Sociedade

Campanha pede criminalização de grupos LGBT’s no Brasil

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

Após inúmeras vitórias dos católicos contra alguns projetos de subversão cultural que assolam o Brasil,  uma campanha tenta nocautear de vez o movimento LGBT no país: trata-se de uma petição pedindo a “Criminalização das atividades do grupo LGBT no Brasil (clique aqui)” liderada por membros da associação cultural católica Legião da Santa Cruz.

A petição já conta com mais de 2 mil assinaturas em pouco mais de 24 horas após seu início e não se trata de mera intolerância, fobia ou de perseguir indivíduos homossexuais, mas sim de tentar frear organizações bem estruturadas – como ONGs, coletivos e think tanks – que recebem dinheiro estrangeiro para propagandear e alastrar tal comportamento destrutivo na sociedade, configurando-se assim o que pode ser chamado de “engenharia social” – a manipulação psicológica e comportamental das pessoas a fim de torná-las domináveis.

2013-620212873-20130611074803692rts_20130611

É o que explica um dos responsáveis pela Legião da Santa Cruz, Rafael Queiroz, que é professor e bacharel em História e Filosofia, sendo pós-graduado em História das Relações Internacionais. De acordo com Queiroz, inúmeros povos viveram crises civilizacionais, chegando até a serem extintos, devido a degradação moral e a massificação de comportamentos hedonistas, entre os quais a homossexualidade.

“Partindo daí, muitos engenheiros sociais, a partir do século XIX, se valeram do homossexualismo como uma arma politica para enfraquecer civilizações. Um exemplo disso foi o que aconteceu nas colônias britânicas, principalmente na Índia, onde os oficiais britânicos estimularam comportamento homossexual entre os indianos para dominar melhor a população da Índia, pois vocês desvirilizava os homens indianos facilitando assim o domínio militar britânico”, explicou Rafael Queiroz.

Na atualidade, Queiroz lembra que a Liga Antidifamação (Anti Defamation League – ADL), entidade judaica é uma forte patrocinadora do lobby homossexual pelo mundo, com o intuito de enfraquecer a malha moral dos povos do ocidente. Tal entidade trata não somente de financiar perversões mas também de garantir uma hegemonia de discursos e narrativas dos cabalistas judeus e sua indústria cultural que remontam ao período entreguerras.

“A indústria cultural que se desenvolveu na década de 1920 [do sec. XX], no período entreguerras, tanto nos EUA quanto na República de Weimar, na Alemanha, era uma indústria cultural ligada diretamente ao capital judaico e tinha o projeto de explorar ao máximo a animalidade do homem, não só para obter lucro financeiro mas também para catapultar o projeto judaico de domínio do ocidente”, destrinchou Queiroz.

 Grandes fundações e corporações financiam a pauta LGBT que inunda a sociedade

Não é necessária uma grande pesquisa para saber quem são os grandes apoiadores dos grupos e das pautas LGBT’s – sendo a causa extremamente artificial. Basicamente todas as grandes fundações como a Rockefeller, Ford, Macarthur admitem em seus próprios sites sustentar tais movimentos, além dos já conhecidos Santander – cujo os acionistas (clique aqui e aqui) são grupos judaicos como o Blackrock da família Rothschild, Vanguard Group, Credit Suisse, Goldman Sachs, Morgan Stanley, Bank of America – e também a Open Society de George Soros, do qual todos estão carecas de saber.

Para conhecer mais financiadores desse movimento que visa subjugar povos através de desordens sexuais, basta dar uma olhada na imensa lista dos patrocinadores de um grande evento da International Gay and Lesbian Human Rights Commission.

Não à toa Rússia, Polônia, Hungria, entre outros, proíbem tal tipo de manifestação ou apologia a tal comportamento. Eles não estão sendo homofóbicos, mas apenas se defendendo nesta guerra cultural.

Anúncios
Standard
Sociedade

Menina de 13 anos se mata depois dos pais deixarem ela viver como um menino

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

Há muita glamourização da ideologia de gênero e uma propaganda midiática imensa sobre o assunto, porém as consequências de tal engenharia social infelizmente são trágicas. Em Trussville, Alabama, uma adolescente de 13 anos que sofria de disforia de gênero deu fim a sua vida no final de maio, pouco depois que seus pais, Erin e Matt Georgia, permitiram que ela se identificasse e se apresentasse a sociedade como um menino. Jane Marie Georgia foi autorizada a começar sua “transição” na sexta série, mudando seu nome para “Jay Griffin”.

Os pais encontraram sua filha morta em seu quarto no último dia 25 de maio. Nos meses que antecederam a morte da pobre menina, ela estava sob medicamentos para ansiedade e depressão.

2017-06-07-badmother-a

Um estudo de 2016 do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati disse que a taxa de tentativa de suicídio entre os jovens que se dizem transgêneros é de 30% ou seja quase um terço tentam se matar.

A mãe de Jane, Erin Georgia, disse – “Não me interpretem mal, eu lamentei a perda de uma filha” – referindo-se à chamada transição de Jane – “mas depois percebi que estava rezando por um filho minha vida inteira. Deus respondeu essa oração, de uma maneira diferente “.

Erin Geórgia também disse que a família foi à igreja em busca de um “espaço seguro”, mas que mesmo as igrejas “acolhedoras” não cumpriam os critérios de serem seguras. “Enquanto Jay estava passando por essa jornada, ele ia para a igreja conosco. A igreja era acolhedora, mas não havia espaço seguro”, continuou ela sem especificar a que igreja iam.

“Eu e Jay íamos para diferentes igrejas para encontrar lugares onde estivesse seguro para nós”, disse ela. “Eu digo ‘nós’ porque muitas vezes me sentia como uma estranha, porque simplesmente eu amo a todos, e isso é muito difícil em um estado cristão do cinturão da Bíblia”.

Erin Geórgia chegou até a sugerir que a eleição de Trump talvez tenha tido algo a ver com as dificuldades da filha: “Provavelmente foi mais difícil desde as eleições (presidenciais)”. Ela absurdamente acha que é “porque os crimes de ódio aumentaram em 20% desde as eleições e as pessoas se sentem mais validadas para serem mais discriminatórias” – preferindo culpar alguém que sequer teve contato com sua filha no lugar de refletir sobre o fato de ter alimentado caprichos que devastam mentes juvenis.

No ano passado, o Colegiado Americano de Pediatras publicou uma declaração que dizia de forma simples e direta: “Condicionar as crianças a acreditarem que uma vida de representação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil”.

A organização pediátrica explicou que os sentimentos das crianças em relação à sua identidade não indicam que elas são verdadeiramente o sexo que elas afirmam pertencer. “Ninguém nasce com consciência de si mesmo como homem ou mulher”, afirmou o grupo. “Esta consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilhado pelas percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas de uma criança desde a infância”.

Pois é aí que a engenharia social da ideologia de gênero atua, tentando impor cada vez mais às crianças noções que as afastem de seu sexo biológico – que é imutável, com suas campanhas e propagandas midiáticas.

Foi lançado recentemente um documentário sobre ex-“transgêneros” que encontraram cura. Eles revelam ao público o rosto do arrependimento dos “transgêneros”, especialmente após a cirurgia. O filme, intitulado TranZformed: encontrar a paz com seu gênero de Deus, foi produzido por David Kyle Foster, que disse que o filme enfatiza a humanidade das pessoas presas no transgenerismo.

“A mensagem do filme é que as pessoas estão muito devastadas, elas precisam de muita ajuda”, disse ele. “E o último tipo de ajuda que eles devem receber não é o que eles estão recebendo”.

Referência:

Church Militant

Standard
Sociedade

Estudante homem se diz “transgênero” e vence competição feminina de atletismo

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

Andraya Yearwood é um estudante de primeiro ano na Cromwell High School e ele não seria percebido, não fosse pelo fato de se dizer menina e competir na categoria feminina de atletismo.

O marmanjo que se diz uma atleta transgênero tem bigode e músculos enormes e depois de competir com os meninos e não ter bons resultados, começou a competir contra as garotas.

Entretanto no mundo esquizofrênico atual, em vez de chamarem isso exatamente do que é – um homem disfarçado competindo injustamente contra mulheres – Yearwood está sendo exaltado por sua “bravura”. Porém o fato é que Yearwood correu pela equipe masculina no ensino fundamental, sem grandes resultados, antes da transição onde começou a se dizer menina.

dbq1slgumaajexg-1-575x383

Foi como descreveu o jornal The Day ao relatar o rapaz destronando a favorita da competição, a atleta Kate Hall:

“No ano passado, Kate Hall não estava segura, ela gostou plenamente de ganhar um campeonato estadual na Classe M como estudante de segundo ano.

Isso deu a Hall, uma estudante do segundo ano de Stonington High School, expectativas ainda maiores para o campeonato de atletismo da Classe M no Willow Brook Park, onde ela estava focada em repetir o rendimento nos 100 metros e também sendo uma das principais promessas nos 200, onde terminou entre as 10 da Nova Inglaterra no ano passado.

Em vez disso, o dia foi de Andraya Yearwood de Cromwell, um calouro que venceu os 100 e os 200.”

Yearwood se diz transgênero e competiu por Cromwell como garota pela primeira vez em 5 de abril, ganhando os dois ‘sprints’ em um encontro triplo contra as escolas de Portland e Old Saybrook. A Conferência Atlética Interescolar de Connecticut “deferiu a determinação do ou da estudante e sua escola local em relação à identificação de gênero”, de acordo com um relato do jornal Hartford Courant sobre Yearwood no início do ano.

“Isso é realmente bom. Estou muito feliz em ganhar ambos os títulos “, disse Yearwood depois do desempenho no encontro da Classe M. “Eu meio que esperava. Eu sempre consegui primeiro, então eu esperava isso até certo ponto… Estou muito orgulhoso disso.”

O tal Yearwood ganhou o 100 metros com 12.66 segundos, Edging Hall, que ficou em segundo lugar cravou 12.83. Yearwood foi primeiro no 200 em 26.08. Erika Michie, da Woodland, ficou em segundo lugar com 26.38 e Hall, campeã da Conferência do Leste de Connecticut foi a terceira, com 26.65.

Yearwood reconheceu a atenção que “ela” recebeu por ser um transgênero competindo nos esportes e disse sobre ser transgênero – “Espero inspirar as pessoas, mas não só com o atletismo. Espero que inspire as pessoas a não se reterem apenas porque têm medo disso ou é a sua primeira vez fazendo isso, ou por causa da negatividade de outras pessoas “.

Já a mãe do atleta colocou panos quentes – “Eu sei que eles vão dizer que é injusto e não certo”, disse a mãe de Yearwood, Ngozi Nnaji. “Mas o meu contra-argumento  para isso é: “Por que não? Ela está competindo e praticando e dando tudo de si, executando com base na excelência e suas habilidades. Deixe isso ser o suficiente. Deixe-a fazer isso e se orgulhe disso.”

img_3694-575x692

Yearwood a esquerda e Kate Hall a direita – observe a diferença de massa e musculatura.

Kate Hall é uma atleta feminina excepcional que deve competir apenas contra mulheres. Ela está perdendo os prêmios que ela merece porque o politicamente correto tomou de assalto a sociedade. No futuro, rirão da geração atual que tentou se enganar chamando homens de mulheres e vice-versa. Vergonha para o esporte escolar dos Estados Unidos por permitir esta insanidade. Entretanto não é uma grande novidade, pois é da cultura americana que chegam as tendências imperialistas que os progressistas tupiniquins adotam.

Referência:

The Day

Standard
Moral

Duterte rechaça aprovar união civil gay e dispara – “Isso não se aplica a nós, porque somos Católicos”

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

As Filipinas não vão legalizar uniões entre pessoas do mesmo sexo, disse o presidente Rodrigo Duterte, frustrando assim o que seria uma promessa de campanha de apoiar uma legislação para uniões homossexuais.

Duterte ressaltou que o país é o bastião na Ásia do Catolicismo Romano, que se opõe firmemente ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Ao apontar para uma edição recente da revista Time que abordou questões de gênero, apresentando uma mulher trans em sua capa, ele disse – “Essa é a sua cultura”, referindo-se aos países onde a revista americana circula.

E prosseguiu – “Isto é para eles. Isso não se aplica a nós, porque somos Católicos”, completou Duterte em um longo discurso à pequena comunidade filipina em Mianmar, feito dia 19 de março, onde esteve em visita para reforçar os laços regionais.

duterte-shoot-to-kill

Uma transcrição do discurso foi distribuída aos jornalistas em Manila capital das Filipinas.

“Está no código civil, que indica que você pode casar somente como uma mulher, para mim, e para uma mulher se casar com um homem. Essa é a lei nas Filipinas. ”

Duterte, de 72 anos, disse que estava apenas seguindo o que estava nas leis, afirmando que não se opunha à sexualidade de ninguém. Dois de seus cunhados, e alguns de seus primos, são gays, disse ele.

Mas ele enfatizou: “Onde quer que Deus o tenha colocado, fique aí”. Ele observou que ninguém estava autorizado a “apagar a grande divisão entre uma mulher e um homem”.

Tal posição contrastaria com a postura de Duterte durante a campanha de 2016, quando expressou seu apoio a uma possível legislação que permitiria o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Em um comício pré-eleitoral em janeiro de 2016, Rodrigo Duterte teria dito a progressistas e grupos gays que iria permitir uniões civis entre pessoas do mesmo sexo.

Duterte na ocasião teria dito que parecia haver um “erro na Bíblia” quando esta diz que os casamentos devem ser apenas entre homens e mulheres e que casamentos deveriam ser para “Adão, Eva e os gays”, gerando aplausos do público presente.

Mas desde que ganhou a presidência por uma margem larga em maio, Duterte felizmente ainda não cumpriu essa promessa.

Seus aliados na Câmara dos Deputados, que controlam os votos lá, jogaram para debaixo do tapete um projeto de lei sobre “direitos” dos gays e lésbicas, colocando-o em segundo plano, argumentando que não era uma prioridade.

Tal projeto teria legalizado a união civil entre pessoas do mesmo sexo nas Filipinas, onde a Igreja Católica exerce uma influência política substancial.

A Igreja bloqueou com sucesso até 2012, a aprovação de uma lei de planejamento familiar que exigia contraceptivos gratuitos e ainda está na a frente dos esforços para impedir a conversa sobre a legalização do divórcio. Além do Vaticano, as Filipinas são a única nação do mundo que ainda proíbe o divórcio, mantendo assim a estabilidade de suas famílias.

Apesar de tudo, Rodrigo Duterte tem uma relação complicada com a Igreja Católica, a qual ele tem atacado vulgarmente como uma “instituição hipócrita”. Ele acusou abertamente seus líderes de corrupção e exploração sexual, mostrando que confunde o Clero com a Igreja em si –  que é composta por sua tradição e doutrina que vão além de falhas humanas.

A Igreja nas Filipinas é uma força política quando quer. Ela ajudou a derrubar dois presidentes – Ferdinand Marcos em 1986 e Joseph Estrada em 2001 – sobre alegações de corrupção. E em fevereiro, reuniu cerca de 30.000 pessoas em um protesto em grande parte pacífico, contra Duterte.

Referência:

New York Times

Standard
Europa

Pais muçulmanos protestam contra professor gay em escola de Berlim

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

Vários pais muçulmanos ameaçaram fazer uma petição contra uma escola após descobrirem que um professor da instituição é homossexual. Muitos pais removeram seus filhos da escola devido ao professor gay . O caso se deu com um professor do jardim de infância, no distrito norte de Reinickendorf e foi relatado pela mídia alemã nesta semana.

CUpX_QnWsAEli_x

De acordo com o jornal Tagesspiegel, os pais estão preocupados principalmente com o fato das crianças terem contato físico com seus filhos, particularmente na hora do professor homossexual leva-las ao banheiro.

“Para alguns deles, um homossexual é automaticamente um pedófilo”, disse o professor ao jornal.

Após o descontentamento dos pais em torno de sua orientação sexual, o professor pediu transferência para outra escola. No entanto, a gerência da creche apoiou o homem, dizendo aos pais que eles devem aceitar sua orientação ou mudar seus filhos para outro jardim de infância.

Muitos dos pais já retiraram seus filhos da instituição de ensino, segundo relatos locais.

Parece improvável que a ameaça de petição mude as mentes da administração da cidade. O professor recebeu o apoio da senadora da comissão da educação, a social-democrata de centro-esquerda (SPD), Sandra Scheeres.

“Não toleramos a discriminação. Queremos aumentar o número de professores do jardim de infância do sexo masculino para que eles se tornem modelos importantes para as crianças “, disse Scheeres.

Ela continuou a notar que “uma e outra vez, os pais tratam os professores do jardim de infância com desconfiança”.

O professor também recebeu apoio nas mídias sociais, com um usuário dizendo: “Os muçulmanos protestam contra o professor – o problema? Ele é gay: bem-vindo à Idade Média”.

Não é a primeira vez que um professor de creche homossexual enfrenta discriminação na Alemanha. Em 2012, uma professora lésbica na Baviera não teve seu contrato prorrogado quando seu empregador católico descobriu que ela era gay, de acordo com Die Welt.

Esse discurso laicista da tolerantismo parece que não irá durar muito tempo, visto que o crescimento do islamismo na Alemanha está a todo vapor. Além da explosão nos casos de estupro, é bom os setores progressistas da sociedade alemã se preparem para os próximos anos. Certamente em uma sociedade tomada por islâmicos, muitas pautas coloridas não terão vez.

Até porque uma sociedade laica dura até algum grupo religioso se organizar para tomá-la. Vácuo religioso não existe.

Referência:

RT

Standard
Sociedade

Homem transexual vence competição feminina de levantamento de peso na Austrália

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

Um atleta “transgênero”, da Nova Zelândia, venceu uma competição feminina de levantamento de peso, na categoria acima de 90 quilos, na Austrália. Gavin Hubbard, de 39 anos, que atualmente quer ser chamado de Laurel Hubbard, levantou no total 268 quilos – sendo 123 quilos no arranque e 145 quilos no arremesso – somando 19 quilos a mais que a segunda colocada Iuniarra Sipaia.

Gavin Hubbard, antes de fazer sua “transição”, chegou a participar de competições na categoria masculina, mas agora deseja competir somente na categoria feminina. Em sua estreia entre as  mulheres, o atleta quebrou quatro recordes nacionais não-oficiais.

laurel-hubbard-575x323

Hubbard possui todos os critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Halterofilismo para competir como uma mulher, inclusive provando que seus níveis de testosterona permaneceram abaixo de um determinado limite, durante os 12 meses anteriores à competição.

Todavia a testosterona não é a única coisa que diferencia homens e mulheres, mas, no caso específico, faltou ao COI entender que músculos de homens e mulheres são geneticamente diferentes, pois o homem possui 400 genes mais ativos em seus músculos esqueléticos que as mulheres, conforme apontam estudos da National Center for Biotechnology Information, citado inclusive pelo artigo do Instituto NanoCell.

Ou seja, não se trata então de preconceito mas sim de pós-conceito, que, francamente, sequer precisaria de pesquisas ou estudos mais detalhados.

Ainda sim, tomado pelo politicamente correto, Michael Keelan, chefe da Federação Australiana de Halterofilismo, ficou impressionado com o desempenho de Hubbard, através de todo o escrutínio ao qual sua performance foi submetida, e disse que “‘ela’ está prestes a criar muita história”.

Referência:

Gateway Pundit

FloElite

Standard
Sociedade

Homossexual é expulso de voo junto com companheiro após insultar filha de Donald Trump

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK 

Dois passageiros foram retirados de um voo após um deles proferir ofensas a Ivanka Trump, filha de Donald Trump, nesta quinta (22). A filha do presidente eleito dos Estados Unidos estava com os três filhos em um voo que partiu do aeroporto John F. Kennedy em Nova Iorque.

O autor dos insultos foi identificado como Dan Goldstein, um advogado do Brooklyn, que estava com o seu companheiro Matthew Lasner.

Dan Goldstein ao perceber que a filha de Trump estava no voo, já começou dizendo que aquilo só poderia ser um pesadelo e então continuou – “Seu pai está arruinando o país. Por que ela está em nosso vôo? Ela deveria estar viajando de forma privada”, disse Goldstein, enquanto continuava seu discurso com provocações contra uma mulher que não tinha culpa de nada exceto de tentar viajar com seus filhos sem ser incomodada.

Ivanka manteve-se fria e calma. Outro passageiro no voo declarou que Ivanka agiu com classe e “ignorou o cara tentando distrair seus filhos” antes que os homens fossem escoltados para fora do voo. Por fim o passageiro indisciplinado Dan Goldstein foi removido e teria gritado – “Você está me tirando por expressar minha opinião?”

A companhia área JetBlue emitiu um comunicado dizendo:

“A decisão de remover um cliente de um voo não é tomada com ânimo leve. Se a tripulação determina que um cliente está causando conflito na aeronave, será solicitado ao cliente desembarcar, especialmente se a equipe sente que a situação corre o risco de crescer durante o voo. Nossa equipe trabalhou para acomodar a parte no próximo voo disponível.”

Matthew Lasner, companheiro de Dan Goldstein, chegou a postar uma foto de Ivanka em seu Twitter e disse que a companhia área os tinham expulsado só porque seu “marido” demonstrou descontentamento em voar com gente da família Trump.

Lasner cinicamente ainda escreveu que seu “marido” demostrou insatisfação em um tom calmo. No entanto, uma hora antes, Lasner escreveu: “Ivanka e Jared no JFK T5, em voo comercial. Meu ‘marido’ está caçando-os para molestá-los”

Confira a sequência de tweets:

3b9470a100000578-4059082-out_of_line_a_passenger_on_a_jetblue_flight_to_palm_beach_florid-m-53_1482422784261

3b9472a700000578-4059082-image-a-55_1482422871216

3b94729f00000578-4059082-image-a-54_1482422833666

Esses tweets foram excluídos menos de uma hora após o incidente. Uma hora depois, Lasner apagou toda a sua conta.

Um porta-voz do presidente eleito Donald Trump não respondeu de forma imediata sobre o incidente. Membros do Serviço Secreto estavam no vôo com Ivanka e sua família, mas não interferiram. Em vez disso, eles optaram por deixar a linha aérea lidar com o problema.

Referência:

American Freedom Fighters

Standard