Sociedade

Campanha pede criminalização de grupos LGBT’s no Brasil

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Após inúmeras vitórias dos católicos contra alguns projetos de subversão cultural que assolam o Brasil,  uma campanha tenta nocautear de vez o movimento LGBT no país: trata-se de uma petição pedindo a “Criminalização das atividades do grupo LGBT no Brasil (clique aqui)” liderada por membros da associação cultural católica Legião da Santa Cruz.

A petição já conta com mais de 2 mil assinaturas em pouco mais de 24 horas após seu início e não se trata de mera intolerância, fobia ou de perseguir indivíduos homossexuais, mas sim de tentar frear organizações bem estruturadas – como ONGs, coletivos e think tanks – que recebem dinheiro estrangeiro para propagandear e alastrar tal comportamento destrutivo na sociedade, configurando-se assim o que pode ser chamado de “engenharia social” – a manipulação psicológica e comportamental das pessoas a fim de torná-las domináveis.

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É o que explica um dos responsáveis pela Legião da Santa Cruz, Rafael Queiroz, que é professor e bacharel em História e Filosofia, sendo pós-graduado em História das Relações Internacionais. De acordo com Queiroz, inúmeros povos viveram crises civilizacionais, chegando até a serem extintos, devido a degradação moral e a massificação de comportamentos hedonistas, entre os quais a homossexualidade.

“Partindo daí, muitos engenheiros sociais, a partir do século XIX, se valeram do homossexualismo como uma arma politica para enfraquecer civilizações. Um exemplo disso foi o que aconteceu nas colônias britânicas, principalmente na Índia, onde os oficiais britânicos estimularam comportamento homossexual entre os indianos para dominar melhor a população da Índia, pois vocês desvirilizava os homens indianos facilitando assim o domínio militar britânico”, explicou Rafael Queiroz.

Na atualidade, Queiroz lembra que a Liga Antidifamação (Anti Defamation League – ADL), entidade judaica é uma forte patrocinadora do lobby homossexual pelo mundo, com o intuito de enfraquecer a malha moral dos povos do ocidente. Tal entidade trata não somente de financiar perversões mas também de garantir uma hegemonia de discursos e narrativas dos cabalistas judeus e sua indústria cultural que remontam ao período entreguerras.

“A indústria cultural que se desenvolveu na década de 1920 [do sec. XX], no período entreguerras, tanto nos EUA quanto na República de Weimar, na Alemanha, era uma indústria cultural ligada diretamente ao capital judaico e tinha o projeto de explorar ao máximo a animalidade do homem, não só para obter lucro financeiro mas também para catapultar o projeto judaico de domínio do ocidente”, destrinchou Queiroz.

 Grandes fundações e corporações financiam a pauta LGBT que inunda a sociedade

Não é necessária uma grande pesquisa para saber quem são os grandes apoiadores dos grupos e das pautas LGBT’s – sendo a causa extremamente artificial. Basicamente todas as grandes fundações como a Rockefeller, Ford, Macarthur admitem em seus próprios sites sustentar tais movimentos, além dos já conhecidos Santander – cujo os acionistas (clique aqui e aqui) são grupos judaicos como o Blackrock da família Rothschild, Vanguard Group, Credit Suisse, Goldman Sachs, Morgan Stanley, Bank of America – e também a Open Society de George Soros, do qual todos estão carecas de saber.

Para conhecer mais financiadores desse movimento que visa subjugar povos através de desordens sexuais, basta dar uma olhada na imensa lista dos patrocinadores de um grande evento da International Gay and Lesbian Human Rights Commission.

Não à toa Rússia, Polônia, Hungria, entre outros, proíbem tal tipo de manifestação ou apologia a tal comportamento. Eles não estão sendo homofóbicos, mas apenas se defendendo nesta guerra cultural.

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Ciência

Estudo sobre aquecimento global é cancelado devido ao surgimento de geleiras “sem precedentes”

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Uma pesquisa multimilionária sobre aquecimento global teve que ser cancelada no Canadá por causa do surgimento de calotas de gelo sem precedentes, com a espessura muito acima do normal – tudo isso em pleno verão.

Naturalmente, o cientista responsável culpou a “mudança climática” pelo resfriamento fora da época.

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O estudo, intitulado BaySys, é um programa de 17 milhões de dólares com duração prevista de quatro anos, liderado pela Universidade de Manitoba. O projeto planejava realizar a terceira etapa de pesquisas, enviando 40 cientistas de cinco universidades canadenses para a Baía de Hudson, no Canadian Research Icebreaker, NGN Amundsen, para estudar as “contribuições das mudanças climáticas e regulações no sistema da Baía de Hudson”.

Ironicamente o estudo teve  que ser cancelado pois a embarcação quebra-gelo dos cientistas foi pedida pela Guarda Costeira canadense para um propósito mais urgente: resgatar barcos de pesca e ajudar navios que ficaram presos nas tais “condições de gelo sem precedentes”.

“Ficou claro para mim muito rapidamente que estas não eram apenas condições de gelo pesado, estas eram condições de gelo sem precedentes”, disse o Dr. David Barber, principal cientista do estudo – “Nós estávamos encontrando grandes blocos de gelo marinho, de vários anos e espessos que, em termos de geleira, tinham cinco metros de espessura … eram muito, muito mais grossos e muito mais pesados que qualquer coisa que você esperaria encontrar naquela latitude e naquela época do ano”.

Estranhamente, Barber aproveitou a oportunidade para fazer o habitual alarde para os meios de comunicação, tentando empurrar goela abaixo o porque desse incidente mostrar definitivamente que o aquecimento global é um grande problema e merece nossa atenção urgente.

“Era claro que era do Ártico, eu só precisava estar entre o gelo para vê-lo”, disse o Dr. Barber. “O que também ficou claro para mim foi que as mudanças climáticas causaram o acontecimento desse evento”.

Quer dizer, o gelo vindo do Ártico, por conta do aquecimento global, foi responsável pelos percalços enfrentados pelos marinheiros canadenses que tiveram que ser socorridos. Então antes a preocupação era o gelo do Ártico derreter, entretanto agora parece que ele se move e causa transtornos em outras áreas do globo.

E não parou por aí, para o portal canadense Global News, Barber qualificou o fato como algo que deveria nos despertar para o problemas climáticos.

“Esta é a mudança climática totalmente em ação – afetando nossa capacidade de fazer uso dos recursos marinhos e transportar coisas. Este é um despertador para todos nós no país”.

Barber e os cientistas canadenses não foram os primeiros a passarem apuros no gelo

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Houve uma expedição onde um pesquisador do clima australiano chamado Chris Turkey teve que pedir ajuda a outra expedição na Antártica, que supostamente estaria derretendo, depois que seu navio ficou preso no gelo.

Há também a Expedição Caitlin – apoiada pelo Príncipe de Gales – em que Pen Haddow e sua equipe tiveram que abandonar sua viagem ao Pólo Norte porque a temperatura estava mais fria do que o esperado.

Outro caso recente se deu em uma viagem de pesquisa sobre o aquecimento global de David Hempleman Adams, que teve que ser reduzida devido ao gelo inesperado.

Mas o que raios a “mãe terra” pode estar tentando dizer a eles? Como ela pode tratar seus amados defensores com tanta frieza? Será que a “mãe terra” tem coração de gelo?

Referências:

Vice

Breitbart

 

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Sociedade

Menina de 13 anos se mata depois dos pais deixarem ela viver como um menino

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Há muita glamourização da ideologia de gênero e uma propaganda midiática imensa sobre o assunto, porém as consequências de tal engenharia social infelizmente são trágicas. Em Trussville, Alabama, uma adolescente de 13 anos que sofria de disforia de gênero deu fim a sua vida no final de maio, pouco depois que seus pais, Erin e Matt Georgia, permitiram que ela se identificasse e se apresentasse a sociedade como um menino. Jane Marie Georgia foi autorizada a começar sua “transição” na sexta série, mudando seu nome para “Jay Griffin”.

Os pais encontraram sua filha morta em seu quarto no último dia 25 de maio. Nos meses que antecederam a morte da pobre menina, ela estava sob medicamentos para ansiedade e depressão.

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Um estudo de 2016 do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati disse que a taxa de tentativa de suicídio entre os jovens que se dizem transgêneros é de 30% ou seja quase um terço tentam se matar.

A mãe de Jane, Erin Georgia, disse – “Não me interpretem mal, eu lamentei a perda de uma filha” – referindo-se à chamada transição de Jane – “mas depois percebi que estava rezando por um filho minha vida inteira. Deus respondeu essa oração, de uma maneira diferente “.

Erin Geórgia também disse que a família foi à igreja em busca de um “espaço seguro”, mas que mesmo as igrejas “acolhedoras” não cumpriam os critérios de serem seguras. “Enquanto Jay estava passando por essa jornada, ele ia para a igreja conosco. A igreja era acolhedora, mas não havia espaço seguro”, continuou ela sem especificar a que igreja iam.

“Eu e Jay íamos para diferentes igrejas para encontrar lugares onde estivesse seguro para nós”, disse ela. “Eu digo ‘nós’ porque muitas vezes me sentia como uma estranha, porque simplesmente eu amo a todos, e isso é muito difícil em um estado cristão do cinturão da Bíblia”.

Erin Geórgia chegou até a sugerir que a eleição de Trump talvez tenha tido algo a ver com as dificuldades da filha: “Provavelmente foi mais difícil desde as eleições (presidenciais)”. Ela absurdamente acha que é “porque os crimes de ódio aumentaram em 20% desde as eleições e as pessoas se sentem mais validadas para serem mais discriminatórias” – preferindo culpar alguém que sequer teve contato com sua filha no lugar de refletir sobre o fato de ter alimentado caprichos que devastam mentes juvenis.

No ano passado, o Colegiado Americano de Pediatras publicou uma declaração que dizia de forma simples e direta: “Condicionar as crianças a acreditarem que uma vida de representação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil”.

A organização pediátrica explicou que os sentimentos das crianças em relação à sua identidade não indicam que elas são verdadeiramente o sexo que elas afirmam pertencer. “Ninguém nasce com consciência de si mesmo como homem ou mulher”, afirmou o grupo. “Esta consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilhado pelas percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas de uma criança desde a infância”.

Pois é aí que a engenharia social da ideologia de gênero atua, tentando impor cada vez mais às crianças noções que as afastem de seu sexo biológico – que é imutável, com suas campanhas e propagandas midiáticas.

Foi lançado recentemente um documentário sobre ex-“transgêneros” que encontraram cura. Eles revelam ao público o rosto do arrependimento dos “transgêneros”, especialmente após a cirurgia. O filme, intitulado TranZformed: encontrar a paz com seu gênero de Deus, foi produzido por David Kyle Foster, que disse que o filme enfatiza a humanidade das pessoas presas no transgenerismo.

“A mensagem do filme é que as pessoas estão muito devastadas, elas precisam de muita ajuda”, disse ele. “E o último tipo de ajuda que eles devem receber não é o que eles estão recebendo”.

Referência:

Church Militant

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Europa

Pais muçulmanos protestam contra professor gay em escola de Berlim

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Vários pais muçulmanos ameaçaram fazer uma petição contra uma escola após descobrirem que um professor da instituição é homossexual. Muitos pais removeram seus filhos da escola devido ao professor gay . O caso se deu com um professor do jardim de infância, no distrito norte de Reinickendorf e foi relatado pela mídia alemã nesta semana.

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De acordo com o jornal Tagesspiegel, os pais estão preocupados principalmente com o fato das crianças terem contato físico com seus filhos, particularmente na hora do professor homossexual leva-las ao banheiro.

“Para alguns deles, um homossexual é automaticamente um pedófilo”, disse o professor ao jornal.

Após o descontentamento dos pais em torno de sua orientação sexual, o professor pediu transferência para outra escola. No entanto, a gerência da creche apoiou o homem, dizendo aos pais que eles devem aceitar sua orientação ou mudar seus filhos para outro jardim de infância.

Muitos dos pais já retiraram seus filhos da instituição de ensino, segundo relatos locais.

Parece improvável que a ameaça de petição mude as mentes da administração da cidade. O professor recebeu o apoio da senadora da comissão da educação, a social-democrata de centro-esquerda (SPD), Sandra Scheeres.

“Não toleramos a discriminação. Queremos aumentar o número de professores do jardim de infância do sexo masculino para que eles se tornem modelos importantes para as crianças “, disse Scheeres.

Ela continuou a notar que “uma e outra vez, os pais tratam os professores do jardim de infância com desconfiança”.

O professor também recebeu apoio nas mídias sociais, com um usuário dizendo: “Os muçulmanos protestam contra o professor – o problema? Ele é gay: bem-vindo à Idade Média”.

Não é a primeira vez que um professor de creche homossexual enfrenta discriminação na Alemanha. Em 2012, uma professora lésbica na Baviera não teve seu contrato prorrogado quando seu empregador católico descobriu que ela era gay, de acordo com Die Welt.

Esse discurso laicista da tolerantismo parece que não irá durar muito tempo, visto que o crescimento do islamismo na Alemanha está a todo vapor. Além da explosão nos casos de estupro, é bom os setores progressistas da sociedade alemã se preparem para os próximos anos. Certamente em uma sociedade tomada por islâmicos, muitas pautas coloridas não terão vez.

Até porque uma sociedade laica dura até algum grupo religioso se organizar para tomá-la. Vácuo religioso não existe.

Referência:

RT

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Moral

Conservadores russos querem aulas de valores familiares em todas as escolas da Rússia

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A Rússia caminha cada vez mais na contramão da decadência civilizacional que se encontra os países do ocidente. Em breve todas as escolas da Rússia poderão ter aulas obrigatórias de valores familiares, segundo divulgou a agência de notícias russas Interfax na última segunda-feira (19).

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De acordo com o relatório da agência, o movimento é apoiado pela organização religiosa ortodoxa russa chamada “A Santidade da Maternidade”. O grupo foi fundado em 2006.

A líder do grupo, Natalia Yakunina, disse que essas classes já estavam sendo dadas em algumas regiões da Rússia. As aulas reforçam a família tradicional formada por homem, mulher e filhos.

Natalia Yakunina também revelou que o grupo apoiou a exigência de várias mulheres de terem acesso a psicólogos, antes de terem um aborto. Seu grupo já fornece centros de maturidade e fornece aconselhamento pré-aborto em regiões de todo o país visando combater esse mal, que infelizmente ainda é enorme no país.

O povo russo ultimamente está se juntando para fazer resistência ao que chamam de “contra-cultura” ocidental – que é romper e combater agendas globalistas como feminismo, LGBT’s, ambientalismo e outras causas artificialmente criadas que visam destruir a soberania de um povo e sua sanidade social.

A Rússia restringe propaganda LGBT 

Recentemente a história em quadrinhos “Overwatch” teve uma de suas edições proibidas na Rússia por conter material com apologia ao gayzismo.

O cidadão russo nos últimos anos teve que aprender a discernir entre sua vida pessoal e a vida pública. Em 2015 dois rapazes fizeram um experimento de como seria andar de mãos dadas na ruas de Moscou e o resultado mostrou o povo hostilizando o suposto par gay com certos indivíduos partindo até para a coerção física.

Para os desavisados, pode até parecer intolerância pura e simples, mas no fundo há um pensamento macro e social de conservação civilizacional. O povo quando coíbe um par gay em público, não visa ofender indivíduos em si, mas sim preservar a pátria de uma engenharia social externa.

Referência:

Russian Insider

The Moscow Times

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Sociedade

Os amados temas da odiada mídia

Muito se vê a esquerda bradando contra a grande mídia com alcunhas to tipo “mídia golpista”, “esgotosfera”, entre outros termos. Porém essa mesma mídia tão demonizada por vários gurus esquerdistas é a mesma que coloca no topo da opinião pública, os temas e causas tão defendidos pelos bastiões marxistas.

Vejamos, se não fosse a mídia e a indústria cultural, temas como aborto, causa gay, causa negra, feminismo, ambeintalismo, indigenismo entre outros, nunca seriam debatidos com tanto afinco e fanatismo. O lobby a favor dessas causas, assim como todas as causas da esquerda, as quais foram financiadas pela banca sionista, sempre vieram de cima para baixo, ou seja, da elite para a massa. Se notarmos como é o comportamento dos principais veículos de comunicação, fica nítido como a grande mídia sempre jogou gasolina e empurrou o gado a debater os temas anteriomente citados.

Pautas muito mais importantes nunca foram debatidas com o clamor público das causas da esquerda, simplesmente por não aparecerem no noticiário ou em filme e novelas. Em 2005, o brasileiro – por meio de um plebiscito – disse querer o armamento civil. Apesar da vitória da maioria, o assunto foi esquecido e nunca mais recebeu o clamor popular. Outro exemplo é o projeto atômico/nuclear brasileiro, importante tanto por sua geração de energia barata quanto para fins de defesa, visto que estamos em um mundo cada vez mais turbulento.

Em contrapartida, o aborto, recebeu um programa inteiro dedicado pela “golpista” Rede Globo, na terça-feira, 28 de outubro, de 2014. Muitos ainda acreditam que a elite por trás da Globo, que promove essa agenda, tem o intuito de lutar pela liberdade e o direito das mulheres, quando na verdade trata-se apenas de uma causa neomalthusiana, de redução populacional.

Outro caso recente dos orgãos de comunicação brasileiros colocando lenha na fogueira para um debate inútil, que durou semanas, foi o caso de “racismo” no jogo Grêmio e Santos, pela Copa do Brasil. Transformaram o ato de gritar “macaco” em um estádio de futebol, em algo pior que o desvio de verbas em empresas públicas, em algo pior que ser ligado a narcotraficantes ou expropriar cidadãos brasileiros de suas terras para entregá-las a orgãos internacionais. Não satisfeitos, os senhores da comunicação foram incapazes de explicar a diferença entre uma injúria racial e o crime de racismo em si, levando o cidadão desatento ao erro de julgamento.

Outro caso clássico que só leva a divisão da unidade nacional – sendo esse um dos grandes interesses de forças internacionais – é a troca de farpas entre os que nasceram no Nordeste e os que nasceram no Sul/Sudeste. Mas os barões da comunicação não estão interessados na paz e na cooperação entre brasileiros e obviamente transformarão um exemplo micro, único, de ofensa, em uma guerra separatista.

Então o formato é o seguinte: noticia-se um caso único – quanto mais repercutir, mais acontecerá – quanto mais acontecer, mais noticia-se – quanto mais noticia-se, mais repercute – quanto mais repercute, mais acontece e assim Ad Eternum. Desta maneira o caos é espalhado e então destroi-se a unidade da nação.

É incrívrel como os, ditos, “cabeça aberta” progressistas só debatem e, unicamente, debatem temas propagados pela grande mídia.

Já fazem alguns meses que São Paulo sofre com a falta de água. Algum cabeça aberta, cult, alternativo, sequer citou a existência do aquifero Guaraní, um dos maiores reservatórios de água doce do mundo? Algum militante “anti mídia golpista” jogou na mesa uma possível geoengenharia feita visando parar as chuvas? Nos últimos anos era clichê ouvir das autoridades paulistas que “choveu em um dia, o que era pra chover em semanas/em meses”. E de um ano para o outro acabaram as chuvas?

Não é questão de afirmar que o motivo da falta de chuvas, em São Paulo, se dá graças a geoengenharia, mas um debate sério, com um tema novo e que parece ter poder para interferir na vida de milhões, não mata ninguém, concordam? Ou há algo a esconder?

Há muitas pessoas que se colocam na esquerda, que têm boas intenções e querem o bem do próximo e de si. Digo que já está na hora dessas pessoas perceberem que elas só têm opiniões formadas sobre temas abordados pela tão achincalhada grande mídia. Faça um teste, pergunte a sí mesmo sobre que temas você tem opinião formada e você perceberá que segue uma agenda, uma engenharia social, sem nem ao menos se dar conta.

Temas da grande mídia: aborto, casamento homoafetivo, racismo, meio-ambiente, violência contra a mulher/homossexual, ataques contra nordestinos, programas de assistência social.

De maneira nenhuma deve-se ignorar os direitos individuais de qualquer ser humano. A individualidade de todos deve ser respeitada. Tenha o indivíduo a caracteristica que for, só devemos lembrar que a legislação brasileira já protege esses direitos, tornando qualquer debate, mais acirrado, útil somente para fomentar o caos e divisão da nossa sociedade – Divide et imperas.

Por fim, voltando aos temas, pergunte a si mesmo o que pensas sobre: armamento civil, aquifero Guarani e aquifero Alter do Chão, expropriação de brasileiros para que as terras sejam entregues a ONGs internacionais, ONGs internacionais cuidando de reservas ambientais, geoengenharia, projeto atômico/nuclear brasileiro, uso da biomassa como fonte energética (30% da energia usada no Brasil provém da biomassa), fim do banco central…

E então, quais temas são mais discutidos pelo grupo que você pertence? Temas midiáticos ou temas não midiáticos?

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