Sionismo

Exército de Israel censura notícia que expõe o suporte israelense aos terroristas na Síria

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As forças armadas israelenses (em inglês IDF) passaram a censurar notícias sobre o fato de Israel fornecer armas e suprimentos para grupos terroristas na Síria. O jornal Jerusalem Post foi notificado pelo sensor militar israelense e teve que remover sua matéria intitulada “IDF Confirms: Israel Provided Light-Weapons To Syrian Rebels” (IDF confirma: Israel forneceu armas leves aos rebeldes sírios).

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No entanto, a notícia que trata sobre a transferência de quantias significativas de dinheiro, armas e munições para terroristas no sul da Síria ainda está disponível nos resultados de pesquisa do Google – contudo quando clica-se na matéria, aparece uma mensagem de erro dizendo que a página já não está mais disponível.

O apoio recebido pelos terroristas por Tel Aviv se dá com a “Operação Bom Vizinho”, que Israel descreve como sendo apenas uma missão humanitária focada em fornecer aos sírios “comida, roupas e combustível”.

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Este incidente demonstra mais uma vez que são falsas todas as alegações de Tel Aviv de não estar envolvido no conflito em curso na Síria.

Mais ameaças à Síria no caso de supostos ataques químicos

O chefe da equipe de defesa da França, François Lecointre, declarou em 6 de setembro que as forças francesas estão prontas para atacar a Síria mais uma vez se armas químicas forem usadas durante a próxima batalha de Idlib.

“Estamos prontos para atacar se as armas químicas forem usadas novamente”, disse a principal autoridade militar à mídia local. “Eles podem ser realizados em nível nacional, mas é de nosso interesse fazê-lo com o maior número possível de parceiros.”

Também no dia 6 de setembro, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou que o Pentágono não tem informações de inteligência sugerindo que os terroristas sírios sejam capazes de realizar um ataque químico. Assim, se tal ataque for encenado, os EUA e seus aliados não investigarão o incidente pois  já  partirão da premissa que o governo de Damasco será culpado.

Os membros do Estado Islâmico realizaram vários ataques contra posições do exército sírio na margem ocidental do Eufrates. De acordo com fontes pró-governo e pró-Estado Islâmico, várias soldados do exército sírio e terroristas foram mortos nos confrontos. No entanto, o Estado Islâmico não conquistou nenhuma posição.

Fontes locais dizem que o ataque foi realizado para tirar a atenção do exército sírio da área de al-Safa e da região ao sudeste da cidade de Deir Ezzor. Uma fonte da 11ª Divisão do exército sírio disse ao portal SouthFront que as tropas do governo estão atualmente reforçando suas posições em torno do deserto de Homs. O objetivo é limitar as capacidades do Estado Islâmico de realizar ataques a partir desta área contestada.

De acordo com fontes pró-turcas, um total de 170 membros das Unidades de Proteção do Povo Curdo (PKK) foram “neutralizados” pelas Forças Armadas Turcas, na Turquia, norte da Síria e norte do Iraque. Em agosto. As forças lideradas pela Turquia também detiveram cerca de 253 suspeitos nas operações anti-PKK na Turquia. 70 deles detidos sob custódia.

Apesar dessas alegações, o exército turco e seus representantes ainda não conseguiram eliminar a insurgência dos combatentes curdos do YPG na área de Afrin, no norte da Síria, capturada pelas forças lideradas por Ancara no início deste ano. Células do YPG realizam ataques às forças turcas lá com alguma constância.

Referência:

Veterans Today

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Guerra

Rússia acusa EUA, Reino Unido e França de auxiliarem terroristas visando forjar ataque químico na Síria

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O Ministério da Defesa da Rússia acusou os Estados Unidos, o Reino Unido e a França de se prepararem para realizar novos ataques contra a Síria motivados novamente sob o falso pretexto do uso de armas químicas pelas forças do governo sírio.

“As ações dos países ocidentais, apesar de suas declarações públicas, visam criar outra deterioração acentuada da situação na região do Oriente Médio e a interrupção do processo de paz no território da Síria”, declarou o porta-voz do ministério, o general Igor Konashenkov.

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Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, o ocidente entregou oito cargas de cloro a uma vila próxima à cidade de Jisr al-Shughur  para serem usadas por terroristas em um possível ataque químico forjado que será atribuído ao governo sírio para justificar um massivo ataque à Síria.

Segundo o porta-voz, militantes na província de Idlib estão se preparando para encenar uma situação que envolve o uso de armas químicas contra civis pelo governo.

Neste momento a Rússia está reunindo no Mediterrâneo a maior frota já vista na área.
A Rússia e a Síria consideram um ataque de falsa bandeira totalmente inaceitável 72 horas após o início da maior operação terrestre contra os terroristas em Idlib.

“Para realizar o suposto ‘ataque químico’ na cidade de Jisr al-Shughur, na província de Idlib, o grupo Tahrir al-Sham (afiliado à organização terrorista Jabhat Nusra) entregou oito cargueiros com cloro… à uma vila a poucos quilômetros de Jisr al-Shughur”, garantiu o general.

Para este propósito, o USS The Sullivans, um destróier contendo 56 mísseis de cruzeiro a bordo chegou ao Golfo Pérsico alguns dias atrás, enquanto um bombardeiro US В-1В carregando 24 mísseis de cruzeiro AGM-158 JASSM foi implantado na base aérea de Al Udeid no Catar, informou o porta-voz.

“Esta provocação com a participação ativa dos serviços especiais britânicos servirá como outro pretexto para os EUA, Reino Unido e França realizarem um ataque com mísseis contra o governo sírio e suas instalações econômicas”, disse Konashenkov.

Um grupo de militantes mercenários treinados sob a orientação de uma companhia militar privada britânica chamada Olive Security que trabalha com substâncias tóxicas/venenosas desembarcou em Idlib, afirmou o Ministério da Defesa Russo.

“Os militantes têm a tarefa de imitar o resgate das vítimas do uso de armas químicas usando os uniformes dos notórios Capacetes Brancos”, observou o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov.

De acordo com Konashenkov, declarações “infundadas” feitas por representantes do alto escalão dos EUA, Reino Unido e França,  prometendo responder e reagir caso ocorra o uso de armas químicas por parte do governo sírio, servem como evidências indiretas da preparação de outro “ato de agressão contra Síria pelos Estados Unidos e seus aliados”.

No último 23 de agosto, o conselheiro de segurança nacional John Bolton teria dito ao secretário russo do Conselho de Segurança, Nikolai Patrushev, que a América está preparada para responder com a maior força possível que jamais usou na Síria.

Os EUA, o Reino Unido e a França coordenaram um ataque aéreo maciço contra a Síria em abril de 2018, depois que o alegado uso das armas químicas em Douma foi denunciado pela polêmica ONG “Capacetes Brancos”, que foi repetidamente flagrada forjando ataques de bandeira falsa.

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No entanto, especialistas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPCW em inglês) anunciaram em julho que encontraram vestígios de substâncias orgânicas contendo cloro, supostamente usadas no ataque em Douma. No entanto, não havia evidências de que agentes nervosos tivessem sido usados no ataque.

O primeiro ataque de mísseis ocidentais contra forças do governo sírio foi realizado pelos Estados Unidos em 7 de abril, depois que Washington acusou Damasco de estar por trás do suposto uso de armas químicas no assentamento de Khan Sheikhoun, na província de Idlib.

Damasco negou veementemente as alegações, com o presidente Bashar Al-Assad dizendo que o ataque foi uma provocação para justificar o ataque dos EUA na Síria.

Olive Security se fundiu com gigante americana Constellis Group

A Oliver Secutiry – citada pelo Ministério da Defesa da Rússia – é mais um desses grupos paramilitares privados criados para servir a alta finança anglo-americana e seus interesses na África, Ásia e, principalmente, Oriente Médio. Segundo o The Telegaph, a empresa já conta com mais de 5 mil mercenários e presta serviços para a British Petroleum e a Royal Dutch Shell. Seus fundadores são os irmãos Chris e David St. George que hoje possuem assentos no conselho da Constellis e que pretendem cooptar cada vez mais combatentes principalmente que já serviram nas forças britânicas. Curiosamente a empresa está sediada em Dubai, Emirados Árabes Unidos.

Já a Constellis que é sediada em Reston, Virgínia, também oferece serviços de segurança focados no que chama de “combate ao terrorismo, proteção, aplicação da lei e operações de segurança”. Ela emprega mais de 8.000 funcionários, a maioria dos quais são ex-militares ou policiais, e opera em 25 países na África, nas Américas, na Ásia, na Europa e no Oriente Médio, de acordo com seu próprio site. Vale lembrar que a Constellis possuía em seu grupo a Blackwater – que hoje se chama Academi – porém se desfez desta após quatro ex-combatentes da antiga Blackwater terem sido condenados a prisão em 2015, pelo assassinato de 14 civis no Iraque em 2007.

No fim, tais grupos agem como verdadeiras tropas paralelas e alheias aos exércitos nacionais sendo um braço armado do cartel financeiro que atua no eixo Londres-Washington-Tel Aviv, cumprindo facilmente missões clandestinas e sujas, sem a necessidade de aprovação governamental e longe da fiscalização dos órgãos de estado. Tais grupos paramilitares podem ser comparados à ONG’s, porém armadas, que no lugar de militarem na guerra cultural, atuam diretamente na guerra convencional a serviço dos grandes barões financeiros.

Referência:

Al Masdar 

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Nacional

Edital do Ministério da Cultural tem cota de 50% para mulheres “cisgênero ou transexual/travesti” estimulando ideologia de gênero

Da Redação

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O edital #AudiovisualGeraFuturo do Ministério da Cultura (MinC) voltado a diversos públicos, inclusive infantil e jovem, está selecionando diretores para financiar projetos de cinema e pretende contemplar pelo menos “50% de mulheres, cisgênero ou transexual/travesti”, em uma clara e absurda demonstração de aparelhamento do órgão para um fim ideológico.

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O edital foi aprovado com a assinatura de João Batista da Silva, secretário do Audiovisual (SAV), tudo isso debaixo do nariz do presidente maçom Michel Temer e seus nomeados que pelo visto seguem a mesma diretriz cultural do governo anterior.

Interessante notar que o documento inclusive apresenta a terminologia “cisgênero e transgênero” usadas na ideologia de gênero – ideal que propõe falsamente que  homem (masculino) e mulher  (feminino) não são determinações biológicas e sim sociais e finge ser possível mudar de sexo.

Já é questionável estipular cotas por sexo como critério para destinar dinheiro público a um projeto – no lugar de beneficiar os que obedeçam a parâmetros técnicos da área e que comprovadamente engrandeçam a arte e a sociedade – o pior é presumir que homens, que se vestem de mulher e se dizem mulheres, possam estar inseridos nas vagas destinadas ao sexo feminino.

O audiovisual historicamente sempre foi usado como meio de propaganda e engenharia social e apesar da remoção do PT, que não ocupa mais o poder executivo, ainda sim parece haver espaço para a promoção dos ideais LGBT, transgênero, andrógeno e feminista, tudo isso feito com verba pública e visando o nicho infanto-juvenil sob a batuta de Michel Temer.

A engenharia social do estímulo ao transexualismo já está a passos largos, por exemplo, na indústria fonográfica brasileira, onde o cantor Pablo Vittar, que canta trajado de mulher, recebe uma atenção midiática claramente forçada e artificial de um enorme aparato que o tenta vender como referência aos jovens.

Essa tendência havia se iniciado na Europa anos atrás com um travesti barbudo chamado Thomas Neuwirth – que nos palcos atua com o nome de Conchita Wurst tendo vencido um dos inúmeros concursos de TV que revelam cantores e assim ganhou fama.

O Panorama Livre consultou alguns profissionais da área do cinema e audiovisual que confirmaram ser esta a primeira vez que o MinC estipula um critério racial e de gênero para selecionar diretores e projetos em seus editais. Normalmente os editais delimitam uma temática porém não estipulam cota para quem dirigirá e trabalhará nos projetos vencedores. No máximo há divisão de bolsas com critérios regionais.

O Panorama Livre também procurou o Ministério da Cultura por e-mail e questionou onde a entidade está escorada para delimitar tais critérios e após aguardar contato por mais de 24 horas não obteve uma resposta.

Associação Americana de Pediatras alerta contra ideologia de gênero

Um órgão público que adere um modelo sem se ancorar na ciência ou em especialistas claramente está caindo em ideologismo, sendo que material é o que não falta para mostrar que a postura do MinC sob as barbas de Michel Temer é promover uma falácia.

A Associação Americana de Pediatras elencou 8 fatos que contrariam a ideologia de gênero, que no Brasil só é apoiada por mídias e grupos ligados a grandes fundações internacionais.

O documento da Associação, divulgado em 2016 e atualizado em 2017, começa assim – “A Associação Americana de Pediatras urge educadores e legisladores a rejeitarem todas as políticas que condicionem as crianças a aceitarem como normal uma vida de personificação química e cirúrgica do sexo oposto. Fatos, não ideologia, determinam a realidade” – e segue:

“1. A sexualidade humana é um traço biológico binário objetivo: “XY” e “XX” são marcadores genéticos de saúde, não de um distúrbio. A norma para o design humano é ser concebido ou como macho ou como fêmea. A sexualidade humana é binária por design, com o óbvio propósito da reprodução e florescimento de nossa espécie. Esse princípio é auto-evidente. Os transtornos extremamente raros de diferenciação sexual (DDSs) — inclusive, mas não apenas, a feminização testicular e hiperplasia adrenal congênita — são todos desvios medicamente identificáveis da norma binária sexual, e são justamente reconhecidos como distúrbios do design humano. Indivíduos com DDSs não constituem um terceiro sexo.

2. Ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. Gênero (uma consciência e percepção de si mesmo como homem ou mulher) é um conceito sociológico e psicológico, não um conceito biológico objetivo. Ninguém nasce com uma consciência de si mesmo como masculino ou feminino; essa consciência se desenvolve ao longo do tempo e, como todos os processos de desenvolvimento, pode ser descarrilada por percepções subjetivas, relacionamentos e experiências adversas da criança, desde a infância. Pessoas que se identificam como “se sentindo do sexo oposto” ou “em algum lugar entre os dois sexos” não compreendem um terceiro sexo. Elas permanecem homens biológicos ou mulheres biológicas.

3. A crença de uma pessoa, que ele ou ela é algo que não é, trata-se, na melhor das hipóteses, de um sinal de pensamento confuso. Quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, um problema psicológico objetivo existe, que está na mente, não no corpo, e deve ser tratado como tal. Essas crianças sofrem de disforia de gênero (DG). Disforia de gênero, anteriormente chamada de transtorno de identidade de gênero (TIG), é um transtorno mental reconhecido pela mais recente edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana (DSM-V). As teorias psicodinâmicas e sociais de DG/TIG nunca foram refutadas.

4. A puberdade não é uma doença e hormônios que bloqueiam a puberdade podem ser perigosos. Reversíveis ou não, hormônios que bloqueiam a puberdade induzem a um estado doentio — a ausência de puberdade — e inibem o crescimento e a fertilidade em uma criança até então biologicamente saudável.

5. De acordo com o DSM-V, cerca de 98% de meninos e 88% de meninas confusas com o próprio gênero aceitam seu sexo biológico depois de passarem naturalmente pela puberdade.

6. Crianças que usam bloqueadores da puberdade para personificar o sexo oposto vão requerer hormônios do outro sexo no fim da adolescência. Esses hormônios (testosterona e estrogênio) estão associados com riscos à saúde, inclusive, mas não apenas, aumento da pressão arterial, formação de coágulos sanguíneos, acidente vascular cerebral e câncer.

7. Taxas de suicídio são vinte vezes maiores entre adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem à cirurgia de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que está entre os países mais afirmativos em relação aos LGBQT. Que pessoa compassiva e razoável seria capaz de condenar jovens crianças a este destino, sabendo que após a puberdade cerca de 88% das meninas e 98% dos meninos vão acabar aceitando a realidade e atingindo um estado de saúde física e mental?

8. Condicionar crianças a acreditar que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável, é abuso infantil. Endossar discordância de gênero como normal através da rede pública de educação e de políticas legais irá confundir as crianças e os pais, levando mais crianças a serem apresentadas às “clínicas de gênero”, onde lhes serão dados medicamentos bloqueadores da puberdade. Isso, por sua vez, praticamente garante que eles vão “escolher” uma vida inteira de hormônios cancerígenos e tóxicos do sexo oposto, além de levar em conta a possibilidade da mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo quando forem jovens adultos.

Michelle A. Cretella, M.D.
Presidente da Associação Americana de Pediatras

Quentin Van Meter, M.D.
Vice-Presidente da Associação Americana de Pediatras
Endocrinologista Pediátrico

Paul McHugh, M.D.
Professor Universitário de Psiquiatria da Universidade Johns Hopkins Medical School, detentor de medalha de distinguidos serviços prestados e ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital”

Documentário norueguês também desmontou a farsa da ideologia de gênero

Um documentário divulgado em 2010, na Noruega, produzido pelo sociólogo e humorista Harald Eia, mostrou a comunidade científica especializada no tema – que em sua maioria são do Reino Unido e Estados Unidos – desbaratando e refutando o discurso dos “especialistas” do Instituto Nórdico de Gênero (Nordisk Institutt for Kunnskap om Kjønn – NIKK em norueguês). O filme levou em 2011 o Conselho Nórdico de Ministros – uma organização de cooperação interparlamentar entre Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia – a cortarem os fundos destinados ao NIKK, no dia 31 de dezembro de 2011. Este Instituto tinha o seu escritório localizado na universidade de Oslo desde 1995.

Todavia, ao que tudo indica, não é este tipo de cinema – bem trabalhado e tocando em assuntos morais e técnicos – que o Ministério da Cultura de Michel Temer quer para a população brasileira. Para o maçom do executivo, talvez seja melhor deixar o povo consumindo subcultura.

Referência:

Ministério da Cultura

American College of Pediatricians

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Sionismo

Israel está armando 7 grupos terroristas diferentes na Síria, admite jornal israelense

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Um dos jornais mais populares de Israel, o Haaretz, admitiu que Israel fornece armas, munições, roupas, medicamentos e bastante dinheiro a sete grupos terroristas – que o jornal preferiu chamar de “rebeldes” – na Síria. A publicação expõe que o apoio aos grupos radicais de matriz sunita se dá através das colinas de Golã.

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Ao citar uma publicação da analista judia Elizabeth Tsurkov, que diz atuar na área de direitos humanos e tem acesso aos terroristas dos quais colhe depoimentos, o Haaretz apontou que – “dezenas de rebeldes que falaram com Tsurkov descreveram uma mudança significativa na quantidade de ajuda que recebem de Israel” – revelando que desde o início do conflito os terroristas tinha suporte de Israel, porém ultimamente o auxílio israelense aos grupos aumentou significativamente – e completou –  “além disso, ela [Elizabeth Tsurkov] disse que pelo menos sete organizações rebeldes sunitas no Golã sírio agora estão recebendo armas e munições de Israel, juntamente com dinheiro para comprar armamentos adicionais. (…) Ao mesmo tempo, Israel também aumentou sua ajuda para aldeias controladas pelos rebeldes, incluindo o fornecimento de medicamentos, alimentos e roupas.”

O financiamento e apoio dado aos terroristas na Síria por Israel é uma pauta comum e corriqueira no Panorama Livre, que também já denunciou a convivência pacífica e sem agressões entre israelenses e jihadistas radicais sunitas nas colinas de Golã.

Fato que também é lembrado por Elizabeth Tsurkov e exposto pelo Haaretz ao reconhecer que a fronteira entre Síria e Israel está cheia dos ditos “rebeldes” – “o establishment de defesa israelense os classifica como “habitantes locais”, eles controlam a maior parte da fronteira sírio-israelense, além de duas áreas – uma área controlada pelo regime no norte do Golã e uma seção no sul do Golã controlada por uma filial do Estado islâmico, Jaysh Khalid ibn al-Walid.”. Todavia o jornal e a analista tentam vender que esses grupos “rebeldes” combatem o Estado Islâmico, o que é uma piada de mal gosto, visto que na região os ataques são feitos unicamente contra as forças do regime sírio de Bashar al-Assad, não havendo registro algum de enfrentamentos entre Israel e os grupos sunitas citados, incluindo o Estado Islâmico.

Bastando lembrar que até o próprio ex-ministro da Defesa de Israel, Moshe Ya’alon, revelou em abril de 2017 que o Estado Islâmico inclusive já pediu desculpas a Israel por ter aberto fogo contra suas unidades nas colinas de Golã.

Tanto que o jornal admite que os supostos enfrentamentos (que não ocorrem) entre Estado Islâmico e os mercenários de Israel “não produziram mudanças significativas nas forças locais”.

A desculpa da vez para apoiar os terroristas na Síria todavia não é mais tirar Assad do poder, que conseguiu se segurar, mas sim conter um suposto avanço do Irã e do Hezbollah que ocorreria pela Síria, não permitindo que a pretensa ameaça se aproxime das fronteiras de Israel.

Outro fator também seria a redução do auxílio americano aos terroristas na Síria. Em janeiro, a administração do Trump fechou o centro de operações da CIA em Amã, capital da Jordânia, que coordenava e ajudava às organizações terroristas ditas “rebeldes” no sul da Síria. Como resultado, dezenas de milhares de mercenários que recebiam apoio econômico regular dos Estados Unidos estão desprovidos desse apoio, então a ocupação sionista de alguma forma está buscando cobrir este buraco.

A Grande Israel

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A Síria faz partes dos planos sionistas que pressupõem a expansão do território de Israel visando criar a Grande Israel cuja área iria do Nilo ao Eufrates. Desta maneira todo o aparato judaico-sionista está engajado em desestabilizar a região tanto economicamente, diplomaticamente, culturalmente quanto militarmente. Os falsos judeus por trás do plano acreditam dessa forma acelerar a vinda do seu falso messias.

Referências:

Haaretz

War On The Rocks

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Europa

Feminista alemã pró-refugiados admite que estava errada sobre imigração e vê Polônia e Hungria como “ilhas de estabilidade”

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Após anos de atividades e militância a favor de refugiados, uma ativista feminista alemã, Rebecca Sommer, admite que sua visão sobre imigração e tudo aquilo pelo qual tinha lutado estava errado. Ela também disse à revista polonesa Do Rzeczy que ela conhece pessoalmente alemães que se preparam para migrar para a Polônia.

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O ano é 2012 e Rebecca Sommer fundou uma associação de ajuda aos refugiados chamada Arbeitsgruppe Flucht + Menschen-Rechte (AG F + M) [Grupo de Trabalho Asilo + Direitos Humanos]. No final de 2015, Rebecca que é artista, fotógrafa, jornalista e documentarista aplaudiu a decisão de Angela Merkel de abrir as fronteiras alemãs aos “refugiados” que haviam sido bloqueados na Hungria.

“Naquela época, eu queria ajudar todos e realmente acreditava que todas essas pessoas estavam fugindo do inferno e estavam em um estado de angústia total”, explicou a ativista alemã em um artigo publicado pelo jornal polonês, Do Rzeczy, em 15 de janeiro, que noticiou como ela acordou para a realidade.

Em 2015, sua ONG tinha quase 300 voluntários que estavam dando cursos de alemão para os recém-chegados. Porém ela notava que o convívio era difícil e até hostil pois os refugiados tratavam os alemães como infiéis.

“Eu pensei que sua visão medieval mudaria com o tempo… Mas depois de ter visto essas situações ocorrerem repetidamente e observando o que estava acontecendo ao meu redor, como voluntária, tive que reconhecer que os refugiados muçulmanos cresceram com valores que são totalmente diferentes, sofreram lavagem cerebral desde a infância e são doutrinados pelo islamismo e absolutamente não pretendem adotar nossos valores. Pior, eles nos tratam como infiéis com desdém e arrogância”, revelou Rebecca sobre seu choque de realidade.

“Foi uma percepção perturbadora quando notei que essas pessoas que eu tinha ajudado, que estavam comendo, bebendo, dançando e rindo comigo, que não rezavam, que não frequentavam a mesquita, que não respeitavam o Ramadã, que zombavam da religião e de pessoas profundamente religiosas, me chamaram de “prostituta alemã estúpida” quando eles estavam comendo minha comida e estavam no meu quintal.”, disse a feminista arrependida.

Rebecca Sommer diz que ela não é um caso isolado, que muitos outros voluntários também chegaram finalmente a ter a mesma percepção e que agora há muito menos voluntários prontos para trabalhar com os recém-chegados hoje na Alemanha.

Ela também reconhece que – devido ao seu grande número – esses imigrantes muçulmanos representam uma ameaça para o modo de vida alemão, e isso vai piorar com a reunificação familiar.

A ativista também contou à revista polonesa Do Rzeczy que ela conhece os alemães que se preparam para migrar para a Polônia porque já tinham visto o suficiente e acrescentou: “Se a Polônia e a Hungria não cederem a esta questão, poderiam se tornar países para os quais alguns alemães e franceses fugiriam. Vocês [da Polônia] poderiam se tornar ilhas de estabilidade na Europa “.

Ilhas de estabilidade, mas também democracias, porque Rebecca Sommer também observa que a democracia já não existe na Alemanha. Quando os ativistas dos direitos humanos queriam denunciar conversões forçadas ao islamismo na Indonésia, sua contas foram bloqueadas.

Nascida em Berlim, ela já não se atreve a sair sozinha na véspera do Ano Novo pois já foi atacada cinco vezes por homens que falam árabe!

Sommer acha que já é tarde demais para a Alemanha e ela planeja migrar para a aposentadoria. O islamismo político está presente em todos os lugares, inclusive no governo, nos partidos políticos, na polícia e nas escolas. Com a reunificação familiar, ainda virão milhões de imigrantes muçulmanos.

Na capital alemã onde ela mora, distritos inteiros já são dominados pela comunidade muçulmana que forma uma sociedade paralela.

Prevendo tal situação, vale lembrar que o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, disse em Fevereiro de 2017, que seu país abrirá as portas para os cidadãos  europeus que fogem da invasão islâmica causada pela imigração em massa, conforme noticiou Panorama Livre.

A ONG Arbeitsgruppe Flucht + Menschen-Rechte declarou em site oficial que Rebecca Sommer não está de mudança para a Polônia, todavia não negou o conteúdo da entrevista dada pela ativista para a mídia polonesa.

Referência:

D.C. Clothesline

 

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Judaísmo

Ativismo judaico na ficção infantil para perverter crianças

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Por: Andrew Joyce

“Desde o início – isto é, a partir da publicação do primeiro livro especificamente para crianças – a intenção era dar forma e moldar a mente para aceitar padrões de comportamento”.
Saul Braun, The New York Times, 7 de junho de 1970.

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Este artigo é fruto de uma pesquisa originalmente conduzida para um outro artigo recente intitulado “Judeus, Obscenidade e Sistema Legal”. Dada a quantidade significativa de material descoberto e a singularidade do assunto, decidi que havia material suficiente para um artigo dedicado a literatura infantil. Durante a pesquisa sobre o ensaio de obscenidade, consultei a lista dos “Top 100 livros banidos/questionados entre 2000-2009” da Associação Americana de Bibliotecas (AAB) com objetivo de avaliar a natureza e a extensão da presença judaica.

O primeiro fato a se tornar perceptível foi uma presença judaica representativa na produção de livros considerados controversos ou perversos pelos pais, escolas e outras instituições. Os judeus são notoriamente tímidos no recenseamento, provavelmente estão em algum lugar entre 2,2% a, no máximo, cerca de 5% da população americana segundo o Pew Research Center.

Mesmo aceitando algum grau de verdade no argumento apologético de que os judeus são desproporcionalmente atraídos pelas profissões literárias (para não falar de seus motivo), poderia se esperar muito generosamente uma representação judaica em cerca de 10 livros na lista da Associação Americana de Bibliotecas (AAB).

No entanto, minhas verificações biográficas sobre todos os autores da lista, algumas das quais foram indeterminadas, revelaram que 22 livros na lista da AAB foram escritos por 17 escritores judeus. [1]

Os judeus estão, assim, significativamente sobre-representados na produção de literatura contemporânea considerada como oposição pela cultura que os cerca, e estão ainda mais radicalmente representados quando obras antigas, de autores não-judeus, como as “Aventuras de Huckleberry Finn” (agora frequentemente considerado “racista”) não são levadas em consideração. Uma vez que a maioria das inscrições na lista (de banidos e questionados) eram livros infantis e tendo em conta minhas descobertas anteriores sobre a manipulação judaica da demanda de “livros diversos” no sistema escolar, ocorreu-me que a literatura infantil é uma frente importante, mas às vezes negligenciada no conflito cultural que vemos ser jogado diariamente.

Este artigo pretende, portanto, ser uma breve introdução a algumas das personalidades e temas mais relevantes na área do ativismo judaico esquerdista na ficção infantil.

Um grande ativismo radical judaico na esfera cultural vem sob o guarda-chuva da relação geral entre judeus e a esquerda. Esta relação pode historicamente ser entendida como envolvendo a inovação judaica as causas sociais ou o apoio a causas sociais, culturais e políticas suscetíveis a enfraquecer as estruturas culturais da sociedade que lhe acolheu e torná-la mais favorável aos interesses judaicos.

No capítulo intitulado “Judeus e a esquerda” no livro Cultura da Crítica (p. 50), Kevin MacDonald cita Stanley Rothman e S. Robert Lichter, que observaram em sua obra Raízes do Radicalismo: judeus, cristãos e a Nova Esquerda (1982) : “Seja qual for a sua situação … em quase todos os países sobre os quais temos informações, um segmento da comunidade judaica desempenhou um papel muito importante nos movimentos destinados a minar a ordem existente”. MacDonald argumenta que as divergências superficiais entre religião judaica e agendas radicais são negadas pelo fato de muitos radicais étnicamente judeus terem persistido em aderir a uma forte identidade judaica e muitas vezes perseguiram explicitamente os interesses judaicos. MacDonald escreve (p. 51): “A hipótese de que o radicalismo judaico é compatível com o judaísmo como estratégia evolutiva de grupo implica que os judeus radicais continuam a se identificar como judeus”.

 

Eu argumento que o material apresentado neste ensaio deve ser visto firmemente dentro do mesmo quadro teórico proposto por MacDonald. Por exemplo, vários dos escritores judeus considerados neste apanhado são homossexuais, socialistas radicais e feministas. Uma desculpa comum dos “judeus da direita” é que tais figuras são um anátema para o judaísmo ou que, como adeptos do movimento da reforma, etc., não representam os “judeus verdadeiros”. A afirmação aqui é que a situação é justamente a oposta, e ressalto que muitos desses escritores estão manifestamente comprometidos com a tradição judaica e com o grupo judeu.

 

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Excelentes estudos de caso a este respeito podem ser encontrados em escritoras feministas lésbicas judias – figuras que, na superfície, são pelo menos incompatíveis com uma estratégia evolutiva de grupo. Afinal, como as mulheres que perderam pessoalmente sua reprodutividade deveriam se envolver em uma luta darwiniana? No entanto, a história nos diz que tem sido bem possível que os celibatários judeus e os homossexuais contribuam de alguma forma para o avanço do grupo.

Um exemplo útil é minha própria revisão recente do trabalho de R.A. Maryks, “Ativismo Judaico na Ordem dos Jesuítas”, um cenário em que os homens judeus trocaram possibilidades reprodutivas por influência política, social e cultural destinadas a beneficiar a comunidade de conversos do início da Espanha moderna. Da mesma forma, a estudiosa judaica Sylvia Fishman aponta em Follow My Footprints: Changing Images of Women in American Fiction (1992) que “uma quantidade significativa de escritoras lésbicas judias estão profundamente comprometidas com a população judaica e a sobrevivência judaica”. [2] Um exemplo particularmente interessante de uma judia feminista radical é Betty Friedan (nascida Bettye Naomi Goldstein), a ativista por trás do “Feminismo da Segunda Onda” que “confessou sempre ter tido” sentimentos muito fortes “sobre sua identidade judaica” e viu o feminismo em parte como um meio de chegar mais perto do judaísmo e de sua identidade como judia. [3]

Tais ativistas judeus radicais voltarem sua atenção para a cultura das crianças e a educação também não é algo surpreendente. Os intelectuais judeus, nas últimas décadas, aderiram a ideia de que as atitudes nativistas e/ou anti-judaicas estão a par com uma doença altamente infecciosa – com a inoculação sob a forma de um tratamento “educacional” agressivo, em uma tenra idade, visto como um remédio seguro para os males captados de uma “sociedade intolerante”.

Embora a ideia de que as atitudes anti-judaicas sejam uma forma de doença com raízes na infância se volte para Freud, ela permanece atual nos principais círculos políticos e acadêmicos judeus. Tomemos, por exemplo, as observações de encerramento da obra “Judeus e o dinheiro: A História de um Esteriótipo”, de Abraham Foxman, onde pais e professores são instados a “tentar ajudar a próxima geração a crescer mais livre contra a infecção da intolerância” [4] – o objetivo sendo, como o Sr. Foxman já havia articulado, “tornar a América tão fácil de ser usada quanto possível para os judeus”. O livro “Antisemitismo: uma doença da mente” de Theodore Isaac Rubin, descreve o sentimento anti-judeu como uma “doença contagiosa e maligna” e conclui afirmando: “é necessária uma aplicação extremamente ativa de compreensão e educação para encurralar a doença.

O checkmate e a erradicação são extremamente difíceis e provavelmente só são possíveis se aplicadas quando muito jovem antes das raízes da doença se estabelecerem.” [5] Para Rubin e a ADL, a solução para o problema de solidariedade e da tradição na população que está envolta exige “profilaxia” e “abordagens às crianças”. De fato, o tomo “Anti-Semitismo na América” (1979) patrocinado pela ADL conclui que “é evidente que as escolas são o agente mais adequado e potencialmente efetivo para realizar a estratégia de instrução já delineada”. [6]

A literatura infantil, portanto, seja para entretenimento ou educação, seria um canal óbvio através do qual os judeus poderiam avançar idéias ou encorajar comportamentos susceptíveis de beneficiar interesses judaicos. Pode-se também prever razoavelmente, com base em precedentes históricos pela forma dos movimentos intelectuais judeus (particularmente o multiculturalismo, a sexologia, a antropologia boasiana, a psicanálise e as teorias da Escola de Frankfurt), que tais idéias girariam em torno de noções como pluralismo étnico e sexual e crítica e desconstrução da estrutura familiar tradicional de não-judeus. Na verdade, pode-se esperar que os autores contribuintes [desta estratégia] tenham afiliações sobrepostas à psicanálise e ao socialismo radical. Tais previsões são amplamente confirmadas nos resultados apresentados abaixo.

Uma das figuras mais interessantes nesta área da atividade cultural é Lesléa Newman, uma feminista lésbica e judaica que tem a duvidosa distinção de escrever um dos livros infantis mais controversos das últimas décadas, ao mesmo tempo em que produz uma série de livros para crianças judaicas que promovem a tradição, cultura e valores judaicos. Em 1989, depois de ter sido rejeitado por quase todos os editores mainstream e junto com a patrocinadora co-étnica Tzivia Gover, Newman publicou por si própria, Heather Has Two Mommies (Heather tem duas mães), descrito como “o primeiro livro de crianças com temas lésbicos já publicado”. Newman lembra: “Pessoas ficaram com medo de publicar ‘Heather’, apesar de haver uma necessidade disso. Ninguém tocaria nisto. Mas nós fomos mulheres judias ferozes.” O trabalho de Newman foi colocado como o 11º livro mais desafiado da década de 1990 pela Associação Americana de Bibliotecas.

No entanto, em comum com as reações ao ativismo judaico em outras esferas culturais, sociais e políticas, a resposta ao trabalho de Newman foi turbulenta, mas faltava foco; faltava a percepção de que isso não era exclusivamente parte de uma agenda homossexual, havendo pouca ou nenhuma compreensão do elemento judaico envolvido.

Jewish Telegraphic Agency (Agência Telegráfica Judaica) noticiou que “o chefe de um distrito escolar no Queens declarou ‘guerra’ ao livro e enviou carta aos pais advertindo que seus filhos seriam ensinados sobre sodomia. (…) O presidente distrital enviou mais de 30.000 cartas aos pais, que criticam o livro como ‘propaganda homossexual perigosa’. Em um ponto, Newman foi descrito como ‘a escritora mais perigoso da América'”.

O que muitos opositores do livro perderam de vista, no entanto, era que sua autora é uma forte promotora do tradicionalismo e da comunidade – só que do tradicionalismo e da comunidade judaica. Ao contrário de “Heather tem duas mamães” e livros posteriores como “The Boy Who Cried Fabulous” (2004), “A Fire Engine para Ruthie” (2004), “Momma, Mama e Me” (2009), “Daddy, Papa e Me” (2009), “Donovan’s Big Day” (2011) e “Sparkle Boy” (2017), que trouxe a tona homossexualidade, disforia de gênero e até a AIDS para a massa leitora de crianças, Newman publicou uma série de livros de nicho infantil para sua própria comunidade, oferecendo um tratamento convencional e tradicional de festivais judaicos desprovidos de qualquer desses temas: “Matzo Ball Moon” (1998), “Runaway Dreidel” (2002), “The Oight Nights of Chanukah” (2008), “A Sweet Passover” (2012), “My Name is Aviva” (2015) e “Hanukkah Delight” (2016) apresentam famílias judias tradicionais sem uma sugestão de pluralismo sexual ou cultural. Os livros foram altamente elogiados como obras tradicionais e favoráveis ​​à família pelo Jewish Book Council.

Que Newman produziu conscientemente ou inconscientemente um corpo de trabalho tão segregado em sua forma temática não é algo surpreendente no quadro de perfídia e de engano dos judeus. O fator crucial aqui é que a identidade judaica é parte integrante do senso de ser e pertencer de Newman, e é algo pelo qual ela se sente muito protetora.

Na verdade, na nossa tentativa de avaliar a verdadeira força motriz psicológica por trás da produção e divulgação do antigo corpo de trabalho, vale a pena recordar a descrição de Newman de si mesma e de Gover não como feministas ou lésbicas, mas como “ferozes mulheres judeus” (ênfase adicionada ). Seria plenamente justificavel perguntar por que, tendo em conta o contexto aparentemente não étnico e não religioso das origens da personagem ‘Heather’, Newman colocaria maior ênfase em sua própria etnia. Minha própria interpretação é que, como homossexual, Newman é uma espécie de indivíduo isolado dentro do grupo étnico judaico que, conscientemente ou de outra forma, busca avançar nos interesses de sua co-etnia, “usando como arma” sua sexualidade e dirigindo seu ativismo exclusivamente contra a “sociedade”, mas não dentro da sua própria comunidade.

Obviamente, encontramos exatamente as mesmas incongruências entre as feministas heterossexuais que, em seus trilhos fervorosos contra o patriarcado, permanecem curiosamente, por unanimidade, em silêncio sobre os aspectos patriarcais do judaísmo e da cultura judaica.

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Com duas entradas na lista de banidos ou questionados da Associação Americana de Bibliotecas, Robie Harris é outro excelente exemplo do ativismo judaico na ficção infantil, tendo ela nascido em uma família judia ortodoxa. O texto mais desafiado de Harris, “É perfeitamente normal” (1994), um livro descrito pela revista Kirkus Review como demonstrando o desejo de Harris de “apresentar mais diversidade étnica e sexual do que o Curriculum Rainbow da cidade de Nova York jamais barganhou”.

Harris efetua isso apresentando crianças pré-adolescentes a múltiplos atos sexuais, transexualismo, homossexualidade e AIDS. Em 1996, “É perfeitamente normal” foi denunciado em Washington porque o “livro é um ato de encorajamento para que as crianças comecem a desejar prazeres sexuais (…) e é um claro exemplo de pornografia infantil”. Em 1999 Harris publicou “It’s So Amazing”, que foi igualmente denunciado por pais e escolas, alegando que estava introduzindo crianças de dez anos à “relações sexuais, masturbação, aborto e homossexualidade”.

Em 2012, Harris provocou mais controvérsia com a publicação de “Who’s in My Family”, que “conta a história de mudar as estruturas familiares, de famílias birraciais a famílias homossexuais “. De considerável  interesse maior é quem está na própria família de Harris, uma larga rede de famílias uniformemente judaicas [nada multicultural ou diversificada]. Na verdade, a prima de Harris, Elizabeth Levy, também é uma autora infantil. Levy é mais conhecida por sua série “Something Queer”, publicada entre 1973 e 1997, que contou a história das aventuras de duas jovens com um texto lésbico mal disfarçado (para quem perdeu o título de duplo sentido). Em 1981, Levy abandonou a sutileza em conjunto com a publicação de “Come Out Smiling”, um conto sórdido destinado a adolescentes e a explorar relacionamentos lésbicos de uma menina no acampamento de verão. O vilão da obra é um pai branco “homofóbico” contra quem as meninas devem “bravamente” lutar.

Tudo isso não quer dizer que o empurrão da diversidade sexual e étnica ou o minar das representações tradicionais da masculinidade na ficção infantil tenham sido a única reserva das mulheres judaicas. O “The Sissy Duckling” de Harvey Fierstein (2002) destina-se a crianças de 5 a 8 anos e “conta a história de Elmer, um patinho que é ridicularizado por ser um “mariquinha”, mas que, em última análise, prova sua “bravura”. Outro trabalho infantil incrivelmente controverso de recentes décadas é o “Two Weeks with the Queen”, publicado por Morris Gleitzman em 1990. Neste trabalho, voltado para crianças de 8 a 12 anos, Gleitzman discute temas como “AIDS, homossexualidade e homicidio”.

Um estudo de caso particularmente interessante é Maurice Sendak , o homossexual judeu escritor e ilustrador para crianças por trás de “Where the Wild Things” (1963). Sendak entrou na lista da AAB com “In the Night Kitchen” (1970), que retrata a jornada de sonhos de um menino em uma cozinha surreal de padeiros onde ele auxilia na criação de um bolo que estará pronto pela manhã. Particularmente controverso foi o fato do menino ser ilustrado por Sendak como completamente nu, e é retratado em uma variedade de cenários que se assemelham, nas palavras do jornalista Saul Braun, a uma “fantasia masturbatória”.

O filho dos judeus poloneses, Sendak confessou em entrevistas ter subtextos judaicos em suas obras, incluindo “In the Night Kitchen”, e às formas pelas quais suas raízes judaicas impactaram sua vida, visões e trabalho. Por exemplo, Sendak afirma que, desde uma idade jovem, ele viu “a raça humana como bastante agressiva e confrontativa”, e pontuou que os padeiros de “In the Night Kitchen” – “com seus bigodes de Hitler – eram uma referência ao Holocausto”. Da mesma forma, nota-se que as ilustrações de Sendak de crianças são “um tanto fortes e semelhantes a gnomos. (…) Suas crianças são escuras, com figuras estampadas – não em seus padrões, do tipo anglo-saxão como Janet e John.” O próprio Sendak afirmou que eles são figuras judaicas, sendo “uma curiosa mistura de lembranças do Brooklyn e a vida fantasiada em Shtetl na Polônia”.

Um autor infantil judeu homem heterossexual que até agora evitou desafios para seu trabalho é Michael Rosen, nascido na Inglaterra de pais judeus com raízes na Polônia, Rússia e Romênia. Ambos os pais eram membros da Liga dos Jovens Comunistas e se opuseram à União Britânica dos Fascistas de Sir Oswald Mosley durante a “Batalha da Rua Cable”. Sua mãe era uma secretária do Daily Worker, o jornal oficial do Partido Comunitário da Grã-Bretanha. O próprio Rosen é fortemente afiliado à esquerda radical, escrevendo colunas para o jornal Socialist Worker e falando em conferências do Partido Socialista dos Trabalhadores. Tendo criado uma carreira razoavelmente bem-sucedida como poeta e autor de crianças, mesmo um olhar superficial sobre o seu corpo de trabalho sugere que sua política se misturou com sua “arte”.

Um dos melhores e talvez os mais sutis exemplos é “This Is Our House” (1996), destinado a pré-escolares. Em essência, este é um conto anti-nativista projetado para dissuadir as crianças de terem “preconceitos” ou qualquer sensação de posse ou propriedade, mas se disfarça como um conto simples sobre o compartilhamento. A descrição do livro afirma: “George diz que a casa de papelão é dele e ninguém mais pode brincar nela. Não é para meninas, pessoas pequenas, gêmeos, pessoas com óculos ou pessoas que gostam de túneis. Mas Lindy, Marly, Freddie, Charlene, Marlene, Luther, Sophie e Rasheda têm outras ideias! Uma por uma, cada criança é recusada a entrar até que as coisas se invertem e George descobre como se sente em sofrer algo injusto. “No decorrer do livro George (representado como branco) joga feliz com uma caixa que ele construiu como “casa”. Mas as outras crianças, metade das quais não são brancas, insistem em que sua “casa” não é apenas sua, mas “pertence a todos”.

Mais recentemente, para crianças de 10 a 12 anos, Rosen é autor de um livro de ficção intitulado “Quem são os refugiados e imigrantes? O que faz as pessoas deixarem suas casas? E outras grandes perguntas” (2016). O livro compara “os efeitos sobre a sociedade da diversidade e interculturalismo com as tentativas históricas para criar uma cultura racialmente “pura”. Isso leva a uma perspectiva internacional … Há também uma atividade de encenação pedindo aos leitores que se imaginem na situação de ter que decidir se devem sair de suas casas e buscar refúgio em um novo país”.

Essencialmente, então, é um exemplo bastante típico de propaganda multicultural. O envolvimento judaico na produção de textos pró-multiculturais de não ficção para crianças é, naturalmente, nada de novo. O primeiro exemplo que pude encontrar (pelo menos no mundo de língua inglesa) é a “Casa de Vidro do Preconceito” de Dorothy W. Baruch (1946). O texto foi descrito pela Kirkus Review no ano de sua publicação como a “primeira abordagem desse tipo para os problemas das minorias, da discriminação racial, da intolerância, baseada em histórias de casos, muitas delas alinhadas com os problemas dos adolescentes. A abordagem da Dra. Baruch aborda o intelecto e as emoções; ela corta o coração da questão… Ela mostrou como os problemas [em torno da imigração] estão enraizados em condições que [a população nativa] deve enfrentar, como insegurança, falsas atitudes, ignorância”. Essas idéias estavam, obviamente, totalmente de acordo com as teorias avançadas pela Escola de Frankfurt.

Antes de concluir, deve-se mencionar o autor mais prolífico na lista da AAB dos livros mais denunciados, entre 2000 e 2009: Judy Blume (nascida Judith Sussman). As três aparições de Blume excedem qualquer outro escritor, enquanto durante o período 1990-1999 teve cinco entradas na lista. Para o período de 1990 a 2004, Blume ficou em segundo lugar apenas com o colega judeu Alvin Schwartz, cujas histórias de terror violentas e explícitas foram consideradas inadequadas para a faixa etária pelo qual ele afirmou escrever. Blume entrou em conflito com pais, escolas e outras instituições porque seus trabalhos contêm conteúdo gráfico sexual e linguagem ofensiva, bem como temas que foram considerados inapropriados para qualquer faixa etária infantil.

Esses elementos estão presentes em todos os livros questionados de Blume, mas para citar apenas dois exemplos, Deenie (1973) e Forever (1975), Blume introduziu na ficção adolescente temas como masturbação compulsiva, gravidez na adolescência, tentativa de suicídio, homossexualidade e conversa sobre doenças sexualmente transmissíveis. Mas como Blume se vê? Um modelo de feminista? Uma igualitarista cultural? Nas suas próprias palavras: “Cultural e espiritualmente, sou uma jovem judia de Nova Jersey”.

Há, naturalmente, muitos escritores mais que podem ser perfilados e muitos mais trabalhos que poderiam ser explorados, mas a intenção deste ensaio foi oferecer uma modesta introdução a alguns dos temas mais pertinentes nesta área da atividade cultural judaica. A afirmação aqui não é que os judeus estejam unicamente por trás do declínio nas normas sociais, culturais e sexuais que historicamente têm sido muito benéficas para a sociedade. Afinal, uma vez que excluímos autores não-brancos da lista de AAB, ainda encontramos cerca de 60% das obras socialmente oposicionistas produzidas por escritores brancos. Há, obviamente, um mercado para esse material, e, como de costume, não faltam pessoas que desejam tirar proveito disso. No entanto, a afirmação aqui é que há evidências significativas de que os indivíduos que se identificam como judeus e se vêem plenamente como membros do grupo étnico judaico, estiveram na vanguarda da erosão cultural, muitas vezes inovando ou atuando como pioneiros na desconstrução das normas da sociedade.

Essencialmente, o que vemos é que escritores como Baruch, Harris, Levy e Newman abriram caminho para que outros ativistas judeus – e não-judeus atípicos – pudessem seguir. É difícil dizer com certeza como as coisas seriam e teriam diferentes resultados sem uma ação tão agressiva dessas “mulheres ferozes” (e homens) auto-descritas, mas se poderia razoavelmente supor que o policiamento moral e normativo seria significativamente mais robusto.

Finalmente, a imagem maior aqui é a doutrinação de nossos filhos. Nesta nota, refiro-me à epígrafe que abriu este ensaio. Em última análise, estamos lidando com materiais projetados para formar e moldar as mentes de nossos filhos para os novos “padrões de comportamento aceitos”. Agora, não estamos longe de um momento em que os contos saudáveis ​​de crianças brancas envolvidas em aventura serão considerados reacionários por causa de seus potencial para incutir o orgulho, ou perigoso porque eles não são tolerantes o suficiente da proliferação multicor, de minorias sexuais e raciais que agora interferem em todos os aspectos da cultura. Nosso desafio nos próximos anos será entrar nesta guerra cultural de forma mais significativa. Isso exigirá o desenvolvimento de uma nova literatura, e eliminando o veneno que está diante de nós.

Referência:

The Unz Review

[1] Avi (aka Edward Irving Wortis), H.G. “Buzz” Bissinger, Judy Blume, Esther Drill, Lois Duncan (Steinmetz), E.R. Frank, Bette Green, Robie Harris, Carolyn Mackler, Johanna Reiss, Louise Rennison, J.D. Salinger, Louis Sachar, Alvin Schwartz, Maurice Sendak, Charles Silverstein, R.L. Stine.

[2] S.B. Fishman, Follow My Footprints: Changing Images of Women in American Fiction (Hanover: Brandeis University Press, 1992), p.50.

[3] F. Klagsbrun, “Marching in Front,” Hadassah Magazine (Nov. 1993), p.24.

[4] A. Foxman, Jews and Money: The Story of a Stereotype (New York: Palgrave, 2010), p.230.

[5] T.I. Rubin, Anti-Semitism: A Disease of the Mind (Fort Lee: Barricade Books, 2009), p.156.

[6] H. Quinley & C. Glock, Anti-Semitism in America (New York: The Free Press, 1979), p.202.

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Sociedade

Líder feminista de marcha contra Trump é acusada de permitir e abafar caso de assédio sexual

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A grande líder feminista e umas das coordenadoras da Marcha das Mulheres contra Trump em Washington D.C., Linda Sarsour, foi acusada de permitir e abafar um suposto assédio e ataque sexual a uma mulher que era sua subordinada na Associação Árabe Americana, de acordo com a própria vítima e outras duas fontes diretamente familiarizadas com o assunto.

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Linda Sarsour discursando na Marcha das Mulheres que protestou contra o presidente Donald Trump, no dia de sua posse. O ato contou com várias entidades financiadas por George Soros e outras fundações americanas.

As alegações de tentativas e movimentos indesejados foram levadas a feminista Sarsour durante seu tempo como diretora executiva da Associação Árabe Americana. Em resposta, Sarsour, uma autoproclamada “campeã das mulheres”, ofendia a moça que fazia as alegações, muitas vezes ameaçando-a e criticando duramente seu corpo, de acordo com fontes ligadas ao assunto.

As alegações mais graves foram abafadas, segundo Asmi Fathelbab, a suposta vítima, porque o acusado era um “bom muçulmano” que estava “sempre na Mesquita”.

“Ela supervisionou um ambiente inseguro e abusivo para as mulheres”, disse Fethelbab, ex-funcionário da Associação Árabe Americana. “As mulheres que colocam ela [Sarsour] em um pedestal para os direitos das mulheres e o empoderamento merecem saber como ela realmente nos trata”.

Asmi Fathelbab é nativa de Nova York e tem 37 anos, sendo criada em uma casa muçulmana. Ela ficou entusiasmada em 2009 por começar a trabalhar na Associação Árabe Americana de Nova Iorque como empreiteira. Na época, Sarsour era o diretora executiva da organização. Fathelbab trabalhou para Sarsour por quase um ano, de acordo com documentos de trabalho revisados ​​e autenticados.

Fathelbab afirma que a Associação Árabe Americana era um local de trabalho inseguro onde ela teria sido sexualmente agredida, envergonhada e intimidada e muitas vezes, Linda Sarsour estava diretamente envolvida, de acordo com ex-funcionários.

Os problemas começaram no início de 2009, quando um homem chamado Majed Seif, que morava no mesmo prédio onde se localizavam os escritórios da Associação Árabe Americana, teria começado a perseguir Asmi Fathelbab.

“Ele se esquivava para mim durante os tempos em que ninguém estava por perto, ele me tocava, você poderia me ouvir gritar no máximo dos meus pulmões. Ele me colocava contra a parede e esfregava a virilha em mim”, disse Asmi Fathelbab.

Asmi afirma que um dos últimos atos favoritos de Majed era se esgueirar em sua direção já com a genitália totalmente ereta.

“Foi nojento. Eu executava o programa de jovens, no prédio e com isso vinha curvando-me e falando com crianças pequenas. Você não tem ideia do que era se levantar e sentir isso atrás de você. Não pude gritar porque não queria assustar a criança na minha frente. Isso me deixou tremendo.”

Um link da página do Facebook de Majed Seif confirmam sua identidade, localização e emprego.

Fathelbab diz que ela foi à liderança da organização para denunciar a agressão sexual. Ela alega que ela foi demitida por Sarsour. “Ela me chamou de mentirosa porque ‘algo assim’ não aconteceria com mulheres que pareciam comigo”, revelou Asmi. “Como ouso interromper sua entrevista na televisão na outra sala com minhas ‘mentiras'”.

Asmi Fathelbab garantiu que Sarsour regularmente a constrangia e permitiu o ataque sexual de Seif. Segundo Asmi Fathelbab, a feminista Sarsour a ameaçou com danos legais e profissionais se ela fosse a público com suas reivindicações de agressão sexual.

“Ela me disse que ele tinha o direito de processar-me por acusações falsas”, lembra Asmi, acrescentando que o assaltante “tinha o direito de estar em qualquer lugar no edifício que ele quisesse estar”.

Desesperada após várias dispensas feitas por Linda Sarsour, a funcionária perturbada contou que foi ao presidente do conselho de administração, Ahmed Jaber.

“Jaber me disse que meu perseguidor era um ‘homem temente a Deus que estava sempre na Mesquita’, então ele não faria algo assim. Ele queria deixar alto e claro que esse cara era um bom muçulmano e eu era um má muçulmana por ‘reclamar'”, expôs Asmi Fathelbab.

Furiosa Linda Sarsour teria agredido Fathelbab por continuar denunciando os ataques sexuais sofridos no prédio. De acordo com Fathelbab, suas alegações resultariam em ações disciplinares. Asmi Fathelbab revelou que uma vez foi forçada a conversar com um detetive da divisão de ligação da comunidade sobre as conseqüências de fazer acusações falsas às autoridades.

Depois que o contrato de Fathelbab acabou, Linda Sarsour teria ameaçado de impedi-la a voltar a trabalhar na cidade.

“Ela me disse que eu nunca mais trabalharia em Nova Iorque durante o tempo que ela morasse lá”, contou Asmi. “Ela manteve sua palavra. Ela fez eu ser despedida de outros trabalhos quando descobriu onde eu trabalhava. Ela me impediu de obter qualquer tipo de emprego estável por quase uma década”, desabafou.

Um trabalhador que falou sob condição de anonimato, afirma que Sarsour era “militante contra outras mulheres” na Associação. O operário, que trabalhou há mais de 12 anos com a Associação Árabe Americana, diz que ele se lembra de Asmi e testemunhou que ela foi assediada no prédio.

“Ela se fez no peso dela, dizendo que ela não era atraente o suficiente para ser assediada e depois a varreu para debaixo do tapete”, disse a fonte. “Foi Linda Sarsour, Ahmad Jaber e Habib Joudeh quem cuidou disso” – revelou a fonte. Habib Joudeh é vice-presidente da Associação Americana Árabe de Nova York.

A fonte até identificou o alegado assaltante de Fathelbab sem ser indagada, “Majed Seif, o homem que morava no prédio”. O operário, que é muçulmano praticante na comunidade, diz que uma cultura tóxica na Associação Árabe Americana levou ao ambiente de assédio.

“Sempre vai ser culpa da mulher lá”, alega. “E Sarsour estava lá para proteger os homens. Ela não é pelas outras mulheres. As únicas mulheres para as quais ela é, é para si”, declarou. “Sarsour é apenas uma feminista exteriormente. Suas interações com as mulheres nesse prédio eram atrozes. Ela protegeria o patriarcado e, em troca, eles a promoveriam”, vaticinou.

Deputado democrata de Nova Iorque pede investigação do caso

O democrata Dov Hikind, através do Twitter, pediu para que todas as pessoas do espectro político dos Estados Unidos buscassem a verdade sobre as acusações feitas contra a feminista Linda Sarsour.

 

Confira na íntegra a carta de Asmi Fathelbab:

“Linda Sarsour supervisionou minha agressão sexual, não aguento mais e observo todos louvarem uma mulher que afirma ser pelos direitos das mulheres e por aqueles que lutam por mulheres quando ela própria permitiu a ocorrência de abuso às mulheres.

O movimento #METOO me irritou porque me deu flashbacks de coisas que ocorreram ao trabalhar sem fins lucrativos em 2009. Em 2009, fui contratado no âmbito da AmeriCorps para trabalhar para a organização sem fins lucrativos Associação Árabe Americana de Nova Iorque, no Brooklyn, onde Linda Sarsour era a diretora interina da organização.

O seguinte me ocorreu durante esse pesadelo de 12 meses chamado trabalho. Eu fui perseguida vindo e indo para o trabalho e dentro do prédio.

Eu reclamei a um supervisor que havia um homem estranho que me perseguia e estava informado de que ele realmente não trabalhava lá, mas viveu no andar superior acima do escritório. Ele se esquivava para mim durante os tempos em que ninguém estava por perto e, dependendo do andar em que eu estava, você poderia me ouvir gritar no máximo dos meus pulmões. Eu era jogada e presa contra a parede por ele. Tinha uma tendência de se esgueirar atrás de mim para me tocar.

Enquanto isso continuava [a ocorrer], a diretora em ação, Linda Sarsour, me dizia várias vezes que eu exagerava, até ameaçando me despedir uma vez, quando ela me ouviu gritar do segundo andar porque este homem saiu do nada e me tocou. De acordo com Sarsour, algo assim não aconteceria com alguém que se parecia “comigo” e ninguém jamais acreditaria em mim se eu alguma vez dissesse o que aconteceu.

Como ouso interromper sua entrevista na televisão na outra sala com minhas mentiras. Fui ao presidente da organização e fui informada de que meu perseguidor era um homem temente a Deus que sempre estava na Mesquita, então ele não faria algo assim e que eu não era seu tipo de qualquer maneira, então estava fazendo coisas porque queria atenção.

Foi-me dito que este era um homem que trabalhou nas Nações Unidas e ficou alto e claro que tudo o que eu estava dizendo para difamar seu nome poderia ser usado contra mim quando quisesse me processar. A perseguição foi pior. Eu estava sob um contrato da AmeriCorps e eles me enviaram uma mensagem perguntando o quanto eu estava gostando do meu trabalho e que avaliasse o quão seguro era, etc. Eu disse a eles a verdade. Eu disse a eles que não me sentia segura. Eu disse a eles que não queria mais estar lá. Eu disse a eles para encontrarem qualquer outro lugar para me colocar. Recebi uma chamada do supervisor de Detroit, onde ela me pediu para contar-lhe em detalhes o que estava acontecendo e me disse que cuidaria disso.

Eu pensei que estava salva e tudo ficaria bem até que recebi uma ligação dele no dia seguinte me chamando de mentirosa, ameaçando cancelar meu contrato e me escrever.

Ao mesmo tempo, Linda Sarsour estava me informando que ela iria ter certeza de que nunca mais trabalharia na cidade de Nova York pelo tempo que ela vivesse ali.

Além disso, naquela tarde eu tive uma visita de um detetive de ligação da comunidade da NYPD (Departamento de Polícia de Nova Iorque). Ele veio ao meu escritório trancou a porta e passou a me dizer que ele estava lá para me prender por fazer uma declaração falsa sobre ser perseguida, sexualmente assediado e agredida. Eu tinha que convencê-lo de não me prender aquela noite e explicar que eu era a vítima. Não sabia o que fazer. Eu já tive vários trabalhos que eu deixei de ir desde então, quando ela descobriu que eu estava trabalhando lá.

Muitas pessoas me disseram que eu não estava desempregada por causa do que eu fiz nesse trabalho. Tudo o que eu queria era sentir-me segura e não se preocupar que algum perseguidor estivesse se empenhando contra mim, então eu estava plenamente consciente de que ele estava ereto. Eu queria poder ir para casa sem as preocupações dele me esperando para me agarrar na minha casa para me estuprar.

Eu tive vários empregos políticos onde Sarsour disse aos candidatos que se eles queriam ganhar o voto muçulmano, eles teriam que demitir-me e contratá-la, porque eu era a pessoa mais odiada dentro da comunidade muçulmana em toda a cidade de Nova York.

Não consegui obter um emprego estável desde 2009 porque a AmeriCorps decidiu que não devia estar dentro do programa por causa da horrível escrita que obtive com meus supervisores. Esta não é a única história pertencente a Sarsour sobre o que ela faz às mulheres. Esta é uma das muitas. Eu não posso ficar de pé e ver as mulheres colocando-a em um pedestal e não saberem a verdade. Aqui está a verdade: se você estivesse na frente de Linda Sarsour sendo assediado sexualmente, ela não iria ajudá-la, ela tentaria calar você para não se queixar. Eu sei pois isso aconteceu comigo.”

Referência:

Daily Caller

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