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Câmara dos EUA derruba medida de Obama que obrigava estados a financiarem aborto

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A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos votou hoje a derrubada da regra HHS (Health and Human Services), medida de última hora do ex-presidente Obama, que obrigava os estados a destinarem grandes somas de dinheiro do “Title X Family Planning”, para organizações que fazem abortos. A revogação venceu por 230 votos a 188.

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O “Title X” é um programa de subsídios federais dedicado exclusivamente ao planejamento familiar, mas tecnicamente não ao aborto. Porém antes de sair da presidência, Obama empurrou, através de um regulamento do HHS, uma medida que forçava os estados a financiarem a Planned Parenthood com verbas da “Title X”.

Sob esta regra, os estados deviam dar a Planned Parenthood ou a outras entidades abortistas recursos da “Title X”, não podendo optar por redirecionar esses fundos para outras clínicas.

A famigerada Planned Parenthood é a maior provedora de abortos do país. Matando cerca de 300 mil bebês anualmente.

O presidente do Conselho de Pesquisa da Família, Tony Perkins, chamou a regulação HHS de Obama de “um folheto de fundo de quintal para a indústria do aborto”.

Graças à Lei de Revisão do Congresso, o Congresso pode revogar tais regulamentos dentro de 60 dias legislativos. A partir de agora, apenas 51 votos no Senado são necessários para dar fim a esse absurdo regulamento da morte.

A Republicana Diane Black, apresentou a resolução (H.J. Res. 43) para derrubar o que os grupos pró-vida chamam de o “presente de despedida” que o governo Obama deu à Planned Parenthood.

No dia 14 de fevereiro, a Planned Parenthood enviou um e-mail para seus adeptos advertindo que se a Câmara votasse para derrubar a regra HHS, de Obama, isso seria um “ataque devastador” a entidade.

“Encorajará políticos extremistas a bloquear” o financiamento de “um centro de saúde apenas porque esse centro também oferece um aborto seguro e legal”, disse a presidente da Planned Parenthood, Cecile Richards.

Entretanto Diane Black rebateu dizendo que deixar os estados com o direito de decidirem não dar o “Title X” aos grupos que cometem abortos, não deve ser uma questão meramente partidária.

“Você não precisa ser [pró-vida] para apoiar esta resolução, você apenas tem que apoiar a 10ª Emenda. Nós não estamos votando para tirar o financiamento da Planned Parenthood de forma alguma. Nós não estamos votando para cortar o financiamento do Title X. E não estamos votando para restringir os ‘direitos’ ao aborto”, disse Black.

Outro deputado, Luke Messer, republicano de Indiana, foi mais enfático – “Sem este projeto de lei (H.J. Res. 43), os estados seriam forçados, por burocratas federais, a financiar a indústria do aborto”

O deputado Chris Smith também apontou as atrocidades cometidas pelas entidades abortistas – “A Planned Parenthood destrói ou envenena quimicamente um bebê a cada dois minutos. Por que os contribuintes norte-americanos dão meio bilhão de dólares todos os anos à Planned Parenthood?”, questionou o Republicano de Nova Jersey.

Vale lembrar que Margaret Sanger, a fundadora da Planned Parenthood, apoiava o racismo e a eugenia e tinha como ideia ao criar a entidade conter o nascimentos da população negra e pobre nos Estados Unidos. Com isso a desculpa usada foi criar uma organização para “planejamento familiar”.

Já Maureen Ferguson, assessora política da Associação Católica, observou que muitos estados não queriam financiar a Planned Parenthood depois de investigadores gravarem vídeos flagrando as negociatas dos dirigentes, da Planned Parenthood, que lucravam com a venda de partes de bebês abortados.

“Novos vídeos que investigam a Planned Parenthood mostram o porquê da votação de hoje na Câmara. É uma vitória importante para os estados de gastar os dólares dos contribuintes em centros de saúde comunitários que fornecem cuidados abrangentes ao invés de canalizar esse dinheiro para a maior cadeia de clínicas de aborto”, expôs Ferguson.

Maureen Ferguson continuou e ressaltou que o dinheiro que Obama obrigava os estados darem aos abortistas estavam sendo tirados de clínicas sérias e que fazem um trabalho pela vida.

“Muitos estados apressaram-se em redirecionar o dinheiro dos contribuintes para clínicas de saúde comunitárias que realmente oferecem cuidados pré-natais completos, mamografias e outros serviços não oferecidos nas clínicas de aborto da Planned Parenthood. A administração Obama emitiu regulamentos que proíbem estados de fazerem ajudarem tais entidades e hoje esta casa rescinde esses regulamentos”, cravou a assessora da Associação Católica.

Por fim, Susan B. Anthony List, presidente da Marjorie Dannenfelser – entidade que advoga pela vida – espera que a resolução seja aprovada rapidamente pelo Senado e pelo presidente Donald Trump.

“O legado de Obama, de forçar os americanos a financiarem a indústria do aborto, está sendo desmantelado pelo nosso novo presidente pró-vida e pelo Congresso pró-vida. Esperamos a rápida aprovação desta resolução no Senado para que ela possa receber a assinatura do Presidente Trump”, finalizou Susan.

Referência:

Life Site

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