Sionismo

Armas e kits médicos de Israel são confiscados com terroristas da Al-Qaeda nas Colinas de Golã

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O exército sírio (SAA) frustrou outro grande ataque de terroristas ligados à Al-Qaeda nas Colinas de Golã, no último fim de semana. Os jihadistas tentaram aproveitar uma grande provisão de equipamentos fornecidos por Israel porém o material foi confiscado pelas forças do regime sírio.

De acordo com o Regimento Golani, das Forças de Defesa Nacional (NDF), o exército sírio apoderou-se de kits médicos e armas fornecidas por Israel pertencentes ao grupo militante “Hay’at Tahrir Al-Sham” da Al-Qaeda, perto da cidade de Hamadiyah, neste último domingo (2).

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Um dos kits médicos israelenses capturados com os terroristas

O exército israelense tem ajudado constantemente os jihadistas nas Colinas de Golã com ataques aéreos corriqueiros às posições do exército sírio de Bashar al-Assad, perto da cidade de Al-Ba’ath.

Com o auxílio dos ataques aéreos israelenses, os terroristas se aproveitaram para avançar contra as defesas do exército sírio e chegaram inclusive a romper as linhas de frente das forças sírias na cidade de Al-Ba’ath.

Referência:

Al Masdar News

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Economia

Maduro entrega Venezuela para Goldman Sachs e dívida do país pode chegar a 250% do PIB

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Após o colapso da economia venezuelana, começou a liquidação do país aos entes bancários do eixo Wall Street-Londres-Tel Aviv. Em poucas semanas o regime socialista de Nicolás Maduro se ajoelhou diante do cartel bancário e vendeu por 865 milhões de dólares, títulos com valores nominais de 2,8 bilhões a famosa casa bancária judaica usureira Goldman Sachs, que deverá receber em cinco anos (2022) a quantia de 3,65 bilhões de dólares.

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A operação se deu por meio do Banco Central da Venezuela que vendeu alguns títulos com vencimentos em cinco anos, porém favorecendo a usura dos bancos em detrimento da saúde econômica da nação. Com a operação, o governo deve devolver quatro vezes o valor recebido, com juros acumulados de 300%, de acordo com o Wall Street Journal.

Os títulos obtidos pelos gerentes financeiros da Goldman Sachs de 2,8 bilhões de dólares são da Petroleos de Venezuela (PDVSA). O valor comprado representa mais de 90% da emissão de 3 bilhões de dólares em títulos feito pelo Banco Central da Venezuela.

Foi uma grande trapaça, um grande golpe contra a Venezuela emitir 3 bilhões de dólares em títulos e vender mais de 90% por apenas 865 milhões, ainda mais de uma empresa estratégica e vital ao país como a petrolífera PDVSA.

Com a inflação prevista para atingir 1000% no fim do ano, a oposição do país está furiosa com o fato da Goldman Sachs ter negociado e dado sobrevida através de crédito ao Banco Central da Venezuela – o proprietário anterior dos títulos da petrolífera estatal PDVSA – injetando assim crédito no regime socialista de Maduro.

Todavia o fato grave não se trata apenas de prover o governo socialista de Maduro ajudando-o a ter dinheiro em caixa, porém a grande desgraça é o leilão e o entreguismo dos recursos geoestratégicos venezuelanos.

A imoral firma de Wall Street diz que comprou o bloco de títulos, com o preço em cerca de 31 centavos de dólar cada papel, através de um corretor, não interagindo assim diretamente com o governo, porém isso é o de menos – se o próprio governo vendeu o país, seria uma casa bancária estrangeira a se importar com o povo?

Tal episódio só prova mais uma vez a relação íntima do cartel bancário judaico com regimes ditatoriais socialistas. Por que a ditadura de Maduro não recorreu, por exemplo, ao BRICS, ou até mesmo a seus países em termos individuais, como China ou Índia?

Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela envia carta ao CEO da Goldman Sachs – Parlamento alerta sobre calote

O Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Julio Borges, enviou uma carta ao CEO da casa financeira Goldman Sachs, o judeu, Lloyd Blankfein. Para o político, “a operação concede uma tábua de salvação para o governo autoritário do ditador Maduro. Sua decisão de ajudar um regime ditatorial supõe uma violação ao Código de Conduta e a Declaração dos Direitos Humanos da Goldman Sachs”, dizia a carta de Borges.

Julio Borges acusa a empresa de “ganhar alguns dólares fáceis à custa do sofrimento do povo venezuelano”. Ora, por que Lloyd Blankfein se importaria com o sofrimento e com o empobrecimento de meros impuros ou goyim venezuelanos?

De acordo com estimativas do analista venezuelano Frank Muci, que estudou o acordo, tal empreitada poderia elevar a dívida do país a exorbitantes 250% do PIB em apenas 4 anos.

“A razão é simples: se você tem que fazer dívida a taxas tão elevadas, eles [do governo] serão obrigados a tomarem mais dívidas para pagarem os enormes juros da velha dívida que se amontoam exponencialmente… até que algo a quebre”, explicou Muci.

No entanto, a oposição venezuelana tem alertado repetidamente que não reconhece qualquer dívida que não foi autorizado pela Assembleia Nacional, visto que a mesma não aprovou nenhuma das operações realizadas por Maduro desde janeiro de 2016.

Referências:

Economia Hoy

Reuters

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Judaísmo

Depois da Amazon, agora o Youtube é acusado de permitir conteúdo “anti-semita” e “discurso de ódio”

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Após perseguir e remover obras, da Amazon, que revisam e desmentem  as versões convencionais do “holocausto”, a censura judaica desta vez apontou sua mira para o Youtube.

Um artigo do Sunday Times, um dos maiores jornais do Reino Unido, acusou o Google de falhar em remover  “conteúdo virulento anti-semítico” e em combater material que contém “discurso de ódio”. Segundo o artigo, “mais de 200 vídeos anti-semitas estão hospedados no YouTube” e alguns se encontram hospedados no site há anos, já possuindo milhões de visualizações.

Mais uma vez, os velhos clichês como “anti-semitismo” e “discurso de ódio” são usados para tentar castrar qualquer debate profundo sobre um tema sério, que já esteve no centro de duas guerras mundiais modernas e que até hoje respinga em inúmeras civilizações, devido ao modus operandi pregado por esse pseudo-judaísmo atual, que se inspira no Talmud -coletânea de ensinos que prega a supremacia judaica sobre os outros povos.

O Sunday Times é de uma corporação midiática judaica

O motivo pelo qual tal folhetim citado está tentando castrar a liberdade de estudo e investigação sobre tais temas e iniciou essa campanha para censurar vídeos do Youtube é bem simples: o Sunday Times é do grupo News UK, que no Reino Unido também controla os “informativos” The Times e The Sun. O News UK é uma subsidiária do conglomerado midiático chamado News Corp. criada por… Rupert Murdoch, nascido de mãe judia, Elizabeth Green (na lei talmúdica, o judeu é aquele nascido de mãe judia).

Nos Estados Unidos a News Corp. controla o Wall Street Journal e o New York Post, além do estúdio 20th Century Fox e os canais de TV ligados aos mesmos. A 20th Century Fox, atualmente, tem um trio de comando israelita, composto por: Peter Chernin, Jim Gianopulos e Tom Rothman.

Não a toa há uma mobilização midiática, cultural e política para cada vez mais impedir que conteúdos que desmascaram os planos geopolíticos e econômicos do judaísmo sejam proibidos e até removidos.

Do sionismo – que visa criar a grande Israel e reconstruir o terceiro templo – ao controle das moedas do mundo por meio de bancos centrais, as provas contra tais empreitadas são vastas e, na era da livre informação, ficará difícil conter tanto materiais bibliográficos quanto audiovisuais.

Tal medida que apela para a censura e rótulos vazios, pode ser inclusive um erro estratégico do cartel judaico, pois com essa onda de proibições, o interesse por tal assunto pode, no lugar de diminuir, crescer cada vez mais no mundo inteiro. E com a velocidade de compartilhamento da internet atual, pode-se dizer que é impossível qualquer controle de informação.

Referência:

The Sunday Times

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Editorial

Acorda Bolsonaro! O judaísmo sempre esteve por trás da esquerda

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Primeiro de tudo: não sabemos as reais intenções de Jair Bolsonaro – se o mesmo age por má fé, executando assim um papel na política nacional ou se é mais um ludibriado e envenenado por essa propaganda tacanha que afirma ser Israel um bastião ocidental no Oriente Médio – hipótese imbecilizante defendida por alguns neoconservadores.

Acreditando na segunda possibilidade – de que Jair Bolsonaro e seus seguidores são incautos que se afundam no erro de apoiar essa falsa Israel que ocupa a Palestina – tentaremos alertar o deputado e os seus apoiadores que a censura que Bolsonaro sofreu na Hebraica não é algo para se espantar.

O que é de se espantar é o fato dos seguidores de Bolsonaro e ele próprio não saberem que o mesmo cartel de banqueiros judeus que financiou e operacionalizou a criação do estado de Israel, também patrocinou a revolução bolchevique, que criou a URSS, e todas as engenharias sociais que hoje são as “causas de esquerda”.

Não queremos afirmar aqui que todos os judeus estão envolvidos em revoluções, mas sim que aqueles que estão por trás do estado de Israel e adotaram o sionismo como corrente político-ideológica são os mesmos que serviram de pilar para a esquerda, tanto clássica – que atuava por meio de fuzil e molotov – quanto a nova, que atua mais em um campo cultural-burocrático. Mostraremos também que o Talmud – livro que embasa a conduta de grande parte dos judeus poderosos – prega o ódio a Cristo, a Nossa Senhora, aos cristãos e aos não-judeus.

Comunismo e as mais variadas vertentes da esquerda 

Comecemos pela revolução bolchevique e a União Soviética – para quem não sabe, seu maior patrocinador foi o banqueiro judeu conhecido como Jacob Schiff, que desde 1890 organizou e bancou treinamento para o que seriam os bolcheviques que viriam a atuar na revolução de 1917. Chegada a hora derradeira Schiff deu 20 milhões de dólares a Leon Trotsky para o último ato – a tomada do poder.

Jacob Schiff era descendente de uma distinta família rabínica e morava em Nova York desde 1860. Foi Rothschild – dono do Banco da Inglaterra – quem o treinou. Schiff começou a comprar ações da Kuhn, Loeb & Co. com dinheiro do Rothschild. Tanto Paul como Felix Warburg tornaram-se também parte proprietária da Kuhn, Loeb & Co, tendo como apoiador a família Rothschild, cujo símbolo é o hexagrama sobre um escudo vermelho.

Outros da comunidade judaica que, a partir dos EUA e Alemanha, financiaram os comunistas russos, além dos já citados acima, foram Mortimer Schiff, Otto H. Kahn, Max Warburg, Jerome J. Hanauer, Alfred Milner e Família Guggenheim, de acordo com a historiador judeu David Shub. Todos com grande influência na B’nai B’rith. Tudo registrado na obra “Under The Sign of Scorpion” do historiador Juri Lina.

Para quem ainda tem dúvidas, o próprio presidente russo Vladimir Putin confirma a grande influência e participação judaica no governo de formação da União Soviética:

Os nomes citados que atuavam nos Estados Unidos são de famílias que comandam o Federal Reserve, como laranjas da grande casa bancária da dinastia cabalista dos Rothschild’s. E é aí que entra a relação com a invasão denominada Israel – a Palestina foi prometida a mesma família Rothschild que teve seu dinheiro usado para financiar os comunistas da Rússia.

No período da primeira guerra mundial, a declaração de Balfour – feita pelo ministro da Relações Exteriores do Reino Unido, Arthur James Balfour, prometia o território da Palestina ao Lord Rothschild caso os britânicos derrotassem o Império Otomano na guerra que estava sendo travada.

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Basicamente a ocupação chamada hoje de Israel é nada mais nada menos que um feudo da família Rothschild, grande articuladora de trapaças financeiras, usura e revoluções.

Ainda sobre a criação artificial de Israel, não custa lembrar que em 1947, o embaixador da União Soviética, Andrei Gromyko, fez um discurso sobre a necessidade dos judeus de terem um estado independente. Stalin então organizou os estados comunistas do Leste Europeu para votar pela criação de Israel como um bloco decisivo, que proporcionou a maioria de dois terços necessária para a vitória, na votação da ONU de 29 de novembro de 1947.

Em 1948, o genocida Stalin permitiu que a fábrica de Skoda (fabricante de armas), na Tchecoslováquia enviasse armas pesadas enormemente necessárias para o novo exército israelense que se encontrava em dificuldades. David Ben-Gurion disse certa vez que sem os braços soviéticos, o estado de Israel nunca teria sobrevivido à investida de cinco exércitos árabes.

Agora abordando o terror vermelho, é preciso citar que um dos maiores genocidas soviéticos foi o judeu e chefe da Tcheka (polícia secreta da URSS), Guenrikh Grigorievich Yagoda, que foi somente e somente o responsável por estruturar, implantar e o primeiro comandante do sistema das famosas Gulags soviéticas, que só em seu período de atuação matou mais de 10 milhões de cristãos russos.

Mas Bolsonaro e admiradores, não pensem vocês que os tentáculos da finança judaica atuam somente em terras estrangeiras. Na era Vargas, mais precisamente em 1935, a ‘Organisação Revolucionária Israelita Brazcov’, filiada ao Partido Comunista foi desarticulada e seus membros foram deportados.

Assim noticiou o jornal O Globo – “Os communistas que são, em maioria, israelitas, rumenos, russos e polacos, reuniam-se diariamente durante o almoço e o jantar, na ‘Cozinha Proletaria Communista’ e ali discutiam, acaloradamente, seus planos revolucionários. Alguns se dissimulavam em vendedores a prazo, outros em padeiros e em varias profissões”, relata o diário carioca.

Já o jornal carioca Correio da Manhã, afirma que “Para melhor se entenderem, fundaram elles a Bibliotheca Popular Israelita ‘Schalom-Alechem’, com séde á rua Senador Euzebio n. 59 onde á guiza de se entregarem á leitura das varias obras se reuniam clandestinamente”.

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Após a esquerda mudar de roupagem e sair do modelo braçal das guerrilhas para o campo cultural-burocrático das engenharias sociais, uma coisa continuou igual: o dinheiro continuava vindo dos magnatas israelitas.

O judeu George Soros – que nos holofotes faz papel de anti-sionista mas que na prática financia crise migratória e nunca fez nada de concreto contra Israel –  é o mais famoso de todos, mas não esqueçamos porém da família Rockefeller que cresceu a partir da ajuda dos Rothschild’s, Schiff’s e Warburg’s, velhos nomes que pertencem ao cartel judaico do Federal Reserve.

Quem não sabe a origem do dinheiro dessa nova esquerda… São verbas de magnatas russos, iranianos ou sírios? Não. Tudo dinheiro de fundações americanas, britânicas e de outros países da Europa, ligadas a barões fincados no cartel bancário do eixo Londres-Wall Street- Tel Aviv.

O feminismo, por exemplo, teve como grande apoiador, além dos Rockefeller’s, a casa bancária J.P. Morgan, também acionista do FED e de família… judaica, como mostra o livro “Revolution from Above” de Kerry Bolton. O papel do judaísmo vai muito além do “apenas despejar dinheiro” – inúmeras mulheres judias atuaram na proliferação de tal engenharia social criada para escravizar, junto ao mercado de trabalho e aos patrões, as mulheres do ocidente, como Betty Friedan (Betty Naomi Goldstein), Bella Abzug e Glória Steinem. Mulheres que tiverem a indústria cultural e toda sorte de mídias para proliferarem suas agendas e enganos a outras mulheres, com o único intuito de servirem aos seus patriarcas das sinagogas.

Já o aborto também tem outra casa bancária judaica como forte promotora: a Goldman Sachs (outra acionista do Federal Reserve) – que é doadora da famigerada Planned Parenthood e financiou também o lobby pela aprovação do aborto na Irlanda.

A lista não pararia mais se a exposição das inúmeras causas de esquerda e seus financiadores fossem divulgadas. É evidente que há não-judeus ou “goyim” apoiando e financiados esquerdismos mundo afora? Óbvio, mas não com o papel organizado e preponderante do judaísmo e com intenções tão malignas de destruir os pilares do Cristianismo.

Islamismo radical, imigrantes e Estado Islâmico

Tal assunto não será extremamente detalhado neste texto, porém algumas coisas precisam ser pontuadas e aí contamos com a sede de pequisa do nosso leitor: Israel e Estado Islâmico não lutam um contra o outro, nem mesmo nas colinas de Golã. Israel ataca todos os inimigos do Estado Islâmico, como o exército da Síria e o Hezbollah. Armas, mantimentos e carregamentos de Israel já foram flagrados com o Estado Islâmico. Oficiais israelenses já foram mortos em bunkers e centros de comando do Estado Islâmico. O chefe de Inteligência de Israel e o Ministro da Defesa de lá já declararam publicamente que preferem o Estado Islâmico na Síria ao regime Assad. Netanyahu disse que a melhor coisa que poderia acontecer na Síria é sua balcanização. Rabino israelense Baruch Efrati revela que a islamização da Europa é boa para Israel.

O que diz o Talmud?

Por fim, vamos ao Talmud e o que ele fala sobre Cristo, Nossa Senhora e os não-judeus. Lembrando que passagens comprometedoras podem ser censuradas e removidas do Talmud para que não-judeus ou judeus betas não tenham acesso.

A obra a “A Verdade Sobre o Talmud” de  Michael A. Hoffman II e Alan R. Critchley desmascara o que verdadeiramente pensam os que desejam acabar com as tradições e os princípios cristãos.

Sobre Cristo:

Gittin 57a. Diz que Jesus está no inferno, sendo fervido em “excrementos quentes”.

Sanhedrin 43a. Disse que Jesus (“Yeshu” e na nota de rodapé #6 da Edição Soncino, Yeshu “o Nazareno”) foi executado porque ele praticou bruxaria: “É ensinado que na noite da Páscoa, Jesus foi pendurado, e quarenta dias antes disso a proclamação foi feita: Jesus é para ser apedrejado até a morte porque ele praticou bruxaria e seduziu o povo para a idolatria…Ele foi um incitador do mal e tu não deverás ter piedade ou perdão”.

“O Talmud (edição Babilônica) registra outros pecados de ‘Jesus o Nazareno’:

Ele e seus discípulos praticaram feitiçaria e magia negra, lideraram judeus erradamente ao interior da idolatria, e foram patrocinados por poderes estrangeiros, gentios, para o propósito de subverter a adoração judaica (Sanhedrin 43a).

 Ele foi sexualmente imoral, adorava estátuas de pedra (um tijolo é mencionado), foi cortado fora do povo judeu por sua maldade, e recusou a arrepender-se (Sanhedrin 107b; Sotah 47a).

Ele ensinou bruxaria no Egito e, para executar milagres, usou procedimentos que envolviam cortar sua carne, que é também explicitamente banido na Bíblia (Shabbos 104b).

Sobre Nossa Senhora Maria Santíssima:

Sanhedrin 106a . Diz que a mãe de Jesus foi uma prostituta: “Ela que foi a descendente de príncipes e governadores bancou a prostituta com carpinteiros”. Também na nota de rodapé #2 do Shabbath 104b da edição Soncino, é declarado que no texto “não censurado” do Talmud está escrito que a mãe de Jesus, “Miriam a cabelereira” teve sexo com muitos homens.

Sobre os cristãos e não-judeus:

Shabbath 116a. Os judeus devem destruir os livros dos cristãos, p.e. o Novo Testamento.
Dr. Israel Shahak da Hebrew University (Universidade Hebraica) relata que os israelenses queimaram centenas de bíblias do Novo Testamento na Palestina ocupada em 23 de março de 1980 (cf. Jewish History, Jewish Religion, p. 21).

Sanhedrin 57a . Um judeu não precisa pagar a um gentio (“Cuthean”) os salários devidos a ele pelo trabalho. Quando um Judeu mata um gentio (“Cuthean”), não haverá qualquer pena de morte. O que um judeu rouba de um gentio, ele pode guardar.

Baba Mezia 24a . Se um judeu encontra um objeto perdido por um gentio (“pagão”) ele não precisa ser retornado. (Afirmado também no Baba Kamma 113b).

Baba Kamma 113a. Judeus podem usar mentiras (“subterfúgios”) para iludir um gentio.

Sanhedrin 58b. Se um bárbaro (gentio) golpeia um judeu, o gentio deve ser morto.

Conclusão

Não serve só a Bolsonaro ou seus entusiastas, mas a todos que prezam pela Cristandade. Já passou da hora de se tratar o judaísmo com seriedade, com frieza analítica, sem emocionalismos bestas que regem o velho discurso de “anti-semita” que tenta castrar quem denuncia suas atrocidades ao longo da história. O inimigo é enorme, sabe usar de propaganda para inventar ou aumentar fatos que lhes tornam vítimas, quando na verdade foram os grandes genocidas do Século XX e até em outras eras.

Atualmente é uma máfia internacional que instrumentaliza tanto liberais quanto socialistas. Tem poder nas Nações Unidas, que apesar de muito bradar e propor sanções contra o estado sionista, nunca fez Israel cumprir nada.Tem Hollywood e a mídia, como já bem denunciaram figuras como Mel Gibson e Marlon Brando. E,principalmente, possuem as casas bancárias do mundo que geram crédito a partir de nada com suas reservas fracionárias.

Ao escrever algo deste nível, o Panorama Livre sabe que está apto a ser censurado, denunciado e ter seus autores perseguidos pelo poder de tal grupo, entretanto nos tempos da livre informação, a verdade há de prevalecer e qualquer um pode checar tranquilamente se há “ódio”, “fobia”, “preconceito” ou se há apenas fatos e acontecimentos tecnicamente enumerados.

“Aceitastes a tenda de Moloc e a estrela do vosso deus Renfão (Renfã), figuras que vos fizestes para adorá-las! Assim eu vos deportarei para além da Babilônia.” (Atos 7,43)

Abaixo a imagem do que é a estrela do deus Renfão (Renfã), idolatria denunciada por Santo Estevão:

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Moral

Rússia proíbe site pornô Brazzers alegando “danos a psique humana”

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A Rússia não para de desferir duros golpes ao globalismo judaico e sua guerra cultural – desta vez a gigante da pornografia conhecida como Brazzers foi proibida e bloqueada no país por razões de saúde pública.

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A pornografia extrema e explícita apresentava conteúdos como “Teens Like It Black” (propagação de racialismo), “Real Wife Stories” (glorificando as mulheres casadas que enganam seus maridos) e o estímulo a atos grosseiros, não-naturais e fisicamente prejudiciais como a sodomia.

De acordo com o Moscow Times, o governo russo bloqueou o site de vídeo adulto Brazzers sobre alegações de que seu conteúdo pornográfico tem uma “profunda influência negativa sobre a psique humana”.

O órgão de observação da mídia russa Roskomnadzor colocou o site na lista negra, nesta última terça-feira (7), bloqueando o acesso de servidores baseados na Rússia.

O movimento segue uma decisão do tribunal do distrito de Bolsheglushitsky, na região de Samara, de outubro de 2016.

O tribunal decidiu que o conteúdo pornográfico do Brazzers tem um “impacto puramente negativo na psique humana” e “violava os direitos dos cidadãos”, segundo o jornal russo TJ Journal. O caso foi levado ao tribunal por promotores locais que trabalham “pelo interesse da Federação Russa”.

O movimento segue a decisão de Roskomnadzor que enviou para a lista negra a página adulta Pornhub em setembro de 2016. Um tribunal em Krasnodar pediu o bloqueio da página pornográfica depois de decidir que o site violou as leis de proteção a criança.

O Pornhub reagiu à proibição, oferecendo aos russos 14 dias de livre acesso aos seus serviços premium. O site também ofereceu aos funcionários de Roskomnadzor um melhor pacote de adesão em troca do fim da proibição – proposta que foi prontamente recusada.

Magnatas judeus por trás da Brazzers e MindGeek

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A Brazzers, com sede no Canadá, é hoje um dos maiores impérios de pornografia na internet, e seu patrocínio é responsável pelo financiamento de sites de streaming gratuitos como o Pornhub.

A Brazzers é uma subsidiária da MindGeek, que possui basicamente todos os sites de streaming de pornô gratuitos da internet. Aqui está uma lista dos sites que a MindGeek opera:

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O CEO da MindGeek é um sombrio judeu chamado David Marmorstein-Tasillo, que curiosamente nunca foi fotografado.

A MindGeek evoluiu de uma empresa pornô menor chamada Manwin, que foi alvo de várias investigações de autoridades em todo o mundo devido as suas atividades ilegais. Em abril de 2011, o judeu de Wall Street, Jason Beckman, da Colbeck Capital, deu à Manwin/MindGeek, 362 milhões de dólares – dinheiro suficiente para colocá-los em outros patamar, inclusive acima da lei e começar a monopolizar pontos estratégicos na indústria pornográfica.

De acordo com especialistas da indústria, a MindGeek não tem medo de medidas legais anti-trust devido ao “tabu” da pornografia. O que poderia ser usado para uma futura legislação anti-pornô.

Referência:

The Moscow Times

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Judaismo

Máfia judaica criou Las Vegas, revela revista israelita

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Em uma revista eletrônica, intitulada “Menorah TV”, dois representantes da comunidade judaica brasileira revelaram que Las Vegas foi fundada a partir de uma máfia controlada por judeus e suas atividades ilegais.

As revelações começam nos primeiros minutos de programa, a partir do 2:48 de vídeo, onde o entrevistado da ocasião expõe – “Las Vegas deve a um judeu mafioso a sua aura de conglomerado de cassinos, shows e hotéis, que foi o nosso queridíssimo Bugsy Siegel. Ele tomava dinheiro dos mafiosos italianos para construir o seu cassino Flamingo, que é um dos mais famosos de Las Vegas, e os italianos entenderam que ele estava gastando além e sem comprovação do que foi combinado.”

A conversa continua e na marca de 4:03 de vídeo o entrevistado revela que existem 80 mil judeus na cidade de Las Vegas e que o maior conglomerado de cassinos e hotéis local é administrado por uma corporação cujo os grandes acionistas são judeus. Até aí nada de errado, porém os relatos caem no absurdo quando os participantes exaltam o fato da prefeita de Las Vegas, Carolyn Goodman, ser judia e casada com Oscar Goodman que, segundo um dos participantes do programa – aos 4:43 de vídeo – “Foi um dos maiores advogados criminalistas dos mafiosos judeus, que ficou multimilionário com essa atividade, e que foi prefeito da cidade e transformou Las Vegas – e agora sua mulher dá continuidade a esse trabalho (…) Temos uma história de comunidade judaica linda, maravilhosa, para contar!” – Como assim cara pálida? O que há de admirável, lindo e maravilhoso, em se envolver com a máfia e construir fortuna defendendo criminosos? Isso lá é legado para se orgulhar?

O assunto “máfia judaica” volta a tona aos 13:43 de vídeo quando o apresentador do programa diz que a criação de Las Vegas por um mafioso judeu é um tema polêmico e pergunta ao convidado sobre a existência de uma museu que mostra a máfia judaica. O convidado conta a partir de 14:26“O museu é interativo, você consegue usar as armas dos mafiosos e atirar com elas, sentir se você tem uma boa pontaria ou não. Você tem uma cadeira elétrica que você pode operar (…), você tem muitas fotografias, muitos objetos, você tem realmente uma qualidade informação.” 

O novo bloco do programa começa contando a história do museu aos 16:05, que segundo os componentes do programa foi construído e idealizado por Oscar Goodman, antigo prefeito e marido da atual prefeita de Las Vegas – o advogado dos mafiosos.

Outra revelação é feita em tom de exaltação aos 16:49: o judeu Meyer Lansk foi o grande articulador financeiro de toda a máfia. Ambos o chamam de “gênio financeiro” da máfia. E, aos 17:07, outro ponto interessante é detalhado e revela o porquê da fama que outros povos levavam de mafiosos, exceto os judeus – “Ele [Meyer Lansk] era tido como o cérebro da máfia enquanto os outros mafiosos irlandeses, escoceses, italianos, eram considerados os músculos da máfia” – que orgulho para o judaísmo, hein?

Não satisfeitos em exaltarem dois criminosos da pior espécie, o show de horrores continua quando o nome de um novo gangster judeu é citado: Moe Dalitz. A patacoada começa aos 17:30, e a primeira informação que surge é que o “cidadão” foi um dos maiores doadores de Las Vegas, tendo recebido do prefeito da cidade e do governador de Nevada, a chave da cidade e do estado.

Então os orgulhosos puxa sacos de bandidos citam, entusiasmados, um episódio deplorável, aos 18:05 sobre Moe Dalitz – “Então você tem uma fotografia desse cidadão dando grana, pagando propina para um policial, depois de um acidente automobilístico” – Com direito a um “que maravilha!” por parte do apresentador. Realmente, maravilhoso… Que legado! Que edificante é seguir o Talmud.

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Aos 18:29, mais revelações surgem, pois segundo o convidado, o mafioso judeu Bugsy Siegel teria entendido que com o jogo de azar legalizado, ele poderia atrair as máfias de Nova Iorque e Chicago para operarem os cassinos de Las Vegas.

“Você tem um hall de mafiosos judeus enorme que a Menorah [revista judaica] classifica e traz para os nossos leitores e também para quem está nos vendo agora” – Os gregos se orgulham de seus filósofos, os ibéricos de suas explorações marítimas sob a Cruz de Cristo, e o judaísmo? Do seu hall de mafiosos e contraventores usureiros.

O assunto “museu da máfia” é encerrado e os sujeitos começam a tratar de questões economicistas de Las Vegas, que se sustenta por meio de vícios. No 25:56 o convidado revela que não existe mais atividade mafiosa na cidade pois “a máfia se transformou em corporações que são legalizadas”. Ah sim, agora tudo bem.

A conversa segue e o convidado – movido por Mamon – pontua, aos 27:54, que o brasileiro precisa se decidir se quer viver em um regime capitalista ou não. E diz que, “ganhar dinheiro significa produzir (vale com máfia, com tráfico ou contrabando?), significa não ter medo de ter lucro. (…) Então os americanos não são Católicos Apostólicos Romanos, eles tem uma base protestante. E o protestantismo encara o dinheiro de uma maneira diferente do catolicismo. Na medida que nós tivermos ainda a dificuldade de lidar com dinheiro, muito difícil será você fazer do Brasil um país com grandes quantidades de empreendedores” – Claro, grandeza e facilidade em lidar com dinheiro é empreender com usura, cometendo crimes contra a propriedade, comercializando ilícitos e promovendo vícios.

Por fim, o programa termina citando o apoio judaico à agenda LGBT. Surge a comparação de que tanto judeus quanto homossexuais seriam perseguidos historicamente e, claro, o bom e velho “holocausto” vem a tona como exemplo do quão perseguidos são os judeus.

Todavia não há citação do Acordo de Haavara, entre entidades sionistas e o nacional-socialismo. Não há menção de que o grupo religioso mais massacrado no Séc. XX foram os cristãos, bastando citar o genocídio armênio cometido pelos turcos, o massacre de cristãos por comunistas – revolução financiada e operada por judeus e maçons – e também que, nas duas grandes guerras, o número de cristãos mortos supera e muito o números de judeus.

 

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Sionismo

B’nai B’rith: uma seita maçônica no coração do poder oculto sionista

– 13 de outubro de 1843: a organização judaica B’nai B’rith é fundada em Nova York.
Excerto de um discurso – considerado, certo ou errado, como sendo o que deu origem aos “Protocolos dos Sábios de Sião”: não nos cabe julgar isso, deixamos o cuidado a cada um de nossosleitores formar sua própria opinião – do grande mestre da loja B’nai B’rith, em 1897, no 1º congresso sionista de Basiléia, que foi encontrado em uma loja maçônica em Budapeste, após a fuga de Bela Kuhn.

1. Nada seria mais errôneo e nocivo para o bem de nosso povo do que aguardar a eliminação de nosso inimigo, antes de ele ter sido reconhecido, antes que ele seja célebre e que suas palavras possam influenciar a juventude.
Devemos vigiar a juventude em nossos inimigos. Quando vermos o mais ínfimo sinal de resitência ao nosso poder, devemos destruí-lo, antes de ele se tornar perigoso para o nosso povo.

2.Como controlamos a imprensa, nosso dever primordial é impedir que pessoas perigosas tenham acesso a cargos onde poderiam exercer uma influência favorável a nossos inimigos, pela palavra ou pelos atos. Devemos manter silêncio e estar atentos, quando vemos um homem perigoso elevar-se entre nossos inimigos. A maioria deles será desviada desde a sua mais tenra idade para o insucesso de suas empresas, eles deverão ganhar seu pão em um ofício que os impeça de cometer atos nocivos ao nosso povo eleito.

3. Se um indivíduo tivesse de persistir em sua empresa nociva, seria necessário agir contra ele com maior determinação, para fazer fracassar seus planos. Nós lhe proporemos trabalho e um bom salário para que ele suspenda seus atos nocivos e trabalhe para nós. Quando ele tiver conhecido a solidão e a fome, o ouro e as belas palavras que nós lhe daremos o desviarão de seus maus pensamentos. E, quando conhecer de repente o sucesso e a riqueza, o fausto e as honrarias, ele esquecerá sua inimizade e aprenderá a paster em pastos que mantemos à disposição daqueles que seguem nosso caminho e submetem-se ao poder do povo eleito.

4. Se isso ainda não der resultado e ele continuar a persistir em sua oposição rígida, nossos homens cuidarão para que a desenroa persega-lhe e para que aqueles para quem ele luta e sacrifica-se, afastem-se dele, no ódio e no desprezo. Ele se encontrará sozinho e compreenderá a inutilidade de suas ações. Acabará por se desesperar em seu combate sem fim contra nosso povo, e perecerá.

5. Se isso não nos conduz ao nosso objetivo, se ele é assaz forte para prosseguir em seu caminho, perseguindo os seus objetivos que nos são hostis, dispomos sempre de um meio eficaz de paralisá-lo e aniquilar os seus projetos. Ester não venceu o rei dos Persas? Judite não cortou a cabeça do inimigo de nosso povo? Não há bastantes filhas de Israel que são assaz inteligentes e sedutoras para conquistar seus corações e apreender seus pensamentos, a fim de que nenhuma palavra possa ser dita, nenhum plano amadurecido, para chegar aos ouvidos de nosso povo?
Se ele tem uma posição social, a confiança de seus amigos e de todo um povo, e se lhe enviarmos uma filha de Israel para enganá-lo, seu plano nos será revelado e seu poder anulado. Assim, lá onde as filhas de nosso povo são as rainhas de nossos inimigos, as empresas nocivas serão destruídas antes de elas se realizarem.

6. Se ele descobrisse nossos estratagemas e escapasse de nossas redes, se seu espírito mau encontrasse discípulos entre nossos inimigos, ele deveria desaparecer definitivamente desse mundo. A morte é a passagem obrigatória para todos. É melhor acelerá-la para aqueles que nos são nocivos, em vez de esperar que eles nos atinjam, nós os criadores da Obra.
Nas lojas maçônicas, procedemos às punições de tal modo que ninguém, à exceção de nossos irmãos de pensamento, possa ter a mínima suspeita, nem mesmo as próprias vítimas; elas morrem se necessário, mas de morte aparentemente natural. Os membros da loja o sabem, mas eles não ousam revelar o que quer que seja. Esse tipo de punição sem piedade permitiu matar no ovo toda oposição no interior de nossas lojas. Conquanto continuando a pregar a livre expressão para aqueles que não são judeus, mantemos nosso povo e seus homens de confiança em perfeita obediência.

7. Como vivemos numa época instável, em que o crime e as pilhagens tornaram a vida incerta, não será difícil para nossos irmãos eliminar o inimigo mais perigoso, por um ataque de improviso, por exemplo. Não temos à nossa disposição um exército de indigentes entre nossos inimigos, que estão prontos a tudo por dinheiro e um segredo que eles conservarão?
Se quisermos eliminar o inimigo, disseminamos rumores no local onde ele se encontra e lá onde reside, para que ele viva no medo e no perigo, e para que sua vida seja ameaçada a cada instante do dia e da noite. Se quisermos sua morte, organizamos pilhagens lá onde ele habita, e disseminamos rumores de perigo permanente em seu meio. Quando chegar o dia de seu desaparecimento, as pessoas que pagaremos trabalharão perfeitamente, quando ele tiver morrido, e o despojarão de suas riquezas e pilharão o cadáver. Nunca o autor será encontrado, e o mundo inteiro pensará que ele efoi vítima de um acidente. Nossos inimigos jamais saberão que foi pela vontade de nossos irmãos que ele pereceu, para que o nome de nosso Deus nunca seja dessacralizado e arrastado na lama.

8. Para que o nome de nosso Deus não seja arrastado na lama, os sábios de nosso povo fizeram o que era preciso, há séculos. Nossos irmãos russos encontraram meios interrogando a ciência, para destruir nossos inimigos sem que estes se dessem conta. Não encontraram um gás que mata instantaneamente, e um outro liberado logo após, para mesclar-se ao outro para eliminar todo vestígio? Não conhecemos as propriedades das correntes sem fio, que põem em perigo o espírito da pessoa perigosa? Nossos médicos não descobriram os efeitos dos venenos invisíveis por meio de seus microscópios, e o meio de dissimulá-los na roupa de nosso inimigo, a fim de que ele aja sobre seu cérebro e destrua seu espírito? Não podemos igualmente nos encarregar da autópsia, pela qualidade de nosso saber, de sorte que ninguém possa saber de que ele morreu? Não aprendemos a nos aproximar dele, por um criado, por um vizinho ou como convidado à sua mesa? E não somos onipresentes e todo-poderosos, unidos juntos pelo silêncio, prontos para trabalhar até a destruição completa do inimigo? Quando vimos com nossas palavras doces e um discurso inofensivo, há sequer um único povo da Terra que conseguiu descobrir nossas reais intenções e impedir nossas decisões?

9. Se, todavia, ele conseguisse escapar de nossas armadilhas e dos estratagemas de nossos irmãos, e conhecesse e soubesse combater nossos planos, não deveríeis desesperar e sucumbir ao medo, ante o olhar claro do “perverso”. Isso porque aquele que ousa falar neste país de nossas ações secretas e da destruição iminente, não encontra em seu caminho homens que conhecem a arte de espionar todos aqueles com quem ele fala para conhecer suas intenções? Antes que ele falasse com nossos inimigos, nós o teríamos feito. Nós os advertiremos, contra seu espírito perturbado e a desordem que reina em seus sentidos. Quando vier contar seu sofrimento e descrever os perigos que acaba de suplantar, aqueles a quem tivermos advertido o ouvirão, sorridentes e cheios de condescendência e desprezo, e eles serão convencidos de sua loucura. Trabalharemos passo a passo, até que as portas do manicômio fechem-se atrás dele. Quando ele sair e tentar advertir o mundo contra nós, nós lhe teremos retirado a confiança dos seus, e ele será desprezado e amaldiçoado, suas palavras e seus escritos já não terão qualquer peso. Assim, o povo eleito pode vencer até mesmo o mais perigoso inimigo.

10. Se tudo isso não servir para nada, e se o inimigo faz malograr, contra a vontade de nosso Deus, toda empresa que o ameace, novamente, não desespereis, filhos de Israel, de estar sem poder, estamos em toda a parte para destruir suas más ações e impedir que os goyim se libertem do jugo que nosso Deus lhes impôs. Não pusemos todos os meios de nosso lado para surpreender nosso adversário e cortar-lhe a respiração. Se os seus começam a crer nele e a aproximar-se dele, nós o impediremos e cortaremos os laços que ele tiver estabelecido no mundo. As cartas que ele receberá serão lidas, para que não haja encorajamento e que só lhe restem falsas amizades e relações pérfidas. Os filhos do povo eleito dissimular-se-ão por trás de seus atos. Se ele quiser utilizar o fio que transmite as mensagens pelo mundo, ouviremos suas palavras, quando o inimigo lhe falar, faremos abortar esses projetos. Desejará defender-se, mas seu vaivém será como aquele de uma fera, encerrada nas grades de sua jaula.

11. Se, apesar de tudo, a fé nesse homem cresce nesses poucos fracos de espírito, saberemos impedir que seu poder aumente e que sua palavra tenha um alcance sobre a massa de nossos inimigos. Se seu nome encontra uma boa ressonância, enviaremos alguém que assumirá o seu nome e ele será desmascarado como sendo o inimigo de nosso inimigo, traidor e escroque, quando seu nome for pronunciado, diremos que ele é um traidor, o povo crerá em nós, e suas palavras ressoarão no vazio, graças à onipotência de nosso Deus.

12. Ele predisse que nosso povo produzirá homens que não são de nosso sangue e que não pensarão com nosso espírito. Eles colocarão em perigo a vitória de nosso povo, pois conhecerão nossas astúcias, evitarão nossas malhas e escaparão de todos os perigos. Mas não temeis, meus irmãos, esses danados, pois eles estão aí agora, mas é demasiado tarde, o poder do mundo está solidamente em nossas mãos. Lá onde nossos inimigos encontram-se e conspiram contra nós, sempre haverá um que estará do nosso lado, pela resplandecência de nosso ouro e o encanto de nossas mulheres. Se o renegado fala ao nosso inimigo, nosso mensageiro elevará a voz para indignar-se. E quando ele vier com amor e sacrifício para salvar os inimigos de nossa dominação, eles o isolarão e não crerão em suas palavras, suas ações serão inúteis.
Nossa maior arte e nosso primeiro dever é impedir que muitos não conheçam os objetivos secretos que buscamos. Quando muitos ouvirem a verdadeira palavra, nossa defesa será aniquilada e será grande o perigo de que os povos se libertem de nosso jugo. Eis por que vos recomendo permanecerem vigilantes, meus irmãos. Agi em toda a parte, adormecei o inimigo, fechai seus ouvidos e tornai seus olhos cegos para que jamais chegue o dia da destruição do reino de Sião que fizemos crescer até à perfeição, e que deve conduzir-nos à vitória e à vingança final sobre os povos subjugados do mundo inteiro. Acrescentamos aqui que, para cada delito, há uma maneira apropriada de morrer. Seja numa banheira, num automóvel, por enforcamento (Calvi), por defenestração, cada tipo de punição ilustra a razão pela qual a pessoa deve morrer. “É imperativo manter o espírito de revolta entre os trabalhadores, pois é por meio deles que operaremos as revoluções em todos os países. Os trabalhadores jamais devem encontrar-se sem exigências, porque necessitamos de seu descontentamento para despedaçar a sociedade cristã e encorajar a desordem. Devemos chegar ao ponto que sejam os cristãos que implorem aos judeus para tomar o poder”.

1913: A A.D.L. (Anti-Defamation League) é criada nos Estados Unidos pela seita maçônica B’nai B’rith.
1916: Jacob Schiff, presidente da “Kuhn, Loeb & Co. Bank, foi escolhido durante um encontro da B’nai B’rith em Nova York como presidente do Movimento Sionista (revolucionário) na Rússia.
Em fevereiro de 1916, uma mensagem dos serviços secretos americanos, e transmitida pelo Alto Comissário da República francesa nos Estados Unidos, contém a seguinte passagem: “Tomamos conhecimento, em fevereiro de 1916, que uma revolução era fomentada na Rússia. Descobrimos que as pessoas e empresas a seguir estão implicadas: Jacob Schiff, Kuhn, Loeb & Co., seus diretores: Jacob Schiff, Felix Warburg, Otto Kahn, Mortimer Schiff, Jerome Hanauer, Guggenheim, Max Breitung.”
Em abril de 1917, o mesmo Jacob H. Schiff, da sociedade Kuhn, Loeb & Co., faz uma declaração pública indicando que graças à sua ajuda financeira, a revolução bolchevique logrou êxito.
“A revolução de 4 de julho de 1917 tinha por objetivo derrubar o governo provisório segundo os planos de Lenin e Trotski. Os revolucionários foram desconcertados pela intervenção de um regimento solitário que fora retirado do front e dispersara-se. Lenin escapou, mas Trotski foi preso. A causa deles parecia perdida. Mas os bolcheviques haviam dado provas de coragem, e chegou um telegrama para trazer-lhes notícias do apoio financeiro de Jacob Schiff, que estava determinado a levar a Revolução russa até o fim. A importância de seus fundos, colocados à disposição de Lenin e Trotski a fim de fomentar a insurreição bolchevique de outubro de 1917, ainda não foi inteiramente gasto. Essa ação derrubou o governo Kerenski e instalou o regime soviético. Como esses fundos chegaram até eles é agora conhecido. Os Estados Unidos publicaram, em outubro de 1918, uma série de documentos oficiais sob o nome de ‘a conspiração germano-bolchevique'”.
Em 10 de novembro de 1975, em sessão plenária, a Assembléia Geral das Nações Unidas adotou, por sinal, a resolução 3379, que considerava o sionismo uma forma de racismo e discriminação racial.
Na época, a O.N.U. havia recenseado 17 leis israelenses portadoras de discriminações.
Desde o seu surgimento, o movimento sionista inscreve-se no mito da missão civilizadora e colonial da Europa. “Para a Europa, constituiremos ali um pedaço de muralha contra a Ásia, seríamos a sentinela avançada da civilização contra a barbárie”. (Herzl, L’Etat Juif).
Assim, os objetivos são claramente expressados: expulsar os palestinos e encorajar a imigração judia, no espírito do famoso mito, “Uma terra sem povo para um povo sem terra”, uma enorme mentira na qual a humanidade quase acreditou.
16 de dezembro de 1991: a Assembléia Geral da O.N.U. vota a resolução 46/86, declarando nula a conclusão contida no dispositivo da resolução 3379, de 10 de novembro de 1975, assimilando o sionismo ao racismo.
Essa resolução foi votada em conseqüência da Guerra do Golfo, graças ao poder oculto do poderoso lobby judeu americano, cujo coração encontra-se no seio da seita maçônica B’nai B’rith, da qual eis aqui reproduzido o texto figurando em seu site na internet no início de 2004. ( http://www.bnaibrith-france.org/)
“A B’nai B’rith (B’B’) é a mais antiga e a maior organização judaica do mundo. Ela compreende quase meio milhão de membros repartidos em 57 países. Ela possui escritórios nas principais capitais ocidentais, e notadamente em Washington, Londres, Bruxelas e Paris. Ela está presente, em sua qualidade de O.N.G. (Organização Não-Governamental) em diferentes organizações internacionais, dentre as quais a O.N.U., a UNESCO e o Parlamento Europeu.
O B’nai B’rith Internacional é uma instituição internacional cuja sede mundial está localizada em Washington (E.U.A.). Está organizado em vários Distritos, eles próprios subdivididos em Regiões.
O B’B’ está representado na O.N.U. com um estatuto de organização não-governamental. Seus principais responsáveis são recebidos por homens e chefes de Estado eminentes.
Temos:
– Escritórios em Washington, Bruxelas e Londres;
– Um escritório na sede da O.N.U., em Nova York;
– Um Centro Mundial, em Jerusalém;
– Um estatuto de organização não-governamental na O.N.U.;
– Representantes na UNESCO, na Comissão dos Direitos do Homem da O.N.U.;
– Representantes na O.N.U. em Paris, Viena, Genebra e Nairobi;
– Representantes no Conselho da Europa (Estrasburgo, Bruxelas);
– Membros em 57 países do mundo;
– Uma estrutura de assistência ao desenvolvimento do comércio com os países da Europa Central e do Leste;
Além do mais, conduzimos e ganhamos a campanha de condenação da cláusula “Sionismo igual a racismo”, de 1975.”

3 de agosto de 2004.

(Parte III, do livro “A manipulação sionista”, pag. 117-125 – Alain Coutte)

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