Editorial

Acorda Bolsonaro! O judaísmo sempre esteve por trás da esquerda

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Primeiro de tudo: não sabemos as reais intenções de Jair Bolsonaro – se o mesmo age por má fé, executando assim um papel na política nacional ou se é mais um ludibriado e envenenado por essa propaganda tacanha que afirma ser Israel um bastião ocidental no Oriente Médio – hipótese imbecilizante defendida por alguns neoconservadores.

Acreditando na segunda possibilidade – de que Jair Bolsonaro e seus seguidores são incautos que se afundam no erro de apoiar essa falsa Israel que ocupa a Palestina – tentaremos alertar o deputado e os seus apoiadores que a censura que Bolsonaro sofreu na Hebraica não é algo para se espantar.

O que é de se espantar é o fato dos seguidores de Bolsonaro e ele próprio não saberem que o mesmo cartel de banqueiros judeus que financiou e operacionalizou a criação do estado de Israel, também patrocinou a revolução bolchevique, que criou a URSS, e todas as engenharias sociais que hoje são as “causas de esquerda”.

Não queremos afirmar aqui que todos os judeus estão envolvidos em revoluções, mas sim que aqueles que estão por trás do estado de Israel e adotaram o sionismo como corrente político-ideológica são os mesmos que serviram de pilar para a esquerda, tanto clássica – que atuava por meio de fuzil e molotov – quanto a nova, que atua mais em um campo cultural-burocrático. Mostraremos também que o Talmud – livro que embasa a conduta de grande parte dos judeus poderosos – prega o ódio a Cristo, a Nossa Senhora, aos cristãos e aos não-judeus.

Comunismo e as mais variadas vertentes da esquerda 

Comecemos pela revolução bolchevique e a União Soviética – para quem não sabe, seu maior patrocinador foi o banqueiro judeu conhecido como Jacob Schiff, que desde 1890 organizou e bancou treinamento para o que seriam os bolcheviques que viriam a atuar na revolução de 1917. Chegada a hora derradeira Schiff deu 20 milhões de dólares a Leon Trotsky para o último ato – a tomada do poder.

Jacob Schiff era descendente de uma distinta família rabínica e morava em Nova York desde 1860. Foi Rothschild – dono do Banco da Inglaterra – quem o treinou. Schiff começou a comprar ações da Kuhn, Loeb & Co. com dinheiro do Rothschild. Tanto Paul como Felix Warburg tornaram-se também parte proprietária da Kuhn, Loeb & Co, tendo como apoiador a família Rothschild, cujo símbolo é o hexagrama sobre um escudo vermelho.

Outros da comunidade judaica que, a partir dos EUA e Alemanha, financiaram os comunistas russos, além dos já citados acima, foram Mortimer Schiff, Otto H. Kahn, Max Warburg, Jerome J. Hanauer, Alfred Milner e Família Guggenheim, de acordo com a historiador judeu David Shub. Todos com grande influência na B’nai B’rith. Tudo registrado na obra “Under The Sign of Scorpion” do historiador Juri Lina.

Para quem ainda tem dúvidas, o próprio presidente russo Vladimir Putin confirma a grande influência e participação judaica no governo de formação da União Soviética:

Os nomes citados que atuavam nos Estados Unidos são de famílias que comandam o Federal Reserve, como laranjas da grande casa bancária da dinastia cabalista dos Rothschild’s. E é aí que entra a relação com a invasão denominada Israel – a Palestina foi prometida a mesma família Rothschild que teve seu dinheiro usado para financiar os comunistas da Rússia.

No período da primeira guerra mundial, a declaração de Balfour – feita pelo ministro da Relações Exteriores do Reino Unido, Arthur James Balfour, prometia o território da Palestina ao Lord Rothschild caso os britânicos derrotassem o Império Otomano na guerra que estava sendo travada.

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Basicamente a ocupação chamada hoje de Israel é nada mais nada menos que um feudo da família Rothschild, grande articuladora de trapaças financeiras, usura e revoluções.

Ainda sobre a criação artificial de Israel, não custa lembrar que em 1947, o embaixador da União Soviética, Andrei Gromyko, fez um discurso sobre a necessidade dos judeus de terem um estado independente. Stalin então organizou os estados comunistas do Leste Europeu para votar pela criação de Israel como um bloco decisivo, que proporcionou a maioria de dois terços necessária para a vitória, na votação da ONU de 29 de novembro de 1947.

Em 1948, o genocida Stalin permitiu que a fábrica de Skoda (fabricante de armas), na Tchecoslováquia enviasse armas pesadas enormemente necessárias para o novo exército israelense que se encontrava em dificuldades. David Ben-Gurion disse certa vez que sem os braços soviéticos, o estado de Israel nunca teria sobrevivido à investida de cinco exércitos árabes.

Agora abordando o terror vermelho, é preciso citar que um dos maiores genocidas soviéticos foi o judeu e chefe da Tcheka (polícia secreta da URSS), Guenrikh Grigorievich Yagoda, que foi somente e somente o responsável por estruturar, implantar e o primeiro comandante do sistema das famosas Gulags soviéticas, que só em seu período de atuação matou mais de 10 milhões de cristãos russos.

Mas Bolsonaro e admiradores, não pensem vocês que os tentáculos da finança judaica atuam somente em terras estrangeiras. Na era Vargas, mais precisamente em 1935, a ‘Organisação Revolucionária Israelita Brazcov’, filiada ao Partido Comunista foi desarticulada e seus membros foram deportados.

Assim noticiou o jornal O Globo – “Os communistas que são, em maioria, israelitas, rumenos, russos e polacos, reuniam-se diariamente durante o almoço e o jantar, na ‘Cozinha Proletaria Communista’ e ali discutiam, acaloradamente, seus planos revolucionários. Alguns se dissimulavam em vendedores a prazo, outros em padeiros e em varias profissões”, relata o diário carioca.

Já o jornal carioca Correio da Manhã, afirma que “Para melhor se entenderem, fundaram elles a Bibliotheca Popular Israelita ‘Schalom-Alechem’, com séde á rua Senador Euzebio n. 59 onde á guiza de se entregarem á leitura das varias obras se reuniam clandestinamente”.

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Após a esquerda mudar de roupagem e sair do modelo braçal das guerrilhas para o campo cultural-burocrático das engenharias sociais, uma coisa continuou igual: o dinheiro continuava vindo dos magnatas israelitas.

O judeu George Soros – que nos holofotes faz papel de anti-sionista mas que na prática financia crise migratória e nunca fez nada de concreto contra Israel –  é o mais famoso de todos, mas não esqueçamos porém da família Rockefeller que cresceu a partir da ajuda dos Rothschild’s, Schiff’s e Warburg’s, velhos nomes que pertencem ao cartel judaico do Federal Reserve.

Quem não sabe a origem do dinheiro dessa nova esquerda… São verbas de magnatas russos, iranianos ou sírios? Não. Tudo dinheiro de fundações americanas, britânicas e de outros países da Europa, ligadas a barões fincados no cartel bancário do eixo Londres-Wall Street- Tel Aviv.

O feminismo, por exemplo, teve como grande apoiador, além dos Rockefeller’s, a casa bancária J.P. Morgan, também acionista do FED e de família… judaica, como mostra o livro “Revolution from Above” de Kerry Bolton. O papel do judaísmo vai muito além do “apenas despejar dinheiro” – inúmeras mulheres judias atuaram na proliferação de tal engenharia social criada para escravizar, junto ao mercado de trabalho e aos patrões, as mulheres do ocidente, como Betty Friedan (Betty Naomi Goldstein), Bella Abzug e Glória Steinem. Mulheres que tiverem a indústria cultural e toda sorte de mídias para proliferarem suas agendas e enganos a outras mulheres, com o único intuito de servirem aos seus patriarcas das sinagogas.

Já o aborto também tem outra casa bancária judaica como forte promotora: a Goldman Sachs (outra acionista do Federal Reserve) – que é doadora da famigerada Planned Parenthood e financiou também o lobby pela aprovação do aborto na Irlanda.

A lista não pararia mais se a exposição das inúmeras causas de esquerda e seus financiadores fossem divulgadas. É evidente que há não-judeus ou “goyim” apoiando e financiados esquerdismos mundo afora? Óbvio, mas não com o papel organizado e preponderante do judaísmo e com intenções tão malignas de destruir os pilares do Cristianismo.

Islamismo radical, imigrantes e Estado Islâmico

Tal assunto não será extremamente detalhado neste texto, porém algumas coisas precisam ser pontuadas e aí contamos com a sede de pequisa do nosso leitor: Israel e Estado Islâmico não lutam um contra o outro, nem mesmo nas colinas de Golã. Israel ataca todos os inimigos do Estado Islâmico, como o exército da Síria e o Hezbollah. Armas, mantimentos e carregamentos de Israel já foram flagrados com o Estado Islâmico. Oficiais israelenses já foram mortos em bunkers e centros de comando do Estado Islâmico. O chefe de Inteligência de Israel e o Ministro da Defesa de lá já declararam publicamente que preferem o Estado Islâmico na Síria ao regime Assad. Netanyahu disse que a melhor coisa que poderia acontecer na Síria é sua balcanização. Rabino israelense Baruch Efrati revela que a islamização da Europa é boa para Israel.

O que diz o Talmud?

Por fim, vamos ao Talmud e o que ele fala sobre Cristo, Nossa Senhora e os não-judeus. Lembrando que passagens comprometedoras podem ser censuradas e removidas do Talmud para que não-judeus ou judeus betas não tenham acesso.

A obra a “A Verdade Sobre o Talmud” de  Michael A. Hoffman II e Alan R. Critchley desmascara o que verdadeiramente pensam os que desejam acabar com as tradições e os princípios cristãos.

Sobre Cristo:

Gittin 57a. Diz que Jesus está no inferno, sendo fervido em “excrementos quentes”.

Sanhedrin 43a. Disse que Jesus (“Yeshu” e na nota de rodapé #6 da Edição Soncino, Yeshu “o Nazareno”) foi executado porque ele praticou bruxaria: “É ensinado que na noite da Páscoa, Jesus foi pendurado, e quarenta dias antes disso a proclamação foi feita: Jesus é para ser apedrejado até a morte porque ele praticou bruxaria e seduziu o povo para a idolatria…Ele foi um incitador do mal e tu não deverás ter piedade ou perdão”.

“O Talmud (edição Babilônica) registra outros pecados de ‘Jesus o Nazareno’:

Ele e seus discípulos praticaram feitiçaria e magia negra, lideraram judeus erradamente ao interior da idolatria, e foram patrocinados por poderes estrangeiros, gentios, para o propósito de subverter a adoração judaica (Sanhedrin 43a).

 Ele foi sexualmente imoral, adorava estátuas de pedra (um tijolo é mencionado), foi cortado fora do povo judeu por sua maldade, e recusou a arrepender-se (Sanhedrin 107b; Sotah 47a).

Ele ensinou bruxaria no Egito e, para executar milagres, usou procedimentos que envolviam cortar sua carne, que é também explicitamente banido na Bíblia (Shabbos 104b).

Sobre Nossa Senhora Maria Santíssima:

Sanhedrin 106a . Diz que a mãe de Jesus foi uma prostituta: “Ela que foi a descendente de príncipes e governadores bancou a prostituta com carpinteiros”. Também na nota de rodapé #2 do Shabbath 104b da edição Soncino, é declarado que no texto “não censurado” do Talmud está escrito que a mãe de Jesus, “Miriam a cabelereira” teve sexo com muitos homens.

Sobre os cristãos e não-judeus:

Shabbath 116a. Os judeus devem destruir os livros dos cristãos, p.e. o Novo Testamento.
Dr. Israel Shahak da Hebrew University (Universidade Hebraica) relata que os israelenses queimaram centenas de bíblias do Novo Testamento na Palestina ocupada em 23 de março de 1980 (cf. Jewish History, Jewish Religion, p. 21).

Sanhedrin 57a . Um judeu não precisa pagar a um gentio (“Cuthean”) os salários devidos a ele pelo trabalho. Quando um Judeu mata um gentio (“Cuthean”), não haverá qualquer pena de morte. O que um judeu rouba de um gentio, ele pode guardar.

Baba Mezia 24a . Se um judeu encontra um objeto perdido por um gentio (“pagão”) ele não precisa ser retornado. (Afirmado também no Baba Kamma 113b).

Baba Kamma 113a. Judeus podem usar mentiras (“subterfúgios”) para iludir um gentio.

Sanhedrin 58b. Se um bárbaro (gentio) golpeia um judeu, o gentio deve ser morto.

Conclusão

Não serve só a Bolsonaro ou seus entusiastas, mas a todos que prezam pela Cristandade. Já passou da hora de se tratar o judaísmo com seriedade, com frieza analítica, sem emocionalismos bestas que regem o velho discurso de “anti-semita” que tenta castrar quem denuncia suas atrocidades ao longo da história. O inimigo é enorme, sabe usar de propaganda para inventar ou aumentar fatos que lhes tornam vítimas, quando na verdade foram os grandes genocidas do Século XX e até em outras eras.

Atualmente é uma máfia internacional que instrumentaliza tanto liberais quanto socialistas. Tem poder nas Nações Unidas, que apesar de muito bradar e propor sanções contra o estado sionista, nunca fez Israel cumprir nada.Tem Hollywood e a mídia, como já bem denunciaram figuras como Mel Gibson e Marlon Brando. E,principalmente, possuem as casas bancárias do mundo que geram crédito a partir de nada com suas reservas fracionárias.

Ao escrever algo deste nível, o Panorama Livre sabe que está apto a ser censurado, denunciado e ter seus autores perseguidos pelo poder de tal grupo, entretanto nos tempos da livre informação, a verdade há de prevalecer e qualquer um pode checar tranquilamente se há “ódio”, “fobia”, “preconceito” ou se há apenas fatos e acontecimentos tecnicamente enumerados.

“Aceitastes a tenda de Moloc e a estrela do vosso deus Renfão (Renfã), figuras que vos fizestes para adorá-las! Assim eu vos deportarei para além da Babilônia.” (Atos 7,43)

Abaixo a imagem do que é a estrela do deus Renfão (Renfã), idolatria denunciada por Santo Estevão:

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14 thoughts on “Acorda Bolsonaro! O judaísmo sempre esteve por trás da esquerda

  1. Luiz diz:

    Mentalidade esquerdista adora os terroristas muçulmanos e odeia Israel. Duvido se um imbecil desses tivesse como opção de moraria, Israel ou Palestina, certamente ele iria querer viver junto aos judeus por causa do padrão de vida. Um esquerdista é antes de tudo, um hipócrita.

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  2. Luiz diz:

    Quem dera os judeus, de fato dominassem o mundo. Estaríamos em boas mãos. Talmude, Protocolos dos Sábios de Sião…Existe uma fonte inesgotável de antissemitismo. Que tal falarmos também sobre os terrorista muçulmanos? Todos sabemos quem fundou o Estado de Israel. Insisto em uma pergunta: Entre todos os estados muçulmanos e o Estado de Israel, onde o autor desse texto antissemita preferiria viver?

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    • anti mentira diz:

      Quem nega que eles dominam é ignorante, uma breve pesquisa mostra que eles detém os a maioria dos bancos, da mídia e etc. É um fato!
      É como negar que o terrorismo faz parte do islamismo.
      Além disso, se tu é cristão então desconhece a própria história, judeus foram expulsos de vários reinos cristãos porque ajudaram os árabes várias vezes.
      Foi assim na Alemanha antes de ser unificada, foi assim na Península Ibérica e por aí vai.

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  3. Anônimo diz:

    Bastou tecer uma simples crítica aos adoradores do bezerro de ouro(judeus) que as Olavetes surgem do nada agindo igual aos esquerdistas que eles tanto odeiam te acusando de anti-semitismo. Eu sugeriria ao leitor Luiz que ele fizesse o favor de procurar os nomes de quem fizeram a revolução bolchevique de 1917, e de quem criou o feminismo e financia também coletivos negros. Luiz, desde quando o judeu é um povo tradicionalista e conservador? Eles são o povo mais degenerado e vulgar do mundo. Enquanto você defende eles, os judeus estão rindo de nós cristãos e promovendo ódio contra o ocidente. “Esquerdistas” anti-semitas? Ué, o comunismo é uma criação judaica, como pode um esquerdista odiar judeu? E outra, esquerdistas são vocês Olavetes que nutrem admiração pelo Churchill. Um mau-caráter simpático a causas progressistas e de esquerda. E era um fantoche nas mãos dos judeus. Tão “anticomunista” que se aliou ao maior comunista que já existiu, Stalin. Vocês se contradizem. Já vi Olavete postando frases da Golda Meir que caso você não saiba era……socialista e atéia. E pra sua informação Israel foi fundada como um estado SOCIALISTA e de esquerda. E não “conservador”. Até parece que existe judeu “conservador”. Vai estudar Olavete pra não passar vergonha. Chamar os outros de esquerdista é coisa de ignorante.

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  4. Anônimo diz:

    Quanta ignorância por parte dos olavetes que vieram aqui acusar a página de ser esquerdista. Olavete, esquerdista é o seu professor aloprado e charlatão. O seu “mestre” omite que são os judeus os criadores e financiadores do comunismo. Claro, ele é um defensor do sionismo, ele nunca poderá sequer falar nada contra eles.

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  5. Anônimo diz:

    Os judeus são um povo sujo e degenerado. Tudo aquilo que é sagrado e motivo de orgulho para nós, para eles é “burguês e opressor”. O judeu sempre nutriu inveja do homem branco ocidental. Eles foram expulsos de vários países ao longo dos séculos porque eles sempre promoveram a subversão da sociedade, sempre zombaram das tradições e sempre promoveram a discórdia. Eu sou um anti-judeu e não tenho menor temor de dizer isso. Ser um anti-judeu é antes de tudo ter amor próprio e respeito pela cultura ocidental cristão.

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  6. Anônimo diz:

    Um absurdo é ver comunista fã do Che Guevera e ao mesmo tempo “cristão”(falso cristão). A esquerda transformou ate Jesus em um socialista graças aos judeus imundos que são amigos desses falsos padres. O comunismo é judeu mas não se pode falar isso. Qual é o medo de alguém afirmar isso? E por um acaso é mentira? Os judeus não deveriam temer aqueles que os acusam de serem os financiadores de movimentos de esquerda e do comunismo hoje com a alcunha de “progressismo”. Talvez a esquerda fosse dar ainda mais apoio pra eles. Ou então eles teme porque sabem que estão fazendo coisas erradas, eles não querem que as pessoas saibam que o comunismo é uma arma de dominação judaica, uma engenharia social judaica com o intuito de destruir o cristianismo e os valores ocidentais.

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  7. Anônimo diz:

    Os judeus podem generalizar que todo branco é racista, machista, misógino e etc. Eles podem criar filmes zombando do povo alemão como se todos os alemães da década de 30 concordassem com o nazismo. Agora ninguém pode falar nada de ruim contra os judeus. E digo mais, quem venceu a Segunda Guerra forma os judeus. Sim, os judeus eram a maioria na URSS, e o Stalin era um defensor ferrenho dos judeus. O Churchill era outro marionete nas mãos dos judeus sionistas assim como o Roosevelt. Esse último então, era fanático pelos judeus. Tanto que durante o governo desse canalha a maioria dos que trabalhavam na Casa Branca eram….judeus.

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  8. Del Fino diz:

    Parabéns pela belíssima análise desse desdobramento sociológico. Esses liberais acharam, até então, que com sua cartilha “anticomunista” pacifista iriam ter todas as atenções. Esqueceram de avisar que, para ser um vero anticomunista, tem que ter pensamentos nacionalistas e, principalmente, tradicionalistas. Esse pedantismo liberal é uma aberração e deve ser esmagado assim como a escória comunista.

    Pra ver um liberal puto, basta sinalizar o passado e o presente doa judeus e sua eterna ligação com todos os movimentos revolucionários de esquerda do mundo. Foram a casta judaica e marxistas que derrubaram vários e vários países soberanos monárquicos ou nacionalistas. Churchill foi outro VAGABUNDO nessa história, sendo o mesmo endeusado por essa direita bunda-mole.

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    • Anônimo diz:

      Com certeza! Churchill era tão defensor dos judeus que não suportava ouvir nem anedota sobre eles. O rotundo estadista não tinha nada de anticomunista. Como que pode um “conservador” se aliar à um comunista(Stalin) para derrotar o maior anticomunista que já se teve noticia, Adolf Hitler? Churchill era só um marionete dos sionistas. Fazia tudo o que eles mandavam.

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    • Anônimo diz:

      Mas os judeus são os quem mais participam de movimentos de esquerda. Seja da vertente humanista, socialista, progressista. E são os principais protetores de refugiados e imigrantes ilegais pelo mundo. Não fala besteira.

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  9. eduardoabrahim diz:

    Não entende nada de Talmud. Absolutamente nada!!! Texto é pura enganação. Certamente quem escreveu fez de má fé, pois nada disso existe.

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