Judaísmo

Ativismo judaico na ficção infantil para perverter crianças

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Por: Andrew Joyce

“Desde o início – isto é, a partir da publicação do primeiro livro especificamente para crianças – a intenção era dar forma e moldar a mente para aceitar padrões de comportamento”.
Saul Braun, The New York Times, 7 de junho de 1970.

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Este artigo é fruto de uma pesquisa originalmente conduzida para um outro artigo recente intitulado “Judeus, Obscenidade e Sistema Legal”. Dada a quantidade significativa de material descoberto e a singularidade do assunto, decidi que havia material suficiente para um artigo dedicado a literatura infantil. Durante a pesquisa sobre o ensaio de obscenidade, consultei a lista dos “Top 100 livros banidos/questionados entre 2000-2009” da Associação Americana de Bibliotecas (AAB) com objetivo de avaliar a natureza e a extensão da presença judaica.

O primeiro fato a se tornar perceptível foi uma presença judaica representativa na produção de livros considerados controversos ou perversos pelos pais, escolas e outras instituições. Os judeus são notoriamente tímidos no recenseamento, provavelmente estão em algum lugar entre 2,2% a, no máximo, cerca de 5% da população americana segundo o Pew Research Center.

Mesmo aceitando algum grau de verdade no argumento apologético de que os judeus são desproporcionalmente atraídos pelas profissões literárias (para não falar de seus motivo), poderia se esperar muito generosamente uma representação judaica em cerca de 10 livros na lista da Associação Americana de Bibliotecas (AAB).

No entanto, minhas verificações biográficas sobre todos os autores da lista, algumas das quais foram indeterminadas, revelaram que 22 livros na lista da AAB foram escritos por 17 escritores judeus. [1]

Os judeus estão, assim, significativamente sobre-representados na produção de literatura contemporânea considerada como oposição pela cultura que os cerca, e estão ainda mais radicalmente representados quando obras antigas, de autores não-judeus, como as “Aventuras de Huckleberry Finn” (agora frequentemente considerado “racista”) não são levadas em consideração. Uma vez que a maioria das inscrições na lista (de banidos e questionados) eram livros infantis e tendo em conta minhas descobertas anteriores sobre a manipulação judaica da demanda de “livros diversos” no sistema escolar, ocorreu-me que a literatura infantil é uma frente importante, mas às vezes negligenciada no conflito cultural que vemos ser jogado diariamente.

Este artigo pretende, portanto, ser uma breve introdução a algumas das personalidades e temas mais relevantes na área do ativismo judaico esquerdista na ficção infantil.

Um grande ativismo radical judaico na esfera cultural vem sob o guarda-chuva da relação geral entre judeus e a esquerda. Esta relação pode historicamente ser entendida como envolvendo a inovação judaica as causas sociais ou o apoio a causas sociais, culturais e políticas suscetíveis a enfraquecer as estruturas culturais da sociedade que lhe acolheu e torná-la mais favorável aos interesses judaicos.

No capítulo intitulado “Judeus e a esquerda” no livro Cultura da Crítica (p. 50), Kevin MacDonald cita Stanley Rothman e S. Robert Lichter, que observaram em sua obra Raízes do Radicalismo: judeus, cristãos e a Nova Esquerda (1982) : “Seja qual for a sua situação … em quase todos os países sobre os quais temos informações, um segmento da comunidade judaica desempenhou um papel muito importante nos movimentos destinados a minar a ordem existente”. MacDonald argumenta que as divergências superficiais entre religião judaica e agendas radicais são negadas pelo fato de muitos radicais étnicamente judeus terem persistido em aderir a uma forte identidade judaica e muitas vezes perseguiram explicitamente os interesses judaicos. MacDonald escreve (p. 51): “A hipótese de que o radicalismo judaico é compatível com o judaísmo como estratégia evolutiva de grupo implica que os judeus radicais continuam a se identificar como judeus”.

 

Eu argumento que o material apresentado neste ensaio deve ser visto firmemente dentro do mesmo quadro teórico proposto por MacDonald. Por exemplo, vários dos escritores judeus considerados neste apanhado são homossexuais, socialistas radicais e feministas. Uma desculpa comum dos “judeus da direita” é que tais figuras são um anátema para o judaísmo ou que, como adeptos do movimento da reforma, etc., não representam os “judeus verdadeiros”. A afirmação aqui é que a situação é justamente a oposta, e ressalto que muitos desses escritores estão manifestamente comprometidos com a tradição judaica e com o grupo judeu.

 

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Excelentes estudos de caso a este respeito podem ser encontrados em escritoras feministas lésbicas judias – figuras que, na superfície, são pelo menos incompatíveis com uma estratégia evolutiva de grupo. Afinal, como as mulheres que perderam pessoalmente sua reprodutividade deveriam se envolver em uma luta darwiniana? No entanto, a história nos diz que tem sido bem possível que os celibatários judeus e os homossexuais contribuam de alguma forma para o avanço do grupo.

Um exemplo útil é minha própria revisão recente do trabalho de R.A. Maryks, “Ativismo Judaico na Ordem dos Jesuítas”, um cenário em que os homens judeus trocaram possibilidades reprodutivas por influência política, social e cultural destinadas a beneficiar a comunidade de conversos do início da Espanha moderna. Da mesma forma, a estudiosa judaica Sylvia Fishman aponta em Follow My Footprints: Changing Images of Women in American Fiction (1992) que “uma quantidade significativa de escritoras lésbicas judias estão profundamente comprometidas com a população judaica e a sobrevivência judaica”. [2] Um exemplo particularmente interessante de uma judia feminista radical é Betty Friedan (nascida Bettye Naomi Goldstein), a ativista por trás do “Feminismo da Segunda Onda” que “confessou sempre ter tido” sentimentos muito fortes “sobre sua identidade judaica” e viu o feminismo em parte como um meio de chegar mais perto do judaísmo e de sua identidade como judia. [3]

Tais ativistas judeus radicais voltarem sua atenção para a cultura das crianças e a educação também não é algo surpreendente. Os intelectuais judeus, nas últimas décadas, aderiram a ideia de que as atitudes nativistas e/ou anti-judaicas estão a par com uma doença altamente infecciosa – com a inoculação sob a forma de um tratamento “educacional” agressivo, em uma tenra idade, visto como um remédio seguro para os males captados de uma “sociedade intolerante”.

Embora a ideia de que as atitudes anti-judaicas sejam uma forma de doença com raízes na infância se volte para Freud, ela permanece atual nos principais círculos políticos e acadêmicos judeus. Tomemos, por exemplo, as observações de encerramento da obra “Judeus e o dinheiro: A História de um Esteriótipo”, de Abraham Foxman, onde pais e professores são instados a “tentar ajudar a próxima geração a crescer mais livre contra a infecção da intolerância” [4] – o objetivo sendo, como o Sr. Foxman já havia articulado, “tornar a América tão fácil de ser usada quanto possível para os judeus”. O livro “Antisemitismo: uma doença da mente” de Theodore Isaac Rubin, descreve o sentimento anti-judeu como uma “doença contagiosa e maligna” e conclui afirmando: “é necessária uma aplicação extremamente ativa de compreensão e educação para encurralar a doença.

O checkmate e a erradicação são extremamente difíceis e provavelmente só são possíveis se aplicadas quando muito jovem antes das raízes da doença se estabelecerem.” [5] Para Rubin e a ADL, a solução para o problema de solidariedade e da tradição na população que está envolta exige “profilaxia” e “abordagens às crianças”. De fato, o tomo “Anti-Semitismo na América” (1979) patrocinado pela ADL conclui que “é evidente que as escolas são o agente mais adequado e potencialmente efetivo para realizar a estratégia de instrução já delineada”. [6]

A literatura infantil, portanto, seja para entretenimento ou educação, seria um canal óbvio através do qual os judeus poderiam avançar idéias ou encorajar comportamentos susceptíveis de beneficiar interesses judaicos. Pode-se também prever razoavelmente, com base em precedentes históricos pela forma dos movimentos intelectuais judeus (particularmente o multiculturalismo, a sexologia, a antropologia boasiana, a psicanálise e as teorias da Escola de Frankfurt), que tais idéias girariam em torno de noções como pluralismo étnico e sexual e crítica e desconstrução da estrutura familiar tradicional de não-judeus. Na verdade, pode-se esperar que os autores contribuintes [desta estratégia] tenham afiliações sobrepostas à psicanálise e ao socialismo radical. Tais previsões são amplamente confirmadas nos resultados apresentados abaixo.

Uma das figuras mais interessantes nesta área da atividade cultural é Lesléa Newman, uma feminista lésbica e judaica que tem a duvidosa distinção de escrever um dos livros infantis mais controversos das últimas décadas, ao mesmo tempo em que produz uma série de livros para crianças judaicas que promovem a tradição, cultura e valores judaicos. Em 1989, depois de ter sido rejeitado por quase todos os editores mainstream e junto com a patrocinadora co-étnica Tzivia Gover, Newman publicou por si própria, Heather Has Two Mommies (Heather tem duas mães), descrito como “o primeiro livro de crianças com temas lésbicos já publicado”. Newman lembra: “Pessoas ficaram com medo de publicar ‘Heather’, apesar de haver uma necessidade disso. Ninguém tocaria nisto. Mas nós fomos mulheres judias ferozes.” O trabalho de Newman foi colocado como o 11º livro mais desafiado da década de 1990 pela Associação Americana de Bibliotecas.

No entanto, em comum com as reações ao ativismo judaico em outras esferas culturais, sociais e políticas, a resposta ao trabalho de Newman foi turbulenta, mas faltava foco; faltava a percepção de que isso não era exclusivamente parte de uma agenda homossexual, havendo pouca ou nenhuma compreensão do elemento judaico envolvido.

Jewish Telegraphic Agency (Agência Telegráfica Judaica) noticiou que “o chefe de um distrito escolar no Queens declarou ‘guerra’ ao livro e enviou carta aos pais advertindo que seus filhos seriam ensinados sobre sodomia. (…) O presidente distrital enviou mais de 30.000 cartas aos pais, que criticam o livro como ‘propaganda homossexual perigosa’. Em um ponto, Newman foi descrito como ‘a escritora mais perigoso da América'”.

O que muitos opositores do livro perderam de vista, no entanto, era que sua autora é uma forte promotora do tradicionalismo e da comunidade – só que do tradicionalismo e da comunidade judaica. Ao contrário de “Heather tem duas mamães” e livros posteriores como “The Boy Who Cried Fabulous” (2004), “A Fire Engine para Ruthie” (2004), “Momma, Mama e Me” (2009), “Daddy, Papa e Me” (2009), “Donovan’s Big Day” (2011) e “Sparkle Boy” (2017), que trouxe a tona homossexualidade, disforia de gênero e até a AIDS para a massa leitora de crianças, Newman publicou uma série de livros de nicho infantil para sua própria comunidade, oferecendo um tratamento convencional e tradicional de festivais judaicos desprovidos de qualquer desses temas: “Matzo Ball Moon” (1998), “Runaway Dreidel” (2002), “The Oight Nights of Chanukah” (2008), “A Sweet Passover” (2012), “My Name is Aviva” (2015) e “Hanukkah Delight” (2016) apresentam famílias judias tradicionais sem uma sugestão de pluralismo sexual ou cultural. Os livros foram altamente elogiados como obras tradicionais e favoráveis ​​à família pelo Jewish Book Council.

Que Newman produziu conscientemente ou inconscientemente um corpo de trabalho tão segregado em sua forma temática não é algo surpreendente no quadro de perfídia e de engano dos judeus. O fator crucial aqui é que a identidade judaica é parte integrante do senso de ser e pertencer de Newman, e é algo pelo qual ela se sente muito protetora.

Na verdade, na nossa tentativa de avaliar a verdadeira força motriz psicológica por trás da produção e divulgação do antigo corpo de trabalho, vale a pena recordar a descrição de Newman de si mesma e de Gover não como feministas ou lésbicas, mas como “ferozes mulheres judeus” (ênfase adicionada ). Seria plenamente justificavel perguntar por que, tendo em conta o contexto aparentemente não étnico e não religioso das origens da personagem ‘Heather’, Newman colocaria maior ênfase em sua própria etnia. Minha própria interpretação é que, como homossexual, Newman é uma espécie de indivíduo isolado dentro do grupo étnico judaico que, conscientemente ou de outra forma, busca avançar nos interesses de sua co-etnia, “usando como arma” sua sexualidade e dirigindo seu ativismo exclusivamente contra a “sociedade”, mas não dentro da sua própria comunidade.

Obviamente, encontramos exatamente as mesmas incongruências entre as feministas heterossexuais que, em seus trilhos fervorosos contra o patriarcado, permanecem curiosamente, por unanimidade, em silêncio sobre os aspectos patriarcais do judaísmo e da cultura judaica.

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Com duas entradas na lista de banidos ou questionados da Associação Americana de Bibliotecas, Robie Harris é outro excelente exemplo do ativismo judaico na ficção infantil, tendo ela nascido em uma família judia ortodoxa. O texto mais desafiado de Harris, “É perfeitamente normal” (1994), um livro descrito pela revista Kirkus Review como demonstrando o desejo de Harris de “apresentar mais diversidade étnica e sexual do que o Curriculum Rainbow da cidade de Nova York jamais barganhou”.

Harris efetua isso apresentando crianças pré-adolescentes a múltiplos atos sexuais, transexualismo, homossexualidade e AIDS. Em 1996, “É perfeitamente normal” foi denunciado em Washington porque o “livro é um ato de encorajamento para que as crianças comecem a desejar prazeres sexuais (…) e é um claro exemplo de pornografia infantil”. Em 1999 Harris publicou “It’s So Amazing”, que foi igualmente denunciado por pais e escolas, alegando que estava introduzindo crianças de dez anos à “relações sexuais, masturbação, aborto e homossexualidade”.

Em 2012, Harris provocou mais controvérsia com a publicação de “Who’s in My Family”, que “conta a história de mudar as estruturas familiares, de famílias birraciais a famílias homossexuais “. De considerável  interesse maior é quem está na própria família de Harris, uma larga rede de famílias uniformemente judaicas [nada multicultural ou diversificada]. Na verdade, a prima de Harris, Elizabeth Levy, também é uma autora infantil. Levy é mais conhecida por sua série “Something Queer”, publicada entre 1973 e 1997, que contou a história das aventuras de duas jovens com um texto lésbico mal disfarçado (para quem perdeu o título de duplo sentido). Em 1981, Levy abandonou a sutileza em conjunto com a publicação de “Come Out Smiling”, um conto sórdido destinado a adolescentes e a explorar relacionamentos lésbicos de uma menina no acampamento de verão. O vilão da obra é um pai branco “homofóbico” contra quem as meninas devem “bravamente” lutar.

Tudo isso não quer dizer que o empurrão da diversidade sexual e étnica ou o minar das representações tradicionais da masculinidade na ficção infantil tenham sido a única reserva das mulheres judaicas. O “The Sissy Duckling” de Harvey Fierstein (2002) destina-se a crianças de 5 a 8 anos e “conta a história de Elmer, um patinho que é ridicularizado por ser um “mariquinha”, mas que, em última análise, prova sua “bravura”. Outro trabalho infantil incrivelmente controverso de recentes décadas é o “Two Weeks with the Queen”, publicado por Morris Gleitzman em 1990. Neste trabalho, voltado para crianças de 8 a 12 anos, Gleitzman discute temas como “AIDS, homossexualidade e homicidio”.

Um estudo de caso particularmente interessante é Maurice Sendak , o homossexual judeu escritor e ilustrador para crianças por trás de “Where the Wild Things” (1963). Sendak entrou na lista da AAB com “In the Night Kitchen” (1970), que retrata a jornada de sonhos de um menino em uma cozinha surreal de padeiros onde ele auxilia na criação de um bolo que estará pronto pela manhã. Particularmente controverso foi o fato do menino ser ilustrado por Sendak como completamente nu, e é retratado em uma variedade de cenários que se assemelham, nas palavras do jornalista Saul Braun, a uma “fantasia masturbatória”.

O filho dos judeus poloneses, Sendak confessou em entrevistas ter subtextos judaicos em suas obras, incluindo “In the Night Kitchen”, e às formas pelas quais suas raízes judaicas impactaram sua vida, visões e trabalho. Por exemplo, Sendak afirma que, desde uma idade jovem, ele viu “a raça humana como bastante agressiva e confrontativa”, e pontuou que os padeiros de “In the Night Kitchen” – “com seus bigodes de Hitler – eram uma referência ao Holocausto”. Da mesma forma, nota-se que as ilustrações de Sendak de crianças são “um tanto fortes e semelhantes a gnomos. (…) Suas crianças são escuras, com figuras estampadas – não em seus padrões, do tipo anglo-saxão como Janet e John.” O próprio Sendak afirmou que eles são figuras judaicas, sendo “uma curiosa mistura de lembranças do Brooklyn e a vida fantasiada em Shtetl na Polônia”.

Um autor infantil judeu homem heterossexual que até agora evitou desafios para seu trabalho é Michael Rosen, nascido na Inglaterra de pais judeus com raízes na Polônia, Rússia e Romênia. Ambos os pais eram membros da Liga dos Jovens Comunistas e se opuseram à União Britânica dos Fascistas de Sir Oswald Mosley durante a “Batalha da Rua Cable”. Sua mãe era uma secretária do Daily Worker, o jornal oficial do Partido Comunitário da Grã-Bretanha. O próprio Rosen é fortemente afiliado à esquerda radical, escrevendo colunas para o jornal Socialist Worker e falando em conferências do Partido Socialista dos Trabalhadores. Tendo criado uma carreira razoavelmente bem-sucedida como poeta e autor de crianças, mesmo um olhar superficial sobre o seu corpo de trabalho sugere que sua política se misturou com sua “arte”.

Um dos melhores e talvez os mais sutis exemplos é “This Is Our House” (1996), destinado a pré-escolares. Em essência, este é um conto anti-nativista projetado para dissuadir as crianças de terem “preconceitos” ou qualquer sensação de posse ou propriedade, mas se disfarça como um conto simples sobre o compartilhamento. A descrição do livro afirma: “George diz que a casa de papelão é dele e ninguém mais pode brincar nela. Não é para meninas, pessoas pequenas, gêmeos, pessoas com óculos ou pessoas que gostam de túneis. Mas Lindy, Marly, Freddie, Charlene, Marlene, Luther, Sophie e Rasheda têm outras ideias! Uma por uma, cada criança é recusada a entrar até que as coisas se invertem e George descobre como se sente em sofrer algo injusto. “No decorrer do livro George (representado como branco) joga feliz com uma caixa que ele construiu como “casa”. Mas as outras crianças, metade das quais não são brancas, insistem em que sua “casa” não é apenas sua, mas “pertence a todos”.

Mais recentemente, para crianças de 10 a 12 anos, Rosen é autor de um livro de ficção intitulado “Quem são os refugiados e imigrantes? O que faz as pessoas deixarem suas casas? E outras grandes perguntas” (2016). O livro compara “os efeitos sobre a sociedade da diversidade e interculturalismo com as tentativas históricas para criar uma cultura racialmente “pura”. Isso leva a uma perspectiva internacional … Há também uma atividade de encenação pedindo aos leitores que se imaginem na situação de ter que decidir se devem sair de suas casas e buscar refúgio em um novo país”.

Essencialmente, então, é um exemplo bastante típico de propaganda multicultural. O envolvimento judaico na produção de textos pró-multiculturais de não ficção para crianças é, naturalmente, nada de novo. O primeiro exemplo que pude encontrar (pelo menos no mundo de língua inglesa) é a “Casa de Vidro do Preconceito” de Dorothy W. Baruch (1946). O texto foi descrito pela Kirkus Review no ano de sua publicação como a “primeira abordagem desse tipo para os problemas das minorias, da discriminação racial, da intolerância, baseada em histórias de casos, muitas delas alinhadas com os problemas dos adolescentes. A abordagem da Dra. Baruch aborda o intelecto e as emoções; ela corta o coração da questão… Ela mostrou como os problemas [em torno da imigração] estão enraizados em condições que [a população nativa] deve enfrentar, como insegurança, falsas atitudes, ignorância”. Essas idéias estavam, obviamente, totalmente de acordo com as teorias avançadas pela Escola de Frankfurt.

Antes de concluir, deve-se mencionar o autor mais prolífico na lista da AAB dos livros mais denunciados, entre 2000 e 2009: Judy Blume (nascida Judith Sussman). As três aparições de Blume excedem qualquer outro escritor, enquanto durante o período 1990-1999 teve cinco entradas na lista. Para o período de 1990 a 2004, Blume ficou em segundo lugar apenas com o colega judeu Alvin Schwartz, cujas histórias de terror violentas e explícitas foram consideradas inadequadas para a faixa etária pelo qual ele afirmou escrever. Blume entrou em conflito com pais, escolas e outras instituições porque seus trabalhos contêm conteúdo gráfico sexual e linguagem ofensiva, bem como temas que foram considerados inapropriados para qualquer faixa etária infantil.

Esses elementos estão presentes em todos os livros questionados de Blume, mas para citar apenas dois exemplos, Deenie (1973) e Forever (1975), Blume introduziu na ficção adolescente temas como masturbação compulsiva, gravidez na adolescência, tentativa de suicídio, homossexualidade e conversa sobre doenças sexualmente transmissíveis. Mas como Blume se vê? Um modelo de feminista? Uma igualitarista cultural? Nas suas próprias palavras: “Cultural e espiritualmente, sou uma jovem judia de Nova Jersey”.

Há, naturalmente, muitos escritores mais que podem ser perfilados e muitos mais trabalhos que poderiam ser explorados, mas a intenção deste ensaio foi oferecer uma modesta introdução a alguns dos temas mais pertinentes nesta área da atividade cultural judaica. A afirmação aqui não é que os judeus estejam unicamente por trás do declínio nas normas sociais, culturais e sexuais que historicamente têm sido muito benéficas para a sociedade. Afinal, uma vez que excluímos autores não-brancos da lista de AAB, ainda encontramos cerca de 60% das obras socialmente oposicionistas produzidas por escritores brancos. Há, obviamente, um mercado para esse material, e, como de costume, não faltam pessoas que desejam tirar proveito disso. No entanto, a afirmação aqui é que há evidências significativas de que os indivíduos que se identificam como judeus e se vêem plenamente como membros do grupo étnico judaico, estiveram na vanguarda da erosão cultural, muitas vezes inovando ou atuando como pioneiros na desconstrução das normas da sociedade.

Essencialmente, o que vemos é que escritores como Baruch, Harris, Levy e Newman abriram caminho para que outros ativistas judeus – e não-judeus atípicos – pudessem seguir. É difícil dizer com certeza como as coisas seriam e teriam diferentes resultados sem uma ação tão agressiva dessas “mulheres ferozes” (e homens) auto-descritas, mas se poderia razoavelmente supor que o policiamento moral e normativo seria significativamente mais robusto.

Finalmente, a imagem maior aqui é a doutrinação de nossos filhos. Nesta nota, refiro-me à epígrafe que abriu este ensaio. Em última análise, estamos lidando com materiais projetados para formar e moldar as mentes de nossos filhos para os novos “padrões de comportamento aceitos”. Agora, não estamos longe de um momento em que os contos saudáveis ​​de crianças brancas envolvidas em aventura serão considerados reacionários por causa de seus potencial para incutir o orgulho, ou perigoso porque eles não são tolerantes o suficiente da proliferação multicor, de minorias sexuais e raciais que agora interferem em todos os aspectos da cultura. Nosso desafio nos próximos anos será entrar nesta guerra cultural de forma mais significativa. Isso exigirá o desenvolvimento de uma nova literatura, e eliminando o veneno que está diante de nós.

Referência:

The Unz Review

[1] Avi (aka Edward Irving Wortis), H.G. “Buzz” Bissinger, Judy Blume, Esther Drill, Lois Duncan (Steinmetz), E.R. Frank, Bette Green, Robie Harris, Carolyn Mackler, Johanna Reiss, Louise Rennison, J.D. Salinger, Louis Sachar, Alvin Schwartz, Maurice Sendak, Charles Silverstein, R.L. Stine.

[2] S.B. Fishman, Follow My Footprints: Changing Images of Women in American Fiction (Hanover: Brandeis University Press, 1992), p.50.

[3] F. Klagsbrun, “Marching in Front,” Hadassah Magazine (Nov. 1993), p.24.

[4] A. Foxman, Jews and Money: The Story of a Stereotype (New York: Palgrave, 2010), p.230.

[5] T.I. Rubin, Anti-Semitism: A Disease of the Mind (Fort Lee: Barricade Books, 2009), p.156.

[6] H. Quinley & C. Glock, Anti-Semitism in America (New York: The Free Press, 1979), p.202.

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Campanha pede criminalização de grupos LGBT’s no Brasil

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Após inúmeras vitórias dos católicos contra alguns projetos de subversão cultural que assolam o Brasil,  uma campanha tenta nocautear de vez o movimento LGBT no país: trata-se de uma petição pedindo a “Criminalização das atividades do grupo LGBT no Brasil (clique aqui)” liderada por membros da associação cultural católica Legião da Santa Cruz.

A petição já conta com mais de 2 mil assinaturas em pouco mais de 24 horas após seu início e não se trata de mera intolerância, fobia ou de perseguir indivíduos homossexuais, mas sim de tentar frear organizações bem estruturadas – como ONGs, coletivos e think tanks – que recebem dinheiro estrangeiro para propagandear e alastrar tal comportamento destrutivo na sociedade, configurando-se assim o que pode ser chamado de “engenharia social” – a manipulação psicológica e comportamental das pessoas a fim de torná-las domináveis.

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É o que explica um dos responsáveis pela Legião da Santa Cruz, Rafael Queiroz, que é professor e bacharel em História e Filosofia, sendo pós-graduado em História das Relações Internacionais. De acordo com Queiroz, inúmeros povos viveram crises civilizacionais, chegando até a serem extintos, devido a degradação moral e a massificação de comportamentos hedonistas, entre os quais a homossexualidade.

“Partindo daí, muitos engenheiros sociais, a partir do século XIX, se valeram do homossexualismo como uma arma politica para enfraquecer civilizações. Um exemplo disso foi o que aconteceu nas colônias britânicas, principalmente na Índia, onde os oficiais britânicos estimularam comportamento homossexual entre os indianos para dominar melhor a população da Índia, pois vocês desvirilizava os homens indianos facilitando assim o domínio militar britânico”, explicou Rafael Queiroz.

Na atualidade, Queiroz lembra que a Liga Antidifamação (Anti Defamation League – ADL), entidade judaica é uma forte patrocinadora do lobby homossexual pelo mundo, com o intuito de enfraquecer a malha moral dos povos do ocidente. Tal entidade trata não somente de financiar perversões mas também de garantir uma hegemonia de discursos e narrativas dos cabalistas judeus e sua indústria cultural que remontam ao período entreguerras.

“A indústria cultural que se desenvolveu na década de 1920 [do sec. XX], no período entreguerras, tanto nos EUA quanto na República de Weimar, na Alemanha, era uma indústria cultural ligada diretamente ao capital judaico e tinha o projeto de explorar ao máximo a animalidade do homem, não só para obter lucro financeiro mas também para catapultar o projeto judaico de domínio do ocidente”, destrinchou Queiroz.

 Grandes fundações e corporações financiam a pauta LGBT que inunda a sociedade

Não é necessária uma grande pesquisa para saber quem são os grandes apoiadores dos grupos e das pautas LGBT’s – sendo a causa extremamente artificial. Basicamente todas as grandes fundações como a Rockefeller, Ford, Macarthur admitem em seus próprios sites sustentar tais movimentos, além dos já conhecidos Santander – cujo os acionistas (clique aqui e aqui) são grupos judaicos como o Blackrock da família Rothschild, Vanguard Group, Credit Suisse, Goldman Sachs, Morgan Stanley, Bank of America – e também a Open Society de George Soros, do qual todos estão carecas de saber.

Para conhecer mais financiadores desse movimento que visa subjugar povos através de desordens sexuais, basta dar uma olhada na imensa lista dos patrocinadores de um grande evento da International Gay and Lesbian Human Rights Commission.

Não à toa Rússia, Polônia, Hungria, entre outros, proíbem tal tipo de manifestação ou apologia a tal comportamento. Eles não estão sendo homofóbicos, mas apenas se defendendo nesta guerra cultural.

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Menina de 13 anos se mata depois dos pais deixarem ela viver como um menino

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Há muita glamourização da ideologia de gênero e uma propaganda midiática imensa sobre o assunto, porém as consequências de tal engenharia social infelizmente são trágicas. Em Trussville, Alabama, uma adolescente de 13 anos que sofria de disforia de gênero deu fim a sua vida no final de maio, pouco depois que seus pais, Erin e Matt Georgia, permitiram que ela se identificasse e se apresentasse a sociedade como um menino. Jane Marie Georgia foi autorizada a começar sua “transição” na sexta série, mudando seu nome para “Jay Griffin”.

Os pais encontraram sua filha morta em seu quarto no último dia 25 de maio. Nos meses que antecederam a morte da pobre menina, ela estava sob medicamentos para ansiedade e depressão.

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Um estudo de 2016 do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati disse que a taxa de tentativa de suicídio entre os jovens que se dizem transgêneros é de 30% ou seja quase um terço tentam se matar.

A mãe de Jane, Erin Georgia, disse – “Não me interpretem mal, eu lamentei a perda de uma filha” – referindo-se à chamada transição de Jane – “mas depois percebi que estava rezando por um filho minha vida inteira. Deus respondeu essa oração, de uma maneira diferente “.

Erin Geórgia também disse que a família foi à igreja em busca de um “espaço seguro”, mas que mesmo as igrejas “acolhedoras” não cumpriam os critérios de serem seguras. “Enquanto Jay estava passando por essa jornada, ele ia para a igreja conosco. A igreja era acolhedora, mas não havia espaço seguro”, continuou ela sem especificar a que igreja iam.

“Eu e Jay íamos para diferentes igrejas para encontrar lugares onde estivesse seguro para nós”, disse ela. “Eu digo ‘nós’ porque muitas vezes me sentia como uma estranha, porque simplesmente eu amo a todos, e isso é muito difícil em um estado cristão do cinturão da Bíblia”.

Erin Geórgia chegou até a sugerir que a eleição de Trump talvez tenha tido algo a ver com as dificuldades da filha: “Provavelmente foi mais difícil desde as eleições (presidenciais)”. Ela absurdamente acha que é “porque os crimes de ódio aumentaram em 20% desde as eleições e as pessoas se sentem mais validadas para serem mais discriminatórias” – preferindo culpar alguém que sequer teve contato com sua filha no lugar de refletir sobre o fato de ter alimentado caprichos que devastam mentes juvenis.

No ano passado, o Colegiado Americano de Pediatras publicou uma declaração que dizia de forma simples e direta: “Condicionar as crianças a acreditarem que uma vida de representação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil”.

A organização pediátrica explicou que os sentimentos das crianças em relação à sua identidade não indicam que elas são verdadeiramente o sexo que elas afirmam pertencer. “Ninguém nasce com consciência de si mesmo como homem ou mulher”, afirmou o grupo. “Esta consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilhado pelas percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas de uma criança desde a infância”.

Pois é aí que a engenharia social da ideologia de gênero atua, tentando impor cada vez mais às crianças noções que as afastem de seu sexo biológico – que é imutável, com suas campanhas e propagandas midiáticas.

Foi lançado recentemente um documentário sobre ex-“transgêneros” que encontraram cura. Eles revelam ao público o rosto do arrependimento dos “transgêneros”, especialmente após a cirurgia. O filme, intitulado TranZformed: encontrar a paz com seu gênero de Deus, foi produzido por David Kyle Foster, que disse que o filme enfatiza a humanidade das pessoas presas no transgenerismo.

“A mensagem do filme é que as pessoas estão muito devastadas, elas precisam de muita ajuda”, disse ele. “E o último tipo de ajuda que eles devem receber não é o que eles estão recebendo”.

Referência:

Church Militant

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Estudante homem se diz “transgênero” e vence competição feminina de atletismo

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Andraya Yearwood é um estudante de primeiro ano na Cromwell High School e ele não seria percebido, não fosse pelo fato de se dizer menina e competir na categoria feminina de atletismo.

O marmanjo que se diz uma atleta transgênero tem bigode e músculos enormes e depois de competir com os meninos e não ter bons resultados, começou a competir contra as garotas.

Entretanto no mundo esquizofrênico atual, em vez de chamarem isso exatamente do que é – um homem disfarçado competindo injustamente contra mulheres – Yearwood está sendo exaltado por sua “bravura”. Porém o fato é que Yearwood correu pela equipe masculina no ensino fundamental, sem grandes resultados, antes da transição onde começou a se dizer menina.

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Foi como descreveu o jornal The Day ao relatar o rapaz destronando a favorita da competição, a atleta Kate Hall:

“No ano passado, Kate Hall não estava segura, ela gostou plenamente de ganhar um campeonato estadual na Classe M como estudante de segundo ano.

Isso deu a Hall, uma estudante do segundo ano de Stonington High School, expectativas ainda maiores para o campeonato de atletismo da Classe M no Willow Brook Park, onde ela estava focada em repetir o rendimento nos 100 metros e também sendo uma das principais promessas nos 200, onde terminou entre as 10 da Nova Inglaterra no ano passado.

Em vez disso, o dia foi de Andraya Yearwood de Cromwell, um calouro que venceu os 100 e os 200.”

Yearwood se diz transgênero e competiu por Cromwell como garota pela primeira vez em 5 de abril, ganhando os dois ‘sprints’ em um encontro triplo contra as escolas de Portland e Old Saybrook. A Conferência Atlética Interescolar de Connecticut “deferiu a determinação do ou da estudante e sua escola local em relação à identificação de gênero”, de acordo com um relato do jornal Hartford Courant sobre Yearwood no início do ano.

“Isso é realmente bom. Estou muito feliz em ganhar ambos os títulos “, disse Yearwood depois do desempenho no encontro da Classe M. “Eu meio que esperava. Eu sempre consegui primeiro, então eu esperava isso até certo ponto… Estou muito orgulhoso disso.”

O tal Yearwood ganhou o 100 metros com 12.66 segundos, Edging Hall, que ficou em segundo lugar cravou 12.83. Yearwood foi primeiro no 200 em 26.08. Erika Michie, da Woodland, ficou em segundo lugar com 26.38 e Hall, campeã da Conferência do Leste de Connecticut foi a terceira, com 26.65.

Yearwood reconheceu a atenção que “ela” recebeu por ser um transgênero competindo nos esportes e disse sobre ser transgênero – “Espero inspirar as pessoas, mas não só com o atletismo. Espero que inspire as pessoas a não se reterem apenas porque têm medo disso ou é a sua primeira vez fazendo isso, ou por causa da negatividade de outras pessoas “.

Já a mãe do atleta colocou panos quentes – “Eu sei que eles vão dizer que é injusto e não certo”, disse a mãe de Yearwood, Ngozi Nnaji. “Mas o meu contra-argumento  para isso é: “Por que não? Ela está competindo e praticando e dando tudo de si, executando com base na excelência e suas habilidades. Deixe isso ser o suficiente. Deixe-a fazer isso e se orgulhe disso.”

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Yearwood a esquerda e Kate Hall a direita – observe a diferença de massa e musculatura.

Kate Hall é uma atleta feminina excepcional que deve competir apenas contra mulheres. Ela está perdendo os prêmios que ela merece porque o politicamente correto tomou de assalto a sociedade. No futuro, rirão da geração atual que tentou se enganar chamando homens de mulheres e vice-versa. Vergonha para o esporte escolar dos Estados Unidos por permitir esta insanidade. Entretanto não é uma grande novidade, pois é da cultura americana que chegam as tendências imperialistas que os progressistas tupiniquins adotam.

Referência:

The Day

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Moral

Duterte rechaça aprovar união civil gay e dispara – “Isso não se aplica a nós, porque somos Católicos”

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As Filipinas não vão legalizar uniões entre pessoas do mesmo sexo, disse o presidente Rodrigo Duterte, frustrando assim o que seria uma promessa de campanha de apoiar uma legislação para uniões homossexuais.

Duterte ressaltou que o país é o bastião na Ásia do Catolicismo Romano, que se opõe firmemente ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Ao apontar para uma edição recente da revista Time que abordou questões de gênero, apresentando uma mulher trans em sua capa, ele disse – “Essa é a sua cultura”, referindo-se aos países onde a revista americana circula.

E prosseguiu – “Isto é para eles. Isso não se aplica a nós, porque somos Católicos”, completou Duterte em um longo discurso à pequena comunidade filipina em Mianmar, feito dia 19 de março, onde esteve em visita para reforçar os laços regionais.

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Uma transcrição do discurso foi distribuída aos jornalistas em Manila capital das Filipinas.

“Está no código civil, que indica que você pode casar somente como uma mulher, para mim, e para uma mulher se casar com um homem. Essa é a lei nas Filipinas. ”

Duterte, de 72 anos, disse que estava apenas seguindo o que estava nas leis, afirmando que não se opunha à sexualidade de ninguém. Dois de seus cunhados, e alguns de seus primos, são gays, disse ele.

Mas ele enfatizou: “Onde quer que Deus o tenha colocado, fique aí”. Ele observou que ninguém estava autorizado a “apagar a grande divisão entre uma mulher e um homem”.

Tal posição contrastaria com a postura de Duterte durante a campanha de 2016, quando expressou seu apoio a uma possível legislação que permitiria o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Em um comício pré-eleitoral em janeiro de 2016, Rodrigo Duterte teria dito a progressistas e grupos gays que iria permitir uniões civis entre pessoas do mesmo sexo.

Duterte na ocasião teria dito que parecia haver um “erro na Bíblia” quando esta diz que os casamentos devem ser apenas entre homens e mulheres e que casamentos deveriam ser para “Adão, Eva e os gays”, gerando aplausos do público presente.

Mas desde que ganhou a presidência por uma margem larga em maio, Duterte felizmente ainda não cumpriu essa promessa.

Seus aliados na Câmara dos Deputados, que controlam os votos lá, jogaram para debaixo do tapete um projeto de lei sobre “direitos” dos gays e lésbicas, colocando-o em segundo plano, argumentando que não era uma prioridade.

Tal projeto teria legalizado a união civil entre pessoas do mesmo sexo nas Filipinas, onde a Igreja Católica exerce uma influência política substancial.

A Igreja bloqueou com sucesso até 2012, a aprovação de uma lei de planejamento familiar que exigia contraceptivos gratuitos e ainda está na a frente dos esforços para impedir a conversa sobre a legalização do divórcio. Além do Vaticano, as Filipinas são a única nação do mundo que ainda proíbe o divórcio, mantendo assim a estabilidade de suas famílias.

Apesar de tudo, Rodrigo Duterte tem uma relação complicada com a Igreja Católica, a qual ele tem atacado vulgarmente como uma “instituição hipócrita”. Ele acusou abertamente seus líderes de corrupção e exploração sexual, mostrando que confunde o Clero com a Igreja em si –  que é composta por sua tradição e doutrina que vão além de falhas humanas.

A Igreja nas Filipinas é uma força política quando quer. Ela ajudou a derrubar dois presidentes – Ferdinand Marcos em 1986 e Joseph Estrada em 2001 – sobre alegações de corrupção. E em fevereiro, reuniu cerca de 30.000 pessoas em um protesto em grande parte pacífico, contra Duterte.

Referência:

New York Times

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Europa

Pais muçulmanos protestam contra professor gay em escola de Berlim

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Vários pais muçulmanos ameaçaram fazer uma petição contra uma escola após descobrirem que um professor da instituição é homossexual. Muitos pais removeram seus filhos da escola devido ao professor gay . O caso se deu com um professor do jardim de infância, no distrito norte de Reinickendorf e foi relatado pela mídia alemã nesta semana.

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De acordo com o jornal Tagesspiegel, os pais estão preocupados principalmente com o fato das crianças terem contato físico com seus filhos, particularmente na hora do professor homossexual leva-las ao banheiro.

“Para alguns deles, um homossexual é automaticamente um pedófilo”, disse o professor ao jornal.

Após o descontentamento dos pais em torno de sua orientação sexual, o professor pediu transferência para outra escola. No entanto, a gerência da creche apoiou o homem, dizendo aos pais que eles devem aceitar sua orientação ou mudar seus filhos para outro jardim de infância.

Muitos dos pais já retiraram seus filhos da instituição de ensino, segundo relatos locais.

Parece improvável que a ameaça de petição mude as mentes da administração da cidade. O professor recebeu o apoio da senadora da comissão da educação, a social-democrata de centro-esquerda (SPD), Sandra Scheeres.

“Não toleramos a discriminação. Queremos aumentar o número de professores do jardim de infância do sexo masculino para que eles se tornem modelos importantes para as crianças “, disse Scheeres.

Ela continuou a notar que “uma e outra vez, os pais tratam os professores do jardim de infância com desconfiança”.

O professor também recebeu apoio nas mídias sociais, com um usuário dizendo: “Os muçulmanos protestam contra o professor – o problema? Ele é gay: bem-vindo à Idade Média”.

Não é a primeira vez que um professor de creche homossexual enfrenta discriminação na Alemanha. Em 2012, uma professora lésbica na Baviera não teve seu contrato prorrogado quando seu empregador católico descobriu que ela era gay, de acordo com Die Welt.

Esse discurso laicista da tolerantismo parece que não irá durar muito tempo, visto que o crescimento do islamismo na Alemanha está a todo vapor. Além da explosão nos casos de estupro, é bom os setores progressistas da sociedade alemã se preparem para os próximos anos. Certamente em uma sociedade tomada por islâmicos, muitas pautas coloridas não terão vez.

Até porque uma sociedade laica dura até algum grupo religioso se organizar para tomá-la. Vácuo religioso não existe.

Referência:

RT

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Sociedade

Homem que se diz “transexual” vence competição feminina de levantamento de peso na Austrália

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Um atleta “transgênero”, da Nova Zelândia, venceu uma competição feminina de levantamento de peso, na categoria acima de 90 quilos, na Austrália. Gavin Hubbard, de 39 anos, que atualmente quer ser chamado de Laurel Hubbard, levantou no total 268 quilos – sendo 123 quilos no arranque e 145 quilos no arremesso – somando 19 quilos a mais que a segunda colocada Iuniarra Sipaia.

Gavin Hubbard, antes de fazer sua “transição”, chegou a participar de competições na categoria masculina, mas agora deseja competir somente na categoria feminina. Em sua estreia entre as  mulheres, o atleta quebrou quatro recordes nacionais não-oficiais.

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Hubbard possui todos os critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Halterofilismo para competir como uma mulher, inclusive provando que seus níveis de testosterona permaneceram abaixo de um determinado limite, durante os 12 meses anteriores à competição.

Todavia a testosterona não é a única coisa que diferencia homens e mulheres, mas, no caso específico, faltou ao COI entender que músculos de homens e mulheres são geneticamente diferentes, pois o homem possui 400 genes mais ativos em seus músculos esqueléticos que as mulheres, conforme apontam estudos da National Center for Biotechnology Information, citado inclusive pelo artigo do Instituto NanoCell.

Ou seja, não se trata então de preconceito mas sim de pós-conceito, que, francamente, sequer precisaria de pesquisas ou estudos mais detalhados.

Ainda sim, tomado pelo politicamente correto, Michael Keelan, chefe da Federação Australiana de Halterofilismo, ficou impressionado com o desempenho de Hubbard, através de todo o escrutínio ao qual sua performance foi submetida, e disse que “‘ela’ está prestes a criar muita história”.

Referência:

Gateway Pundit

FloElite

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