Moral

Uma moral secreta

A coisa mais comum nos cidadãos ocidentais, desde os sulamericanos até os europeus, é a velha desconfiança com a classe política. É unânime a constatação que os líderes políticos do ocidente não têm escrúpulos, que eles roubam, mentem e que muitos não se importam com o povo e burlam leis como se estivessem acima da sociedade.

É normal surgir a pergunta, “como será que o político corrupto dorme a noite? Será que ele deita a cabeça no travesseiro sem sentir culpa?” Resposta: sim, os homens do alto escalão ocidental dormem tranquilamente, dormem sossegados, pois o código moral seguido por eles não é o mesmo que o da maioria do povo ocidental, que segue a doutrina cristã (Não roubarás, não matarás, não dirás falso testemunho). Lembrando que Jesus Cristo expandiu tais leis ao próximo, a todos os povos, sem distinções.

As pessoas precisam entender que a maioria dos agentes econômicos do mundo (políticos, empresários, comunicadores) agem secretamente e burlam as normas ocidentais, regidas pelo direito romano/cristão, por seguirem outro código moral, não revelado por eles ao público, que permite a eles subtrairem coisa alheia do povo, que permite o falso juramento ou testemunho e que permite até matar aqueles que não fazem parte da linhagem ou do grupo deles.

Basicamente esse código moral é o regimento de uma elite global que opera via maçonaria e outras sociedades, ONGs, partidos políticos, causas pseudo progressistas, fundações e outras organizações, onde só progridem financeiramente quem aceita seguir esse código e se submeter a agenda desse grupo.

A coisa é complexa e tem origem com o povo de Canaã, com a Babilônia e suas deidades. Hoje, os guardiões dos antigos segredos da Babilônia, são banqueiros e nobres pertencentes a famílias reais europeias, que buscam impor no mundo um governo global, com uma única religião, um único líder, um único sistema financeiro, onde os mesmos estariam no topo.

O sistema normativo oficial, aquele composto pela constituição, o código civil, código penal, são apenas leis para a massa, para o resto, ver e seguir. Basta lembrar que muitas vezes esse ordenamento jurídico é usado para o controle social, por meio do estado moderno.

Sobre o código moral dessa elite, há racismo, real segregação, onde os impuros, os gentios, os goyim, os não pertencentes ao grupo, devem ter sua população reduzida, se não eliminada. Um exemplo, é o tratamento dado por Israel ao povo palestino. Há também a fomentação de guerras e revoluções ao longo da história.

É permitido roubar propriedades dos impuros. Esse código moral justifica qualquer desvio de verbas, justifica um governo socialista, onde não exista propriedade privada, justifica qualquer tipo de expropriação, como no caso dos 6 mil maranhenses expropriados em São João do Caru, onde atualmente quem toma conta das terras é uma ONG chamada Survival International, ligada aos cabalistas de Londres.

É permitido mentir, prestar falso testemunho, fazer falsos juramentos. Não a toa vê-se vários líderes se declarando cristãos para agradar o povo, sem necessariamente professar essa fé. Mentiras em campanhas, mentiras em juízo, mentiras midiáticas, tudo justificado.

Comecemos pelo que aconselha Cam – que dá origem ao nome Canaã – aos seus filhos, segundo Eustace Mullins em “A maldição de Canaã” (pag. 15):
1- Amar uns aos outros (somente aos seus)
2- Amor ao roubo
3- Amor a lascívia/luxúria
4- Odiar seus mestres
5- Não falar a verdade

Basicamente essa herença deixada aos cananeus (filhos de Cam) foi o pilar do Talmud babilônico, os quais muitos cabalistas cananeus (cabala significa tradição), que se dizem judeus, dão vida em suas interpretações e execuções atualmente. Vejamos passagens onde é incetivado matar gentios, roubar impuros e mentir.

Matar:
No Aboda Zahar (26b, Tosephoth), diz o seguinte:
“Deve-se matá-los, mesmo o melhor dos goiym”.

No Sepher Or Israel (177b), diz assim:
“Tire a vida de um kliphoth (não-judeu) e mate-o, e trarás alegria a Deus, assim como quem oferece um incenso”.

E no Ialkut Simoni (245c, n.772), lê-se como se segue: “DEPOIS DA DESTRUIÇÃO DO TEMPLO DE JERUSALÉM, O ÚNICO SACRIFÍCIO NECESSÁRIO É O EXTERMÍNIO DOS CRISTÃOS.”

No Zohar (III, 227b), o Bom Pastor diz:
“O único sacrifício que se pede é que eliminemos os impuros que se encontrem entre nós”.

Roubar/Mentir:

“A vida do goyim e todas suas faculdades e poderes físicos pertencem ao judeu”. (In Die Polen, A. Rohl, p.20).

Em Babha Bathra (54 b), lê-se o seguinte:
“Todas as coisas pertencente aos goyim são como o deserto: a primeira pessoa que chega e as leva, tem o direito de considerá-las como suas”.

No Baba Kama (113 b), lê-se o seguinte:
“Está permitido trapacear a um goyim”.

No Kallah (1b, p.18), lê-se o seguinte:
“Ela (a mãe de Mamzer) disse para ele: ‘Jure para mim’. E o rabino jurou, com os lábios, porém no íntimo de seu coração invalidou o juramento”.

Um texto similar se encontra em Schabuoth Hagahoth, de
autoria do rabino Asher (6d): “Se a autoridade de uma cidade obrigar os judeus a jurar que não fugirão da cidade, nem roubarão nada de lá, podem jurar falsamente, dizendo intimamente que não escaparão hoje, nem levarão nada da cidade unicamente hoje”.

No Iore dea (157,2 Hagah), diz assim:
“Se um judeu for capaz de trapacear (aos idólatras) simulando ser um devoto das estrelas, poderá fazê-lo”.

No Aboda Zarah (54 a) diz assim:
“É permitido receber com usura dos apóstatas que caem na
idolatria”.

E no Iore dea (159,1), diz o seguinte:
“Está permitido, de acordo com o Torá, emprestar dinheiro
a um akum (cristão) com usura. Alguns dos antigos negam isso, com exceção de casos de vida e morte. Hoje em dia está permitido por qualquer motivo”. *Esse mandamento os banqueiros gostam.

Por fim, nunca esqueça que não é necessário ser de dentro, fazer parte da linhagem, ser da etnia cananeia, ser do Kahal judaico, para operar esses mandamentos. Muitos seguem inconscientemente quando se submetem as ordens maçonicas e aos orgãos (causas, partidos, ONGs, exércitos, fundações) que compõem os tentáculos dessa elite maçom-sionista.

Percebam o mundo a sua volta, qual código moral te leva ao topo? Quais são as práticas comuns dos que ocupam os grandes cargos?

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