Sociedade

Terrorismo, homofobia e o gatilho do controle psicológico

Chegamos a um ponto interessantemente patético das relações humanas: a reação programada das pessoas em relação a tudo que as cercam. É como se cada indivíduo tivesse um gatilho, um botão, o qual ao ser acionado deflagra uma reação automática. Poucos tentam se aprofundar e enxergar o que realmente existe por trás do que é falado e de certas mobilizações.

Vejamos bem dois casos que ocorreram nos últimos dias com Dilma Rousseff e Levy Fidelix. Ambos fizeram leituras corretas sobre o que está acontecendo, tentaram combater o que viam de errado mas se expressaram muito mal.

Dilma Rousseff e o “terrorismo”

Comecemos com Dilma Rousseff que condenou os bombardeios contra o Estado Islâmico e pediu diálogo com os jihadista. Qualquer pessoa bem informada, sabe que Dilma fez muito bem em condenar as investidas ocidentais contra o EI, justamente por saber que o alvo principal não são os jihadistas em si, mas o presidente sírio Bashar Al Assad. Dilma representou perfeitamente o que um país soberano deveria fazer ao entender o grande jogo político mundial, porém ao lidar com o gado público se expressou de maneira horrenda. Ficou claro que Dilma não foi bem assessorada e que palavras diferentes acionariam botões diferentes, nesses homens engrenagens modernos treinados para reagir de maneira operacional quando deparados com a palavra “terrorismo”. Dilma pediu que diálogassem com um grupo criado somente, e somente, para a guerra e para servir de alvo em investidas ocidentais no Oriente Médio. A maneira diplomática correta seria pedir, no lugar de diálogo, que o ocidente respeitasse a soberania da Síria e que a OTAN só tomasse medidas militares com a autorização e cooperação da Síria. Deveria lembrar também que não é legítimo intervir na soberania alheia, não importando o que está sendo combatido. Imaginem se invadissem a Colômbia ou a Venezuela, sem a autorização das respectivas nações, com o subterfúgio de combater as FARC.

Quem conhece o jogo, como Dilma, sabe que uma cooperação entre OTAN e Síria não ocorrerá, pois na realidade a OTAN quer a derrubada do governo sírio. Desta maneira, a presidente Dilma Rousseff se posicionou bem, mas se expressou mal, ficando a mercê da fúria popular, previamente acionada pelo gatilho da palavra “terrorismo”.

Levy Fidelix e a “homofobia”

Outro que serviu como boi de piranha diante dos botões da algeriza, foi o candidato a presidência Levy Fidelix. Levy, no debate da emissora Record, afirmou que a causa gay ou LGBT deveria ser combatida e que uma minoria não pode se impor sobre a maioria. Novamente, quem entende o que se passa realmente fora da caixa, sabe que combater a causa LGBT não é combater o indivíduo que é homossexual e seus direitos como cidadão, mas até você explicar isso as engrenagens humanas, o estrago já estava feito. Levy, provavelmente, sabe que a causa gay é financiada por banqueiros maçons-sionistas e que faz parte do plano neomalthusiano do Comitê dos 300 para controle e redução populacional. Obviamente, além disso, a causa também é usada para segregar uma nação, dividindo-as em subgrupos, assim como também é usada a causa negra, indigenista e feminista. Tudo sob a batuta de George soros, Rockefeller e suas organizações como a Rockefeller Foundation e a Open Society. Outro pilar globalista que merece uma menção
honrosa é o instituto Tavistock que através da mídia e indústria cultural, desses mesmos poderosos, tratou de fazer a engenharia social devida e colocar as engrenagens humanas operando em seus devidos lugares e pensando o que for proposto por suas causas (ambiente psicologigamente controlado). Exemplo disto é que Levy Fidelix foi prontamente demonizado e tachado de “homofóbico” e, não satisfeito, estão querendo acioná-lo judicialmente alegando que o mesmo proferiu um “discurso de ódio”. Claro que o exemplo lembrado é o velho, e marcante, Nazismo que foi financiado por essas mesmas famílias que conseguiram, além da criação do feudo de Israel, a proteção histórica e cultural do seu pequeno grupo “judaico”. Tudo sob controle, ninguém pensando fora da caixa.

Enfim, é até merecido que esses personagens sejam demonizados diante da opinião pública, pois quando se está lidando com profissionais que, há décadas, buscam o controle global total e que usam de todos os meios para guerrear – financeiro, militar e, principalmente, cultural – erros primários de comunicação não podem acontecer.

Há também a covardia, principalmente de Levy Fidelix, que teve a chance, em rede nacional, de expor o que há por trás dessa rede de causas, mas preferiu se esconder atrás de um discurso de dinossauro turrão. Repito, foi covarde! Imediatamente lembrei do Enéas Carneiro que falava sem medo sobre os bastidores do mundo e tornou familiar a vários brasileiros as operações e sabotagens que esta nação sofria e ainda sofre.

De Dilma não se pode cobrar muito, neste aspecto, pois além de ser marionete chefe de estado, ela e o PT também precisam de Londres e suas redes e causas. O PT segue a agenda do Foro de São Paulo que apesar de ser uma agenda própria, precisa do auxílio de organizações bancadas por Londres, como as FARC e o MST. No mais, o PT por se relacionar politicamente com vários lados, deseja apenas acelerar o plano de domínio continental e para isso precisa tanto beijar a mão dos anglo-americanos e do eixo Rússia-China-Irã. Esta posição de condenar a derrubada da Síria reflete um medo futuro de transformarem a Amérida do Sul em Oriente Médio e as FARC em Estado Islâmico. Fora isso, todas as causas pseudo progressistas servem ao PT e ao Foro de São Paulo.

Por fim, fugir do gatilho das reações emocionais é essencial, pois as intenções estão aí expressadas e várias pistas contidas em discursos podem ser peças essenciais para montar o quebra-cabeça.

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