Terrorismo

Terrorista de Londres visitou a Arábia Saudita três vezes antes do atentado

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A embaixada da Arábia Saudita no Reino Unido confirmou que o terrorista que matou 4 pessoas em Londres, na última quarta-feira (22), Khalid Masood visitou o reino saudita por três vezes, incluindo dois estágios onde ensinava inglês.

Segundo o jornal The Sun da Grã-Bretanha publicou na sexta-feira, o homem era um ex-professor de inglês que trabalhava na instituição que controla a aviação civil da Arábia Saudita.

Em resposta, a embaixada saudita emitiu uma declaração no final da sexta-feira confirmando a reportagem do The Sun.

“A Embaixada Real da Arábia Saudita deseja esclarecer que Khalid Masood esteve na Arábia Saudita de novembro de 2005 a novembro de 2006 e de abril de 2008 a abril de 2009, quando trabalhou como professor de inglês tendo obtido um visto de trabalho”, disse a embaixada em um comunicado.

“Em 2015, ele obteve um visto Umra através de um agente de viagens aprovado e esteve no Reino de 3 a 8 de março. Durante seu tempo na Arábia Saudita, Khalid Masood não apareceu no radar dos serviços de segurança e não tem registro criminal no Reino da Arábia Saudita”, completou o comunicado.

Além das quatro vítimas fatais, outras 50 ficaram feridas no ataque depois que o terrorista jogou  um carro nos pedestres e esfaqueou um policial perto do Parlamento britânico em Londres, um incidente que foi declarado um atentado terrorista. O autor dos ataques também foi morto a tiros pela polícia.

A embaixada saudita expressou suas condolências ao povo britânico, dizendo que o reino “continua junto ao Reino Unido durante este momento difícil e reafirma seu compromisso de continuar seu trabalho com o Reino Unido para ajudar na investigação em curso”.

A embaixada prosseguiu dizendo que o “ataque em Londres esta semana demonstrou novamente a importância dos esforços internacionais para enfrentar e erradicar o terrorismo. Nesse momento, nossa cooperação na segurança é crucial para a derrota do terrorismo e a salvação de vidas inocentes”, afirmou.

Sauditas e aliados estão por trás de grupos terroristas na Síria e Iêmen

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Vale lembrar que a Arábia Saudita, onde o wahhabismo é amplamente pregado e praticado, é uma das patrocinadoras dos grupos terroristas, como Daesh (Estado Islâmico), em toda a região do Oriente Médio. Os sauditas e seus aliados como Israel, Estados Unidos e o próprio Reino Unido, já tiveram armas, mantimentos e até mesmo oficiais do exército flagrados nas áreas de atuação do Estado Islâmico na Síria.

O Daesh e outros grupos terroristas Takfiri usam a mesma ideologia sunita extremista, também adotada pela teocracia saudita, para declarar pessoas de outras religiões e até mesmo outros islâmicos como “infiéis” e assim matá-los.

A vertente islâmica do wahhabismo foi criada por Muhammad ibn ʿAbd al-Wahhab e começou a ganhar força após o pacto feito por seu criador com o líder Muhammad ibn Saud –  cujo sobrenome batizou o país. A criação da Arábia Saudita contou com a ajuda do Reino Unido e com a dos mesmos banqueiros que também patrocinariam a instalação de Israel na Palestina. Os sauditas eram financiados pelos britânicos a fim de enfraquecer o então império otomano que dominava a região.

Voltando a história recente, é importante citar que quinze dos 19 sequestradores que supostamente realizaram os ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos vieram da Arábia Saudita e as evidências disponíveis sugerem que alguns deles estavam ligados a altos funcionários sauditas.

Além disso, a Arábia Saudita envolveu-se em uma campanha militar contra o Iêmen desde março de 2015 para restabelecer o presidente deposto do país, Abd Rabbuh Mansur Hadi, um aliado incondicional de Riade, e minar o movimento Houthi Ansarullah.

A guerra perpetrada pela Arábia Saudita no Iêmen matou mais de 11.400 civis e causou um grande prejuízo às instalações e infraestrutura do país, destruindo muitos hospitais, escolas e fábricas.

Na Síria, o regime saudita, junto com seus aliados, tem patrocinado terroristas que lutam contra o governo do presidente Bashar al-Assad desde 2011 em um conflito que ceifou a vida de meio milhão de sírios.

Referência:

Press TV

 

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Sociedade

Universidade católica vai investigar professor após ele dizer que aborto é “assassinato”

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Um professor da Universidade Católica de Lovaina (UCL), na Bélgica, está enfrentando a reação do corpo de funcionários da universidade porque distribuiu um documento de 15 páginas, a cerca de 100 estudantes de engenharia do primeiro ano, com argumentos filosóficos onde chamou o aborto de “assassinato”.

Stéphane Mercier não recebeu uma sanção ainda, mas as autoridades declararam em uma nota no site da universidade que estão avaliando o conteúdo de seu texto para determinar se ele foi realmente usado como parte do seu curso de filosofia. De qualquer maneira, absurdamente, a UCL dissociou-se da postura do professor Mercier contra o aborto, chamando-a de “contrária aos seus valores”.

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O caso foi levado ao conhecimento do público pela Synergie Wallonie, uma associação belga para a promoção da igualdade de gênero. O seu objetivo é “promover a integração da perspectiva do gênero, promovendo sempre o respeito pela diversidade e a necessidade do pensar para cada categoria de cidadãos” (idosos, jovens, deficientes, imigrantes, homossexuais), mas pelo visto aprender a lidar maduramente com argumentos contrários não parece ser seu forte.

O “alerta” da Synergie Wallonie recebeu uma resposta imediata dos funcionários da UCL.

Tania van Hemelryck, assessora especial do presidente da universidade sobre política de gênero, falou à televisão belga em nome da universidade, dizendo: “As autoridades querem saber o status exato do texto e como ele foi usado durante este curso, Em qualquer caso, a UCL defende o direito fundamental ao aborto e, em particular, o direito das mulheres de escolherem”, disse a representante do que era para ser uma Universidade Católica

Assim, a universidade “católica” não só apoia o aborto, mas o faz da maneira mais radical imaginável ao descrever o aborto como um “direito fundamental”. Um direito fundamental é um direito que ninguém pode contestar e que é válido para todos – como este caso demonstra.

A declaração oficial publicada pela UCL em seu site diz basicamente a mesma coisa, tratando o assassinato de crianças nos ventres como um dogma:

“Seja qual for o resultado do inquérito, o direito ao aborto está consagrado no direito belga e o documento que foi levado à atenção da UCL está em desacordo com os valores defendidos pela universidade. Persuadir os pontos de vista que contradizem esses valores no quadro de um curso de ensino é inaceitável “, afirmou intolerantemente a nota.

Ora, onde já se viu uma universidade séria castrar debates que envolvem a concepção da vida? E o pior de tudo, se dizendo católica?

O texto de Mercier, distribuído aos cerca de 100 estudantes de engenharia que fazem um curso de filosofia no seu primeiro ano na UCL, tem o título: “Filosofia para a vida: contra o chamado ‘direito de escolher’ o aborto”. Os alunos adquirem raciocínio filosófico para “tentar chegar à verdade sobre uma questão grave”, que requer “ouvir todos os lados”. “Somente os loucos e as crianças mal educadas tapam os ouvidos e começam a gritar quando ouvem algo que desagrada ou os irrita”, escreveu Mercier nos primeiros parágrafos de sua exposição.

Seu texto não é nem de teor religioso ou de caráter militante, argumenta ele. É um argumento unicamente racional que aceita a crítica racional.

“Recusar o debate (…) é perigoso; proibir o debate é típico do totalitarismo; É também um sinal de medo: quem iria querer impedir alguém de argumentar racionalmente, que não uma pessoa que tem medo de descobrir que algumas de suas opiniões são infundadas? Se estou procurando pelo que é verdadeiro, ou tem uma boa chance de ser verdade, devo ser capaz de ouvir os argumentos que me são apresentados, aceitá-los se forem bons e rejeitá-los se forem errôneos ou enganosos. Recusar tal estado de espírito é adotar a postura do fanático, preocupado não com a verdade, mas com o triunfo de sua opinião, qualquer que seja o preço”, pontuou brilhantemente Stéphane Mercier.

O objetivo de Mercier era fazer com que seus alunos pensassem, e debater se eles escolhessem fazê-lo. Mas mesmo o debate sobre a questão do aborto está agora proibido em muitos países, como Bélgica e França – mesmo em uma universidade católica em um país cujo soberano é católico.

Mercier produziu um papel bem fundamentado, inspirado em grande parte, escreve ele, pelo filósofo americano Peter Kreeft. Sua qualidade intelectual, provavelmente, explica o tumulto com o qual se deparou. Seu argumento principal é simples: se o embrião humano é perfeitamente individualizado como pessoa humana, é um membro de nossa espécie, um ser inocente que não deve ser morto. Ele aborda muitos dos argumentos habituais em favor do aborto legal e, em seguida, demole-os com lógica simples e fatos científicos.

Pouco importa se a criança no útero da mãe está “completamente desenvolvida ou não”, explica o texto. “Nem também está uma criança de cinco anos”. Se é moralmente errado matar uma pessoa inocente, então “matar uma criança no estágio embrionário ou fetal no ventre de sua mãe está errado, assim como é errado matá-la se tem cinco anos. Sempre. Em todo caso. Assim como o estupro. A violação é moralmente errada em todos os casos. Não há circunstâncias que possam tornar esse ato bom, ou mesmo simplesmente aceitável. Quando falamos de aborto ou de estupro, estamos falando de um ato que chamamos intrinsecamente errado, um ato que é errado em si e por si mesmo. É moralmente mal de si mesmo, quaisquer que sejam as circunstâncias.”

E aqui estão as palavras que provocaram a histeria da mídia na Bélgica e outras mais: “A verdade é que o aborto é o assassinato de uma pessoa inocente. É mesmo um homicídio particularmente repugnante, porque o inocente em questão é indefeso. (…) Hoje em dia ouvimos algumas pessoas dizendo, por exemplo, que a nível pessoal eles condenam o aborto como sendo imoral, mas que nunca lhes ocorreria torna-lo ilegal. Tal raciocínio é surpreendentemente absurdo, se alguém se preocupa em pensar nisso. (…) Imaginem que o mesmo indivíduo deve declarar que, a nível pessoal, considera que o estupro é realmente imoral, mas que, «para respeitar a liberdade de cada pessoa» (excepto, talvez, a da vítima), não deve ser tornado por isso algo ilegal. Absurdo, obviamente! Bem, se o aborto é assassinato, como já dissemos, não é mais grave, até, que o estupro? A violação é imoral e, felizmente, também é ilegal. Não deveria o aborto, que é ainda mais imoral, ser ainda mais ilegal? ”

As manchetes na Bélgica bradavam indignadas: “Um professor na UCL considera o aborto como pior do que estupro!”

Uma estudante da UCL foi citada dizendo: “Isso me choca, especialmente porque nas aulas de filosofia, você tenta pensar, refletir e abrir sua mente”. Não estava claro se ela havia lido o texto de Stéphane Mercier.

Um site de notícias para jovens, newsmonkey.be, alertou seus leitores contra uma publicação “bastante ofensiva” circulando na Internet, dando a palavra a Baptiste Dethier da Synergie Wallonie, o denunciante original. “Segundo Baptiste, o autor afirma que o aborto representa ‘a cultura da morte’ sem jamais recorrer a argumentos sólidos e o que é ‘mais perigoso’, diz ele.

Este texto não fornece uma avaliação crítica da questão e não está aberto a discussão. Pelo contrário, para colocar como Baptiste Dethier: “É muito difícil para os alunos no primeiro ano, aos 18 anos, adotar uma visão crítica da questão e ser capaz de trazer contra-argumentos”.

Lembrando que isto só está ocorrendo em uma universidade católica que continua a ostentar sua identidade religiosa. Tem quatro órgãos de governo, dos quais o primeiro é o “Conselho de Governadores: o arcebispo de Mechelen-Bruxelas e os bispos residenciais de Valônia. O arcebispo de Mechelen-Bruxelas, que também é o chanceler universitário, que preside o conselho “, segundo o site da UCL.

Em seu site, a UCL também se denomina “força estabilizadora em um mundo incerto”.

“Os valores em que a visão da UCL se baseiam são a abertura aos outros e às diferenças, a solidariedade, a liberdade e o respeito. A faculdade desfruta de liberdade acadêmica consagrada na Constituição, especificamente, a liberdade de pensamento na busca da verdade e chegou cientificamente e livre da influência indevida das tendências atuais. UCL é um espaço humano cosmopolita e intelectual cuja diversidade estimula encontros entre pessoas de diferentes origens e com o próprio mundo no espírito de discussão racional e enriquecimento mútuo. Sua tradição cristã é uma herança viva, uma força motriz de um autêntico pluralismo que beneficia e respeita todas as pessoas, independentemente de suas crenças “.

Exceto aqueles que acreditam que o aborto é assassinato?

Referência:

Life Site

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Sociedade

Homem transexual vence competição feminina de levantamento de peso na Austrália

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Um atleta “transgênero”, da Nova Zelândia, venceu uma competição feminina de levantamento de peso, na categoria acima de 90 quilos, na Austrália. Gavin Hubbard, de 39 anos, que atualmente quer ser chamado de Laurel Hubbard, levantou no total 268 quilos – sendo 123 quilos no arranque e 145 quilos no arremesso – somando 19 quilos a mais que a segunda colocada Iuniarra Sipaia.

Gavin Hubbard, antes de fazer sua “transição”, chegou a participar de competições na categoria masculina, mas agora deseja competir somente na categoria feminina. Em sua estreia entre as  mulheres, o atleta quebrou quatro recordes nacionais não-oficiais.

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Hubbard possui todos os critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Halterofilismo para competir como uma mulher, inclusive provando que seus níveis de testosterona permaneceram abaixo de um determinado limite, durante os 12 meses anteriores à competição.

Todavia a testosterona não é a única coisa que diferencia homens e mulheres, mas, no caso específico, faltou ao COI entender que músculos de homens e mulheres são geneticamente diferentes, pois o homem possui 400 genes mais ativos em seus músculos esqueléticos que as mulheres, conforme apontam estudos da National Center for Biotechnology Information, citado inclusive pelo artigo do Instituto NanoCell.

Ou seja, não se trata então de preconceito mas sim de pós-conceito, que, francamente, sequer precisaria de pesquisas ou estudos mais detalhados.

Ainda sim, tomado pelo politicamente correto, Michael Keelan, chefe da Federação Australiana de Halterofilismo, ficou impressionado com o desempenho de Hubbard, através de todo o escrutínio ao qual sua performance foi submetida, e disse que “‘ela’ está prestes a criar muita história”.

Referência:

Gateway Pundit

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Geopolítica

Rússia preocupada com possível assassinato de Trump ou remoção dele da presidência

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O governo russo está preocupado com a possibilidade do presidente Donald Trump ser morto ou forçado a sair da Casa Branca antes do fim do seu mandato. As preocupações existem devido a administração de Trump ser muito criticada pelos seus laços estreitos com o Kremlin e com o presidente russo Vladimir Putin.

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“O que o Kremlin teme hoje é que Trump pode ser derrubado ou até mesmo morto. Sua expulsão, argumentam fontes do Kremlin, é um pulo para desencadear uma campanha anti-russa virulenta e bipartidária em Washington”, escreveu a revista Foreign Policy nesta semana.

“O Kremlin está perfeitamente ciente de que os Democratas querem usar a Rússia para desacreditar e possivelmente causar o impeachment de Trump, enquanto as elites republicanas querem usar a Rússia para domar e disciplinar Trump. O governo russo teme não só a queda de Trump, é claro, mas também a possibilidade de que ele possa oportunisticamente mudar para uma resistente linha anti-Moscou, a fim de fazer a paz com os líderes republicanos ‘hawkish’ (que acreditam mais no uso da força que no diálogo) no Congresso”, pontuou a publicação

Os republicanos do Senado já pediram uma investigação sobre o relacionamento de Trump com Putin depois que o ex-conselheiro de segurança nacional do presidente, Michael Flynn, renunciou na segunda-feira por causa de suas discussões com Moscou sobre as sanções dos EUA. Flynn foi acusado de mentir para altos oficiais de Trump, na Casa Branca, sobre os detalhes dessas conversas.

“Nada menos que uma loucura sem ambiguidade, uma loucura delirante ou um escândalo inconfundível (de uma ordem muito maior do que a loucura raivosa e o escândalo que já vimos) levaria o partido a admitir que erraram em trazer um lunático perigoso e corrupto para a Casa Branca e acionar a catástrofe política que acabaria trucidando Trump. A disposição da 25ª emenda se baseia em um partido governante disposto a atirar no seu próprio pé pelo bem do país. Ter fé na capacidade do Partido Republicano de fazer isso em si mesmo, é uma loucura sem ambiguidade “.

Talvez, então, o assassinato seja a maior preocupação. Em janeiro, um homem sem teto da Flórida foi preso por criar um vídeo no qual ele ameaçou matar Trump na cerimônia do Dia de Inauguração, em Washington DC. Dominic Puopolo, de 51 anos, disse que usaria um fuzil Wesley Scopes Booth para matar Trump . Enquanto isso, o FBI tem monitorado outras ameaças potenciais depois que os usuários do Twitter pediram repetidamente o assassinato do presidente.

Referência:

International Business Time

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Sociedade

Grupo oferece 15 mil dólares para ativistas lutarem contra projetos de Trump

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Um grupo conhecido por seus sucessos em lutas ou guerras digitais, principalmente pela neutralidade de rede, está oferecendo 15 mil dólares para ativistas que abandonarem seus empregos e formarem “A-Teams” (grupos de elite) para travarem uma guerra contra os projetos do presidente americano Donald Trump.

O grupo “Luta pelo Futuro”, surgido em 2011 como um grupo de ativistas digitais, lançou nesta segunda-feira (20) esta oferta atraente – “Aterrorizado com Trump? Desista do seu trabalho, comece uma equipe, vamos financiá-la”.

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“Atualmente, estamos captando pedidos para o lançamento inicial do projeto e forneceremos a algumas equipes selecionadas financiamento, orientação e suporte”, disse Evan Greer, diretor de campanha da “Luta pelo Futuro”.

“Nosso objetivo é gerar um movimento de grupos pequenos e dedicados usando as táticas que usamos efetivamente, para defender a liberdade na Internet, visando conquistar vitórias importantes em outras áreas problemáticas que afetam nossos direitos e liberdades fundamentais, como a imigração, a liberdade de Imprensa, brutalidade policial, reforma na lei de drogas e corrupção governamental “, explicou o diretor.

É apenas mais um esforço dos ativistas para financiarem o movimento anti-Trump. Greer comparou os grupos com forças de operações especiais táticas. Ele disse que as ‘A-Teams’, são “uma tentativa de ajudar a incubar outras equipes de ativistas de operações especiais para lidar com grandes problemas, contra o cenário de ameaças sem precedentes da era Trump”.

O trabalho no intuito de recrutar inclui uma foto do anúncio clássico anti-Barry Goldwater de 1964 em que o mundo seria bombardeado se ele fosse eleito.

A proposta exorta os ativistas, em potencial, a pararem de trabalhar para militarem contra Trump. Algumas das equipes iniciais receberiam um cheque de 15 mil dólares para seu primeiro mês de atuação.

“Ainda estamos trabalhando nos detalhes, mas se você tem uma equipe forte de 2 a 3 pessoas e um alvo, nós lhe daríamos 15 mil dólares agora mesmo no primeiro mês, só para ver o que você pode fazer”. Disse o anúncio. “Se você fizer um grande barulho ou um impacto mensurável em seu alvo nesse tempo, temos certeza que podemos financiá-lo mais”, promete.

As pautas sugeridas são as de sempre, conforme pode ser visto no site da entidade:

Seguro Saúde (Healthcare)
Clima
Imigração
O muro
Corrupção
Racismo / Fascismo
Polícia
Prisões
Fim da guerra às drogas
Política estrangeira
Internet
Telecom
Competição
Impeachment
Populismo econômico
Energias renováveis

Como sempre George Soros e outras fundações operam nas sombras 

Como não poderia deixar de ser, ao se olhar os apoiadores e patrocinadores do grupo “Luta pelo Futuro”, pode-se ler nomes como Fundação Ford e outras menos conhecidas e que possuem relações diretas com a Open Society do… judeu George Soros.

Uma delas é a The Shuttleworth Foundation, que já esteve em parceria com a Open Society anos atrás promovendo projetos “educacionais” na Cidade do Cabo, na África do Sul. Outra instituição apoiadora do projeto e que é intima da Open Society é a Media Democracy Fund, que atua defendendo a neutralidade de rede.

Também parceira do projeto, a Proteus Fund, é talvez o caso mais emblemático, pois a mesma diz lutar contra violência policial contra negros e já recebeu de George Soros, pelo menos, cerca de 6,4 milhões de dólares.

A página da “Luta pelo Futuro” ainda cita outras fundações menores como parceiras e que no passado já marcharam juntas com as velhas entidades globalistas como Fundação MacArthur, Rockefeller Foundation e outras gigantes, que são mundialmente conhecidas por apoiarem somente pautas destrutivas as sociedades em que atuam, como aborto, causa LGBT, ambientalismo…

O padrão mais um vez se repete, grandes barões do capitalismo apoiando a esquerda progressista.

Referência:

Washington Examiner

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Judaísmo

Depois da Amazon, agora o Youtube é acusado de permitir conteúdo “anti-semita” e “discurso de ódio”

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Após perseguir e remover obras, da Amazon, que revisam e desmentem  as versões convencionais do “holocausto”, a censura judaica desta vez apontou sua mira para o Youtube.

Um artigo do Sunday Times, um dos maiores jornais do Reino Unido, acusou o Google de falhar em remover  “conteúdo virulento anti-semítico” e em combater material que contém “discurso de ódio”. Segundo o artigo, “mais de 200 vídeos anti-semitas estão hospedados no YouTube” e alguns se encontram hospedados no site há anos, já possuindo milhões de visualizações.

Mais uma vez, os velhos clichês como “anti-semitismo” e “discurso de ódio” são usados para tentar castrar qualquer debate profundo sobre um tema sério, que já esteve no centro de duas guerras mundiais modernas e que até hoje respinga em inúmeras civilizações, devido ao modus operandi pregado por esse pseudo-judaísmo atual, que se inspira no Talmud -coletânea de ensinos que prega a supremacia judaica sobre os outros povos.

O Sunday Times é de uma corporação midiática judaica

O motivo pelo qual tal folhetim citado está tentando castrar a liberdade de estudo e investigação sobre tais temas e iniciou essa campanha para censurar vídeos do Youtube é bem simples: o Sunday Times é do grupo News UK, que no Reino Unido também controla os “informativos” The Times e The Sun. O News UK é uma subsidiária do conglomerado midiático chamado News Corp. criada por… Rupert Murdoch, nascido de mãe judia, Elizabeth Green (na lei talmúdica, o judeu é aquele nascido de mãe judia).

Nos Estados Unidos a News Corp. controla o Wall Street Journal e o New York Post, além do estúdio 20th Century Fox e os canais de TV ligados aos mesmos. A 20th Century Fox, atualmente, tem um trio de comando israelita, composto por: Peter Chernin, Jim Gianopulos e Tom Rothman.

Não a toa há uma mobilização midiática, cultural e política para cada vez mais impedir que conteúdos que desmascaram os planos geopolíticos e econômicos do judaísmo sejam proibidos e até removidos.

Do sionismo – que visa criar a grande Israel e reconstruir o terceiro templo – ao controle das moedas do mundo por meio de bancos centrais, as provas contra tais empreitadas são vastas e, na era da livre informação, ficará difícil conter tanto materiais bibliográficos quanto audiovisuais.

Tal medida que apela para a censura e rótulos vazios, pode ser inclusive um erro estratégico do cartel judaico, pois com essa onda de proibições, o interesse por tal assunto pode, no lugar de diminuir, crescer cada vez mais no mundo inteiro. E com a velocidade de compartilhamento da internet atual, pode-se dizer que é impossível qualquer controle de informação.

Referência:

The Sunday Times

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Guerra

Síria alega que jatos israelenses estavam ajudando o Estado Islâmico e Assad dispara – “Israel está apoiando diretamente os terroristas”

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O governo da Síria confirmou que disparou e abateu um jato israelense que “invadiu o espaço aéreo sírio no início desta manhã e atacou um alvo militar perto de Palmyra no que é descrito como um ato de agressão que ajudou o Estado islâmico”.

Já fontes israelenses disseram que a Força Aérea israelense estava atacando o Hezbollah no norte da Síria. O exército sírio chegou a atirar mísseis S-200 contra outros jatos israelenses que entraram no espaço aéreo da Síria na manhã desta sexta-feira (17).

O Ministério da Defesa sírio ratificou que suas forças de defesa aérea derrubaram um avião de guerra israelense que voava em direção a fronteira libanesa. De acordo com a declaração divulgada pelo Ministério da Defesa, o avião israelense foi abatido às 2:40 da manhã. (Tempo de Damasco) sobre a área de Bureij perto da fronteira libanesa com a Síria.

Essas ações se tornaram uma rotina para a Força Aérea Israelense e esta não é a primeira vez que os israelitas bombardearam a Síria – ou ajudaram os extremistas que combatem Assad. Semana passada, o presidente da Síria apontou Israel como um aliado próximo dos terroristas na Síria.

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Falando aos jornalistas europeus sobre os recentes ataques com bombas em Damasco, Assad rejeitou críticas ao Irã e, em vez disso, culpou o Ocidente e Israel por “apoiar diretamente os terroristas”.

“Se você quer falar sobre o papel europeu [na Síria], ou o papel ocidental, porque está sendo liderado pelos americanos, o único papel é apoiar os terroristas. Eles não apoiaram qualquer processo político. Eles só falam sobre processo político. Já o papel do Irã é completamente diferente. Eles apoiam a Síria combatendo terroristas. Eles apoiam a Síria politicamente. Israel do outro lado está apoiando diretamente os terroristas – seja logisticamente, ou através de ataques diretos ao nosso exército”, desabafou Bashar al-Assad, presidente da Síria e autoridade máxima local.

 

 

Israel também tem um hábito estranho de voar sobre fortalezas terroristas, mas sem nada fazer, preferindo despejar suas bombas no exército sírio. Como relatado no final de fevereiro.

Uma fonte do Exército sírio disse a Al-Masdar, nesta manhã que o avião de guerra israelense havia atravessado a Síria depois de voar sobre o Arsal Barrens do Líbano, onde a Al-Qaeda e o Estado Islâmico (ISIS) estão sediadas no leste do potentado terrorista de Beqa’a.

A fonte do Exército sírio acrescentou que a localização específica do ataque foi na área Jard Nalhleh nas montanhas Qalamoun.

Referências:

Russia Insider

Al Masdar News

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