Europa

Muçulmano estupra menina de 14 anos na Suécia e não vai preso com alegação de não entender “não” da vítima

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Apesar de estuprar uma menina de 14 anos, após a vitima ter dito repetidamente “não”, um imigrante muçulmano não será acusado de estupro, na Suécia, após o tribunal alegar que o estuprador teve “dificuldades em interpretar e entender a palavra ‘não'”.

A Suprema Corte da  Suécia – Hovrätten – disse que o iraquiano, que já tinha sido condenado antes, tinha “suspeita de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)”, o que, segundo o tribunal, lhe causava “dificuldades em interpretar e interagir com outras pessoas, bem como reconhecer os padrões que dele é esperado que tenha.”

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A absurda sentença, livrando o estuprador reincidente, se deu apesar da gravação em vídeo da menina resistindo e repetidamente dizendo “não” durante a agressão sexual, além da evidência indicando que a menina foi chantageada pelo imigrante que teria ameaçado assediar sua família.

A corte inclinou-se totalmente para o imigrante, sugerindo que o “não” da garota só se referia ao sexo anal forçado, levando os juízes de alguma forma a não considerarem o ocorrido como estupro.

“Em vez disso, Abdul será condenado a regime de proteção e será incluído no Programa de Relação e Relacionamento com Liberdade, no lugar de pagar 60.000 SEK [cerca de 6.650 dólares] à menina em compensação”, informou a mídia sueca, que também disse que Abdul ainda é cidadão do Iraque.

O incidente ocorreu no dia 4 de outubro de 2016, em Gotemburgo, no próprio apartamento de Abdul, mas não foi relatado como a menina chegou ao local.

Outro imigrante muçulmano acusado de estupro, na Suécia, há dois meses, foi igualmente beneficiado pelo tribunal depois de violar com sexo anal uma menina de 13 anos.

Neste caso o imigrante sírio foi apenas condenado a dois meses de prisão e a pagar o equivalente a 2.800 dólares para a vítima.

Recebeu uma sentença leve porque o tribunal aceitou seus “documentos sírios” que reivindicam que ele era um menor, apesar da papelada sueca indicar que não, tornado o relato da mídia local confuso e até ingênuo.

“O homem de 17 anos, que desde que fez 18, puxou uma menina de 13 anos para um dos banheiros da escola, fechou a porta e depois a estuprou. Durante o julgamento, a idade do estuprador condenado foi uma questão importante. Seus documentos mostram que ele nasceu em 1998, e tinha 18 anos quando os crimes foram cometidos, mas por sua própria admissão ele nasceu em 1999”, informou o jornal sueco Expressen.

Referências:

InfoWars

FriaTider

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Moral

Duterte rechaça aprovar união civil gay e dispara – “Isso não se aplica a nós, porque somos Católicos”

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As Filipinas não vão legalizar uniões entre pessoas do mesmo sexo, disse o presidente Rodrigo Duterte, frustrando assim o que seria uma promessa de campanha de apoiar uma legislação para uniões homossexuais.

Duterte ressaltou que o país é o bastião na Ásia do Catolicismo Romano, que se opõe firmemente ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Ao apontar para uma edição recente da revista Time que abordou questões de gênero, apresentando uma mulher trans em sua capa, ele disse – “Essa é a sua cultura”, referindo-se aos países onde a revista americana circula.

E prosseguiu – “Isto é para eles. Isso não se aplica a nós, porque somos Católicos”, completou Duterte em um longo discurso à pequena comunidade filipina em Mianmar, feito dia 19 de março, onde esteve em visita para reforçar os laços regionais.

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Uma transcrição do discurso foi distribuída aos jornalistas em Manila capital das Filipinas.

“Está no código civil, que indica que você pode casar somente como uma mulher, para mim, e para uma mulher se casar com um homem. Essa é a lei nas Filipinas. ”

Duterte, de 72 anos, disse que estava apenas seguindo o que estava nas leis, afirmando que não se opunha à sexualidade de ninguém. Dois de seus cunhados, e alguns de seus primos, são gays, disse ele.

Mas ele enfatizou: “Onde quer que Deus o tenha colocado, fique aí”. Ele observou que ninguém estava autorizado a “apagar a grande divisão entre uma mulher e um homem”.

Tal posição contrastaria com a postura de Duterte durante a campanha de 2016, quando expressou seu apoio a uma possível legislação que permitiria o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Em um comício pré-eleitoral em janeiro de 2016, Rodrigo Duterte teria dito a progressistas e grupos gays que iria permitir uniões civis entre pessoas do mesmo sexo.

Duterte na ocasião teria dito que parecia haver um “erro na Bíblia” quando esta diz que os casamentos devem ser apenas entre homens e mulheres e que casamentos deveriam ser para “Adão, Eva e os gays”, gerando aplausos do público presente.

Mas desde que ganhou a presidência por uma margem larga em maio, Duterte felizmente ainda não cumpriu essa promessa.

Seus aliados na Câmara dos Deputados, que controlam os votos lá, jogaram para debaixo do tapete um projeto de lei sobre “direitos” dos gays e lésbicas, colocando-o em segundo plano, argumentando que não era uma prioridade.

Tal projeto teria legalizado a união civil entre pessoas do mesmo sexo nas Filipinas, onde a Igreja Católica exerce uma influência política substancial.

A Igreja bloqueou com sucesso até 2012, a aprovação de uma lei de planejamento familiar que exigia contraceptivos gratuitos e ainda está na a frente dos esforços para impedir a conversa sobre a legalização do divórcio. Além do Vaticano, as Filipinas são a única nação do mundo que ainda proíbe o divórcio, mantendo assim a estabilidade de suas famílias.

Apesar de tudo, Rodrigo Duterte tem uma relação complicada com a Igreja Católica, a qual ele tem atacado vulgarmente como uma “instituição hipócrita”. Ele acusou abertamente seus líderes de corrupção e exploração sexual, mostrando que confunde o Clero com a Igreja em si –  que é composta por sua tradição e doutrina que vão além de falhas humanas.

A Igreja nas Filipinas é uma força política quando quer. Ela ajudou a derrubar dois presidentes – Ferdinand Marcos em 1986 e Joseph Estrada em 2001 – sobre alegações de corrupção. E em fevereiro, reuniu cerca de 30.000 pessoas em um protesto em grande parte pacífico, contra Duterte.

Referência:

New York Times

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Terrorismo

“Al-Qaeda está do nosso lado na Síria”, diz e-mail enviado à Hillary Clinton por assessor

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Alguns e-mails vazados que foram enviados à Hillary Clinton por seu assessor político, Jake Sullivan, revelaram o que já estava claro: a Al-Qaeda está do lado dos Estados Unidos na Síria,  na luta para derrubar Assad.

A aliança entre os terroristas e os Estados Unidos, na Síria, foi assunto de dois e-mails enviados a Hillary no dia 12 de fevereiro de 2012.

O segundo e-mail é mais revelador, onde Sullivan expõe claramente a Hillary – “Veja o último item – AQ (Al-Qaeda) está do nosso lado na Síria. De outra maneira, as coisas têm basicamente ocorrido como esperado.”

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Quando Sullivan pede a Hillary Clinton para se atentar ao último item, ele se refere ao último item do e-mail anterior que trata de um líder da Al-Qaeda, chamado Al-Zawahiri, pedindo apoio dos muçulmanos da Turquia e do Oriente Médio a ajudarem as forças rebeldes da Síria contra Assad.

“AL-ZAWAHIRI EXORTA O APOIO MUÇULMANO PARA OPOSIÇÃO (U)

O líder da Al-Qaida, al-Zawahiri convocou muçulmanos na Turquia e no Oriente Médio para ajudar as forças rebeldes em sua luta contra os apoiadores do presidente sírio Assad, em uma gravação de vídeo interna. Al-Zawahiri também incitou o povo sírio a não confiar na AL (Arab League), Turquia, ou nos Estados Unidos para ajuda”

De fato foi o que ocorreu desde então, Turquia, Estados Unidos e os principais países da Liga Árabe – como Arábia Saudita e Qatar – ajudaram e ainda ajudam os terroristas na Síria na tentativa de derrubar Bashar al-Assad, em uma guerra onde mercenários são usados para intervir e desestabilizar um país que era soberano.

Referência:

Wikileaks

 

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Sociedade

Não é piada! Jornal mais popular da Suécia sugere proibir carros para combater terrorismo

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jornal sueco

Não é piada, nem notícia do Sensacionalista – o jornal mais popular da Suécia, o Aftonbladet, sugeriu que carros sejam proibidos em algumas cidades e grandes centros do país, após o atentando da última sexta (7) em Estocolmo que matou 4 pessoas – dois suecos, um britânico e um belga.

A matéria assinada por Eva Franchell – que prega o estatuto do descarramento – já diz no primeiro parágrafo que “carros se transformaram em armas mortais. Eles andam sendo fáceis de roubar e, em seguida, nada é capaz de parar seu avanço”.

O texto ainda cita atentados em outros países onde carros foram os meios usados para a prática do terrorismo –  “Em Nice, Berlim, Jerusalém, Londres e Estocolmo, eles têm sido usados como máquinas eficazes de assassinato, pelos terroristas que desejam matar muitas pessoas”, observa o texto do jornal.

Interessante é que em nenhum momento a jornalista sueca citou os responsáveis por conduzirem os veículos que foram usados nos atentados e seus perfis, interesses e como eles entraram na Suécia.

Então, a conclusão “genial” que a jornalista Eva Francell chegou é que, “se as pessoas no futuro querem proteção, os carros devem simplesmente ser removidos dos locais onde as pessoas se reúnem e dos centros das cidades” – pois – “não é razoável que um grande caminhão seja conduzido diretamente para uma das ruas mais movimentadas de Estocolmo, numa tarde de sexta-feira, antes da Páscoa.”

Francell descreveu como “incrível” ser possível dirigir ao redor da parte medieval da capital sueca e sugeriu a mudança das entregas de lojas e restaurantes para horários onde as pessoas não estejam nas ruas.

“A maioria dos problemas com mobilidade e transporte público podem ser resolvidos com as entregas de lojas e restaurantes acontecendo nos momentos em que as pessoas não estejam nas ruas”, afirmou com seriedade.

A tolice da proposta consiste em uma questão muito simples: caso você remova um meio, uma ferramenta, usada por terroristas, eles criarão ou usarão outras, pois o plano não muda jamais, os meios, sim, podem mudar e serem adaptados a situação. Quem não tem carro mata com…

Para ministra do Meio Ambiente diminuição de carros é questão de gênero

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De acordo com a ministra do Meio Ambiente da Suécia, Karolina Skog, carros são conduzidos em sua maioria por homens e isso é uma forma deles tomarem espaço das mulheres.

“Os carros são conduzidos em grande parte por homens, dando muito espaço aos carros, estamos dando muito espaço aos homens – às custas das mulheres”, disse a autoridade do meio ambiente da Suécia.

A decadência sueca está a vista para que o mundo possa ver. O exemplo sociológico de como uma civilização pode ser arruinada por distorções ideológicas implantadas por forças internacionais está diante de todos.

Referência:

Aftonbladet

Breitbart

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Geopolítica

Ataque contra Síria coloca os EUA no mesmo lado do Estado Islâmico, diz senador Rand Paul

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O senador republicano Rand Paul foi cirúrgico –  em um artigo escrito para a Fox News na sexta-feira (7), o parlamentar do Kentucky disse que o recente ataque dos Estados Unidos contra uma base aérea síria significa que os Estados Unidos estão lutando do mesmo lado do grupo terrorista Estado Islâmico.

Por ordem direta do presidente Donald Trump, os detroyers de mísseis guiados US Porter e o US Ross da Marinha americana, dispararam 59 mísseis de cruzeiro Tomahawk a partir do Mediterrâneo no aeroporto de Shayrat na Síria, no início da sexta-feira, destruindo até 20 aeronaves sírias e russas.

O ataque foi em retaliação por um suposto ataque químico ocorrido na terça-feira (4) que Washington insiste que foi realizado por caças que operam a partir da base atacada.

“Não se engane, bombardear Assad significa que os Estados Unidos estão lutando do mesmo lado do ISIS (Daesh)”, escreveu Rand Paul em seu artigo, descrevendo a política de Trump como “perigosa e moralmente errada”.

“A ação militar não é de interesse da nossa segurança nacional e não deve ser autorizada. Nossas intervenções anteriores nesta região não fizeram nada para nos tornar mais seguros, e na Síria não será diferente”, continuou o legislador.

Notando que o presidente sírio, Bashar al-Assad, tem lutado contra os terroristas, Rand Paul advertiu que remove-lo do poder transformaria a Síria em outra Líbia, onde a intervenção liderada pelos EUA em 2011, para expulsar o ex-líder Muammar Gaddafi, saiu pela culatra e deu origem a grupos extremistas.

“Quem assumiria a Síria se Assad fosse deposto? A experiência na Líbia nos diz que o caos poderia reinar”, advertiu o republicano.

Rand Paul, que dirigiu uma candidatura presidencial mal sucedida contra Trump no ano passado, disse que o presidente tem que consultar o Congresso antes de tomar uma ação militar contra outros países.

“Não importa quem é presidente ou qual é seu partido, é minha convicção de que o presidente precisa da autorização do Congresso para a ação militar, como exigido pela Constituição”, pontuou.

A opinião de Rand Paul irritou o presidente do cômitê de serviços aramdos do Senado John McCain, que disse que seu colega republicano tinha perdido influência no Senado.

“Somos muito diferentes e ele não tem nenhuma influência real no Senado dos Estados Unidos”, disse McCain à CNN. “Eu não presto nenhuma atenção francamente ao que o Senator Paul diz.”

O senador do Arizona acusou Paul de estar errado em “todas as outras questões que conheço de segurança nacional”.

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Para além dos discursos, John McCain é aquele mesmo que aparece junto com o que na época eram chamados de “rebeldes sírios”, em maio de 2013, que hoje compõem as fileiras do Estado Islâmico.

McCain foi um dos incentivadores do financiamento dessa gente e talvez por isso, atualmente, defenda que os ataques aéreos americanos, contra Assad, continuem pois assim ajudará os terroristas os quais ajudou criar.

Referências:

Press TV

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Guerra

Exército sírio abriu fogo contra aeronave dos EUA em Al-Qamishli

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Uma unidade das Forças Especiais da Síria atacou um avião de reconhecimento dos Estados Unidos que sobrevoava suas posições no nordeste da Síria, segundo confirmou uma fonte militar.

A aeronave de reconhecimento dos EUA estaria pairando sobre a Base do Regimento 54 do Exército Sírio em Al-Qamishli, quando o pessoal da instalação abriu fogo contra o avião.

A aeronave fugiu da área depois que entrou em contato com o Exército Sírio – o fato se deu na noite deste sábado (8), acrescentou a fonte militar.

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O confronto de hoje no distrito de Al-Qamishli marca a primeira vez, desde sexta-feira (7), que as forças dos EUA e da Síria se confrontaram, desta vez com a Síria se defendendo da força aérea americana.

Também neste sábado, aviões da coalizão dos Estados Unidos e aliados mataram 15 civis, incluindo três crianças e uma mulher, nos campos a oeste de Raqqa, na vila de Huneida.

Há também relatos de aviões americanos atacando combatentes curdos da chamada Força Democrática Síria – grupo que luta contra o Estado Islâmico – também em Raqqa porém ao norte da cidade.

Raqqa é um dos principais distritos do Estado Islâmico e essa série de ataques, da coalizão liderada pelos Estados Unidos, que acertam inúmeros grupos exceto os terroristas, levanta algumas questões: esses bombardeios não estariam efetivamente ajudando o Estado Islâmico e blindando sua permanência na região?

Referência:

Al Masdar

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Geopolítica

13 postagens de Donald Trump alertando os EUA para não atacarem a Síria

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Donald Trump mudou de postura – na terça-feira (4) criticou Barack Obama dizendo que sua “inação” levou o regime Assad a fazer um ataque químico mortal em Idlib, para então, nesta quinta-feira (6), lançar arbitrariamente um ataque direto a Síria.

O mero pensamento lógico e as condições materiais do conflito mostram que Bashar al-Assad jamais cometeria tal atrocidade.

Primeiro, que o regime sírio já está dominando as principais cidades do país e combate o Estado Islâmico em distritos que cedo ou tarde voltarão a seu controle, estando com a guerra praticamente ganha, isso tudo sem ter precisado usar armas químicas.

Segundo, que o governo não possui armas químicas porém o Estado Islâmico sim, já tendo usado inclusive contra o exército sírio, além de já ter tido laboratórios e fábricas de químicos desmanteladas.

Desta maneira ficou claro que Trump aderiu a falsa narrativa judaica, de que Assad atacou o próprio povo com químicos, para ter uma desculpa para mudar de lado e tomar medidas que beneficiam Israel e seus terroristas na região – já que a ocupação sionista assume há tempos que prefere o Estado Islâmico, na Síria, a regimes aliados do Irã.

Sendo claro: o ataque americano liderado por Trump ajuda o Estado Islâmico e a Al-Qaeda na região, todavia Trump ainda aproveitou para alfinetar Obama:

“O presidente Obama disse em 2012 que iria estabelecer uma ‘linha vermelha’ contra o uso de armas químicas porém não fez nada. Essas ações hediondas do regime Bashar al-Assad são uma consequência da fraqueza e indecisão da última administração”, disse cinicamente Donald Trump.

Porém digamos que Trump se “esqueceu” de sua própria postura diante da guerra na Síria, ao clamar, durante anos, que  Obama “não deveria atacar a Síria” e que caso o fizesse, precisaria da aprovação do congresso.

As 13 postagens abaixo, feitas por Trump, provam que ele entende as consequências de atacar a Síria e que por motivos maiores e ocultos, mudou de lado, atacando tal nação sem a aprovação do congresso e muito menos sem esperar a conclusão das investigações relacionadas ao suposto ataque químico de Idlib:

1. “O que nós conseguiremos bombardeando a Síria além de mais débitos e possivelmente um conflito a longo prazo? Obama precisa de aprovação do congresso [para bombardear a Síria]”

2. Se Obama atacar a Síria e civis inocentes se machucarem ou morrerem, ele e os EUA vão parecer muito maus

3. “‘Sr. Trump você atacaria a Síria ou não?’ Não, vamos fazer nosso país grande novamente enquanto eles lutam a guerra deles”

4. “‘Como você trataria a situação da Síria caso presidente?’ Eu deixaria eles lutarem uns com os outros – foco nos EUA!”

5. “Se os EUA atacarem a Síria e atingirem os alvos errados, matando civis, haverá um inferno mundial para pagarmos. Fique longe e conserte o quebrado EUA.”

6. “O que digo é fique longe da Síria.”

7. “A única razão pela qual o Presidente Obama quer atacar a Síria é para preservar sua cara [reputação] sobre sua estúpida declaração da linha vermelha [que não deveria ser ultrapassada]. Não ataque a Síria, conserte os EUA.”

8. “NOVAMENTE, PARA O NOSSO LÍDER INSENSATO, NÃO ATAQUE A SÍRIA – SE VOCÊ O FIZER MUITAS COISAS RUINS ACONTECERÃO E DESTE COMBATE OS EUA NÃO CONSEGUIRÃO NADA!”

9. “A Rússia está enviando uma frota de navios para o Mediterrâneo. A guerra de Obama na Síria tem potencial para se transformar em um conflito mundial.”

10. “Presidente Obama, não ataque a Síria. Não há nenhuma vantagem e sim uma tremenda desvantagem. Guarde sua “tacada” para outro (e mais importante) dia!”

11. “Não ataque a Síria – um ataque nos trará nada além de problemas para os EUA. Foco em tornar o nosso país forte e grande novamente!”

12. “Devemos parar de falar, ficar fora da Síria e de outros países que nos odeiam, reconstruir nosso próprio país e torná-lo forte e grande novamente – EUA!”

13. “Não devemos atacar a Síria mas se eles fizerem o movimento estúpido, por fazer, a Liga Árabe, cujos membros estão rindo da gente, devem arcar!”

Referência:

Middle East Eye

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