Sionismo

B’nai B’rith: uma seita maçônica no coração do poder oculto sionista

– 13 de outubro de 1843: a organização judaica B’nai B’rith é fundada em Nova York.
Excerto de um discurso – considerado, certo ou errado, como sendo o que deu origem aos “Protocolos dos Sábios de Sião”: não nos cabe julgar isso, deixamos o cuidado a cada um de nossosleitores formar sua própria opinião – do grande mestre da loja B’nai B’rith, em 1897, no 1º congresso sionista de Basiléia, que foi encontrado em uma loja maçônica em Budapeste, após a fuga de Bela Kuhn.

1. Nada seria mais errôneo e nocivo para o bem de nosso povo do que aguardar a eliminação de nosso inimigo, antes de ele ter sido reconhecido, antes que ele seja célebre e que suas palavras possam influenciar a juventude.
Devemos vigiar a juventude em nossos inimigos. Quando vermos o mais ínfimo sinal de resitência ao nosso poder, devemos destruí-lo, antes de ele se tornar perigoso para o nosso povo.

2.Como controlamos a imprensa, nosso dever primordial é impedir que pessoas perigosas tenham acesso a cargos onde poderiam exercer uma influência favorável a nossos inimigos, pela palavra ou pelos atos. Devemos manter silêncio e estar atentos, quando vemos um homem perigoso elevar-se entre nossos inimigos. A maioria deles será desviada desde a sua mais tenra idade para o insucesso de suas empresas, eles deverão ganhar seu pão em um ofício que os impeça de cometer atos nocivos ao nosso povo eleito.

3. Se um indivíduo tivesse de persistir em sua empresa nociva, seria necessário agir contra ele com maior determinação, para fazer fracassar seus planos. Nós lhe proporemos trabalho e um bom salário para que ele suspenda seus atos nocivos e trabalhe para nós. Quando ele tiver conhecido a solidão e a fome, o ouro e as belas palavras que nós lhe daremos o desviarão de seus maus pensamentos. E, quando conhecer de repente o sucesso e a riqueza, o fausto e as honrarias, ele esquecerá sua inimizade e aprenderá a paster em pastos que mantemos à disposição daqueles que seguem nosso caminho e submetem-se ao poder do povo eleito.

4. Se isso ainda não der resultado e ele continuar a persistir em sua oposição rígida, nossos homens cuidarão para que a desenroa persega-lhe e para que aqueles para quem ele luta e sacrifica-se, afastem-se dele, no ódio e no desprezo. Ele se encontrará sozinho e compreenderá a inutilidade de suas ações. Acabará por se desesperar em seu combate sem fim contra nosso povo, e perecerá.

5. Se isso não nos conduz ao nosso objetivo, se ele é assaz forte para prosseguir em seu caminho, perseguindo os seus objetivos que nos são hostis, dispomos sempre de um meio eficaz de paralisá-lo e aniquilar os seus projetos. Ester não venceu o rei dos Persas? Judite não cortou a cabeça do inimigo de nosso povo? Não há bastantes filhas de Israel que são assaz inteligentes e sedutoras para conquistar seus corações e apreender seus pensamentos, a fim de que nenhuma palavra possa ser dita, nenhum plano amadurecido, para chegar aos ouvidos de nosso povo?
Se ele tem uma posição social, a confiança de seus amigos e de todo um povo, e se lhe enviarmos uma filha de Israel para enganá-lo, seu plano nos será revelado e seu poder anulado. Assim, lá onde as filhas de nosso povo são as rainhas de nossos inimigos, as empresas nocivas serão destruídas antes de elas se realizarem.

6. Se ele descobrisse nossos estratagemas e escapasse de nossas redes, se seu espírito mau encontrasse discípulos entre nossos inimigos, ele deveria desaparecer definitivamente desse mundo. A morte é a passagem obrigatória para todos. É melhor acelerá-la para aqueles que nos são nocivos, em vez de esperar que eles nos atinjam, nós os criadores da Obra.
Nas lojas maçônicas, procedemos às punições de tal modo que ninguém, à exceção de nossos irmãos de pensamento, possa ter a mínima suspeita, nem mesmo as próprias vítimas; elas morrem se necessário, mas de morte aparentemente natural. Os membros da loja o sabem, mas eles não ousam revelar o que quer que seja. Esse tipo de punição sem piedade permitiu matar no ovo toda oposição no interior de nossas lojas. Conquanto continuando a pregar a livre expressão para aqueles que não são judeus, mantemos nosso povo e seus homens de confiança em perfeita obediência.

7. Como vivemos numa época instável, em que o crime e as pilhagens tornaram a vida incerta, não será difícil para nossos irmãos eliminar o inimigo mais perigoso, por um ataque de improviso, por exemplo. Não temos à nossa disposição um exército de indigentes entre nossos inimigos, que estão prontos a tudo por dinheiro e um segredo que eles conservarão?
Se quisermos eliminar o inimigo, disseminamos rumores no local onde ele se encontra e lá onde reside, para que ele viva no medo e no perigo, e para que sua vida seja ameaçada a cada instante do dia e da noite. Se quisermos sua morte, organizamos pilhagens lá onde ele habita, e disseminamos rumores de perigo permanente em seu meio. Quando chegar o dia de seu desaparecimento, as pessoas que pagaremos trabalharão perfeitamente, quando ele tiver morrido, e o despojarão de suas riquezas e pilharão o cadáver. Nunca o autor será encontrado, e o mundo inteiro pensará que ele efoi vítima de um acidente. Nossos inimigos jamais saberão que foi pela vontade de nossos irmãos que ele pereceu, para que o nome de nosso Deus nunca seja dessacralizado e arrastado na lama.

8. Para que o nome de nosso Deus não seja arrastado na lama, os sábios de nosso povo fizeram o que era preciso, há séculos. Nossos irmãos russos encontraram meios interrogando a ciência, para destruir nossos inimigos sem que estes se dessem conta. Não encontraram um gás que mata instantaneamente, e um outro liberado logo após, para mesclar-se ao outro para eliminar todo vestígio? Não conhecemos as propriedades das correntes sem fio, que põem em perigo o espírito da pessoa perigosa? Nossos médicos não descobriram os efeitos dos venenos invisíveis por meio de seus microscópios, e o meio de dissimulá-los na roupa de nosso inimigo, a fim de que ele aja sobre seu cérebro e destrua seu espírito? Não podemos igualmente nos encarregar da autópsia, pela qualidade de nosso saber, de sorte que ninguém possa saber de que ele morreu? Não aprendemos a nos aproximar dele, por um criado, por um vizinho ou como convidado à sua mesa? E não somos onipresentes e todo-poderosos, unidos juntos pelo silêncio, prontos para trabalhar até a destruição completa do inimigo? Quando vimos com nossas palavras doces e um discurso inofensivo, há sequer um único povo da Terra que conseguiu descobrir nossas reais intenções e impedir nossas decisões?

9. Se, todavia, ele conseguisse escapar de nossas armadilhas e dos estratagemas de nossos irmãos, e conhecesse e soubesse combater nossos planos, não deveríeis desesperar e sucumbir ao medo, ante o olhar claro do “perverso”. Isso porque aquele que ousa falar neste país de nossas ações secretas e da destruição iminente, não encontra em seu caminho homens que conhecem a arte de espionar todos aqueles com quem ele fala para conhecer suas intenções? Antes que ele falasse com nossos inimigos, nós o teríamos feito. Nós os advertiremos, contra seu espírito perturbado e a desordem que reina em seus sentidos. Quando vier contar seu sofrimento e descrever os perigos que acaba de suplantar, aqueles a quem tivermos advertido o ouvirão, sorridentes e cheios de condescendência e desprezo, e eles serão convencidos de sua loucura. Trabalharemos passo a passo, até que as portas do manicômio fechem-se atrás dele. Quando ele sair e tentar advertir o mundo contra nós, nós lhe teremos retirado a confiança dos seus, e ele será desprezado e amaldiçoado, suas palavras e seus escritos já não terão qualquer peso. Assim, o povo eleito pode vencer até mesmo o mais perigoso inimigo.

10. Se tudo isso não servir para nada, e se o inimigo faz malograr, contra a vontade de nosso Deus, toda empresa que o ameace, novamente, não desespereis, filhos de Israel, de estar sem poder, estamos em toda a parte para destruir suas más ações e impedir que os goyim se libertem do jugo que nosso Deus lhes impôs. Não pusemos todos os meios de nosso lado para surpreender nosso adversário e cortar-lhe a respiração. Se os seus começam a crer nele e a aproximar-se dele, nós o impediremos e cortaremos os laços que ele tiver estabelecido no mundo. As cartas que ele receberá serão lidas, para que não haja encorajamento e que só lhe restem falsas amizades e relações pérfidas. Os filhos do povo eleito dissimular-se-ão por trás de seus atos. Se ele quiser utilizar o fio que transmite as mensagens pelo mundo, ouviremos suas palavras, quando o inimigo lhe falar, faremos abortar esses projetos. Desejará defender-se, mas seu vaivém será como aquele de uma fera, encerrada nas grades de sua jaula.

11. Se, apesar de tudo, a fé nesse homem cresce nesses poucos fracos de espírito, saberemos impedir que seu poder aumente e que sua palavra tenha um alcance sobre a massa de nossos inimigos. Se seu nome encontra uma boa ressonância, enviaremos alguém que assumirá o seu nome e ele será desmascarado como sendo o inimigo de nosso inimigo, traidor e escroque, quando seu nome for pronunciado, diremos que ele é um traidor, o povo crerá em nós, e suas palavras ressoarão no vazio, graças à onipotência de nosso Deus.

12. Ele predisse que nosso povo produzirá homens que não são de nosso sangue e que não pensarão com nosso espírito. Eles colocarão em perigo a vitória de nosso povo, pois conhecerão nossas astúcias, evitarão nossas malhas e escaparão de todos os perigos. Mas não temeis, meus irmãos, esses danados, pois eles estão aí agora, mas é demasiado tarde, o poder do mundo está solidamente em nossas mãos. Lá onde nossos inimigos encontram-se e conspiram contra nós, sempre haverá um que estará do nosso lado, pela resplandecência de nosso ouro e o encanto de nossas mulheres. Se o renegado fala ao nosso inimigo, nosso mensageiro elevará a voz para indignar-se. E quando ele vier com amor e sacrifício para salvar os inimigos de nossa dominação, eles o isolarão e não crerão em suas palavras, suas ações serão inúteis.
Nossa maior arte e nosso primeiro dever é impedir que muitos não conheçam os objetivos secretos que buscamos. Quando muitos ouvirem a verdadeira palavra, nossa defesa será aniquilada e será grande o perigo de que os povos se libertem de nosso jugo. Eis por que vos recomendo permanecerem vigilantes, meus irmãos. Agi em toda a parte, adormecei o inimigo, fechai seus ouvidos e tornai seus olhos cegos para que jamais chegue o dia da destruição do reino de Sião que fizemos crescer até à perfeição, e que deve conduzir-nos à vitória e à vingança final sobre os povos subjugados do mundo inteiro. Acrescentamos aqui que, para cada delito, há uma maneira apropriada de morrer. Seja numa banheira, num automóvel, por enforcamento (Calvi), por defenestração, cada tipo de punição ilustra a razão pela qual a pessoa deve morrer. “É imperativo manter o espírito de revolta entre os trabalhadores, pois é por meio deles que operaremos as revoluções em todos os países. Os trabalhadores jamais devem encontrar-se sem exigências, porque necessitamos de seu descontentamento para despedaçar a sociedade cristã e encorajar a desordem. Devemos chegar ao ponto que sejam os cristãos que implorem aos judeus para tomar o poder”.

1913: A A.D.L. (Anti-Defamation League) é criada nos Estados Unidos pela seita maçônica B’nai B’rith.
1916: Jacob Schiff, presidente da “Kuhn, Loeb & Co. Bank, foi escolhido durante um encontro da B’nai B’rith em Nova York como presidente do Movimento Sionista (revolucionário) na Rússia.
Em fevereiro de 1916, uma mensagem dos serviços secretos americanos, e transmitida pelo Alto Comissário da República francesa nos Estados Unidos, contém a seguinte passagem: “Tomamos conhecimento, em fevereiro de 1916, que uma revolução era fomentada na Rússia. Descobrimos que as pessoas e empresas a seguir estão implicadas: Jacob Schiff, Kuhn, Loeb & Co., seus diretores: Jacob Schiff, Felix Warburg, Otto Kahn, Mortimer Schiff, Jerome Hanauer, Guggenheim, Max Breitung.”
Em abril de 1917, o mesmo Jacob H. Schiff, da sociedade Kuhn, Loeb & Co., faz uma declaração pública indicando que graças à sua ajuda financeira, a revolução bolchevique logrou êxito.
“A revolução de 4 de julho de 1917 tinha por objetivo derrubar o governo provisório segundo os planos de Lenin e Trotski. Os revolucionários foram desconcertados pela intervenção de um regimento solitário que fora retirado do front e dispersara-se. Lenin escapou, mas Trotski foi preso. A causa deles parecia perdida. Mas os bolcheviques haviam dado provas de coragem, e chegou um telegrama para trazer-lhes notícias do apoio financeiro de Jacob Schiff, que estava determinado a levar a Revolução russa até o fim. A importância de seus fundos, colocados à disposição de Lenin e Trotski a fim de fomentar a insurreição bolchevique de outubro de 1917, ainda não foi inteiramente gasto. Essa ação derrubou o governo Kerenski e instalou o regime soviético. Como esses fundos chegaram até eles é agora conhecido. Os Estados Unidos publicaram, em outubro de 1918, uma série de documentos oficiais sob o nome de ‘a conspiração germano-bolchevique'”.
Em 10 de novembro de 1975, em sessão plenária, a Assembléia Geral das Nações Unidas adotou, por sinal, a resolução 3379, que considerava o sionismo uma forma de racismo e discriminação racial.
Na época, a O.N.U. havia recenseado 17 leis israelenses portadoras de discriminações.
Desde o seu surgimento, o movimento sionista inscreve-se no mito da missão civilizadora e colonial da Europa. “Para a Europa, constituiremos ali um pedaço de muralha contra a Ásia, seríamos a sentinela avançada da civilização contra a barbárie”. (Herzl, L’Etat Juif).
Assim, os objetivos são claramente expressados: expulsar os palestinos e encorajar a imigração judia, no espírito do famoso mito, “Uma terra sem povo para um povo sem terra”, uma enorme mentira na qual a humanidade quase acreditou.
16 de dezembro de 1991: a Assembléia Geral da O.N.U. vota a resolução 46/86, declarando nula a conclusão contida no dispositivo da resolução 3379, de 10 de novembro de 1975, assimilando o sionismo ao racismo.
Essa resolução foi votada em conseqüência da Guerra do Golfo, graças ao poder oculto do poderoso lobby judeu americano, cujo coração encontra-se no seio da seita maçônica B’nai B’rith, da qual eis aqui reproduzido o texto figurando em seu site na internet no início de 2004. ( http://www.bnaibrith-france.org/)
“A B’nai B’rith (B’B’) é a mais antiga e a maior organização judaica do mundo. Ela compreende quase meio milhão de membros repartidos em 57 países. Ela possui escritórios nas principais capitais ocidentais, e notadamente em Washington, Londres, Bruxelas e Paris. Ela está presente, em sua qualidade de O.N.G. (Organização Não-Governamental) em diferentes organizações internacionais, dentre as quais a O.N.U., a UNESCO e o Parlamento Europeu.
O B’nai B’rith Internacional é uma instituição internacional cuja sede mundial está localizada em Washington (E.U.A.). Está organizado em vários Distritos, eles próprios subdivididos em Regiões.
O B’B’ está representado na O.N.U. com um estatuto de organização não-governamental. Seus principais responsáveis são recebidos por homens e chefes de Estado eminentes.
Temos:
– Escritórios em Washington, Bruxelas e Londres;
– Um escritório na sede da O.N.U., em Nova York;
– Um Centro Mundial, em Jerusalém;
– Um estatuto de organização não-governamental na O.N.U.;
– Representantes na UNESCO, na Comissão dos Direitos do Homem da O.N.U.;
– Representantes na O.N.U. em Paris, Viena, Genebra e Nairobi;
– Representantes no Conselho da Europa (Estrasburgo, Bruxelas);
– Membros em 57 países do mundo;
– Uma estrutura de assistência ao desenvolvimento do comércio com os países da Europa Central e do Leste;
Além do mais, conduzimos e ganhamos a campanha de condenação da cláusula “Sionismo igual a racismo”, de 1975.”

3 de agosto de 2004.

(Parte III, do livro “A manipulação sionista”, pag. 117-125 – Alain Coutte)

Anúncios
Standard