Sionismo

Força aérea israelense ataca exército da Síria na região das colinas de Golã

Se Israel convive pacificamente com os terroristas do Estado Islâmico nas fronteiras das colinas de Golã – como noticiou Panorama Livre – o mesmo não pode se dizer em relação ao Exército Sírio. A força aérea israelense disparou dois mísseis na direção das posições defendidas pelo exército sírio de Bashar al-Assad na noite desta segunda-feira (25).

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Segundo uma fonte militar, os mísseis israelenses erraram os alvos localizados na cidade de Ba’ath. Os helicópteros israelenses atacaram posições da artilharia (morteiros) do Exército Árabe da Síria em Ba’ath porque de acordo com relatórios anteriores vários morteiros teriam sido disparados na parte ocupada por Israel nas colinas de Golã.

No entanto, o Exército Árabe da Síria negou ter disparado morteiros para a parta ocupada por Israel em Golã. Além disso, o exército sírio acusou os rebeldes jihadistas da Jabhat Al-Nusra (braço sírio da Al-Qaeda) de desencadear uma resposta violenta aos militares israelenses.

No passado, os rebeldes jihadistas usaram sua presença na fronteira com Israel como uma maneira de instigar um confronto violento entre os exércitos de Israel e da Síria. Vale lembrar que inúmeros jihadistas que hoje levam terror a Síria já foram flagrados com armas vindas de Israel, Estados Unidos, Reino Unido, Turquia, França e até mesmo Romênia.

Em janeiro, o ministro da defesa de Israel declarou que prefere o Estado Islâmico ocupando a Síria no lugar do Irã – este último aliado de Bashar al-Assad. Curiosamente os inimigos de Israel são os mesmos do Estado Islâmico: Irã, Assad e Hezbollah. Novamente Israel parece estar protegendo o Estado Islâmico das forças de Assad.

Referência: Al-Masdar News

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Terrorismo

Extremistas islâmicos escondiam enorme arsenal de armas próximo a mesquita na Alemanha

Um enorme arsenal foi descoberto, pela polícia alemã, escondido próximo a uma mesquita em  Nordrhein-Westfalen. O armamento pertenceria a islâmicos radicais segundo autoridades locais e foi descoberto após uma operação secreta da forças especiais da polícia alemã.

O grande arsenal estava em uma sala refrigerada de uma mercearia que fica próxima a uma mesquita no estado mais populoso da Alemanha, com quase 18 milhões de pessoas em uma área que inclui Dusseldorf.

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O político local, Ismail Tipi, que é membro do Parlamento de Hesse, revelou detalhes da descoberta e alertou para “o perigo de fundamentalistas salafistas”.

“De acordo com minhas informações, um arsenal de armas incluindo armamento de uso militar foi encontrado nesta busca. O perigo de salafistas fundamentalistas, que estão prontos a usar de violência, se armando na Alemanha, é muito grande. Esta operação secreta que encontrou este esconderijo de armas torna isto mais do que claro”, alertou Tipi.

A Alemanha tem visto um forte aumento no número de islamicos radicais, conhecidos como salafistas, nos últimos anos, com o número total de simpatizantes chegando agora em 8.900, superando os 7.000 do final de 2014, segundo autoridades alemãs.

Parlamentar alemão já recebeu ameaça de morte

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Ismail Tipi continuou e disse já ter recebido ameaças de morte por seus comentários contra jihadistas, quando levantou sua preocupação contra células adormecidas de islâmicos radicais que estariam se preparando para um ataque terrorista na Alemanha.

“As informações sobre este tema está aumentando. O medo é grande de que células salafistas, jihadistas e terroristas do Estado Islâmico na Alemanha obtenham o apoio de serviços de inteligência estrangeiros que não são amigáveis conosco. Através do arsenal de armas, as células adormecidas e os militantes jihadistas podem se armar e se preparar para seu ataque provável. Isto é exatamente o que eu sempre temia. Os políticos devem falar claramente sobre isso”, evidenciou o parlamentar que admite que terroristas islâmicos recebem ajuda de serviços de inteligência.

Por fim, o parlamentar Ismail Tipi fez um pedido

“Se esses medos são justificados, podemos assumir que os arsenais de armas secretos estão sendo montados para um grande ataque terrorista não só na Alemanha, mas em toda a Europa. Seria um abandono de dever, não reconhecer este perigo e se não encontrarmos esses arsenais. Precisamos enxergar esse perigo e lidar com ele o mais rápido possível. Os responsáveis pela nossa segurança devem olhar para isso de perto e compartilhar essas informações com todas as agências de segurança relevantes. Os políticos devem ser claros sobre isso, reportar sobre possíveis perigos e ameaças, educar o povo e chamá-lo para estar bem atento e [também] para relatar todo tipo de coisa observada a polícia. O problema do salafismo e do terrorismo do Estado Islâmico é que ele fica maior quando não reagimos. Aqui todo mundo tem uma responsabilidade”, finalizou Tipi.

A descoberta vem após o governo alemão expressar preocupação de que o Estado Islâmico poderia intensificar os ataques na Europa, uma vez que vem perdendo bastante território no Iraque e na Síria, além de dizer que sua agência de inteligência doméstica está treinada para responder a um ataque em grande escala.

 

A Alemanha está em alerta para possíveis incidentes em grande escala – potencialmente incluindo armas de estilo militar – desde os ataques de Paris em novembro passado e Bruxelas, em março.

O chefe de segurança Hans-George Maassen disse que a agência de inteligência doméstica da Alemanha frustrou uma série de ataques e realizou exercícios de preparação para o terrorismo.

Três homens sírios, no início deste mês, foram considerados suspeitos de planejar ataques em grande escala em Dusseldorf.

Maaseen disse que a agência também foi vigilante para potenciais ataques de indivíduos solitários e de possíveis militantes que entraram no país infiltrados entre mais de um milhão de refugiados que adentraram a Alemanha durante o ano passado.

Ele disse que as autoridades identificaram evidências claras contra 17 indivíduos que tinham entrado na Alemanha disfarçados de refugiados, e a maioria estava morta ou tinha sido presa.

Maaseen aponta: “Temos de manter um olhar particularmente atento sobre este grupo de pessoas.”

Referência:

Express

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Sociedade

Grandes fabricantes de armas decolam na bolsa após massacre em Orlando

As ações das grandes fabricantes de armas dos Estados Unidos subiram com força nesta segunda-feira (13) no pregão de Wall Street. Trata-se do primeiro dia de negociação após o atentado de Orlando na Florida, que reabriu o debate sobre o controle de armas de fogo.

Por motivos óbvios os americanos não caíram na bravata do desarmamento e a cada massacre realizado, as pessoas visam se armar cada vez mais para se protegerem de possíveis atentados futuros. Mais uma vez as vítimas do atentado de Orlando seguiam o padrão de serem pessoas desarmadas em uma área onde o porte de arma não era permitido facilitando assim a ação do terrorista que adentrou o local com um fuzil de assalto AR-15.

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Ações disparam com a tendência dos cidadãos de comprarem mais armas

Quase uma hora após a abertura do dia, as ações da Sturm Ruger & Company subiram 7,46% na Bolsa de Nova York, enquanto as ações da Smith & Wesson subiram 6,31% na Nasdaq.

A Sturm Ruger, quarta maior fabricante de armas no país, fechou o ano passado com US $ 544 milhões em vendas, e atualmente alcançou uma valorização de 1.13 bilhões. Enquanto isso, a Smith & Wesson, a maior fabricante de armas de fogo no país, registrou vendas de quase US $ 211 milhões só no último trimestre, e sua valorização no mercado de ações subiu para 1.22 bilhões de dólares.

Esta foi a primeira sessão do New York Stock Exchange após o tiroteio em uma boate na cidade de Orlando, onde 50 pessoas foram mortas pelo suposto atirador, Omar Siddique Mateen, um americano de origem afegã de 29 anos.

Pouco antes do abate, que deixou também cerca de cinquenta feridos, o suspeito teria jurado fidelidade ao grupo terrorista Estado Islâmico que reivindicou hoje, novamente, o atentado que foi o pior já registrado por um atirador na história dos Estados Unidos.

Referência:

Informacion Sensible

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Geopolítica

União Europeia promete usar novos poderes para barrar governos de “extrema-direita”

O presidente da Comissão Europeia – braço executivo da União Europeia (UE) – cujo líder não é eleito pelo povo, Jean-Claude Juncker prometeu barrar todos os populistas de direita do poder, por todo continente europeu. Isso se daria pouco depois da União Europeia adquirir o poder de exercer “sanções de longo alcance” sobre os governos nacionais eleitos.

De início, Jean-Claude Juncker, o presidente da Comissão Europeia, tinha prometido excluir Norbert Hofer, o líder do Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ), de todas as tomadas de decisão da União Europeia, se o mesmo tivesse sido eleito na Áustria.

“Não haverá nenhum debate ou diálogo com a extrema-direita”, disse o tirânico burocrata liberal.

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O FPÖ tinha sido a força política da Áustria por algum tempo. No entanto, depois de liderar a corrida presidencial, o candidato da direita perdeu por 0,6% para o Partido Verde, após a estranha inclusão dos votos por correspondência. Isso obviamente depois de meses de campanha midiática dos jornais da Europa que chamavam Norbert Hofer de “extrema-direita”.

Os populistas de direita estão periodicamente no topo das corridas presidenciais em todo o continente, como na França, Suécia, Holanda, e mais recentemente Áustria. Outros partidos da chamada “extrema-direita” já estão no poder na Hungria, na Polônia e na República Tcheca. As pautas pregam campanha anti-imigração e nacionalismo.

A definição do Sr. Junker para “extrema-direita” é um tanto quanto ampla, visto que ele já descreveu o presidente conservador da Hungria, Viktor Orbán, como um “fascista”.

Com a onda democrática em todo o continente rumando para a direita, a Comissão anti-democrática poderia estar comprando um grande desafio ao tentar excluir todo e qualquer governo eleito que consideram “extrema-direita”.

Possível embate entre União Europeia e governos nacionais

A partir de 2014, a Comissão recebeu um lote de novos poderes que poderiam plausivelmente usar para destituir um governo. Poderes esses que já estão sendo mobilizados contra os líderes conservadores da Polônia.

A Comissão pode agora aplicar uma “regra do mecanismo da lei” (artigo 7.º do TUE) contra nações que os burocratas julguem como desviadas das “tradições constitucionais comuns dos Estados-Membros.” Em última análise, “sanções de longo alcance” poderiam ser exercidas, e um país pode ser despojado de todos os direitos de voto na União Europeia e ter seu financiamento bloqueado.

Em janeiro deste ano, Frans Timmermans, “vice-presidente” da primeira Comissão não eleita, que está a cargo dos “direitos humanos”, disparou o mecanismo pela primeira vez contra o governo da Polônia, que chegou ao poder com um recorde de votos, na eleição de 2015.

O novo governo entrou em confronto com sua corte constitucional sobre a nomeação de novos juízes liberais e a organização da televisão estatal da Polônia.

Mr. Timmerman e a Comissão deram um ultimato a Polônia e um prazo para o governo polonês recuar que expirou no dia 23 de maio.

Um comissário chegou a viajar para a Polônia para “negociar” com o governo local e ainda sim não há precedentes para indicar o que pode ou vai acontecer a partir desses próximos meses.

No entanto a reação já começou contra os novos líderes anti-democráticos das potências da União Europeia. Viktor Orbán, presidente da Hungria prometeu ajudar a Polônia na luta contra a Comissão, e outras nações do Grupo de Visegrád (aliança entre Hungria, Polônia, República Checa e Eslováquia) podem se juntar a crescente coalizão.

“No futuro, por favor, tenha mais limites em instruir e repreender o parlamento e o governo de um país soberano, democrático”, escreveu o ministro da Justiça polaco Zbigniew Ziobro ao arbitrário Frans Timmermans, em janeiro.

“Esta não é a união, não é o tipo de associação que nós concordamos”, disse Witold Waszczykowski, finalizou o ministro das Relações Exteriores polonês.

Referência:

Breitbart

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Sionismo

Israel e Estado Islâmico convivem sem se atacarem na região das colinas de Golã

Israel ignora grupo do Estado Islâmico que está baseada ao lado das colinas de Golã, no vale Yarmouk. A presença desse grupo do Estado Islâmico tão perto de Israel levanta muitas questões, como a possível colaboração entre ambas as partes.

O primeiro questionamento seria o porquê do Estado Islâmico não atacar Israel a partir da referida base? Da mesma forma por que a Força de Defesa de Israel (exército de Israel) ainda não atacou esse grupo de extremistas, que atualmente é pequeno e fraco, em sua fronteira? As respostas a essas perguntas mostram o que há por trás de tamanha passividade.

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O vale Yarmouk está encravado entre Jordânia, Síria e nos territórios ocupados por Israel nas colinas de Golã. O vale consiste em algumas pequenas cidades, a maioria das quais estão agora controladas pelo Estado Islâmico filiadas ao Liwa Shuhada al-Yarmouk ou Brigada dos Mártires de Yarmouk (BMY). Este grupo foi criado por Mohammad al-Baridi, conhecido por seu apelido “O Tio ‘, em 2012, no sudoeste da Síria, bem próximo de Israel.

O grupo começou relativamente moderado, com uma estreita aliança com o Exército de Libertação da Síria, este último apoiado por Estados Unidos, França, Reino Unido, Israel e outros aliados. Mas a moderação rapidamente se dissipou durante o curso da guerra civil síria.

O início de 2013 porém viu a Brigada dos Mártires ganhar poder no vale de Yarmouk. O grupo em 2013 passou a ter confrontos militares com Jabhat al-Nusra, o grupo sírio da al-Qaeda, que detinha o poder em Daraa (sudoeste da Síria). Isto levou ao assassinato de al-Baridi pela al-Nusra em novembro de 2015. Durante este tempo, o grupo construiu uma pequena área para si na orla de Daraa junto às colinas de Golã. A Brigada dos Mártires continuou a se distanciar da al-Nusra, enquanto ainda promovia leis islâmicas conservadoras.

A Brigada dos Mártires de Yarmouk começou, em 2015, a implementar reformas islâmicas. A política foi implementada sob al-Baridi (líder assassinado) que tentou “corrigir” as políticas do regime anterior. Isto incluiu a criação de um tribunal e de uma força de polícia islâmica. A Brigada dos Mártires também mudou o nome de seu departamento de governança para Diwan al-hisba – “Diwan” traduzindo do termo regional significa “Estado Islâmico”. O grupo até mudou seu logotipo para incorporar a bandeira do Estado Islâmico. Até o final de 2015 a Brigada dos Mártires de Yarmouk tornou-se um sub-grupo do Estado Islâmico apenas a poucos passos de distância de Israel que parece não se importar muito visto que o Estado Islâmico é um exército mercenário usado no projeto da criação da Grande Israel.

E de fato a aliança entre a Brigada e os terroristas significa que o Estado Islâmico agora compartilha uma fronteira com Israel. Em um dos discursos de al-Baghdadi – líder do Estado Islâmico morto no início de 2016 e que chegou a receber cuidados médicos de Israel – ele falou sobre a ocupação sionista, no entanto ele só se referia à área como “Palestina”, provavelmente em um esforço para evitar reconhecer tal “estado”, visando assim manter as aparências. Al-Baghdadi lembrou aos judeus da ‘Palestina’ que o Estado Islâmico não se esqueceu deles, mas pelo correr dos fatos, obviamente tudo não passa de bravatas.

A Brigada dos Mártires de Yarmouk já provocou indignação internacional quando em 2013, o grupo sequestrou cerca de 20 soldados das forças de paz das Filipinas que serviam as Nações Unidas. Eles mantiveram os reféns por duas semanas antes de liberá-los.

Lembrando que o sequestro se deu dentro de territórios ocupados por Israel e ainda sim isso não foi o suficiente para Israel atacar o grupo. Pelo visto Israel não anda muito preocupado e nem enxerga como ameaça um grupo capaz de atacar  soldados que servem a ONU.

Israel ataca os inimigos do Estado Islâmico mas não o Estado Islâmico

Israel teve vários ataques aéreos autorizados pela Síria durante a guerra civil no país. Estes ataques aéreos no entanto, não tiveram como alvo o Estado Islâmico ou a al-Nusra ou outros grupos jihadistas sunitas. Estes ataques foram direcionados aos grupos filiados aos xiitas, predominantemente o Hezbollah – grupo que reconhece o governo Assad e é inimigo do Estado Islâmico.

Israel, em setembro de 2014, também abateu um avião da Força Aérea Síria que penetrou no espaço aéreo de Golã: pela primeira vez desde a guerra árabe-israelense de 1973 que a Força de Defesa de Israel  atacou um veículo militar oficial da Síria. Israel mostrou durante a guerra civil síria, que está disposto a atacar aqueles que ameaçam sua integridade territorial mas não o Estado Islâmico, deixando claro que os terroristas fazem um trabalho sujo a favor do sionismo.

A Brigada dos Mártires de Yarmouk  entrou no território israelense e ainda sim nenhum conflito foi registrado. Na verdade houveram relatos publicados pela revista Foreign Policy, que Israel está longe de combater as milícias na fronteira de Golã e que, pelo contrário, a ocupação sionista estaria prestando cuidados de saúde aos militantes do Estado Islâmico.

Cerca de 1.000 “sírios”, em 14 meses receberam tratamento, de acordo com o tenente-coronel Peter Lerner. O tenente-coronel chegou a dizer – “nós não fazemos qualquer habilitação ou verificar de onde eles são ou qual grupo eles estão lutando, ou se são civis.”

Muitos se perguntam por que Israel tem uma postura tão relaxada em relação ao Estado Islâmico, quando na verdade é perceptível que o regime sionista aparelhou o Estado Islâmico.

É nítido que Israel não está focado em atacar o Estado Islâmico e grupos sunitas, mas sim os grupos xiitas na Síria. Os ataques aéreos de Israel atingem forças do regime Assad e o Hezbollah, mas nunca o Estado Islâmico ou a al-Nusra.

Uma correspondência entre a então secretária de Estado americano, Hillary Clinton e o conselheiro político Jacob Sullivan, sobre os objetivos de Israel na região, expuseram porque Israel ignora o Estado Islâmico. Em 2012, no início do conflito, Sullivan disse que havia “um lado positivo para a guerra civil na Síria.” Este dito “lado positivo”, para uma guerra que custou mais de 400 mil vidas era que, “se o regime Assad tombasse, o Irã perderia seu único aliado no Oriente Médio e seria isolado”. Isso iria agradar Israel, que sob o governo de Netanyahu não parou de fazer alarde de uma possível ameaça iraniana. Uma guerra que desestabiliza o aliado do Irã beneficiaria os interesses israelenses. Esta crença maquiavélica explica como o Estado Islâmico é usado para desestabilizar a região pelo eixo Londres-Washington-Tel Aviv.

O vale do Yarmouk ser tranquilamente controlado pelo Estado Islâmico é só mais uma amostra que Israel maquinou perfeitamente a balcanização da região e que, acima de tudo, mantém seus aliados bem próximos e protegidos.

Referência:

Open Democracy

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Terrorismo

Imprensa saudita detona: Estados Unidos explodiu World Trade Center para forçar “guerra ao terror”

A imprensa saudita ainda está furiosa com a votação unânime do Senado dos Estados Unidos que aprovou uma lei que permite as famílias das vítimas dos atentados, de 11 de setembro de 2001, processar a Arábia Saudita.

A resposta saudita veio com o diário Al-Hayat, com sede em Londres, que afirmou que os EUA planejaram os ataques contra o World Trade Center a fim de criar uma guerra global contra o terror – revelando assim um atentado de falsa bandeira ou bandeira falsa.

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O artigo, escrito pelo especialista jurídico árabe Katib al-Shammari afirma que as ameaças americanas para expor documentos que comprovam o envolvimento saudita nos ataques são parte de uma política de longa data dos EUA, que ele chama de “a vitória por meio de arquivos.”

Al-Shammari afirmou que os EUA escolhem manter algumas cartas na manga, a fim de usá-las em uma data posterior. Um exemplo é a escolha de não invadir o Iraque, na década de 1990, mantendo o seu líder Saddam Hussein vivo para usar como “moeda de troca” contra outros estados do Golfo. Apenas uma vez os xiitas ameaçaram varrer a região, fazendo os norte-americanos agirem para se livrar de Hussein, “uma vez que já não o viam como um ás na manga.”

O articulista saudita afirmou então que os ataques de 11/9 eram outro tipo de carta na manga guardada, permitindo que os EUA culpassem quem fosse adequado às suas necessidades em um determinado momento. Katib al-Shammari lembra que os Estados Unidos primeiro culparam a Al-Qaeda e os talibãs, em seguida o regime de Saddam Hussein, no Iraque, e agora a Arábia Saudita.

“O 11 de setembro é uma das cartas vencedoras nos arquivos americanos, porque todas as pessoas sábias no mundo que são especialistas em política norte-americana e que analisam as imagens e os vídeos dos atentados (de 9/11) concordam unanimemente que o que aconteceu nas torres foi uma ação puramente americana, planejada e executada dentro dos EUA. A prova disso é a sequência de explosões contínuas que dramaticamente rasgaram através de ambos os edifícios (…) Engenheiros estruturais especialistas demoliram (as torres) com explosivos, enquanto a colisão dos aviões só deu a luz verde para a detonação – eles (os aviões) não eram a razão para o colapso. Mas os EUA continuam espalhando a culpa em todas as direções.”, jogou no ventilador Katib al-Shammari.

A intenção dos ataques, continuou al-Shammari em seu artigo, foi a criação de “um inimigo obscuro – o terrorismo – que se tornou aquilo que os presidentes americanos culpam por todos os seus erros” e que iria prover uma justificativa para qualquer “operação suja” em outros países .

O rótulo de terror foi aplicado aos muçulmanos apesar de ter sido muçulmanos que ajudaram a América derrotar os soviéticos e trazer um fim à Guerra Fria, Al-Shammari prossegue. O problema, afirma o articulista, é que os EUA devem sempre encontrar um novo ímpeto de ter um adversário, pois “a natureza dos EUA é que eles não podem existir sem um inimigo.”

O artigo de Al-Shammari ocorre em meio a uma torrente de artigos vociferantes na imprensa saudita que variam de acusar os EUA de serem “esquizofrênicos” por fazerem o que chamam de um conluio com o Irã e que caso a lei “satânica” passe, isto iria “abrir as portas do inferno.”

Vale lembrar que os atentados de 11 de setembro de 2001 foram um trabalho interno, como bem revelou o articulista saudita, que contou com o auxílio financeiro da Arábia Saudita, assistência do serviço de inteligência de Israel – Mossad – e com a execução dos próprios órgãos governamentais dos Estados Unidos.

Referência:

Breitbart

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Sociedade

Ator de Senhor dos Anéis denuncia poderoso círculo de pedofilia em Hollywood

A estrela de Senhor dos Anéis, Elijah Wood, afirmou que os jovens atores de Hollywood estão sendo abusados sexualmente por predadores, pessoas poderosas que trabalham na indústria, as quais chamou de “víboras”. O ator de O Hobbit, de 35 anos, disse ao jornal The Sunday Times que o abuso infantil “provavelmente ainda acontece” em Hollywood.

Elijah Wood

Várias alegações chocantes que as principais figuras de Hollywood têm protegido abusadores de crianças têm circulado amplamente nos últimos anos. Várias figuras da indústria seguem fazendo alegações convictas de abuso sexual. Antigos atores mirins – incluindo o ator de The Goonies,  Corey Feldman, hoje com 44 anos – alegou que, na sua época de adolescente, ele estava “cercado” por molestadores.

Anne Henry, co-fundador da Bizparentz – um grupo para ajudar jovens atores – disse que Tinseltown (referente a indústria do cinema em Hollywood) está abrigando em torno de ‘100 abusadores de ativos ‘.

Elijah Wood, que estrela seu novo filme “The Trust” disse ao The Sunday Times que sua mãe lhe protegera contra abusos quando ele chegou pela primeira vez em Hollywood com oito anos de idade.

“Eu tenho ido por caminhos escuros para perceber que essas coisas, provavelmente, ainda acontecem. Se você é inocente, você tem muito pouco conhecimento do mundo e se você quiser ter sucesso, as pessoas com interesses parasitas vão ver você como  sua presa. O que me irrita sobre essas situações é que as vítimas não podem falar tão alto quanto as pessoas no poder.”, desabafou o ator que interpretou Frodo Baggins em O Senhor dos Anéis e acredita que outros atores permanecem em perigo.

Elijah Wood falou com o The Sunday Times sobre Jimmy Savile, um artista britânico que abusou sexualmente de dezenas de vítimas ao longo de cinco décadas. Savile foi até nomeado cavaleiro pela rainha e seus crimes só foram revelados após a sua morte, apesar de anos de rumores e insinuações que levaram as acusações a um encobrimento por parte do governo e chefes da radiodifusão.

Já Anne Henry acredita que cerca de três quartos dos atores mirins que “sairam dos trilhos” mais tarde em suas vidas tinham sido abusadas em Hollywood.

“Este problema tem sido endêmico em Hollywood por um longo tempo e ele está finalmente vindo à luz. Pessoas muito ruins ainda estão trabalhando aqui, protegidos por seus amigos.”, explicou Anne Henry, co-fundadora da Bizparentz, um grupo para ajudar jovens atores, que enfatizou que em  Tinseltown há em torno de ‘100 abusadores ativos’.

Nos últimos 10 anos, várias pessoas ricas e significativas envolvidas na indústria foram condenados. Alguns deixaram a prisão e voltaram para Hollywood e continuaram a trabalhar com crianças.

Elijah Wood, que agora sabe que teve sorte de não ser abusado, compara as alegações em Hollywood com as reclamações relacionadas a Savile após a sua morte em outubro de 2011.

“Vocês todos cresceram com Savile… Jesus, que deve ter sido devastador. É evidente que algo maior está acontecendo em Hollywood. Isso é tudo organizado. Há um monte de víboras nesta indústria. Há uma escuridão de baixo dos panos, se você pode imaginar, isso provavelmente aconteceu”, exclamou o ator.

Corey Feldman, que foi uma das maiores estrelas infantis na década de 1980, foi abusado quando era um jovem ator. “O problema número um em Hollywood era e é – e sempre será – a pedofilia”, denunciou direto ao ponto o Feldman.

Outros atores criança teriam relatado que ouviram de adultos que era perfeitamente normal homens mais velhos e rapazes mais jovens terem relações sexuais na indústria.

Corey Feldman disse a um tablóide britânico, há quatro anos: “Quando eu tinha 14 anos e 15 anos, as coisas foram acontecendo comigo. Estes homens mais velhos foram ficando em torno de mim como abutres.”

Ele passou a sofrer com o alcoolismo, problemas de saúde mental e tornou-se viciado em drogas. Seu amigo, Corey Haim, outro ator infantil, morreu de pneumonia aos 38 anos em 2010. Feldman afirma que um “magnata de Hollywood” é o culpado pela morte de seu amigo. Ele disse que os agressores ainda estão trabalhando e são algumas das pessoas mais ricas e poderosas no negócio. Corey Feldman Alegou também que inúmeras  festas na piscina foram realizadas em Los Angeles, durante a década de 1990 – hospedadas principalmente pelo milionário empresário judaico Marc Collins-Rector.

Nestas festas, Marc Collins-Rector e outros homens teriam abusado sexualmente de garotos adolescentes, de acordo com processos movidos em 2000 e 2014.

Segundo o grande ator  Marlon Brando, Hollywood é controlada por judeus

Referência:

Daily Mail

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