Sociedade

Governo católico e nacionalista da Polônia é alvo de carta aberta de oposição alinhada a União Europeia

Na Polônia, o governo católico e nacionalista, eleito em outubro de 2015, não alinhado aos interesses globalistas, já sofre perseguição. Uma carta aberta assinada por três ex-presidentes, sete políticos da oposição e outros ativistas, pediu ao povo polaco para “defender a democracia” contra o mandato do governo de direita que foi democraticamente eleito. A carta foi publica no jornal de maior circulação da Polônia. O assunto já chegou até o parlamento da União Europeia.

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A direita católica está no poder, com o partido Lei e Justiça (PiS), que ganhou as eleições parlamentares tendo 37,6% dos votos em 2015 na Polônia. O partido Lei e Justiça – alvejado na carta – já reagiu e deu uma resposta a carta afirmando que foram escolhidos pelos poloneses para dar novos rumos ao país.”Os poloneses escolheram o Lei e Justiça nas eleições parlamentares, eles escolheram o programa do PiS e deram-nos a responsabilidade de conduzir os assuntos poloneses. Esta foi a livre escolha dos poloneses “, afirmou o primeiro-ministro Beata Szydło, segundo reportou a Rádio Polônia.

Mas talvez o mais convincente dos comentários veio de um porta-voz para o escritório do primeiro-ministro, que disse -“Eu aconselho estes senhores a entrarem em acordo com os resultados da eleição (de outubro de 2015)”, na qual o partido Lei e Justiça chegou ao poder com uma vitória esmagadora. “É a nação, não poucos homens, que decidem quem governa o país”, decretou.

A carta destilou fúria contra o que chamou de “leis draconianas como a proibição absoluta do aborto”, e ameaçou os líderes do Partido Lei e Justiça, alegando que, “os culpados de violarem a Constituição devem assumir a responsabilidade.”

A carta foi assinada pelos ex-presidentes Lech Walesa, Aleksander Kwasniewski e Bronisław Komorowski; por ex-ministros estrangeiros, incluindo Włodzimierz Cimoszewicz e Radosław Sikorski; bem como ex-oposicionistas da era comunista.

O atual vice-primeiro-ministro, Piotr Glinski, não ficou impressionado, dizendo a TVN24 que a linguagem da carta era “absurda”. “É absurdo afirmar que a democracia na Polônia está sob ameaça” e insistiu que a crítica trata-se apenas da “opinião privada”dos indivíduos.

As reivindicações da carta fazem menção a uma “erosão constitucional” e referem-se ao fato de o partido Lei e Justiça promulgar leis que lhes permitem terem mais poder, o que eles vêem como o “tribunal constitucional ‘antidemocrático'”, além de conseguirem mais poder na emissora de TV pública da Polônia.

O partido é bastante aberto sobre sua afiliação com a Igreja Católica, na Polônia, e critica de forma ampla, em alto e bom som, o casamento de pessoas do mesmo sexo, a fertilização in vitro e o aborto. Nas últimas semanas, por exemplo, o partido Lei e Justiça fez a Polônia se tornar o único país da União Europeia (UE) que proíbe totalmente o aborto.

Isso chocou grupos que se dizem “democráticos” ligados as agendas progressistas financiadas por grandes magnatas como George Soros, Fundação Ford, Fundação Rockefeller, entre outras, mas a decisão fez clara alusão ao manifesto do partido Lei e Justiça de valores pró-família, que foi votado em massa pelo povo polonês.

As alegações da carta batem com as do Parlamento Europeu, que votou este mês uma resolução acusando o partido Lei e Justiça de minar a democracia na Polônia, antes de passarem a questão para o Conselho Europeu para novas ações.

A Santa Igreja e o nacionalismo são fortes na Polônia

Ao contrário do Brasil, onde o governo precisa pagar mercenários para estes se dizerem pró-governo, na Polônia uma multidão se forma espontaneamente a favor do governo e de suas pautas tradicionalistas. Pessoas que sabem se defender das garras internacionalistas das causas progressistas e suas sabotagens e se fincam na tradição construtora de civilizações da Igreja Católica. Um povo que por vários anos viveu nas trevas do comunismo, hoje entendeu que a liberdade e a salvação precisam ser defendidas de inimigos externos que só desejam explorar o país e seu povo. A resposta será dada a União Europeia e a quem mais for marionete do globalismo.

Referência:

Breitbart

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