Ciência

Estudo sobre aquecimento global é cancelado devido ao surgimento de geleiras “sem precedentes”

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

Uma pesquisa multimilionária sobre aquecimento global teve que ser cancelada no Canadá por causa do surgimento de calotas de gelo sem precedentes, com a espessura muito acima do normal – tudo isso em pleno verão.

Naturalmente, o cientista responsável culpou a “mudança climática” pelo resfriamento fora da época.

cpt109128258_high3

O estudo, intitulado BaySys, é um programa de 17 milhões de dólares com duração prevista de quatro anos, liderado pela Universidade de Manitoba. O projeto planejava realizar a terceira etapa de pesquisas, enviando 40 cientistas de cinco universidades canadenses para a Baía de Hudson, no Canadian Research Icebreaker, NGN Amundsen, para estudar as “contribuições das mudanças climáticas e regulações no sistema da Baía de Hudson”.

Ironicamente o estudo teve  que ser cancelado pois a embarcação quebra-gelo dos cientistas foi pedida pela Guarda Costeira canadense para um propósito mais urgente: resgatar barcos de pesca e ajudar navios que ficaram presos nas tais “condições de gelo sem precedentes”.

“Ficou claro para mim muito rapidamente que estas não eram apenas condições de gelo pesado, estas eram condições de gelo sem precedentes”, disse o Dr. David Barber, principal cientista do estudo – “Nós estávamos encontrando grandes blocos de gelo marinho, de vários anos e espessos que, em termos de geleira, tinham cinco metros de espessura … eram muito, muito mais grossos e muito mais pesados que qualquer coisa que você esperaria encontrar naquela latitude e naquela época do ano”.

Estranhamente, Barber aproveitou a oportunidade para fazer o habitual alarde para os meios de comunicação, tentando empurrar goela abaixo o porque desse incidente mostrar definitivamente que o aquecimento global é um grande problema e merece nossa atenção urgente.

“Era claro que era do Ártico, eu só precisava estar entre o gelo para vê-lo”, disse o Dr. Barber. “O que também ficou claro para mim foi que as mudanças climáticas causaram o acontecimento desse evento”.

Quer dizer, o gelo vindo do Ártico, por conta do aquecimento global, foi responsável pelos percalços enfrentados pelos marinheiros canadenses que tiveram que ser socorridos. Então antes a preocupação era o gelo do Ártico derreter, entretanto agora parece que ele se move e causa transtornos em outras áreas do globo.

E não parou por aí, para o portal canadense Global News, Barber qualificou o fato como algo que deveria nos despertar para o problemas climáticos.

“Esta é a mudança climática totalmente em ação – afetando nossa capacidade de fazer uso dos recursos marinhos e transportar coisas. Este é um despertador para todos nós no país”.

Barber e os cientistas canadenses não foram os primeiros a passarem apuros no gelo

1497291158950-emiliegoulet_dsc_2620

Houve uma expedição onde um pesquisador do clima australiano chamado Chris Turkey teve que pedir ajuda a outra expedição na Antártica, que supostamente estaria derretendo, depois que seu navio ficou preso no gelo.

Há também a Expedição Caitlin – apoiada pelo Príncipe de Gales – em que Pen Haddow e sua equipe tiveram que abandonar sua viagem ao Pólo Norte porque a temperatura estava mais fria do que o esperado.

Outro caso recente se deu em uma viagem de pesquisa sobre o aquecimento global de David Hempleman Adams, que teve que ser reduzida devido ao gelo inesperado.

Mas o que raios a “mãe terra” pode estar tentando dizer a eles? Como ela pode tratar seus amados defensores com tanta frieza? Será que a “mãe terra” tem coração de gelo?

Referências:

Vice

Breitbart

 

Anúncios
Standard
Nacional

A três passos da guerra civil? O momento lembra o aviso do Col. Gelio Fregapani

Neste momento tão delicado do Brasil seria importante darmos voz a quem realmente roda o país inteiro e principalmente suas regiões mais vulneráveis, no lugar de ouvirmos artistas e outras classes que passam a vida em suas bolhas de ciclos viciosos e se tornam prostitutos da opinião.

O texto abaixo é do Coronel Gelio Fregapani, onde um resumo de sua biografia estará disponível  ao fim do conteúdo.

O texto é de 2014 e o Panorama Livre faz questão de ressuscitá-lo para que seu leitor esteja ciente do que se passa no Brasil. Quando o autor se refere a uma guerra civil, está muito distante de propor um conflito entre petistas e não-petistas ou entre classes. O paralelo deve ser feito de uma maneira mais abrangente.

O Brasil, assim como outros países que sucumbiram em guerras civis, o fizeram por ceder à forças internacionais e suas causas. Aqui no Brasil temos inúmeras células fortemente armadas e que a qualquer momento e por qualquer motivo podem despertar. O objetivo disso tudo? Balcanizar, desmembrar o Brasil em regiões e pequenas republiquetas, para que corporações privadas ou estatais tenham acesso a nossos recursos naturais como jazidas de metais preciosos, gás, minério, petróleo, aquíferos e biodiversidade.

Sendo direto, a grande preocupação se dá com os seguintes grupos: MST, indígenas, quilombolas, exércitos bolivarianos vizinhos e intervenções de grandes potências com justificativas de barrar esse possível estopim civil.

O que impede de a qualquer momento, grupos indígenas fortemente armados se rebelarem contra o estado brasileiro usando como justificativa as falsas acusações de “golpismo” que assolam os que tentam investigar o Partido dos Trabalhadores? O que impede de “nações” quilombolas também se rebelarem por qualquer gesto sofrido pelo regime que aí se encontra afirmando não reconhecer mais legitimidade no estado brasileiro? Interessante que a ONU provavelmente respaldaria tais grupos devido a sua inclinação para defender a “autodeterminação dos povos”.

Lembrando que tanto quilombolas quanto os indígenas atuais, são mercenários financiados com grana vinda do exterior e não têm nada a ver com as tribos as quais povoavam “Pindorama”.

O MST – que contínua sem terra, apesar de 13, quase 14 anos, de PT – já cogita uma luta desse porte e isso pode muito bem se estender aos grupos anteriormente citados.

O problema é: e se o Brasil – visando defender sua soberania contra esses cavalos de Troia citados – sofrer retaliações de forças externas? Forças essas que são as financiadoras e controladoras dos movimentos indigenistas e quilombolas, possuindo seus centros em Londres, Wall Street e Tel Aviv e que comandam órgãos como a ONU, FMI, OMS, OTAN… E se for por meio de uma invasão dos países bolivarianos aliados do PT que as forças externas intervencionistas seriam atraídas?

Devemos ficar atentos caso não queiramos virar uma nova Síria, Iraque, Ucrânia ou Iugoslávia. As células armadas já existem no Brasil, mas não vestem a roupagem islâmica e sim de índios, quilombolas e MST.

A TRÊS PASSOS DA GUERRA CIVIL

23365_resize_620_380_true_false_null

Cel. Gelio Fregapani

Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina

Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.

Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.

O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável.

O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.

 A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos:     Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.

     — a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;

     — os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais;

     — e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas.

Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.

Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras.

A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista

A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de “uma grande nação” indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.

Na Amazônia Legal (2009), estão representadas em laranja as terras indígenas. Em 2005, reconhecidas e demarcadas pela Funai, já abrangiam12,41% do total do território brasileiro; outras 123 terras ainda estavam em processo de identificação e demarcação.

O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira. Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala, idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios. O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.

O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a atuação estrangeira está clara:

     — Identificação das jazidas: já feito;

     — atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já feito;

     — conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;

     — colocar na nossa Constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;

     — assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia à comunidades indígenas: já feito.

Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.

O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil reagir.

Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola


Futura distribuição dos territórios quilombolas

A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, apareceram “quilombolas”. No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.

Qual o processo? Apareceram uns barbudos depiercings no nariz, perguntando aos afro-descendentes: “O senhor mora aqui?” “Moro.” “Desde 1988?” (o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura). “Sim”. “Quem morava aqui?” “Meu avô.” “Seu avô por acaso pescava e caçava por aqui?” “Sim” “Até onde?” “Ah, ele ia lá na cabeceira do rio, lá naquela montanha.” “Tudo é seu.” E escrituras centenárias perdem o valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos.

Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.

Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo.

Os Conflitos Rurais talvez os primeiros a eclodir


Lula e o MST: contemporização e apoio

O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma “zona livre”, uma “república do MST” na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.

É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: “O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará.”

Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.

O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira

Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a atividades econômicas modernas.

Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais.

No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de “terra devastada” àqueles quadrados verdejantes de área cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País.

A três passos da guerra civil

O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.

Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:

     — Roraima não está totalmente pacificada;

     — o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas;

     — no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST;

     — Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.

Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até terras cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST no caso de Itaipu.

Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital?

Que Deus guarde a todos vocês.

Biografia resumida    

O cel. Gelio Fregapani é escritor, atuou na área do serviço de inteligência na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho da Amazônia. É um dos maiores conhecedores da Amazônia onde já esteve em praticamente todos os locais habitados e muitos dos desabitados, tendo varado largas extensões pela selva.

Já conduziu geólogos a ínvios lugares; chefiou expedições científicas às serras do extremo norte; desenvolveu métodos profiláticos para evitar doenças tropicais tendo saneado as minas do Pitinga e a região da hidrelétrica de Cachoeira Porteira; observou a problemática da extração madeireira; atuou na Serra Pelada e foi Secretário de Segurança em Roraima. Foi Assessor de Assuntos Estratégicos da Universidade Pan-Amazônica.

No Exercito, onde serviu por quatro décadas foi quase sempre ligados a Amazônia, foi um dos fundadores do Centro de Instrução de Guerra na Selva e um dos seus mais destacados comandantes.

Consegue fazer-se entender em mais de uma língua indígena e é extremamente estimado por uma tribo de etnia Ianomami, que homenageou dando o nome dele a alguns de seus filhos.

Coordenou a maior expedição cientifica Brasileira na Amazônia, atuou na Serra Pelada e observou a situação da exploração da madeira e do meio ambiente.

É considerado como mentor da Doutrina Brasileira de Guerra na Selva.

Na Agencia Brasileira de Inteligência foi o coordenador do Grupo de Trabalho da Amazônia, que reunia os especialistas no assunto das Forças Armadas, Policia Federal, EMBRAPA e outros órgãos de Sistema Brasileiro de Inteligência.

Como Superintendente da Agencia Estadual de Roraima, da ABIN, teve um observatório privilegiado do problema da Raposa Serra do Sol.

E suas observações sobre a Amazônia devem ser lidas por todos os que se preocupam com a nossa integridade territorial.

Referência:

Sacralidade

Standard
Nacional

Hangout – Amazônia e Globalismo

Quando começou o interesse de forças estrangeiras na Amazônia? Qual o plano? Quem financia e está por trás do ambientalismo e do indigenismo? A gestão das riquezas naturais como nióbio, urânio, metais preciosos, minérios, aquíferos, gás e petróleo.  Tudo isso e muito mais…

Confira no Hangout  – Amazônia e Globalismo:

Standard
Sociedade

Os amados temas da odiada mídia

Muito se vê a esquerda bradando contra a grande mídia com alcunhas to tipo “mídia golpista”, “esgotosfera”, entre outros termos. Porém essa mesma mídia tão demonizada por vários gurus esquerdistas é a mesma que coloca no topo da opinião pública, os temas e causas tão defendidos pelos bastiões marxistas.

Vejamos, se não fosse a mídia e a indústria cultural, temas como aborto, causa gay, causa negra, feminismo, ambeintalismo, indigenismo entre outros, nunca seriam debatidos com tanto afinco e fanatismo. O lobby a favor dessas causas, assim como todas as causas da esquerda, as quais foram financiadas pela banca sionista, sempre vieram de cima para baixo, ou seja, da elite para a massa. Se notarmos como é o comportamento dos principais veículos de comunicação, fica nítido como a grande mídia sempre jogou gasolina e empurrou o gado a debater os temas anteriomente citados.

Pautas muito mais importantes nunca foram debatidas com o clamor público das causas da esquerda, simplesmente por não aparecerem no noticiário ou em filme e novelas. Em 2005, o brasileiro – por meio de um plebiscito – disse querer o armamento civil. Apesar da vitória da maioria, o assunto foi esquecido e nunca mais recebeu o clamor popular. Outro exemplo é o projeto atômico/nuclear brasileiro, importante tanto por sua geração de energia barata quanto para fins de defesa, visto que estamos em um mundo cada vez mais turbulento.

Em contrapartida, o aborto, recebeu um programa inteiro dedicado pela “golpista” Rede Globo, na terça-feira, 28 de outubro, de 2014. Muitos ainda acreditam que a elite por trás da Globo, que promove essa agenda, tem o intuito de lutar pela liberdade e o direito das mulheres, quando na verdade trata-se apenas de uma causa neomalthusiana, de redução populacional.

Outro caso recente dos orgãos de comunicação brasileiros colocando lenha na fogueira para um debate inútil, que durou semanas, foi o caso de “racismo” no jogo Grêmio e Santos, pela Copa do Brasil. Transformaram o ato de gritar “macaco” em um estádio de futebol, em algo pior que o desvio de verbas em empresas públicas, em algo pior que ser ligado a narcotraficantes ou expropriar cidadãos brasileiros de suas terras para entregá-las a orgãos internacionais. Não satisfeitos, os senhores da comunicação foram incapazes de explicar a diferença entre uma injúria racial e o crime de racismo em si, levando o cidadão desatento ao erro de julgamento.

Outro caso clássico que só leva a divisão da unidade nacional – sendo esse um dos grandes interesses de forças internacionais – é a troca de farpas entre os que nasceram no Nordeste e os que nasceram no Sul/Sudeste. Mas os barões da comunicação não estão interessados na paz e na cooperação entre brasileiros e obviamente transformarão um exemplo micro, único, de ofensa, em uma guerra separatista.

Então o formato é o seguinte: noticia-se um caso único – quanto mais repercutir, mais acontecerá – quanto mais acontecer, mais noticia-se – quanto mais noticia-se, mais repercute – quanto mais repercute, mais acontece e assim Ad Eternum. Desta maneira o caos é espalhado e então destroi-se a unidade da nação.

É incrívrel como os, ditos, “cabeça aberta” progressistas só debatem e, unicamente, debatem temas propagados pela grande mídia.

Já fazem alguns meses que São Paulo sofre com a falta de água. Algum cabeça aberta, cult, alternativo, sequer citou a existência do aquifero Guaraní, um dos maiores reservatórios de água doce do mundo? Algum militante “anti mídia golpista” jogou na mesa uma possível geoengenharia feita visando parar as chuvas? Nos últimos anos era clichê ouvir das autoridades paulistas que “choveu em um dia, o que era pra chover em semanas/em meses”. E de um ano para o outro acabaram as chuvas?

Não é questão de afirmar que o motivo da falta de chuvas, em São Paulo, se dá graças a geoengenharia, mas um debate sério, com um tema novo e que parece ter poder para interferir na vida de milhões, não mata ninguém, concordam? Ou há algo a esconder?

Há muitas pessoas que se colocam na esquerda, que têm boas intenções e querem o bem do próximo e de si. Digo que já está na hora dessas pessoas perceberem que elas só têm opiniões formadas sobre temas abordados pela tão achincalhada grande mídia. Faça um teste, pergunte a sí mesmo sobre que temas você tem opinião formada e você perceberá que segue uma agenda, uma engenharia social, sem nem ao menos se dar conta.

Temas da grande mídia: aborto, casamento homoafetivo, racismo, meio-ambiente, violência contra a mulher/homossexual, ataques contra nordestinos, programas de assistência social.

De maneira nenhuma deve-se ignorar os direitos individuais de qualquer ser humano. A individualidade de todos deve ser respeitada. Tenha o indivíduo a caracteristica que for, só devemos lembrar que a legislação brasileira já protege esses direitos, tornando qualquer debate, mais acirrado, útil somente para fomentar o caos e divisão da nossa sociedade – Divide et imperas.

Por fim, voltando aos temas, pergunte a si mesmo o que pensas sobre: armamento civil, aquifero Guarani e aquifero Alter do Chão, expropriação de brasileiros para que as terras sejam entregues a ONGs internacionais, ONGs internacionais cuidando de reservas ambientais, geoengenharia, projeto atômico/nuclear brasileiro, uso da biomassa como fonte energética (30% da energia usada no Brasil provém da biomassa), fim do banco central…

E então, quais temas são mais discutidos pelo grupo que você pertence? Temas midiáticos ou temas não midiáticos?

Standard