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Governo federal expulsou camponeses de suas terras após chantagem da ONU e dos EUA

O governo federal aprovou a reserva Awá-Guajá, em São João do Caru-MA, por imposição da ONU e dos Estados Unidos segundo apurou o Panorama Livre. Uma fonte – que não quis se identificar – revelou que Dilma Rousseff ligou para, pelo menos, uma das autoridades responsáveis pela demarcação da reserva indígena Awá-Guajá, no interior do Maranhão, e a pressionou para que ela aprovasse a “desintrusão” da área.

De acordo com a fonte que o Panorama Livre teve acesso, Dilma teria dito a um dos responsáveis por homologar a expulsão dos 6 mil camponeses de São João do Caru que, caso a medida não fosse tomada, o Brasil sofreria sanções da ONU e dos Estados Unidos. As sanções, a princípio, seriam econômicas. A presidente alegou que estava muito pressionada pelos organismos internacionais citados, praticamente obrigando essa autoridade a qual fez contato a acatar a expropriação que tomou a terra de 1.200 famílias brasileiras e colocou sob o controle de forças estrangeiras.

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A região de São João do Caru é muito rica em ouro

A expropriação de 1.200 famílias ou 6 mil pessoas, entre elas muitas crianças e idosos de quatro povoados, se deu em janeiro de 2014 e contou com uma força tarefa composta por Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Força Nacional de Segurança, que usaram em camponeses humildes táticas praticadas no combate de guerrilha – como cercar a área e cortar o abastecimento elétrico e de outros insumos. No lugar da população local, dos brasileiros, foram colocados 33 índios vindos de Roraima sob os cuidados da ONG “Survival International” (ligada a WWF) com sede em Londres e escritórios em vários outros centros globais, que diz lutar pela preservação de povos nativos mas que na verdade atua de fachada abrindo caminho para a exploração de recursos naturais das áreas as quais toma conta.

Na região conhecida como Serra da Desordem, já existem autorizações de pesquisa para exploração de metais como estanho e ouro. Uma dessas pesquisas já conta inclusive com autorização da Funai.

Jornalistas locais repercutiram o desastre social 

Muito se fala da relação do governo do PT com o pobre, com o camponês, principalmente com o nordestino – porém muito do que é dito infelizmente não passa de propaganda para enganar incautos. A reportagem do programa Maranhão Rural expôs de forma clara o desastre que se tornou a intervenção de um governo federal lacaio das grandes corporações estrangeiras.

Dois anos após a covarde expulsão, alguns chefes de família morreram de desgosto; outras famílias que tinham sua vida, sua produção e lar agora contraíram dívidas; enquanto outras famílias sequer se alojaram ainda em outro lugar e ficam rodando por cidades. O sofrimento e as diferentes histórias são extremamente tristes e tocantes.

 

“Índios” com armas e picapes?

Muitos produtores agrícolas do Maranhão afirmaram já terem avistado “índios” armados com equipamentos pesados e de alto calibre, como fuzis e rifles. Outro relato que chegou até o Panorama Livre, feito por uma engenheira ambiental do Acre, trata de “indígenas” que sem o menor pudor desfilam com suas picapes e caminhonetes, renegando assim suas raízes como “povos autônomos” e mostrando que não desejam preservar suas culturas.

Todavia para a ONU e certas ONG’s, tais grupos possuem o direito a autodeterminação. Cada dia que passa essa conversa não engana mais ninguém e só mostra como o cartel financeiro – que controla a ONU e também instrumentaliza ONG’s relacionadas a povos nativos e ao ambientalismo – deseja apenas sabotar e explorar os recursos dos países considerados subdesenvolvidos.

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