Judaísmo

Censura: Amazon remove de sua loja obras que negam o holocausto

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK

A Amazon do Reino Unido retirou três livros de sua loja online simplesmente  porque eles negam o Holocausto  – no caso sua versão majoritária – depois de sofrer pressão por parte do memorial do Holocausto em Israel, chamado Yad Vashem, e também de um grupo judaico do Reino Unido.

O Conselho de Deputados, o órgão de “proteção” dos judeus britânicos, pediu a livraria que retirasse os livros alegando serem “altamente inapropriados para uma livraria respeitável”, expondo assim temor diante das contestações de historiadores sérios.

Os três títulos censurados foram: “Holocausto: A maior mentira jamais contada”, de Eleanor Wittakers; “O embuste do século XX: o caso contra o presumível extermínio dos judeus europeus”, de Arthur R. Butz e “Seis milhões realmente morreram?”, De Richard Harwood. Esta semana, a Amazon Reino Unido confirmou que esses livros foram retirados de circulação.

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O pedido e a retirada seguem um apelo feito no mês passado pelo chefe da Yad Vashem ao chefe da Amazon, Jeff Bezos, pedindo a gigante da internet que remova livros que negam o Holocausto. O pedido mencionou especificamente o título de Richard Harwood.

“Nós insistimos fortemente que você remova os livros que negam, distorcem e trivializam o Holocausto de sua loja”, escreveu Robert Rozett, diretor das bibliotecas do Yad Vashem, em uma carta a Bezos, exposta pela AFP.

O representante do Yad Vashem disse que estava preocupado pois o “anti-semitismo” e negação do Holocausto estava crescendo em todo o mundo.

“A literatura de negação do Holocausto está livremente disponível para compra na Amazon”, escreveu Rozett. “Muitos dos itens aparecem com críticas incandescentes dos leitores e recomendações para leitura adicionais no mesmo viés”.

Ele acrescentou que, embora ele fosse a favor da liberdade de expressão, “a negação do Holocausto e outras formas de discurso de ódio incontestavelmente alimentam o preconceito e os crimes de ódio”.

Marie van der Zyl, vice-presidente do Conselho de Deputados, disse que estava feliz que os livros tivessem sido retirados.

“Em um momento de níveis recorde de anti-semitismo, é muito bem-vinda que a Amazon tenha escutado e removido os títulos ofensivos de seu site”, disse ela em um comunicado. “Essas não são obras de integridade histórica, são uma tentativa anti-semita de exonerar os nazistas de seus crimes e acender o fogo do ódio”, ignorou a deputada sobre o caráter técnico e documental das obras.

O discurso lembra muito o proferido por algumas alas da esquerda que, inúmeras vezes, castram debates sérios ao acusarem os outros de ódio, preconceito ou fobia.

Os livros tinham sido removidos anteriormente em países onde a negação do Holocausto é um crime. Embora a maioria dos países da União Européia tenham proibido a negação do Holocausto em 2001, no Reino Unido ela é protegida como liberdade de expressão. Pelo visto, não mais.

Historiador se revolta com a censura

Em postagem em seu blog, o historiador Michael Hoffman, autor de oito livros, entre eles – “O grande julgamento do Holocausto: O marco da batalha para o direito de duvidar da mais sagrada relíquia do Ocidente” – escreveu:

“Acabamos de saber que a Amazon, enorme distribuidora de livros online com sede em Seattle, removeu os livros a venda do Dr. Arthur R. Butz, Carlo Mattogno e outros estudiosos dissidentes e eminentes que se atreveram a fazer perguntas científicas e técnicas sobre o alegado funcionamento dos homicídios das Câmaras de gás em Auschwitz. Esses hereges transgrediram a sagrada liturgia do ‘Holocaustianismo’ e seus livros devem ser proibidos para preservar a santidade do dogma da Segunda Guerra Mundial.

A Amazon tem vendido esses e livros semelhantes há anos, mas nos últimos 20 meses os rabinos e o museu do “Holocausto” Yad Vashem, pressionaram a Amazon para remover esses títulos e semelhantes. Além disso, o proprietário da Amazon, Jeff Bezos, comprou o Washington Post e o moldou como uma cabeça da esquerda ortodoxa que pode ter o politizado e neutralizou seus instintos anteriormente libertários.

Livros que defendem o satanismo e a sodomia, e negam o holocausto dos aliados contra civis alemães, e o holocausto israelense contra os palestinos, continuam a ser vendidos pela Amazon.

A censura é conduzida sob a rubrica de “combater o ódio” e “combater o anti-semitismo”. Mas isso é apenas uma súplica especial. Livros que mostram ódio a alemães, árabes, iranianos e aos “deploráveis” brancos do sul são oferecidos na Amazon, assim como livros negando que Jesus Cristo ressuscitou dos mortos. Então, tudo depende de qual boi está sendo corneado. Como muitos de vocês sabem, há uma vaca sagrada que é mais igual que os outros. Seu nome é o Bezerro de Ouro.”

Os termos “6 milhões de judeus” e “holocausto” já foram amplamente usados antes da segunda guerra mundial

O vídeo abaixo expõe algumas vezes que a mídia divulgou tragédias e fez alarde com o número cabalístico de 6 milhões, muito usado no judaísmo. Sendo tal número empurrado goela abaixo como sendo o das vítimas do “holocausto”.

Referência:

Times of Israel

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5 thoughts on “Censura: Amazon remove de sua loja obras que negam o holocausto

  1. Anônimo diz:

    Tá pra existir uma raça mais estúpida e imbecil do que o judeu. Essa corja de idiotas empurra tudo que não presta como feminismo, manifestações pró legalização das drogas, aborto, promiscuidade, vulgarização da sexualidade e ódio ao cristianismo. Depois eles não sabem porque são tão odiados e porque foram expulsos ao longo dos séculos. Essa raça promove luta de classes e joga as mulheres(que são fracas de espírito e de mente) contra os homens. O judeu quer que todos se curvem diante deles, como se eles fossem deuses. Outro dia um judeu ignorante que foi quem denunciou os supostos “nazistas” que colaram cartazes contra eles em uma rua de São Paulo, dizendo que com os judeus “as pessoas aprendem muita coisa”. Aprender o que com os judeus? A achar “normal” pedofilia, a defender luta de classes e tráfico de drogas? A gente lê em alguns blogs de esquerda que “o anti-semitismo está voltando na Europa”. Mas é lógico que está voltando e é até compreensível. São os judeus quem defendem esse transtorno que está ocorrendo na Europa com os “refugiados” e os imigrantes ilegais. Não só defendem como organizam manifestações a favor dessa escória maldita de refugiados. E é um JUDEU o George Soros quem financiam movimentos feministas e é o responsável pela maioria das manifestações Anti-Trump nos EUA. Tem como a gente gostar dessa gente? O ódio contra os judeus é mais do que compreensível. É uma auto-defesa contra todas essas aberrações que eles criaram. E também por culpa deles a Igreja Católica nunca esteve tão “judaizada”. Não é a toa que até o Papa agora aceita perdoar mulheres que fizeram abortos, defende união homo-afetiva, condena a “ganância” dos homens(só dos brancos, dos judeus da qual ele é amiguinho não) e defende os refugiados. Não é a toa que os judeus adoram ele. Jesus agora é visto como um “comunista”. Graças aos judeus malditos infiltrados na Igreja Católica.

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  2. Anônimo diz:

    Só um direitista ingênuo e alienado defende os judeus e Israel. Como pode um direitista que se diz “conservador e cristão” defender Israel, o país que mais tem paradas gays no mundo e é aonde o aborto é legalizado. É absurdamente patético o direitista Olavete que diz que “judeus são o povo mais conservador do mundo que prezam pelas tradições”. Meu Deus, justo quem criou tudo o que a direita mais repudia. Não adianta nada você bradar contra o comunismo e o feminismo mas no mesmo instante você afagar a cabeça do seu inimigo. É por essas e outras que o Bolsonaro perdeu toda a credibilidade. Ele é um marionete dos judeus.

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  3. Anônimo diz:

    Se existe um culpado por hoje em dia os jovens especialmente as mulheres, enxergarem a figura do pai como “machista, opressora, misógina”. Graças a engenharia social perpetrada pelos judeus. Muitos dos que trabalham em redação de telejornais são judeus. Os telejornais nos passam a notícia como sendo aquilo a verdade absoluta. Novelas, telejornais, mídia, imprensa de uns anos pra cá só se falam em “diversidade”, “combate ao fascismo, ao machismo”. Não tem um dia sequer que nos noticiários não falem sobre “violência contra a mulher” ou então “caso de racismo”. Ou seja os noticiários vivem única e exclusivamente para serem engenharia social de modo a não permitir que as pessoas tenham senso crítico e nem questionem o que é mostrado. Eles expõe as notícias de um jeito como se nenhum cristão prestasse, como se nenhum paulista fosse bom. Só os judeus ou os negros é que são bem mostrados tanto em filmes como em noticiários televisivos. Eu não preciso dizer que o criador de uma página do facebook que saiu de um filme fazendo apologia à maconha é judeu certo? Assim como um certo velhote dono de um blog famoso que publica notícias caluniosas sobre a direita é judeu. Depois dizem que o saudoso Gustavo Barroso era um “conspirador nazista”.

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  4. Anônimo diz:

    Eles querem proibir porque não querem que se esgote sua maior fonte de renda, o holoconto. Eles não admitem obras revisionistas porque sentem medo de serem desmascarados. Assim eles perderiam o poder e o “prestígio” que possuem entre os idiotas úteis que acreditam em tudo que esses imbecis disseminam.

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  5. Pingback: Depois da Amazon, agora o Youtube é acusado de permitir conteúdo “anti-semita” e “discurso de ódio” | panoramalivre

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