Sionismo

Israel bombardeia cidade controlada pelo governo sírio

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A força aérea de Israel atacou na noite deste terça-feira (29) a cidade de Al-Saboorah’s, na Síria, município a oeste de Damasco e área controlada pelo regime de Bashar al-Assad. Quatro explosões foram ouvidas e a suspeita é que Israel tentou alvejar representantes do Hezbollah que estariam na cidade que fica próxima da rodovia que liga Beirute, capital do Líbano, a Damasco – capital da Síria.

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O avião israelense fez o ataque, usando o míssil de longo alcance “Popeye”, após violar o espaço aéreo libanês porém não chegou a invadir o espaço aéreo da Síria pois a distância necessária para o bombardeio, a partir do Líbano, era o suficiente para a execução do ataque.

Chefe de Inteligência de Israel diz que enfraquecimento do Estado Islâmico não é bom

Novamente Israel ataca uma região na Síria controlada por aqueles que verdadeiramente combatem o Estado Islâmico: o governo Assad e o Hezbollah. O ataque se dá dias após o chefe de inteligência de Israel, Maj-Gen Herzl Halevi, declarar que o enfraquecimento do Estado Islâmico significa o fortalecimento dos inimigos de Israel.

“Enquanto o grupo terrorista Estado Islâmico estiver se enfraquecendo e seu chamado califado estiver encolhendo, isso também significava que o Irã e seu representante libanês, o Hezbollah, estarão ganhando e isso não seria bom para Israel”, disse Herzl Halevi em uma conferência na Universidade de Tel Aviv, na última segunda-feira (28).

Referências:

Al Masdar News

Al Manar TV

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Síria

Soldado sírio ajuda a libertar distrito e reencontra família após 4 anos

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Uma cena emocionante marcou a liberação do distrito de Hanano, em Aleppo: o reencontro de um soldado do exército sírio com sua família que estava aprisionada na região desde 2012. Nos últimos quatro anos o distrito de Hanano esteve sob o domínio do Estado Islâmico sendo libertado apenas neste último domingo (27).

Confira o maravilhoso reencontro do bravo soldado sírio com sua família:

 

600 pessoas foram libertadas a leste de Aleppo

Outra grande notícia foi a libertação de 600 pessoas que estavam a leste de Aleppo, em uma região controlada pelo Estado Islâmico, e que conseguiram fugir para áreas controladas pelo governo da Síria.

O comandante das Forças Armadas Sírias, coronel Suheil al-Hassan, chegou a falar pessoalmente com os civis libertados diante do canal de TV oficial da Síria.

Referência:

Al Masdar News

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Editorial

Teria Donald Trump condições de terminar seu mandato caso não desista de seus projetos de campanha?

A eleição de Trump sinalizou algumas mudanças no mundo atual, não somente na política interna americana como também na geopolítica, na forma como as pessoas andam obtendo informações e, por fim, como isso tudo influenciará na questão da soberania de nações ditas em desenvolvimento.

A pergunta número um é: Trump pode vir a se tornar um estelionatário eleitoral, não cumprindo absolutamente nada do que prometeu? Caso permaneça firmemente com suas propostas, correria Trump o risco de ser MORTO pelo cartel judaico-maçônico que controla as mais diferentes esferas dos Estados Unidos, tendo o mesmo destino de um John F. Kennedy ou um Abraham Lincoln?

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Vejamos, sobre a política interna americana, infelizmente, em nenhum momento da campanha Trump ou Hillary tocaram no assunto “cartel do Federal Reserve” – banco privado que imprime dólar a bel prazer e que teve origem a partir da família Rothschild, seus laranjas e outros banqueiros. Ainda sim Trump pode tomar medidas contra esse cartel indiretamente com suas ações principalmente na geopolítica.

A questão começa com o fato de Trump ser isolacionista, de acordo com suas declarações de campanha, não querendo os Estados Unidos como polícia do mundo nas questões diplomáticas e militares, além de economicamente desejar trazer as empresas americanas novamente para o território ianque.

Isso tudo obviamente criaria algumas brechas para os países ditos subdesenvolvidos, primeiro porque os forçariam a se industrializarem ou reindustrializarem pois as multinacionais americanas tenderiam a retornarem para casa. Segundo porque forçaria tais países a investirem em defesa e possivelmente em seus projetos nucleares – Trump declarou que a Coréia do Norte ter armas atômicas não é problema dos EUA e sim da Coréia do Sul e do Japão, praticamente forçando os dois últimos a também desenvolverem tal armamento – e terceiro que sem uma maior interferência e até postura intimidatória dos Estados Unidos, vários  países poderiam abandonar o dólar como moeda levando-o a perder valor e até ao seu fim, resgatando assim o padrão ouro ou um padrão com lastro seguro baseado em outros ativos reais.

Com esses três pontos muitos países anteriormente sabotados poderiam assim alcançar o desenvolvimento e consequentemente um patamar de grandeza econômico-social-militar capaz de rivalizar com o próprio cartel do eixo Londres-Washington-Tel Aviv.

Já na Síria, com Assad ficando, e com o Estado Islâmico sendo o inimigo em comum da Rússia e dos EUA (já que com Hillary o inimigo seria a Rússia e os aliados seriam os “rebeldes” que na verdade são os terroristas) o plano de domínio israelense na região sofreria um atraso tremendo.

Essa postura de aproximação com Putin, na Síria, se estenderia também a outras regiões freando assim os planos globalistas de cercar e guerrear com a Rússia. Muitos poderiam se indagar se a OTAN não poderia forçar uma guerra contra os russos sem os Estados Unidos e a resposta é não. A OTAN sem os Estados Unidos é como um carro sem motor ou seja, não tem potência para sair do lugar. O ponto central sempre foi os Estados Unidos e a OTAN só iria para a guerra caso os EUA forçassem o conflito, o que pelo visto não vai acontecer por enquanto (infelizmente o desmantelamento da OTAN não é tão simples).

Sobre as relações com Israel, apesar do ótimo relacionamento de Trump com Netanyahu, primeiro-ministro da ocupação sionista, as possíveis decisões do novo presidente americano, caso executadas e concretizadas, poderiam gerar um enorme atraso e até prejuízo aos planos da criação da Grande Israel e consolidação de um estado global sonhado por cabalistas sionistas e maçons que desejam um poder financeiro, político, diplomático, militar, cultural e de inteligência ditando os rumos de todos os países da Terra.

Sendo tudo isto pontuado, infelizmente, é possível que o cartel plutocrático force inúmeros atentados, até maiores que os de 11 de setembro, em cidades americanas e europeias visando criar um clima de guerra. É possível uma enorme crise financeira artificial para enfraquecer suas medidas protecionistas. E também é possível que matem ou derrubem a Donald Trump caso ele não reveja seus projetos.

Teria Trump condições de finalizar seu mandato sem abrir mão de seus projetos e promessas de campanha?

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