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Estrangeiro vindo de Israel é nomeado presidente do Banco Central do Brasil

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

O novo presidente do Banco Central do Brasil é o estrangeiro Ilan Goldfein, nascido em Haifa – Israel. Goldfein foi economista-chefe do maior banco privado do Brasil e se tornou presidente do órgão responsável por:

  1. emitir papel-moeda e moeda metálica;
  2. executar os serviços do meio circulante;
  3. receber recolhimentos compulsórios e voluntários das instituições financeiras e bancárias;
  4. realizar operações de redesconto e empréstimo às instituições financeiras;
  5. regular a execução dos serviços de compensação de cheques e outros papéis;
  6. efetuar operações de compra e venda de títulos públicos federais;
  7. exercer o controle de crédito;
  8. exercer a fiscalização das instituições financeiras;
  9. autorizar o funcionamento das instituições financeiras;
  10. estabelecer as condições para o exercício de quaisquer cargos de direção nas instituições financeiras;
  11. vigiar a interferência de outras empresas nos mercados financeiros e de capitais e
  12. controlar o fluxo de capitais estrangeiros no país.

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Um detalhe interessante é que a mídia israelense ficou sabendo da indicação do seu compatriota muito antes dos brasileiros e dos veículos de comunicação nacionais. O título da matéria do Yediot Aharonot (Ynet News) já no domingo foi, “Israelense é feito presidente do Banco Central do Brasil”.

Ilan Goldfein anteriormente atuou como economista-chefe do Itaú, maior banco privado do Brasil que é acusado de sonegar 18,7 bilhões em impostos, assessor do Banco Mundial e também assessor do Fundo Monetário Internacional, entidade essa que quer impor a taxação de grandes fortunas a países endividados, além de ser professor em universidades.

Goldfein obteve seu PhD em economia pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Além de Português, ele fala hebraico, inglês e espanhol. Ele tem família em Israel e a visita com frequência.

Goldfein já deu pistas ruins para a mídia israelense de como enxerga a saída do Brasil da atual crise que se abateu sobre o país. O novo presidente do Banco Central estimou que para obter sucesso o governo terá que tomar medidas impopulares, como aumento de impostos, cortes no orçamento e aumento da idade de aposentadoria, que atualmente está em uma média de 50-55 anos, para 65 anos. “A economia brasileira é enorme. É muito fechada: só exporta 15% do nosso produto interno bruto, o que não é muito. O problema é que em vez de enfrentar a realidade, a economia brasileira entrou numa fase de negação”, explicou Ilan Goldfein.

Estranhamente existe o desejo de aumentar impostos, de fazer cortes no orçamento, mas uma auditoria da dívida pública (interna e externa) sequer foi citada. Lembrando que a dívida pública brasileira consome mais de 45% do orçamento brasileiro. Talvez Ilan Goldfein não queira agredir os bancos que cobram injustamente uma dívida criada a partir da geração de crédito sem lastro algum. Afinal de contas, Ilan Goldfein é produto dos banqueiros de Israel e não do Brasil.

Referência:

Ynet

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Governo federal expulsou camponeses de suas terras após chantagem da ONU e dos EUA

O governo federal aprovou a reserva Awá-Guajá, em São João do Caru-MA, por imposição da ONU e dos Estados Unidos segundo apurou o Panorama Livre. Uma fonte – que não quis se identificar – revelou que Dilma Rousseff ligou para, pelo menos, uma das autoridades responsáveis pela demarcação da reserva indígena Awá-Guajá, no interior do Maranhão, e a pressionou para que ela aprovasse a “desintrusão” da área.

De acordo com a fonte que o Panorama Livre teve acesso, Dilma teria dito a um dos responsáveis por homologar a expulsão dos 6 mil camponeses de São João do Caru que, caso a medida não fosse tomada, o Brasil sofreria sanções da ONU e dos Estados Unidos. As sanções, a princípio, seriam econômicas. A presidente alegou que estava muito pressionada pelos organismos internacionais citados, praticamente obrigando essa autoridade a qual fez contato a acatar a expropriação que tomou a terra de 1.200 famílias brasileiras e colocou sob o controle de forças estrangeiras.

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A região de São João do Caru é muito rica em ouro

A expropriação de 1.200 famílias ou 6 mil pessoas, entre elas muitas crianças e idosos de quatro povoados, se deu em janeiro de 2014 e contou com uma força tarefa composta por Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Força Nacional de Segurança, que usaram em camponeses humildes táticas praticadas no combate de guerrilha – como cercar a área e cortar o abastecimento elétrico e de outros insumos. No lugar da população local, dos brasileiros, foram colocados 33 índios vindos de Roraima sob os cuidados da ONG “Survival International” (ligada a WWF) com sede em Londres e escritórios em vários outros centros globais, que diz lutar pela preservação de povos nativos mas que na verdade atua de fachada abrindo caminho para a exploração de recursos naturais das áreas as quais toma conta.

Na região conhecida como Serra da Desordem, já existem autorizações de pesquisa para exploração de metais como estanho e ouro. Uma dessas pesquisas já conta inclusive com autorização da Funai.

Jornalistas locais repercutiram o desastre social 

Muito se fala da relação do governo do PT com o pobre, com o camponês, principalmente com o nordestino – porém muito do que é dito infelizmente não passa de propaganda para enganar incautos. A reportagem do programa Maranhão Rural expôs de forma clara o desastre que se tornou a intervenção de um governo federal lacaio das grandes corporações estrangeiras.

Dois anos após a covarde expulsão, alguns chefes de família morreram de desgosto; outras famílias que tinham sua vida, sua produção e lar agora contraíram dívidas; enquanto outras famílias sequer se alojaram ainda em outro lugar e ficam rodando por cidades. O sofrimento e as diferentes histórias são extremamente tristes e tocantes.

 

“Índios” com armas e picapes?

Muitos produtores agrícolas do Maranhão afirmaram já terem avistado “índios” armados com equipamentos pesados e de alto calibre, como fuzis e rifles. Outro relato que chegou até o Panorama Livre, feito por uma engenheira ambiental do Acre, trata de “indígenas” que sem o menor pudor desfilam com suas picapes e caminhonetes, renegando assim suas raízes como “povos autônomos” e mostrando que não desejam preservar suas culturas.

Todavia para a ONU e certas ONG’s, tais grupos possuem o direito a autodeterminação. Cada dia que passa essa conversa não engana mais ninguém e só mostra como o cartel financeiro – que controla a ONU e também instrumentaliza ONG’s relacionadas a povos nativos e ao ambientalismo – deseja apenas sabotar e explorar os recursos dos países considerados subdesenvolvidos.

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A três passos da guerra civil? O momento lembra o aviso do Col. Gelio Fregapani

Neste momento tão delicado do Brasil seria importante darmos voz a quem realmente roda o país inteiro e principalmente suas regiões mais vulneráveis, no lugar de ouvirmos artistas e outras classes que passam a vida em suas bolhas de ciclos viciosos e se tornam prostitutos da opinião.

O texto abaixo é do Coronel Gelio Fregapani, onde um resumo de sua biografia estará disponível  ao fim do conteúdo.

O texto é de 2014 e o Panorama Livre faz questão de ressuscitá-lo para que seu leitor esteja ciente do que se passa no Brasil. Quando o autor se refere a uma guerra civil, está muito distante de propor um conflito entre petistas e não-petistas ou entre classes. O paralelo deve ser feito de uma maneira mais abrangente.

O Brasil, assim como outros países que sucumbiram em guerras civis, o fizeram por ceder à forças internacionais e suas causas. Aqui no Brasil temos inúmeras células fortemente armadas e que a qualquer momento e por qualquer motivo podem despertar. O objetivo disso tudo? Balcanizar, desmembrar o Brasil em regiões e pequenas republiquetas, para que corporações privadas ou estatais tenham acesso a nossos recursos naturais como jazidas de metais preciosos, gás, minério, petróleo, aquíferos e biodiversidade.

Sendo direto, a grande preocupação se dá com os seguintes grupos: MST, indígenas, quilombolas, exércitos bolivarianos vizinhos e intervenções de grandes potências com justificativas de barrar esse possível estopim civil.

O que impede de a qualquer momento, grupos indígenas fortemente armados se rebelarem contra o estado brasileiro usando como justificativa as falsas acusações de “golpismo” que assolam os que tentam investigar o Partido dos Trabalhadores? O que impede de “nações” quilombolas também se rebelarem por qualquer gesto sofrido pelo regime que aí se encontra afirmando não reconhecer mais legitimidade no estado brasileiro? Interessante que a ONU provavelmente respaldaria tais grupos devido a sua inclinação para defender a “autodeterminação dos povos”.

Lembrando que tanto quilombolas quanto os indígenas atuais, são mercenários financiados com grana vinda do exterior e não têm nada a ver com as tribos as quais povoavam “Pindorama”.

O MST – que contínua sem terra, apesar de 13, quase 14 anos, de PT – já cogita uma luta desse porte e isso pode muito bem se estender aos grupos anteriormente citados.

O problema é: e se o Brasil – visando defender sua soberania contra esses cavalos de Troia citados – sofrer retaliações de forças externas? Forças essas que são as financiadoras e controladoras dos movimentos indigenistas e quilombolas, possuindo seus centros em Londres, Wall Street e Tel Aviv e que comandam órgãos como a ONU, FMI, OMS, OTAN… E se for por meio de uma invasão dos países bolivarianos aliados do PT que as forças externas intervencionistas seriam atraídas?

Devemos ficar atentos caso não queiramos virar uma nova Síria, Iraque, Ucrânia ou Iugoslávia. As células armadas já existem no Brasil, mas não vestem a roupagem islâmica e sim de índios, quilombolas e MST.

A TRÊS PASSOS DA GUERRA CIVIL

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Cel. Gelio Fregapani

Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina

Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.

Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.

O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável.

O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.

 A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos:     Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.

     — a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;

     — os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais;

     — e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas.

Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.

Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras.

A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista

A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de “uma grande nação” indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.

Na Amazônia Legal (2009), estão representadas em laranja as terras indígenas. Em 2005, reconhecidas e demarcadas pela Funai, já abrangiam12,41% do total do território brasileiro; outras 123 terras ainda estavam em processo de identificação e demarcação.

O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira. Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala, idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios. O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.

O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a atuação estrangeira está clara:

     — Identificação das jazidas: já feito;

     — atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já feito;

     — conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;

     — colocar na nossa Constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;

     — assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia à comunidades indígenas: já feito.

Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.

O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil reagir.

Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola


Futura distribuição dos territórios quilombolas

A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, apareceram “quilombolas”. No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.

Qual o processo? Apareceram uns barbudos depiercings no nariz, perguntando aos afro-descendentes: “O senhor mora aqui?” “Moro.” “Desde 1988?” (o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura). “Sim”. “Quem morava aqui?” “Meu avô.” “Seu avô por acaso pescava e caçava por aqui?” “Sim” “Até onde?” “Ah, ele ia lá na cabeceira do rio, lá naquela montanha.” “Tudo é seu.” E escrituras centenárias perdem o valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos.

Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.

Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo.

Os Conflitos Rurais talvez os primeiros a eclodir


Lula e o MST: contemporização e apoio

O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma “zona livre”, uma “república do MST” na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.

É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: “O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará.”

Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.

O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira

Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a atividades econômicas modernas.

Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais.

No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de “terra devastada” àqueles quadrados verdejantes de área cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País.

A três passos da guerra civil

O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.

Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:

     — Roraima não está totalmente pacificada;

     — o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas;

     — no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST;

     — Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.

Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até terras cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST no caso de Itaipu.

Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital?

Que Deus guarde a todos vocês.

Biografia resumida    

O cel. Gelio Fregapani é escritor, atuou na área do serviço de inteligência na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho da Amazônia. É um dos maiores conhecedores da Amazônia onde já esteve em praticamente todos os locais habitados e muitos dos desabitados, tendo varado largas extensões pela selva.

Já conduziu geólogos a ínvios lugares; chefiou expedições científicas às serras do extremo norte; desenvolveu métodos profiláticos para evitar doenças tropicais tendo saneado as minas do Pitinga e a região da hidrelétrica de Cachoeira Porteira; observou a problemática da extração madeireira; atuou na Serra Pelada e foi Secretário de Segurança em Roraima. Foi Assessor de Assuntos Estratégicos da Universidade Pan-Amazônica.

No Exercito, onde serviu por quatro décadas foi quase sempre ligados a Amazônia, foi um dos fundadores do Centro de Instrução de Guerra na Selva e um dos seus mais destacados comandantes.

Consegue fazer-se entender em mais de uma língua indígena e é extremamente estimado por uma tribo de etnia Ianomami, que homenageou dando o nome dele a alguns de seus filhos.

Coordenou a maior expedição cientifica Brasileira na Amazônia, atuou na Serra Pelada e observou a situação da exploração da madeira e do meio ambiente.

É considerado como mentor da Doutrina Brasileira de Guerra na Selva.

Na Agencia Brasileira de Inteligência foi o coordenador do Grupo de Trabalho da Amazônia, que reunia os especialistas no assunto das Forças Armadas, Policia Federal, EMBRAPA e outros órgãos de Sistema Brasileiro de Inteligência.

Como Superintendente da Agencia Estadual de Roraima, da ABIN, teve um observatório privilegiado do problema da Raposa Serra do Sol.

E suas observações sobre a Amazônia devem ser lidas por todos os que se preocupam com a nossa integridade territorial.

Referência:

Sacralidade

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Hangout – Amazônia e Globalismo

Quando começou o interesse de forças estrangeiras na Amazônia? Qual o plano? Quem financia e está por trás do ambientalismo e do indigenismo? A gestão das riquezas naturais como nióbio, urânio, metais preciosos, minérios, aquíferos, gás e petróleo.  Tudo isso e muito mais…

Confira no Hangout  – Amazônia e Globalismo:

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