Sociedade

Burcas, mesquitas e propaganda homossexual são proibidas em cidade da Hungria

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Uma cidade no sul da Hungria proibiu a exposição e a divulgação aberta do Islã e do homossexualismo. A medida barra a construção de mesquitas e o uso de véus e vestidos que obstruem a cabeça, bem como promover casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

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O prefeito da cidade de Asotthalom, Laszlo Toroczkai, que é nacionalista, expôs as propostas aprovadas por sua equipe administrativa, em sua página do Facebook, após a sessão da última quarta-feira (7), onde todos os membros do Conselho votaram a favor das novas regras, com excepção de duas abstenções.

“Em vez de procurar alguém para culpar, eu ofereci uma solução imediata, uma defesa contra o forçoso reassentamento de imigrantes impostos por Bruxelas (sede da União Europeia). Hoje, a equipe do governo do povo de Asotthalom adotou a minha proposta (que consiste em várias ações) para defender a nossa comunidade e nossas tradições de qualquer plano externo de reassentamento de estrangeiros. Tudo o que precisamos é fazer esta proposta seja adotada no resto dos municípios da Hungria e, assim, conseguiremos defender nossa Pátria “, escreveu Toroczkai na publicação.

As medidas de Toroczkai incluem a proibição de construção de mesquitas e qualquer outro local de culto que possa minar a Igreja Católica. Houve também a proibição da tradicional chamada para a oração do muezim e a proibição de qualquer peça de vestuário que cobre o rosto, como o hijab, o niqab e a burka, incluindo burkini.

Além disso, o decreto-lei também proíbe qualquer propaganda pública que mostre a instituição do casamento diferente do modelo tradicional homem e mulher. Isso inclui qualquer atividade pública, performance artística, manifestação ou publicidade por correio, etiqueta ou anúncio de rádio e TV.

Tais medidas, de acordo com Toroczkai, protegem a Hungria da imigração vinda do sul – local de sua cidade – e do liberalismo radical do Ocidente, que têm suas causas inteiramente financiadas por grandes magnatas e indivíduos apátridas que desejam corromper os costumes e tradições da nações.

Toroczkai pertence ao Partido da Direita Nacional – Jobbik, cujo principal objetivo é “proteger os valores e interesses da Hungria.” O partido também já foi acusado de racismo, anti-semitismo e homofobia.

“Quero ser um exemplo para as autoridades locais sobre como proteger o reassentamento forçado de imigrantes e outras formas de subversão”, disse ele na reunião de sua administração, reafirmou o prefeito.

Toroczkai é também o líder do HVIM (Movimento das 64 províncias) grupo de jovens nacionalistas que reclamam a posse de terras que historicamente pertenciam à Hungria. Ele também é conhecido por sua dura retórica anti-imigração, incluindo um vídeo que mostra um grupo de homens em uma motocicleta, helicóptero e até a cavalo, a captura de imigrantes ilegais

A Hungria é um dos mais hostil ao acolhimento de refugiados e requerentes de asilo entre os países europeus. Em um referendo promovido pelo primeiro-ministro húngaro Viktor Orban, em outubro deste ano, 98,3% dos húngaros rejeitaram o mandato da União Europeia que impunha cotas de refugiados para seus países membros.

No entanto, o referendo não atingiu a participação de 50% exigido por lei, devido a um boicote da oposição. O mesmo Viktor Orban fez declarações em uma linha semelhante à usada por Toroczkai, sugerindo que todos os refugiados que entraram ilegalmente sejam deportados para uma ilha perto da costa da África.

Referência:

Democracia Nacional

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Geopolítica

Emails revelam ligação entre ministro da Turquia – genro de Erdogan – e Estado Islâmico, diz Wikileaks

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Milhares de emails vazados provaram que o ministro de energia e recursos naturais da Turquia, Berat Albayrak – genro do presidente turco Recep Tayyip Erdoğan – tem ligações e faz negócios no ramo petrolífero com o Estado Islâmico.

A Wikileaks divulgou cerca de 56 mil emails mostrando ligações e negociações de Berat Albayrak com a Powertrans, empresa petrolífera que detém o monopólio dos campos de petróleo, rodovias e ferrovias, das áreas controladas pela Estado Islâmico na parte curda do Iraque. Albayrak já negou no passado ter qualquer conexão com a Powertrans, mas os emails foram a comprovação que faltava.

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A Powertrans têm sido constantemente acusada de facilitar o escoamento de petróleo, proveniente do Estado Islâmico, vindo dos campos do Iraque para a Turquia.

Julian Assange, fundador da Wikileaks, justificou o vazamento dos emails citando à repressão de Erdogan contra a mídia – “O povo da Turquia precisa de uma mídia livre e uma internet gratuita. Os esforços de contra-golpe do governo foram bem além de seu propósito de proteger o estado e agora são usados principalmente para roubar ativos e eliminar críticos”, disse Assange.

Berat Albayrak, além de genro de Erdoğan, é um dos indivíduos mais poderosos da Turquia e é visto como alguém que está sendo preparado para ser o sucessor de Erdogan. O presidente linha dura tem consolidado seu controle do poder através da implementação de medidas de emergência ao prender milhares de jornalistas, ativistas e acadêmicos na esteira de um fracassado golpe militar que foi tentado em julho.

Acusações da ligação entre Turquia e Estado Islâmica é antiga

Vale lembrar que em 2014, a repórter da do canal iraniano Press TV, Serena Shim, morreu em um acidente suspeito na fronteira da Síria com a Turquia, dias após registra em vídeo o exército turco facilitando a entrega de armas e mantimentos aos terroristas do Estado Islâmico.

Já em dezembro de 2015, fontes próximas ao Estado Islâmico confirmaram que Ankara fornece aos terroristas armas e munições por meio de corredores no Qatar, sendo que também o petróleo vendido pelos terroristas para a Turquia segue pelo mesmo canal.

“O Estado Islâmico vende regularmente petróleo cru iraquiano e sírio para a Turquia através de intermediários no Qatar”, disse o jornal Al-Akhbar, de língua árabe, citando fontes anônimas dentro do Estado Islâmico.

As fontes reiteraram que a Turquia também vendeu parte do petróleo que comprou do Estado Islâmico por um preço bem barato para alguns países do Leste Europeu.

Também em 2015, o ex-deputado do maior partido da oposição da Turquia, Mehmet Ali Ediboglu, citou que os negócios da família Erdogan giravam em torno de comercializar ilegalmente petróleo com o Estado Islâmico, em entrevista concedida ao Sputnik (clique aqui). O entrevistado sublinhou especialmente que o petróleo proveniente da Turquia chega a Israel, de onde é distribuído para mundo – da região turca de Ceyhan, o petróleo segue para Israel, EUA, Itália, França, Alemanha e Holanda.

Mehmet Ali Ediboglu pontuou também que não só os terroristas do Estado Islâmico praticam esta atividade criminosa, mas também a oposição armada síria (conhecidos como rebeldes moderados) e a Frente al-Nusra, afiliada da Al-Qaeda.

“A única via usada pelos vários grupos terroristas para fornecer o petróleo ao mercado internacional passa pela Turquia”, expôs o deputado.

Por fim, os emails também ofereceram a oportunidade de se observar a estreita relação entre o Sr. Albayrak e Mehmet Ali Yalcindag, este último parceiro de negócios do novo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump.

Referências:

Fars News Agency

The Independent 

 

 

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Judaísmo

Crianças judias de 3 anos são ensinadas que os não-judeus são malignos em escola de Londres

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Uma escola judaica do norte de Londres estava ensinando as suas crianças judias de três anos que os não-judeus são pessoas “malignas”,  como mostra uma cartilha passada pela própria instituição de “ensino”.

Documentos obtidos pelo jornal inglês The Independent, em setembro de 2015, revelam que as crianças são ensinadas sobre o horror do holocausto ainda no jardim de infância, com apenas 3 anos de idade, na escola Beis Rochel, só para meninos, no norte de Londres.

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Um denunciante que preferiu permanecer anônimo mostrou um trabalho passado aos meninos, na faixa etária entre 3 e 4 anos, onde as crianças foram convidadas a completar perguntas relacionadas ao feriado de Kislev, seguido por judeus do grupo Satmer, como por exemplo o dia em que seu fundador o “santo” Rebe, Rabi Yoel Teitelbaum, escapou dos nazistas.

O documento refere-se aos nazistas apenas como “goyim” – termo usado para não-judeus e que algumas pessoas acreditam ser ofensivo.

Emily Green, que ensinava no mesmo colégio só que no setor das meninas, de Beis Rochel, agora preside a organização Gesher, da União Européia, que apóia os judeus ultra-ortodoxos que desejam deixar a comunidade.

“Não é raro ensinarem que pessoas não-judaicas são más nas escolas ultra-ortodoxas judaicas pois é parte das orações, do ensino, de todo o ethos. Psicologicamente, você se torna tão temeroso do mundo lá fora, depois de ser ensinado que todos os não judeus são perigosos, maus e ruins, tornando para muitos mais difícil de saírem de lá”, observou Emily Green chamando o fato de “doutrinação”.

O The Independent traduziu do iídiche a primeira pergunta da cartilha: “O que os goyim malignos (não-judeus) fizeram com as sinagogas e cheders (escolas primárias judaicas)?” – A resposta que se lê no trabalho é: “Queimaram!”

Outra pergunta impactante do odioso material é: “O que os goyim queriam fazer com todos os judeus?” – e a resposta, de acordo com o trabalho, é: “Matá-los”.

” [O material] Não se refere explicitamente ao Holocausto. É um documento que ensina crianças muito novas a terem muito medo e a tratar os não-judeus de maneira muito suspeita por causa do que eles fizeram para nós no passado. Não é uma aula de história – você não pode dizer isso. É uma parábola que está ensinando ativamente as crianças o extremismo, ódio e um medo para com o mundo exterior.”, explicou a fonte que não quis se identificar.

Um porta-voz de Beis Rochel disse que as cartilhas serão consertadas e pediram desculpas por qualquer ofensa. No entanto, eles argumentaram que a frase “goyim” não era ofensiva e que as acusações de que eles estavam doutrinando crianças eram “sem base”.

“A linguagem que usamos não foi de modo algum intencionada para causar ofensa, agora isso foi trazido à nossa atenção, vamos nos esforçar para usar uma linguagem mais precisa no futuro”.

Muitos estudiosos do Talmud também apontaram trechos contendo ódio

O Talmud, livro judaico que é uma compilação de ensinos rabínicos, possui trechos que pregam a segregação e o ódio a cristãos e não-judeus. Foi o que expôs o estudioso Justina Pranaitis, no fim do século XIX e começo do século XX, na obra “O Talmud desmascarado” (clique aqui).

Outra obra que trata do assunto é a de Michael A. Hoffman II e Alan R. Critchley, chamada “A verdade sobre o Talmud” (clique aqui).

Referência:

The Independent

 

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Sociedade

Filha de alto funcionário da União Europeia é estuprada e assassinada por imigrante na Alemanha

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Um crime bárbaro ocorreu na Alemanha: Maria Ladenburger, filha de um alto funcionário da União Europeia foi estuprada e assassinada por um imigrante afegão de 17 anos. A vítima regressava de uma festa na cidade universitária de Freiburg, na Alemanha, quando foi abordada em uma ciclovia, vindo a ser estuprada e depois tendo se afogado no rio Dreisam.

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O pai da menina morta é o Dr. Clemens Ladenburger, um advogado que trabalha como braço direito para o diretor jurídico da Comissão Europeia. Ironicamente a Comissão Europeia é um dos organismos que mais pressionou os países do bloco a aceitarem refugiados. Em Maio deste ano a Comissão chegou a sugerir uma multa de 250 mil euros para os países membros que recusassem receber refugiados.

O fato chocante aconteceu em 16 de outubro, mas os detalhes só foram revelados após uma prisão na última sexta-feira (2). O autor do crime é um imigrante afegão que foi apanhado depois que a polícia encontrou seu DNA em um lenço que pertenceria a Maria e que estava perto do local do crime. Eles também encontraram um fio de cabelo em um arbusto próximo.

Após a prisão, o suspeito de 17 anos se declarou culpado de realizar a ação e será julgado ano que vem. O imigrante não identificado chegou na Alemanha no ano passado como menor desacompanhado e chegou a viver com uma família local na cidade.

A jovem vítima, em seu tempo livre, teria ajudado e feito trabalhos em casas de refugiados em Freiburg, mas não está claro se ela e seu assassino já se conheciam antes do crime ocorrer.

Em 26 de outubro, o pai da vítima e sua esposa Frederika chegaram a colocar um aviso de memória para Maria no jornal Frankfurter Allgemeine que dizia: “Maria foi por 19 anos um singular raio de sol para a nossa família, e ela vai permanecer sendo. Nós agradecemos a Deus por este dom, que ele o fez com a gente. Estamos seguros de que ela está segura com ele.”

Um funeral foi realizado para Maria em outubro em Notre Dame des Graces – Igreja em Bruxelas, na Bélgica. No próximo dia 6 de dezembro Maria completaria 20 anos.

David Müller, chefe da Comissão Especial da Polícia, por fim, explicou: “Através de entrevistas e uma pesquisa na web, fomos capazes de reconstruir as horas finais de Maria”.

Referência:

Daily Express

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Sociedade

“A brasileira morre não por que deseja matar seu bebê mas sim por que quer tê-lo” – Derrubando mitos sobre o aborto

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Um dos vídeos mais icônicos no que diz respeito a expor tudo que está por trás do lobby do aborto é o da palestra da especialista Isabela Mantovani, disponível no Youtube desde 2015. Como falta tempo ou existe má vontade de muitos em lidar com a verdade, o Panorama Livre resolveu transcrever os dados e as partes mais importantes do que foi exposto.

Isabela Mantovani inicia dizendo que deseja desmistificar cinco pontos:

1. Os dados falsos e as estatísticas mentirosas sobre o aborto que são largamente propagados. Ela cita, como exemplo, a falácia que virou mantra: “no Brasil temos 1 milhão, 1 milhão e 500 mil abortos”.

2. A segunda mentira que ela desmistifica é: “com a legalização do aborto, ele diminui” – Ela mostra que quando o aborto é legalizado o número de abortos aumentam.

3. Outro mito que Isabela detona é de que no Brasil, onde o aborto é proibido, há mais abortos que nos países onde ele é legalizado. Ela mostra que tal hipótese absurda é falsa.

4. O quarto ponto desmentido é que no Brasil o número de abortos está aumentando. A especialista mostra justamente que os números de abortos estão diminuindo.

5. Ela encerra brilhantemente, seu último ponto, destruindo a mentira de que o aborto é “questão de saúde pública”. A legalização do aborto tem efeito nulo nos índices de mortalidade materna –  não há relação de causa e efeito entre legalizar aborto e diminuir a mortalidade materna.

Derrubando o mito um – “ocorrem um milhão de abortos no Brasil”

Isabela Mantovani começa expondo da onde saiu o número de que no Brasil há 1 milhão de abortos. Ela descobre que esse falso número é fornecido pelo  Instituto Alan Guttmacher, braço da IPPF – a qual ela classifica como uma grande multinacional do aborto, sendo proprietária de inúmeras clínicas de aborto pelo mundo – e pelo IPAS.

O IPAS, expõe Mantovani, foi fundado na Carolina do Norte, nos anos 1970, e surge para substituir a USAID (United States Agency for International Development), que atuava em conjunto com a Fundação Rockefeller em seu trabalho de diminuição populacional do mundo e controle familiar. A Fundação Rockefeller dividiu seus trabalho em três fases: estudos demográficos que mostrassem o crescimento populacional mundial; o segundo passo foi colocar institutos, centros de planejamento familiar, no mundo todo, incentivando assim a inserção de DIU (dispositivo intrauterino), esterilização forçada nas mulheres entre outros meios; e o terceiro passo foi criar o alarde junto ao governo norte-americano (governo Nixon) de que o crescimento populacional nos países em desenvolvimento trazia sérios riscos a segurança dos Estados Unidos. Nixon então cria, dentro da USAID, um departamento para assuntos populacionais que visa frear o crescimento populacional no mundo – tal departamento, em 15 anos, atingiu US$ 1,7 bilhões em orçamento (menor apenas que o plano Marshall – outro projeto da USAID que visava reconstruir o continente europeu após a segunda guerra).

Com a chegada de Carter ao poder as coisas mudam e ele proíbe que dinheiro público financie aborto fora dos Estados Unidos. Para substituir a USAID, o IPAS é criado com dinheiro privado.

Isabela mostra que o  Instituto Alan Guttmacher prega que para se estimar o número total de abortos você deve pegar o número de internações hospitalares e multiplicar por cinco, já o IPAS diz que você tem que multiplicar por seis – pergunta: da onde foi tirado esse fator de multiplicação? A especialista afirma que eles nunca explicaram da onde isso surgiu e que eles ensinam assim e que as pessoas apenas usam tais métodos e então surgem esses números absurdos.

Vamos aos dados coletados pela especialista:

-Datasus – 2013: 206.270 internações por abortos (espontâneos e provocados).

-Pesquisa Nacional Aborto (UnB e ONG ANIS) – 2010: uma a cada duas mulheres que abortam precisam de internação.

-20 a 25% das internações devido a abortos são por abortos provocados.

Partindo desses dados a estimativa de abortos passa pela conta: 206.270 x 0,25 x 2 = 103.134 abortos no Brasil. .

Então Isabela Mantovani logo pega os Estados Unidos como exemplo e parte para destruir os números mentirosos americanos. Ela expõe que os EUA legalizam o aborto no começo da década de 1970. Vamos aos dados antes da legalização:

-Número absoluto de mortes de mulheres por abortos provocados no EUA: entre 200 e 300 mulheres (não confundir com dados de mortes para cada 100 mil nascituros).

-Número de abortos: 200 mil abortos por ano.

Segundo os que militavam pela legalização do aborto, na época,  o número de mulheres mortas decorrentes de abortos provocados era entre 5 mil e 10 mil e o número total de abortos era de… 1 milhão. Lembrando que na época a população dos Estados Unidos era semelhante a nossa, 200 milhões, coincidência?

Então ela enterra o mito dos milhões de abortos expondo a confissão de um dos maiores militantes pela legalização do aborto, o “doutor” Bernard Nathanson.

“Eu confesso que sabia que os números eram totalmente falsos e suponho que outros, se parassem para pensar sobre isso, também saberiam. Mas, na moralidade da nossa revolução, eram números úteis, amplamente aceitos, então por que não usá-los da nossa forma, por que corrigi-los com estatísticas honestas? A principal preocupação era eliminar as leis [contra o aborto] e qualquer coisa que pudesse ser feita para isso era permitida” (Bernard Nathanson no livro “Aborting America”, 1979, p. 193)

Derrubando o mito dois – “com a legalização do aborto, sua prática diminui”

A especialista, sem muitas delongas, parte logo para os dados:

EUA – legalizado em 1970

*1970 – 193.500 abortos – população 205 milhões

*1975 –  1.034.170 abortos – população 215 milhões

*1980 – 1.553.890 abortos (+626%) – população 227 milhões

*2008 – 1.212.350 abortos (+325%) – população 304 milhões

Suécia – legalizado em 1939

*1939 – 439 abortos

*1949 – 5.503 abortos

*1969 – 13.735 abortos – população 8 milhões

*2010 – 37.698 abortos – população 9,3 milhões

Espanha – legalizado em 1985

*1987 – 16.766 abortos – população 38,6 milhões

*1990 – 37.231 abortos – população 38,8 milhões

*2011 – 118.359 abortos (+488%) – população 46,7 milhões

Inglaterra – legalizado em 1967

Isabela não mostra dados da Inglaterra mas cita o caso do Lord David Steel que 50 anos atrás militava pelo aborto e disse nunca imaginar que os números de abortos seriam tão alarmantes, como revela essa matéria do The Guardian, “Too many abortions: Lord Steel”

Mantovani pontua que isso ocorre porque a geração atual de adolescentes não participou dos debates sobre o tema pois nasceram em uma geração onde matar crianças no ventre já é algo comum e cultural. Reflexos da banalização de assassinar crianças.

Uruguai – legalizado em 2012

Isabela Mantovani explica que no Uruguai também usaram a artimanha de inflar os números de abortos. Primeiro mentiram dizendo que haviam 150 mil abortos, mas o número não bateu com o número de mulheres em idade fértil, então a farsa caiu, houve retratação, o número passou para 50 mil e depois cravaram 33 mil. Em dezembro de 2012 o Uruguai legaliza o aborto e o número de abortos em 2013 bateu 4,5 mil – onde estão os outros 29 mil abortos? Autoridades tentaram afirmar que isso é reflexo da diminuição de abortos mas não convenceram ninguém. Que mulher pensaria – “vou abortar, mas agora que foi legalizado não vou mais”? Não faz sentido.

Derrubando o mito três – “no Brasil há mais abortos que nos países que legalizaram”

Indo direto aos números:

Brasil – 103 mil abortos – população 200 milhões.

França –  200 mil abortos – população 50 milhões

Suécia – 37 mil abortos – população 9,3 milhões

Inglaterra – 100 mil abortos – população 50 milhões

Japão – 200 mil abortos – população 100 milhões

Novamente a especialista cita Bernard Nathanson que dizia que o importante era envolver a mídia para que seus falsos números estejam divulgados em todos os espaços e meios. E completa afirmando que Nathanson dizia que nunca nenhum jornalista perguntou pra ele a origem dos números, a origem dos “1 milhão de abortos” e as pessoas passavam a reproduzir o discurso.

Derrubando o mito quatro – “o aborto está aumentando no Brasil”

Já que o número de abortos é baseado no número de internações hospitalares, Isabela Mantovani mostra que o números das mesmas vem diminuindo ano após ano e o número de curetagens também – que sofreu queda de 12% entre 2008 e 2009. Tudo coerente com os dados de opinião pública pois em 2003, segundo o Ibope, 90% da população era contra o aborto, já em 2005 a aprovação do aborto diminuiu de 10 para 3%, em dois anos a rejeição ao aborto aumentou ainda mais. Já o Data Folha mostrou que, em 1998, 61% das pessoas achavam a prática do aborto algo muito grave e em 2007 esse número subiu para 71% e só 3% consideravam moralmente aceitável tal absurdo.

Então Isabela Mantovani diz que depois disso não apareceram mais pesquisas relacionadas ao tema. Em 2009, Sônia Corrêa disse em um congresso sobre direito reprodutivo na Assembléia Legislativa de São Paulo que a rejeição ao aborto está aumentando ano após ano.

Derrubando o mito cinco – “a legalização do aborto diminui a mortalidade materna”

A legalização do aborto tem efeito nulo sobre a mortalidade materna. A especialista cita o exemplo do Chile – onde a lei do aborto é extremamente restrita – que diminuiu a mortalidade materna de 275 mortes por 100 mil nascidos vivos, na década de 1970, para 18,7, em 2000, sem mexer na legislação do aborto. Já na Índia o aborto é legalizado e a mortalidade materna é altíssima.batendo o número de 200 mortes por 100 mil nascidos vivos.

Fechando com chave de ouro chega a hora de pegar a Polônia como exemplo e é aí que a casa cai para os lobotomizados que defendem a legalização do aborto.

“Veja como a Polônia ela é o calcanhar de Aquiles dessa afirmação [que a legalização diminui a mortalidade materna] por que? Lá quando o aborto era legalizado, na época do regime comunista, a gente tinha uma mortalidade materna de 11, daí com a queda do regime, o aborto foi proibido, a mortalidade materna caiu… para DOIS. Agora eu vou ser honesta com os senhores, eu não vou usar isso daqui para falar, ‘olha legalizar o aborto faz a mortalidade materna aumentar’ – tem gente que usaria, viu? Talvez do outro lado, mas eu não vou ser desonesta com os senhores. Os dados mostram que NÃO há relação entre legalização do aborto e diminuição da mortalidade materna.”, proferiu brilhantemente a especialista Isabela Mantovani.

Mas o que diminuiu a mortalidade materna?

Segundo Mantovani, 92% das causas de morte materna são preveníveis e o que diminuiu é investimento na assistência ao pré-natal, parto e puerpério possibilitando a mulher de acessar o sistema de saúde em tempo oportuno, na hora que ela precisa do sistema.

A palestrante mostra números do Datasus sobre mortalidade materna e suas causas em 2011, o mais atual na época da apresentação:

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-1070 por causas diretas (causas obstétricas como hemorragia, infecção…)

-481 causas indiretas (doenças que a mãe já possuía como diabetes, hipertensão)

-59 causas não especificadas

-135 por abortos, sendo apenas 68 por abortos provocados.

Ou seja 96% das mortes maternas não foram por abortos, mostrando que o coração do problema não está em abortos sejam clandestinos ou não. A brasileira morre não por que deseja matar seu bebê mas sim por que quer parir, ter, seu bebê e não tem acesso a uma estrutura decente.

 

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Sionismo

Israel bombardeia cidade controlada pelo governo sírio

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A força aérea de Israel atacou na noite deste terça-feira (29) a cidade de Al-Saboorah’s, na Síria, município a oeste de Damasco e área controlada pelo regime de Bashar al-Assad. Quatro explosões foram ouvidas e a suspeita é que Israel tentou alvejar representantes do Hezbollah que estariam na cidade que fica próxima da rodovia que liga Beirute, capital do Líbano, a Damasco – capital da Síria.

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O avião israelense fez o ataque, usando o míssil de longo alcance “Popeye”, após violar o espaço aéreo libanês porém não chegou a invadir o espaço aéreo da Síria pois a distância necessária para o bombardeio, a partir do Líbano, era o suficiente para a execução do ataque.

Chefe de Inteligência de Israel diz que enfraquecimento do Estado Islâmico não é bom

Novamente Israel ataca uma região na Síria controlada por aqueles que verdadeiramente combatem o Estado Islâmico: o governo Assad e o Hezbollah. O ataque se dá dias após o chefe de inteligência de Israel, Maj-Gen Herzl Halevi, declarar que o enfraquecimento do Estado Islâmico significa o fortalecimento dos inimigos de Israel.

“Enquanto o grupo terrorista Estado Islâmico estiver se enfraquecendo e seu chamado califado estiver encolhendo, isso também significava que o Irã e seu representante libanês, o Hezbollah, estarão ganhando e isso não seria bom para Israel”, disse Herzl Halevi em uma conferência na Universidade de Tel Aviv, na última segunda-feira (28).

Referências:

Al Masdar News

Al Manar TV

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Síria

Soldado sírio ajuda a libertar distrito e reencontra família após 4 anos

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Uma cena emocionante marcou a liberação do distrito de Hanano, em Aleppo: o reencontro de um soldado do exército sírio com sua família que estava aprisionada na região desde 2012. Nos últimos quatro anos o distrito de Hanano esteve sob o domínio do Estado Islâmico sendo libertado apenas neste último domingo (27).

Confira o maravilhoso reencontro do bravo soldado sírio com sua família:

 

600 pessoas foram libertadas a leste de Aleppo

Outra grande notícia foi a libertação de 600 pessoas que estavam a leste de Aleppo, em uma região controlada pelo Estado Islâmico, e que conseguiram fugir para áreas controladas pelo governo da Síria.

O comandante das Forças Armadas Sírias, coronel Suheil al-Hassan, chegou a falar pessoalmente com os civis libertados diante do canal de TV oficial da Síria.

Referência:

Al Masdar News

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