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Armas dos EUA e Israel são confiscadas por exército sírio após expulsão de terroristas

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

Autoridades e unidades de engenharia do exército sírio encontraram nesta quinta-feira (25) mísseis fabricados pelos Estados Unidos, vários morteiros de Israel e uma enorme quantidade de munição no bairro de al-Waer, na cidade de Homs, enquanto faziam uma varredura após terem expulsado terroristas- possivelmente do Estado Islâmico e frente Al-Nusra – da região.

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Segundo informações do repórter que fez a cobertura para a Syrian Arab News Agency as unidades foram apreendidas dentro dos centros de comando dos terroristas e correspondem a mísseis B10 e LAW, um míssil Cobra, foguetes Katyusha e RPG.

Durante a operação também foram encontrados, cartuchos de morteiros israelenses da IDE (empresa israelense de tecnologia), lançadores de foguetes, máscaras de proteção, binóculos, rifles sniper, fuzis automáticos e grande quantidade de munições e coletes.

Há outras provas da cooperação entre Estados Unidos e Israel com os terroristas na Síria

Em fevereiro de 2016 o Panorama Livre reportou o confisco de uma grande carga de minas letais israelenses, anti-humanas e anti-veículos, em posse do Estado Islâmico. O flagrante se deu no sul da província de Sweida e na ocasião os caminhões apreendidos pelo Exército Sírio também estavam carregados com foguetes, artilharia e morteiros, munições de luz, balas de fuzil e um grande número de granadas.

Já em abril de 2016 outra apreensão, desta vez em As-Suwayda, capturou veículos que carregavam mais minas letais israelenses, além de morteiros, RPGs e granadas – o detalhe é que o armamento continha  instruções em hebraico, sobre como manejar as armas.

Entretanto, o caso mais emblemático se deu em setembro do ano passado quando três mísseis Kalibr disparados pela marinha russa destruíram um centro de comando do Estado Islâmico, na região de Aleppo, na Síria, matando cerca de trinta oficiais, israelenses, britânicos, americanos, turcos, catares e sauditas. Tais oficiais dirigiam operações ao lado de grupos terroristas na região. O caso se deu antes de Aleppo ser libertada o que ocorreu em dezembro de 2016.

Referência:

SANA

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Síria captura veículo com armas e munições vindas de Israel na cidade de As-Suwayda

Os meios de comunicação oficiais da Síria noticiaram que as autoridades em As-Suwayda, uma cidade no sul do país, capturaram veículos que contêm minas israelenses. As fotografias publicadas em meios de comunicação sírios, nesta quarta-feira (27), mostram morteiros, RPGs e granadas com instruções em hebraico, sobre como manejar as armas.

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Novamente Israel flagrado fornecendo armas para terroristas

No dia 17 de fevereiro de 2016, Panorama Livre mostrou que Forças sírias confiscaram do Estado Islâmico armas, munições e minas letais vindas de Israel. Vale lembrar também queno dia 18 de junho de 2015, Israel lançou ataques de mísseis contra uma base militar síria na mesma cidade de As-Suwayda, conforme noticiou o portal Fars News Agency. Ou seja, o estado sionista já fez movimentações anteriores contra as forças do regime Assad na cidade síria onde agora foi flagrado fornecendo armas para grupos terroristas.

Referência: Ynet

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Arábia Saudita contratou mercenários americanos e promete prêmio por cada iemenita abatido

A Arábia Saudita fechou um acordo recentemente com a empresa de segurança militar Academi (anteriormente conhecida como Blackwater) – segundo Dhahi Khalfan, vice-chefe de polícia de Dubai.

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De acordo com o chefe de segurança, o acordo intermediado pelos Emirados Árabes Unidos (EAU) foi assinado entre Mohammad Bin Salman – o príncipe que é o primeiro na linha sucessória a coroa da Arábia Saudita e Erik Prince, um residente dos EAU, e Craig Nixon o CEO da empresa.

O negócio foi orquestrada por Mohammed bin Zayed Al Nahyan, o príncipe herdeiro de Abu Dhabi e Vice-Comandante Supremo das Forças Armadas dos EAU. O acordo de 539 milhões de dólares garante a Arábia Saudita 1,400 militares da Academi que vão se envolver em ações de combate junto as Forças Armadas Sauditas no Iêmen.

Os mercenários americanos serão designados supostamente para subjugarem as tribos iemenitas locais que não só se recusaram a lutar com a coalizão saudita como também demostraram apoio explícito ao Exército Nacional Iemenita e aos combatentes Houthi – inimigos dos sauditas.

Al-Qaeda irá cooperar com os mercenários

Relatórios não classificados alegaram que o regime saudita prometeu garantir a segurança dos mercenários da Academi exercendo sua influência sobre os ativos militantes da Al-Qaeda no Iêmen para evitar qualquer ataque possível entre os grupos.

A operação ‘Decisive Storm’ ou ‘Tempestade Decisiva’, é liderada pela Arábia Saudita e conta com uma coalizão de nove Estados Árabes contra o Exército Iemenita e comitês revolucionários, buscando restabelecer seu governo marionete liderado pelo presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi.

A operação ainda não atingiu os seus objetivos políticos e militares, mas tragicamente já deixou vários mortos, feridos e centenas de milhares de civis iemenitas deslocados.

Os termos do contrato preveem indenizações as famílias dos mercenários mortos e recompensas para inimigos abatidos

O Tenente-General Khalfan disse que o governo saudita é obrigada a indemnizar cada família de mercenário morto com 300 mil dólares enquanto que a bagatela de 35 mil dólares está sendo pago pela cabeça de iemenitas locais e 150 mil dólares por quaisquer combatentes estrangeiros.

Além dos mercenários americanos contratados pelos sauditas, a ‘Times’ dos Estados Unidos, publicou um artigo em novembro de 2015, fornecendo evidências irrefutáveis ​​de que os Emirados Árabes Unidos enviaram também centenas de mercenários colombianos para o Iêmen.

Referência:

Al-Masdar News

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Estados Unidos enviam armada para o Mar do Sul da China e tensões crescem

A Marinha dos Estados Unidos anunciou que enviou uma pequena armada para o Mar do Sul da China, na última quinta-feira (3). A armada consiste no porta-aviões John C. Stennis, dois cruzadores, dois destróieres, e o 7º capitaneador de frota.

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Muitos interpretaram o movimento como algo agressivo e cogitaram que os Estados Unidos podem não ter medo de dar início a Terceira Guerra Mundial.

Confirmado pela “Navy Times”, mídia da marinha americana, o impasse entre Estados Unidos e China voltou a tona em ambos lados. Após a notícia, em fevereiro, de que os chineses enviaram uma bateria de mísseis avançados terra-ar para as Ilhas Paracel, o cabeça do Comando do Pacífico, dos EUA, Harry Harris disse aos legisladores que a China estava militarizando o Mar do Sul chinês.

“Na minha opinião, a China está militarizar claramente o Mar do Sul. Você tem que acreditar na terra plana para acreditar no contrário.”, declarou Harris em 24 de fevereiro..

A China pode não ser um país santo, e certamente não é, mas eles não são a pátria que espalhou cerca de 700 bases militares em dezenas de países em todo o mundo e que foi responsável ​​pela destruição total de vários Estados-nação apenas na última década. Agora novamente são os EUA quem enviam navios de guerra para o outro lado do globo no que pode-se interpetar como uma clara tentativa de provocar uma briga

A razão pela qual os chineses têm demonstrado presença militar na região é devido à disputa e reivindicações sobre a cadeia de Ilhas Paracel.

O arquipélago das Ilhas Paracel, também conhecido como Xisha em chinês e Hoàng Sa em vietnamita, é um grupo de ilhas, recifes, bancos e outras características marítimas localizados no Mar da China Meridional. É controlada (e ocupada) em parte pela República Popular da China e também reivindicada por Taiwan e Vietnã.

Esta disputa sobre quem reivindica a região remonta há décadas, e a violência física entrou em erupção entre as partes litigantes em várias ocasiões, sendo o conflito mais recente de 1974. No entanto, desde então, a disputa se manteve calma – até agora.

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Os EUA estão tentando argumentar que a presença chinesa na região pode gerar um novo conflito e estão divulgando a falácea que rotas de comércio estariam sendo fechadas para flexibilizar o domínio militar chinês. Mas não há nenhuma evidência de que o comércio foi afetado.

Nenhum país no seu perfeito juízo iria dificultar a sua capacidade de exportar, e a China não mostra sinais de que poderá em breve travar suas exportações.

Fu Ying, um porta-voz do Congresso Nacional do Povo da China disse que tudo é um erro de cálculo e pode ser uma precipitação.

“A acusação [de que a China está militarizando a região] pode levar a um erro de cálculo da situação. Se você der uma olhada de perto a questão é: os EUA que enviam suas aeronaves mais avançadas e navios militares para o Mar do Sul da China. “, pontuou Ying

O secretário de Defesa Ash Carter parece disposto em agravar a situação. Na terça-feira, Carter, em um evidente fracasso de lógica e confirmando a declaração de Ying, alertou a China para frear a sua militarização da região, ou os EUA vão militarizar mais ainda a região.

Recordando as reivindicações de Ying sobre a militarização dos Estados Unidos, Carter observou que os EUA não têm medo de aumentar seus destacamentos militares para a região do Pacífico e gastariam cerca de 425 milhões de dólares para realizarem exercícios militares conjuntos com os países que se sentem ameaçados por Pequim.

“A China não deve perseguir a militarização no Mar do Sul. Ações específicas terão consequências específicas.”, conclamou  Carter em São Francisco.

À medida que a economia mundial oscila à beira de um colapso, os EUA ampliam seu barulho sobre, não só a China, mas também sobre os russos. Enquanto os Estados Unidos gastam mais em guerras do que qualquer outro país do mundo, a ideia de que eles podem aguentar a China e a Rússia, simultaneamente, é mortalmente insana.

Referência:

D.C. Clothesline

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Estado Islâmico vem usando armas químicas no Iraque

Os terroristas do Estado Islâmico usaram armas químicas para atacar a cidade curda de Sinjar, localizada no Iraque, afirmaram autoridades locais.

De acordo com um comunicado feito na sexta-feira divulgado pelo Conselho de Segurança do Governo Regional do Curdistão iraquiano, os terroristas do Estado Islâmico lançaram foguetes equipados com ogivas químicas em uma área ao sul da cidade na quinta-feira.

O comunicado acrescenta que embora, nos ataques, ninguém tenha morrido, dezenas de civis e forças curdas foram internadas com sintomas que incluem vômito, tontura e dificuldade de respirar. “Se confirmado, este será o oitavo ataque químico do Estado Islâmico contra a Peshmerga (exército curdo). As táticas do Estado Islâmico continuam se tornando mais sofisticadas”, alertou o conselho.

De acordo com fontes médicas locais, os sintomas indicam que os terroristas poderiam ter usado cloro, um agente asfixiante proibido pela Convenção de Armas Químicas de 1997.

Em 18 de Fevereiro, autoridades curdas relataram um ataque similar lançado pelo Estado Islâmico em Sinjar, no qual pelo menos 30 combatentes curdos sofreram ferimentos semelhantes.

Os terroristas andam cometendo crimes hediondos contra todas as comunidades étnicas e religiosas no Iraque, incluindo xiitas, sunitas, curdos e cristãos.

Soldados do Exército iraquiano e combatentes de Unidades de Mobilização Popular estão tentando reconquistar regiões que estão sob o domínio dos terroristas por meio de operações conjunta.

Iraquianos confiscaram armas químicas do Estado Islâmico

Na última quinta-feira (25) milicianos iraquianos capturaram dois locais com vastos depósitos de agentes altamente tóxicos usados pelos terroristas do Estado Islâmico. Os compostos químicos estavam aptos a serem usados em morteiros e foguetes.

Referências:

Al Masdar News

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Arsenal vindo da Turquia encontrado com Estado Islâmico

Mais equipamentos e armas foram entregues aos terroristas na Síria pela Turquia na cidade de Lattakia, localizada perto da fronteira entre Síria e Turquia. Centenas de terroristas que se encontram na Síria e que são ajudados diariamente pela artilharia turca são provenientes da Chechênia e de regiões do cáucaso.

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A descoberta foi feita após os terroristas assumirem o controle de duas aldeias e terem recebido uma carga grande de armas e equipamentos militares, além de receberem mais contingente de novas forças que chegaram ao norte da Síria através das fronteiras turcas. Porém a ocupação não durou muito pois o exército sírio enviou mais tropas para as regiões ocupadas retomando o controle sobre as vilas nesta quinta-feira, descobrindo assim todo material vindo da Turquia.

Ajudados por forças populares, o exército sírio tem ganho diversas áreas na zona rural no nordeste de Lattakia, eliminando os terroristas das  aldeias de Barza al-Tahtani, Katef al-Zaitona, Daher Sando, Al Ghweifat e na região de Jabal Abu Ali . Felizmente a estabilidade e a segurança foram restabelecidas após as operações do exército nestas áreas.

Arábia Saudita entregará aeronaves de guerra a Turquia

Enquanto a Turquia fortalece o Estado Islâmico na Síria, a mesma é ajudada pela Arábia Saudita que fará a entrega de aeronaves de guerra aos turcos. Trinta oficiais da Força Aérea Real Saudita chegaram a Turquia para a solenidade da entrega das aeronaves que ocorre nesta sexta-feira.

Mais um vez está claro ao mundo que a Turquia está ajudando fortemente os terroristas na Síria enquanto é ajuda pela Arábia Saudita  Tanto Turquia e Arábia Saudita são aliados estratégicos dos EUA, Reino Unido, Israel, e de outros países membros da OTAN – revelando uma forte cumplicidade destas potências com os promotores do caos na Síria.

Referências:

Fars News Agency 

Al Masdars News

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Coreia do Norte alerta sobre ataques preventivos contra EUA e Coreia do Sul

A Coreia do Norte anunciou nesta terça-feira que iria fazer um ataque de prevenção contra o Coreia do Sul e os Estados Unidos caso se sentisse ameaçada por uma provocação armada.

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A Coreia do Sul e, seu aliado próximo, os EUA irão no próximo mês realizar o seu maior exercício anual em resposta ao recente lançamento do foguete nuclear de teste e de longo alcance da Coréia do Norte – anunciou o Ministério da Defesa sul-coreano.

Já o comando militar supremo do Norte disse que os aliados planejam na prática uma “operação de decapitação” destinada a liderança da Coreia do Norte, e outros movimentos para neutralizar suas armas nucleares e mísseis.

Se houver um “ligeiro sinal” que seja de forças especiais se deslocando para efetuar essas operações, os militares disseram que ataques “táticos e estratégicos” preventivos seriam lançados.

O alvo principal seria a sede presidencial do Sul, a Blue House ou Casa Azul,  disse uma agência de notícias oficial, condenando a sede sul-coreana como “o centro de incubação de confrontos com os compatriotas no norte e de máquinas dominantes reacionárias”.

A Coreia do Norte também ameaçou fazer ataques contra bases dos EUA na Ásia-Pacífico e no continente.

O Norte disse que tem “os mais poderosos e ultra-modernos meios de ataque” do mundo, capaz de “desferir golpes fatais no continente norte-americano a qualquer momento e em qualquer lugar”.

Tais golpes iriam “reduzir a fossa de todos os males a cinzas, nunca mais se levantando no nosso planeta”, acrescentou, em uma referência aos Estados Unidos.

O Norte afirma habitualmente que o exercício anual Key Resolve/Foal Eagle (Resolução Chave/Águia Filhote) é um ensaio para a invasão, enquanto Seul e Washington dizem que é puramente defensiva.

As tensões são elevadas como as Nações Unidas considera sanções mais duras contra o Norte para puni-lo pelo teste nuclear de janeiro e o lançamento do foguete deste mês.

O Sul, em um movimento difícil sem precedentes, fechou um parque industrial financeiro e co-executivo no Norte, dizendo que estava ajudando a financiar os programas militares do vizinho hostil.

Referência:

Yahoo

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