Judaismo

Máfia judaica criou Las Vegas, revela revista israelita

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Em uma revista eletrônica, intitulada “Menorah TV”, dois representantes da comunidade judaica brasileira revelaram que Las Vegas foi fundada a partir de uma máfia controlada por judeus e suas atividades ilegais.

As revelações começam nos primeiros minutos de programa, a partir do 2:48 de vídeo, onde o entrevistado da ocasião expõe – “Las Vegas deve a um judeu mafioso a sua aura de conglomerado de cassinos, shows e hotéis, que foi o nosso queridíssimo Bugsy Siegel. Ele tomava dinheiro dos mafiosos italianos para construir o seu cassino Flamingo, que é um dos mais famosos de Las Vegas, e os italianos entenderam que ele estava gastando além e sem comprovação do que foi combinado.”

A conversa continua e na marca de 4:03 de vídeo o entrevistado revela que existem 80 mil judeus na cidade de Las Vegas e que o maior conglomerado de cassinos e hotéis local é administrado por uma corporação cujo os grandes acionistas são judeus. Até aí nada de errado, porém os relatos caem no absurdo quando os participantes exaltam o fato da prefeita de Las Vegas, Carolyn Goodman, ser judia e casada com Oscar Goodman que, segundo um dos participantes do programa – aos 4:43 de vídeo – “Foi um dos maiores advogados criminalistas dos mafiosos judeus, que ficou multimilionário com essa atividade, e que foi prefeito da cidade e transformou Las Vegas – e agora sua mulher dá continuidade a esse trabalho (…) Temos uma história de comunidade judaica linda, maravilhosa, para contar!” – Como assim cara pálida? O que há de admirável, lindo e maravilhoso, em se envolver com a máfia e construir fortuna defendendo criminosos? Isso lá é legado para se orgulhar?

O assunto “máfia judaica” volta a tona aos 13:43 de vídeo quando o apresentador do programa diz que a criação de Las Vegas por um mafioso judeu é um tema polêmico e pergunta ao convidado sobre a existência de uma museu que mostra a máfia judaica. O convidado conta a partir de 14:26“O museu é interativo, você consegue usar as armas dos mafiosos e atirar com elas, sentir se você tem uma boa pontaria ou não. Você tem uma cadeira elétrica que você pode operar (…), você tem muitas fotografias, muitos objetos, você tem realmente uma qualidade informação.” 

O novo bloco do programa começa contando a história do museu aos 16:05, que segundo os componentes do programa foi construído e idealizado por Oscar Goodman, antigo prefeito e marido da atual prefeita de Las Vegas – o advogado dos mafiosos.

Outra revelação é feita em tom de exaltação aos 16:49: o judeu Meyer Lansk foi o grande articulador financeiro de toda a máfia. Ambos o chamam de “gênio financeiro” da máfia. E, aos 17:07, outro ponto interessante é detalhado e revela o porquê da fama que outros povos levavam de mafiosos, exceto os judeus – “Ele [Meyer Lansk] era tido como o cérebro da máfia enquanto os outros mafiosos irlandeses, escoceses, italianos, eram considerados os músculos da máfia” – que orgulho para o judaísmo, hein?

Não satisfeitos em exaltarem dois criminosos da pior espécie, o show de horrores continua quando o nome de um novo gangster judeu é citado: Moe Dalitz. A patacoada começa aos 17:30, e a primeira informação que surge é que o “cidadão” foi um dos maiores doadores de Las Vegas, tendo recebido do prefeito da cidade e do governador de Nevada, a chave da cidade e do estado.

Então os orgulhosos puxa sacos de bandidos citam, entusiasmados, um episódio deplorável, aos 18:05 sobre Moe Dalitz – “Então você tem uma fotografia desse cidadão dando grana, pagando propina para um policial, depois de um acidente automobilístico” – Com direito a um “que maravilha!” por parte do apresentador. Realmente, maravilhoso… Que legado! Que edificante é seguir o Talmud.

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Aos 18:29, mais revelações surgem, pois segundo o convidado, o mafioso judeu Bugsy Siegel teria entendido que com o jogo de azar legalizado, ele poderia atrair as máfias de Nova Iorque e Chicago para operarem os cassinos de Las Vegas.

“Você tem um hall de mafiosos judeus enorme que a Menorah [revista judaica] classifica e traz para os nossos leitores e também para quem está nos vendo agora” – Os gregos se orgulham de seus filósofos, os ibéricos de suas explorações marítimas sob a Cruz de Cristo, e o judaísmo? Do seu hall de mafiosos e contraventores usureiros.

O assunto “museu da máfia” é encerrado e os sujeitos começam a tratar de questões economicistas de Las Vegas, que se sustenta por meio de vícios. No 25:56 o convidado revela que não existe mais atividade mafiosa na cidade pois “a máfia se transformou em corporações que são legalizadas”. Ah sim, agora tudo bem.

A conversa segue e o convidado – movido por Mamon – pontua, aos 27:54, que o brasileiro precisa se decidir se quer viver em um regime capitalista ou não. E diz que, “ganhar dinheiro significa produzir (vale com máfia, com tráfico ou contrabando?), significa não ter medo de ter lucro. (…) Então os americanos não são Católicos Apostólicos Romanos, eles tem uma base protestante. E o protestantismo encara o dinheiro de uma maneira diferente do catolicismo. Na medida que nós tivermos ainda a dificuldade de lidar com dinheiro, muito difícil será você fazer do Brasil um país com grandes quantidades de empreendedores” – Claro, grandeza e facilidade em lidar com dinheiro é empreender com usura, cometendo crimes contra a propriedade, comercializando ilícitos e promovendo vícios.

Por fim, o programa termina citando o apoio judaico à agenda LGBT. Surge a comparação de que tanto judeus quanto homossexuais seriam perseguidos historicamente e, claro, o bom e velho “holocausto” vem a tona como exemplo do quão perseguidos são os judeus.

Todavia não há citação do Acordo de Haavara, entre entidades sionistas e o nacional-socialismo. Não há menção de que o grupo religioso mais massacrado no Séc. XX foram os cristãos, bastando citar o genocídio armênio cometido pelos turcos, o massacre de cristãos por comunistas – revolução financiada e operada por judeus e maçons – e também que, nas duas grandes guerras, o número de cristãos mortos supera e muito o números de judeus.

 

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2 thoughts on “Máfia judaica criou Las Vegas, revela revista israelita

  1. CET diz:

    É preciso que as pessoas entendam que o judaismo “e isso engloba também toda a comunidade judaica” é a mais bem dissimulada e estruturada organização criminosa do mundo, muito pior que qualquer outra máfia.
    Seu poder se baseia em controle sobre o sistema financeiro mundial e controle da mídia em geral.

    Gostar

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