Editorial

Putin e Trump querem aumentar seus arsenais atômicos – Chegou a hora do Brasil ter sua bomba nuclear

CURTA PANORAMA LIVRE NO FACEBOOK 

Na última quinta-feira (22), um fato chamou atenção do mundo, tanto Vladimir Putin – presidente da Rússia – quanto Donald Trump, candidato eleito a presidência dos Estados Unidos, declararam que desejam aumentar o potencial atômico dos seus respectivos países.

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Cada um ao seu melhor estilo: Putin expôs seu desejo em uma reunião realizada com o Ministério da Defesa russo, já Trump usou o bom e velho Twitter – mídia social onde se sente bem a vontade.

Ambos líderes foram enfáticos e Putin alertou – “Precisamos fortalecer as forças nucleares estratégicas, para que possamos desenvolver mísseis capazes de penetrar em todos os sistemas de defesa antimísseis atuais. Devemos monitorar cuidadosamente quaisquer mudanças no equilíbrio de forças e na situação político-militar do mundo, especialmente ao longo das fronteiras russas e adaptar rapidamente os planos para neutralizar as ameaças ao nosso país. O estado de tríade nuclear que desempenha um papel fundamental na manutenção da paridade estratégica foi mantido em um nível adequado.”, conforme informou o portal Raw Story.

Por sua vez Trump não ficou atrás e de forma sucinta declarou que os Estados Unidos também precisam expandir sua capacidade atômica.

Isso pode ser bom para o Brasil?

Sendo lacônico: sim, isso pode ser excelente para o Brasil.

Provavelmente existirá um lobby mundial contra a expansão do arsenal atômico de Rússia e Estados Unidos, principalmente vindo das velhas instituições como as Nações Unidas, União Europeia, ONGs globalistas e até instituições financeiras pedindo que se freie tal empreitada.

O Brasil, se deseja obter sua soberania, deveria ir na contramão de tais apelos e apoiar as duas nações, obviamente com a intensão de também poder desenvolver o mesmo tipo de armamento. Nossa pátria não poderia de maneira nenhuma perder essa chance e deveria indubitavelmente aproveitar essa brecha para dar início ou continuar seu projeto atômico – caso ele ainda exista, chutando para longe o Tratado de Não Proliferação Nuclear.

Muito se pede para que o Brasil adote políticas desenvolvimentistas, como investir em sua infraestrutura, investir na indústria nacional, auditar sua dívida pública, buscar independência monetária – com uma moeda lastreada em um ativo real, sem depender do dólar – além de retomar o controle da extração e escoamento de suas riquezas naturais, porém ninguém aborda o principal: como ter soberania para fazer isso tudo?

Como adotar tais políticas sem ser alvo de sabotagens, sem ser alvo de uma sanção diplomática, de um embargo econômico ou até mesmo de um intervenção militar promovida por forças estrangeiras como foram a Síria, a Líbia, o Iraque, a Iugoslávia, o Iêmen, isso só para citar os últimos 25 anos?

Resposta: tendo uma defesa forte e isso perpassa por ter o melhor tipo de armamento militar que existe – uma arma atômica. Reparem que todas as intervenções militares de forças externas ocorreram em nações que não possuem armas nucleares.

O Brasil possui um território vasto demais para depender só de guerra convencional. O Brasil tem riquezas mil, que não precisa-se nem citar quais, para ser considerado um “anão diplomático” como disse certa vez a ocupação que se autoproclama “Israel”. O Brasil está entre as 10 maiores economias do mundo e precisa de poder de barganha e independência monetária para fortalecer sua decente, mas ainda não ideal, balança comercial.

O povo brasileiro, mais do que nunca, precisa acordar para pautas grandes e que fazem diferença em todos os setores de uma nação. A grande mídia, as ONGs estrangeiras, os coletivos sociais comprados, jamais abordarão tal questão, entretanto chegou a hora de falarmos sério sobre o Brasil possuir suas armas nucleares. A geopolítica, o mundo, fez o tema renascer.

Sem piadinhas, sem falsos temores ou pacifismo tolo, a oportunidade surgiu, o vácuo apareceu – o Brasil precisa trabalhar no desenvolvimento do seu projeto atômico – tanto energético como militar, este último principalmente.

Roberto Campos dizia que o Brasil não perde a oportunidade de perder oportunidades. Que pelo menos, nesta única vez, ele esteja errado.

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One thought on “Putin e Trump querem aumentar seus arsenais atômicos – Chegou a hora do Brasil ter sua bomba nuclear

  1. Nunca entendí o gesto de Collor na Serra do Cachimbo ou não ser para diminuir a corrida nuclear com a Argentina.Gesto válido à curto prazo.
    Dominamos o ciclo nuclear na teoria. Falta apenas um passo.
    Conflitos com vizinhos imediatos ? Não temos. Então, porque reviver o programa ?
    Resposta: O Brasil não tem condições de se impor em caso de conflitos por causa da Amazônia, por causa de áreas fronteiriças declaradas reservas indígenas, por invasões de águas consideradas territoriais.
    Somos donos do nosso destino ou dirigidos como manadas de bois por forças externas ?
    Correto a observação que nenhum país com armas nucleares sofreu ingerência estrangeira. O fato de possuir armas nucleares não significa automaticamente usa-las.
    É para retomar o desenvovimento de foguetes imediatamente, programa interrompido pela explosão na torre de lançamento. As causas publicadas não me convenceram. Mas o objetivo foi alcançado. Há quantos anos cresce capim em Alcantara ?
    Porque a confeção do submarino nuclear nacional não avança ? O projeto existe há muitos e muitos anos.
    Agora é para valer ! Avança Brasil !
    Hans Kruger – autor de 3 livros chamados “Serie Brasileira” (www.hanskruger.com)

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