Síria

Oficiais israelenses, americanos, britânicos, sauditas e turcos morrem após ataque russo a centro de comando do Estado Islâmico

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

Três mísseis Kalibr disparados por navios da marinha russa destruíram um centro de comando do Estado Islâmico na região de Aleppo, na Síria, matando cerca de trinta oficiais, israelenses, britânicos, americanos, turcos, catares e sauditas. Tais oficiais dirigiam operações ao lado de grupos terroristas na região.

É importante frisar que de todos os países na Síria, apenas Rússia e Irã estão atuando legalmente pois ambos operam a pedido do presidente Bashar al-Assad.

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Quem primeiro noticiou foi a agência russa Sputnik por meio de sua filial que faz publicações na língua árabe – “Os navios de guerra russos dispararam três mísseis Kalibr em uma sala de operações de coordenação de oficiais estrangeiros, na região Dar Ezza, na parte ocidental de Aleppo próximos à montanha Sam’an, matando 30 oficiais israelenses e ocidentais,”

A sala de operações foi localizada na parte ocidental da província de Aleppo no meio da montanha Sam’an e em cavernas antigas. A região está nas profundezas de uma cadeia de montanhas.

Como já citado, oficiais dos Estados Unidos, Turquia, Arábia Saudita, Catar e da Grã bretanha também foram mortos, juntamente com oficiais israelenses. Os oficiais estrangeiros que foram mortos na sala de operações estavam dirigindo os ataques dos terroristas em Aleppo e Idlib.

Nos últimos dias a força aérea americana atacou e matou mais de 60 soldados do exército sírio

Vale lembrar que há menos de uma semana a força aérea dos Estados Unidos atacou posições do exército sírio matando ao menos 62 soldados das forças de Assad. Simultaneamente o Estado Islâmico se aproveitou do ataque e ganhou territórios e boa posição de artilharia em Deir ez-Zor. A Rússia convocou uma reunião no conselho de segurança da ONU para acusar os Estados Unidos de estarem ajudando o Estado Islâmico na Síria. Já o Comando Central do exército americano disse que o ataque não passou de um erro. Entretanto ficou claro que os Estados Unidos e seus aliados fazem de tudo para enfraquecer Assad e suas tropas de maneira deliberada.

Os avanços do exército sírio

Um fonte revelou que no começo de setembro, as unidades do exército sírio lançaram um ataque preventivo contra os terroristas da chamada Sala de Operações de Allepo em suas bases próximas a estrada de Castello ao norte de Aleppo e nas fazendas de Mallah, frustrando assim seus planos de atacarem rotas de abastecimento da região.

A fonte disse que unidades de artilharia do exército atacaram as beses dos terroristas perto de fazendas em Castello e Mallah em Zahra Abdo Rabá, Kafar Hamra e Hurayatyn, ferindo e matando dezenas de militantes.

Além disso, a força aérea síria atacou a rota de abastecimento no Norte de Aleppo que vai em direção a Hayyan e Adnan, bem como as estradas de abastecimento a oeste de Aleppo que vão para o norte, alem de quebraram os comboios terroristas em al-Aratab, Urom Kobra e Ma’ara al- Artiq forçando muitos deles a fugirem para as fronteiras turcas.

“Um número de armazéns principais de Khan Touman estão agora sob o controle do exército sírio”, finalizou a mídia de língua árabe.

Referências:

Fars News

Réseau International

 

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Sionismo

Israel e Facebook fazem acordo que visa censurar e eliminar publicações anti-israelenses

Percebendo que está perdendo a batalha da informação, Israel chegou a um acordo com a rede social Facebook que visa bloquear e apagar todo o conteúdo considerado anti-israelense.

Segundo o jornal britânico The Independent, citando fontes israelenses, os diretores do Facebook e as autoridades de Israel estão preparando uma legislação que obriga a rede social mais popular do mundo a eliminar qualquer tipo de conteúdo que é considerado anti-israelense.

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O jornal britânico disse que o mais recente encontro entre executivos israelenses e diretores do Facebook  ocorreu na semana passada e que também incluiu a ministra da Justiça do regime israelense, Ayelet Shaked, conhecida por suas controversas posições anti-palestinos e “argumentos” que justificam o genocídio de palestinos.

Ayeler Shaked é a mesma que em julho de 2014 escreveu em seu Facebook incentivando o massacre de palestinos – “Eles têm de morrer e as suas casas devem ser demolidas. Eles são nossos inimigos e nossas mãos deveriam estar manchadas com o sangue deles. Isto também se aplica as mães dos terroristas mortos.”

Estranhamente esse tipo de discurso foi tolerado pela rede social de Mark Zuckerberg.

O medo da internet revelar a verdade sobre o sionismo

Fontes palestinas relatam que antes de tal legislação ser acordada várias vezes o Facebook removeu conteúdo crítico ao regime de Tel Aviv por ser “anti-israelense”.

O ministro do Interior israelense, Gilad Erdan, descreveu o Facebook como um monstro que coloca a segurança do regime de Tel Aviv em perigo.

Até agora não se sabe quando os novos regulamentos entrarão em vigor, mas ativistas palestinos alertam que esta medida limita severamente a liberdade de expressão dos palestinos.

Eles também acreditam que esta legislação visa censurar todos os tipos de críticas a ocupação de Israel e tem como finalidade não deixar que ativistas e cidadãos usem a plataforma Facebook para mostrar ao mundo as práticas brutais e de repressão que o regime talmúdico de Israel tem sobre palestinos .

Não é a primeira vez que a ocupação sionista está tentando forçar as redes sociais a limitarem a liberdade de expressão de seus usuários: em dezembro de 2015 soube-se que representantes de YouTube e Google se reuniram e concordaram em censurar material crítico ao regime de Israel.

Outra censura comum se dá com o estudo do suposto holocausto judeu por meio de câmaras de gás que teria vitimado 6 milhões de hebreus na segunda guerra mundial. Muitos estudiosos de países europeus como Alemanha e França são proibidos de desmentir a tal farsa inventada pelos sionistas.

Infelizmente para a falsa Israel tanto o número de 6 milhões quanto a existência de câmaras de gás já foram desmentidas pela historiografia.

Referência:

HispanTV

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Geopolítica

Tentaram matar Vladimir Putin? Motorista do presidente russo morre em acidente estranho

O motorista (chauffeur) favorito do presidente da Rússia, Vladimir Putin, morreu após um dos carros presidenciais ser atingido por outro automóvel que vinha em sentido contrário. O presidente russo não estava no veículo na hora da colisão.

A automóvel Mercedez que atingiu o carro presidencial vinha em alta velocidade e invadiu a pista contrária pegando em cheio o BMW guiado pelo motorista de Putin que morreu na hora e que tinha 40 anos de experiência na função. O motorista do outro carro ficou apenas machucado. O nome de ambos envolvidos no incidente não foi revelado.

O carro presidencial é registrado oficialmente como pertencente ao Conselho da Federação – equivalente à Câmara dos Lordes da Rússia.

A cena é forte e o flagrante pode ser visto no vídeo abaixo:

 

Tentaram matar Vladimir Putin?

Da forma esquisita como o acidente se deu, muitos especialistas estão se perguntando se não se trata de uma tentativa frustrada de matar o presidente da Rússia. O vídeo passa a impressão que o motorista que atingiu o carro presidencial joga propositalmente o veículo contra o carro presidencial.

De qualquer maneira isso levanta novos questionamentos sobre o quão seguro o presidente russo realmente estaria.

Referência:

The Sun

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Sionismo

Força aérea israelense ataca exército da Síria na região das colinas de Golã

Se Israel convive pacificamente com os terroristas do Estado Islâmico nas fronteiras das colinas de Golã – como noticiou Panorama Livre – o mesmo não pode se dizer em relação ao Exército Sírio. A força aérea israelense disparou dois mísseis na direção das posições defendidas pelo exército sírio de Bashar al-Assad na noite desta segunda-feira (25).

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Segundo uma fonte militar, os mísseis israelenses erraram os alvos localizados na cidade de Ba’ath. Os helicópteros israelenses atacaram posições da artilharia (morteiros) do Exército Árabe da Síria em Ba’ath porque de acordo com relatórios anteriores vários morteiros teriam sido disparados na parte ocupada por Israel nas colinas de Golã.

No entanto, o Exército Árabe da Síria negou ter disparado morteiros para a parta ocupada por Israel em Golã. Além disso, o exército sírio acusou os rebeldes jihadistas da Jabhat Al-Nusra (braço sírio da Al-Qaeda) de desencadear uma resposta violenta aos militares israelenses.

No passado, os rebeldes jihadistas usaram sua presença na fronteira com Israel como uma maneira de instigar um confronto violento entre os exércitos de Israel e da Síria. Vale lembrar que inúmeros jihadistas que hoje levam terror a Síria já foram flagrados com armas vindas de Israel, Estados Unidos, Reino Unido, Turquia, França e até mesmo Romênia.

Em janeiro, o ministro da defesa de Israel declarou que prefere o Estado Islâmico ocupando a Síria no lugar do Irã – este último aliado de Bashar al-Assad. Curiosamente os inimigos de Israel são os mesmos do Estado Islâmico: Irã, Assad e Hezbollah. Novamente Israel parece estar protegendo o Estado Islâmico das forças de Assad.

Referência: Al-Masdar News

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Terrorismo

Extremistas islâmicos escondiam enorme arsenal de armas próximo a mesquita na Alemanha

Um enorme arsenal foi descoberto, pela polícia alemã, escondido próximo a uma mesquita em  Nordrhein-Westfalen. O armamento pertenceria a islâmicos radicais segundo autoridades locais e foi descoberto após uma operação secreta da forças especiais da polícia alemã.

O grande arsenal estava em uma sala refrigerada de uma mercearia que fica próxima a uma mesquita no estado mais populoso da Alemanha, com quase 18 milhões de pessoas em uma área que inclui Dusseldorf.

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O político local, Ismail Tipi, que é membro do Parlamento de Hesse, revelou detalhes da descoberta e alertou para “o perigo de fundamentalistas salafistas”.

“De acordo com minhas informações, um arsenal de armas incluindo armamento de uso militar foi encontrado nesta busca. O perigo de salafistas fundamentalistas, que estão prontos a usar de violência, se armando na Alemanha, é muito grande. Esta operação secreta que encontrou este esconderijo de armas torna isto mais do que claro”, alertou Tipi.

A Alemanha tem visto um forte aumento no número de islamicos radicais, conhecidos como salafistas, nos últimos anos, com o número total de simpatizantes chegando agora em 8.900, superando os 7.000 do final de 2014, segundo autoridades alemãs.

Parlamentar alemão já recebeu ameaça de morte

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Ismail Tipi continuou e disse já ter recebido ameaças de morte por seus comentários contra jihadistas, quando levantou sua preocupação contra células adormecidas de islâmicos radicais que estariam se preparando para um ataque terrorista na Alemanha.

“As informações sobre este tema está aumentando. O medo é grande de que células salafistas, jihadistas e terroristas do Estado Islâmico na Alemanha obtenham o apoio de serviços de inteligência estrangeiros que não são amigáveis conosco. Através do arsenal de armas, as células adormecidas e os militantes jihadistas podem se armar e se preparar para seu ataque provável. Isto é exatamente o que eu sempre temia. Os políticos devem falar claramente sobre isso”, evidenciou o parlamentar que admite que terroristas islâmicos recebem ajuda de serviços de inteligência.

Por fim, o parlamentar Ismail Tipi fez um pedido

“Se esses medos são justificados, podemos assumir que os arsenais de armas secretos estão sendo montados para um grande ataque terrorista não só na Alemanha, mas em toda a Europa. Seria um abandono de dever, não reconhecer este perigo e se não encontrarmos esses arsenais. Precisamos enxergar esse perigo e lidar com ele o mais rápido possível. Os responsáveis pela nossa segurança devem olhar para isso de perto e compartilhar essas informações com todas as agências de segurança relevantes. Os políticos devem ser claros sobre isso, reportar sobre possíveis perigos e ameaças, educar o povo e chamá-lo para estar bem atento e [também] para relatar todo tipo de coisa observada a polícia. O problema do salafismo e do terrorismo do Estado Islâmico é que ele fica maior quando não reagimos. Aqui todo mundo tem uma responsabilidade”, finalizou Tipi.

A descoberta vem após o governo alemão expressar preocupação de que o Estado Islâmico poderia intensificar os ataques na Europa, uma vez que vem perdendo bastante território no Iraque e na Síria, além de dizer que sua agência de inteligência doméstica está treinada para responder a um ataque em grande escala.

 

A Alemanha está em alerta para possíveis incidentes em grande escala – potencialmente incluindo armas de estilo militar – desde os ataques de Paris em novembro passado e Bruxelas, em março.

O chefe de segurança Hans-George Maassen disse que a agência de inteligência doméstica da Alemanha frustrou uma série de ataques e realizou exercícios de preparação para o terrorismo.

Três homens sírios, no início deste mês, foram considerados suspeitos de planejar ataques em grande escala em Dusseldorf.

Maaseen disse que a agência também foi vigilante para potenciais ataques de indivíduos solitários e de possíveis militantes que entraram no país infiltrados entre mais de um milhão de refugiados que adentraram a Alemanha durante o ano passado.

Ele disse que as autoridades identificaram evidências claras contra 17 indivíduos que tinham entrado na Alemanha disfarçados de refugiados, e a maioria estava morta ou tinha sido presa.

Maaseen aponta: “Temos de manter um olhar particularmente atento sobre este grupo de pessoas.”

Referência:

Express

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Sociedade

Grandes fabricantes de armas decolam na bolsa após massacre em Orlando

As ações das grandes fabricantes de armas dos Estados Unidos subiram com força nesta segunda-feira (13) no pregão de Wall Street. Trata-se do primeiro dia de negociação após o atentado de Orlando na Florida, que reabriu o debate sobre o controle de armas de fogo.

Por motivos óbvios os americanos não caíram na bravata do desarmamento e a cada massacre realizado, as pessoas visam se armar cada vez mais para se protegerem de possíveis atentados futuros. Mais uma vez as vítimas do atentado de Orlando seguiam o padrão de serem pessoas desarmadas em uma área onde o porte de arma não era permitido facilitando assim a ação do terrorista que adentrou o local com um fuzil de assalto AR-15.

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Ações disparam com a tendência dos cidadãos de comprarem mais armas

Quase uma hora após a abertura do dia, as ações da Sturm Ruger & Company subiram 7,46% na Bolsa de Nova York, enquanto as ações da Smith & Wesson subiram 6,31% na Nasdaq.

A Sturm Ruger, quarta maior fabricante de armas no país, fechou o ano passado com US $ 544 milhões em vendas, e atualmente alcançou uma valorização de 1.13 bilhões. Enquanto isso, a Smith & Wesson, a maior fabricante de armas de fogo no país, registrou vendas de quase US $ 211 milhões só no último trimestre, e sua valorização no mercado de ações subiu para 1.22 bilhões de dólares.

Esta foi a primeira sessão do New York Stock Exchange após o tiroteio em uma boate na cidade de Orlando, onde 50 pessoas foram mortas pelo suposto atirador, Omar Siddique Mateen, um americano de origem afegã de 29 anos.

Pouco antes do abate, que deixou também cerca de cinquenta feridos, o suspeito teria jurado fidelidade ao grupo terrorista Estado Islâmico que reivindicou hoje, novamente, o atentado que foi o pior já registrado por um atirador na história dos Estados Unidos.

Referência:

Informacion Sensible

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Geopolítica

União Europeia promete usar novos poderes para barrar governos de “extrema-direita”

O presidente da Comissão Europeia – braço executivo da União Europeia (UE) – cujo líder não é eleito pelo povo, Jean-Claude Juncker prometeu barrar todos os populistas de direita do poder, por todo continente europeu. Isso se daria pouco depois da União Europeia adquirir o poder de exercer “sanções de longo alcance” sobre os governos nacionais eleitos.

De início, Jean-Claude Juncker, o presidente da Comissão Europeia, tinha prometido excluir Norbert Hofer, o líder do Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ), de todas as tomadas de decisão da União Europeia, se o mesmo tivesse sido eleito na Áustria.

“Não haverá nenhum debate ou diálogo com a extrema-direita”, disse o tirânico burocrata liberal.

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O FPÖ tinha sido a força política da Áustria por algum tempo. No entanto, depois de liderar a corrida presidencial, o candidato da direita perdeu por 0,6% para o Partido Verde, após a estranha inclusão dos votos por correspondência. Isso obviamente depois de meses de campanha midiática dos jornais da Europa que chamavam Norbert Hofer de “extrema-direita”.

Os populistas de direita estão periodicamente no topo das corridas presidenciais em todo o continente, como na França, Suécia, Holanda, e mais recentemente Áustria. Outros partidos da chamada “extrema-direita” já estão no poder na Hungria, na Polônia e na República Tcheca. As pautas pregam campanha anti-imigração e nacionalismo.

A definição do Sr. Junker para “extrema-direita” é um tanto quanto ampla, visto que ele já descreveu o presidente conservador da Hungria, Viktor Orbán, como um “fascista”.

Com a onda democrática em todo o continente rumando para a direita, a Comissão anti-democrática poderia estar comprando um grande desafio ao tentar excluir todo e qualquer governo eleito que consideram “extrema-direita”.

Possível embate entre União Europeia e governos nacionais

A partir de 2014, a Comissão recebeu um lote de novos poderes que poderiam plausivelmente usar para destituir um governo. Poderes esses que já estão sendo mobilizados contra os líderes conservadores da Polônia.

A Comissão pode agora aplicar uma “regra do mecanismo da lei” (artigo 7.º do TUE) contra nações que os burocratas julguem como desviadas das “tradições constitucionais comuns dos Estados-Membros.” Em última análise, “sanções de longo alcance” poderiam ser exercidas, e um país pode ser despojado de todos os direitos de voto na União Europeia e ter seu financiamento bloqueado.

Em janeiro deste ano, Frans Timmermans, “vice-presidente” da primeira Comissão não eleita, que está a cargo dos “direitos humanos”, disparou o mecanismo pela primeira vez contra o governo da Polônia, que chegou ao poder com um recorde de votos, na eleição de 2015.

O novo governo entrou em confronto com sua corte constitucional sobre a nomeação de novos juízes liberais e a organização da televisão estatal da Polônia.

Mr. Timmerman e a Comissão deram um ultimato a Polônia e um prazo para o governo polonês recuar que expirou no dia 23 de maio.

Um comissário chegou a viajar para a Polônia para “negociar” com o governo local e ainda sim não há precedentes para indicar o que pode ou vai acontecer a partir desses próximos meses.

No entanto a reação já começou contra os novos líderes anti-democráticos das potências da União Europeia. Viktor Orbán, presidente da Hungria prometeu ajudar a Polônia na luta contra a Comissão, e outras nações do Grupo de Visegrád (aliança entre Hungria, Polônia, República Checa e Eslováquia) podem se juntar a crescente coalizão.

“No futuro, por favor, tenha mais limites em instruir e repreender o parlamento e o governo de um país soberano, democrático”, escreveu o ministro da Justiça polaco Zbigniew Ziobro ao arbitrário Frans Timmermans, em janeiro.

“Esta não é a união, não é o tipo de associação que nós concordamos”, disse Witold Waszczykowski, finalizou o ministro das Relações Exteriores polonês.

Referência:

Breitbart

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