Geopolítica

Documento vazado do exército dos EUA revela: FMI e Banco Mundial são armas de “Guerra Não-Convencional”

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Um manual militar sobre “guerra não convencional” foi vazado recentemente pelo WikiLeaks. No material o Exército dos EUA afirma que as grandes instituições financeiras globais – como o Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – são entes usados ​​como “armas financeiras não convencionais em tempos de conflito e até incluindo guerra geral em grande escala”, bem como em alavancar “as políticas e a cooperação dos governos estaduais”.

O documento, oficialmente intitulado “Manual de Campo (FM) 3-05.130, Operações Especiais do Exército e Guerra Não Convencional” e originalmente elaborado em setembro de 2008, foi recentemente destacado pelo WikiLeaks à luz dos recentes acontecimentos na Venezuela, Síria, Líbia, Iraque, bem como em outros países, tendo sido descrito como o “manual de mudança de regime” dos militares.

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As postagens recentes do WikiLeaks sobre o assunto chamaram a atenção para uma única seção do documento de 248 páginas, intitulado “Instrumento Financeiro do Poder Nacional dos EUA e Guerra Não-Convencional”. Esta seção em particular observa que o governo dos EUA aplica “recursos financeiros unilaterais e indiretos através de influência persuasiva para instituições financeiras internacionais e domésticas em relação à disponibilidade e termos de empréstimos, doações ou outras formas de assistência financeira à agentes estrangeiros estatais e não-estatais”, e especificamente cita o Banco Mundial, o FMI e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), bem como o Banco de Compensações Internacionais (Bank for International Settlements – BIS), como “espaços diplomático-financeiros dos EUA para alcançar tais metas”.

O manual também apregoa a “manipulação estatal das taxas e juros” junto com outras “medidas legais e burocráticas” para “abrir, modificar ou fechar fluxos financeiros” e ainda afirma que o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Tesouro dos EUA – que supervisiona as sanções dos EUA contra outras nações – “tem uma longa história de condução de guerra econômica valiosa para qualquer campanha de Guerra Não-Convencional (USO – Unconventional Warfare) para as Forças de Operações Especiais do Exército [dos EUA]”.

Nesta mesma seção do manual prossegue observando que essas armas financeiras podem ser usadas pelos militares dos EUA para criar “incentivos financeiros ou ‘desincentivos’ para persuadir adversários, aliados e substitutos a modificar seus comportamentos nos níveis estratégicos, operacionais e táticos” e que tais campanhas de guerra não convencionais são altamente coordenadas com o Departamento de Estado e a Comunidade de Inteligência na âmbito de “quais elementos do terreno humano na Área de Operações de Guerra Não Convencional são mais suscetíveis ao engajamento financeiro.”

O papel dessas instituições financeiras internacionais “independentes” como extensões do poder imperial dos EUA é desenvolvida em outras partes do manual onde várias dessas instituições são descritas em detalhes em um apêndice intitulado “O Instrumento Financeiro do Poder Nacional”. O Banco Mundial e o FMI são listados como Instrumentos Financeiros e Instrumentos Diplomáticos do Poder Nacional dos EUA, bem como partes integrantes do que o manual chama de “sistema atual de governança global”.

Além disso, o manual afirma que os militares dos EUA “entendem que a manipulação do poder econômico adequadamente integrada pode e deve ser um componente da Guerra Não-Convencional”, significando que essas armas são uma característica regular das campanhas das guerras não convencionais dos Estados Unidos.

Outro ponto de extrema importância é que essas armas financeiras são em grande parte governadas pelo Conselho de Segurança Nacional (NSC), que atualmente é dirigido por John Bolton. O documento observa que o NSC “é o principal responsável pela integração dos instrumentos econômicos e militares do poder nacional no exterior”.

“Independente” mas controlado
Embora o Manual de Guerra Não-Convencional seja notável por declarar tão abertamente que instituições financeiras consideradas “independentes” como o Banco Mundial e o FMI são essencialmente extensões do poder do governo dos EUA. Analistas já vinham observando há décadas que essas instituições têm consistentemente alavancado as metas geopolíticas norte-americanas no mundo.

De fato, o mito da “independência” do Banco Mundial e do FMI é rapidamente corroído pela simples observação da estrutura e do financiamento de cada instituição. No caso do Banco Mundial, a instituição está localizada em Washington e o presidente da organização sempre foi um cidadão dos EUA escolhido diretamente pelo presidente dos Estados Unidos. Em toda a história do Banco Mundial, o Conselho de Governadores da instituição nunca rejeitou a escolha de Washington.

Nesta segunda-feira passada, foi relatado que o presidente Donald Trump nomeou o ex-economista do Bear Stearns, David Malpass, para liderar o Banco Mundial. Malpass notoriamente fracassou em prever a destruição de seu ex-empregador durante a crise financeira de 2008 e provavelmente limitará os empréstimos do Banco Mundial à China e aos países aliados desta.

Além de escolher seu presidente, os EUA também são o maior acionista do Banco Mundial, tornando-o o único país membro a ter direitos de veto. De fato, como observa o Manual de Guerra Não-Convencional vazado, “Como as principais decisões exigem uma maioria qualificada de 85%, os Estados Unidos podem bloquear quaisquer mudanças importantes” à política do Banco Mundial ou aos seus serviços prestados. Além disso, o secretário do Tesouro dos EUA, o ex-banqueiro da Goldman Sachs e “rei da hipoteca”, Steve Mnuchin, funciona como governador do Banco Mundial.

Embora o FMI seja diferente do Banco Mundial em vários aspectos, como sua missão declarada e foco, ele também é amplamente dominado pela influência e financiamento do governo dos EUA. Por exemplo, o FMI também está sediado em Washington e os EUA são o maior acionista da empresa – o maior de longe, detendo 17,46% da instituição – e também paga a maior cota para a manutenção da instituição, pagando US $ 164 bilhões em compromissos financeiros com o FMI anualmente . Embora os EUA não escolham o principal executivo do FMI, ele usa sua posição privilegiada como o maior financiador da instituição para controlar a política do FMI ao ameaçar reter seu financiamento do FMI se a instituição não cumprir as exigências de Washington.

Como consequência da influência desequilibrada dos EUA sobre o comportamento dessas instituições, essas organizações usaram seus empréstimos e doações para “aprisionar” nações endividadas e impuseram programas de “ajuste estrutural” a esses governos sobrecarregados de dívidas que resultam em privatizações em massa de ativos estatais, desregulamentação e austeridade que beneficiam rotineiramente as corporações estrangeiras sobre as economias locais. Frequentemente, essas mesmas instituições – ao pressionarem os países para desregulamentar seu setor financeiro e por meio de negociações corruptas com os agentes estatais – trazem os problemas econômicos que eles então tentam “consertar”.

Na Venezuela, por exemplo, os dois lados estão submetidos aos ditames do monstro usurário composto pelos EUA e seus bancos. O regime ditatorial de Maduro em 2017 vendeu a preço de banana títulos da petrolífera – Petroleos de Venezuela (PDVSA) – com valores nominais de 2,8 bilhões de dólares por 865 milhões de dólares à já citada casa bancária Goldman Sachs, conforme noticiou Panorama Livre na época.

Não custa lembrar que o grosso do petróleo venezuelano é exportado em dólar para os Estados Unidos, correspondendo a pelo menos 44% do que é exportado, quase o dobro do que a Venezuela vende de petróleo para a China.

Outro ponto é o fato de Maduro ter desde sempre uma atitude provocadora suspeita com os americanos. Sempre criou crises diplomáticas desnecessárias que mais pareciam tentar chamar os EUA para a América do Sul, além de provocar uma enorme crise humanitária na Venezuela. Se Maduro quisesse romper de fato com o aparato ianque que fugisse do padrão do dólar ou não vendesse suas riquezas aos americanos. Se for pra cair, que caia incomodando e não criando polêmica vazia.

O mesmo vale para o outro marionete americano, o “presidente interino” Juan Guaidó – que diz apoiar a Internacional Socialista – e que já está solicitando fundos do FMI e, portanto, criando dívidas controladas pelo FMI para financiar seu possível governo.

Isso é altamente significativo porque mostra que o topo entre os objetivos de Guaidó, além de privatizar de vez as reservas de petróleo maciças da Venezuela, é novamente algemar o país à máquina de dívida controlada pelos EUA.

No entanto, a Venezuela está longe de ser o único país da América Latina a ser alvo dessas armas econômicas disfarçadas de instituições financeiras “independentes”. Por exemplo, o Equador – cujo atual presidente tentou trazer o país de volta às boas graças de Washington – chegou a conduzir uma “auditoria” de seu asilo ao jornalista e editor do WikiLeaks, Julian Assange, a fim de obter um resgate de US $ 10 bilhões junto ao FMI. O Equador concedeu asilo a Assange em 2012 e os EUA buscam fervorosamente sua extradição por acusações ainda seladas desde então.

Além disso, em 2018, os EUA ameaçaram o Equador com “ uma punição por meio de medidas comerciais” se o país apoiasse na ONU o aleitamento materno contra as fórmulas infantis, em uma ação que surpreendeu a comunidade internacional, mas expôs a disposição do governo dos EUA de usar “armas econômicas” contra as nações ibero-americanas.

Além do Equador, outros alvos recentes de “guerra” massiva do FMI e do Banco Mundial incluem a Argentina, que recebeu o maior empréstimo de resgate do FMI na história no ano passado. Esse pacote de empréstimos foi, sem surpresa, fortemente empurrado pelos EUA, de acordo com um comunicado do secretário do Tesouro, Mnuchin, lançado no ano passado.

O grande Salazar já alertara Juscelino Kubitschek sobre o perigo do FMI

Em uma biografia de Juscelino Kubitschek, há um trecho mostrando que o grande estadista português Antônio de Oliveira Salazar já alertava o até então presidente brasileiro sobre os riscos a soberania nacional de se negociar com o FMI.

salazar

 

Referência:

MintPress

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Judaísmo

Justiça dos EUA acusa bilionária judia ligada aos Rothschild de proteger culto sexual e de tráfico infantil

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O cerco pode estar se fechando para a bilionária judia Clare Bronfman, herdeira cuja família possui negócios com a casa de Rothschild por meio da empresa “Bronfman Rothschild“.  Além de ter sido indiciada por extorsão no tribunal federal do Estados Unidos em julho – acusação ligada ao seu envolvimento com o diretor de operações do culto sexual NXIVM, que também tinha em suas fileiras Allison Mack, estrela do seriado Smallville – agora, os promotores de justiça afirmam que Clare Bronfman está protegendo seus companheiros com uma enorme quantia de dinheiro na forma de um fundo fiduciário de defesa.

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Um juiz federal no Brooklyn disse que está planejando trazer todos os membros do suposto culto para a corte porque ele encontrou “problemas” com este fundo de defesa criado por Bronfman.

Segundo o NY Post relatou, “os promotores disseram que Bronfman criou um fundo financeiro irrevogável (irrevocable trust) para sustentar seus colegas de culto enquanto eles vão a julgamento pagando por advogados de defesa de primeira linha”.

O juiz Nicholas Garaufis realizou uma audiência inicial sobre a questão no mês passado, onde decidiu que a documentação relacionada a todos que contribuem para o fundo deve ser entregue.

A ordem do juiz observou que todos os réus no caso devem comparecer a uma reunião do tribunal “para resolver questões pois [a corte] identificou em sua revisão da escritura do Fundo a declaração de que os réus se submeteram”, segundo o relatório.

Para quem não sabe, Clare Bronfman é herdeira da fortuna multi-bilionária de Edgar Bronfman, que era chefe da Seagram – do ramo de bebidas alcoólicas. O figurão Edgar Bronfman também foi presidente do Congresso Mundial Judaico (World Jewish Congress) entre 1979 e 2007. Uma entidade internacional a qual o jornalista polonês Rafa Ziemkiewicz chamou de uma “gangue de chantagistas internacionais”, segundo reportou a mídia israelense Haaretz.

A família Bronfman também tem laços muito estreitos com a dinastia bancária Rothschild, com membros de ambas as famílias pertencentes a muitas das mesmas empresas, incluindo a já citada firma financeira Bronfman Rothschild.

Além disso, pelo menos três membros de alto escalão da organização, incluindo outra judia chamada Nancy Salzman e as duas irmãs Bronfman – Sara e Clare -, são integrantes da fundação de Bill Clinton, a Clinton Global Initiative, que exige uma taxa de adesão anual de 15 mil dólares.

Salzman, sua filha Lauren e a escrituradora da seita NXIVM, Kathy Russell, também foram acusadas ​​de conspiração e de extorsão na acusação de substituição do caso.

Após se apresentar ao tribunal em julho, Clare Bronfman, se livrou da cadeia após concordar em usar tornozeleira eletrônica e depositar 100 milhões de dólares em fiança – ilustrando o quão grande é sua fortuna.

Embora Bronfman não seja acusada de tráfico sexual, como os líderes do grupo, Keith Raniere e Allison Mack, Frank Parlato, um ex-publicista da seita NXIVM que se tornou denunciante, disse ao New York Post que Bronfman está entre as líderes mais duras da organização.

“Ela é a executora – a brutal Clare está executando a [operação] agora, e ela é a mais implacável delas. Estou emitindo um aviso absoluto agora. Clare Bronfman é uma verdadeira fanática, e se houver uma situação a lá Jim Jones, todos cometerão suicídio, exceto ela”, revelou Frank Parlato no ano passado.

O Daily Mail informou que “Bronfman contratou Susan R. Necheles, uma das principais advogadas de colarinho branco do país, para cuidar do caso dela”.

A maior parte do financiamento para o grupo NXIVM – que correspondem a mais de 150 milhões de dólares – tem origem dos fundos fiduciários das herdeiras judias da Seagram, Sara e Clare Bronfman.

Seu envolvimento com Raniere teve início em 2002 e tem sido controverso, com outros membros da família Bronfman se distanciando das irmãs publicamente.

Embora este detalhe extremamente importante esteja sendo deixado de lado nos noticiários, uma das principais acusações no boletim criminal contra Raniere e a atriz Allison Mack é o tráfico sexual de crianças.

Embora Clare Bronfman não tenha sido acusada no suposto caso de tráfico sexual de crianças, de acordo com um comunicado de imprensa da Procuradoria dos EUA ela auxiliava o grupo responsável pelos crimes:

“Raniere e Bronfman conspiraram para cometer roubo de identidade decorrente de um esquema para obter os nomes de usuários e senhas de inimigos percebidos e críticos de Raniere, a fim de monitorar suas comunicações eletrônicas.

Raniere e Bronfman participaram de uma conspiração de roubo de identidade envolvendo o uso de informações bancárias e de cartão bancário pertencentes a um dos parceiros sexuais de Raniere após sua morte em novembro de 2016. Bronfman enviou a Raniere os e-mails regulares documentando as despesas cobradas do cartão de crédito da mulher. Essas despesas incluíam pagamentos a um quiroprático para o benefício de Raniere, bem como milhares de dólares em compras de roupas e sapatos para a mãe do filho de Raniere.

Bronfman encorajou e induziu a entrada ilegal nos Estados Unidos de um estrangeiro para ganho financeiro de Bronfman, realizando transferências eletrônicas internacionais para fazer com que parecesse de forma fraudulenta que a vítima tinha recursos financeiros para obter um visto de investidor.

Raniere e seu círculo íntimo, incluindo os réus Clare Bronfman, Allison Mack, Nancy Salzman, Lauren Salzman e Kathy Russell, também conhecidos como “Prefeitos”, e outros conhecidos e desconhecidos, compunham uma empresa criminosa organizada (a “Enterprise”).

O principal objetivo da Enterprise era obter benefícios financeiros e pessoais para os membros da Enterprise, promovendo o réu Keith Raniere, também conhecido como “Vanguard”, e recrutando novos membros na organização da pirâmide.

Ao promover Raniere e recrutar outros para as Organizações Pytu-id, os membros da Enterprise esperavam receber oportunidades financeiras e aumentar o poder e o status dentro da Enterprise”, reportou a Procuradoria.

No topo de todas as acusações atuais enfrentadas pelo líder do culto, Raniere também é acusado de ter uma história de pedofilia, com acusações que remontam a mais de 20 anos, envolvendo garotas de apenas 12 anos.

Em 2012, várias mulheres foram entrevistadas pelo Albany Times Union sobre as experiências sexuais coercivas que tiveram com Raniere quando eram jovens. Uma das mulheres no caso foi encontrada morta por um tiro antes de poder dar a entrevista. Sua morte foi considerada suicídio.

Clare Bronfman divulgou um comunicado em dezembro de 2017, sobre as alegações contra o grupo NXIVM, negando qualquer incorreção de sua parte:

“Os últimos meses foram profundamente dolorosos para mim, pois vi meus amigos, associados e a organização de quem cuido estar sob fogo. Alguns me perguntaram por que eu continuo sendo membro e por que ainda apoio o NXIVM e Keith Raniere. A resposta é simples: eu vi muitas coisas boas vindo de nossos programas e do próprio Keith. Seria uma tragédia perder as ideias e ferramentas inovadoras e transformadoras que continuam a melhorar a vida de tantas pessoas.”, expôs Clare Bronfman.

Essa defesa do culto NXIVM veio a tona mesmo após inúmeras denúncias de mulheres que “escaparam” da organização com suas terríveis e brutais histórias de tortura e estupro. Bronfman parece excessivamente confiante de que ela e seu grupo vão superar as acusações, e essa informação recente sobre seu fundo financeiro pode ser um grande indicador que as irmãs judias passarão ilesas.

Há inúmeros outros exemplos de criminosos sexuais bilionários – como Jeffrey Epstein – escapando de qualquer forma de punição real por seus crimes contra inúmeras vítimas.

Referência:

D.C. Dirty Laundry

Free Thought Project

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Sionismo

Centenas de armas provenientes de Israel e OTAN são confiscadas após fuga de terroristas islâmicos

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Israel continua financiado o terrorismo na Síria. Nesta semana, o exército Sírio (SAA) fez a apreensão de um enorme estoque de armas que foram deixadas pelos terroristas islâmicos na região de Ghouta Oriental, na área de Damasco.

Os militares sírios descobriram caixas de munição, metralhadoras, RPGs e lançadores de artilharia enquanto vasculhavam a região de Ghouta Oriental.

Um repórter de campo da Agência de Notícias Árabe Síria (SANA) informou nesta quarta-feira (30) que algumas das armas encontradas foram fabricadas por Israel e pela OTAN, incluindo metralhadoras confiscadas.

Veja abaixo as fotos divulgadas pelo repórter da SANA:

Referência:

Al Masdar

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Sionismo

Exército de Israel censura notícia que expõe o suporte israelense aos terroristas na Síria

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As forças armadas israelenses (em inglês IDF) passaram a censurar notícias sobre o fato de Israel fornecer armas e suprimentos para grupos terroristas na Síria. O jornal Jerusalem Post foi notificado pelo sensor militar israelense e teve que remover sua matéria intitulada “IDF Confirms: Israel Provided Light-Weapons To Syrian Rebels” (IDF confirma: Israel forneceu armas leves aos rebeldes sírios).

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No entanto, a notícia que trata sobre a transferência de quantias significativas de dinheiro, armas e munições para terroristas no sul da Síria ainda está disponível nos resultados de pesquisa do Google – contudo quando clica-se na matéria, aparece uma mensagem de erro dizendo que a página já não está mais disponível.

O apoio recebido pelos terroristas por Tel Aviv se dá com a “Operação Bom Vizinho”, que Israel descreve como sendo apenas uma missão humanitária focada em fornecer aos sírios “comida, roupas e combustível”.

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Este incidente demonstra mais uma vez que são falsas todas as alegações de Tel Aviv de não estar envolvido no conflito em curso na Síria.

Mais ameaças à Síria no caso de supostos ataques químicos

O chefe da equipe de defesa da França, François Lecointre, declarou em 6 de setembro que as forças francesas estão prontas para atacar a Síria mais uma vez se armas químicas forem usadas durante a próxima batalha de Idlib.

“Estamos prontos para atacar se as armas químicas forem usadas novamente”, disse a principal autoridade militar à mídia local. “Eles podem ser realizados em nível nacional, mas é de nosso interesse fazê-lo com o maior número possível de parceiros.”

Também no dia 6 de setembro, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou que o Pentágono não tem informações de inteligência sugerindo que os terroristas sírios sejam capazes de realizar um ataque químico. Assim, se tal ataque for encenado, os EUA e seus aliados não investigarão o incidente pois  já  partirão da premissa que o governo de Damasco será culpado.

Os membros do Estado Islâmico realizaram vários ataques contra posições do exército sírio na margem ocidental do Eufrates. De acordo com fontes pró-governo e pró-Estado Islâmico, várias soldados do exército sírio e terroristas foram mortos nos confrontos. No entanto, o Estado Islâmico não conquistou nenhuma posição.

Fontes locais dizem que o ataque foi realizado para tirar a atenção do exército sírio da área de al-Safa e da região ao sudeste da cidade de Deir Ezzor. Uma fonte da 11ª Divisão do exército sírio disse ao portal SouthFront que as tropas do governo estão atualmente reforçando suas posições em torno do deserto de Homs. O objetivo é limitar as capacidades do Estado Islâmico de realizar ataques a partir desta área contestada.

De acordo com fontes pró-turcas, um total de 170 membros das Unidades de Proteção do Povo Curdo (PKK) foram “neutralizados” pelas Forças Armadas Turcas, na Turquia, norte da Síria e norte do Iraque. Em agosto. As forças lideradas pela Turquia também detiveram cerca de 253 suspeitos nas operações anti-PKK na Turquia. 70 deles detidos sob custódia.

Apesar dessas alegações, o exército turco e seus representantes ainda não conseguiram eliminar a insurgência dos combatentes curdos do YPG na área de Afrin, no norte da Síria, capturada pelas forças lideradas por Ancara no início deste ano. Células do YPG realizam ataques às forças turcas lá com alguma constância.

Referência:

Veterans Today

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Guerra

Rússia acusa EUA, Reino Unido e França de auxiliarem terroristas visando forjar ataque químico na Síria

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O Ministério da Defesa da Rússia acusou os Estados Unidos, o Reino Unido e a França de se prepararem para realizar novos ataques contra a Síria motivados novamente sob o falso pretexto do uso de armas químicas pelas forças do governo sírio.

“As ações dos países ocidentais, apesar de suas declarações públicas, visam criar outra deterioração acentuada da situação na região do Oriente Médio e a interrupção do processo de paz no território da Síria”, declarou o porta-voz do ministério, o general Igor Konashenkov.

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Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, o ocidente entregou oito cargas de cloro a uma vila próxima à cidade de Jisr al-Shughur  para serem usadas por terroristas em um possível ataque químico forjado que será atribuído ao governo sírio para justificar um massivo ataque à Síria.

Segundo o porta-voz, militantes na província de Idlib estão se preparando para encenar uma situação que envolve o uso de armas químicas contra civis pelo governo.

Neste momento a Rússia está reunindo no Mediterrâneo a maior frota já vista na área.
A Rússia e a Síria consideram um ataque de falsa bandeira totalmente inaceitável 72 horas após o início da maior operação terrestre contra os terroristas em Idlib.

“Para realizar o suposto ‘ataque químico’ na cidade de Jisr al-Shughur, na província de Idlib, o grupo Tahrir al-Sham (afiliado à organização terrorista Jabhat Nusra) entregou oito cargueiros com cloro… à uma vila a poucos quilômetros de Jisr al-Shughur”, garantiu o general.

Para este propósito, o USS The Sullivans, um destróier contendo 56 mísseis de cruzeiro a bordo chegou ao Golfo Pérsico alguns dias atrás, enquanto um bombardeiro US В-1В carregando 24 mísseis de cruzeiro AGM-158 JASSM foi implantado na base aérea de Al Udeid no Catar, informou o porta-voz.

“Esta provocação com a participação ativa dos serviços especiais britânicos servirá como outro pretexto para os EUA, Reino Unido e França realizarem um ataque com mísseis contra o governo sírio e suas instalações econômicas”, disse Konashenkov.

Um grupo de militantes mercenários treinados sob a orientação de uma companhia militar privada britânica chamada Olive Security que trabalha com substâncias tóxicas/venenosas desembarcou em Idlib, afirmou o Ministério da Defesa Russo.

“Os militantes têm a tarefa de imitar o resgate das vítimas do uso de armas químicas usando os uniformes dos notórios Capacetes Brancos”, observou o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov.

De acordo com Konashenkov, declarações “infundadas” feitas por representantes do alto escalão dos EUA, Reino Unido e França,  prometendo responder e reagir caso ocorra o uso de armas químicas por parte do governo sírio, servem como evidências indiretas da preparação de outro “ato de agressão contra Síria pelos Estados Unidos e seus aliados”.

No último 23 de agosto, o conselheiro de segurança nacional John Bolton teria dito ao secretário russo do Conselho de Segurança, Nikolai Patrushev, que a América está preparada para responder com a maior força possível que jamais usou na Síria.

Os EUA, o Reino Unido e a França coordenaram um ataque aéreo maciço contra a Síria em abril de 2018, depois que o alegado uso das armas químicas em Douma foi denunciado pela polêmica ONG “Capacetes Brancos”, que foi repetidamente flagrada forjando ataques de bandeira falsa.

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No entanto, especialistas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPCW em inglês) anunciaram em julho que encontraram vestígios de substâncias orgânicas contendo cloro, supostamente usadas no ataque em Douma. No entanto, não havia evidências de que agentes nervosos tivessem sido usados no ataque.

O primeiro ataque de mísseis ocidentais contra forças do governo sírio foi realizado pelos Estados Unidos em 7 de abril, depois que Washington acusou Damasco de estar por trás do suposto uso de armas químicas no assentamento de Khan Sheikhoun, na província de Idlib.

Damasco negou veementemente as alegações, com o presidente Bashar Al-Assad dizendo que o ataque foi uma provocação para justificar o ataque dos EUA na Síria.

Olive Security se fundiu com gigante americana Constellis Group

A Oliver Secutiry – citada pelo Ministério da Defesa da Rússia – é mais um desses grupos paramilitares privados criados para servir a alta finança anglo-americana e seus interesses na África, Ásia e, principalmente, Oriente Médio. Segundo o The Telegaph, a empresa já conta com mais de 5 mil mercenários e presta serviços para a British Petroleum e a Royal Dutch Shell. Seus fundadores são os irmãos Chris e David St. George que hoje possuem assentos no conselho da Constellis e que pretendem cooptar cada vez mais combatentes principalmente que já serviram nas forças britânicas. Curiosamente a empresa está sediada em Dubai, Emirados Árabes Unidos.

Já a Constellis que é sediada em Reston, Virgínia, também oferece serviços de segurança focados no que chama de “combate ao terrorismo, proteção, aplicação da lei e operações de segurança”. Ela emprega mais de 8.000 funcionários, a maioria dos quais são ex-militares ou policiais, e opera em 25 países na África, nas Américas, na Ásia, na Europa e no Oriente Médio, de acordo com seu próprio site. Vale lembrar que a Constellis possuía em seu grupo a Blackwater – que hoje se chama Academi – porém se desfez desta após quatro ex-combatentes da antiga Blackwater terem sido condenados a prisão em 2015, pelo assassinato de 14 civis no Iraque em 2007.

No fim, tais grupos agem como verdadeiras tropas paralelas e alheias aos exércitos nacionais sendo um braço armado do cartel financeiro que atua no eixo Londres-Washington-Tel Aviv, cumprindo facilmente missões clandestinas e sujas, sem a necessidade de aprovação governamental e longe da fiscalização dos órgãos de estado. Tais grupos paramilitares podem ser comparados à ONG’s, porém armadas, que no lugar de militarem na guerra cultural, atuam diretamente na guerra convencional a serviço dos grandes barões financeiros.

Referência:

Al Masdar 

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Nacional

Edital do Ministério da Cultural tem cota de 50% para mulheres “cisgênero ou transexual/travesti” estimulando ideologia de gênero

Da Redação

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O edital #AudiovisualGeraFuturo do Ministério da Cultura (MinC) voltado a diversos públicos, inclusive infantil e jovem, está selecionando diretores para financiar projetos de cinema e pretende contemplar pelo menos “50% de mulheres, cisgênero ou transexual/travesti”, em uma clara e absurda demonstração de aparelhamento do órgão para um fim ideológico.

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O edital foi aprovado com a assinatura de João Batista da Silva, secretário do Audiovisual (SAV), tudo isso debaixo do nariz do presidente maçom Michel Temer e seus nomeados que pelo visto seguem a mesma diretriz cultural do governo anterior.

Interessante notar que o documento inclusive apresenta a terminologia “cisgênero e transgênero” usadas na ideologia de gênero – ideal que propõe falsamente que  homem (masculino) e mulher  (feminino) não são determinações biológicas e sim sociais e finge ser possível mudar de sexo.

Já é questionável estipular cotas por sexo como critério para destinar dinheiro público a um projeto – no lugar de beneficiar os que obedeçam a parâmetros técnicos da área e que comprovadamente engrandeçam a arte e a sociedade – o pior é presumir que homens, que se vestem de mulher e se dizem mulheres, possam estar inseridos nas vagas destinadas ao sexo feminino.

O audiovisual historicamente sempre foi usado como meio de propaganda e engenharia social e apesar da remoção do PT, que não ocupa mais o poder executivo, ainda sim parece haver espaço para a promoção dos ideais LGBT, transgênero, andrógeno e feminista, tudo isso feito com verba pública e visando o nicho infanto-juvenil sob a batuta de Michel Temer.

A engenharia social do estímulo ao transexualismo já está a passos largos, por exemplo, na indústria fonográfica brasileira, onde o cantor Pablo Vittar, que canta trajado de mulher, recebe uma atenção midiática claramente forçada e artificial de um enorme aparato que o tenta vender como referência aos jovens.

Essa tendência havia se iniciado na Europa anos atrás com um travesti barbudo chamado Thomas Neuwirth – que nos palcos atua com o nome de Conchita Wurst tendo vencido um dos inúmeros concursos de TV que revelam cantores e assim ganhou fama.

O Panorama Livre consultou alguns profissionais da área do cinema e audiovisual que confirmaram ser esta a primeira vez que o MinC estipula um critério racial e de gênero para selecionar diretores e projetos em seus editais. Normalmente os editais delimitam uma temática porém não estipulam cota para quem dirigirá e trabalhará nos projetos vencedores. No máximo há divisão de bolsas com critérios regionais.

O Panorama Livre também procurou o Ministério da Cultura por e-mail e questionou onde a entidade está escorada para delimitar tais critérios e após aguardar contato por mais de 24 horas não obteve uma resposta.

Associação Americana de Pediatras alerta contra ideologia de gênero

Um órgão público que adere um modelo sem se ancorar na ciência ou em especialistas claramente está caindo em ideologismo, sendo que material é o que não falta para mostrar que a postura do MinC sob as barbas de Michel Temer é promover uma falácia.

A Associação Americana de Pediatras elencou 8 fatos que contrariam a ideologia de gênero, que no Brasil só é apoiada por mídias e grupos ligados a grandes fundações internacionais.

O documento da Associação, divulgado em 2016 e atualizado em 2017, começa assim – “A Associação Americana de Pediatras urge educadores e legisladores a rejeitarem todas as políticas que condicionem as crianças a aceitarem como normal uma vida de personificação química e cirúrgica do sexo oposto. Fatos, não ideologia, determinam a realidade” – e segue:

“1. A sexualidade humana é um traço biológico binário objetivo: “XY” e “XX” são marcadores genéticos de saúde, não de um distúrbio. A norma para o design humano é ser concebido ou como macho ou como fêmea. A sexualidade humana é binária por design, com o óbvio propósito da reprodução e florescimento de nossa espécie. Esse princípio é auto-evidente. Os transtornos extremamente raros de diferenciação sexual (DDSs) — inclusive, mas não apenas, a feminização testicular e hiperplasia adrenal congênita — são todos desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são justamente reconhecidos como distúrbios do design humano. Indivíduos com DDSs não constituem um terceiro sexo.

2. Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. Gênero (uma consciência e percepção de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, não um conceito biológico objetivo. Ninguém nasce com uma consciência de si mesmo como masculino ou feminino; essa consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilada por percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas da criança, desde a infância. Pessoas que se identificam como “se sentindo do sexo oposto” ou “em algum lugar entre os dois sexos” não compreendem um terceiro sexo. Elas permanecem homens biológicos ou mulheres biológicas.

3. A crença de uma pessoa, que ele ou ela é algo que não é, trata-se, na melhor das hipóteses, de um sinal de pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, um problema psicológico objetivo existe, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado como tal. Essas crianças sofrem de disforia de gênero (DG). Disforia de gênero, anteriormente chamada de transtorno de identidade de gênero (TIG), é um transtorno mental reconhecido pela mais recente edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana (DSM-V). As teorias psicodinâmicas e sociais de DG/TIG nunca foram refutadas.

4. A puberdade não é uma doença e hormônios que bloqueiam a puberdade podem ser perigosos. Reversíveis ou não, hormônios que bloqueiam a puberdade induzem a um estado doentio — a ausência de puberdade — e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança até então biologicamente saudável.

5. De acordo com o DSM-V, cerca de 98% de meninos e 88% de meninas confusas com o próprio gênero aceitam seu sexo biológico depois de passarem naturalmente pela puberdade.

6. Crianças que usam bloqueadores da puberdade para personificar o sexo oposto vão requerer hormônios do outro sexo no fim da adolescência. Esses hormônios (testosterona e estrogênio) estão associados com riscos à saúde, inclusive, mas não apenas, aumento da pressão arterial, formação de coágulos sanguíneos, acidente vascular cerebral e câncer.

7. Taxas de suicídio são vinte vezes maiores entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem à cirurgia de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que está entre os países mais afirmativos em relação aos LGBQT. Que pessoa compassiva e razoável seria capaz de condenar jovens crianças a este destino, sabendo que após a puberdade cerca de 88% das meninas e 98% dos meninos vão acabar aceitando a realidade e atingindo um estado de saúde física e mental?

8. Condicionar crianças a acreditar que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil. Endossar discordância de gênero como normal através da rede pública de educação e de políticas legais irá confundir as crianças e os pais, levando mais crianças a serem apresentadas às “clínicas de gênero”, onde lhes serão dados medicamentos bloqueadores da puberdade. Isso, por sua vez, praticamente garante que eles vão “escolher” uma vida inteira de hormônios cancerígenos e tóxicos do sexo oposto, além de levar em conta a possibilidade da mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo quando forem jovens adultos.

Michelle A. Cretella, M.D.
Presidente da Associação Americana de Pediatras

Quentin Van Meter, M.D.
Vice-Presidente da Associação Americana de Pediatras
Endocrinologista Pediátrico

Paul McHugh, M.D.
Professor Universitário de Psiquiatria da Universidade Johns Hopkins Medical School, detentor de medalha de distinguidos serviços prestados e ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital”

Documentário norueguês também desmontou a farsa da ideologia de gênero

Um documentário divulgado em 2010, na Noruega, produzido pelo sociólogo e humorista Harald Eia, mostrou a comunidade científica especializada no tema – que em sua maioria são do Reino Unido e Estados Unidos – desbaratando e refutando o discurso dos “especialistas” do Instituto Nórdico de Gênero (Nordisk Institutt for Kunnskap om Kjønn – NIKK em norueguês). O filme levou em 2011 o Conselho Nórdico de Ministros – uma organização de cooperação interparlamentar entre Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia – a cortarem os fundos destinados ao NIKK, no dia 31 de dezembro de 2011. Este Instituto tinha o seu escritório localizado na universidade de Oslo desde 1995.

Todavia, ao que tudo indica, não é este tipo de cinema – bem trabalhado e tocando em assuntos morais e técnicos – que o Ministério da Cultura de Michel Temer quer para a população brasileira. Para o maçom do executivo, talvez seja melhor deixar o povo consumindo subcultura.

Referência:

Ministério da Cultura

American College of Pediatricians

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Sionismo

Israel está armando 7 grupos terroristas diferentes na Síria, admite jornal israelense

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Um dos jornais mais populares de Israel, o Haaretz, admitiu que Israel fornece armas, munições, roupas, medicamentos e bastante dinheiro a sete grupos terroristas – que o jornal preferiu chamar de “rebeldes” – na Síria. A publicação expõe que o apoio aos grupos radicais de matriz sunita se dá através das colinas de Golã.

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Ao citar uma publicação da analista judia Elizabeth Tsurkov, que diz atuar na área de direitos humanos e tem acesso aos terroristas dos quais colhe depoimentos, o Haaretz apontou que – “dezenas de rebeldes que falaram com Tsurkov descreveram uma mudança significativa na quantidade de ajuda que recebem de Israel” – revelando que desde o início do conflito os terroristas tinha suporte de Israel, porém ultimamente o auxílio israelense aos grupos aumentou significativamente – e completou –  “além disso, ela [Elizabeth Tsurkov] disse que pelo menos sete organizações rebeldes sunitas no Golã sírio agora estão recebendo armas e munições de Israel, juntamente com dinheiro para comprar armamentos adicionais. (…) Ao mesmo tempo, Israel também aumentou sua ajuda para aldeias controladas pelos rebeldes, incluindo o fornecimento de medicamentos, alimentos e roupas.”

O financiamento e apoio dado aos terroristas na Síria por Israel é uma pauta comum e corriqueira no Panorama Livre, que também já denunciou a convivência pacífica e sem agressões entre israelenses e jihadistas radicais sunitas nas colinas de Golã.

Fato que também é lembrado por Elizabeth Tsurkov e exposto pelo Haaretz ao reconhecer que a fronteira entre Síria e Israel está cheia dos ditos “rebeldes” – “o establishment de defesa israelense os classifica como “habitantes locais”, eles controlam a maior parte da fronteira sírio-israelense, além de duas áreas – uma área controlada pelo regime no norte do Golã e uma seção no sul do Golã controlada por uma filial do Estado islâmico, Jaysh Khalid ibn al-Walid.”. Todavia o jornal e a analista tentam vender que esses grupos “rebeldes” combatem o Estado Islâmico, o que é uma piada de mal gosto, visto que na região os ataques são feitos unicamente contra as forças do regime sírio de Bashar al-Assad, não havendo registro algum de enfrentamentos entre Israel e os grupos sunitas citados, incluindo o Estado Islâmico.

Bastando lembrar que até o próprio ex-ministro da Defesa de Israel, Moshe Ya’alon, revelou em abril de 2017 que o Estado Islâmico inclusive já pediu desculpas a Israel por ter aberto fogo contra suas unidades nas colinas de Golã.

Tanto que o jornal admite que os supostos enfrentamentos (que não ocorrem) entre Estado Islâmico e os mercenários de Israel “não produziram mudanças significativas nas forças locais”.

A desculpa da vez para apoiar os terroristas na Síria todavia não é mais tirar Assad do poder, que conseguiu se segurar, mas sim conter um suposto avanço do Irã e do Hezbollah que ocorreria pela Síria, não permitindo que a pretensa ameaça se aproxime das fronteiras de Israel.

Outro fator também seria a redução do auxílio americano aos terroristas na Síria. Em janeiro, a administração do Trump fechou o centro de operações da CIA em Amã, capital da Jordânia, que coordenava e ajudava às organizações terroristas ditas “rebeldes” no sul da Síria. Como resultado, dezenas de milhares de mercenários que recebiam apoio econômico regular dos Estados Unidos estão desprovidos desse apoio, então a ocupação sionista de alguma forma está buscando cobrir este buraco.

A Grande Israel

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A Síria faz partes dos planos sionistas que pressupõem a expansão do território de Israel visando criar a Grande Israel cuja área iria do Nilo ao Eufrates. Desta maneira todo o aparato judaico-sionista está engajado em desestabilizar a região tanto economicamente, diplomaticamente, culturalmente quanto militarmente. Os falsos judeus por trás do plano acreditam dessa forma acelerar a vinda do seu falso messias.

Referências:

Haaretz

War On The Rocks

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