral e normativo seria significativamente mais robusto.

Finalmente, a imagem maior aqui é a doutrinação de nossos filhos. Nesta nota, refiro-me à epígrafe que abriu este ensaio. Em última análise, estamos lidando com materiais projetados para formar e moldar as mentes de nossos filhos para os novos “padrões de comportamento aceitos”. Agora, não estamos longe de um momento em que os contos saudáveis ​​de crianças brancas envolvidas em aventura serão considerados reacionários por causa de seus potencial para incutir o orgulho, ou perigoso porque eles não são tolerantes o suficiente da proliferação multicor, de minorias sexuais e raciais que agora interferem em todos os aspectos da cultura. Nosso desafio nos próximos anos será entrar nesta guerra cultural de forma mais significativa. Isso exigirá o desenvolvimento de uma nova literatura, e eliminando o veneno que está diante de nós.

Referência:

The Unz Review

[1] Avi (aka Edward Irving Wortis), H.G. “Buzz” Bissinger, Judy Blume, Esther Drill, Lois Duncan (Steinmetz), E.R. Frank, Bette Green, Robie Harris, Carolyn Mackler, Johanna Reiss, Louise Rennison, J.D. Salinger, Louis Sachar, Alvin Schwartz, Maurice Sendak, Charles Silverstein, R.L. Stine.

[2] S.B. Fishman, Follow My Footprints: Changing Images of Women in American Fiction (Hanover: Brandeis University Press, 1992), p.50.

[3] F. Klagsbrun, “Marching in Front,” Hadassah Magazine (Nov. 1993), p.24.

[4] A. Foxman, Jews and Money: The Story of a Stereotype (New York: Palgrave, 2010), p.230.

[5] T.I. Rubin, Anti-Semitism: A Disease of the Mind (Fort Lee: Barricade Books, 2009), p.156.

[6] H. Quinley & C. Glock, Anti-Semitism in America (New York: The Free Press, 1979), p.202.

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Judaísmo

Libelo de sangue? Modelo é assassinada e tem seu sangue drenado pelo namorado judeu

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A modelo ucraniana Iana Kasian (30) foi morta, escalpelada e teve o sangue do seu corpo drenado pelo próprio namorado Blake Leibel (36), que é judeu, levantando suspeitas do homicídio ter sido praticado em caráter ritualístico.

O caso ocorreu em Hollywood no dia 26 de maio de 2016, no que a polícia local chamou de “o assassinato mais brutal da história de Los Angeles” – porém a autopsia (clique aqui) só foi revelada nesta semana e a causa principal da morte foi perda de sangue (exsanguination) e a secundária os traumas na cabeça.

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O responsável pela análise foi o Dr. James Ribe, do escritório do condado de Los Angeles, e revelou que Iana sofreu um trauma horrível nas horas anteriores à sua morte. Dr. Ribe também detalhou que além de ter seu sangue drenado, a vítima foi escalpelada tendo seu crânio raspado até o osso. Acredita-se também que Iana Kasian tenha sido torturada por horas com uma faca.

“Seu crânio tinha sido descascado até a superfície do osso. Não havia nenhuma presença de couro cabeludo, exceto por pequenos pedaços na parte de trás do pescoço. Também partes do lado direito do rosto foram arrancadas, incluindo a orelha direita e parte da face posterior do lado direito, todo o caminho até a linha do maxilar”, descreveu Dr. James Ribe.

Blake Leibel é um cartunista de família judaica que dependia da mesada mensal de 13 mil dólares do pai Lorne Leibel – desenvolvedor que mora em Toronto no Canadá – e esperava se tornar um famoso artista de quadrinhos.

A julgar por sua arte, parece que o sujeito já estava com esse tipo de ação interiorizada há algum tempo, pois em um de seus quadrinhos há uma cena que lembra bastante o satânico ato cometido pelo cartunista.

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Libelos de sangue na história do judaísmo

Durante séculos o judaísmo aderiu inúmeros rituais estranhos e bizarros, um dos mais comentados é o libelo de sangue – o uso de sangue humano em rituais – assunto que gerou muita controvérsia ao longo da história.

O fato é que mesmo com inúmeras entidades judaicas negando tais ocorrências, crimes com as mesmas características surgem de tempos em tempos, sempre envolvendo judeus, como neste caso do cartunista e sua namorada. Outro ponto que vale citar é o elevado número de palestinos mortos cujo os corpos não são devolvidos as famílias e somem, além dos poucos que são devolvidos retornarem sem sangue e sem alguns órgãos.

O assunto também já foi abordado em 2007 pelo professor e historiador judeu-israelense Ariel Toaff, filho do ex-grande rabino de Roma, em uma obra de sua autoria – que foi censurada – chamada “Páscoa de Sangue – Hebreus na Europa e rituais homicidas”.

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Apesar da censura, é possível baixar a obra no formato digital e em inglês (clique aqui).

E para quem acredita que os rituais com sangue e sacrifícios humanos são exceções de indivíduos isolados, algo acidental e não essencial, basta verificar no Talmud.

No Sepher Or Israel (177b), diz assim – “Tire a vida de um kliphoth (não-judeu) e mate-o, e trarás alegria a Deus, assim como quem oferece um incenso”.

Já no Ialkut Simoni (245c, n.772), lê-se como se segue: “Depois da destruição do templo de Jerusalém, o único sacrifício necessário é o extermínio dos cristãos.”

No Zohar (III, 227b), o Bom Pastor diz: “O único sacrifício que se pede é que eliminemos os impuros que se encontrem entre nós”.
O mesmo Zohar (II, 43a), explicando a orientação de Moisés a respeito da redenção do primogênito de um asno, mediante o oferecimento de um cordeiro diz:
“O asno representa os não-judeus, que devem ser redimidos através do oferecimento de um cordeiro, que representa o rebanho disperso de Israel. Porém se ele se recusar a ser redimido (salvo), então quebre-lhe o crânio. Deve-se tirá-lo do livro dos vivos (matá-lo), porque sobre eles já se disse: ‘Aquele que peca contra mim, eu o tirarei do livro dos vivos.’”
Outras passagens que tratam de sacrificar e matar não-judeus e cristão podem ser encontradas em obras como “Talmud Desmascarado” de Justina Pranaitis e “A Verdade sobre o Talmud” de Michael Hoffman II.
Referências:
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Europa

“Nós levamos dinheiro dos judeus para dar aos pobres” – dizem refugiados após roubarem família judaica

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Uma família de judeus foi roubada e espancada em sua própria casa, por três homens em Livry-Gargan, subúrbio no nordeste de Paris. O assalto ocorreu na noite da última quinta-feira (7).

De acordo com promotores de justiça locais os criminosos justificaram a ação dizendo as próprias vítimas que os judeus “têm dinheiro” e que iriam dar o dinheiro roubado “aos pobres”.

Ao ameaçar matá-los, os agressores, “provavelmente de origem africana”, disseram – “Você é judeu, você tem dinheiro. Nós levamos dinheiro dos judeus para dar aos pobres” – e então levaram joias, dinheiro e os cartões de crédito da família.

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Os três homens invadiram a casa de Roger Pinto, que é o presidente do grupo SIONA, com sede na França, que luta contra o anti-semitismo e defende os direitos dos judeus, de acordo com o Escritório Nacional de Vigilância contra o Anti-Semitismo (BNVCA).

Os suspeitos atacaram primeiro o filho e a esposa de Pinto, antes de se dirigirem ao chefe da família. Segundo as vítimas, um dos suspeitos tinha cerca de 30 anos, enquanto os outros dois tinham 20 anos.

De acordo com a mídia israelense, a família não alertou a polícia sobre o ataque até a manhã de sexta-feira. As vítimas foram levadas para o hospital.

“Minha esposa, meu filho, e eu fomos assaltados. Eu acho que [o ataque] foi planejado. [Os intrusos] prometeram “nos matar”, se não lhes oferecêssemos o que queriam”, revelou Roger Pinto ao canal I24NEWS.

Pinto afirmou que o que mais o atingiu foi quando sua esposa disse: “Não temos nada para lhe dar” e então os homens responderam, “se você é judeu, você tem muito dinheiro”.

O ministro francês do Interior, Gerard Collomb, expressou “indignação passada a agressão violenta cometida contra membros de uma família judaica”, afirmou no domingo uma noto do ministério. “A motivação por trás desse ato covarde parece estar diretamente relacionada à religião das vítimas”, acrescentou o comunicado.

O embaixador israelense na França, Aliza Bin Noun, também condenou o ataque.

“Este ato odioso é a prova, se necessário, de que os judeus da França estão particularmente ameaçados nas ruas e dentro de suas casas. Isso é muito preocupante”, disse Francis Kalifat, presidente do Conselho Representativo das Instituições Judaicas na França, em um comunicado. E completou que “após o atroz assassinato de Sarah Halimi em sua casa, essa nova agressão deve levar as autoridades do nosso país a uma maior vigilância e a sanções exemplares e dissuasivas”.

Sarah Halimi era uma mulher judaica de 65 anos que foi morta por um cidadão do Mali em Paris em abril. O homem, identificado como Kada Traore, gritou slogans religiosos ao assassinar a mulher.

Vale lembrar que inúmeros grupos judaicos apoiam as políticas de refugiados para a Europa, sendo o multiculturalismo para nações que não Israel, uma bandeira financiada por magnatas judeus. Estariam os goyim se vingando dos seguidores do Talmud?

Referência:

RT

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Sionismo

Armas e kits médicos de Israel são confiscados com terroristas da Al-Qaeda nas Colinas de Golã

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O exército sírio (SAA) frustrou outro grande ataque de terroristas ligados à Al-Qaeda nas Colinas de Golã, no último fim de semana. Os jihadistas tentaram aproveitar uma grande provisão de equipamentos fornecidos por Israel porém o material foi confiscado pelas forças do regime sírio.

De acordo com o Regimento Golani, das Forças de Defesa Nacional (NDF), o exército sírio apoderou-se de kits médicos e armas fornecidas por Israel pertencentes ao grupo militante “Hay’at Tahrir Al-Sham” da Al-Qaeda, perto da cidade de Hamadiyah, neste último domingo (2).

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Um dos kits médicos israelenses capturados com os terroristas

O exército israelense tem ajudado constantemente os jihadistas nas Colinas de Golã com ataques aéreos corriqueiros às posições do exército sírio de Bashar al-Assad, perto da cidade de Al-Ba’ath.

Com o auxílio dos ataques aéreos israelenses, os terroristas se aproveitaram para avançar contra as defesas do exército sírio e chegaram inclusive a romper as linhas de frente das forças sírias na cidade de Al-Ba’ath.

Referência:

Al Masdar News

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Militar

Armas dos EUA e Israel são confiscadas por exército sírio após expulsão de terroristas

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Autoridades e unidades de engenharia do exército sírio encontraram nesta quinta-feira (25) mísseis fabricados pelos Estados Unidos, vários morteiros de Israel e uma enorme quantidade de munição no bairro de al-Waer, na cidade de Homs, enquanto faziam uma varredura após terem expulsado terroristas- possivelmente do Estado Islâmico e frente Al-Nusra – da região.

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Segundo informações do repórter que fez a cobertura para a Syrian Arab News Agency as unidades foram apreendidas dentro dos centros de comando dos terroristas e correspondem a mísseis B10 e LAW, um míssil Cobra, foguetes Katyusha e RPG.

Durante a operação também foram encontrados, cartuchos de morteiros israelenses da IDE (empresa israelense de tecnologia), lançadores de foguetes, máscaras de proteção, binóculos, rifles sniper, fuzis automáticos e grande quantidade de munições e coletes.

Há outras provas da cooperação entre Estados Unidos e Israel com os terroristas na Síria

Em fevereiro de 2016 o Panorama Livre reportou o confisco de uma grande carga de minas letais israelenses, anti-humanas e anti-veículos, em posse do Estado Islâmico. O flagrante se deu no sul da província de Sweida e na ocasião os caminhões apreendidos pelo Exército Sírio também estavam carregados com foguetes, artilharia e morteiros, munições de luz, balas de fuzil e um grande número de granadas.

Já em abril de 2016 outra apreensão, desta vez em As-Suwayda, capturou veículos que carregavam mais minas letais israelenses, além de morteiros, RPGs e granadas – o detalhe é que o armamento continha  instruções em hebraico, sobre como manejar as armas.

Entretanto, o caso mais emblemático se deu em setembro do ano passado quando três mísseis Kalibr disparados pela marinha russa destruíram um centro de comando do Estado Islâmico, na região de Aleppo, na Síria, matando cerca de trinta oficiais, israelenses, britânicos, americanos, turcos, catares e sauditas. Tais oficiais dirigiam operações ao lado de grupos terroristas na região. O caso se deu antes de Aleppo ser libertada o que ocorreu em dezembro de 2016.

Referência:

SANA

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