Estado Islâmico

Estado Islâmico, a joia globalista

Fica fácil entender de que lado o Estado Islâmico (EI) está e quem o manipula quando nos deparamos com a notícias de que o EI está a um passo de ter armas nucleares. Vejamos como é interessante que um grupo rebelde, que surgiu há não mais que uma década, já pode desfrutar de tecnologia militar nuclear ou armas de destruição em massa, quando países do quilate do Irã e Brasil, não possuem ainda armas atômicas. Nunca foi tão claro que o formato usado com o EI é o mesmo usado com a antiga, e já ultrapassada, Al Qaeda, que foi financiada e armada até os dentes pelo ocidente. Mas que interesse possui o ocidente, comandado pelo Comitê dos 300 (Famílias reais europeias e banqueiros judeus ashkenazis) em armar essa gente? Ora, o EI foi a forma de substituírem a Al Qaeda por algo muito maior e mais perigoso, dando margem a planos mais audaciosos, com o intuito de angaria o apoio da opinião pública para intervenções mais radicais.

No primeiro momento em que a elite anglo-americana derrubou e conquistou o Iraque, o Egito e a Líbia, a conquista da Síria parecia ser natural. Já estava tudo armado para a formação da grande Israel, todavia Assad já se segura há três anos, com o auxílio de Putin e da Rússia. Desta maneira, os fabricadores de dólar (FED) que, atualmente, só têm como lastro o petróleo, precisam urgentemente garantir que a compra e venda desta matéria prima seja somente, e somente, em dólar. Enquanto existirem objeções ao dólar no Oriente Médio (A Síria e o Irã se opõem, assim como Saddam Hussein e Gaddafi se opunham), os donos do FED não descansarão. O monstro foi criado maior e mais forte.

O mais interessante disso tudo é o fato do gigante jihadista, criado pelos poderosos do ocidente, nunca avançar em direção a Israel. Perceberam que o Estado Islâmico faz oposição a curdos, sírios, persas, mas nunca se desloca na direção do estado “judeu”. Outros aliados do ocidente como Arábia Saudita e Qatar também parecem imunes. Além do mais, há muitos laços entre o EI com políticos e serviços secretos ocidentais.

John McCain quando admite já ter estado na Síria tratando com “rebeldes sírios”, revela as ligações do EI em todas as frentes com a psicopata elite ocidental. Desde o encontro com o então senador do Arizona (McCain) passando pelo califa, comandante mor, ser um agente da Mossad, com o nome de Abu Bakr al-Baghdadi (Elliot shimon), o EI demonstra que seus laços e os planos da elite globalista ocidental estão a todo vapor, em potência máxima. É basicamente um “ou vai ou racha”. Até porque armamento nuclear é a última etapa de uma guerra.

Apelar para ataques de falsa bandeira, com armas de destruição em massa, mostra que o estágio do projeto globalista já é outro. E dessa vez qualquer um dos lados pode ser o alvo. Seria um absurdo imaginar o EI promovendo um novo Pearl Harbor ou um novo 11 de setembro, porém com magnitude muito maior? Seria obviamente um atentado colossal. Dick Cheney, ex-vice presidente dos EUA, do governo Bush, disse em 25 de junho deste ano, que acredita que os EUA sofrerá um novo ataque terrorista que será mais mortal, bem pior que os de 11 de setembro.

Há também a possibilidade do EI usar tais armamentos para promover um ataque contra os inimigos de Londres, como, Síria, Irã e até a Rússia, quem sabe. Talvez o eixo citado seja um alvo menos provável visto que Putin e seus aliados sabem muito bem os passos e ligações do Estado Islâmico com a elite anglo-americana.

No mais o circo está armado. A farsa chamada Estado Islâmico ainda consegue mobilizar o ódio e colocar medo em muito cidadão incauto, que sem entender o que se passa, pede a intervenção e até se alista, colocando sua integridade em risco, para lutar e dar a vida por uma causa forjada e nada justa, bem longe dos interesses de soberania e liberdade de um povo.

Para um grupo que tem um projeto imperialista, onde o domínio dos recursos naturais e a redução populacional são os objetivos a serem alcançados e que seus meios passam por ataques culturais (causas pseudo progressistas), financeiros (FED, FMI, BID, Banco Mundial) e militares (OTAN), o Estado Islâmico parece uma criação completa.

Clipping:
¿Está el Estado Islámico a un paso de hacerse con armas nucleares?
French Report ISIL Leader Mossad Agent
Alex Jones: ISIS False Flag Coming Soon?
John McCain admite que se reunió con miembros del Estado Islámico

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