Sionismo

Armas e kits médicos de Israel são confiscados com terroristas da Al-Qaeda nas Colinas de Golã

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O exército sírio (SAA) frustrou outro grande ataque de terroristas ligados à Al-Qaeda nas Colinas de Golã, no último fim de semana. Os jihadistas tentaram aproveitar uma grande provisão de equipamentos fornecidos por Israel porém o material foi confiscado pelas forças do regime sírio.

De acordo com o Regimento Golani, das Forças de Defesa Nacional (NDF), o exército sírio apoderou-se de kits médicos e armas fornecidas por Israel pertencentes ao grupo militante “Hay’at Tahrir Al-Sham” da Al-Qaeda, perto da cidade de Hamadiyah, neste último domingo (2).

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Um dos kits médicos israelenses capturados com os terroristas

O exército israelense tem ajudado constantemente os jihadistas nas Colinas de Golã com ataques aéreos corriqueiros às posições do exército sírio de Bashar al-Assad, perto da cidade de Al-Ba’ath.

Com o auxílio dos ataques aéreos israelenses, os terroristas se aproveitaram para avançar contra as defesas do exército sírio e chegaram inclusive a romper as linhas de frente das forças sírias na cidade de Al-Ba’ath.

Referência:

Al Masdar News

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Militar

Armas dos EUA e Israel são confiscadas por exército sírio após expulsão de terroristas

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Autoridades e unidades de engenharia do exército sírio encontraram nesta quinta-feira (25) mísseis fabricados pelos Estados Unidos, vários morteiros de Israel e uma enorme quantidade de munição no bairro de al-Waer, na cidade de Homs, enquanto faziam uma varredura após terem expulsado terroristas- possivelmente do Estado Islâmico e frente Al-Nusra – da região.

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Segundo informações do repórter que fez a cobertura para a Syrian Arab News Agency as unidades foram apreendidas dentro dos centros de comando dos terroristas e correspondem a mísseis B10 e LAW, um míssil Cobra, foguetes Katyusha e RPG.

Durante a operação também foram encontrados, cartuchos de morteiros israelenses da IDE (empresa israelense de tecnologia), lançadores de foguetes, máscaras de proteção, binóculos, rifles sniper, fuzis automáticos e grande quantidade de munições e coletes.

Há outras provas da cooperação entre Estados Unidos e Israel com os terroristas na Síria

Em fevereiro de 2016 o Panorama Livre reportou o confisco de uma grande carga de minas letais israelenses, anti-humanas e anti-veículos, em posse do Estado Islâmico. O flagrante se deu no sul da província de Sweida e na ocasião os caminhões apreendidos pelo Exército Sírio também estavam carregados com foguetes, artilharia e morteiros, munições de luz, balas de fuzil e um grande número de granadas.

Já em abril de 2016 outra apreensão, desta vez em As-Suwayda, capturou veículos que carregavam mais minas letais israelenses, além de morteiros, RPGs e granadas – o detalhe é que o armamento continha  instruções em hebraico, sobre como manejar as armas.

Entretanto, o caso mais emblemático se deu em setembro do ano passado quando três mísseis Kalibr disparados pela marinha russa destruíram um centro de comando do Estado Islâmico, na região de Aleppo, na Síria, matando cerca de trinta oficiais, israelenses, britânicos, americanos, turcos, catares e sauditas. Tais oficiais dirigiam operações ao lado de grupos terroristas na região. O caso se deu antes de Aleppo ser libertada o que ocorreu em dezembro de 2016.

Referência:

SANA

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Guerra

Estados Unidos está usando terroristas na luta contra governo sírio, diz ministro russo

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O novo ataque da Força Aérea dos Estados Unidos na Síria confirma a intenção de Washington de usar o grupo terrorista Jabhat al-Nusra (proibido na Rússia) na luta contra o governo de Bashar al-Assad, apontou o ministro russo das Relações Exteriores, Sergey Lavrov.

A Rússia está preocupada com as diferenças na compreensão do conflito sírio e as ações separadas e, segundo Lavrov, enxerga a necessidade de uma união entre aqueles que lutam por terra e ar contra os terroristas do Estado Islâmico e da Jabhat al-Nusra.

“Vemos a confirmação da intenção de usar a oposição e alguns extremistas, incluindo a Jabhat al-Nusra, na luta contra o governo legítimo da Síria”, disse Lavrov.

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Isto vem simultaneamente aos apelos de Washington para interromper todos os contatos com Assad, explicou Lavrov, observando que o Congresso dos EUA tinha aprovado uma lei exigindo punição para aqueles que cooperam com o governo legítimo da Síria.

“Isso nos distrai do assentamento sírio e do principal objetivo desse assentamento – impedir a tomada da Síria e outras partes do Oriente Médio por terroristas. Então, o que ouvimos sobre a posição de Washington sobre a Síria agora é, de fato, escoltar os terroristas”, garantiu o ministro russo.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia não tem informações de que Washington alertou Moscou antes de executar um ataque aéreo às forças sírias, revelou Lavrov – “Eu não sei sobre nenhuma dessas advertências.”

O ataque aéreo dos Estados Unidos contra as forças do governo da Síria era ilegítimo e ilegal, independentemente dos motivos alegados e do que o causou, acrescentou o diplomata russo:

“O comando dos EUA disse que o ataque foi feito porque essas forças pró-governo representaram uma ameaça à oposição que coopera com a coalizão liderada pelos Estados Unidos”.

“Seja qual for a razão pela qual o comando dos EUA tomou tal decisão, o ataque foi ilegítimo e ilegal. Foi mais uma violação grosseira da soberania da Síria “, afirmou Sergey Lavrov.

Um contingente da força aérea dos EUA, pertencente ao grupo antiterrorista, atacou forças pró-governo na Síria, na última quinta-feira (18), que operam dentro da zona de desalinhamento estabelecida a noroeste de Tanf.

A coalizão liderada pelos estadunidenses argumentou pateticamente que as forças sírias tinham representado uma ameaça aos Estados Unidos e seus aliados. A bem da verdade, são os americanos que atuam na Síria sem autorização do governo local, configurando-se assim como invasores.

Referência:

Al Masdar News

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Terrorismo

Contingente militar dos EUA entra na Síria para treinar “rebeldes”

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Um contingente militar norte-americano adentrou o sul da Síria na fronteira de Tanf e começou a treinar unidades do Exército Livre da Síria (FSA) em uma área desértica, informou hoje a mídia de oposição a Assad, Hammurabi’s Justice News.

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De acordo com a tal página de oposição, que inclusive tem imagens que comprovam a informação, os militares dos EUA estão treinando as forças Mughaweir Al-Thawra na região montanhosa de Tanf, no sudeste de Homs.

Os militares dos EUA estariam supostamente treinando esses rebeldes para combaterem as forças do Estado Islâmico (ISIS) no sudeste da Síria, entretanto os fatos mostram que tanto a oposição síria quanto os próprios americanos praticamente só atacam o regime Assad.

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A bem da verdade é até difícil citar quais foram os ataques ao Estado Islâmico por parte dos Estados Unidos e do Exército de Libertação da Síria.

O próprio Exército Árabe Sírio (SAA) e seus aliados estão preocupados com a presença dos Estados Unidos na área, pois não acreditam que este último esteja interessado em combater o Estado Islâmico, mas sim, impor uma zona de exclusão para combater o governo em Damasco, revelou uma fonte militar.

Vale lembrar que os Estados Unidos não possuem autorização do governo local para atuar na Síria e que esses mesmos terroristas chamados de rebeldes moderados, os quais o exército americano está treinando, abriram o caminho para a proliferação do Estado Islâmico na Síria.

Referência:

Al Masdar News

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Sionismo

Estado Islâmico pediu desculpas por atacar Israel, diz ex-ministro da defesa

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O ex-ministro da defesa de Israel, Moshe Ya’alon, revelou no último dia 22 de abril que o grupo terrorista Estado Islâmico “se desculpou” a Israel por atacar uma de suas unidades nas parte síria das colinas de Golã.

“Houve um caso recentemente em que o Daesh abriu fogo e pediu desculpas”, disse Ya’alon, chamando os terroristas pelo nome que eles mesmos usam.

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O episódio foi uma referência entre um aparente choque que ocorreu perto da fronteira da Síria, em novembro de 2016, em que as tropas de IDF chegaram a trocar fogo com os membros do Estado Islâmico. Depois de uma breve batalha armada, os militares sionistas chegaram a realizar supostos ataques aéreos, que teriam matado apenas quatro terroristas.

Nada comparável, por exemplo, aos inúmeros ataques que a força área de Israel faz as tropas do regime Assad que são os maiores inimigos do Estado Islâmico.

Este grupo que se encontra nas colinas sírias do Golã é conhecido como o Exército Khalid ibn al-Walid, sendo considerado um grupo terrorista. A comunicação com eles é tecnicamente ilegal sob a lei israelense, constituindo contato com um agente inimigo.

Entretanto o oficial  Ya’alon se recusou a explicar como exatamente o Estado Islâmico expressou suas desculpas a Israel depois do ataque. A IDF também se recusou a comentar.

Ya’alon estava falando em um evento na cidade do norte de Afula. Ele foi entrevistado no palco por Eli Levi, um correspondente de notícias do Canal 10 da TV israelense.

Seu comentário sobre as desculpas do Estado Islâmico foi feito como parte de um ponto mais amplo sobre a política de Israel para a Síria, que é em grande parte com poucas ações diretas, apesar delas ocorrerem e mais com ações indiretas ao financiar, dar armas, mantimentos, atendimento médico e apoio logístico aos terroristas, tudo por debaixo do panos.

Ya’alon explicou que Israel faz ataques contra as forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, em retaliação, quando ataques atingem as colinas de Golã israelenses.

Autoridades sírias acusaram Israel de ajudar diretamente o Estado Islâmico e outros grupos rebeldes, uma alegação que a ocupação de Tel Aviv nega.

Moshe Ya’alon enquanto Ministro da Defesa disse preferir o Estado Islâmico ao Irã na Síria

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Moshe Ya’alon é o mesmo que em janeiro de 2016 declarou publicamente que preferia ver o Estado Islâmico na Síria a um governo que tem o apoio do Irã, querendo dar a entender que o regime de Bashar al-Assad seria uma ameaça a Israel por ser instrumento de Teerã.

“Na Síria, se a escolha é entre o Irã e o Estado Islâmico, eu escolho o Estado Islâmico”, cravou Ya’alon conforme registrou o Times of Israel na época.

De fato, além de declarações, pedidos de desculpas e convivência pacífica – há também as armas, mantimentos, rotas petrolíferas, apoio logístico e os atendimentos médicos prestados por Israel ao Estado Islâmico como claras evidências de que os terroristas, na Síria, são nada mais nada menos que um grupo mercenário a serviço desta falsa Israel que ocupa a Palestina.

Referência:

Times of Israel

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Síria

Soldado sírio ajuda a libertar distrito e reencontra família após 4 anos

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Uma cena emocionante marcou a liberação do distrito de Hanano, em Aleppo: o reencontro de um soldado do exército sírio com sua família que estava aprisionada na região desde 2012. Nos últimos quatro anos o distrito de Hanano esteve sob o domínio do Estado Islâmico sendo libertado apenas neste último domingo (27).

Confira o maravilhoso reencontro do bravo soldado sírio com sua família:

 

600 pessoas foram libertadas a leste de Aleppo

Outra grande notícia foi a libertação de 600 pessoas que estavam a leste de Aleppo, em uma região controlada pelo Estado Islâmico, e que conseguiram fugir para áreas controladas pelo governo da Síria.

O comandante das Forças Armadas Sírias, coronel Suheil al-Hassan, chegou a falar pessoalmente com os civis libertados diante do canal de TV oficial da Síria.

Referência:

Al Masdar News

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Saúde

Zika vírus é propriedade da família Rockefeller

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O Zika vírus, que começou assustando os brasileiros e agora já roda o mundo, é propriedade da Fundação Rockefeller, que provavelmente ajudou na sua criação. O fato pode ser constatado no site da ATCC – entidade que trabalha na “aquisição, autenticação, produção , preservação , desenvolvimento e distribuição de microrganismos, com padrão de referência, linhas celulares e outros materiais.”, como eles mesmos se descrevem.

O mais interessante é que o Zika vírus está a venda por 599 dólares e o nome do depositário é “J. Casals, Rockefeller Foundation”. Outro fato que chama atenção é que a data de origem do Zika Vírus é o ano de 1947. Eis o link da página do órgão que comercializa o Zika vírus: http://www.lgcstandards-atcc.org/products/all/VR-84.aspx?geo_country=es#history 

Origem do foco do Zika vírus recebeu mosquitos geneticamente modificados

A entidade britânica Oxitec revelou que tinha uma fazenda de mosquitos geneticamente modificados no Brasil, em julho de 2012. Tudo isso com o objetivo de reduzir “a incidência de dengue”, como o portal The Disease Daily relatou. A dengue é transmitida pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti, que também espalham o vírus Zika – embora eles “não possam voar mais de 400 metros, podem inadvertidamente ser transportadas por seres humanos a partir de um lugar para outro. ” Em julho de 2015, pouco tempo depois os mosquitos geneticamente modificados foram os primeiros liberados para a vida selvagem em Juazeiro do Norte, no Ceará, como anunciado orgulhosamente pela Oxitec afirmando ter “controlado com sucesso o mosquito Aedes aegypti, que espalha a dengue, a chikungunya e o Zika vírus, através da redução da população do mosquito em mais de 90 %. ” Embora isso possa soar como um sucesso estrondoso – e , sem dúvida , era – há duas possibilidades alarmantes a se considerar: o tiro pode ter saído pela culatra ou isso foi proposital visando interesses espúrios, visto que a Fundação Rockefeller é grande defensora do neomalthusianismo que prega a diminuição populacional, principalmente nos países ditos “em desenvolvimento” como é qualificado o Brasil.

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Pesquisadores de armas biológicas dos EUA estiveram no epicentro do Ebola em 2014 

Além dos britânicos usarem o Brasil para fazerem seus experimentos com mosquitos geneticamente modificados, há também o caso de pesquisadores americanos na África. Mais precisamente tratavam-se de pesquisadores da Universidade de Tulane a serviço do Instituto de Pesquisa Médica do Exército de Doenças Infecciosas dos EUA, localizado no Fort. Dietrich.

Em comunicados a Universidade de Tulane afirmou, primeiro em 2007 que recebera 3,8 milhões de dólares “concedidos pelos Institutos Nacionais de Saúde, que envolviam trabalho pela Corgenix em colaboração com a Universidade de Tulane, do Instituto de Pesquisa Médica do Exército de Doenças Infecciosas dos EUA, BioFactura Inc. e auto-imunes Technologies.”

“Os relatórios clínicos dos estudos em Serra Leoa continuam a mostrar resultados surpreendentes”, segundo Robert Garry, professor de microbiologia e imunologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Tulane e investigador principal da subvenção.

“Acreditamos que esta colaboração notável resultará em produtos de detecção que irão realmente ter um impacto significativo na saúde da África Ocidental, mas também irá preencher uma lacuna necessária na defesa contra o bioterrorismo.”, completa o professor revelando que haviam mais interesses um pouco além da saúde do povo africano.

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Já em 12 de outubro de 2012, outro comunicado revelava:

“Em 2009, pesquisadores receberam um subsídio de cinco anos de U$7,073,538 do Instituto Nacional de Saúde para financiar o desenvolvimento contínuo de kits de detecção da febre hemorrágica viral de Lassa. Desde então, muito tem sido feito para estudar a doença. Dr. Robert Garry, Professor de Microbiologia e Imunologia, e Dr. James Robinson, Professor de Pediatria, foram envolvidos na investigação da febre de Lassa. Juntos, os dois têm recentemente sido capazes de criar o que são chamados de anticorpos monoclonais humanos. Depois de isolar as células B de pacientes que sobreviveram à doença, eles utilizaram métodos de clonagem molecular para isolar os anticorpos e reproduzi-las no laboratório. Estes anticorpos foram testados em cobaias no The University of Texas Medical Branch em Galveston e mostraram que ajudam a impedi-los de morrerem de febre de Lassa. Mais recentemente, uma nova febre de Lassa Ward está sendo feita no Hospital Governo Kenema de Serra Leoa. Ao terminar, ele (o hospital) estará melhor equipado para ajudar os pacientes afetados pela doença e esperamos ajudar a acabar com a propagação da mesma.” OBS: O Hospital Kenema foi um dos centros do surto de Ebola em 2014.

Por fim, mas não menos esquisito foi o Ministério da Saúde e Saneamento de Serra Leoa pedir em sua página do Facebook, em 23 de julho de 2014, para que a Universidade de Tulane parasse os testes com Ebola, enquanto o surto estivesse ocorrendo.  Para ver postagem do  Ministério da Saúde e Saneamento de Serra Leoa, clique aqui.

Serra Leoa

Vale lembrar que a patente do vírus Ebola pertence ao Governo dos Estados Unidos, como pode ser checado no aplicativo do Google dedicado a patentes: http://www.google.com/patents/US20120251502 Não satisfeito acessando o link, ainda pode-se descobrir que o Ebola foi inventado, com direito aos nomes dos inventores: Jonathan S. Towner, Stuart T. Nichol, James A. Comer, Thomas G. Ksiazek, Pierre E. Rollin.

Todo esse envolvimento – dos aparatos anglo-americanos com surtos epidêmicos – já deixa claro que os plutocratas como Rothschild, Rockefeller e outras famílias do eixo Londre-Washington-Tel Aviv investem pesado em armas biológicas e parecem não ter pudor algum em testá-las naquilo que convencionou-se chamar terceiro mundo. Usar índios e florestas contra o desenvolvimento de países do hemisfério sul parece não ser a prática mais maligna dessa gente.

Referências: Crônicas Subterrâneas Anti Media D.C. Clothesline IntellHub Caminho Alternativo

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