Europa

Menos de 3% dos imigrantes que chegam a Itália são de fato refugiados – George Soros por trás dos invasores

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De acordo com a agência das Nações Unidas para os refugiados (ACNUR), apenas 2,65% dos imigrantes na Itália ou 4.808 receberam asilo como refugiados, de um total de 181.436 imigrantes que atravessaram o Mar Mediterrâneo rumo ao país em 2016.

Este número não inclui aqueles que foram capazes de entrar no país sem serem detectados, mas apenas aqueles que foram oficialmente registrados por funcionários italianos ou ONGs e a grande maioria permanece no país como imigrantes ilegais e indocumentados.

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Uma estatística perturbadora que recentemente veio à tona revela que metade dos imigrantes que chegam ao país – ou seja  90.334 – nunca pediram asilo, mas desapareceram no país como imigrantes indocumentados, comumente referidos pelos italianos como “clandestinos”.

Os outros 91.902 imigrantes solicitaram asilo e 60% destes (54.252) tiveram as suas petições rejeitadas incondicionalmente. Outros 21% (18.979) foram concedidos “proteção humanitária”, permitindo-lhes uma permissão renovável anual para permanecer no país, e à 14% (12.873) foram dadas “proteção subsidiária”.

Os 4.808 imigrantes que receberam asilo representam 5,28 por cento dos requerentes de asilo e, portanto, apenas 2,65 por cento do total de imigrantes que entram no país durante o ano.

Apesar de a imensa maioria dos imigrantes terem recebido asilo na Itália, menos de 5.000 foram deportados em 2016, o que significa que mais de 175.000 permaneceram no país, a maioria ilegalmente.

Apesar da imigração registrar um recorde no ano passado na Itália, o primeiro trimestre de 2017 teve um salto de 30% em relação ao mesmo período de 2016. Pouco depois, a Itália recebeu mais 8.500 imigrantes em um único fim de semana.

O líder do partido político da Liga Norte (La Lega), Matteo Salvini, anunciou que abriria um processo contra os líderes do governo pela promoção da imigração ilegal no país.

“Agora está claro que a imigração ilegal é organizada e financiada e por isso decidimos apresentar um processo contra o governo, o presidente do Conselho, os ministros e os comandantes da Marinha e da Guarda Costeira”, disse Salvini.

Autoridades apontam George Soros por trás da onda de imigração

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Investigações de autoridades italianas e de outros autores descobriram que ONGs custeadas largamente por George Soros financiam ativamente navios privados para contrabandearem dezenas de milhares de refugiados ilegais do norte da África para a União Europeia através do sul da Itália. O tráfico de seres humanos está ligado às redes de contrabando do Estado Islâmico. Se ocorrer a verificação de tais denúncias por parte das autoridades, isto poderia acarretar em acusações criminais contra tais ONGs.

Carmelo Zuccaro, procurador-chefe de Catânia, na Sicília, testemunhou em uma comissão parlamentar italiana em março deste ano, no que justificou uma investigação oficial sobre o financiamento de uma frota de modernas embarcações privadas pertencentes a ONGs com refugiados no Mediterrâneo.

Ele citou evidências de que traficantes de seres humanos na Líbia e em outros estados costeiros do norte da África, muitas vezes vinculados ao Estado Islâmico ou a outras organizações criminosas, coordenavam o trânsito para a Itália de dezenas de milhares de refugiados ilegais.

Zuccaro relatou ter evidências que os traficantes, em terra ou a bordo das embarcações menores, chamavam diretamente os navios de salvamento maiores, financiados por ONGs, para então organizarem a transferência dos supostos refugiados.

Isto aponta um nível de coordenação enorme entre contrabandistas humanos do Estado Islâmico e a frota de navios financiados por ONGs. As autoridades italianas descobriram até o momento 10 organizações não-governamentais privadas envolvidas, entre elas várias ONGs financiadas pelo judeu húngaro-americano George Soros por meio de sua Open Society Foundation.

O Comissário Europeu para a Imigração, Dimitris Avramopoulos, afirmou que cerca de 80% dos migrantes norte-africanos que chegam à Itália não tinham direito legal a asilo. Muitos foram alegadamente de gangues criminosas que surgiram após a intervenção dos EUA e aliados em 2011 na Líbia, que derrubou Gaddafi, jogando o país no caos.

Em 2016, a rota do tráfico de refugiados pela Grécia foi praticamente fechada, então a rota mudou para o sul da Itália e com o incremento de embarcações modernas fretadas visando transportar milhares de refugiados para a Sicília e outras partes do sul da Itália.

O almirante italiano Enrico Credendino, comandante da Operação Sophia, disse que os navios das ONGs se aproximam da costa da Líbia para atrair barcos de imigrantes na escuridão da noite – “A noite eles usam grandes holofotes; os traficantes os vêem e enviam os barcos ligeiros (que transportam imigrantes) para as luzes”, revelou – em seguida, eles são levados a bordo dos navios maiores pertencentes as ONGs para a viagem com destino a Itália.

As ONGs de Soros colaboram com traficantes de pessoas do Estado Islâmico

Tais investigações italianas deixam claro então que as ONGs – muitas delas ligadas a fundações ou organizações financiadas ou controladas por George Soros – estão em conluio ilegalmente com grupos de traficantes de pessoas controlados pelo Estado Islâmico, na Líbia.

Um relatório de 2017 da Quilliam Foundation, uma entidade privada do Reino Unido, afirma que o Estado Islâmico está envolvido nas operações de tráfico humano na Itália. Diz o relatório: “Enquanto alguns refugiados podem ter de pagar a contrabandistas até 560 dólares por uma passagem para a costa do Mediterrâneo, o Estado Islâmico oferece passagem livre para aqueles que desejam aderir ao grupos (…) Para aqueles que chegam à costa do Mediterrâneo, o Estado Islâmico oferece ao potencial recruta até 1.000 dólares para se juntar à organização.”

O investigador e advogado dos direitos humanos dos EUA, William Craddick, também foi outro a descobrir que várias das ONGs que fretavam os barcos de contrabando de seres humanos eram ligadas ao patrocínio financeiro de George Soros. São elas além da Open Society: avaaz.org pertencente a financiada por Soros Moveon.org; Save the Children e Médicos Sem Fronteiras (MSF), que alistou um navio no mediterrâneo chamado Aquarius.

Por fim, a Open Society também recebeu dinheiro do governo dos EUA através da USAID (a mesma que financia o lobby do aborto e mente sobre os números de abortos no mundo), instituição ligada a CIA que também patrocina aquilo que chama de Iniciativa de Migração Internacional, uma ONG criada em 2010 pela Open Society.

Referências:

Breitbart

Zero Hedge

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Europa

União Europeia quer punir Hungria por ter expulsado universidade de George Soros do país

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Um grupo que representa a maioria dos legisladores da União Europeia pretendem iniciar um procedimento disciplinar contra a Hungria após a repressão dos país as universidades estrangeiras, principalmente as criadas e financiadas por George Soros, medida tomada por Viktor Orban primeiro-ministro húngaro. A punição à Hungria foi proposta nesta quarta (5) na União Europeia.

O Parlamento da Hungria aprovou uma lei na terça-feira (4) que pode expulsar uma universidade fundada pelo magnata George Soros – a Central European University (CEU) – apesar de protestos de entes internacionais e de alguns húngaros.

Hungary's Prime Minister Viktor Orban arrives at the European Commission headquarters in Brussels

Também nesta quarta-feira, o partido Fidesz, do primieiro-ministro Orban, disse que iria apresentar um projeto de lei ao parlamento esta semana que exige de organizações não-governamentais (ONGs), que tenham renda anual a partir de 25.000 mil dólares, que se registrem junto as autoridades.

“O apoio de fontes estrangeiras desconhecidas poderia permitir que grupos estrangeiros visassem seus próprios interesses através da influência destas ONGs na Hungria… Ameaçando os interesses políticos e econômicos do país”, diz o projeto de lei.

As ONGs, muitas das vezes recebem da Open Society Foundation, de George Soros, patrocínios para falar em nome de imigrantes, dos chamados grupos LGBT’s, do ambientalismo,  do feminismo e outras agendas, chocando-se assim com a opinião expressa por Orban e outros líderes europeus que entendem, corretamente, o uso dessas pautas como uma ameaça existencial, além de uma tentativa de sabotar e desestabilizar suas nações.

“O Fidesz cruzou a linha vermelha com esse projeto de lei da CEU  e ontem o fizeram novamente em relação as ONGs”, apontou Akos Hadhazy, um legislador de oposição do partido verde-liberal LMP.

Hadhazy continuou suas acusações infundadas e até chegou a comparar o protecionismo do Fidesz, contra as maquinações de Soros, com o nacional-socialismo – “Esta é uma lei um pouco suja. Tudo que se faz é marcar as ONGs menos favoritas do governo com uma estrela amarela”, fazendo referência aos judeus sendo obrigados a usarem estrelas em suas roupas sob o regime nazista.

A ONG “Hungarian Civil Liberties Union” – que é braço direto da Open Society de Soros – disse que a lei era “desnecessária” do ponto de vista legislativo. No entanto, o Fidesz tem a maioria parlamentar e pode aprovar leis por conta própria.

Em Estrasburgo, os legisladores europeus do European Parliament (MPE) de todos os grupos de esquerda, liberais e alguns do Partido Conservador Popular Europeu (PPE), a maior bancada no Parlamento, disseram querer que uma ação seja tomada contra a Hungria.

Procedimento disciplinar

Um procedimento disciplinar pode significar a suspensão dos direitos de voto de um Estado membro da União Europeia, mas tal ação nunca foi tomada.

O início de tal procedimento exigiria dois terços também da câmara para apoiar uma medida desse porte – um limite que não seria suficiente caso a maioria do EPP não apoie a decisão.

O partido Fidesz, de Orban, é um membro do PPE, que até agora se opôs a ação tomada contra a Hungria. Um funcionário do grupo disse que era muito cedo para se considerar tal movimento.

A Comissão Europeia ou do Conselho Europeu também poderia iniciar um procedimento disciplinar, mas relutam em fazer por não quererem dar combustível a sentimentos e grupos anti-UE. Tudo isso em um momento onde o bloco está lutando contra a saída da Grã-Bretanha e o crescimento do que se convencionou chamar euroceticismo.

Na quarta-feira, a Comissão estava estudando a nova lei húngara sobre o financiamento das universidades e divulgou que iria discutir o assunto em uma reunião de comissários na próxima semana.

O governo polonês, por exemplo, tem sido repreendido em várias ocasiões pelos burocratas de Bruxelas, devido a Reforma do Judiciário, mas a Comissão até agora está longe de iniciar um procedimento disciplinar, e recorreu apenas ao monitoramento das reformas polonesas.

Os deputados conservadores que apoiam os procedimentos contra a Hungria são do partido Plataforma Cívica da Polônia, o mesmo do presidente do Conselho Europeu Donald Tusk, as mesmas cartas marcadas que se opõem fortemente ao partido Lei e Justiça (PiS) – nacionalista e católico – que está no poder na Polônia.

Referência:

Reuters

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Geopolítica

Hungria aceitará imigrantes europeus que “querem reencontrar a Europa que perderam”, diz primeiro-ministro

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O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, disse que seu país abrirá as portas para os cidadãos  europeus que fogem da invasão islâmica causada pela imigração em massa perpetrada pelos “senhores da política globalista”.

“Deixaremos entrar os verdadeiros refugiados. Alemães, holandeses, franceses e italianos, os políticos aterrorizados e os jornalistas que aqui na Hungria querem reencontrar a Europa que perderam em suas terras”, exclamou Orban a um público animado.

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Viktor Orban é o principal líder dos países da Europa Central e Oriental que resistiram às políticas de abertura de fronteiras adotadas pela União Europeia (UE) e pelos principais países do Ocidente.

Para Orban, os políticos globalistas procuram “varrer uma democracia de debate para substituí-la por uma democracia politicamente correta”, onde “o verdadeiro poder, as decisões e a influência não são detidas pelos governos eleitos, mas por redes globais, não eleitas, gurus da mídia e organizações internacionais” – apontou o líder húngaro.

Ele citou o voto da Grã-Bretanha para deixar a União Européia e a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos como episódios de uma revolta popular mais ampla contra a “arrogância e condescendência” das elites globais. Revolta promovida por pessoas comuns cujas “bocas tinham sido amordaçadas” por muito tempo.

Ele afirmou que o curso da história tomado em 2016 “zombou dos profetas da política liberal”, que responderam como se “o povo fosse um perigo para a democracia”.

“Foi assim que a coalizão mais bizarra do mundo – contrabandistas de pessoas, ativistas de direitos humanos e políticos europeus de elite – surgiu, especificamente para trazer deliberadamente milhões de imigrantes para a Europa”, pontuou Orban.

O líder da Fidesz (União Cívica Húngara) previu que 2017 seria mais um ano de conflito com a União Europeia, pois “Bruxelas [tentará] se aproveitar de mais poderes” sobre a imigração e a tributação.

O primeiro-ministro húngaro também alertou contra as atividades de organizações não-governamentais – ONGs – financiadas no exterior e que buscam exercer influência na política local: “Aqui há grandes predadores nadando na água, e este é o império transnacional de George Soros”, denunciou Viktor Orban.

Referência:

Breitbart

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Sociedade

Filha de alto funcionário da União Europeia é estuprada e assassinada por imigrante na Alemanha

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Um crime bárbaro ocorreu na Alemanha: Maria Ladenburger, filha de um alto funcionário da União Europeia foi estuprada e assassinada por um imigrante afegão de 17 anos. A vítima regressava de uma festa na cidade universitária de Freiburg, na Alemanha, quando foi abordada em uma ciclovia, vindo a ser estuprada e depois tendo se afogado no rio Dreisam.

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O pai da menina morta é o Dr. Clemens Ladenburger, um advogado que trabalha como braço direito para o diretor jurídico da Comissão Europeia. Ironicamente a Comissão Europeia é um dos organismos que mais pressionou os países do bloco a aceitarem refugiados. Em Maio deste ano a Comissão chegou a sugerir uma multa de 250 mil euros para os países membros que recusassem receber refugiados.

O fato chocante aconteceu em 16 de outubro, mas os detalhes só foram revelados após uma prisão na última sexta-feira (2). O autor do crime é um imigrante afegão que foi apanhado depois que a polícia encontrou seu DNA em um lenço que pertenceria a Maria e que estava perto do local do crime. Eles também encontraram um fio de cabelo em um arbusto próximo.

Após a prisão, o suspeito de 17 anos se declarou culpado de realizar a ação e será julgado ano que vem. O imigrante não identificado chegou na Alemanha no ano passado como menor desacompanhado e chegou a viver com uma família local na cidade.

A jovem vítima, em seu tempo livre, teria ajudado e feito trabalhos em casas de refugiados em Freiburg, mas não está claro se ela e seu assassino já se conheciam antes do crime ocorrer.

Em 26 de outubro, o pai da vítima e sua esposa Frederika chegaram a colocar um aviso de memória para Maria no jornal Frankfurter Allgemeine que dizia: “Maria foi por 19 anos um singular raio de sol para a nossa família, e ela vai permanecer sendo. Nós agradecemos a Deus por este dom, que ele o fez com a gente. Estamos seguros de que ela está segura com ele.”

Um funeral foi realizado para Maria em outubro em Notre Dame des Graces – Igreja em Bruxelas, na Bélgica. No próximo dia 6 de dezembro Maria completaria 20 anos.

David Müller, chefe da Comissão Especial da Polícia, por fim, explicou: “Através de entrevistas e uma pesquisa na web, fomos capazes de reconstruir as horas finais de Maria”.

Referência:

Daily Express

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Terrorismo

Extremistas islâmicos escondiam enorme arsenal de armas próximo a mesquita na Alemanha

Um enorme arsenal foi descoberto, pela polícia alemã, escondido próximo a uma mesquita em  Nordrhein-Westfalen. O armamento pertenceria a islâmicos radicais segundo autoridades locais e foi descoberto após uma operação secreta da forças especiais da polícia alemã.

O grande arsenal estava em uma sala refrigerada de uma mercearia que fica próxima a uma mesquita no estado mais populoso da Alemanha, com quase 18 milhões de pessoas em uma área que inclui Dusseldorf.

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O político local, Ismail Tipi, que é membro do Parlamento de Hesse, revelou detalhes da descoberta e alertou para “o perigo de fundamentalistas salafistas”.

“De acordo com minhas informações, um arsenal de armas incluindo armamento de uso militar foi encontrado nesta busca. O perigo de salafistas fundamentalistas, que estão prontos a usar de violência, se armando na Alemanha, é muito grande. Esta operação secreta que encontrou este esconderijo de armas torna isto mais do que claro”, alertou Tipi.

A Alemanha tem visto um forte aumento no número de islamicos radicais, conhecidos como salafistas, nos últimos anos, com o número total de simpatizantes chegando agora em 8.900, superando os 7.000 do final de 2014, segundo autoridades alemãs.

Parlamentar alemão já recebeu ameaça de morte

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Ismail Tipi continuou e disse já ter recebido ameaças de morte por seus comentários contra jihadistas, quando levantou sua preocupação contra células adormecidas de islâmicos radicais que estariam se preparando para um ataque terrorista na Alemanha.

“As informações sobre este tema está aumentando. O medo é grande de que células salafistas, jihadistas e terroristas do Estado Islâmico na Alemanha obtenham o apoio de serviços de inteligência estrangeiros que não são amigáveis conosco. Através do arsenal de armas, as células adormecidas e os militantes jihadistas podem se armar e se preparar para seu ataque provável. Isto é exatamente o que eu sempre temia. Os políticos devem falar claramente sobre isso”, evidenciou o parlamentar que admite que terroristas islâmicos recebem ajuda de serviços de inteligência.

Por fim, o parlamentar Ismail Tipi fez um pedido

“Se esses medos são justificados, podemos assumir que os arsenais de armas secretos estão sendo montados para um grande ataque terrorista não só na Alemanha, mas em toda a Europa. Seria um abandono de dever, não reconhecer este perigo e se não encontrarmos esses arsenais. Precisamos enxergar esse perigo e lidar com ele o mais rápido possível. Os responsáveis pela nossa segurança devem olhar para isso de perto e compartilhar essas informações com todas as agências de segurança relevantes. Os políticos devem ser claros sobre isso, reportar sobre possíveis perigos e ameaças, educar o povo e chamá-lo para estar bem atento e [também] para relatar todo tipo de coisa observada a polícia. O problema do salafismo e do terrorismo do Estado Islâmico é que ele fica maior quando não reagimos. Aqui todo mundo tem uma responsabilidade”, finalizou Tipi.

A descoberta vem após o governo alemão expressar preocupação de que o Estado Islâmico poderia intensificar os ataques na Europa, uma vez que vem perdendo bastante território no Iraque e na Síria, além de dizer que sua agência de inteligência doméstica está treinada para responder a um ataque em grande escala.

 

A Alemanha está em alerta para possíveis incidentes em grande escala – potencialmente incluindo armas de estilo militar – desde os ataques de Paris em novembro passado e Bruxelas, em março.

O chefe de segurança Hans-George Maassen disse que a agência de inteligência doméstica da Alemanha frustrou uma série de ataques e realizou exercícios de preparação para o terrorismo.

Três homens sírios, no início deste mês, foram considerados suspeitos de planejar ataques em grande escala em Dusseldorf.

Maaseen disse que a agência também foi vigilante para potenciais ataques de indivíduos solitários e de possíveis militantes que entraram no país infiltrados entre mais de um milhão de refugiados que adentraram a Alemanha durante o ano passado.

Ele disse que as autoridades identificaram evidências claras contra 17 indivíduos que tinham entrado na Alemanha disfarçados de refugiados, e a maioria estava morta ou tinha sido presa.

Maaseen aponta: “Temos de manter um olhar particularmente atento sobre este grupo de pessoas.”

Referência:

Express

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Geopolítica

União Europeia promete usar novos poderes para barrar governos de “extrema-direita”

O presidente da Comissão Europeia – braço executivo da União Europeia (UE) – cujo líder não é eleito pelo povo, Jean-Claude Juncker prometeu barrar todos os populistas de direita do poder, por todo continente europeu. Isso se daria pouco depois da União Europeia adquirir o poder de exercer “sanções de longo alcance” sobre os governos nacionais eleitos.

De início, Jean-Claude Juncker, o presidente da Comissão Europeia, tinha prometido excluir Norbert Hofer, o líder do Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ), de todas as tomadas de decisão da União Europeia, se o mesmo tivesse sido eleito na Áustria.

“Não haverá nenhum debate ou diálogo com a extrema-direita”, disse o tirânico burocrata liberal.

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O FPÖ tinha sido a força política da Áustria por algum tempo. No entanto, depois de liderar a corrida presidencial, o candidato da direita perdeu por 0,6% para o Partido Verde, após a estranha inclusão dos votos por correspondência. Isso obviamente depois de meses de campanha midiática dos jornais da Europa que chamavam Norbert Hofer de “extrema-direita”.

Os populistas de direita estão periodicamente no topo das corridas presidenciais em todo o continente, como na França, Suécia, Holanda, e mais recentemente Áustria. Outros partidos da chamada “extrema-direita” já estão no poder na Hungria, na Polônia e na República Tcheca. As pautas pregam campanha anti-imigração e nacionalismo.

A definição do Sr. Junker para “extrema-direita” é um tanto quanto ampla, visto que ele já descreveu o presidente conservador da Hungria, Viktor Orbán, como um “fascista”.

Com a onda democrática em todo o continente rumando para a direita, a Comissão anti-democrática poderia estar comprando um grande desafio ao tentar excluir todo e qualquer governo eleito que consideram “extrema-direita”.

Possível embate entre União Europeia e governos nacionais

A partir de 2014, a Comissão recebeu um lote de novos poderes que poderiam plausivelmente usar para destituir um governo. Poderes esses que já estão sendo mobilizados contra os líderes conservadores da Polônia.

A Comissão pode agora aplicar uma “regra do mecanismo da lei” (artigo 7.º do TUE) contra nações que os burocratas julguem como desviadas das “tradições constitucionais comuns dos Estados-Membros.” Em última análise, “sanções de longo alcance” poderiam ser exercidas, e um país pode ser despojado de todos os direitos de voto na União Europeia e ter seu financiamento bloqueado.

Em janeiro deste ano, Frans Timmermans, “vice-presidente” da primeira Comissão não eleita, que está a cargo dos “direitos humanos”, disparou o mecanismo pela primeira vez contra o governo da Polônia, que chegou ao poder com um recorde de votos, na eleição de 2015.

O novo governo entrou em confronto com sua corte constitucional sobre a nomeação de novos juízes liberais e a organização da televisão estatal da Polônia.

Mr. Timmerman e a Comissão deram um ultimato a Polônia e um prazo para o governo polonês recuar que expirou no dia 23 de maio.

Um comissário chegou a viajar para a Polônia para “negociar” com o governo local e ainda sim não há precedentes para indicar o que pode ou vai acontecer a partir desses próximos meses.

No entanto a reação já começou contra os novos líderes anti-democráticos das potências da União Europeia. Viktor Orbán, presidente da Hungria prometeu ajudar a Polônia na luta contra a Comissão, e outras nações do Grupo de Visegrád (aliança entre Hungria, Polônia, República Checa e Eslováquia) podem se juntar a crescente coalizão.

“No futuro, por favor, tenha mais limites em instruir e repreender o parlamento e o governo de um país soberano, democrático”, escreveu o ministro da Justiça polaco Zbigniew Ziobro ao arbitrário Frans Timmermans, em janeiro.

“Esta não é a união, não é o tipo de associação que nós concordamos”, disse Witold Waszczykowski, finalizou o ministro das Relações Exteriores polonês.

Referência:

Breitbart

Standard
Sociedade

Governo católico e nacionalista da Polônia é alvo de carta aberta de oposição alinhada a União Europeia

Na Polônia, o governo católico e nacionalista, eleito em outubro de 2015, não alinhado aos interesses globalistas, já sofre perseguição. Uma carta aberta assinada por três ex-presidentes, sete políticos da oposição e outros ativistas, pediu ao povo polaco para “defender a democracia” contra o mandato do governo de direita que foi democraticamente eleito. A carta foi publica no jornal de maior circulação da Polônia. O assunto já chegou até o parlamento da União Europeia.

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A direita católica está no poder, com o partido Lei e Justiça (PiS), que ganhou as eleições parlamentares tendo 37,6% dos votos em 2015 na Polônia. O partido Lei e Justiça – alvejado na carta – já reagiu e deu uma resposta a carta afirmando que foram escolhidos pelos poloneses para dar novos rumos ao país.”Os poloneses escolheram o Lei e Justiça nas eleições parlamentares, eles escolheram o programa do PiS e deram-nos a responsabilidade de conduzir os assuntos poloneses. Esta foi a livre escolha dos poloneses “, afirmou o primeiro-ministro Beata Szydło, segundo reportou a Rádio Polônia.

Mas talvez o mais convincente dos comentários veio de um porta-voz para o escritório do primeiro-ministro, que disse -“Eu aconselho estes senhores a entrarem em acordo com os resultados da eleição (de outubro de 2015)”, na qual o partido Lei e Justiça chegou ao poder com uma vitória esmagadora. “É a nação, não poucos homens, que decidem quem governa o país”, decretou.

A carta destilou fúria contra o que chamou de “leis draconianas como a proibição absoluta do aborto”, e ameaçou os líderes do Partido Lei e Justiça, alegando que, “os culpados de violarem a Constituição devem assumir a responsabilidade.”

A carta foi assinada pelos ex-presidentes Lech Walesa, Aleksander Kwasniewski e Bronisław Komorowski; por ex-ministros estrangeiros, incluindo Włodzimierz Cimoszewicz e Radosław Sikorski; bem como ex-oposicionistas da era comunista.

O atual vice-primeiro-ministro, Piotr Glinski, não ficou impressionado, dizendo a TVN24 que a linguagem da carta era “absurda”. “É absurdo afirmar que a democracia na Polônia está sob ameaça” e insistiu que a crítica trata-se apenas da “opinião privada”dos indivíduos.

As reivindicações da carta fazem menção a uma “erosão constitucional” e referem-se ao fato de o partido Lei e Justiça promulgar leis que lhes permitem terem mais poder, o que eles vêem como o “tribunal constitucional ‘antidemocrático'”, além de conseguirem mais poder na emissora de TV pública da Polônia.

O partido é bastante aberto sobre sua afiliação com a Igreja Católica, na Polônia, e critica de forma ampla, em alto e bom som, o casamento de pessoas do mesmo sexo, a fertilização in vitro e o aborto. Nas últimas semanas, por exemplo, o partido Lei e Justiça fez a Polônia se tornar o único país da União Europeia (UE) que proíbe totalmente o aborto.

Isso chocou grupos que se dizem “democráticos” ligados as agendas progressistas financiadas por grandes magnatas como George Soros, Fundação Ford, Fundação Rockefeller, entre outras, mas a decisão fez clara alusão ao manifesto do partido Lei e Justiça de valores pró-família, que foi votado em massa pelo povo polonês.

As alegações da carta batem com as do Parlamento Europeu, que votou este mês uma resolução acusando o partido Lei e Justiça de minar a democracia na Polônia, antes de passarem a questão para o Conselho Europeu para novas ações.

A Santa Igreja e o nacionalismo são fortes na Polônia

Ao contrário do Brasil, onde o governo precisa pagar mercenários para estes se dizerem pró-governo, na Polônia uma multidão se forma espontaneamente a favor do governo e de suas pautas tradicionalistas. Pessoas que sabem se defender das garras internacionalistas das causas progressistas e suas sabotagens e se fincam na tradição construtora de civilizações da Igreja Católica. Um povo que por vários anos viveu nas trevas do comunismo, hoje entendeu que a liberdade e a salvação precisam ser defendidas de inimigos externos que só desejam explorar o país e seu povo. A resposta será dada a União Europeia e a quem mais for marionete do globalismo.

Referência:

Breitbart

Standard