Geopolítica

Grécia pode chegar a marca de 70 mil refugiados

A Grécia pode ter 70 mil refugiados em breve. A informação é do ministro da imigração grega, que revelou que o número de refugiados em seu país pode triplicar no próximo mês, batendo 70 mil.

“Nós estimamos que em nosso país o número de pessoas retidas serão de 50 mil a 70 mil, no próximo mês”, disse Yiannis Mouzalas no domingo, acrescentando que atualmente existem 22 mil refugiados na Grécia.

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No domingo, o estado introduziu um limite diário de 300 refugiados, enquanto mais de 6.500 pessoas estavam no acampamento de Idomeni, perto da fronteira Grécia-Macedônia.

Na semana passada, oficiais de fronteira da Macedônia se recusaram a aceitar os refugiados afegãos e aplicaram métodos mais rigorosos para verificar documentos sírios e iraquianos, desde então, o número de refugiados aumentou no acampamento.

Também foi relatado pela mídias e TVs locais que hoje uma horda de refugiados quebrou uma cerca de arame farpado com pólo de aço com um aríete na fronteira entre Macedônia e Grécia.

No entanto, a Áustria e nações dos Balcãs concordaram em restringir os números de refugiados aceitos, enquanto a Hungria pretende realizar um referendo sobre a cota de refugiados da União Europeia. Eslovênia, Croácia, Sérvia e Macedônia impuseram um limite de 580 refugiados que entram no seu país todos os dias.

Os ministros da União Europeia concordaram em realocar 120.000 refugiados da Itália, Grécia e Hungria para outros países da União Europeia, em Setembro de 2015, embora a Romênia, República Checa, Eslováquia e Hungria tenham feito oposição ao sistema de cotas.

Já a Europa está a enfrentar um fluxo sem precedentes de refugiados que fugiram das zonas de guerra na África e no Oriente Médio, em particular da Síria.

“Islamização da Europa é boa para Israel”

Já é fato conhecido que vários grupos terroristas que levaram a desestabilização para o Oriente Médio recebem ajuda dos EUA, Israel, Turquia, Arábia Saudita e outros aliados. Todos os dias pipocam notícias de armas de potências ocidentais nas mãos dos grupos terroristas que assolam a Síria e o Iraque.

Porém uma coisa que ainda é pouco conhecida são as declarações de rabinos israelenses que não fazem cerimônia para afirmar que a islamização da Europa é boa para Israel.

Em 2012, o rabino Baruch Efrati foi claro ao tratar a perda da identidade europeia como uma punição justa.

“Os judeus devem regozijar-se com o fato da Europa cristã estar perdendo sua identidade como uma punição pelo o que eles fizeram para nós, pelas centenas de anos que estivemos em exílio lá. Nós nunca perdoaremos os cristãos da Europa pelo abate de milhões de nossas crianças, mulheres e idosos… Não apenas no recente Holocausto, mas ao longo das gerações, de uma forma consistente que caracteriza todas as facções do cristianismo hipócrita. Em um momento, a Europa está a perder a sua identidade em favor de outro povo e uma outra religião, e não haverá vestígios e sobreviventes da impureza do cristianismo, que derramou muito sangue que não será capaz de expiar. O Islã é uma religião relativamente honesta”, delirou o rabino Baruch Efrati.

Estranhamente o rabino se esquece que Israel recebe mais de 6 bilhões de dólares anuais dos Estados Unidos que é um país de maioria cristã e que países de matriz cristã são responsáveis pelas armas e aparatos usados pelos israelenses em suas áreas de defesa e tecnologia da informação. O rabino também não menciona que o Comunismo, projeto que foi o maior ceifador de vidas em toda a história da humanidade, é uma criação judaica.

Referências:

South Front

Ynet News

 

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Militar

Estado Islâmico vem usando armas químicas no Iraque

Os terroristas do Estado Islâmico usaram armas químicas para atacar a cidade curda de Sinjar, localizada no Iraque, afirmaram autoridades locais.

De acordo com um comunicado feito na sexta-feira divulgado pelo Conselho de Segurança do Governo Regional do Curdistão iraquiano, os terroristas do Estado Islâmico lançaram foguetes equipados com ogivas químicas em uma área ao sul da cidade na quinta-feira.

O comunicado acrescenta que embora, nos ataques, ninguém tenha morrido, dezenas de civis e forças curdas foram internadas com sintomas que incluem vômito, tontura e dificuldade de respirar. “Se confirmado, este será o oitavo ataque químico do Estado Islâmico contra a Peshmerga (exército curdo). As táticas do Estado Islâmico continuam se tornando mais sofisticadas”, alertou o conselho.

De acordo com fontes médicas locais, os sintomas indicam que os terroristas poderiam ter usado cloro, um agente asfixiante proibido pela Convenção de Armas Químicas de 1997.

Em 18 de Fevereiro, autoridades curdas relataram um ataque similar lançado pelo Estado Islâmico em Sinjar, no qual pelo menos 30 combatentes curdos sofreram ferimentos semelhantes.

Os terroristas andam cometendo crimes hediondos contra todas as comunidades étnicas e religiosas no Iraque, incluindo xiitas, sunitas, curdos e cristãos.

Soldados do Exército iraquiano e combatentes de Unidades de Mobilização Popular estão tentando reconquistar regiões que estão sob o domínio dos terroristas por meio de operações conjunta.

Iraquianos confiscaram armas químicas do Estado Islâmico

Na última quinta-feira (25) milicianos iraquianos capturaram dois locais com vastos depósitos de agentes altamente tóxicos usados pelos terroristas do Estado Islâmico. Os compostos químicos estavam aptos a serem usados em morteiros e foguetes.

Referências:

Al Masdar News

Standard
Geopolítica

Brasil instalará cabo submarino até a Europa para evitar espionagem dos EUA

O Brasil pretende instalar um cabo de transmissão submarino ligando o país a Europa. O motivo? A medida visa combater as tentativas de espionagem eletrônicas por parte dos Estado Unidos. Durante o Mobile World Congress, realizado em Barcelona, o Ministro das Comunicações André Figueiredo anunciou planos para vincular seu país com a Europa através de um cabo submarino.

“Um cabo direto entre os dois continentes aumenta a segurança e evita os Estados Unidos”, foi direto ao ponto André Figueiredo.

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O projeto foi estimado em cerca de 250 milhões de dólares, mas os gigantes da tecnologia Google e Facebook poderiam contribuir para custear o projeto. Ambos estão entre as empresas que demonstraram interesse em utilizar o cabo para a transmissão segura de dados. O que soa estranho visto que tanto o Facebook como o Google são empresas americanas e que sofrem suspeitas de compartilharem informações com o governo americano.

O cabo, que terá 5,900 quilômetros, deve ser lançado no final de 2017 e “será financiado através da comercialização do tráfego”, disse Figueiredo na terça-feira em uma entrevista durante o Mobile World Congress.

Lembrando que, em setembro de 2013, a presidente Dilma Roussef cancelou uma visita que faria aos Estados Unidos após descobrir que a NSA (National Security Agency ou Agência de Segurança Nacional) estava monitorando suas comunicações.

Ainda em 2013, porém antes dos episódios de espionagem envolvendo os Estados Unidos, a Telebras chegou a anunciar uma interligação de dados diretamente com os americanos, mas abandonou o projeto após ordens do governo federal que preferiu realizar o projeto de comunicação direta com a Europa sem o envolvimento dos EUA.

Referência:

Bloomberg

 

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Moral

Ditadura chinesa remove cruz de igrejas e paróquias

As autoridades chinesas derrubaram a cruz de uma Igreja Católica, pertencente à diocese de Wenzhou. Este é o último incidente da campanha de retirada de cruzes que continua na província de Zhejiang, leste da China. A ditadura comunista não tolera imagens cristãs e proíbe o catolicismo.

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Os funcionários do governo removeram a cruz da Igreja de Zhuangyuan, pertencente à paróquia de Yongqiang, durante a madrugada do dia 25 de fevereiro, de acordo com Ucanews.

Duas semanas antes, o diretor de assuntos religiosos da província de Zhejiang fez um pedido a favor da “estabilidade religiosa” antes da cúpula do G20, que se realizará em setembro próximo em Hangzhou, capital da província.

A comunidade católica ‘clandestina’ (fiel a Roma) da paróquia de Yongqiang tinha pedido uma reunião na tarde anterior para avisar que a cruz seria demolida. Eles não puderam parar as intenções das autoridades, apesar de terem conseguido evitar a demolição no ano anterior.

“A pessoa encarregada da Igreja não avisou ao pároco das intenções de retirar a cruz desta vez, possivelmente porque as autoridades o haviam ameaçado”, diz um trabalhador da Igreja ‘clandestina’ que permanece anônimo. “Quando o padre percebeu a situação por outros, imediatamente ele organizou uma reunião.”

Pelo menos 18 cruzes de igrejas protestantes em Zhejiang foram retiradas até agora em 2016. É a primeira vez que a campanha da retirada de cruzes recai sobre a comunidade católica, muito menor. Calcula-se que cerca de 210.000 pessoas são católicas.

É evidente que a campanha da retirada das cruzes continua e que mais de 1.700 cruzes foram retiradas desde o final de 2013, na província do leste da China.

Referência:

Info Católica

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Igreja Católica

Bispo defensor da tradição afirma que os judeus são inimigos da Igreja

O chefe da tradicionalista Sociedade São Pio X (FSSPX) – Bispo Bernard Fellay – chamou o povo judeu de “inimigos da Igreja”, dizendo que o apoio de “líderes judeus” ao Concílio Vaticano II mostra que o “Vaticano II é coisa deles (judeus), não da Igreja”.

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O Bispo Bernard Fellay, superior geral da sociedade, disse que aqueles que mais se opõem para que Roma conceda reconhecimento canônico à FSSPX têm sido “os inimigos da Igreja: os judeus, os maçons, os modernistas”.

Ele disse que essas pessoas, “que estão fora da Igreja, têm sido, ao longo dos séculos, inimigos da Igreja”, pedem ao Vaticano para obrigar a FSSPX a aceitar o Vaticano II.

Ele fez os comentários durante uma palestra de quase duas horas na Acadêmia Nossa Senhora do Carmo, em New Hamburg, Ontário, Canada.

Na palestra, ele disse que vem recebendo mensagens contraditórias do Vaticano durante anos sobre e como o grupo pode ser trazido de volta a ter plena comunhão com a Igreja.

O Bispo Bernard Fellay revelou que altos funcionários do Vaticano disseram-lhe para não se desencorajar por declarações oficiais do Vaticano, porque elas não refletem os verdadeiros sentimentos do Papa Bento XVI – Papa no período da palestra.

A assessoria de imprensa do Vaticano se recusou a comentar as alegações e algumas sedes suíças da sociedade não responderam aos pedidos da Catholic News Service para tratar do assunto. No entanto, o ramo norte-americano da sociedade tentou esclarecer a observação de Dom Fellay em um comunicado em seu site.

O comunicado afirma: “A palavra ‘inimigos’ aqui utilizados pelo bispo Fellay é, naturalmente, um conceito religioso e refere-se a qualquer grupo ou seita religiosa que se opõe à missão da Igreja Católica e seus esforços para cumpri-la: a salvação das almas”.

O grupo enfatizou que “neste contexto religioso” baseiam-se em Jesus dizendo aos fariseus no Evangelho de São Mateus: “Quem não é por mim é contra mim, e quem não recolhe comigo, espalha.”

“Ao se referir aos judeus, o comentário de Dom Fellay foi dirigido aos líderes de organizações judaicas, e não ao povo judeu”, disse o comunicado, acrescentando que qualquer acusação a sociedade de ser anti-semita é falsa e seria um exemplo de “discurso de ódio feito numa tentativa para silenciar a sua mensagem “.

Em 2009, o Papa Bento XVI lançou uma série de discussões doutrinais com a Fraternidade São Pio X, desfazendo excomunhões impostas aos seus quatro bispos, que foram ordenados em 1988 sem a aprovação papal e expressou sua esperança de que eles voltassem a ter plena comunhão com a Igreja.

Em 2011, o Vaticano deu aos líderes da FSSPX um “preâmbulo doutrinal” para assinar que definia princípios e critérios necessários para garantir fidelidade à Igreja e seu ensino; o Vaticano disse que os líderes da FSSPX teriam de assinar para irem em direção à reconciliação total.

Mas Dom Fellay expôs o que disse repetidamente ao Vaticano, que o conteúdo do preâmbulo – particularmente de aceitação da missa moderna e do Concílio (Vaticano II), expressas, no Catecismo da Igreja Católica – eram inaceitáveis.

Ele disse que a única razão pela qual ele continuou as discussões com as autoridades do Vaticano foi porque alguns “muito próximos do Papa” lhe tinham assegurado que o Papa não estava de acordo com as declarações oficiais do Vaticano.

De acordo com Dom Fellay, o aposentado cardeal colombiano Darío Castrillón Hoyos, então presidente da Comissão Pontifícia Ecclesia Dei, o escritório responsável pelas relações com os católicos tradicionalistas, lhe tinha dito em março de 2009 que a sociedade seria formalmente reconhecido.

Quando o bispo perguntou como isso poderia ser possível quando o reconhecimento dependia de aceitar os ensinamentos do Concílio Vaticano II, o cardeal respondeu que essa exigência era apenas “política” e “administrativa” e que, “a propósito, não é o que o Papa pensa “.

Dom Fellay disse que continuou a receber mensagens semelhantes de outras autoridades do Vaticano, assim como as negociações formais continuavam. As mensagens verbais e escritas foram muito críveis, disse ele, porque elas vieram de funcionários que viam o Papa “a cada dia ou a cada dois dias.”

Ele disse que não daria nomes, mas ele alegou que “o secretário do próprio papa” estava entre aqueles que lhe disseram para não se preocupar muito com as posições linha-dura do Vaticano.

Mesmo que a congregação doutrinária decidisse contra a sociedade, ele afirmou que a secretária lhe disse que o Papa “irá sobrepor-lo em favor da sociedade”.

“Então, você vê, eu tenho todos esses tipos de mensagens que não se juntam”, disse o bispo Fellay. “Eu tenho uma coisa oficial onde eu claramente tenho que dizer ‘não’ e eu tenho outras mensagens – que não são oficiais, é claro, mas que dizem – ‘Não, não é isso que o Papa quer'”

As garantias não oficiais foram o que o mantiveram envolvido em conversações, disse ele, uma vez que as exigências oficiais do Vaticano, que levavam a aprovação do Papa, “significaria o fim da nossa relação com Roma”.

O Vaticano não tornou público o preâmbulo, mas disse que “estabelece alguns princípios doutrinais e critérios de interpretação da doutrina católica necessários para garantir a fidelidade” ao ensino formal da Igreja, incluindo o ensino do Concílio Vaticano II, e que deixa espaço para “discussão legítima” sobre “expressões individuais ou formulações presentes nos documentos do Concílio Vaticano II e do magistério sucessivo” da Igreja.

Dom Fellay disse que o Papa Bento XVI escreveu para ele, enfatizando que o pleno reconhecimento exigia da sociedade aceitar o magistério como o juiz do que é a tradição, aceitar o Concílio (Vaticano II) como parte integrante da tradição e aceitar que a missa moderna é válida e lícita.

Dom Fellay disse: “Mesmo no Concílio há algumas coisas que aceitamos”, bem como a rejeição, no entanto, o grupo deseja ser livre para dizer, “há erros no Concílio” e que “a nova missa é má” .

O grupo não aceitará a reconciliação se isso significar já não poder ser capaz de fazer tais pronunciamentos, disse ele.

Aqui nós publicar a declaração completa emitido pelo distrito dos Estados Unidos da FSSPX no sábado, em 5 de janeiro de 2013:

“Durante uma conferência de 2 horas dada em Ontário, Canadá, em 28 de dezembro de 2012, o Bispo Bernard Fellay, Superior Geral da Sociedade São Pio X, comentou sobre as relações entre a Santa Sé e a Fraternidade São Pio X, durante os últimos dois anos.

Durante a conferência Dom Fellay afirmou: ‘Quem, durante esse tempo, mais fez oposição para a Igreja reconhecer a Sociedade (São Pio X)? Os inimigos da Igreja. Os judeus, os maçons, os modernistas …’

A palavra “inimigos” usadas aqui por Dom Fellay são, naturalmente, um conceito religioso e refere-se a qualquer grupo ou seita religiosa que se opõe à missão da Igreja Católica e seus esforços para cumpri-la: a salvação das almas.

Este contexto religioso é baseado nas palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, como registrado nos Santos Evangelhos: “Aquele que não está comigo, está contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha.” (Mateus 12:30)

Ao se referir aos judeus, o comentário de Dom Fellay foi dirigido aos líderes de organizações judaicas, e não ao povo judeu, como está sendo deixado implícito por jornalistas.

Consequentemente, a Sociedade de São Pio X denuncia as falsas acusações repetidas de antissemitismo ou discurso de ódio feitas em uma tentativa de silenciar a sua mensagem.”

O Talmud

É importante lembrar que o guia de grande parte dos judeus modernos é o Talmud, um livro que pede a supremacia dos judeus em relação aos outros povos da terra além de desferir blasfêmias contra Jesus Cristo e Nossa Senhora.

Referências:

Catholic Herald

O Talmud Desmascarado

 

 

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Militar

Arsenal vindo da Turquia encontrado com Estado Islâmico

Mais equipamentos e armas foram entregues aos terroristas na Síria pela Turquia na cidade de Lattakia, localizada perto da fronteira entre Síria e Turquia. Centenas de terroristas que se encontram na Síria e que são ajudados diariamente pela artilharia turca são provenientes da Chechênia e de regiões do cáucaso.

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A descoberta foi feita após os terroristas assumirem o controle de duas aldeias e terem recebido uma carga grande de armas e equipamentos militares, além de receberem mais contingente de novas forças que chegaram ao norte da Síria através das fronteiras turcas. Porém a ocupação não durou muito pois o exército sírio enviou mais tropas para as regiões ocupadas retomando o controle sobre as vilas nesta quinta-feira, descobrindo assim todo material vindo da Turquia.

Ajudados por forças populares, o exército sírio tem ganho diversas áreas na zona rural no nordeste de Lattakia, eliminando os terroristas das  aldeias de Barza al-Tahtani, Katef al-Zaitona, Daher Sando, Al Ghweifat e na região de Jabal Abu Ali . Felizmente a estabilidade e a segurança foram restabelecidas após as operações do exército nestas áreas.

Arábia Saudita entregará aeronaves de guerra a Turquia

Enquanto a Turquia fortalece o Estado Islâmico na Síria, a mesma é ajudada pela Arábia Saudita que fará a entrega de aeronaves de guerra aos turcos. Trinta oficiais da Força Aérea Real Saudita chegaram a Turquia para a solenidade da entrega das aeronaves que ocorre nesta sexta-feira.

Mais um vez está claro ao mundo que a Turquia está ajudando fortemente os terroristas na Síria enquanto é ajuda pela Arábia Saudita  Tanto Turquia e Arábia Saudita são aliados estratégicos dos EUA, Reino Unido, Israel, e de outros países membros da OTAN – revelando uma forte cumplicidade destas potências com os promotores do caos na Síria.

Referências:

Fars News Agency 

Al Masdars News

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Mídia

Jornalistas turcos estão presos por mostrarem relação da Turquia com Estado Islâmico

A manchete é clara:  “Eles controlam a fronteira com um líder do Estado Islâmico” publicou o jornal turco Cumhuriyet  na segunda-feira, revelando a colaboração entre o exército da Turquia e o Estado Islâmico – detalhe: o jornal já tem dois funcionários presos há aproximadamente três meses por terem exposto a colaboração do serviço de inteligência turco com o Estado Islâmico, em maio de 2015. Os presos são o editor-chefe Can Dundar e o editor de notícias Erdem Gul.

CHIESTO ERGASTOLO PER GIORNALISTI MINACCIATI DA ERDOGAN

O promotor pediu prisão perpétua para os dois e o julgamento está previsto para começar em 25 de março de 2016 e o motivo foi  uma investigação sobre cargas de caminhões com armas destinadas ao Estado Islâmico que atravessavam a fronteira da Turquia para a Síria com a ajuda dos serviços secretos turcos.

As últimas novidades baseiam-se em interceptações telefônicas em que funcionários turcos têm um diálogo amigável com Mustafa Demir, um jihadista turco considerado responsável pela gestão de fronteira por parte do Estado Islâmico, em novembro de 2014. Tais gravações surgiram durante uma investigação feita pelo escritório do promotor público de Ancara que em seguida foi transferido para o escritório de Gazantiep, na fronteira com a Síria.

As conversas indicam contatos frequentes com as autoridades turcas que permitem terroristas de cruzar a fronteira com explosivos, dos tipos usados nos ataques terroristas na Turquia.

Entre as 27 pessoas envolvidas no inquérito estão Ilhami Bali, considerado o mentor do ataque suicida contra uma manifestação pacífica curda na estação de Ankara, em 10 de outubro, em que 102 pessoas foram mortas.

O assassinato de Serena Shim

Se os jornalistas turcos estão presos, a mesma sorte não teve Serena Shim da PressTV, veículo iraniano. A repórter de nacionalidades americana e libanesa foi morta dias após reportar a Turquia facilitando a entrega de armas para o Estado Islâmico na fronteira com a Síria em outubro de 2014.

Referência:

Veterans Today

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