Europa

Muçulmano estupra menina de 14 anos na Suécia e não vai preso com alegação de não entender “não” da vítima

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Apesar de estuprar uma menina de 14 anos, após a vitima ter dito repetidamente “não”, um imigrante muçulmano não será acusado de estupro, na Suécia, após o tribunal alegar que o estuprador teve “dificuldades em interpretar e entender a palavra ‘não'”.

A Suprema Corte da  Suécia – Hovrätten – disse que o iraquiano, que já tinha sido condenado antes, tinha “suspeita de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade)”, o que, segundo o tribunal, lhe causava “dificuldades em interpretar e interagir com outras pessoas, bem como reconhecer os padrões que dele é esperado que tenha.”

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A absurda sentença, livrando o estuprador reincidente, se deu apesar da gravação em vídeo da menina resistindo e repetidamente dizendo “não” durante a agressão sexual, além da evidência indicando que a menina foi chantageada pelo imigrante que teria ameaçado assediar sua família.

A corte inclinou-se totalmente para o imigrante, sugerindo que o “não” da garota só se referia ao sexo anal forçado, levando os juízes de alguma forma a não considerarem o ocorrido como estupro.

“Em vez disso, Abdul será condenado a regime de proteção e será incluído no Programa de Relação e Relacionamento com Liberdade, no lugar de pagar 60.000 SEK [cerca de 6.650 dólares] à menina em compensação”, informou a mídia sueca, que também disse que Abdul ainda é cidadão do Iraque.

O incidente ocorreu no dia 4 de outubro de 2016, em Gotemburgo, no próprio apartamento de Abdul, mas não foi relatado como a menina chegou ao local.

Outro imigrante muçulmano acusado de estupro, na Suécia, há dois meses, foi igualmente beneficiado pelo tribunal depois de violar com sexo anal uma menina de 13 anos.

Neste caso o imigrante sírio foi apenas condenado a dois meses de prisão e a pagar o equivalente a 2.800 dólares para a vítima.

Recebeu uma sentença leve porque o tribunal aceitou seus “documentos sírios” que reivindicam que ele era um menor, apesar da papelada sueca indicar que não, tornado o relato da mídia local confuso e até ingênuo.

“O homem de 17 anos, que desde que fez 18, puxou uma menina de 13 anos para um dos banheiros da escola, fechou a porta e depois a estuprou. Durante o julgamento, a idade do estuprador condenado foi uma questão importante. Seus documentos mostram que ele nasceu em 1998, e tinha 18 anos quando os crimes foram cometidos, mas por sua própria admissão ele nasceu em 1999”, informou o jornal sueco Expressen.

Referências:

InfoWars

FriaTider

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Sociedade

Não é piada! Jornal mais popular da Suécia sugere proibir carros para combater terrorismo

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jornal sueco

Não é piada, nem notícia do Sensacionalista – o jornal mais popular da Suécia, o Aftonbladet, sugeriu que carros sejam proibidos em algumas cidades e grandes centros do país, após o atentando da última sexta (7) em Estocolmo que matou 4 pessoas – dois suecos, um britânico e um belga.

A matéria assinada por Eva Franchell – que prega o estatuto do descarramento – já diz no primeiro parágrafo que “carros se transformaram em armas mortais. Eles andam sendo fáceis de roubar e, em seguida, nada é capaz de parar seu avanço”.

O texto ainda cita atentados em outros países onde carros foram os meios usados para a prática do terrorismo –  “Em Nice, Berlim, Jerusalém, Londres e Estocolmo, eles têm sido usados como máquinas eficazes de assassinato, pelos terroristas que desejam matar muitas pessoas”, observa o texto do jornal.

Interessante é que em nenhum momento a jornalista sueca citou os responsáveis por conduzirem os veículos que foram usados nos atentados e seus perfis, interesses e como eles entraram na Suécia.

Então, a conclusão “genial” que a jornalista Eva Francell chegou é que, “se as pessoas no futuro querem proteção, os carros devem simplesmente ser removidos dos locais onde as pessoas se reúnem e dos centros das cidades” – pois – “não é razoável que um grande caminhão seja conduzido diretamente para uma das ruas mais movimentadas de Estocolmo, numa tarde de sexta-feira, antes da Páscoa.”

Francell descreveu como “incrível” ser possível dirigir ao redor da parte medieval da capital sueca e sugeriu a mudança das entregas de lojas e restaurantes para horários onde as pessoas não estejam nas ruas.

“A maioria dos problemas com mobilidade e transporte público podem ser resolvidos com as entregas de lojas e restaurantes acontecendo nos momentos em que as pessoas não estejam nas ruas”, afirmou com seriedade.

A tolice da proposta consiste em uma questão muito simples: caso você remova um meio, uma ferramenta, usada por terroristas, eles criarão ou usarão outras, pois o plano não muda jamais, os meios, sim, podem mudar e serem adaptados a situação. Quem não tem carro mata com…

Para ministra do Meio Ambiente diminuição de carros é questão de gênero

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De acordo com a ministra do Meio Ambiente da Suécia, Karolina Skog, carros são conduzidos em sua maioria por homens e isso é uma forma deles tomarem espaço das mulheres.

“Os carros são conduzidos em grande parte por homens, dando muito espaço aos carros, estamos dando muito espaço aos homens – às custas das mulheres”, disse a autoridade do meio ambiente da Suécia.

A decadência sueca está a vista para que o mundo possa ver. O exemplo sociológico de como uma civilização pode ser arruinada por distorções ideológicas implantadas por forças internacionais está diante de todos.

Referência:

Aftonbladet

Breitbart

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Sociedade

Policial sueco desabafa e expõe crimes de imigrantes muçulmanos

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Um oficial da polícia sueca, com mais de 47 anos de serviço, considerado um dos policias mais experientes do país, Peter Springare, fez um desabafo na semana passada e publicou detalhes da ação criminosa dos imigrantes islâmicos na Suécia.

Nitidamente com a intenção de mostrar que os imigrantes muçulmanos são responsáveis pela esmagadora maioria dos crimes no país, o experiente policial também relatou que metade dos detidos não possuem documentos válidos, sendo assim imigrantes ilegais.

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Springare escreveu na última sexta-feira (3) em seu Facebook:

“Estou muito cansado. O que escreverei abaixo não é ‘politicamente correto’. Mas eu não me importo. O que eu vou fazer por todos os contribuintes é proibido fazer para nós funcionários do Estado. Isso tende a te levar a não fazer uma carreira e a não receber seu pagamento – mesmo que seja verdade. Eu não me importo com tudo isso, em breve vou me aposentar depois de 47 anos nesta atividade. Vou agora e a cada semana explicar em detalhes o que me emprega como investigadores/investigador na polícia em örebro.[Isto] Não vai bater com a opinião ou com a percepção, no debate em geral, de outros criminologistas esquerdistas.

Nossos aposentados estão de joelhos, a escola tá uma bagunça, a saúde tá um inferno, a polícia está completamente destruída etc etc. Todos nós sabemos porque, mas ninguém ousa ou quer abordar a razão, devido ao fato de que a Suécia sempre viveu no mito puritano de ser a última sociedade que tem recursos para estar na vanguarda quando se trata apenas de ser uma opção politicamente correta, em um mundo disfuncional que faz um nó em si própria, por comportamento destrutivo em nome de diferentes.

Aqui vamos nós – esses [casos] eu peguei entre segunda a sexta desta semana; estupro, roubo, assalto com agravante, assalto seguido de estupro e estupro, extorsão, chantagem, assalto, violência contra a polícia, ameaças à polícia, crime de drogas, drogas, crime, crime, tentativa de assassinato, estupro novamente, extorsão e maus-tratos.

Autores suspeitos: Ali Mohammed, Mahmod, Mohammed, Mohammed Ali, novamente, mais uma vez, novamente Christopher… o que é verdade. Sim um nome sueco para um crime de drogas, Mohammed, Mahmod, Ali, repetidas vezes.

Países que representam o semanário de todos os crimes: Iraque, Iraque, Turquia, Síria, Afeganistão, Somália, Somália, Síria novamente, Somália, desconhecido, país desconhecido, Suécia. Metade dos suspeitos, não podemos ter certeza porque eles não têm documentos válidos. O que em si normalmente significa que eles estão mentindo sobre sua nacionalidade e identidade.

Agora estamos falando apenas do município de örebro. E estes crimes ocupam o nossa investigação em 100%.

Então, isso se vê aqui e tem sido isso nos últimos 10-15 anos.

Retornarei na próxima sexta-feira com um pronunciamento para a semana que passará.”

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Como resultado da publicação de Springare, o jornal sueco Samtiden relatou que ele está sendo saudado como um “herói do povo” e “denunciante” que deveria ser “o próximo chefe da polícia nacional”. Segundo o mesmo jornal, o oficial sueco pretende continuar com suas postagens no Facebook.

A rádio Sveriges informou que uma investigação foi lançada pela polícia devido a seu cargo e um promotor especial está atualmente avaliando se algo que ele escreveu foi “ilegal”.

A polícia sueca foi ordenada, em 2016, a parar de divulgar a raça e a nacionalidade dos suspeitos de crimes “para evitar serem classificados como racistas.”

Referência:

D.C. Clothesline

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“A brasileira morre não por que deseja matar seu bebê mas sim por que quer tê-lo” – Derrubando mitos sobre o aborto

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Um dos vídeos mais icônicos no que diz respeito a expor tudo que está por trás do lobby do aborto é o da palestra da especialista Isabela Mantovani, disponível no Youtube desde 2015. Como falta tempo ou existe má vontade de muitos em lidar com a verdade, o Panorama Livre resolveu transcrever os dados e as partes mais importantes do que foi exposto.

Isabela Mantovani inicia dizendo que deseja desmistificar cinco pontos:

1. Os dados falsos e as estatísticas mentirosas sobre o aborto que são largamente propagados. Ela cita, como exemplo, a falácia que virou mantra: “no Brasil temos 1 milhão, 1 milhão e 500 mil abortos”.

2. A segunda mentira que ela desmistifica é: “com a legalização do aborto, ele diminui” – Ela mostra que quando o aborto é legalizado o número de abortos aumentam.

3. Outro mito que Isabela detona é de que no Brasil, onde o aborto é proibido, há mais abortos que nos países onde ele é legalizado. Ela mostra que tal hipótese absurda é falsa.

4. O quarto ponto desmentido é que no Brasil o número de abortos está aumentando. A especialista mostra justamente que os números de abortos estão diminuindo.

5. Ela encerra brilhantemente, seu último ponto, destruindo a mentira de que o aborto é “questão de saúde pública”. A legalização do aborto tem efeito nulo nos índices de mortalidade materna –  não há relação de causa e efeito entre legalizar aborto e diminuir a mortalidade materna.

Derrubando o mito um – “ocorrem um milhão de abortos no Brasil”

Isabela Mantovani começa expondo da onde saiu o número de que no Brasil há 1 milhão de abortos. Ela descobre que esse falso número é fornecido pelo  Instituto Alan Guttmacher, braço da IPPF – a qual ela classifica como uma grande multinacional do aborto, sendo proprietária de inúmeras clínicas de aborto pelo mundo – e pelo IPAS.

O IPAS, expõe Mantovani, foi fundado na Carolina do Norte, nos anos 1970, e surge para substituir a USAID (United States Agency for International Development), que atuava em conjunto com a Fundação Rockefeller em seu trabalho de diminuição populacional do mundo e controle familiar. A Fundação Rockefeller dividiu seus trabalho em três fases: estudos demográficos que mostrassem o crescimento populacional mundial; o segundo passo foi colocar institutos, centros de planejamento familiar, no mundo todo, incentivando assim a inserção de DIU (dispositivo intrauterino), esterilização forçada nas mulheres entre outros meios; e o terceiro passo foi criar o alarde junto ao governo norte-americano (governo Nixon) de que o crescimento populacional nos países em desenvolvimento trazia sérios riscos a segurança dos Estados Unidos. Nixon então cria, dentro da USAID, um departamento para assuntos populacionais que visa frear o crescimento populacional no mundo – tal departamento, em 15 anos, atingiu US$ 1,7 bilhões em orçamento (menor apenas que o plano Marshall – outro projeto da USAID que visava reconstruir o continente europeu após a segunda guerra).

Com a chegada de Carter ao poder as coisas mudam e ele proíbe que dinheiro público financie aborto fora dos Estados Unidos. Para substituir a USAID, o IPAS é criado com dinheiro privado.

Isabela mostra que o  Instituto Alan Guttmacher prega que para se estimar o número total de abortos você deve pegar o número de internações hospitalares e multiplicar por cinco, já o IPAS diz que você tem que multiplicar por seis – pergunta: da onde foi tirado esse fator de multiplicação? A especialista afirma que eles nunca explicaram da onde isso surgiu e que eles ensinam assim e que as pessoas apenas usam tais métodos e então surgem esses números absurdos.

Vamos aos dados coletados pela especialista:

-Datasus – 2013: 206.270 internações por abortos (espontâneos e provocados).

-Pesquisa Nacional Aborto (UnB e ONG ANIS) – 2010: uma a cada duas mulheres que abortam precisam de internação.

-20 a 25% das internações devido a abortos são por abortos provocados.

Partindo desses dados a estimativa de abortos passa pela conta: 206.270 x 0,25 x 2 = 103.134 abortos no Brasil. .

Então Isabela Mantovani logo pega os Estados Unidos como exemplo e parte para destruir os números mentirosos americanos. Ela expõe que os EUA legalizam o aborto no começo da década de 1970. Vamos aos dados antes da legalização:

-Número absoluto de mortes de mulheres por abortos provocados no EUA: entre 200 e 300 mulheres (não confundir com dados de mortes para cada 100 mil nascituros).

-Número de abortos: 200 mil abortos por ano.

Segundo os que militavam pela legalização do aborto, na época,  o número de mulheres mortas decorrentes de abortos provocados era entre 5 mil e 10 mil e o número total de abortos era de… 1 milhão. Lembrando que na época a população dos Estados Unidos era semelhante a nossa, 200 milhões, coincidência?

Então ela enterra o mito dos milhões de abortos expondo a confissão de um dos maiores militantes pela legalização do aborto, o “doutor” Bernard Nathanson.

“Eu confesso que sabia que os números eram totalmente falsos e suponho que outros, se parassem para pensar sobre isso, também saberiam. Mas, na moralidade da nossa revolução, eram números úteis, amplamente aceitos, então por que não usá-los da nossa forma, por que corrigi-los com estatísticas honestas? A principal preocupação era eliminar as leis [contra o aborto] e qualquer coisa que pudesse ser feita para isso era permitida” (Bernard Nathanson no livro “Aborting America”, 1979, p. 193)

Derrubando o mito dois – “com a legalização do aborto, sua prática diminui”

A especialista, sem muitas delongas, parte logo para os dados:

EUA – legalizado em 1970

*1970 – 193.500 abortos – população 205 milhões

*1975 –  1.034.170 abortos – população 215 milhões

*1980 – 1.553.890 abortos (+626%) – população 227 milhões

*2008 – 1.212.350 abortos (+325%) – população 304 milhões

Suécia – legalizado em 1939

*1939 – 439 abortos

*1949 – 5.503 abortos

*1969 – 13.735 abortos – população 8 milhões

*2010 – 37.698 abortos – população 9,3 milhões

Espanha – legalizado em 1985

*1987 – 16.766 abortos – população 38,6 milhões

*1990 – 37.231 abortos – população 38,8 milhões

*2011 – 118.359 abortos (+488%) – população 46,7 milhões

Inglaterra – legalizado em 1967

Isabela não mostra dados da Inglaterra mas cita o caso do Lord David Steel que 50 anos atrás militava pelo aborto e disse nunca imaginar que os números de abortos seriam tão alarmantes, como revela essa matéria do The Guardian, “Too many abortions: Lord Steel”

Mantovani pontua que isso ocorre porque a geração atual de adolescentes não participou dos debates sobre o tema pois nasceram em uma geração onde matar crianças no ventre já é algo comum e cultural. Reflexos da banalização de assassinar crianças.

Uruguai – legalizado em 2012

Isabela Mantovani explica que no Uruguai também usaram a artimanha de inflar os números de abortos. Primeiro mentiram dizendo que haviam 150 mil abortos, mas o número não bateu com o número de mulheres em idade fértil, então a farsa caiu, houve retratação, o número passou para 50 mil e depois cravaram 33 mil. Em dezembro de 2012 o Uruguai legaliza o aborto e o número de abortos em 2013 bateu 4,5 mil – onde estão os outros 29 mil abortos? Autoridades tentaram afirmar que isso é reflexo da diminuição de abortos mas não convenceram ninguém. Que mulher pensaria – “vou abortar, mas agora que foi legalizado não vou mais”? Não faz sentido.

Derrubando o mito três – “no Brasil há mais abortos que nos países que legalizaram”

Indo direto aos números:

Brasil – 103 mil abortos – população 200 milhões.

França –  200 mil abortos – população 50 milhões

Suécia – 37 mil abortos – população 9,3 milhões

Inglaterra – 100 mil abortos – população 50 milhões

Japão – 200 mil abortos – população 100 milhões

Novamente a especialista cita Bernard Nathanson que dizia que o importante era envolver a mídia para que seus falsos números estejam divulgados em todos os espaços e meios. E completa afirmando que Nathanson dizia que nunca nenhum jornalista perguntou pra ele a origem dos números, a origem dos “1 milhão de abortos” e as pessoas passavam a reproduzir o discurso.

Derrubando o mito quatro – “o aborto está aumentando no Brasil”

Já que o número de abortos é baseado no número de internações hospitalares, Isabela Mantovani mostra que o números das mesmas vem diminuindo ano após ano e o número de curetagens também – que sofreu queda de 12% entre 2008 e 2009. Tudo coerente com os dados de opinião pública pois em 2003, segundo o Ibope, 90% da população era contra o aborto, já em 2005 a aprovação do aborto diminuiu de 10 para 3%, em dois anos a rejeição ao aborto aumentou ainda mais. Já o Data Folha mostrou que, em 1998, 61% das pessoas achavam a prática do aborto algo muito grave e em 2007 esse número subiu para 71% e só 3% consideravam moralmente aceitável tal absurdo.

Então Isabela Mantovani diz que depois disso não apareceram mais pesquisas relacionadas ao tema. Em 2009, Sônia Corrêa disse em um congresso sobre direito reprodutivo na Assembléia Legislativa de São Paulo que a rejeição ao aborto está aumentando ano após ano.

Derrubando o mito cinco – “a legalização do aborto diminui a mortalidade materna”

A legalização do aborto tem efeito nulo sobre a mortalidade materna. A especialista cita o exemplo do Chile – onde a lei do aborto é extremamente restrita – que diminuiu a mortalidade materna de 275 mortes por 100 mil nascidos vivos, na década de 1970, para 18,7, em 2000, sem mexer na legislação do aborto. Já na Índia o aborto é legalizado e a mortalidade materna é altíssima.batendo o número de 200 mortes por 100 mil nascidos vivos.

Fechando com chave de ouro chega a hora de pegar a Polônia como exemplo e é aí que a casa cai para os lobotomizados que defendem a legalização do aborto.

“Veja como a Polônia ela é o calcanhar de Aquiles dessa afirmação [que a legalização diminui a mortalidade materna] por que? Lá quando o aborto era legalizado, na época do regime comunista, a gente tinha uma mortalidade materna de 11, daí com a queda do regime, o aborto foi proibido, a mortalidade materna caiu… para DOIS. Agora eu vou ser honesta com os senhores, eu não vou usar isso daqui para falar, ‘olha legalizar o aborto faz a mortalidade materna aumentar’ – tem gente que usaria, viu? Talvez do outro lado, mas eu não vou ser desonesta com os senhores. Os dados mostram que NÃO há relação entre legalização do aborto e diminuição da mortalidade materna.”, proferiu brilhantemente a especialista Isabela Mantovani.

Mas o que diminuiu a mortalidade materna?

Segundo Mantovani, 92% das causas de morte materna são preveníveis e o que diminuiu é investimento na assistência ao pré-natal, parto e puerpério possibilitando a mulher de acessar o sistema de saúde em tempo oportuno, na hora que ela precisa do sistema.

A palestrante mostra números do Datasus sobre mortalidade materna e suas causas em 2011, o mais atual na época da apresentação:

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-1070 por causas diretas (causas obstétricas como hemorragia, infecção…)

-481 causas indiretas (doenças que a mãe já possuía como diabetes, hipertensão)

-59 causas não especificadas

-135 por abortos, sendo apenas 68 por abortos provocados.

Ou seja 96% das mortes maternas não foram por abortos, mostrando que o coração do problema não está em abortos sejam clandestinos ou não. A brasileira morre não por que deseja matar seu bebê mas sim por que quer parir, ter, seu bebê e não tem acesso a uma estrutura decente.

 

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Sociedade

Suécia: professora teria sido demitida por ser judia

O grande barril de pólvora multicultural que se tornou a Europa começou a ganhar fagulhas perigosas. Uma professora teria sido demitida de uma escola em Malmö, na Suécia, por ser judia.

A Suécia é um exemplo preventivo do resultado desastroso da imigração muçulmana em grande escala e da mazela que é o multiculturalismo. A Suécia se tornou um país com regiões que hoje têm grande influência islâmica de fato. O resultado? Os islâmicos começaram a espalhar seu ódio e combate a outras culturas e etnias, inclusive a judaica.

É fato que o judaísmo também prega a segregação e o ódio ao gentil, aos goyim, tudo baseado no primitivo Talmud – bastando olhar para Israel e seus massacres e entender como funciona sua política, além obviamente de estudar a história do povo judeu que ao longo dos séculos sabotou nações, sendo expulso de várias delas.

Porém o lamentável desse episódio é que a Suécia já está experimentando o que é abrigar um conflito de grupos forasteiros, que não possuem a menor identidade com a terra e com a moral Cristã que civilizou tal pátria.

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Um pouco de nacionalismo e cautela em aceitar interferências culturais estrangeiras teria resguardado a ordem e a paz no país nórdico.

Como se deu o caso?

Tudo ganhou repercussão com uma ativista sueco-judaica chamada Annika Hernroth-Rothstein que disse que “não se surpreendeu” ao ler sobre o ocorrido em um jornal judaico na terça-feira. Annika Hernroth-Rothstein disse ao Algemeiner que a única coisa “desconcertante” sobre o incidente relatado é o quão “tão na cara”, explícito, isso foi.

Hernroth-Rothstein, conhecida na Suécia por seu ativismo pró-Israel e pelas batalhas pessoais e públicas contra o “antissemitismo” na Europa, estava respondendo a uma história que apareceu no site de notícias em hebraico NRG sobre a personagem “A,” uma israelense que alegou que foi demitida de seu cargo, afirmando que ela iria ser odiada por crianças suecas e árabes.

De acordo com a matéria do portal NRG “A” (assim o portal identificou a professora) postou no Facebook uma descrição de sua experiência com o diretor da escola onde ela tinha começado a trabalhar em fevereiro.

“Ouça, ‘A’, você sabe que eu estou do seu lado”, ela contou que seu empregador disse para ela. “E é muito desagradável para mim dizer isso a você, mas eu acho que os problemas estão susceptíveis de surgir aqui pelo resultado de suas origens.”

“A”, disse que seu patrão explicou, “Não vai ser fácil para você aqui. A maioria dos alunos suecos são racistas. Eles odeiam todos, mas especialmente os judeus, por isso você poderia facilmente estar recebendo isso deles e também dos alunos árabes. Eu sugiro que você procure emprego em outro lugar, longe das escolas. E você sabe que eu estou dizendo isso porque eu me preocupo com você. ”

“A” revelou ao portal NRG que Malmö “tornou-se um lugar que eu não reconheço mais. Eu sinto da maneira de quando eu cheguei aqui há 39 anos – como uma turista. Embora os edifícios e ruas sejam familiares, tudo mudou.”

“A” falou que “a situação tem crescido e ficado cada vez pior desde a Operação Chumbo Fundido”, referindo-se à três semanas de incursão da IDF em Gaza – de dezembro de 2008 a 18 de Janeiro de 2009 – para parar foguetes terroristas em Israel e o contrabando de armas no enclave controlado pelo Hamas.

“Eu me senti engasgada” durante a conversa com o diretor, ela escreveu no Facebook. “Mas eu consegui parar as lágrimas. Fiquei em silêncio, e não só porque eu não conseguia respirar, mas porque eu já sabia que “problemas” poderiam surgir. Eu entendi que mesmo os muitos lenços eu teria que usar para esconder a minha estrela de David não ajudariam. Eu teria que manter o silêncio quando questionado sobre o meu passado.”

Ela continuou: “No caminho para casa, sozinha em um vagão de trem, eu permiti que as lágrimas de minha frustração fluíssem. Eu estava com raiva de mim mesmo. Eu estava irritada com a minha frustração. Eu estava irritada com as minhas lágrimas. Eu estava com raiva sobre talvez ter que encontrar outro trabalho, não como uma professora. Acima de tudo, eu estava zangado com a Suécia em 2016. Quando cheguei em casa, comecei a procurar outro emprego.”

De acordo com o NRG, “A” se mudou para Malmö com o marido sueco, a quem ela conheceu em Israel, quando serviu como um membro das forças de paz da ONU. O casal se divorciou cerca de uma década mais tarde, mas ela permaneceu em Malmö, onde ela acumulou um número de graus acadêmicos e tornou-se parte integrante da cidade.

“Malmö está perdida para nós”, disse Hernroth-Rothstein ao Algemeiner. “E com isso quero dizer a Suécia, não apenas para os judeus. Esta é uma cidade que representa uma versão acelerada do que vemos acontecendo no resto do país e do continente, hoje, por causa de seu tamanho relativamente pequeno e o fato de que as áreas altamente problemáticas – aquelas densamente povoadas por imigrantes árabes – estão no meio da cidade “.

Ela continuou: “O rabino ortodoxo de Malmö há muito tempo soou o alarme e arquivou numerosos relatórios policiais citando assédios, tanto físicos quanto verbais. No entanto, a resposta, de ambos os políticos e intelectuais, foi condenar o estado judeu e desculpou o antissemitismo dizendo que ele é a consequência lógica das ações militares israelenses. O peixe apodrece pela cabeça, e Malmö é um excelente exemplo disso, uma vez que já vendeu e abandonou sua população judaica, uma vez significativa”.

Apesar de entender a dor da professora que não se identificou é preciso lembrar que Israel e seus magnatas são enormes apoiadores do multiculturalismo, com vários ativistas judeus apoiando tal processo para a Europa. Rabinos judeus já declaram publicamente que a islamização da Europa é uma coisa boa para Israel e outros até chegaram a dizer que a Europa merecia passar pela onda de terrorismo atual.

No vídeo abaixo Barbara Lerner Spectre uma ativista judia diz que os judeus terão um papel importante em ajudar a Europa a ser tornar multicultural.

Neste outro vídeo, um rabino Baruch Efrati afirma que a islamização da Europa é boa para Israel e para os judeus.

Há também de ser lembrado que o Estado Islâmico opera com dezenas de armas e minas letais israelenses e que o líder dos terroristas, Abu Bakr al-Baghdadi, morreu em um hospital de Israel. Como sempre os sionistas usam judeus mais pobres e de pouca influência como bucha de canhão para seus interesses e vitimismos.

Continuando, Hernroth-Rothstein disse que os municípios suecos começaram a segregar piscinas comuns, devido às queixas de jovens mulheres de imigrantes molestando-as quando elas iam nadar. Isto, ela disse, “é como a Suécia responde à violação dos direitos humanos e transgressões a lei sueca – que se adapta ao criminoso e abandona a vítima, e vejo a mesma coisa acontecendo para nós judeus na Suécia hoje. Na verdade, a professora em questão provavelmente não vai receber sequer um pedido público de desculpas, nem compensação, mas ela é convidada a adaptar-se aos autores (da violência) e aceitar esta realidade. Não há desculpa para este paródia de justiça “, completou.

Referência:

Algemeiner

NRG

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Geopolítica

General do exército sueco alerta para guerra mundial em poucos anos

A Suécia não luta uma guerra há mais de 200 anos, mas em breve isso mudará de acordo com um documento interno do exército sueco enviado a soldados e funcionários públicos que se envolveram em uma manobra militar.

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O chefe do Exército sueco General Anders Brännström disse aos homens sob o seu comando que eles poderiam esperar pois “em poucos anos” eles estarão lutando uma guerra na Europa contra adversários qualificados.

Além dos soldados, o livreto contendo a dura advertência também foi dado aos funcionários públicos, políticos e convidados que participam de manobras anuais e demonstrações de exercícios militares que ocorrem na próxima semana.

Ao discutir o novo orçamento militar, aprovado ano passado, pelo governo sueco para o período de 2016-2020, o General Anders Brännström afirmou que há uma exigência para que a Suécia aprimore sua capacidade de defesa.

“A exigência que nós temos de atingir a capacidade para combate armado contra um adversário qualificado está claro, e isso no contexto objetivo de criar uma linha de frente contra ataques militares (externos) e defender a Suécia. O ambiente global que estamos vivendo demonstra, por decisões estratégicas (tomadas por políticos), e nos leva a conclusão que podemos estar em guerra em alguns anos”, explicou Anders Brännström.

O general acrescentou que as manobras, que este ano focam na capacidade do exército sueco de lutar e sobreviver em uma guerra de inverno, devem ser realizadas com esta situação de segurança (defesa nacional) em mente.

Falando para o tabloide mais popular da Suécia, o General comentou que a imagem de deterioração na segurança da Europa foi o principal fator que motivou o seu aviso, indicando que a realização de campanhas militares pelo Estado Islâmico na Europa e a instabilidade da Ucrânia poderiam levar a um conflito. Ele sugeriu que uma Terceira Guerra Mundial está bem próxima.

“Pode-se traçar paralelos com a década de 1930. A grande incerteza e dinâmicas (politicas) que então levaram (o mundo) a uma grande guerra. Nesse tempo conseguimos (a Suécia) ficar de fora. Mas não é de todo certo que poderíamos ter sucesso desta vez “, expôs o General sueco.

A Suécia foi politicamente neutra durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto todos os seus vizinhos foram invadidos ou caíram sob a influência política ou do Terceiro Reich ou da União Soviética.

É incomum uma figura militar sênior que ainda está servindo, muito menos o chefe de um exército profissional, falar sobre tais assuntos políticos na Europa. No entanto, esses comentários não são apenas opinião do general, como o mesmo acrescentou, já que seus colegas mais velhos todos têm os mesmos pensamentos.

“Esta é uma posição grave partilhada por muitos. Esta é uma situação completamente diferente da que tínhamos há dez anos. Existe agora um foco muito forte em defesa nacional … Estão se preparando para o pior”.

O portal Breitbart Londres entrevistou o chefe que recentemente se aposentou do Ministério do Desenvolvimento Defesa, Centro de Conceitos e Doutrina, ano passado no Reino Unido, e reportou suas crenças de que grupos terroristas islâmicos iriam começar a lançar ataques terroristas na costa do sul da Europa por meio de barcos. O contra-almirante Parry RN disse ao Breitbart Londres que os islâmicos poderiam seguir o exemplo dado pelos ataques mortais de Mumbai, em 2008, que viu comandos islâmicos desembarcarem de barcos rápidos, invadindo a cidade para então matarem 150 pessoas.

O almirante disse: “Em breve estaremos enfrentando ataques executados em partes remotas da Europa, como Malta e as ilhas gregas”.

Referência: Breibart

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